As mulheres da minha família têm uma genética boa pra corpo voluptuoso, tanto minha mãe quanto minhas irmãs: quem não tem peitão tem bundão, mas eu, em particular, fiquei com os dois, embora no meu corpo a bunda seja mais dominante. Sou a mais nova de três irmãs e posso dizer que fui a que se desenvolveu mais cedo. Lembro que não parei de brincar com minhas bonecas lá pelos meus 12 ou 13 anos, e de repente, com 14 e 15, já me via praticamente feita uma mulherão. Isso me destacava entre minhas amigas e coleguinhas de escola, e minhas irmãs sempre me jogavam na cara também, embora eu ainda fosse meio inocente. De repente, comecei a sentir uma atenção e um olhar especial dos homens, e devo admitir que essa atenção em particular me dava muito tesão. Por exemplo, minha família é grande, e era normal a gente se juntar com meus tios e primos, seja na nossa casa ou na deles. Meus tios sempre aproveitavam quando eu sentava no colo deles pra me apoiar disfarçadamente. Lembro de sentir o calor da virilha deles e me esfregar, fazendo de sonsa, como quem diz. Mas tudo ficava por ali. Também com meus primos, alguns mais velhos, de 16 ou 17 anos, quando a gente brincava de esconde-esconde ou de pega-pega na piscina, eles aproveitavam pra me apalpar sem vergonha ou mostrar as picas duras, que eu admirava em silêncio, com medo de sermos descobertos. Essas brincadeiras nunca passaram disso, mas sempre ficavam na minha mente e foram alimentando um caldo de cultura que fazia meus hormônios explodirem e me levavam, quase sem querer, a começar a me esfregar nos meus travesseiros e bichos de pelúcia até descobrir meus primeiros orgasmos. Bom, e como eu tava falando, por ser de uma família grande, meu avô por parte de pai era do interior e costumava vir uma vez por ano, ficando uma semana na nossa casa. Eu tinha uma relação muito boa com ele, já que era a mais mimada por ser a mais nova, e por questão de espaço, já que não tinha cama disponível, sempre dormia comigo na minha cama, mesmo no mesmo quarto que minhas irmãs. Devo admitir que ele nunca tinha se aproveitado nem nada do tipo, e olha que ele já era viúvo há uns bons anos. Mas naquele ano, quando me viu depois de quase um ano, se deparou com uma mulherzinha no auge, e foi grande a surpresa dele ao me ver, porque deu pra notar um brilho especial no olhar dele. Nonitoooo... eu o cumprimentei com um beijo na bochecha e um abraço bem apertado, espremendo meus peitinhos duros no peito dele. — Oi, guria, como você cresceu, senti muito a sua falta — ele respondeu. — Trouxe uns presentinhos pra você — ele disse —, mas acho que já não vão servir. — Por que, nono? — perguntei. — Porque comprei roupas, mas me parece que já não vão caber em você — ele falou. E todo mundo na minha família caiu na risada ao entender a indireta. — Bom, não importa, eu te amo do mesmo jeito — respondi. Ele me deu os presentes e, de fato, eram roupas de menina que já não me serviam: regatinhas, saias curtas e um pijama de shortinho com regata rosa. Aquele dia passou normal, e quando a noite chegou, foi hora de ir pra cama e, como já era costume, eu tinha que dividir a cama com ele. Quis dar uma surpresa pra mostrar gratidão e, mesmo com muito esforço, consegui vestir o pijaminha que ele tinha me dado, onde o shortinho se enfiava na minha bunda já bem saliente e a regata ficava justa, marcando os peitos. — Olha, nonito — falei. — Oh, querida! — ele exclamou. — Viu se serviu o seu presentinho? — falei, e fomos pra cama. Meu nono tinha na época uns 70 e poucos anos, mas se conservava bem, era um homem do campo, alto, moreno e grisalho, com mãos grandes e calejadas. Ele sempre dormia de pijama também, mas daquela vez foi só de short e regata. Ao deitar, fiquei recostada no peito dele e dormi quase na hora. Depois de um tempo, quando todo mundo já estava dormindo e entre sonhos, percebi que, sem querer, tinha levado minha mão em direção à virilha dele e tinha deixado descansando sobre o volume dele, notei como ele tinha ficado duro e observei que ele dormia profundamente, então aproveitei para tocar ainda mais forte. Percebi que ele não estava usando roupa íntima porque rapidamente o pau dele ereto apareceu por cima do elástico do short, deixando metade da rola dele pra fora. Notei que, embora não fosse muito comprida, era bem grossa, com uma cabeça proeminente e ainda saindo um líquido dela. Esfreguei a cabecinha dele e tirei uma gotinha desse líquido com a ponta dos meus dedos e levei à boca para provar. Ainda não sei por que fiz isso, mas a verdade é que, longe de me dar nojo, acabei gostando do sabor, entre salgado e adocicado. Lembrei do pau dos meus primos e, sem poder observá-lo, este parecia maior. Continuei brincando com a ponta dos meus dedos e continuei saboreando o gosto dos suquinhos dele. Não percebi que meu avô já tinha acordado e segurou minha mão, com a qual eu estava brincando no pau dele. Ao virar para vê-lo, meio assustada por ter sido descoberta, ele me olhou e levou um dedo à boca em sinal de silêncio. Em seguida, abaixou o short dele e deixou o pau dele à mostra, que estava duro como uma pedra, e com a outra mão começou a guiar a minha sobre o pau dele, me ensinando a bater uma punheta suavemente. Eu, com a falta de jeito da idade, apertava forte e arrancava uns suspiros fortes dele, mas aprendi que quando apertava o tronco dele, a cabeça dele se enchia de líquido, então meu avô com a outra mão recolhia e levava à minha boca, que eu saboreava timidamente. Com a outra mão, ele levantou minha camiseta e deixou meus peitinhos à mostra, que ele beijou e chupou suavemente, fazendo meus biquinhos ficarem durinhos. E assim ficou um bom tempo até que, em seguida, começou a tocar minha buceta toda molhada. Senti a respiração ofegante dele no meu ouvido e eu soltava uns gemidos tímidos. Quando ele enfiou a mão no meu shortinho, pude sentir a aspereza dos dedos dele no meu clitóris. O qual eu acaricio com movimentos circulares, o que provocou um orgasmo quase instantâneo, que ele abafou tampando minha boca com a outra mão. Enchi a mão dele com meus suquinhos vaginais, que ele aproveitou pra saborear completamente, como se fosse maná vindo do céu. Ele continuou tocando minha buceta e descobrindo meu interior com os dedos, enquanto eu me contorcia de um prazer até então desconhecido, enquanto ele continuava abafando meus gemidos com a outra mão e beijando meus peitinhos duros. Perdi a conta de quantos orgasmos tive naquele momento. Depois, ele me colocou de conchinha e, abaixando minha calcinha, colocou o pau quente dele na minha entreperna e começou a esfregar na minha buceta toda molhada, simulando um movimento de vai e vem, como se estivesse me comendo devagar. O pau quente dele parecia ter inchado ainda mais, e a dureza dele na entrada da minha buceta fez com que eu mesma me esfregasse contra ele, até que senti o vovô apertar meus peitos com força, me dando outro orgasmo mais forte que os anteriores, e ele também gozou uma porrada na minha buceta ainda virgem. Parece que fizemos um pouco de barulho, porque uma das minhas irmãs acordou, e a gente ficou parado naquela posição até ela dormir de novo. Vovô pegou um lenço, limpou minha buceta e me vestiu de novo, me deu um beijinho e a gente dormiu de novo.. Comentem pra parte 2.
1 comentários - Confissões de uma bunda grande.. (El Nono Carlos)