
Olá, boa tarde. Meu nome é Daniela e vim contar minha história... tenho uma vida bem confortável graças à minha família, moro sozinha com minha filha no meu apartamento. Bom, a história começa quando consegui comprar meu apê e queria reformar do meu jeito. Contratei um pedreiro que me recomendaram e, vendo os trabalhos maravilhosos dele, me animei a deixar ele cuidar da reforma e realizar meu sonho. Quando me encontrei com ele pra conversar sobre os detalhes e os custos, ele era sério e comprometido... mostrando que sabia exatamente o que queria e entendia do assunto, recomendando quais materiais usar pra dar os toques finos no apê. Combinamos de ir juntos comprar os materiais pra eu ver os tons, e ele me deu um orçamento do que gastaríamos com materiais, quanto cobrava pela mão de obra e o tempo que levaria. Pra ser sincera, o valor era bem alto, porque a mão de obra dele era cara. Enquanto eu olhava os detalhes, ele me encarou e, com um sorriso bem safado, disse: "Talvez se você me emprestar essa bunda gostosa... a mão de obra ganhe um desconto..." Eu, totalmente distraída e sem entender o que ele tinha dito, olhei enquanto ele pegava as coisas e ia embora. Depois de alguns minutos, consegui processar o que ele falou, e uma raiva imensa tomou conta de mim, pensando: "Quem esse nojento pensa que é pra me dizer uma coisa dessas?" Aí chegou a noite, e quando fui me deitar, não sei o que aconteceu, mas lembrar do que aquele cara disse me fez levar minhas mãos até minha buceta e me tocar de um jeito tão gostoso... coisa que eu não fazia há muito tempo. Com a vida correndo tão rápido, sempre preocupada com tudo, não tinha cabeça nem tempo pra me masturbar, muito menos pra transar. Já estava solteira há vários anos. Chegou o dia de ir comprar os materiais com ele, e o que ele tinha dito não parava de martelar na minha cabeça. E naquele dia, eu não olhei só os materiais, mas olhei ele por completo, e a verdade é que ele era um nojento! hahaha ele era feio! De Cara… alto e com muita costa… tinha um físico muito bom, mas o rosto estragava tudo e eu falei: totalmente descartado. Além disso, era casado… e eu não tava a fim de ser amante de ninguém, ainda mais de um cara como ele… A semana passou rápido… ele trabalhando em casa e eu seguindo minha vida normal… Fui vendo como ele avançava nos detalhes e como os trabalhos ficavam lindos — ele era muito detalhista e muito fino na hora de fazer os acabamentos, me deixava fascinada. Quando já faltava pouco pra terminar, a gente conversou sobre o próximo serviço e ele me entregou uma folha com todos os preços, mas sem a mão de obra. Eu olhei pra ele e falei: “Quanto vai ficar a mão de obra? Não tá no detalhe?” Ele, todo sério, me olhou e disse: “Ainda não consigo calcular, porque o preço depende de quão gostosa você mexe essa raba…” Eu, toda nervosa, falei: “Por que você me fala essas coisas? Não percebe que minha filha tá aqui e pode entrar a qualquer momento, e você soltando essa vulgaridade?!” Ele respondeu: “Sua menina tá lá embaixo brincando… aliás, não vai subir tão cedo. E se eu não for embora com os custos calculados, melhor a gente parar por aqui e você arruma outro pedreiro.” Eu, impressionada com tudo que ele disse, virei e fui pra cozinha enquanto falava: “Tira o cálculo da mão de obra e me entrega…” Pra ser sincera, tudo aquilo me deixou muito molhada, e eu saí correndo de lá, porque como sou muito branca, meu rosto denuncia meu tesão. Quando me afastei um pouco, o cara falou: “Já te disse que não consigo fazer o cálculo.” E foi até mim, parou atrás de mim a uns dois metros e disse: “Raba linda… você vai mexer ela bem gostosa, e aí eu calculo a mão de obra.” Ao ouvir tamanha barbaridade, senti minha entreperna ficar tão molhada que minha calcinha fio-dental encharcou. Me virei e, ao ver ele tão grande parado na minha frente, baixei o olhar pra virilha volumosa dele e falei:
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