Capítulo 4: Miky - Mitch

Capítulo 4: Miky - MitchQuando eu estava na primeira série, se não me engano lá pelo quarto ano, entrou uma amiguinha nova, Jackie, uma menina branca, magrinha, cabelo curto castanho claro e uns olhos bonitos. Com o tempo, ficamos muito amigos, melhores amigos. Ela, junto com a Perla (garota de outra história), éramos inseparáveis. O tempo foi passando, nossa amizade cresceu, a gente se conhecia quase tudo, já que ela era mais recatada que a Perla. Chegou a época da adolescência e, lá pelo quarto semestre, ela engravidou de um parente por estupro. Nasceu um clone dela, só que na versão masculina. O tempo passou e nossa amizade continuava firme. O filho dela cresceu e eu fui tipo uma figura paterna. Nunca larguei a mão dela. Como eu já tinha contado, dinheiro nunca foi problema. Na verdade, o Mike (o menino) me chamava de pai ou papai, dependendo do momento ou da idade. Eu percebia o Mike muito estranho no comportamento e nos trejeitos, meio afeminado. Se não me engano, ele já tinha uns 14 anos e gostava de se cuidar e tal. Um dia, encontramos ele chorando no quarto e fomos conversar. Ele contou que se sentia estranho, que não gostava das mesmas coisas que as outras crianças. Sem muito blá-blá-blá, ele disse que o corpo dele parecia estranho, como se não fosse dele. Depois de pensar, a mãe disse que apoiaria ele em tudo que quisesse... Começaram a ir em psicólogos, tomar remédio controlado pra essa parada da transgressão, trocamos ele de escola e ele adotou um nome feminino, assim como as roupas mudaram. Eu apoiei e comprei um monte de coisas: roupa, o remédio, maquiagem, tratamento de cabelo, etc. Ele era feliz... Seis meses antes da pandemia, Jackie e eu fomos pra festa, já que era aniversário dela e ela queria passar num balada. Eram 4h da manhã quando chegamos na casa dela. Ela morava sozinha com o Mike. Descemos do carro, entramos em casa na sorte, porque estávamos muuuito bêbados. Sentamos no sofá, eu fui ver a Mitch no quarto dela (Miky 2.0) e ela tava dormindo. Logo depois, sentei no sofá com a Jackie. e começa a reclamar que por minha causa ela não achava parceiro, por causa do meu jeito, da minha forma de tratar ela, que eu tinha posto os padrões muito altos, e eu falei que não era ruim ela merecer mais, ela respondeu que não era isso o problema, o problema era que ela não transava há muito tempo e deu risada, eu levantei, abaixei a calça, tirei meu pau que já tava quase pronto, "então se é isso que te falta, tá aqui, era só ter me falado" ela virou e olhou pra cima, os olhos dela cravaram no meu pau que tava a centímetros do rosto dela, ficou olhando por uns 30 segundos se molhando e mordendo os lábios, não aguentou mais e me pediu permissão pra usar ela, "clarohojeÉ toda sua" — peguei ela com a mão e, aos poucos, comecei a chupar. Conforme os minutos passavam, ficava mais intenso. Por instinto, puxei ela pelo cabelo, e ela adorou. De repente, na penumbra da casa, consegui ver uma silhueta escondida atrás de um pilar, observando. Não dei muita importância, já que tava bêbado e escuro, e continuei. Coloquei ela de barriga pra cima, abri as pernas dela e apliquei um sexo moral bem gostoso. Não aguentei muito, porque entre gemidos ela pediu pra eu continuar. Com a mão, enfiei minha ferramenta e meti. Essa mulher soltava gritos de prazer abafados. No meio do ato, vi aquela sombra de novo, observando, e era o Mitch, acho, olhando fixamente. Não liguei e continuei metendo por um bom tempo. Terminamos o ato exaustos e fomos pelados pra cama, e ficamos assim... No dia seguinte, quando acordamos e tomamos café, conversamos sobre o que íamos fazer com a gente. Decidimos ser um casal... O tempo foi passando. Fui morar com eles. Já tava alguns meses de namoro e não tinha um dia que a gente não transasse. Na maioria das vezes, percebia que o Mitch nos observava e até gravava, mas não liguei... Os dias foram passando, e o Mitch (Miky) tava evoluindo, eu dizia: o corpo, o cabelo, as feições, a voz e os movimentos já eram de mulher. Tava com peito, era praticamente uma menina de 15 anos. Isso sim, muito mimada... UmaamanhãMe senti meio mal e decidi ir pra casa descansar. A Jacky tava trabalhando e o Mitch na escola. Abri a porta e ouvi um barulho, vinha do quarto. Dava pra ouvir gemidos de prazer. Fui devagar, sem fazer barulho. Pra ser sincero, eu achava que minha filha não transava. Espiei pela porta entreaberta e vi ela deitada de lado na cama, com uma camiseta e meias, o resto pelada. Com a mão direita, ela tava se estimulando por trás, enquanto os dedos brincavam com o cu dela e a mão esquerda brincava com os peitinhos. Fiquei pasmo olhando. Notei que as partes íntimas dela eram minúsculas, era um micropau e uma bucetinha pequena. Por um momento, parecia que nem tinha. No auge, ela ficou de quatro e gozou. Quando isso aconteceu, eu gritei que tinha chegado. Dei uns passos como se tivesse acabando de entrar em casa e ouvi: "Oi, pai, aconteceu alguma coisa? Por que cê tá aqui?" Eu: "Nada, me senti meio mal e voltei. Cê tá bem?" Enquanto falava isso, me aproximei e acariciei a bochecha dela, que tava vermelha. Só vi as pernas dela tremerem com o flerte... Não rolou mais nada... Crise mundial... Entramos em quarentena por causa da Covid e ninguém na cidade saía. Foram uns 6 meses tensos, que eu e a Jacky aproveitamos muito bem, transando todo dia e a qualquer hora, de diferentes jeitos, posições, sabores, etc. Claro, tudo isso sendo supervisionado pelo Mitch escondido... Saímos da quarentena e uns meses depois o relacionamento terminou. Parece que ela não queria nada sério e decidiu terminar, mas ficamos como amigos. Ainda nos falávamos e trocávamos mensagens, já que eu tinha saído da cidade. 3 anos se passaram. Já tava há 3 meses sem saber dela, sem mensagem nem ligação. O parceiro que ela tinha a escravizava muito... Era umas...2 da manhãde uma4 de junhoLembro muito bem. Meu telefone tocou e do outro lado era a dona Irma (mãe da Jacky) me dando a notícia de que a Jacky tinha tirado a própria vida... Mil coisas passaram pela minha cabeça, minha visão ficou turva, peguei umas mudas de roupa, meu carro, dinheiro e me mandei pra cidade. No caminho todo, só pensava nela. Quando cheguei no velório, dona Irma me abraçou, todo mundo me dando os pêsames, o marido não estava. De repente, uma mina muito gostosa se aproxima, com um corpão num vestido preto justinho... "Pai, levaram ela de nós" e me abraçou. O funeral e o enterro passaram, fiquei ajudando a Irma e a Mitch com os trâmites e pagamentos. Quando terminei, dei meu número pra Mitch e falei: "Não hesita em me ligar ou mandar mensagem, que pra isso eu sou seu pai. Ainda vou ficar uma semana por aqui, num hostel." E foi assim. Desde aquele momento, não parou de me mandar mensagem. Me contou como tinha sido a vida dela desde que eu fui embora, todos os processos e operações que passou, e como ia na faculdade. Começou a ficar deprimida e eu convidei ela pra jantar no restaurante do lado do hostel. Comemos e continuamos conversando. Deu 11 da noite e a gente foi dar uma volta pra descer a comida... O tempo voava entre lembranças e risadas. Ela me pediu pra ficar com ela e a Irma na casa delas, pra não ficarem sozinhas, e eu aceitei. De noite, não conseguia dormir, tava virando pra todo lado no teto. A dona Irma não estava, porque trabalhava numa fábrica. No silêncio da noite, ouvi uns gemidos. Saí do quarto pra dar uma olhada e vi ela. O corpo dela, igual uma borboleta depois de sair do casulo, tinha se transformado em mulher por completo. Já não tinha mais o órgão de homem, agora era fisicamente mulher. Ela se masturbava. Fiquei de pau duro e não importou que ela tivesse sido minha filha. Comecei a me satisfazer sozinho. Fiz barulho e ela parou. Saí correndo pro meu quarto e fingi que nada tinha acontecido. Minutos depois, ouvi baterem na minha porta. Mitch: "Pai, você tá dormindo?" Eu: "Oi, coração. Tava quase. Aconteceu alguma coisa?" Mitch: "Sabe de uma coisa? Minha mãe disse que tava orgulhosa de mim, do que... O que eu estava fazendo e o que estou conquistando.
Eu: ué, claro que sim, boneca. Você tá indo muito bem nas suas aulas, conseguiu ser aquela mulher que queria, aquela que tá presa... Vem, senta aqui (fazendo sinal pra sentar) e não quer que ninguém te menospreze, ouviu?
Mitch: ah, pai, é difícil ser alguém como eu. Me veem como um monstro e quando se aproximam e parece que vai rolar alguma coisa, saem correndo.
Eu: uns idiotas que não tinham coração, você é melhor do que muita gente. Se olha só (me levantei, levantei ela e dei uma volta) kkkk
Mitch: kkkk ah, pai, você só fala isso porque é meu pai. Quando me ver como mulher, vamos ver se diz o mesmo.
Eu: kkkk caralho, mais mulher do que isso? Kkkk me explica como é isso.
Mitch: na real, uns amigos me deram umas roupas sexy antes de saberem que não sou mulher biológica, e eu não devolvi kkkk porque ficaram muito bem em mim.
Eu: aí sim kkkk viva, você me surpreendeu, até me deu uma agonia.
Mitch: espera...
Passaram uns minutos e ela chegou de roupão, a luz ainda apagada, só a do abajur acesa.
Mitch: só não vai falar nada, pai, nem tirar sarro (enquanto tirava o roupão e me mostrava a calcinha branca de renda com meia arrastão).
Eu: e você queria que eu tirasse sarro disso, boneca? Tá muito gostosa, mami. Que cara foi aquele que te viu assim e não fez nada?
Mitch: homens, né, por isso que não quis ser um kkkk
Eu: e que bom, pelo visto você fez a escolha certa, mami.
Mitch: posso te perguntar uma coisa, pai? Minha mãe e você transavam muito? Você gostava?
Eu: kkkk sua mãe era uma deusa no sexo, não tinha um dia que a gente não fazia, e acho que você sabe disso, né kkkk
Mitch: kkkk que vergonha, umas duas vezes eu vi, mas não vi nada, juro, por mais que tentasse.
Eu: kkkk era só me pedir que eu ensinava, pra você não ficar na dúvida kkkk
Mitch: cê não tem curiosidade de ver um corpo assim como o meu em transformação, hein kkkk
Eu: na verdade, eu te vi umas vezes escondido, ocupada no seu quarto kkkk
Mitch: paiiiiiii Como assim, não é verdade?
Eu: É verdade, na verdade você foi muito gostosa. Depois que fizer, deixa a porta aberta de novo...

Não aconteceu nada naquele dia, e se passaram mais alguns dias. Nossas conversas de madrugada ficaram mais quentes. Ela me pediu dinheiro pra comprar uma fantasia de Halloween, e eu dei. Naquela noite, de madrugada, ela não veio no meu quarto. Quando fui ao banheiro, notei que a porta estava meio aberta. Quando espiei, vi que ela estava de pijama na frente do espelho. Foi se despindo devagar, reparei no corpo lindo dela. Começou a se tocar, e pra ser sincero, me excitei. Enquanto ela continuava se tocando, eu também. De repente, ela se virou e começou a se masturbar, passando a mão na buceta dela. Ficou intensa, e eu também. Ela gozou, assim como eu, e fui dormir.

A Irma preparou o café da manhã e foi pra uma excursão do trabalho. Eu fui acordar a Mitch e mandar ela vir comer. Quando terminamos de tomar café:
Eu: É muito cedo, o que você quer de sobremesa, Mitch?
Mitch: Não sei, papai. Vamos ver o que a vovó diz.
Eu: Sua avó não está, foi pra excursão, só volta à noite.
Mitch: Ah, que bom pra ela. E como você dormiu, papai?
Eu: Muito gostoso, boneca. E você?
Mitch: Eu também. E ela sorriu pra mim. Imagino que você se cansou depois do show, hehe. Quando quiser, posso te ajudar a se animar, hahaha.
Eu: Sua boba, hahaha.

Ficamos na sala deitados no sofá vendo um filme onde os dois protagonistas começaram a se masturbar um na frente do outro, sem se tocar. Comecei a ficar duro e, sem querer, me toquei. A Mitch me viu e sorriu. Saí do transe e vi ela rindo...
Mitch: Papai, como é bonito de ver isso.
Eu: Hahaha, é verdade, né? Mas essa cena é doida.
Mitch: Por quê? Se você me pedisse, eu te ajudaria a se animar.
Eu: Hahaha, como assim?
Mitch: E se eu te pedisse pra me ajudar a me animar, hehe, você faria?
Eu: Que perguntas você faz...
Mitch: Sim ou não?
Eu: Sempre estarei aqui pra você.
Mitch: Então me ajuda. Não vai acontecer nada, só vou olhar.

Com um misto de medo, tesão e nervosismo, tirei a camisa. Ela mordeu os lábios. Fez o mesmo e me deixou ver a buceta dela. Ela começou a se tocar, eu fiquei duro, ela viu e tirou o short, ficando só de calcinha, uma bem bonita, e começou a se masturbar. A gente tava num transe, ela ficou de quatro no sofá e baixou a calcinha até os joelhos.
Mitch: Fala que você gosta, papai.
Eu: Bonequinha, você tá muito gostosa.
Mitch: Tira o seu, papai, e me mostra o quanto você gosta.
Não pensei duas vezes e começamos a nos masturbar, cada um pro seu lado. Nosso êxtase foi tanto que os dois gozamos. Depois, a gente se largou no sofá, senti que dormi um pouco, ela também. Quando acordei, vi a Mitch lambendo minhas coxas (o esperma que tinha sobrado). Tentei parar ela, mas aqueles olhos meigos e o jeito fogoso dela me deixaram duro de novo. Quando ela tava a centímetros do meu rosto:
Mitch: Papai, eu sei que te falei que não ia fazer, mas posso quebrar essa regra? Por favor, papai.
Sem responder com palavras, peguei a cabeça dela com a mão esquerda e com a direita segurei meu pau. Ela só abriu a boca. Ficou uns 20 minutos, sem parar. A cara que ela fazia cada vez me deixava mais grosso. Lembrei de todas as vezes que vi ela. Tirei da boca dela por um momento só pra pedir que eu fizesse. Peguei ela pelo cabelo, levantei e coloquei no sofá. Não me segurei e chupei o cu dela. Dilatei tanto que quando meti, ela não sentiu dor. Ficamos quase uma hora transando até eu gozar umas duas vezes. No final, ela dormiu, e eu aproveitei pra tomar um banho. Enquanto tomava banho, tava num transe de arrependimento, quando de repente senti um abraço por trás. Ela perguntou se eu ajudava. Me virei e, antes de responder, já tava me dando um amasso foda. Virei ela e meti de novo. Gozei igual um louco de novo. Na hora de me trocar, ela me interceptou no quarto e a gente fez de novo. Convidei ela pra jantar, e enquanto a gente ia no carro, a gente fez de novo. Na volta pra casa, também. E pra fechar a noite, enquanto eu tava dormindo, ela enfiou o corpo no meu e a gente fez de novo. Assim, a gente passou uma semana inteira. diário, até que fui pra minha vida

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