Miranda e Eduardo ficaram parados por mais um segundo do lado de fora da porta do banheiro, o coração dos dois batendo tão forte que parecia ecoar pelo corredor vazio do abrigo. Eduardo olhou para sua esposa com olhos vidrados de nervosismo e tesão absoluto, a mão ainda apertando a dela.
—Eu te amo… aconteça o que acontecer… eu te amo —sussurrou ele.
Miranda deu um beijo curto mas intenso nos lábios dela.
—Eu te amo, corno… vamos entrar. É hora.
Ela abriu a porta devagar.
Paco estava lá dentro, de costas para a porta, mas se virou ao ouvir o clique. Já tinha o pau pra fora, grosso, sujo e meio duro, batendo uma com a mão preta de sujeira. O cheiro de lixo, mijo velho e suor rançoso encheu o banheiro pequeno na hora. A luz fraca da lâmpada nua fazia tudo parecer mais cru: a barba grisalha cheia de restos, os dentes amarelos e faltando, a barriga pendurada sobre a calça rasgada, a camiseta manchada de gordura e suor.
Quando viu a Miranda entrar, com Eduardo atrás, o Paco soltou um grunhido baixo e seu pau deu um pulo, endurecendo por completo.
—Caralho… é sério mesmo… —murmurou, os olhos pequenos brilhando de incredulidade e fome.
Eduardo fechou a porta atrás deles e se encostou nela, tremendo. Olhou para Miranda e assentiu, a voz embargada:
—Vai lá... se entrega pra ele... eu quero te ver... te amo.
Miranda respirou fundo, deu dois passos para frente. Paco não esperou mais. Aproximou-se rápido, desajeitado mas ansioso, e agarrou-a pela cintura com suas mãoszarras sujas. Sem dizer mais nada, plantou a boca nela: uma língua fedorenta, áspera, com gosto de tabaco velho, cerveja barata e anos sem higiene, enfiando-se fundo na boca fresca e limpa de Miranda.
O beijo foi brutal desde o primeiro segundo. Paco a prensou contra a parede imunda do banheiro, apalpando-a sem delicadeza: uma mão subindo por baixo da camiseta para agarrar uma teta enorme, beliscando o mamilo com dedos calejados; a outra descendo até a bunda, apertando com força aquela carne redonda e carnuda que ele tanto tinha olhado durante meses.
Miranda inicialmente ficou tensa. O cheiro a atingiu como uma parede: lixo, suor rançoso, mijo seco, bafo podre. Deu-lhe nojo, um nojo de verdade que revirou seu estômago. Tentou recuar por um segundo, mas o Paco a segurava firme e continuou enfiando a língua, babando sua boca limpa com uma saliva grossa e amarelada.
— Como eu te desejava, ruivinha… — rosnou contra seus lábios, a voz rouca e trêmula de excitação —. Todas as vezes que você vinha servir… aquele bumbum gostoso se mexendo… esses peitos balançando… eu batia uma escondido pensando em você… nunca pensei que ia te ter assim… que você ia deixar eu te tocar… caralho, que gostosa você é…
Enquanto falava, continuava apalpando ela: beliscando os mamilos, enfiando a mão por baixo da calça jeans para apertar sua bunda, esfregando seu pau duro e sujo contra a coxa dela.
Miranda fechou os olhos por um segundo, o nojo ainda ali, mas aos poucos... algo mudou. O tesão a invadiu como uma onda: o cheiro nojento, a sujeira, a humilhação de beijar um mendigo velho e acabado, o olhar do Eduardo vendo tudo da porta... isso começou a esquentá-la. Sua buceta ficou molhada de repente. Ela começou a corresponder ao beijo: a língua saindo para se enroscar na dele, chupando aquela saliva rançosa, gemendo baixinho contra sua boca.
Paco gemeu de prazer ao sentir ela reagir.
—Assim… assim, vadia… me beija direito… —murmurou, mordendo seu lábio inferior—. Sabia que você era uma gostosa… todas as gatinhas que servem comida são putas por dentro…
Miranda gemeu mais alto, as mãos subindo por instinto pelas costas sujas do Paco, arranhando por cima da camiseta rasgada. O nojo não desapareceu totalmente... mas a tesão foi mais forte. Ela esquentou ainda mais, beijando-o com fome, deixando que ele enfiasse a língua até sua garganta enquanto suas mãos continuavam apalpando-a sem piedade.
Eduardo, encostado na porta, observava tudo com o pau duro que nem pedra, tremendo de excitação e amor doentio.
Miranda se afastou por um segundo do beijo babado, olhou nos olhos de Eduardo e sussurrou com voz rouca:
—Eu te amo, corno… olha como esse velho nojento me beija… eu te amo por me deixar ser a putinha caridosa dele…
E ela mergulhou de volta no beijo do Paco, correspondendo com ainda mais fome, gemendo contra sua boca enquanto as mãos do sem-teto continuavam explorando seu corpo como se fosse um tesoro impossível.
O banheiro cheirava a sexo iminente, a sujeira e a entrega total.
Eduardo, encostado na porta do banheiro imundo, observava a cena com o coração batendo na garganta e o pau duro como pedra dentro da calça. Paco continuava beijando Miranda com uma fome desajeitada, a língua fedorenta enfiada fundo na boca fresca dela, as mãos sujas apertando os peitos por cima da camiseta e a bunda com força bruta. Miranda correspondia aos poucos, mas ainda com um traço de nojo nos olhos, o corpo tenso.
Eduardo deu um passo à frente, a voz trêmula, mas cheia de amor e tesão.
— Miranda… meu amor… — sussurrou, aproximando-se o suficiente para que ela ouvisse acima dos gemidos do Paco —. Beija ele com mais paixão… solta-se… liberte-se completamente. Deixa ele entrar… deixa a língua suja dele encher sua boca… te amo tanto… te amo por fazer isso… por ser minha putinha caridosa… por se entregar a um velho acabado como ele só porque eu quero… te amo mais do que nunca.
Miranda virou um pouco a cabeça, os lábios inchados e brilhantes de saliva rançosa, e olhou para Eduardo com olhos vidrados. Paco continuava apalpando ela, rosnando contra seu pescoço.
Eduardo se aproximou mais, acariciou sua bochecha com ternura enquanto Paco mordia seu lábio inferior.
—Eu te amo… te amo por ser tão corajosa… por deixar esse mendigo imundo te beijar como se você fosse dele… por se excitar com o cheiro de lixo dele… com as mãos sujas dele nos seus peitos… com o pau velho dele contra sua coxa… te amo por ser a esposa perfeita que ajuda os necessitados dessa forma tão doentia… te amo por ser minha gostosa… minha rainha… meu tudo. Solta-se, amor… beija ele como se fosse o último homem do mundo… dá tudo pra ele… eu te amo do mesmo jeito… te amo mais… te amo enquanto te vejo assim…
Miranda gemeu baixinho contra a boca do Paco. Algo se quebrou dentro dela. O nojo se dissolveu numa onda de tesão absoluto. Ela fechou os olhos, abraçou o velho pelo pescoço com mais força e começou a beijá-lo com paixão de verdade: língua contra língua, chupando aquela saliva grossa e rançosa, gemendo em sua boca, esfregando os peitos contra seu peito sujo.
— Eu te amo… — sussurrou Miranda entre um beijo e outro, olhando para Eduardo por cima do ombro de Paco —. Eu te amo por me deixar ser isso… te amo por ficar excitado vendo eu beijar um velho fedorento… te amo por ser meu corno perfeito… te amo enquanto me entrego…
Paco gemeu de prazer, apalpando-a com mais força, puxando a blusa para baixo para expor um seio e beliscar o mamilo com dedos sujos.
—Que puta você é… —murmurou contra sua boca—. Que gostosa… nunca pensei que ia te ter…
Miranda retribuiu o beijo com ainda mais fome, a língua se enrolando na dele, as mãos descendo por suas costas sujas, arranhando-o por cima da camiseta rasgada.
Eduardo deu mais um passo, acariciando as costas de Miranda enquanto ela beijava o velho.
—Eu te amo… te amo por se soltar… por se libertar… por ser minha raposa caridosa… te amo enquanto esse mendigo sujo te beija… te amo por ser minha e dele ao mesmo tempo… te amo por me fazer o corno mais feliz do mundo… te amo, Miranda… te amo para sempre…
Miranda gemeu na boca do Paco, retribuindo o beijo com paixão total agora, o nojo esquecido, só o tesão e o amor doentio pelo marido. Paco a pressionou mais forte contra a parede, o pau duro roçando na coxa dela, as mãos sujas explorando cada curva do seu corpo.
Eduardo ficou ali, olhando, tremendo de tesão, sussurrando uma e outra vez:
—Eu te amo… eu te amo… continua… solta… se libera… eu te amo…
O banheiro cheirava a sexo iminente, a sujeira e a entrega total.

Paco não esperou mais. Com um grunhido baixo e animal, agarrou os jeans da Miranda pela cintura e puxou para baixo com força bruta. O tecido desceu até os tornozelos de uma só vez, deixando exposta a bunda redonda e carnuda, a calcinha preta encharcada colada na buceta inchada e o ânus ainda sensível de sessões anteriores. Miranda suspirou, apoiando as mãos na parede imunda do banheiro para não perder o equilíbrio, o avental branco pendurado torto e os peitos pesados balançando livres debaixo da camiseta levantada.
Paco puxou a calça rasgada com uma mão, o pau grosso e sujo saltando livre, duro como pedra, cheirando a suor rançoso e mijo velho. Não houve preliminares, não houve carícias. Só sexo cru. Agarrou Miranda pelos quadris com suas mãos enormes e negras de sujeira, prensou ela contra a parede fria e úmida, e enfiou o pau na buceta encharcada dela num único movimento desajeitado mas implacável.
A cabeça entrou primeiro, esticando ela com um som molhado e obsceno. Miranda soltou um grito abafado, o corpo arqueando.
— Aaaahhh… você tá enfiando esse pau sujo em mim…! — gemeu, com as unhas cravadas na parede.
Paco grunhiu, empurrou com mais força e enfiou até as bolas num único empuxo brutal. A buceta da Miranda engoliu ele inteiro, apertando com espasmos involuntários.
—Que buceta gostosa que você tem, sua puta… —ele gemeu, começando a bombar devagar no início, mas logo pegando ritmo—. Toda a vida querendo enfiar isso em você… te olhando a bunda enquanto você servia… agora eu te peguei…
Ele embateu com força, o som seco de carne contra carne ecoando no banheiro pequeno. Cada empuxão fazia os peitos da Miranda baterem na parede, o avental torcido, o cabelo ruivo colado na testa suada.
Eduardo, apoiado na porta, observava tudo com os olhos vidrados, o pauzinho duro e pingando dentro da calça. Deu um passo à frente, tremendo, e começou a falar com a voz embargada de tesão e desejo absoluto.
—Eu te amo… te amo tanto, Miranda… —sussurrou, aproximando-se o suficiente para que ela ouvisse por cima dos grunhidos do Paco—. Olha como esse velho nojento te rasga… como ele enfia esse pau fedorento na sua buceta que eu limpo depois… eu te amo por se entregar assim… por ser minha putinha caridosa… por deixar um mendigo te usar como se fosse dele… eu te amo enquanto ele te come contra a parede… eu te amo por gemer pra ele… eu te amo por ser tão livre… tão minha…
Paco acelerou as estocadas, metendo com força bruta, a barriga balançando e batendo nas costas de Miranda, o cheiro de lixo invadindo tudo.
—Cala a boca, corno… deixa eu comer ela em paz… —rosnou Paco sem olhar para ele, mas Eduardo continuou falando, a voz cheia de um amor doentio.
—Eu te amo, amor… eu te amo enquanto esse velho te arromba a buceta… eu te amo por se abrir pra ele… por ser a mamãe boa que serve comida e a gostosa que depois abre as pernas pra um mendigo… eu te amo por me fazer o corno mais feliz do mundo… eu te amo enquanto ele te enche… eu te amo por gemer o nome dele se quiser… eu te amo por tudo… eu te amo pra sempre…
Miranda virou a cabeça o suficiente para olhar para Eduardo, os olhos brilhando de lágrimas de prazer e emoção, enquanto Paco a fodia sem parar, o pau sujo entrando e saindo com força.
—Eu te amo… eu te amo, corno… —ela ofegou entre gemidos—. Eu te amo por me deixar ser isso… eu te amo por me observar… eu te amo enquanto você me destrói… eu te amo por ser meu dono e meu escravo ao mesmo tempo… eu te amo…
Paco grunhiu mais forte, acelerando, as mãos sujas cravadas nos quadris de Miranda, metendo nela como um animal contra a parede.
Eduardo deu mais um passo, sem tocá-los, apenas olhando, sussurrando uma e outra vez:
—Eu te amo… eu te amo… continua… deixa eu te encher… eu te amo…
O banheiro cheirava a sexo cru, sujeira e amor absoluto. Paco metia sem piedade, Miranda gemendo entregue, e Eduardo os observava com amor doentio, sabendo que aquele era o auge da perversão compartilhada.
Paco enfiava Miranda contra a parede suja do banheiro com uma força desajeitada mas implacável, a barriga balançando e batendo nas costas dela, o cheiro de lixo e suor rançoso envolvendo eles como uma nuvem espessa. Cada empurrão fazia a bunda carnuda da Miranda quicar, os peitos esmagados contra o cimento frio, o avental branco torcido pendurado num só ombro.
— Toma, puta... toma toda a pica desse velho nojento! — rosnou Paco, a voz rouca e entrecortada, os dentes amarelados brilhando na penumbra —. A vida toda querendo enfiar isso em você... agora vou encher sua buceta de porra rançosa...
Miranda gemía alto, as unhas cravadas na parede, o corpo tremendo de prazer e nojo misturados. O cu ainda sensível de sessões anteriores latejava a cada roçar, mas era a buceta que recebia toda a força: a pica grossa e suja do Paco entrando e saindo sem piedade, deslizando nos seus fluidos abundantes.
Eduardo, a poucos metros de distância, tinha abaixado as calças e se masturbava devagar, o pauzinho duro e pingando na sua mão. Ele observava tudo com os olhos vidrados, a respiração ofegante.
—Eu te amo… te amo tanto… —sussurrava uma e outra vez, a voz embargada—. Olha como esse velho te destrói… como te usa como sua putinha… te amo enquanto te fode… te amo por ser tão caridosa… tão safada… tão minha…
Miranda virou a cabeça só o suficiente para encará-lo, os olhos brilhando de lágrimas de prazer, a maquiagem borrada pelo suor.
—Eu te amo… eu te amo, corno… —ofegou entre gemidos—. Olha como ele me enche… como me arromba… eu te amo por me ver assim… eu te amo por se masturbar enquanto um mendigo me fode… eu te amo…
Paco acelerou, as empurradas ficando erráticas, os grunhidos se transformando em rugidos baixos. Ele agarrou Miranda pelo cabelo ruivo com uma mão suja e puxou para trás, arqueando-a ainda mais.
— Eu vou gozar… vou gozar dentro, sua puta! — ele rugiu, e explodiu com um tremor brutal.
Jatos quentes e grossos inundaram a buceta da Miranda, transbordando e escorrendo pelas suas coxas grossas. O Paco ficou dentro por alguns segundos, ofegante, até sair com um som molhado, deixando a buceta aberta e escorrendo porra branca e grossa.
Miranda tremeu toda, um orgasmo intenso percorreu seu corpo ao sentir o gozo alheio enchendo sua buceta. Ela gozou gritando baixinho, o corpo convulsionando contra a parede.
Eduardo se masturbou mais rápido, a mão voando sobre seu pauzinho pequeno. Ele olhou para sua esposa gozando com um velho mendigo dentro dela e isso o levou ao limite.
—Eu te amo… eu te amo… —ela gemeu, e também gozou: um jato fraco mas intenso respingou no chão sujo do banheiro, a mão tremendo enquanto olhava para Miranda com amor absoluto.
Paco puxou a calça rasgada com jeito, limpou o pau na camiseta suja e murmurou algo como "valeu... nunca imaginei..." antes de sair arrastando os pés, sem olhar pra trás.
A porta se fechou.
Miranda deslizou pela parede até sentar no chão frio, as pernas abertas, a buceta escorrendo porra alheia pelas coxas. Eduardo se ajoelhou na frente dela na hora, abraçou ela forte e beijou fundo, saboreando o resto de saliva rançosa do Paco na boca dela.
— Eu te amo… te amo tanto… — sussurrou contra seus lábios —. Você conseguiu… deu prazer àquele velho acabado… foi a putinha caridosa dele… e continua sendo minha… te amo mais do que nunca.
Miranda o abraçou de volta, tremendo de emoção e exaustão.
—Eu te amo… eu te amo por me deixar… por olhar… por me amar depois… eu te amo, corno… eu te amo.
Ficaram abraçados no chão sujo do banheiro, suados, doloridos, com o sêmen do Paco ainda escorrendo dela e o do Eduardo manchando o chão. Exaustos, acabados, mas mais unidos do que nunca.
Meia hora depois, já no carro a caminho de casa, Miranda apoiou a cabeça no ombro dele, a mão na coxa.
—Tô toda arrebentada… fedendo… cheia dele… —ela sussurrou.
Eduardo beijou a coroa da cabeça dela.
—E eu te amo assim… te amo sempre.
Chegaram em casa exaustos, os corpos pesados, o cheiro de sexo sujo ainda grudado na pele. Entraram no chuveiro juntos sem falar muito, só se abraçando sob a água quente, lavando um ao outro com ternura, se beijando devagar enquanto a água levava os restos do Paco.
Deitaram na cama limpa, nus, abraçados, e dormiram assim: exaustos, doloridos, mais apaixonados do que nunca.
—Eu te amo… aconteça o que acontecer… eu te amo —sussurrou ele.
Miranda deu um beijo curto mas intenso nos lábios dela.
—Eu te amo, corno… vamos entrar. É hora.
Ela abriu a porta devagar.
Paco estava lá dentro, de costas para a porta, mas se virou ao ouvir o clique. Já tinha o pau pra fora, grosso, sujo e meio duro, batendo uma com a mão preta de sujeira. O cheiro de lixo, mijo velho e suor rançoso encheu o banheiro pequeno na hora. A luz fraca da lâmpada nua fazia tudo parecer mais cru: a barba grisalha cheia de restos, os dentes amarelos e faltando, a barriga pendurada sobre a calça rasgada, a camiseta manchada de gordura e suor.
Quando viu a Miranda entrar, com Eduardo atrás, o Paco soltou um grunhido baixo e seu pau deu um pulo, endurecendo por completo.
—Caralho… é sério mesmo… —murmurou, os olhos pequenos brilhando de incredulidade e fome.
Eduardo fechou a porta atrás deles e se encostou nela, tremendo. Olhou para Miranda e assentiu, a voz embargada:
—Vai lá... se entrega pra ele... eu quero te ver... te amo.
Miranda respirou fundo, deu dois passos para frente. Paco não esperou mais. Aproximou-se rápido, desajeitado mas ansioso, e agarrou-a pela cintura com suas mãoszarras sujas. Sem dizer mais nada, plantou a boca nela: uma língua fedorenta, áspera, com gosto de tabaco velho, cerveja barata e anos sem higiene, enfiando-se fundo na boca fresca e limpa de Miranda.
O beijo foi brutal desde o primeiro segundo. Paco a prensou contra a parede imunda do banheiro, apalpando-a sem delicadeza: uma mão subindo por baixo da camiseta para agarrar uma teta enorme, beliscando o mamilo com dedos calejados; a outra descendo até a bunda, apertando com força aquela carne redonda e carnuda que ele tanto tinha olhado durante meses.
Miranda inicialmente ficou tensa. O cheiro a atingiu como uma parede: lixo, suor rançoso, mijo seco, bafo podre. Deu-lhe nojo, um nojo de verdade que revirou seu estômago. Tentou recuar por um segundo, mas o Paco a segurava firme e continuou enfiando a língua, babando sua boca limpa com uma saliva grossa e amarelada.
— Como eu te desejava, ruivinha… — rosnou contra seus lábios, a voz rouca e trêmula de excitação —. Todas as vezes que você vinha servir… aquele bumbum gostoso se mexendo… esses peitos balançando… eu batia uma escondido pensando em você… nunca pensei que ia te ter assim… que você ia deixar eu te tocar… caralho, que gostosa você é…
Enquanto falava, continuava apalpando ela: beliscando os mamilos, enfiando a mão por baixo da calça jeans para apertar sua bunda, esfregando seu pau duro e sujo contra a coxa dela.
Miranda fechou os olhos por um segundo, o nojo ainda ali, mas aos poucos... algo mudou. O tesão a invadiu como uma onda: o cheiro nojento, a sujeira, a humilhação de beijar um mendigo velho e acabado, o olhar do Eduardo vendo tudo da porta... isso começou a esquentá-la. Sua buceta ficou molhada de repente. Ela começou a corresponder ao beijo: a língua saindo para se enroscar na dele, chupando aquela saliva rançosa, gemendo baixinho contra sua boca.
Paco gemeu de prazer ao sentir ela reagir.
—Assim… assim, vadia… me beija direito… —murmurou, mordendo seu lábio inferior—. Sabia que você era uma gostosa… todas as gatinhas que servem comida são putas por dentro…
Miranda gemeu mais alto, as mãos subindo por instinto pelas costas sujas do Paco, arranhando por cima da camiseta rasgada. O nojo não desapareceu totalmente... mas a tesão foi mais forte. Ela esquentou ainda mais, beijando-o com fome, deixando que ele enfiasse a língua até sua garganta enquanto suas mãos continuavam apalpando-a sem piedade.
Eduardo, encostado na porta, observava tudo com o pau duro que nem pedra, tremendo de excitação e amor doentio.
Miranda se afastou por um segundo do beijo babado, olhou nos olhos de Eduardo e sussurrou com voz rouca:
—Eu te amo, corno… olha como esse velho nojento me beija… eu te amo por me deixar ser a putinha caridosa dele…
E ela mergulhou de volta no beijo do Paco, correspondendo com ainda mais fome, gemendo contra sua boca enquanto as mãos do sem-teto continuavam explorando seu corpo como se fosse um tesoro impossível.
O banheiro cheirava a sexo iminente, a sujeira e a entrega total.
Eduardo, encostado na porta do banheiro imundo, observava a cena com o coração batendo na garganta e o pau duro como pedra dentro da calça. Paco continuava beijando Miranda com uma fome desajeitada, a língua fedorenta enfiada fundo na boca fresca dela, as mãos sujas apertando os peitos por cima da camiseta e a bunda com força bruta. Miranda correspondia aos poucos, mas ainda com um traço de nojo nos olhos, o corpo tenso.
Eduardo deu um passo à frente, a voz trêmula, mas cheia de amor e tesão.
— Miranda… meu amor… — sussurrou, aproximando-se o suficiente para que ela ouvisse acima dos gemidos do Paco —. Beija ele com mais paixão… solta-se… liberte-se completamente. Deixa ele entrar… deixa a língua suja dele encher sua boca… te amo tanto… te amo por fazer isso… por ser minha putinha caridosa… por se entregar a um velho acabado como ele só porque eu quero… te amo mais do que nunca.
Miranda virou um pouco a cabeça, os lábios inchados e brilhantes de saliva rançosa, e olhou para Eduardo com olhos vidrados. Paco continuava apalpando ela, rosnando contra seu pescoço.
Eduardo se aproximou mais, acariciou sua bochecha com ternura enquanto Paco mordia seu lábio inferior.
—Eu te amo… te amo por ser tão corajosa… por deixar esse mendigo imundo te beijar como se você fosse dele… por se excitar com o cheiro de lixo dele… com as mãos sujas dele nos seus peitos… com o pau velho dele contra sua coxa… te amo por ser a esposa perfeita que ajuda os necessitados dessa forma tão doentia… te amo por ser minha gostosa… minha rainha… meu tudo. Solta-se, amor… beija ele como se fosse o último homem do mundo… dá tudo pra ele… eu te amo do mesmo jeito… te amo mais… te amo enquanto te vejo assim…
Miranda gemeu baixinho contra a boca do Paco. Algo se quebrou dentro dela. O nojo se dissolveu numa onda de tesão absoluto. Ela fechou os olhos, abraçou o velho pelo pescoço com mais força e começou a beijá-lo com paixão de verdade: língua contra língua, chupando aquela saliva grossa e rançosa, gemendo em sua boca, esfregando os peitos contra seu peito sujo.
— Eu te amo… — sussurrou Miranda entre um beijo e outro, olhando para Eduardo por cima do ombro de Paco —. Eu te amo por me deixar ser isso… te amo por ficar excitado vendo eu beijar um velho fedorento… te amo por ser meu corno perfeito… te amo enquanto me entrego…
Paco gemeu de prazer, apalpando-a com mais força, puxando a blusa para baixo para expor um seio e beliscar o mamilo com dedos sujos.
—Que puta você é… —murmurou contra sua boca—. Que gostosa… nunca pensei que ia te ter…
Miranda retribuiu o beijo com ainda mais fome, a língua se enrolando na dele, as mãos descendo por suas costas sujas, arranhando-o por cima da camiseta rasgada.
Eduardo deu mais um passo, acariciando as costas de Miranda enquanto ela beijava o velho.
—Eu te amo… te amo por se soltar… por se libertar… por ser minha raposa caridosa… te amo enquanto esse mendigo sujo te beija… te amo por ser minha e dele ao mesmo tempo… te amo por me fazer o corno mais feliz do mundo… te amo, Miranda… te amo para sempre…
Miranda gemeu na boca do Paco, retribuindo o beijo com paixão total agora, o nojo esquecido, só o tesão e o amor doentio pelo marido. Paco a pressionou mais forte contra a parede, o pau duro roçando na coxa dela, as mãos sujas explorando cada curva do seu corpo.
Eduardo ficou ali, olhando, tremendo de tesão, sussurrando uma e outra vez:
—Eu te amo… eu te amo… continua… solta… se libera… eu te amo…
O banheiro cheirava a sexo iminente, a sujeira e a entrega total.

Paco não esperou mais. Com um grunhido baixo e animal, agarrou os jeans da Miranda pela cintura e puxou para baixo com força bruta. O tecido desceu até os tornozelos de uma só vez, deixando exposta a bunda redonda e carnuda, a calcinha preta encharcada colada na buceta inchada e o ânus ainda sensível de sessões anteriores. Miranda suspirou, apoiando as mãos na parede imunda do banheiro para não perder o equilíbrio, o avental branco pendurado torto e os peitos pesados balançando livres debaixo da camiseta levantada.
Paco puxou a calça rasgada com uma mão, o pau grosso e sujo saltando livre, duro como pedra, cheirando a suor rançoso e mijo velho. Não houve preliminares, não houve carícias. Só sexo cru. Agarrou Miranda pelos quadris com suas mãos enormes e negras de sujeira, prensou ela contra a parede fria e úmida, e enfiou o pau na buceta encharcada dela num único movimento desajeitado mas implacável.
A cabeça entrou primeiro, esticando ela com um som molhado e obsceno. Miranda soltou um grito abafado, o corpo arqueando.
— Aaaahhh… você tá enfiando esse pau sujo em mim…! — gemeu, com as unhas cravadas na parede.
Paco grunhiu, empurrou com mais força e enfiou até as bolas num único empuxo brutal. A buceta da Miranda engoliu ele inteiro, apertando com espasmos involuntários.
—Que buceta gostosa que você tem, sua puta… —ele gemeu, começando a bombar devagar no início, mas logo pegando ritmo—. Toda a vida querendo enfiar isso em você… te olhando a bunda enquanto você servia… agora eu te peguei…
Ele embateu com força, o som seco de carne contra carne ecoando no banheiro pequeno. Cada empuxão fazia os peitos da Miranda baterem na parede, o avental torcido, o cabelo ruivo colado na testa suada.
Eduardo, apoiado na porta, observava tudo com os olhos vidrados, o pauzinho duro e pingando dentro da calça. Deu um passo à frente, tremendo, e começou a falar com a voz embargada de tesão e desejo absoluto.
—Eu te amo… te amo tanto, Miranda… —sussurrou, aproximando-se o suficiente para que ela ouvisse por cima dos grunhidos do Paco—. Olha como esse velho nojento te rasga… como ele enfia esse pau fedorento na sua buceta que eu limpo depois… eu te amo por se entregar assim… por ser minha putinha caridosa… por deixar um mendigo te usar como se fosse dele… eu te amo enquanto ele te come contra a parede… eu te amo por gemer pra ele… eu te amo por ser tão livre… tão minha…
Paco acelerou as estocadas, metendo com força bruta, a barriga balançando e batendo nas costas de Miranda, o cheiro de lixo invadindo tudo.
—Cala a boca, corno… deixa eu comer ela em paz… —rosnou Paco sem olhar para ele, mas Eduardo continuou falando, a voz cheia de um amor doentio.
—Eu te amo, amor… eu te amo enquanto esse velho te arromba a buceta… eu te amo por se abrir pra ele… por ser a mamãe boa que serve comida e a gostosa que depois abre as pernas pra um mendigo… eu te amo por me fazer o corno mais feliz do mundo… eu te amo enquanto ele te enche… eu te amo por gemer o nome dele se quiser… eu te amo por tudo… eu te amo pra sempre…
Miranda virou a cabeça o suficiente para olhar para Eduardo, os olhos brilhando de lágrimas de prazer e emoção, enquanto Paco a fodia sem parar, o pau sujo entrando e saindo com força.
—Eu te amo… eu te amo, corno… —ela ofegou entre gemidos—. Eu te amo por me deixar ser isso… eu te amo por me observar… eu te amo enquanto você me destrói… eu te amo por ser meu dono e meu escravo ao mesmo tempo… eu te amo…
Paco grunhiu mais forte, acelerando, as mãos sujas cravadas nos quadris de Miranda, metendo nela como um animal contra a parede.
Eduardo deu mais um passo, sem tocá-los, apenas olhando, sussurrando uma e outra vez:
—Eu te amo… eu te amo… continua… deixa eu te encher… eu te amo…
O banheiro cheirava a sexo cru, sujeira e amor absoluto. Paco metia sem piedade, Miranda gemendo entregue, e Eduardo os observava com amor doentio, sabendo que aquele era o auge da perversão compartilhada.
Paco enfiava Miranda contra a parede suja do banheiro com uma força desajeitada mas implacável, a barriga balançando e batendo nas costas dela, o cheiro de lixo e suor rançoso envolvendo eles como uma nuvem espessa. Cada empurrão fazia a bunda carnuda da Miranda quicar, os peitos esmagados contra o cimento frio, o avental branco torcido pendurado num só ombro.
— Toma, puta... toma toda a pica desse velho nojento! — rosnou Paco, a voz rouca e entrecortada, os dentes amarelados brilhando na penumbra —. A vida toda querendo enfiar isso em você... agora vou encher sua buceta de porra rançosa...
Miranda gemía alto, as unhas cravadas na parede, o corpo tremendo de prazer e nojo misturados. O cu ainda sensível de sessões anteriores latejava a cada roçar, mas era a buceta que recebia toda a força: a pica grossa e suja do Paco entrando e saindo sem piedade, deslizando nos seus fluidos abundantes.
Eduardo, a poucos metros de distância, tinha abaixado as calças e se masturbava devagar, o pauzinho duro e pingando na sua mão. Ele observava tudo com os olhos vidrados, a respiração ofegante.
—Eu te amo… te amo tanto… —sussurrava uma e outra vez, a voz embargada—. Olha como esse velho te destrói… como te usa como sua putinha… te amo enquanto te fode… te amo por ser tão caridosa… tão safada… tão minha…
Miranda virou a cabeça só o suficiente para encará-lo, os olhos brilhando de lágrimas de prazer, a maquiagem borrada pelo suor.
—Eu te amo… eu te amo, corno… —ofegou entre gemidos—. Olha como ele me enche… como me arromba… eu te amo por me ver assim… eu te amo por se masturbar enquanto um mendigo me fode… eu te amo…
Paco acelerou, as empurradas ficando erráticas, os grunhidos se transformando em rugidos baixos. Ele agarrou Miranda pelo cabelo ruivo com uma mão suja e puxou para trás, arqueando-a ainda mais.
— Eu vou gozar… vou gozar dentro, sua puta! — ele rugiu, e explodiu com um tremor brutal.
Jatos quentes e grossos inundaram a buceta da Miranda, transbordando e escorrendo pelas suas coxas grossas. O Paco ficou dentro por alguns segundos, ofegante, até sair com um som molhado, deixando a buceta aberta e escorrendo porra branca e grossa.
Miranda tremeu toda, um orgasmo intenso percorreu seu corpo ao sentir o gozo alheio enchendo sua buceta. Ela gozou gritando baixinho, o corpo convulsionando contra a parede.
Eduardo se masturbou mais rápido, a mão voando sobre seu pauzinho pequeno. Ele olhou para sua esposa gozando com um velho mendigo dentro dela e isso o levou ao limite.
—Eu te amo… eu te amo… —ela gemeu, e também gozou: um jato fraco mas intenso respingou no chão sujo do banheiro, a mão tremendo enquanto olhava para Miranda com amor absoluto.
Paco puxou a calça rasgada com jeito, limpou o pau na camiseta suja e murmurou algo como "valeu... nunca imaginei..." antes de sair arrastando os pés, sem olhar pra trás.
A porta se fechou.
Miranda deslizou pela parede até sentar no chão frio, as pernas abertas, a buceta escorrendo porra alheia pelas coxas. Eduardo se ajoelhou na frente dela na hora, abraçou ela forte e beijou fundo, saboreando o resto de saliva rançosa do Paco na boca dela.
— Eu te amo… te amo tanto… — sussurrou contra seus lábios —. Você conseguiu… deu prazer àquele velho acabado… foi a putinha caridosa dele… e continua sendo minha… te amo mais do que nunca.
Miranda o abraçou de volta, tremendo de emoção e exaustão.
—Eu te amo… eu te amo por me deixar… por olhar… por me amar depois… eu te amo, corno… eu te amo.
Ficaram abraçados no chão sujo do banheiro, suados, doloridos, com o sêmen do Paco ainda escorrendo dela e o do Eduardo manchando o chão. Exaustos, acabados, mas mais unidos do que nunca.
Meia hora depois, já no carro a caminho de casa, Miranda apoiou a cabeça no ombro dele, a mão na coxa.
—Tô toda arrebentada… fedendo… cheia dele… —ela sussurrou.
Eduardo beijou a coroa da cabeça dela.
—E eu te amo assim… te amo sempre.
Chegaram em casa exaustos, os corpos pesados, o cheiro de sexo sujo ainda grudado na pele. Entraram no chuveiro juntos sem falar muito, só se abraçando sob a água quente, lavando um ao outro com ternura, se beijando devagar enquanto a água levava os restos do Paco.
Deitaram na cama limpa, nus, abraçados, e dormiram assim: exaustos, doloridos, mais apaixonados do que nunca.
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