Tenho minha empresa e por lá também arrumo minhas amantes ocasionais, sou muito generoso com elas. Dessa vez comprei lingerie pra ela me atender como manda o figurino.
Sempre gostei que modelem, que desfilem pra mim, como uma simples funcionária se transforma numa putinha em potencial, sempre dá pra corromper uma inocente, só de vê-la desfilando pra mim, depois de se negar tantas vezes me dizia que tinha namorado e o amava muito, mas agora aceitava meus presentes indecentes, com tesão me fazia danças e olhares de puta.
Ali estava na minha frente, de joelhos, com a boquinha aberta, vestida como uma putinha qualquer. Olhando pra aqueles peitos que subiam e desciam a cada movimento, um espetáculo pros meus olhos. Vendo aqueles lábios lindos que logo provariam algo mais que os meus. Possuí-la nos meus termos e com o consentimento dela.
Senta na minha pica, putinha, hoje eu quero te ter, mas devagar. Quero que você deseje, não só meter e pronto. Quero brincar com ela como um lobo brinca com uma lebre. Dança na minha pica, mas não enfia ainda. Brincava com minha pica como uma menina com um brinquedo novo, via a cara de felicidade dela, ela se mexia em círculos e ria. Eu tinha minha surpresa preparada.
Comer ela de quatro, me dava aquela olhadinha de vez em quando, isso é o que o namoradinho dela não vê — uma rabuda escondida naquela carinha de office girl comum. Era minha putinha e ela sabia, tava comendo ela, vendo aquele rabo rebolando na minha frente.
Quanto tempo fazia que não comiam ela como uma deusa suja, que não a fodia como merecia. Com aqueles gemidos, ela me dizia que isso não acontecia há muito tempo. Com a cabeça da minha pica entrando na buceta dela, fazendo ela se contrair.
com minha lança forjada em desejo, com gemidos ela dizia me fode, me fode, eu entrei com tudo como ela pedia, tocando cada nervo com minhas estocadas, com aquele som que nossos corpos faziam como um tambor de sexo primitivo, toma puta, toma a pica que teu inútil namoradinho não conseguiu te dar.
eu a tinha como uma boneca de pano, os peitos dela batendo contra ela mesma, me dizendo me fode, me fode com raiva, eu a pegava pela cintura e dava o prazer que ela queria, guiei seus quadris, se movendo em cima de mim.
Chupa agora, me mostra como você é uma boa namorada. A namoradinha de mãos dadas agora tinha meu pau na sua boca, lambendo a ponta timidamente com a língua, saboreando o que restava de porra e os próprios sucos dela.
Pronto, a língua dela se moveu com mais ousadia, rodeando a cabeça da minha pica num movimento circular, me fazendo gritar de prazer. "Isso, putinha, lambe a pica do teu dono, sente como ela enche tua boca", fazendo ela tossir, mas não parou por aí — pelo contrário, se acendeu e começou a chupar com mais força a cabeça da minha pica, balançando aquela cabecinha subindo e descendo num ritmo quente, enquanto as bochechas dela se contraíam.
Acariciava minhas bolas, massageando elas com delicadeza, me fazendo gozar na cara dela, engolindo o resto da minha porra, mas essa seria só a primeira vez com minha nova amante.
Sempre gostei que modelem, que desfilem pra mim, como uma simples funcionária se transforma numa putinha em potencial, sempre dá pra corromper uma inocente, só de vê-la desfilando pra mim, depois de se negar tantas vezes me dizia que tinha namorado e o amava muito, mas agora aceitava meus presentes indecentes, com tesão me fazia danças e olhares de puta.
Ali estava na minha frente, de joelhos, com a boquinha aberta, vestida como uma putinha qualquer. Olhando pra aqueles peitos que subiam e desciam a cada movimento, um espetáculo pros meus olhos. Vendo aqueles lábios lindos que logo provariam algo mais que os meus. Possuí-la nos meus termos e com o consentimento dela.
Senta na minha pica, putinha, hoje eu quero te ter, mas devagar. Quero que você deseje, não só meter e pronto. Quero brincar com ela como um lobo brinca com uma lebre. Dança na minha pica, mas não enfia ainda. Brincava com minha pica como uma menina com um brinquedo novo, via a cara de felicidade dela, ela se mexia em círculos e ria. Eu tinha minha surpresa preparada.
Comer ela de quatro, me dava aquela olhadinha de vez em quando, isso é o que o namoradinho dela não vê — uma rabuda escondida naquela carinha de office girl comum. Era minha putinha e ela sabia, tava comendo ela, vendo aquele rabo rebolando na minha frente.
Quanto tempo fazia que não comiam ela como uma deusa suja, que não a fodia como merecia. Com aqueles gemidos, ela me dizia que isso não acontecia há muito tempo. Com a cabeça da minha pica entrando na buceta dela, fazendo ela se contrair.
com minha lança forjada em desejo, com gemidos ela dizia me fode, me fode, eu entrei com tudo como ela pedia, tocando cada nervo com minhas estocadas, com aquele som que nossos corpos faziam como um tambor de sexo primitivo, toma puta, toma a pica que teu inútil namoradinho não conseguiu te dar. eu a tinha como uma boneca de pano, os peitos dela batendo contra ela mesma, me dizendo me fode, me fode com raiva, eu a pegava pela cintura e dava o prazer que ela queria, guiei seus quadris, se movendo em cima de mim.
Chupa agora, me mostra como você é uma boa namorada. A namoradinha de mãos dadas agora tinha meu pau na sua boca, lambendo a ponta timidamente com a língua, saboreando o que restava de porra e os próprios sucos dela.
Pronto, a língua dela se moveu com mais ousadia, rodeando a cabeça da minha pica num movimento circular, me fazendo gritar de prazer. "Isso, putinha, lambe a pica do teu dono, sente como ela enche tua boca", fazendo ela tossir, mas não parou por aí — pelo contrário, se acendeu e começou a chupar com mais força a cabeça da minha pica, balançando aquela cabecinha subindo e descendo num ritmo quente, enquanto as bochechas dela se contraíam.
Acariciava minhas bolas, massageando elas com delicadeza, me fazendo gozar na cara dela, engolindo o resto da minha porra, mas essa seria só a primeira vez com minha nova amante.
0 comentários - Mi sexi empleada mi amante incondicional