Alguns dias depois, era uma manhã qualquer de quarta-feira em Quilmes. O sol entrava tímido pela janela da cozinha enquanto Miranda preparava o café da manhã: café para Eduardo, achocolatado para as crianças, torradas com geleia. As crianças conversavam animadas na mesa, contando o que fariam na escola, e tudo parecia o postal perfeito de uma família normal.
Eduardo estava sentado com sua xícara na mão, ainda de pijama, quando Miranda se aproximou por trás, envolveu seus ombros com os braços e encostou os lábios no seu ouvido, falando num sussurro rouco e quente que só ele podia ouvir.
— Hoje podemos começar a rotina, corno… — ela sussurrou baixinho, lambendo sua orelha —. Depois de deixar as crianças na escola… você volta pra casa comigo. Liga pro trabalho agora e diz que tá doente, que tá com febre ou qualquer coisa… mas que não vai hoje. Quero te foder o cu com o arnês de manhã, devagar no começo, depois mais forte… quero que você sinta cada centímetro entrando enquanto eu digo que puta que eu sou e que corno você é.
Eduardo sentiu um calafrio imediato. A pica dele começou a endurecer sob o pijama só com essas palavras. Ele engoliu seco, olhou de soslaio para os caras (que ainda estavam no mundo deles) e respondeu no mesmo sussurro:
—Vou ligar agora… digo que tô com dor de cabeça ou algo assim… que não posso ir. Sim, amor… quero que você me penetre essa manhã… que me arrombe o cu como da primeira vez… te amo por isso.
Miranda deu um beijinho rápido na nuca dele, disfarçado como um gesto carinhoso de esposa, e se afastou em direção à geladeira para continuar servindo o café da manhã. Mas antes de se sentar, roçou a mão dele por baixo da mesa e sussurrou mais uma vez:
—Depois de deixá-los na escola, você volta direto pra casa. Eu vou estar te esperando com o arnês posto, lubrificado e pronto. Vamos ter a casa só pra nós até meio-dia… e vou te foder na nossa cama, corno. Vou fazer você gozar sem se tocar enquanto digo que sou sua puta infiel e você é minha puta passiva. Tá pronto pra começar a rotina?
Eduardo acenou quase imperceptivelmente, o coração batendo forte. Tirou o celular do bolso e, com voz neutra para que os caras não desconfiassem, ligou pro trabalho. "Oi, é... tô me sentindo muito mal hoje, febre e tudo mais... não vou conseguir ir. Amanhã tô melhor, com certeza. Valeu." Desligou e olhou pra Miranda com olhos brilhantes de expectativa.
Ela piscou um olho discretamente enquanto servia as torradas.
—Perfeito, meu amor… agora vamos terminar de tomar café da manhã como a família perfeita que somos. E depois… vou arrombar sua bunda como merece meu corno beta.
As crianças terminaram o café da manhã entre risadas e conversas, alheias a tudo. Miranda e Eduardo ajudaram a preparar as mochilas, deram beijos na testa e os colocaram no carro. O trajeto até a escola foi curto, mas carregado de eletricidade: olhares rápidos pelo retrovisor, sorrisos cúmplices, o toque das mãos ao trocar de marcha.
Quando chegaram na escola, desceram as crianças, deram beijos e abraços de "se comporte bem", "te amo muito" e "nos vemos na saída". As crianças correram para a entrada com suas mochilas, cumprimentando os amigos.
Miranda e Eduardo voltaram para o carro em silêncio. Mal fecharam as portas, ela se inclinou e deu um beijo curto mas intenso na boca dele.
—Vamos voltar pra casa, corno… —ela sussurrou, com a voz trêmula de excitação—. A casa tá vazia… e eu tenho o cinto pronto pra arrombar seu cu como você merece.
Eduardo ligou o motor com as mãos trêmulas, o pau já duro por baixo da calça.
Vamos… eu te amo… vamos pra casa.
O carro saiu da escola, rumo a Quilmes, os dois com o coração batendo forte e o tesão subindo a cada semáforo, sabendo que em minutos estariam sozinhos e ela assumiria o controle total.

Chegaram em casa com o carro ainda quente da viagem. Miranda desligou o motor na garagem e se virou para Eduardo com um sorriso malicioso que iluminava seus olhos verdes. O silêncio da casa vazia os envolveu como uma promessa.
—Baixa, corno… tenho uma surpresa pra você antes de começarmos —ela disse com a voz baixa e cheia de expectativa.
Eduardo desceu do carro com o coração batendo na garganta. Seguiu-a pelo corredor até o quarto de casal, onde a cama ainda guardava as marcas sutis da última sessão. Sobre o colchão havia uma discreta sacola de papel preto, daquelas que se compram em lojas especializadas. Miranda abriu-a com dedos ansiosos e tirou o conteúdo um por um.
Primeiro: um conjunto de lingerie vermelho fogo. Calcinha fio-dental de renda com tiras finas que sumiam entre as nádegas, sutiã push-up com transparências que deixava pouco para a imaginação, e meia-calça de rede com liga.
Segundo: uma peruca longa, loiro platina, com ondas suaves e mechas que caíam até a metade das costas.
Terceiro: um batom vermelho-sangue, brilhante e cremoso, daqueles que deixa marca em tudo que toca.
Eduardo ficou paralisado, com os olhos arregalados.
—Isso… isso é pra mim? —perguntou com a voz trêmula, meio excitado, meio desconfiado.
Miranda se aproximou devagar, colocou uma mão na bochecha dele e falou baixinho, quase maternal mas com uma ponta dominante.
—Sim, meu amor… é pra você. Quero te travestir hoje. Quero te ver como minha putinha completa: maquiado, com peruca, com lingerie sexy e com a bunda pronta pra eu arrombar com o cintaralho. Quero que sinta como é ser a raposa que eu sou quando saio com outros machos… mas sendo minha raposinha pessoal. Topa, corno? Quer ser meu travesti beta essa manhã?
Eduardo engoliu em seco. O tesão subia pelas suas costas como fogo. A ideia o humilhava até o osso... e era exatamente isso que o deixava mais excitado do que nunca. Baixou o olhar, corado até as orelhas, e concordou devagar.
—S-sim… eu aceito… quero ser sua putinha travesti… quero que você me faça sentir uma gostosa completa.
Miranda sorriu vitoriosa e o beijou fundo, enfiando a língua até o fundo.
Bom garoto... agora senta no banquinho da penteadeira. Vamos te preparar.
Ela o sentou em frente ao espelho. Primeiro, depilou-o com cera morna: pernas, peito, axilas, região do púbis e ao redor do ânus. Cada tira que arrancava o fazia gemer baixinho, mas ele se deixava, excitado pela submissão total.
Depois veio a maquiagem. Miranda aplicou base, corretivo, sombra escura nos olhos para que parecessem maiores e felinos, delineador preto grosso, cílios postizos longos. E por último o batom vermelho sangue: ela pintou com cuidado, camada após camada, até que os lábios ficaram inchados, brilhantes e obscenamente vermelhos.
—Olha só... olha que putinha gostosa você está ficando — ela sussurrou, virando o rosto dela para o espelho.
Eduardo se olhou e quase não se reconheceu: a peruca loira caía em ondas perfeitas, a maquiagem o fazia parecer uma boneca barata e gostosa, os lábios vermelhos gritavam "chupa rola". Ele baixou o olhar, envergonhado e excitadíssimo.
Miranda o ajudou a se vestir: primeiro as meias de rede que apertavam suas coxas gordinhas, depois a calcinha vermelha que mal cobria sua bucetinha pequena e se enfiava entre as nádegas, e por último o sutiã que levantava a pouca carne do peito e fazia parecer que ela tinha peitinhos falsos.
Quando acabou, ela o colocou de pé na frente do espelho de corpo inteiro.
Olha só pra você, meu traveco corno... olha que putinha você está. Você é minha putinha beta completa agora... toda maquiada, depilada, de lingerie sexy e peruca de foxy barata. Pronto pra ter seu cu arrombado assim?
Eduardo se olhou: as pernas depiladas e de meia, a bunda gorda apertada pela calcinha fio dental vermelha, a peruca loira caindo sobre os ombros, os lábios vermelhos brilhantes. Ele balançou a cabeça, tremendo de excitação e humilhação.
—S-sim… estou pronto… me fode, amor… arromba meu cu enquanto eu tô vestido de putinha.
Miranda pegou na mão dele e levou ele pra cama.
Ajoelha, minha travesti linda... mamãe vai arrombar sua bunda agora mesmo.

Miranda o encarou com olhos brilhantes de domínio e carinho, o cinto ajustado em seus quadris, o consolo grosso e venoso já lubrificado e apontando direto para o ânus depilado e exposto de Eduardo.
Ajoelha na beirada da cama, minha travesti preciosa... bunda empinada, pernas abertas, peruca loira caindo nas costas e lábios vermelhos abertos como uma putinha barata.
Eduardo obedeceu tremendo. Ficou de quatro, a calcinha fio dental vermelha puxada até a cintura, as meias de rede apertando suas coxas gordinhas, a peruca platinada espalhada pelas costas, os lábios pintados de vermelho sangue entreabertos. A maquiagem lhe dava um ar de boneca safada e humilhada.
Miranda se posicionou atrás, acariciou as nádegas depiladas dela com as unhas e apoiou a cabeça do pau contra seu ânus virgem.
Respira fundo, putinha... mamãe vai entrar devagar pra você sentir cada centímetro.
Ele empurrou só um pouquinho. A cabeça entrou com um leve estalo. Eduardo soltou um gemido agudo, o corpo todo tenso.
—Dói… dói gostoso… —ela suspirou.
Miranda continuou entrando milímetro a milímetro, lenta e firme.
Sinta tudo, corno travesti... sinta como sua própria esposa te abre o cu. Olha como entra o pau falso que uso pra te arrombar enquanto penso em como os machos de verdade me arrebentam.
Quando ele estava completamente dentro, ela ficou parada por um segundo, deixando que ele se acostumasse. Depois começou a se mover: investidas lentas no início, saindo quase por completo e voltando a entrar até os ovos falsos.
Eduardo gemía com uma voz aguda, quase feminina, a peruca balançando a cada empurrão.
—Mais… me dá mais… —suplicou.
Miranda acelerou o ritmo, metendo com força controlada, os quadris batendo forte contra suas nádegas depiladas.
— Pense nos seus filhos, minha putinha... — ele sussurrou no ouvido dela enquanto a penetrava fundo —. Imagina se eles entrassem agora no quarto... as menininhas e o garotinho abrem a porta e veem o papai vestido de foxy: peruca loira, batom vermelho, calcinha fio-dental puxada pra cima, meia arrastão... e a mamãe enfiando uma rola grande no seu cu. O que será que eles pensariam? O que a sua filha mais velha diria se visse o papai gemendo feito uma putinha enquanto tem a bunda arrombada? O que o seu garotinho diria se visse o pai que ensina ele a chutar a bola transformado numa travesti passiva que se deixa foder pela mamãe?
Eduardo soltou um gemido longo e trêmulo, empurrando a bunda para trás para recebê-la mais fundo.
—Se… se horrorizariam… pensariam que sou um monstro… um degenerado… que o pai deles é uma puta travesti… mas… mas me deixa tão excitado… me deixa excitado que me imaginem assim… humilhado… usado… vestido de foxy e fodido por você…
Miranda acelerou as estocadas, metendo com força, o cinto batendo contra a pele dele.
—E o que me deixa mais molhada é saber que somos capazes disso… que lá fora somos os pais perfeitos que dão beijos na testa e preparam o lanche… e que em casa eu te arrebento o cu enquanto você está maquiado de putinha. Me dá muito tesão imaginar as carinhas de choque deles se soubessem que o papai é meu corno travesti, que goza sem se tocar enquanto a mamãe enfia um pau na sua bunda. Te excita que nossa família ideal tenha esse segredo doentio?
Eduardo já não conseguia falar com coerência, só soltava gemidos altos, a voz aguda de tanto prazer e humilhação.
—S-sim… isso me deixa com tesão… me deixa com tesão que me vejam como uma puta… que saibam que sou sua travesti beta… seu corno passivo… Eu te amo… te amo por me fazer sentir isso… por me travestir e me quebrar…
Agora, Miranda o fodia com investidas brutais, agarrando sua peruca como rédeas.
—E eu te amo por ser minha puta completa… por aceitar que eu te maquie, te depile, te vista como uma gostosa e te arrombe o cu enquanto penso em como outros caras me comem. Me excita que você seja o pai responsável de manhã e minha travesti gemebunda à tarde. Me excita nossa filha te ver com a mochila e não saber que horas depois você está de quatro, de batom vermelho e com o cu cheio de pau de mentira. Somos a coisa mais suja e mais perfeita que existe… te amo, meu corno travesti… te amo enquanto te fodo como uma puta barata.
Eduardo gozou sem nem se tocar, um jato fraco mas intenso saiu da sua pichitinha, manchando a calcinha vermelha e o lençol enquanto ele tremia todo.
—Eu te amo… eu te amo… me deixa louco que nossos filhos nunca saibam… mas que nós sabemos… que somos os pais perfeitos com esse segredo doentio… continua me destruindo… sou sua puta travesti pra sempre…
Miranda continuou socando ele durante o seu orgasmo, prolongando-o, até que ela também chegou lá, um orgasmo intenso de puro poder e amor.
Ela desabou sobre as costas dele, ainda com ele dentro, abraçando-o com força.
—Eu te amo, minha putinha travesti… te amo tanto… somos invencíveis.
Ficaram assim, ofegantes, abraçados, o consolo ainda dentro dele, a peruca loira desalinhada, os lábios vermelhos manchados, o amor e o tesão fundidos em um só.

Miranda ficou parada por um momento, com o cinto ainda ajustado nos quadris, o consolo brilhando de lubrificante e restos da própria excitação dela. Eduardo continuava de quatro na cama, a peruca loira desalinhada, os lábios vermelhos manchados, o fio dental vermelho puxado até a cintura, a bunda depilada aberta e sensível depois da foda intensa.
Ela se inclinou devagar sobre suas costas, beijou sua nuca suada e sussurrou no ouvido com voz rouca mas carregada de ternura:
—corno meu... minha puta travesti linda... quer sentir um pau de verdade?
Eduardo ficou tenso na hora. O corpo dele tremeu todo. Virou a cabeça só o suficiente para olhar para ela com os olhos bem abertos, maquiados de preto e sombra, cheios de medo e de um tesão que não conseguia esconder.
—O-o quê... o que você tá dizendo, amor? —gaguejou, a voz fina por causa da peruca e da humilhação.
Miranda acariciou a bochecha dela com o dorso da mão, devagar, como se estivesse acalmando um bichinho assustado.
—Quero ver como um homem te sodomiza… na minha frente. Quero ficar sentada ao lado da cama, olhando nos seus olhos enquanto um macho de verdade te arromba o cu. Quero te ouvir gemer como a putinha passiva que você é, com a peruca loira caindo no seu rosto, os lábios vermelhos abertos, e um pau grosso entrando e saindo da sua bunda até você gozar sem se tocar. Me excita imaginar isso… me deixa molhada só de pensar.
Eduardo começou a tremer mais forte. As lágrimas se acumularam em seus olhos maquiados, ameaçando borrar o delineador.
—M-mas… e se depois disso… você parar de me amar? — sussurrou com a voz embargada —. E se você perceber que eu sou muito afeminado, muito passivo, demais… estragado? E se você se arrepender de ter um marido que se deixa dar por outro homem na sua frente?
Miranda o virou com cuidado até ficarem frente a frente. Tirou a cinta devagar, deixou de lado e deitou-se ao lado dele, abraçando-o forte contra o peito. Beijou-lhe a testa, as bochechas, os lábios vermelhos pintados, enxugando uma lágrima que começava a escorrer.
—Shhh… meu amor… minha vida… olha pra mim — disse com voz firme, mas cheia de carinho —. Nunca, entendeu? Nunca vou deixar de te amar por isso. Pelo contrário… te amo mais por ser capaz de se entregar assim, por confiar em mim a esse ponto. Você é meu corno perfeito, meu beta putinho, minha travesti obediente… e se um dia um macho de verdade te comer na minha frente, vou te amar mil vezes mais. Porque você vai estar fazendo por mim, por nós, por esse amor doentio e lindo que a gente tem.
Ele beijou seus lábios novamente, profundo e devagar.
—Eu te amo por ser o pai doce que beija as crianças de manhã… e por ser a travesti gostosa que deixa eu arrombar seu cu à tarde. Te amo por me deixar ser a puta infiel que sai com caras de pau grande… e por deixar eu te ver sendo usado por um deles. Nada disso vai fazer eu parar de te amar. Pelo contrário: cada vez que eu te vir mais entregue, mais humilhado, mais meu… eu vou te querer com mais força. Você é meu tudo, Eduardo. Meu marido, meu corno, minha puta, meu amor. Nada vai mudar isso.
Eduardo chorou baixinho contra o peito dela, abraçando-a com força.
—Eu te amo… te amo tanto… se você quiser… se isso te excita tanto… eu aceito. Quero que você me veja sendo sodomizado por um homem… quero que você olhe nos meus olhos enquanto ele me arromba o cu… e depois que você me abrace e me diga que me ama igual ou até mais.
Miranda beijou a coroinha dela, acariciou a peruca loira com ternura.
—Eu te amo, meu corno travesti… te amo mais do que nunca. E quando isso passar… você vai ser o homem mais amado do mundo. Porque você vai ter se entregado completamente… por mim.
Eles ficaram abraçados por um longo tempo, se beijando suavemente, sussurrando palavras de amor enquanto o tesão da nova ideia flutuava entre eles como uma promessa quente e obscura.
Miranda se aconchegou contra Eduardo na cama, ainda com o corpo quente e o cheiro de sexo pairando no ar. Acariciou a peruca loira desalinhada dele e beijou seus lábios vermelhos pintados, falando baixinho com aquela voz rouca que o deixava louco.
Meu corninho travesti precioso… já que você aceitou sentir um pau de verdade… vou falar com o Raúl. Vou pedir pra ele te penetrar na minha frente. Quero te ver de quatro, com a peruca caindo no seu rosto, os lábios vermelhos abertos e o cu aberto pro pau grosso dele enquanto eu fico olhando e me tocando. Quero que você sinta o que é um pau de verdade te arrombando, minha putinha beta… e depois vou te abraçar e dizer o quanto te amo.
Eduardo engoliu em seco, o coração batendo forte. A ideia o aterrorizava e o excitava ao mesmo tempo.
— E se ela disser que não? Ou se depois disso… você nunca mais me olhar do mesmo jeito? — sussurrou, com a voz trêmula.
Miranda beijou sua testa, enxugando uma lágrima que ameaçava cair.
—Shhh… eu te amo mais do que nunca, amor. Nada vai mudar isso. Se o Raúl disser que não… a gente procura outro. Mas eu quero tentar. Quero te ver completamente entregue… e depois mimar você como a rainha que você é pra mim.
No dia seguinte, bem cedo de manhã, enquanto Eduardo estava na cozinha preparando café (ainda com a lembrança da noite anterior latejando na sua bunda), Miranda sentou-se na poltrona da sala com o telefone na mão. Ela discou o número de Raúl e colocou no viva-voz para que Eduardo ouvisse tudo da cozinha.
Raúl atendeu no terceiro toque, com aquela voz rouca e áspera de sempre.
—Colorada? Já tá com saudade de uma rola de pedreiro?
Miranda sorriu com malícia e foi direto ao ponto.
—Oi, seu velho safado… sim, sinto falta do seu pau… mas hoje te ligo por outra coisa. Meu marido… meu corno… quer sentir um pau de verdade. Quero que você penetre ele na minha frente. Que arrombe o cu dele enquanto eu fico olhando e me molhando. Topa?
Do outro lado, houve um silêncio longo. Depois, Raúl soltou uma gargalhada rouca e grosseira.
—Seu corno viado? Aquele gordo tímido que fica espiando escondido? Não, ruivinha… eu não curto foder maridos corno viado. Não me dá tesão arrombar o cu de um corno. Mas… tenho um amigo que topa. Chama Norberto. Pedreiro como eu, 60 anos, bem alto, 1,95 de puro macho bruto e rude. Corpo pesado, pança de cerveja, mãos calejadas de cimento, barba grisalha desgrenhada… e o pau… 25 centímetros de pura carne grossa e veiuda. É muito tímido, não fala muito, mas quando esquenta vira um animal. Falei de você e do seu corno… e ele já ficou duro na hora. Disse que sim… que arromba o cu do seu viadinho na sua frente.
Miranda sentiu um calafrio quente subir pelas suas costas. Ela olhou para a cozinha, onde Eduardo estava paralisado, com a xícara congelada na mão.
—Quando? —ela perguntou, com voz rouca.
—Amanhã à tarde. Norberto e eu vamos na sua casa. Eu te fodo como a vadia peituda que você é… e ele come seu corno viadinho. Arregaça ele na sua frente, ruivinha… enquanto você geme com meu pau dentro. O que acha?
Miranda olhou para Eduardo, que concordou devagar, tremendo de medo e excitação.
—Perfeito… amanhã às três. Venham com vontade, velhos tarados… meu corno vai estar pronto com o cu depilado e aberto para o Norberto.
Raúl soltou uma risada baixa e desligou.
Miranda largou o telefone e caminhou até Eduardo. Abraçou-o por trás, beijou sua nuca e sussurrou no ouvido dele:
—Amanhã, meu amor… você vai sentir 25 centímetros de pau de verdade arrombando seu cu enquanto eu fico olhando e te fodo, Raúl. E depois vou te abraçar e dizer que te amo mais do que nunca. Tá pronto, minha putinha travesti?
Eduardo se virou, olhou para ela com os olhos vidrados e assentiu.
—Estou pronto… te amo… vamos fazer isso.
Eles se beijaram profundamente, selando o pacto sujo e amoroso que os unia mais do que nunca.
Chegou o dia seguinte, uma quinta-feira qualquer que parecia carregada de eletricidade em Quilmes. Miranda e Eduardo acordaram cedo, tomaram café da manhã em silêncio com as crianças, como se fosse uma manhã normal. Beijos na testa, mochilas prontas, "se comporte na escola" e "te amo muito". Subiram no carro, deixaram os três anjinhos na porta da escola com sorrisos e cumprimentos de rotina. Mas quando o portão se fechou atrás das crianças, o ar dentro do carro mudou. Miranda colocou a mão na coxa de Eduardo e apertou suavemente, encarando-o fixamente.
—Hoje é o seu dia, corno… —sussurrou—. Você vai sentir um pau de verdade arrombando sua bunda na minha frente.
Eduardo engoliu em seco, a piroca já meio dura por baixo da calça. Ele assentiu sem dizer nada.
Eles voltaram para casa em menos de quinze minutos. Mal fecharam a porta, Miranda pegou ele pela mão e levou direto para o quarto.
—Tira a roupa, sua puta travesti —ordenou com voz rouca, mas carinhosa—. Hoje você vai ficar pronta pro Norberto.
Eduardo tirou a roupa tremendo. Miranda pegou a bolsa preta da outra vez: a peruca loira platinada, o batom vermelho-sangue, o conjunto de lingerie preta transparente e as meias de rede. Sentou ele na frente do espelho e começou o ritual com devoção.
Primeiro ela depilou rapidinho as áreas que tinham crescido um pouco (púbis, ânus, coxas). Depois a maquiagem: base, sombra escura, delineador grosso, cílios postiços e o batom vermelho aplicado em camadas até os lábios ficarem inchados e brilhantes como os de uma putinha de rua.
—Olha só... que gostosa você está ficando —ela sussurrou, beijando seu pescoço enquanto colocava a peruca. As ondas loiras caíram sobre seus ombros.
Depois a lingerie: calcinha fio-dental preta que se enfiava entre as bundinhas gordas, sutiã que levantava a pouca carne do peito e fazia parecer com peitinhos falsos, meia-calça de rede que apertava suas coxas.
Quando acabou, ela o colocou de pé em frente ao espelho de corpo inteiro. Eduardo se olhou: peruca loira, lábios vermelhos, maquiagem barata de raposa, lingerie sexy abraçando seu corpo gordo e depilado. Ele parecia uma travesti gostosa e humilhada.
Miranda se ajoelhou atrás dele, puxou a calcinha até a metade das coxas e afastou suas nádegas com carinho.
—Abre só um pouquinho, meu amor… mamãe vai preparar seu cuzinho pro Norberto.
Ela pegou um frasco de lubrificante e passou uma boa quantidade nos dedos. Introduziu devagar: primeiro um, depois dois, girando, abrindo, lubrificando bem o ânus ainda sensível da sessão anterior.
—Sente... sente como eu te preparo para um pau de 25 centímetros — sussurrou, beijando suas costas. — Você vai ficar bem molhadinho e aberto pra ele entrar fácil... mas mesmo assim vai doer gostoso no começo, igual dói quando me arrombam.
Eduardo gemeu baixinho, empurrando a bunda contra os dedos dele.
—Eu te amo… te amo tanto… —murmurou.
Miranda se levantou, virou ele e beijou fundo, enfiando a língua até o fundo, saboreando o batom vermelho que se misturava entre suas bocas.
—Eu te amo, meu corno travesti… eu te amo por ser tão corajoso, por se entregar assim. Isso vai fortalecer nosso casamento mais do que qualquer coisa. Você sendo minha putinha passiva, deixando um macho te arrebentar na minha frente… e eu sendo sua esposa putinha que te observa e fica toda molhada. Somos perfeitos juntos… ninguém nos entende, mas nós sim. Eu te amo mais do que nunca, Eduardo… eu te amo enquanto te preparo pra levar rola.
Eduardo a abraçou forte, com lágrimas nos olhos maquiados.
—Eu te amo… te amo por me fazer sentir isso… por querer me ver quebrado e usado… por me amar do mesmo jeito depois. Nosso casamento é mais forte porque não tem limites… porque você é minha dona e eu sou seu corno travesti. Eu te amo, Miranda… eu te amo.
Eles se beijaram de novo, longo e profundo, até que a campainha tocou alto na casa.
Miranda se afastou com um sorriso ansioso, os olhos brilhando de excitação.
Chegaram… Raúl e Norberto.
Deu um último beijo rápido nos lábios vermelhos dela.
Fica aí, minha putinha... a mamãe vai abrir a porta.
Ela caminou até a entrada com o coração batendo forte, a buceta já encharcada sob a saia curta que havia colocado. Eduardo ficou sozinho no quarto, em pé diante do espelho, vestido de forma provocante, o cu lubrificado e aberto, tremendo de medo e excitação por sua primeira vez com um homem de verdade.
A campainha tocou de novo.
Miranda respirou fundo, sorriu com aquele sorriso lindo e perverso, e abriu a porta.
Eduardo estava sentado com sua xícara na mão, ainda de pijama, quando Miranda se aproximou por trás, envolveu seus ombros com os braços e encostou os lábios no seu ouvido, falando num sussurro rouco e quente que só ele podia ouvir.
— Hoje podemos começar a rotina, corno… — ela sussurrou baixinho, lambendo sua orelha —. Depois de deixar as crianças na escola… você volta pra casa comigo. Liga pro trabalho agora e diz que tá doente, que tá com febre ou qualquer coisa… mas que não vai hoje. Quero te foder o cu com o arnês de manhã, devagar no começo, depois mais forte… quero que você sinta cada centímetro entrando enquanto eu digo que puta que eu sou e que corno você é.
Eduardo sentiu um calafrio imediato. A pica dele começou a endurecer sob o pijama só com essas palavras. Ele engoliu seco, olhou de soslaio para os caras (que ainda estavam no mundo deles) e respondeu no mesmo sussurro:
—Vou ligar agora… digo que tô com dor de cabeça ou algo assim… que não posso ir. Sim, amor… quero que você me penetre essa manhã… que me arrombe o cu como da primeira vez… te amo por isso.
Miranda deu um beijinho rápido na nuca dele, disfarçado como um gesto carinhoso de esposa, e se afastou em direção à geladeira para continuar servindo o café da manhã. Mas antes de se sentar, roçou a mão dele por baixo da mesa e sussurrou mais uma vez:
—Depois de deixá-los na escola, você volta direto pra casa. Eu vou estar te esperando com o arnês posto, lubrificado e pronto. Vamos ter a casa só pra nós até meio-dia… e vou te foder na nossa cama, corno. Vou fazer você gozar sem se tocar enquanto digo que sou sua puta infiel e você é minha puta passiva. Tá pronto pra começar a rotina?
Eduardo acenou quase imperceptivelmente, o coração batendo forte. Tirou o celular do bolso e, com voz neutra para que os caras não desconfiassem, ligou pro trabalho. "Oi, é... tô me sentindo muito mal hoje, febre e tudo mais... não vou conseguir ir. Amanhã tô melhor, com certeza. Valeu." Desligou e olhou pra Miranda com olhos brilhantes de expectativa.
Ela piscou um olho discretamente enquanto servia as torradas.
—Perfeito, meu amor… agora vamos terminar de tomar café da manhã como a família perfeita que somos. E depois… vou arrombar sua bunda como merece meu corno beta.
As crianças terminaram o café da manhã entre risadas e conversas, alheias a tudo. Miranda e Eduardo ajudaram a preparar as mochilas, deram beijos na testa e os colocaram no carro. O trajeto até a escola foi curto, mas carregado de eletricidade: olhares rápidos pelo retrovisor, sorrisos cúmplices, o toque das mãos ao trocar de marcha.
Quando chegaram na escola, desceram as crianças, deram beijos e abraços de "se comporte bem", "te amo muito" e "nos vemos na saída". As crianças correram para a entrada com suas mochilas, cumprimentando os amigos.
Miranda e Eduardo voltaram para o carro em silêncio. Mal fecharam as portas, ela se inclinou e deu um beijo curto mas intenso na boca dele.
—Vamos voltar pra casa, corno… —ela sussurrou, com a voz trêmula de excitação—. A casa tá vazia… e eu tenho o cinto pronto pra arrombar seu cu como você merece.
Eduardo ligou o motor com as mãos trêmulas, o pau já duro por baixo da calça.
Vamos… eu te amo… vamos pra casa.
O carro saiu da escola, rumo a Quilmes, os dois com o coração batendo forte e o tesão subindo a cada semáforo, sabendo que em minutos estariam sozinhos e ela assumiria o controle total.

Chegaram em casa com o carro ainda quente da viagem. Miranda desligou o motor na garagem e se virou para Eduardo com um sorriso malicioso que iluminava seus olhos verdes. O silêncio da casa vazia os envolveu como uma promessa.
—Baixa, corno… tenho uma surpresa pra você antes de começarmos —ela disse com a voz baixa e cheia de expectativa.
Eduardo desceu do carro com o coração batendo na garganta. Seguiu-a pelo corredor até o quarto de casal, onde a cama ainda guardava as marcas sutis da última sessão. Sobre o colchão havia uma discreta sacola de papel preto, daquelas que se compram em lojas especializadas. Miranda abriu-a com dedos ansiosos e tirou o conteúdo um por um.
Primeiro: um conjunto de lingerie vermelho fogo. Calcinha fio-dental de renda com tiras finas que sumiam entre as nádegas, sutiã push-up com transparências que deixava pouco para a imaginação, e meia-calça de rede com liga.
Segundo: uma peruca longa, loiro platina, com ondas suaves e mechas que caíam até a metade das costas.
Terceiro: um batom vermelho-sangue, brilhante e cremoso, daqueles que deixa marca em tudo que toca.
Eduardo ficou paralisado, com os olhos arregalados.
—Isso… isso é pra mim? —perguntou com a voz trêmula, meio excitado, meio desconfiado.
Miranda se aproximou devagar, colocou uma mão na bochecha dele e falou baixinho, quase maternal mas com uma ponta dominante.
—Sim, meu amor… é pra você. Quero te travestir hoje. Quero te ver como minha putinha completa: maquiado, com peruca, com lingerie sexy e com a bunda pronta pra eu arrombar com o cintaralho. Quero que sinta como é ser a raposa que eu sou quando saio com outros machos… mas sendo minha raposinha pessoal. Topa, corno? Quer ser meu travesti beta essa manhã?
Eduardo engoliu em seco. O tesão subia pelas suas costas como fogo. A ideia o humilhava até o osso... e era exatamente isso que o deixava mais excitado do que nunca. Baixou o olhar, corado até as orelhas, e concordou devagar.
—S-sim… eu aceito… quero ser sua putinha travesti… quero que você me faça sentir uma gostosa completa.
Miranda sorriu vitoriosa e o beijou fundo, enfiando a língua até o fundo.
Bom garoto... agora senta no banquinho da penteadeira. Vamos te preparar.
Ela o sentou em frente ao espelho. Primeiro, depilou-o com cera morna: pernas, peito, axilas, região do púbis e ao redor do ânus. Cada tira que arrancava o fazia gemer baixinho, mas ele se deixava, excitado pela submissão total.
Depois veio a maquiagem. Miranda aplicou base, corretivo, sombra escura nos olhos para que parecessem maiores e felinos, delineador preto grosso, cílios postizos longos. E por último o batom vermelho sangue: ela pintou com cuidado, camada após camada, até que os lábios ficaram inchados, brilhantes e obscenamente vermelhos.
—Olha só... olha que putinha gostosa você está ficando — ela sussurrou, virando o rosto dela para o espelho.
Eduardo se olhou e quase não se reconheceu: a peruca loira caía em ondas perfeitas, a maquiagem o fazia parecer uma boneca barata e gostosa, os lábios vermelhos gritavam "chupa rola". Ele baixou o olhar, envergonhado e excitadíssimo.
Miranda o ajudou a se vestir: primeiro as meias de rede que apertavam suas coxas gordinhas, depois a calcinha vermelha que mal cobria sua bucetinha pequena e se enfiava entre as nádegas, e por último o sutiã que levantava a pouca carne do peito e fazia parecer que ela tinha peitinhos falsos.
Quando acabou, ela o colocou de pé na frente do espelho de corpo inteiro.
Olha só pra você, meu traveco corno... olha que putinha você está. Você é minha putinha beta completa agora... toda maquiada, depilada, de lingerie sexy e peruca de foxy barata. Pronto pra ter seu cu arrombado assim?
Eduardo se olhou: as pernas depiladas e de meia, a bunda gorda apertada pela calcinha fio dental vermelha, a peruca loira caindo sobre os ombros, os lábios vermelhos brilhantes. Ele balançou a cabeça, tremendo de excitação e humilhação.
—S-sim… estou pronto… me fode, amor… arromba meu cu enquanto eu tô vestido de putinha.
Miranda pegou na mão dele e levou ele pra cama.
Ajoelha, minha travesti linda... mamãe vai arrombar sua bunda agora mesmo.

Miranda o encarou com olhos brilhantes de domínio e carinho, o cinto ajustado em seus quadris, o consolo grosso e venoso já lubrificado e apontando direto para o ânus depilado e exposto de Eduardo.
Ajoelha na beirada da cama, minha travesti preciosa... bunda empinada, pernas abertas, peruca loira caindo nas costas e lábios vermelhos abertos como uma putinha barata.
Eduardo obedeceu tremendo. Ficou de quatro, a calcinha fio dental vermelha puxada até a cintura, as meias de rede apertando suas coxas gordinhas, a peruca platinada espalhada pelas costas, os lábios pintados de vermelho sangue entreabertos. A maquiagem lhe dava um ar de boneca safada e humilhada.
Miranda se posicionou atrás, acariciou as nádegas depiladas dela com as unhas e apoiou a cabeça do pau contra seu ânus virgem.
Respira fundo, putinha... mamãe vai entrar devagar pra você sentir cada centímetro.
Ele empurrou só um pouquinho. A cabeça entrou com um leve estalo. Eduardo soltou um gemido agudo, o corpo todo tenso.
—Dói… dói gostoso… —ela suspirou.
Miranda continuou entrando milímetro a milímetro, lenta e firme.
Sinta tudo, corno travesti... sinta como sua própria esposa te abre o cu. Olha como entra o pau falso que uso pra te arrombar enquanto penso em como os machos de verdade me arrebentam.
Quando ele estava completamente dentro, ela ficou parada por um segundo, deixando que ele se acostumasse. Depois começou a se mover: investidas lentas no início, saindo quase por completo e voltando a entrar até os ovos falsos.
Eduardo gemía com uma voz aguda, quase feminina, a peruca balançando a cada empurrão.
—Mais… me dá mais… —suplicou.
Miranda acelerou o ritmo, metendo com força controlada, os quadris batendo forte contra suas nádegas depiladas.
— Pense nos seus filhos, minha putinha... — ele sussurrou no ouvido dela enquanto a penetrava fundo —. Imagina se eles entrassem agora no quarto... as menininhas e o garotinho abrem a porta e veem o papai vestido de foxy: peruca loira, batom vermelho, calcinha fio-dental puxada pra cima, meia arrastão... e a mamãe enfiando uma rola grande no seu cu. O que será que eles pensariam? O que a sua filha mais velha diria se visse o papai gemendo feito uma putinha enquanto tem a bunda arrombada? O que o seu garotinho diria se visse o pai que ensina ele a chutar a bola transformado numa travesti passiva que se deixa foder pela mamãe?
Eduardo soltou um gemido longo e trêmulo, empurrando a bunda para trás para recebê-la mais fundo.
—Se… se horrorizariam… pensariam que sou um monstro… um degenerado… que o pai deles é uma puta travesti… mas… mas me deixa tão excitado… me deixa excitado que me imaginem assim… humilhado… usado… vestido de foxy e fodido por você…
Miranda acelerou as estocadas, metendo com força, o cinto batendo contra a pele dele.
—E o que me deixa mais molhada é saber que somos capazes disso… que lá fora somos os pais perfeitos que dão beijos na testa e preparam o lanche… e que em casa eu te arrebento o cu enquanto você está maquiado de putinha. Me dá muito tesão imaginar as carinhas de choque deles se soubessem que o papai é meu corno travesti, que goza sem se tocar enquanto a mamãe enfia um pau na sua bunda. Te excita que nossa família ideal tenha esse segredo doentio?
Eduardo já não conseguia falar com coerência, só soltava gemidos altos, a voz aguda de tanto prazer e humilhação.
—S-sim… isso me deixa com tesão… me deixa com tesão que me vejam como uma puta… que saibam que sou sua travesti beta… seu corno passivo… Eu te amo… te amo por me fazer sentir isso… por me travestir e me quebrar…
Agora, Miranda o fodia com investidas brutais, agarrando sua peruca como rédeas.
—E eu te amo por ser minha puta completa… por aceitar que eu te maquie, te depile, te vista como uma gostosa e te arrombe o cu enquanto penso em como outros caras me comem. Me excita que você seja o pai responsável de manhã e minha travesti gemebunda à tarde. Me excita nossa filha te ver com a mochila e não saber que horas depois você está de quatro, de batom vermelho e com o cu cheio de pau de mentira. Somos a coisa mais suja e mais perfeita que existe… te amo, meu corno travesti… te amo enquanto te fodo como uma puta barata.
Eduardo gozou sem nem se tocar, um jato fraco mas intenso saiu da sua pichitinha, manchando a calcinha vermelha e o lençol enquanto ele tremia todo.
—Eu te amo… eu te amo… me deixa louco que nossos filhos nunca saibam… mas que nós sabemos… que somos os pais perfeitos com esse segredo doentio… continua me destruindo… sou sua puta travesti pra sempre…
Miranda continuou socando ele durante o seu orgasmo, prolongando-o, até que ela também chegou lá, um orgasmo intenso de puro poder e amor.
Ela desabou sobre as costas dele, ainda com ele dentro, abraçando-o com força.
—Eu te amo, minha putinha travesti… te amo tanto… somos invencíveis.
Ficaram assim, ofegantes, abraçados, o consolo ainda dentro dele, a peruca loira desalinhada, os lábios vermelhos manchados, o amor e o tesão fundidos em um só.

Miranda ficou parada por um momento, com o cinto ainda ajustado nos quadris, o consolo brilhando de lubrificante e restos da própria excitação dela. Eduardo continuava de quatro na cama, a peruca loira desalinhada, os lábios vermelhos manchados, o fio dental vermelho puxado até a cintura, a bunda depilada aberta e sensível depois da foda intensa.
Ela se inclinou devagar sobre suas costas, beijou sua nuca suada e sussurrou no ouvido com voz rouca mas carregada de ternura:
—corno meu... minha puta travesti linda... quer sentir um pau de verdade?
Eduardo ficou tenso na hora. O corpo dele tremeu todo. Virou a cabeça só o suficiente para olhar para ela com os olhos bem abertos, maquiados de preto e sombra, cheios de medo e de um tesão que não conseguia esconder.
—O-o quê... o que você tá dizendo, amor? —gaguejou, a voz fina por causa da peruca e da humilhação.
Miranda acariciou a bochecha dela com o dorso da mão, devagar, como se estivesse acalmando um bichinho assustado.
—Quero ver como um homem te sodomiza… na minha frente. Quero ficar sentada ao lado da cama, olhando nos seus olhos enquanto um macho de verdade te arromba o cu. Quero te ouvir gemer como a putinha passiva que você é, com a peruca loira caindo no seu rosto, os lábios vermelhos abertos, e um pau grosso entrando e saindo da sua bunda até você gozar sem se tocar. Me excita imaginar isso… me deixa molhada só de pensar.
Eduardo começou a tremer mais forte. As lágrimas se acumularam em seus olhos maquiados, ameaçando borrar o delineador.
—M-mas… e se depois disso… você parar de me amar? — sussurrou com a voz embargada —. E se você perceber que eu sou muito afeminado, muito passivo, demais… estragado? E se você se arrepender de ter um marido que se deixa dar por outro homem na sua frente?
Miranda o virou com cuidado até ficarem frente a frente. Tirou a cinta devagar, deixou de lado e deitou-se ao lado dele, abraçando-o forte contra o peito. Beijou-lhe a testa, as bochechas, os lábios vermelhos pintados, enxugando uma lágrima que começava a escorrer.
—Shhh… meu amor… minha vida… olha pra mim — disse com voz firme, mas cheia de carinho —. Nunca, entendeu? Nunca vou deixar de te amar por isso. Pelo contrário… te amo mais por ser capaz de se entregar assim, por confiar em mim a esse ponto. Você é meu corno perfeito, meu beta putinho, minha travesti obediente… e se um dia um macho de verdade te comer na minha frente, vou te amar mil vezes mais. Porque você vai estar fazendo por mim, por nós, por esse amor doentio e lindo que a gente tem.
Ele beijou seus lábios novamente, profundo e devagar.
—Eu te amo por ser o pai doce que beija as crianças de manhã… e por ser a travesti gostosa que deixa eu arrombar seu cu à tarde. Te amo por me deixar ser a puta infiel que sai com caras de pau grande… e por deixar eu te ver sendo usado por um deles. Nada disso vai fazer eu parar de te amar. Pelo contrário: cada vez que eu te vir mais entregue, mais humilhado, mais meu… eu vou te querer com mais força. Você é meu tudo, Eduardo. Meu marido, meu corno, minha puta, meu amor. Nada vai mudar isso.
Eduardo chorou baixinho contra o peito dela, abraçando-a com força.
—Eu te amo… te amo tanto… se você quiser… se isso te excita tanto… eu aceito. Quero que você me veja sendo sodomizado por um homem… quero que você olhe nos meus olhos enquanto ele me arromba o cu… e depois que você me abrace e me diga que me ama igual ou até mais.
Miranda beijou a coroinha dela, acariciou a peruca loira com ternura.
—Eu te amo, meu corno travesti… te amo mais do que nunca. E quando isso passar… você vai ser o homem mais amado do mundo. Porque você vai ter se entregado completamente… por mim.
Eles ficaram abraçados por um longo tempo, se beijando suavemente, sussurrando palavras de amor enquanto o tesão da nova ideia flutuava entre eles como uma promessa quente e obscura.
Miranda se aconchegou contra Eduardo na cama, ainda com o corpo quente e o cheiro de sexo pairando no ar. Acariciou a peruca loira desalinhada dele e beijou seus lábios vermelhos pintados, falando baixinho com aquela voz rouca que o deixava louco.
Meu corninho travesti precioso… já que você aceitou sentir um pau de verdade… vou falar com o Raúl. Vou pedir pra ele te penetrar na minha frente. Quero te ver de quatro, com a peruca caindo no seu rosto, os lábios vermelhos abertos e o cu aberto pro pau grosso dele enquanto eu fico olhando e me tocando. Quero que você sinta o que é um pau de verdade te arrombando, minha putinha beta… e depois vou te abraçar e dizer o quanto te amo.
Eduardo engoliu em seco, o coração batendo forte. A ideia o aterrorizava e o excitava ao mesmo tempo.
— E se ela disser que não? Ou se depois disso… você nunca mais me olhar do mesmo jeito? — sussurrou, com a voz trêmula.
Miranda beijou sua testa, enxugando uma lágrima que ameaçava cair.
—Shhh… eu te amo mais do que nunca, amor. Nada vai mudar isso. Se o Raúl disser que não… a gente procura outro. Mas eu quero tentar. Quero te ver completamente entregue… e depois mimar você como a rainha que você é pra mim.
No dia seguinte, bem cedo de manhã, enquanto Eduardo estava na cozinha preparando café (ainda com a lembrança da noite anterior latejando na sua bunda), Miranda sentou-se na poltrona da sala com o telefone na mão. Ela discou o número de Raúl e colocou no viva-voz para que Eduardo ouvisse tudo da cozinha.
Raúl atendeu no terceiro toque, com aquela voz rouca e áspera de sempre.
—Colorada? Já tá com saudade de uma rola de pedreiro?
Miranda sorriu com malícia e foi direto ao ponto.
—Oi, seu velho safado… sim, sinto falta do seu pau… mas hoje te ligo por outra coisa. Meu marido… meu corno… quer sentir um pau de verdade. Quero que você penetre ele na minha frente. Que arrombe o cu dele enquanto eu fico olhando e me molhando. Topa?
Do outro lado, houve um silêncio longo. Depois, Raúl soltou uma gargalhada rouca e grosseira.
—Seu corno viado? Aquele gordo tímido que fica espiando escondido? Não, ruivinha… eu não curto foder maridos corno viado. Não me dá tesão arrombar o cu de um corno. Mas… tenho um amigo que topa. Chama Norberto. Pedreiro como eu, 60 anos, bem alto, 1,95 de puro macho bruto e rude. Corpo pesado, pança de cerveja, mãos calejadas de cimento, barba grisalha desgrenhada… e o pau… 25 centímetros de pura carne grossa e veiuda. É muito tímido, não fala muito, mas quando esquenta vira um animal. Falei de você e do seu corno… e ele já ficou duro na hora. Disse que sim… que arromba o cu do seu viadinho na sua frente.
Miranda sentiu um calafrio quente subir pelas suas costas. Ela olhou para a cozinha, onde Eduardo estava paralisado, com a xícara congelada na mão.
—Quando? —ela perguntou, com voz rouca.
—Amanhã à tarde. Norberto e eu vamos na sua casa. Eu te fodo como a vadia peituda que você é… e ele come seu corno viadinho. Arregaça ele na sua frente, ruivinha… enquanto você geme com meu pau dentro. O que acha?
Miranda olhou para Eduardo, que concordou devagar, tremendo de medo e excitação.
—Perfeito… amanhã às três. Venham com vontade, velhos tarados… meu corno vai estar pronto com o cu depilado e aberto para o Norberto.
Raúl soltou uma risada baixa e desligou.
Miranda largou o telefone e caminhou até Eduardo. Abraçou-o por trás, beijou sua nuca e sussurrou no ouvido dele:
—Amanhã, meu amor… você vai sentir 25 centímetros de pau de verdade arrombando seu cu enquanto eu fico olhando e te fodo, Raúl. E depois vou te abraçar e dizer que te amo mais do que nunca. Tá pronto, minha putinha travesti?
Eduardo se virou, olhou para ela com os olhos vidrados e assentiu.
—Estou pronto… te amo… vamos fazer isso.
Eles se beijaram profundamente, selando o pacto sujo e amoroso que os unia mais do que nunca.
Chegou o dia seguinte, uma quinta-feira qualquer que parecia carregada de eletricidade em Quilmes. Miranda e Eduardo acordaram cedo, tomaram café da manhã em silêncio com as crianças, como se fosse uma manhã normal. Beijos na testa, mochilas prontas, "se comporte na escola" e "te amo muito". Subiram no carro, deixaram os três anjinhos na porta da escola com sorrisos e cumprimentos de rotina. Mas quando o portão se fechou atrás das crianças, o ar dentro do carro mudou. Miranda colocou a mão na coxa de Eduardo e apertou suavemente, encarando-o fixamente.
—Hoje é o seu dia, corno… —sussurrou—. Você vai sentir um pau de verdade arrombando sua bunda na minha frente.
Eduardo engoliu em seco, a piroca já meio dura por baixo da calça. Ele assentiu sem dizer nada.
Eles voltaram para casa em menos de quinze minutos. Mal fecharam a porta, Miranda pegou ele pela mão e levou direto para o quarto.
—Tira a roupa, sua puta travesti —ordenou com voz rouca, mas carinhosa—. Hoje você vai ficar pronta pro Norberto.
Eduardo tirou a roupa tremendo. Miranda pegou a bolsa preta da outra vez: a peruca loira platinada, o batom vermelho-sangue, o conjunto de lingerie preta transparente e as meias de rede. Sentou ele na frente do espelho e começou o ritual com devoção.
Primeiro ela depilou rapidinho as áreas que tinham crescido um pouco (púbis, ânus, coxas). Depois a maquiagem: base, sombra escura, delineador grosso, cílios postiços e o batom vermelho aplicado em camadas até os lábios ficarem inchados e brilhantes como os de uma putinha de rua.
—Olha só... que gostosa você está ficando —ela sussurrou, beijando seu pescoço enquanto colocava a peruca. As ondas loiras caíram sobre seus ombros.
Depois a lingerie: calcinha fio-dental preta que se enfiava entre as bundinhas gordas, sutiã que levantava a pouca carne do peito e fazia parecer com peitinhos falsos, meia-calça de rede que apertava suas coxas.
Quando acabou, ela o colocou de pé em frente ao espelho de corpo inteiro. Eduardo se olhou: peruca loira, lábios vermelhos, maquiagem barata de raposa, lingerie sexy abraçando seu corpo gordo e depilado. Ele parecia uma travesti gostosa e humilhada.
Miranda se ajoelhou atrás dele, puxou a calcinha até a metade das coxas e afastou suas nádegas com carinho.
—Abre só um pouquinho, meu amor… mamãe vai preparar seu cuzinho pro Norberto.
Ela pegou um frasco de lubrificante e passou uma boa quantidade nos dedos. Introduziu devagar: primeiro um, depois dois, girando, abrindo, lubrificando bem o ânus ainda sensível da sessão anterior.
—Sente... sente como eu te preparo para um pau de 25 centímetros — sussurrou, beijando suas costas. — Você vai ficar bem molhadinho e aberto pra ele entrar fácil... mas mesmo assim vai doer gostoso no começo, igual dói quando me arrombam.
Eduardo gemeu baixinho, empurrando a bunda contra os dedos dele.
—Eu te amo… te amo tanto… —murmurou.
Miranda se levantou, virou ele e beijou fundo, enfiando a língua até o fundo, saboreando o batom vermelho que se misturava entre suas bocas.
—Eu te amo, meu corno travesti… eu te amo por ser tão corajoso, por se entregar assim. Isso vai fortalecer nosso casamento mais do que qualquer coisa. Você sendo minha putinha passiva, deixando um macho te arrebentar na minha frente… e eu sendo sua esposa putinha que te observa e fica toda molhada. Somos perfeitos juntos… ninguém nos entende, mas nós sim. Eu te amo mais do que nunca, Eduardo… eu te amo enquanto te preparo pra levar rola.
Eduardo a abraçou forte, com lágrimas nos olhos maquiados.
—Eu te amo… te amo por me fazer sentir isso… por querer me ver quebrado e usado… por me amar do mesmo jeito depois. Nosso casamento é mais forte porque não tem limites… porque você é minha dona e eu sou seu corno travesti. Eu te amo, Miranda… eu te amo.
Eles se beijaram de novo, longo e profundo, até que a campainha tocou alto na casa.
Miranda se afastou com um sorriso ansioso, os olhos brilhando de excitação.
Chegaram… Raúl e Norberto.
Deu um último beijo rápido nos lábios vermelhos dela.
Fica aí, minha putinha... a mamãe vai abrir a porta.
Ela caminou até a entrada com o coração batendo forte, a buceta já encharcada sob a saia curta que havia colocado. Eduardo ficou sozinho no quarto, em pé diante do espelho, vestido de forma provocante, o cu lubrificado e aberto, tremendo de medo e excitação por sua primeira vez com um homem de verdade.
A campainha tocou de novo.
Miranda respirou fundo, sorriu com aquele sorriso lindo e perverso, e abriu a porta.
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