E aí, depois de muitos anos lendo relatos por aqui, decidi compartilhar um pedacinho da minha vida que me marcou e que até hoje sigo vivendo.
Antes de começar, peço desculpas adiantadas por qualquer erro de ortografia ou incoerência nas frases, se tiver, porque é meu primeiro relato.
Na escola, sempre fui aquele amigo que zoavam pela minha feminilidade. Apesar de eu achar que faziam isso porque gostavam de mim e eu era parte do grupo, na verdade me usavam como piada. Foram anos vivendo isso, mas a verdade é que uma hora cansa e a gente começa a imaginar cenários fictícios do que aconteceria se eu deixasse meus medos de lado e falasse abertamente sobre minha condição.
E aí, me apresento: me chamo Ariana. Por segurança não vou dizer minha idade, mas ainda tô no colégio, no último ano do ensino médio. Desde pequeno, nunca me identifiquei completamente com meu gênero de nascimento, e minha decisão de virar mulher veio com o grande impulso das novas tecnologias, onde era possível fazer a mudança de sexo. Era uma ideia que rodava na minha cabeça há muito tempo. Nunca tinha falado disso com ninguém, nem amigos, nem familiares, mas um dia decidi encarar isso. Não era feliz no meu dia a dia.
10 de outubro de 2024 - 18h30
Mãe: Filho, vem jantar
Eu: Tô indo, mãe.
Tava pronto. Era a hora de falar. Na mesa estavam minha mãe, meu pai e eu. Uma família bem tradicional, onde minha mãe cuidava da casa e meu pai trabalhava pra sustentar. Ele, militar de 40 anos, bem velha-guarda.
Eu: Pai, mãe, queria comentar uma coisa com vocês e queria que me dessem apoio. Faz tempo que não tô bem comigo mesmo.
Pai: Filho, não me assusta. O que tá acontecendo?
Eu: Pai, faz anos que percebi que não sou completamente homem. Não gosto de como me sinto e de ter que fingir todo dia algo que não sou. Recentemente, vi uma tecnologia que permite fazer mudança de sexo. Gostaria de virar mulher, é o que... que sempre desejei.
Pai: Que merda é essa com você, seu idiota? Você percebe as besteiras que saem da sua boca? Você é uma desgraça.
Minha mãe não dizia nada, só me ouvia.
Eu: Mas pai... é algo que eu que...
Pai: Cala a boca, imbecil! Você me decepcionou. Eu te dei tudo desde sempre para que você fosse uma pessoa de bem.
Naquele momento, ele se levanta da mesa e me dá um tapa. Caio no chão e, sem nada, saio correndo pela porta, assustado. Pela primeira vez que decidi confiar em alguém e me abrir, buscando ajuda, tudo deu errado. Naquele momento, toda a minha vida tinha sido arruinada. Naquela noite, tive que dormir num banco de praça, com medo de qualquer coisa que pudesse me acontecer, de olho no celular caso meu pai dissesse que errou e me pedisse para voltar para casa. Mas nunca aconteceu. A noite passou e fiquei do lado de fora.
No dia seguinte, cedo, decidi voltar para casa para conversar de novo com meus pais, esperando uma resposta diferente. Meu pai estava tomando café da manhã para ir trabalhar.
Pai: Por que voltou? Você não é mais bem-vindo aqui. Pode pegar suas coisas e cair fora.
Eu: É sério? Por que você está fazendo isso comigo? Eu sou seu filho.
Pai: Não é mais. Não te conheço.
Naquele momento, não sabia mais o que fazer. Corri para o meu quarto e me tranquei. Meu único amigo de toda a vida sempre foi meu primo, com quem compartilhei muitas coisas. Escrevi para ele pedindo que, por favor, viesse até em casa, que não aguentava mais a minha vida. Tinha pensado seriamente em me suici... ali mesmo.
Passaram uns 20 minutos, e meu primo chegou com meu tio. Eles sempre foram muito bons comigo. Chegaram em casa perguntando ao meu pai o que tinha acontecido, por que eu tinha mandado aquela mensagem para meu primo.
Tentei escutar pela porta do quarto o que eles estavam conversando. Meu pai tinha contado tudo o que aconteceu. Passaram mais alguns minutos, meu pai foi trabalhar, e ouvi passos se aproximando do meu quarto. Abri a porta, e eram meu primo e meu tio.
Tio: Oi, filho. Seu pai nos contou tudo. Não concordamos com ele, por enquanto você pode vir pra nossa casa pra gente conversar tranquilo. Primo: Se vier com a gente, não se preocupa. Pelo menos uma boa notícia, umas pessoas em que ainda podia confiar. Chegando na casa deles comi um pouco e meu tio pediu pra eu contar tudo. Contei tudo como aconteceu e falei do meu desejo de virar mulher. Tio: Alex (nome do meu primo) vai pro seu quarto, vou falar com ele sozinho. Tio: Escuta, é realmente triste tudo que aconteceu, mas entendo seu desejo, eu não tenho problema, você é meu sobrinho e vou te apoiar em tudo, pode morar aqui, com a gente. Eu: Obrigado tio, tava com medo de ficar sozinha... Tio: Não se preocupa filho, mas quero te falar uma coisa, sobre seu desejo de virar mulher, a gente tem que pensar bem, pode ter consequências graves, e você se arrepender depois. Eu: Não tio, é o que eu quero, é meu maior desejo, se me ajudar na operação faço o que você pedir, posso ajudar em casa, começar a trabalhar e te pagar por me deixar morar aqui, é o que eu quero. Tio: Não se preocupa com isso, não precisa me pagar, olha você sabe que faz anos que tô sozinho, só vivendo com seu primo, não tive tempo nem sorte com as mulheres, quero que me escute mas não se assuste, eu tô disposto a pagar tudo, a operação e deixar você morar aqui, mas em troca quero que seja minha mulher, escondido do seu primo. Meu coração congelou, quase parando, minhas mãos, minhas pernas começaram a tremer, não conseguia acreditar nas palavras que saíam da boca do meu tio, mas o que mais me restava, ninguém mais me apoiaria como ele, me dava um lar, comida, estudos e o mais importante pra mim naquele momento, a operação que tanto desejava. Eu: Mmm tio, não esperava por isso, realmente tá pedindo muito. Tio: Eu sei, mas vou te dar tudo que precisa agora, você vai poder seguir com sua vida normal, e não vou forçar nada que você não queira. Eu: Sim tio obrigado, tá bem aceito sua proposta. Tio: Vem, podemos começar agora. Eu: Agora? mas tá Alex em casa. Tio: Só vem aqui de joelhos, tô muito duro, só me dá uma chupada antes de eu ir trabalhar. Eu não acreditava em tudo que estava acontecendo, foi tudo tão rápido, mas eu tinha que fazer, é meu sonho. Naquele momento eu me ajoelho e me coloco debaixo da mesa, ele já tinha o pau pra fora, pra falar a verdade era muito grande e quase não tinha pelo. Tio: Pode começar, faz direito. Eu: Sim, tio. Eu estava nervoso, era o primeiro pau que eu via de tão perto e o primeiro que eu ia chupar, pra falar a verdade eu também tinha ficado excitado, tentava não imaginar que era meu tio, mas eu realizaria outro sonho que eu tinha, poder dar minha primeira chupada, nunca tinha praticado antes.
Ele a segurou enquanto ia enfiando o pau na minha boca, pelo que eu tinha visto era importante deixar bem babado pra escorregar melhor e dar uma sensação mais gostosa.
Tio: Porra sobrinho, que tesão de mão, dá pra ver que você curte fazer isso.
Na real não era mentira, eu tentava fazer o melhor possível pra ele gozar rápido.
Foram cerca de 7 minutos de uma chupada intensa, cada vez ele tremia mais e eu sentia que ele estava prestes a gozar.
Tio: Isso, continua assim, abre a boquinha que já vem.
Eu obedeço rapidamente.
Sentia cada gota do sêmen dele entrando na minha boca. Não esperava por isso, mas aceitei para deixá-lo feliz.
Tio: Uff, sobrinho, sério, isso foi incrível. Faz tempo que não gozo assim. Sem dúvida vou me dar muito bem com você. Bom, já tenho que ir trabalhar. Fique à vontade no quarto do seu primo, vocês vão dividir.
Cada palavra dele ecoava na minha cabeça. Ainda não acreditava em como tudo aconteceu tão rápido.
Espero que tenham gostado da primeira parte da minha história. Em breve trarei a continuação. Qualquer dúvida podem me chamar no privado ou deixar seus comentários de apoio aqui no post. Obrigado por me lerem.
Antes de começar, peço desculpas adiantadas por qualquer erro de ortografia ou incoerência nas frases, se tiver, porque é meu primeiro relato.
Na escola, sempre fui aquele amigo que zoavam pela minha feminilidade. Apesar de eu achar que faziam isso porque gostavam de mim e eu era parte do grupo, na verdade me usavam como piada. Foram anos vivendo isso, mas a verdade é que uma hora cansa e a gente começa a imaginar cenários fictícios do que aconteceria se eu deixasse meus medos de lado e falasse abertamente sobre minha condição.
E aí, me apresento: me chamo Ariana. Por segurança não vou dizer minha idade, mas ainda tô no colégio, no último ano do ensino médio. Desde pequeno, nunca me identifiquei completamente com meu gênero de nascimento, e minha decisão de virar mulher veio com o grande impulso das novas tecnologias, onde era possível fazer a mudança de sexo. Era uma ideia que rodava na minha cabeça há muito tempo. Nunca tinha falado disso com ninguém, nem amigos, nem familiares, mas um dia decidi encarar isso. Não era feliz no meu dia a dia.
10 de outubro de 2024 - 18h30
Mãe: Filho, vem jantar
Eu: Tô indo, mãe.
Tava pronto. Era a hora de falar. Na mesa estavam minha mãe, meu pai e eu. Uma família bem tradicional, onde minha mãe cuidava da casa e meu pai trabalhava pra sustentar. Ele, militar de 40 anos, bem velha-guarda.
Eu: Pai, mãe, queria comentar uma coisa com vocês e queria que me dessem apoio. Faz tempo que não tô bem comigo mesmo.
Pai: Filho, não me assusta. O que tá acontecendo?
Eu: Pai, faz anos que percebi que não sou completamente homem. Não gosto de como me sinto e de ter que fingir todo dia algo que não sou. Recentemente, vi uma tecnologia que permite fazer mudança de sexo. Gostaria de virar mulher, é o que... que sempre desejei.
Pai: Que merda é essa com você, seu idiota? Você percebe as besteiras que saem da sua boca? Você é uma desgraça.
Minha mãe não dizia nada, só me ouvia.
Eu: Mas pai... é algo que eu que...
Pai: Cala a boca, imbecil! Você me decepcionou. Eu te dei tudo desde sempre para que você fosse uma pessoa de bem.
Naquele momento, ele se levanta da mesa e me dá um tapa. Caio no chão e, sem nada, saio correndo pela porta, assustado. Pela primeira vez que decidi confiar em alguém e me abrir, buscando ajuda, tudo deu errado. Naquele momento, toda a minha vida tinha sido arruinada. Naquela noite, tive que dormir num banco de praça, com medo de qualquer coisa que pudesse me acontecer, de olho no celular caso meu pai dissesse que errou e me pedisse para voltar para casa. Mas nunca aconteceu. A noite passou e fiquei do lado de fora.
No dia seguinte, cedo, decidi voltar para casa para conversar de novo com meus pais, esperando uma resposta diferente. Meu pai estava tomando café da manhã para ir trabalhar.
Pai: Por que voltou? Você não é mais bem-vindo aqui. Pode pegar suas coisas e cair fora.
Eu: É sério? Por que você está fazendo isso comigo? Eu sou seu filho.
Pai: Não é mais. Não te conheço.
Naquele momento, não sabia mais o que fazer. Corri para o meu quarto e me tranquei. Meu único amigo de toda a vida sempre foi meu primo, com quem compartilhei muitas coisas. Escrevi para ele pedindo que, por favor, viesse até em casa, que não aguentava mais a minha vida. Tinha pensado seriamente em me suici... ali mesmo.
Passaram uns 20 minutos, e meu primo chegou com meu tio. Eles sempre foram muito bons comigo. Chegaram em casa perguntando ao meu pai o que tinha acontecido, por que eu tinha mandado aquela mensagem para meu primo.
Tentei escutar pela porta do quarto o que eles estavam conversando. Meu pai tinha contado tudo o que aconteceu. Passaram mais alguns minutos, meu pai foi trabalhar, e ouvi passos se aproximando do meu quarto. Abri a porta, e eram meu primo e meu tio.
Tio: Oi, filho. Seu pai nos contou tudo. Não concordamos com ele, por enquanto você pode vir pra nossa casa pra gente conversar tranquilo. Primo: Se vier com a gente, não se preocupa. Pelo menos uma boa notícia, umas pessoas em que ainda podia confiar. Chegando na casa deles comi um pouco e meu tio pediu pra eu contar tudo. Contei tudo como aconteceu e falei do meu desejo de virar mulher. Tio: Alex (nome do meu primo) vai pro seu quarto, vou falar com ele sozinho. Tio: Escuta, é realmente triste tudo que aconteceu, mas entendo seu desejo, eu não tenho problema, você é meu sobrinho e vou te apoiar em tudo, pode morar aqui, com a gente. Eu: Obrigado tio, tava com medo de ficar sozinha... Tio: Não se preocupa filho, mas quero te falar uma coisa, sobre seu desejo de virar mulher, a gente tem que pensar bem, pode ter consequências graves, e você se arrepender depois. Eu: Não tio, é o que eu quero, é meu maior desejo, se me ajudar na operação faço o que você pedir, posso ajudar em casa, começar a trabalhar e te pagar por me deixar morar aqui, é o que eu quero. Tio: Não se preocupa com isso, não precisa me pagar, olha você sabe que faz anos que tô sozinho, só vivendo com seu primo, não tive tempo nem sorte com as mulheres, quero que me escute mas não se assuste, eu tô disposto a pagar tudo, a operação e deixar você morar aqui, mas em troca quero que seja minha mulher, escondido do seu primo. Meu coração congelou, quase parando, minhas mãos, minhas pernas começaram a tremer, não conseguia acreditar nas palavras que saíam da boca do meu tio, mas o que mais me restava, ninguém mais me apoiaria como ele, me dava um lar, comida, estudos e o mais importante pra mim naquele momento, a operação que tanto desejava. Eu: Mmm tio, não esperava por isso, realmente tá pedindo muito. Tio: Eu sei, mas vou te dar tudo que precisa agora, você vai poder seguir com sua vida normal, e não vou forçar nada que você não queira. Eu: Sim tio obrigado, tá bem aceito sua proposta. Tio: Vem, podemos começar agora. Eu: Agora? mas tá Alex em casa. Tio: Só vem aqui de joelhos, tô muito duro, só me dá uma chupada antes de eu ir trabalhar. Eu não acreditava em tudo que estava acontecendo, foi tudo tão rápido, mas eu tinha que fazer, é meu sonho. Naquele momento eu me ajoelho e me coloco debaixo da mesa, ele já tinha o pau pra fora, pra falar a verdade era muito grande e quase não tinha pelo. Tio: Pode começar, faz direito. Eu: Sim, tio. Eu estava nervoso, era o primeiro pau que eu via de tão perto e o primeiro que eu ia chupar, pra falar a verdade eu também tinha ficado excitado, tentava não imaginar que era meu tio, mas eu realizaria outro sonho que eu tinha, poder dar minha primeira chupada, nunca tinha praticado antes.
Ele a segurou enquanto ia enfiando o pau na minha boca, pelo que eu tinha visto era importante deixar bem babado pra escorregar melhor e dar uma sensação mais gostosa.Tio: Porra sobrinho, que tesão de mão, dá pra ver que você curte fazer isso.
Na real não era mentira, eu tentava fazer o melhor possível pra ele gozar rápido.
Foram cerca de 7 minutos de uma chupada intensa, cada vez ele tremia mais e eu sentia que ele estava prestes a gozar.Tio: Isso, continua assim, abre a boquinha que já vem.
Eu obedeço rapidamente.
Sentia cada gota do sêmen dele entrando na minha boca. Não esperava por isso, mas aceitei para deixá-lo feliz.Tio: Uff, sobrinho, sério, isso foi incrível. Faz tempo que não gozo assim. Sem dúvida vou me dar muito bem com você. Bom, já tenho que ir trabalhar. Fique à vontade no quarto do seu primo, vocês vão dividir.
Cada palavra dele ecoava na minha cabeça. Ainda não acreditava em como tudo aconteceu tão rápido.
Espero que tenham gostado da primeira parte da minha história. Em breve trarei a continuação. Qualquer dúvida podem me chamar no privado ou deixar seus comentários de apoio aqui no post. Obrigado por me lerem.
6 comentários - Sou trans: meu tio e primo me comem