Miranda, a esposa safada e seu corno beta 2

Uma semana depois, o sol da tarde caía pesado sobre Quilmes e Miranda empurrava o carrinho pelos corredores do supermercado do bairro, com a lista de compras numa mão e a bunda redonda marcando sob uma legging preta justa que grudava nela como uma segunda pele. Ela usava uma camiseta larga de algodão cinza que não conseguia disfarçar totalmente o balanço dos seus peitões enormes toda vez que se abaixava para pegar algo da prateleira de baixo. Era a mamãe de sempre: sardas nas bochechas, sorriso lindo para cumprimentar as vizinhas, mas por dentro a buceta latejava com uma fome que não se saciava com a rotina.
No corredor das latas de tomate, ela bateu o carrinho no de um homem que estava parado ali, bloqueando a passagem sem perceber. "Desculpa", murmurou ela com aquela voz suave e provocante que saía sem querer. Ele se virou devagar: um pedreiro de uns 60 anos, feio daqueles que não passam despercebidos pela rusticidade. Pele curtida pelo sol e cimento, rosto enrugado com sulcos profundos, nariz grande, barba branca desalinhada de vários dias, dentes amarelados quando sorriu torto. Estava de macacão sujo de poeira e tinta, mãos grandes e calejadas manchadas de gesso, e uma barriga que esticava o tecido gasto. Cheirava a suor do dia, a tabaco e a macho velho que não anda com rodeios.
Calma, ruivinha... se você me esbarrar, eu não reclamo", ele disse com uma voz rouca e grave, olhando-a de cima a baixo sem disfarce. Seus olhos pararam nos peitos, na bunda, nas coxas grossas. Ele não era bonito, nem educado, mas tinha aquela presença pesada, animal, que fez Miranda apertar as coxas sem querer. "Você sempre compra roupa tão justinha ou é pra gente como eu reparar?
Ela riu baixinho, aquela risada sensual que fazia seus seios tremerem, e deu mais um passo para perto, deixando o carrinho entre eles como desculpa. "Eu reparo também, vovô... e você não parece tão velho a ponto de não dar conta de uma como eu." Ela manteve o olhar, verde contra marrom escuro, e sentiu o calor subir pelo pescoço. Ele não recuou; pelo contrário, chegou mais perto, invadindo seu espaço sem pedir licença.
“Olha, eu não sou desses de flores nem de papo furado, tá? Se você me der moral, vou falar na real: você tem uma bunda que pede pra ser agarrada com força e uns peitos que dão vontade de morder até você gritar. Seu marido deve ser um otário se te deixa sair sozinha assim.”
Miranda sentiu um calafrio delicioso descer direto pra buceta. Ela adorava aquela crueza, aquela falta total de filtro que o marido dela nunca teria. Eduardo era ternura, era “te amo, minha rainha”; esse cara era puro instinto sujo, e isso a deixava mais molhada do que qualquer palavra bonita. “Meu marido é um santo… mas não me satisfaz como deveria. E você… você parece ser daqueles que sabem usar o que têm”.
Ele soltou uma risada rouca, coçou a barba e encarou ela. "Amanhã à tarde tô livre. Se quiser, fodo o que te falta. Sem papo furado, sem promessas. Só pau duro e mãos que não cansam".
Ela mordeu o lábio, sentindo o fio dental grudando na sua buceta encharcada. O contraste a deixava louca: ali estava ela, com o carrinho cheio de fraldas, iogurtes pros moleques e sabão em pó, planejando uma foda suja com um pedreiro feio e velho enquanto fingia escolher entre duas marcas de macarrão. "Amanhã à tarde... na minha casa. Meu marido trabalha até as sete, e levo os meninos pra casa da vó. Vem às três. Traz vontade, porque eu vou estar pronta pra você me arrebentar".
Ela anotou o endereço num papelzinho que tirou da bolsa, roçando os dedos calejados ao entregar. Ele guardou no bolso do macacão sem parar de olhar pros peitos dela. "A gente se vê amanhã, ruivinha. Se prepara, que eu não sou de ir com calma".
Miranda terminou as compras com o coração batendo na garganta e a buceta pulsando de ansiedade. Pagou, colocou as sacolas no carro e dirigiu de volta pra casa sentindo cada solavanco como uma carícia obscena. Ao chegar, guardou tudo na geladeira com as mãos tremendo um pouco, já imaginando aquelas mãos ásperas agarrando sua bunda, aquela rola velha mas dura abrindo ela sem piedade, aquele cheiro de suor e cimento se misturando com seu perfume de baunilha.
Quando os meninos voltaram da escola, ela preparou o lanche com o sorriso de sempre, mas por dentro estava ardendo. Ligou para a sogra pedindo que ficasse com eles amanhã à tarde "porque tenho que resolver umas coisas". Tudo normal, tudo cotidiano. Mas cada vez que se mexia, sentia o atrito do fio-dental contra o clitóris inchado e soltava um suspiro.
Eduardo chegou depois das oito, cansado do trabalho, com aquele rosto doce e tímido que ela adorava. Beijou-a na bochecha, perguntou sobre o dia dela, e ela sorriu com aquele sorriso lindo e malicioso que ele conhecia tão bem. “Vem cá, amor… senta aqui comigo um pouco. Preciso te contar uma coisa que aconteceu comigo hoje… uma coisa que me deixou muito, mas muito excitada”.
Eles se sentaram no sofá da sala, com a TV de fundo em volume baixo. Miranda se aconchegou contra ele, colocou uma mão na sua coxa e começou a falar baixinho no seu ouvido, contando tudo: a batida dos carrinhos, as palavras sujas do pedreiro, como ele olhou pra ela, como a fez se sentir desejada da forma mais crua e animal. Ela descreveu a cara feia dele, o macacão sujo, a voz rouca prometendo arrebentar ela. “Amanhã ele vem aqui em casa, amor… enquanto você tá no trabalho e as crianças com sua mãe. Vou deixar ele me usar como quiser, me encher de pica velha e dura… e depois vou te esperar com a buceta pingando pra você limpar”.
Eduardo ficou corado, mas sua respiração acelerou. Miranda sentiu aquela pichinha mole endurecer debaixo da calça e começou a acariciar devagar por cima do tecido. "Gostou, corno? Fica excitado sabendo que amanhã um pedreiro feio de 60 anos vai foder sua mulher na nossa cama?
Ele balançou a cabeça, os olhos brilhando de excitação e vergonha. "Sim... eu adoro, amor. Conta mais... me diz o que você vai deixar eu fazer com você.
Miranda continuou sussurrando no ouvido dele, detalhando cada coisa suja que imaginava, enquanto o masturbava devagar por cima da calça. A casa estava em silêncio, as crianças já dormindo, e ela sentia aquela mistura perfeita de amor pelo marido e uma fome selvagem pelo que viria no dia seguinte.
Quando terminou de contar tudo, ficou ali, abraçada a ele, com a cabeça apoiada no ombro dele, a buceta encharcada e o coração batendo forte. Olhou para o relógio: faltavam menos de 24 horas. Mordeu o lábio, sorrindo na escuridão da sala.
Agora vamos esperar, meu amor... amanhã vai ser inesquecível.
E assim ficou, aconchegada contra seu corno adorado, ansiosa, com tesão, contando os minutos para que o pedreiro chegasse e a transformasse, mais uma vez, na putinha que ela carregava dentro de si.



Miranda, a esposa safada e seu corno beta 2




Na manhã seguinte, amanheceu tranquilo em Quilmes, com o sol se filtrando tímido pelas persianas entreabertas do quarto. Eram apenas oito e meia quando Miranda se levantou da cama, deixando Eduardo ainda meio dormindo sob os lençóis. Ele tinha acordado mais cedo e levado os meninos para a casa da avó, a casa tinha aquele silêncio estranho e carregado de expectativa que fazia cada barulho —a água correndo, o atrito da toalha— soar mais alto, mais íntimo.
Miranda entrou no banheiro, fechou a porta mas não trancou, porque sabia que Eduardo viria espiar, acompanhá-la com o olhar. Tirou a camiseta velha com a qual tinha dormido e se olhou no espelho: peitos pesados e cheios, mamilos já endurecidos pela excitação do dia que começava, curvas voluptuosas que pareciam ainda mais pecaminosas sob a luz suave da manhã. Abriu o chuveiro, deixou a água quente cair e entrou devagar, deixando o jato bater nas costas, nos ombros, nos peitos. Ensaboou-se com aquele gel de baunilha que tanto gostava, passando as mãos devagar pelo corpo, como se estivesse se preparando para um ritual.
Enquanto lavava a buceta com cuidado, depilando com a máquina elétrica para deixar lisinha e rosada como ela adorava, Eduardo entrou sem fazer barulho. Ficou na soleira da porta, de pijama, com a barriga aparecendo e os olhos brilhando com aquela mistura de ternura e tesão que só eles entendiam.
—Você tá uma gostosa, amor… —ele sussurrou, apoiando-se no batente da porta—. Te ver assim, se arrumando… já me deixa de pau duro só de olhar.
Miranda sorriu com aquele sorriso lindo e malicioso, virando-se um pouco para que ele visse como a água escorria por seus peitos e descia até o monte de Vênus recém-depilado.
— Você gosta, corno? — ela respondeu com a voz rouca e suave —. Tô ficando gostosa pra ele… pra aquele pedreiro feio e sujo que eu vi ontem no mercado. Te deixa excitado saber que daqui a poucas horas ele vai estar aqui, na nossa casa, me tocando com aquelas mãos sujas de cimento?
Eduardo engoliu em seco, deu mais um passo, sem entrar completamente no banheiro, como se quisesse respeitar o espaço da preparação dela mas não conseguisse resistir.
Muito… me deixa muito excitado. Pensar que aquele velho rude, com cheiro de suor e cerveja, vai entrar no nosso quarto… na cama onde nós dormimos abraçados todas as noites… e vai profaná-la. Vai enfiar o pau velho e duro dele onde eu mal posso te roçar. Vai pegar a sua bunda que eu beijo com devoção, vai morder os seus peitos que eu olho com adoração… e você vai gemer para ele como nunca gemeu para mim.
Miranda desligou a máquina de depilação por um segundo, olhou-se no espelho embaçado e passou a mão pela bucetinha lisinha, sentindo o formiguinho da expectativa.
—E isso deixa nós dois excitados, não é? —ela sussurrou, olhando-o nos olhos através do reflexo—. Eu fico molhada só de pensar que vou abrir as pernas na nossa cama de casal para um cara que não sabe meu nome completo, que não vai me dizer "te amo" nem me dar beijinhos ternos. Ele vai me tratar como uma puta barata, vai falar putaria, vai me encher de porra suja... e você, meu amor, vai chegar depois do trabalho e vai sentir tudo: o cheiro de sexo alheio nos lençóis, o sêmen seco na minha pele, a bucetinha inchada e vermelha.
Eduardo se aproximou mais, ajoelhou-se ao lado da banheira sem tocá-la, apenas observando como ela se enxaguava, como passava a esponja pelas coxas grossas.
—Sim… e eu vou adorar. Vou adorar te ver chegar na porta com o cabelo bagunçado, os peitos marcados de mordidas, a bunda vermelha de tapas… e me contar tudo com aquela voz rouca enquanto eu me ajoelho e te limpo com a língua. Porque mesmo que eu não possa te dar o que ele vai te dar, eu te amo tanto que quero que você tenha. Quero que nossa cama cheire a outro homem. Quero que toda vez que eu me deitar ao seu lado, sinta que estou dormindo no lugar onde você foi arrebentada.
Miranda fechou a água, saiu do chuveiro e se enrolou na toalha grande, mas a deixou cair um pouco para que ele visse o corpo ainda úmido e brilhante. Ela se aproximou dele, acariciou sua cabeça careca com ternura e deu um beijo suave em seus lábios.
—Eu te amo, Eduardo… por me deixar ser essa gostosa que eu tenho dentro de mim. E hoje eu vou ser ao máximo. Vou pentear meu cabelo com cachos soltos, vou colocar aquele conjunto preto de renda que te deixa louco, aquele que deixa os peitos quase pra fora e o fio dental que some entre minha bunda. Vou me perfumar com aquele cheiro doce que contrasta com o suor rançoso que ele vai trazer. E quando ele chegar… vou abrir a porta com um sorriso, vou deixar ele me olhar como se eu fosse carne fresca, e vou levar ele direto pra nossa cama.
Eduardo ergueu o olhar, com os olhos vidrados de emoção e excitação.
Faz isso, amor... faz por nós dois. E quando acabar, volta pra mim. Volta com o corpo marcado, com a buceta cheia, e deixa eu ser quem cuida de você depois. Porque isso também me deixa excitado: saber que sou o corno que espera, o que ama, o que limpa.
Miranda se agachou, deu outro beijo lento na boca dele e se levantou para ir ao quarto. Enquanto se arrumava na frente do espelho, secando o cabelo com o secador, continuou conversando com ele, que agora estava sentado na cama olhando para ela todo bobo.
—Tá vendo? Tô me arrumando toda pra outro… e você aí, me olhando, com o pau duro mesmo sendo pequeno e mole. É isso que nos une, né? O tesão de saber que vou profanar o nosso lance com um pedreiro velho e sujo… e que depois a gente vai voltar a se abraçar como sempre.
Eduardo concordou, sorrindo com aquela timidez doce que ela adorava.
—Sim… e mal posso esperar pela tarde chegar.
Miranda terminou de pentear o cabelo, passou creme nas pernas, fez uma maquiagem leve mas com lábios vermelhos que prometiam boquetes profundos, e ficou um tempo se olhando no espelho, com o coração batendo forte e a buceta já molhada sob a toalha.
A manhã seguia seu curso normal: café da manhã, mensagens para a vó confirmando que as crianças estavam bem, mas entre os dois pairava aquela eletricidade suja e compartilhada. Não havia pressa para se tocarem; o prazer estava na espera, nas palavras, em saber que em algumas horas aquela casa — seu refúgio familiar — se transformaria no palco de uma foda brutal e proibida.
E assim as horas passaram, falando baixinho, trocando olhares de cumplicidade, alimentando o fogo que queimava os dois igualmente.


Eduardo acordou cedo naquela manhã, com o estômago embrulhado por uma mistura de nervosismo, ciúmes ardentes e uma ereção que não passava nem com água fria. Vestiu a camisa passada do trabalho, olhou-se no espelho e viu sua própria cara de corno resignado e excitado. Beijou Miranda na cozinha, onde ela já estava tomando café com o cabelo solto e um roupão leve que deixava ver a renda preta do sutiã por baixo. Deu-lhe um beijo longo nos lábios, acariciou sua bochecha e sussurrou no ouvido dela:
—amor… vai lá e aproveita. Arrebenta tudo que quiser na nossa cama. Eu volto às sete e meia… e quero sentir o cheiro de tudo em você.
Miranda sorriu com aquele sorriso lindo e perverso, apertou o pau mole dele por cima da calça e respondeu baixinho:
—Eu te amo, corno. Volta com vontade de limpar.
Eduardo saiu de casa com o coração batendo forte, fechou a porta do carro e dirigiu até o escritório sentindo cada quilômetro como uma contagem regressiva. Ele sabia que em algumas horas aquela casa — seu lar, seu refúgio — iria cheirar a sexo alheio, a suor de outro homem, a porra de um desconhecido. E isso o deixou tão excitado que ele teve que se ajustar no banco, arrumando o pau na calça.
Enquanto isso, Miranda ficou sozinha. Terminou de se arrumar: vestiu o conjunto preto de renda que havia escolhido, com o sutiã que levantava seus peitos quase a ponto de transbordar e o fio dental mínimo que desaparecia entre suas nádegas carnudas. Perfumou-se com baunilha doce no pescoço, entre os seios e nas coxas, justamente para contrastar com o cheiro rançoso que ela sabia que ele traria. Olhou-se no espelho do quarto, passou as mãos pelas curvas voluptuosas e sentiu a buceta palpitar de antecipação. Baixou as persianas do quarto principal, deixou a cama de casal impecável — lençóis brancos, almofadas arrumadas — e esperou.
Às três horas em ponto, a campainha tocou. Miranda abriu a porta com o coração na garganta.
Lá estava ele: o pedreiro de 60 anos, exatamente como eu tinha visto no supermercado, só que pior. Macacão cinza sujo de pó de cimento e tinta velha, manchas de graça nas mangas, botas gastas que deixavam pegadas de lama na soleira. Ele não tinha tomado banho, isso era óbvio: cheirava forte a suor de um dia inteiro debaixo do sol, a sovaco azedo, a pé sujo enfiado naquelas botas o dia todo, a tabaco velho e a cachaça sem filtro. A barba branca desleixada tinha restos de almoço, os olhos castanhos a olharam com fome crua, e ele sorriu torto mostrando dentes amarelados.
— Cheguei, morena... Tá pronta pra eu te arrebentar? — disse sem cumprimentar, entrando como se a casa já fosse dele.
Miranda fechou a porta, sentiu o cheiro invadindo ela e a buceta ficou molhada na hora. Aquele contraste brutal — o perfume doce dela contra o fedor animal — a deixou excitada como nunca.
— Vem… direto pro quarto — ela disse com voz rouca, pegando sua mão calejada e suja, guiando-o pelo corredor até a cama de casal.
Não teve preliminares bonitos. Ele a empurrou contra a cama sem nem tirar o macacão, só baixou o zíper e puxou para fora um pau grosso, venoso, não muito longo mas duro como pedra, cheirando a suor e a dias sem lavar. Agarrou-a pelo cabelo ruivo, jogou-a de bruços sobre os lençóis brancos e arrancou-lhe o fio-dental de uma só puxada.
—Que rabo de puta você tem... grande e macio, perfeito para arrebentar — rosnou, cuspindo na própria mão e lubrificando o pau antes de enfiá-lo com um empurrão brutal na buceta encharcada da Miranda.
Ela gritou de prazer, agarrando os lençóis onde todas as noites dormia abraçada a Eduardo. Ele a fodia sem piedade, com o macacão ainda vestido, o suor escorrendo pela testa e caindo nas costas dela. O cheiro de sovaco a envolvia cada vez que ele se inclinava para morder seu pescoço, para agarrar seus peitos por cima do sutiã e apertá-los até deixar marcas vermelhas.
—Toma, rabuda casada... toma rola de pedreiro velho... seu marido corno deve ter uma piroca de merda pra você vir atrás disso — ele dizia entre gemidos, batendo na bunda dela com a mão aberta, deixando marcas vermelhas na carne cremosa.
Miranda se arqueava, gemendo como um animal, empinando a bunda para que ele entrasse mais fundo. O colchão rangia sob o peso daquele corpo robusto e suado, os lençóis se amarrotavam e se enchiam de suor e fluidos. Ele a virou, abriu suas pernas grossas e a penetrou de novo, encarando-a fixamente nos olhos.
Olha pra mim enquanto eu te encho... me diz que você gosta mais do que o pau do seu velho gordo.
—Eu gosto... eu adoro... me arrebenta, seu porco... me enche de porra rançosa —ela gemeu, cravando as unhas nos braços dele manchados de cimento.
Ele acelerou, rosnando insultos baixos e grosseiros: "vadia peituda... mãe de família e tudo, e aqui você está aberta para um velho feio como eu". Ele gozou com um rugido rouco, despejando jatos grossos e quentes dentro dela, enchendo a buceta até transbordar e começar a pingar nos lençóis brancos. Não tirou nem por um segundo; continuou metendo devagar, deixando a porra se misturar com os fluidos da Miranda.
Depois ele ficou em cima dela por um tempo, respirando pesado, suando sobre ela, o cheiro de pés e sovacos impregnando todo o quarto. Finalmente ele se levantou, enfiou o pau ainda meio mole no macacão sem se limpar, e deu uma palmada forte na bunda dela.
—Boa foda, ruivinha… se quiser mais, você sabe onde me encontrar.
Ela foi embora sem se despedir, deixando a porta entreaberta e pegadas de botas sujas no corredor.
Miranda ficou estirada na cama de casal, com as pernas abertas, a buceta inchada e escorrendo porra grossa pelas coxas, os peitos marcados por dedos sujos, o cabelo despenteado e o corpo cheirando a sexo rançoso e suor alheio. Olhou para o teto, sorriu com aquele sorriso lindo e satisfeito, e pensou em Eduardo chegando daqui a algumas horas.
Vem logo, corno... sua cama está profanada e eu estou pronta para você me limpar.
O sol começava a descer, e ela ficou ali, esperando, com o coração batendo forte e a buceta ainda pulsando de prazer sujo.



esposa




Eduardo abriu a porta da casa depois das sete e meia, com a pasta em uma mão e o coração batendo na garganta. O corredor estava em penumbra, mas do quarto principal vinha uma luz suave do abajur. O cheiro chegou primeiro: um fedor denso, masculino, rançoso — suor velho, axilas sem lavar, pés sujos, cimento e sêmen fresco misturado com o perfume doce de baunilha que Miranda usava. Era inconfundível. Seu pau mole começou a endurecer na calça antes mesmo de vê-la.
— amor... já chegou? — disse a voz rouca e satisfeita de Miranda, vinda do quarto.
Eduardo deixou a maleta no chão e caminhou devagar pelo corredor, sentindo cada passo como se estivesse pisando em solo sagrado profanado. Entrou no quarto e a encontrou exatamente como havia imaginado durante o dia inteiro no escritório: jogada na cama de casal, com os lençóis brancos amarrotados e manchados de fluidos, as pernas abertas em V, a buceta inchada, vermelha e brilhante de porra que ainda escorria lenta pelos lábios inchados e descia até o cu. O sutiã preto de renda estava torto, um peito transbordando com marcas vermelhas de dedos calejados e mordidas. O cabelo ruivo despenteado, as bochechas coradas, os lábios inchados de beijos brutos. Cheirava a sexo cru, a macho velho e sujo.
Miranda olhou para ele com aquele sorriso lindo, safado e amoroso que ela guardava só para ele, e estendeu a mão.
—Vem cá, corno meu… chega mais perto. Tava te esperando pra você me limpar.
Eduardo se aproximou tremendo, ajoelhou-se aos pés da cama como sempre fazia nesses rituais. Miranda se apoiou um pouco nos cotovelos, abriu mais as pernas e mostrou a buceta de perto: os lábios abertos, o interior rosado ainda pulsando, jatos grossos de porra branca e cremosa saindo devagar, misturados com seus próprios líquidos.
—Olha o que o velho pedreiro me deixou… —ela sussurrou com uma voz suave e quente—. Ele chegou sujo como você viu no mercado, sem tomar banho, cheirando a sovaco azedo e pés que devem estar há dias naquelas botas imundas. Me empurrou contra a cama sem nem dizer oi, arrancou meu fio dental e enfiou aquele pau grosso e veiudo de uma só vez. Me comeu como um animal, Eduardo… sem beijos carinhosos, sem carícias suaves. Agarrou meus peitos com aquelas mãos manchadas de cimento, bateu na minha bunda até deixar vermelha, e ficava dizendo “toma, raposa casada, toma pau de verdade enquanto seu corno trabalha”.
Eduardo aproximou o rosto devagar, inalando fundo aquele cheiro proibido: sêmen alheio fresco, suor rançoso, o perfume doce dela misturado com toda a sujeira. Sua língua saiu tímida no começo, lambendo o primeiro jato que escorria pelo períneo.
—Continua... me conta mais, amor —murmurou contra a sua buceta, a voz embargada pela excitação.
Miranda agarrou a cabeça careca dele com ternura, empurrando-o suave mas firmemente para que enfiasse a língua mais fundo.
Adorei o contraste, meu bem… olha só: eu, a esposa direitinha, a mãe exemplar que prepara lancheiras e dá beijo de boa noite nas crianças, com a pele perfumada, as unhas feitas, a buceta depilada e macia… e ele, um velho feio de 60 anos, robusto, mal-educado, com dentes amarelos e cheiro de macho sem lavar. Ele me xingava enquanto me socava: "vadia peituda, deixa os caras com a vovó pra um pedreiro arrombar seu cu". E eu gozava de novo e de novo, apertando o pau dele com a buceta, implorando pra ele me encher. Ele gozou dentro com um grunhido, jatos quentes e grossos que ainda sinto escorrendo… olha como tá pingando na sua boca agora.
Eduardo lambia com devoção, enfiando a língua até o fundo, saboreando aquela mistura salgada e grossa, engolindo o que podia enquanto seu pau pequeno e duro pingava na calça. Miranda gemia baixinho, acariciando sua cabeça como se estivesse mimando ele.
—Eu te amo tanto por isso, Eduardo… por me deixar ser essa putinha safada enquanto você é o marido doce que espera. Me deixou com tanto tesão me sentir usada por alguém tão oposto a você: ele rude, grosseiro, feio, cheirando a trabalho pesado e dias sem banho… e eu, a dona de casa impecável, a que passa suas camisas e te dá beijinhos na testa. Esse contraste me deixa louca. Saber que profanamos nossa cama de casal com o suor dele, o sêmen rançoso, os insultos… e que depois você vem limpar tudo com amor.
Eduardo ergueu o olhar por um segundo, com o rosto brilhando de fluidos, e murmurou:
Continua me contando... como ficou sua bunda? Doeu quando ele te deu aquelas palmadas?
Miranda deu uma risadinha suave, virou-se um pouco para mostrar as nádegas vermelhas, com marcas claras de palma aberta.
—Dói gostoso… ele me batia forte enquanto me comia de quatro, dizendo que minha bunda era para machos de verdade, não para corno gordo. E eu empurrava pra trás, pedindo mais. Ele encheu minha buceta até transbordar, e depois foi embora sem se limpar, deixando marcas de botas no corredor. Olha o lençol… ainda tá com cheiro dele.
Eduardo enfiou o rosto de novo, lambendo devagar, enfiando a língua em cada dobra, limpando cada gota enquanto Miranda continuava sussurrando detalhes safados com voz amorosa: como ele tinha mordido os peitos dela, como tinha cuspido na boca dela antes de gozar, como ela tinha gozado gritando o nome dele —Raúl— enquanto pensava nele, seu corno, esperando por ela no trabalho.
Quando quase não restava mais nada para limpar, Miranda o puxou para cima, beijou sua boca ainda com o gosto alheio, e o apertou com força contra seu corpo ainda quente e marcado.
Obrigada por me deixar ser assim, meu amor... agora vem, deita comigo nessa cama que cheira a outro homem. Amanhã a gente lava tudo... mas hoje, vamos dormir sentindo o cheiro da minha aventura.
Eduardo se aconchegou contra ela, com a cabeça entre seus peitos, inalando o cheiro misto de baunilha e sexo sujo, e murmurou:
—Eu te amo, Miranda... e eu adoro ser seu corno.
Ela acariciou as costas dele, sorrindo no escuro, com a buceta ainda sensível e o coração transbordando.






NO DIA SEGUINTE


No dia seguinte, o sol de Quilmes entrava a pleno pelas janelas da casa, iluminando a rotina que Miranda retomava como se nada tivesse acontecido. Eram nove da manhã quando ela se levantou da cama de casal, com os lençóis ainda exalando um leve cheiro de suor rançoso e sêmen seco, embora Eduardo os tivesse trocado na noite anterior, depois de limpá-la. Seu corpo voluptuoso reclamava a cada movimento: a buceta inchada e sensível, uma ardência deliciosa que lembrava cada investida brutal do pedreiro; os peitos marcados com hematomas leves de mordidas e beliscões, mamilos irritados que roçavam contra o tecido da camiseta larga que ela usava para as tarefas domésticas; a bunda vermelha e dolorida das palmadas, uma dor surda que a fazia andar com um leve gingado involuntário, como se ainda sentisse aquelas mãos calejadas agarrando-a sem piedade.
Enquanto preparava o café da manhã para as crianças — que já haviam voltado da casa da avó e corriam pela cozinha pedindo suco e torradas —, Miranda sentia as consequências físicas como uma medalha secreta de prazer sujo. Ao se abaixar para pegar o leite na geladeira, uma fisgada na buceta a fez morder o lábio, lembrando como aquela rola grossa e venosa a tinha aberto sem piedade, enchendo-a de jatos grossos que Eduardo depois tinha lambido com devoção. "Ai, que puta que eu sou", pensou com um sorriso interno, enquanto passava manteiga no pão com mãos que ainda cheiravam um pouco a baunilha misturada com sexo alheio. O clitóris pulsava baixinho, sensível ao atrito do short de algodão, e cada passo pela casa a fazia sentir a bunda ardendo, como se o pedreiro tivesse deixado sua marca invisível, mas permanente.
Diante dos vizinhos e conhecidos, Miranda era a dona de casa e mãe exemplar: aquela que levava as crianças à escola com beijos na testa, conversava sobre receitas no supermercado com as outras mães, organizava reuniões de pais com aquele sorriso lindo e caloroso que iluminava tudo. "Que família perfeita você tem, Miranda", diziam sempre, admirando como ela administrava a casa com Eduardo, o marido estável e gentil, e seus três anjinhos. Ninguém imaginava — nem poderia — que por trás daquela fachada impecável pulsava uma foxy insaciável, uma puta safada que ficava com a buceta molhada só de pensar em sexo violento e proibido. Em privado, nos momentos roubados como este, seus pensamentos se tornavam um turbilhão mórbido: ela adorava o contraste doentio de ser a mamãe responsável que trocava fraldas e preparava lanches, e ao mesmo tempo a hotwife que abria as pernas para caras feios e mal-educados, que implorava por paus suados e sêmen rançoso em sua buceta depilada.
Enquanto lavava a louça, com a água quente correndo sobre suas mãos, ela fechou os olhos por um segundo e reviveu o cheiro de sovaco e pés suados do pedreiro, como ele a tratou como uma puta barata na sua própria cama de casamento. "Sou uma mãe exemplar... mas adoro ser uma safada gostosa", pensou, sentindo um calor subir pelo ventre. A ardência na bunda a fazia apertar as coxas, imaginando como sairia de novo pra caçar, pra se deixar ser usada por caras durões que não diriam "te amo", mas sim "toma aqui, ruivinha". Aquele segredo a deixava com tesão até os ossos: por fora, a vizinha perfeita que cumprimentava com um sorriso branco; por dentro, a esposa que voltava pra casa com a buceta pingando porra alheia pro seu corno limpar. Ninguém jamais saberia... e isso a excitava mais do que tudo.
Quando os meninos saíram para brincar no quintal, Miranda se apoiou na bancada, passou a mão disfarçadamente pelo short e roçou a bucetinha inchada, gemendo baixinho. "Logo... de novo", murmurou para si mesma, com o coração acelerado e a mente cheia de pensamentos safados que contrastavam com a pilha de roupa limpa esperando para ser dobrada.



infiel






Miranda saiu naquela tarde para o supermercado do bairro em Quilmes, empurrando o carrinho com a lista de compras na mão: achocolatado para as crianças, frutas, detergente... a rotina de sempre, como a dona de casa perfeita que todos viam. Vestia uma calça jeans apertada que marcava sua bunda redonda e carnuda, e uma blusa leve que deixava ver o balanço sutil de seus peitos enormes a cada passo. A buceta ainda ardia um pouco da foda do dia anterior, um lembrete quente que a fazia andar com um rebolado involuntário, sentindo o atrito do fio dental contra o clitóris sensível.
No corredor de ferramentas e materiais de construção —porque eu sempre acabava olhando por curiosidade mórbida—, lá estava ele: Raúl, o pedreiro de 60 anos, feio e robusto como sempre, com o macacão sujo de poeira e manchas de tinta, cheirando a suor fresco do dia. Ele estava escolhendo uns pregos, mas quando a viu, largou tudo e se aproximou com aquele sorriso torto e amarelado, olhando ela de cima a baixo como se já a estivesse despindo.
— Olha quem aparece por aqui... a ruivinha peituda que deixou a buceta ser arrombada ontem — ele disse em voz baixa mas rouca, se aproximando tanto que Miranda conseguiu sentir o hálito dele com cheiro de cigarro e cerveja —. Ainda tá doendo sua bunda das palmadas, gostosa? Aposto que seu corno já lambeu toda a porra que deixei dentro de você.
Miranda sentiu um calafrio quente subir pelas costas, a buceta ficando molhada na hora debaixo do jeans. Ela manteve o olhar dele com aquele sorriso safado e lindo, inclinando-se um pouco para que os peitos ficassem mais marcados.
—Shh... tem gente, seu velho safado — ela sussurrou, mas com voz rouca e brincalhona —. Sim, você deixou minha bucetinha toda inchada e melada... meu marido limpou tudo com a língua, saboreando seu sêmen rançoso como um bom corno manso.
Raúl soltou uma risada rouca, coçou a barba branca desalinhada e olhou em volta para se certificar de que ninguém estava ouvindo, embora não se importasse muito.
—Que puta gostosa você é... adoro que seja uma mãe de família com esse corpo de raposa. Ontem você me deixou seco, corada, com essa bunda grande engolindo meu pau. Mas pensei em algo melhor pra próxima: o que acha se eu levar três amigos meus? Pedreiros como eu, velhos, feios e nojentos... um com pança grande e pau grosso que cheira a suor de dia inteiro, outro com dentes podres que vai morder seus peitos até deixar marcas, e o terceiro um careca rançoso que vai abrir seu cu enquanto os outros enchem sua boca e sua buceta. Vamos na sua casa, nos revezamos pra arrebentar você como a puta casada que é, te deixamos transbordando de porra de quatro caras sujos, cheirando a sovaco e pé encardido. Imagina: você na sua cama de casal, gritando enquanto te comemos como animais, e seu corno chega depois pra lamber a bagunça.
Miranda apertou as coxas sem perceber, a buceta pulsando forte só de imaginar: quatro caras durões, mal-educados, com cheiros fortes e mãos calejadas usando ela sem piedade, xingando ela enquanto enchiam todos os buracos. Esse tesão de ser a mamãe limpinha e direitinha por fora, e uma puta de gangbang por dentro, deixava ela a mil.
—Nossa, cara... isso parece muito gostoso, filho da puta — ela sussurrou, mordendo o lábio —. Me deixa molhadinha só de imaginar ser fodida por quatro, com paus suados e porra grossa pra todo lado... mas vou pensar. Te ligo depois e falo se aceito ou não. Se for sim, se prepara que vai ser logo.
Raúl piscou um olho de jeito safado, deu uma palmadinha disfarçada na bunda dela quando ninguém tava olhando, e sussurrou:
—Não demora, morena... meus amigos já estão de pau duro só de ouvir falar da sua bunda e dos seus peitos.
Miranda terminou as compras com as mãos um pouco trêmulas, pagou e dirigiu de volta para casa sentindo o fio dental encharcado colado na buceta. Ao chegar, guardou tudo na geladeira com a mente em outro lugar, já imaginando a cena: ela aberta na cama, quatro pedreiros suados se revezando para comê-la, xingando-a de "vaca corna" enquanto sêmen escorria pelo seu rosto e corpo. Sentou-se no sofá da sala, com o telefone na mão, mas esperou ansiosa que Eduardo chegasse do trabalho. Queria contar tudo com detalhes sujos, ver como aquele pauzinho mole ficava duro enquanto ela descrevia a proposta... e decidir juntos se aceitavam ou não aquela suruba nojenta e mórbida.
O relógio marcava as horas lentas, e ela mordia o lábio, a buceta pulsando de ansiedade, esperando seu corno para compartilhar o segredo quente.





cuckold




Miranda andava de um lado pro outro na sala da casa em Quilmes, com o telefone ainda quente na mão depois de anotar o número do Raúl. Os meninos já estavam nos quartos fazendo lição, o jantar borbulhando na cozinha, e ela sentia a buceta latejando baixinho só de pensar na proposta safada que o pedreiro tinha feito no supermercado. Eduardo chegou depois das sete, com aquele rosto cansado mas doce de sempre, largando a pasta na entrada e dando um beijo carinhoso na bochecha dela.
—Oi, amor... dia agitado? —perguntou ele, percebendo imediatamente aquele sorriso safado e ansioso no rosto lindo dela.
Miranda pegou na mão dele, levou-o até a poltrona e sentou-se de cavalinho sobre ele, sentindo seu pauzinho mole começar a endurecer sob a calça apenas com o atrito de suas coxas grossas.
—Senta aí, corno... tenho uma coisa pra te contar que deixou minha buceta toda molhada no caminho de volta do mercado — sussurrou ela com voz rouca, inclinando-se para beijar seu pescoço enquanto desabotoava o botão da camisa.
Eduardo engoliu em seco, suas mãos desajeitadas subindo pelos quadris volumosos dela, apertando aquele bumbum redondo que ainda carregava as marcas sutis da foda anterior.
—Conta pra mim, rainha... o que foi? Outro cara ficou olhando sua bunda?
Miranda soltou uma risadinha baixa, aquela gargalhada sensual que fazia seus peitos enormes tremerem contra o peito dele.
Encontrei o Raúl, o pedreiro velho e feio que me arrebentou ontem... estava sujo como sempre, cheirando a suor e cimento, e me encurralou no corredor das ferramentas. Ele disse que ontem me deixou seco com minha buceta apertada e meu cu guloso, mas que teve uma ideia melhor: quer vir em casa com três amigos dele, pedreiros como ele, velhos, robustos, nojentos... um com barrigão e rola grossa que cheira a dias sem lavar, outro com dentes podres que morderia meus peitos até deixar marcas, e um careca rançoso que me abriria o cu enquanto os outros enchem minha boca e minha buceta de porra grossa. Disse que me estourariam como a vadia casada que sou, na nossa cama de casal, se revezando pra me usar até eu escorrer porra por todos os lados.
Eduardo sentiu um puxão no pau, endurecendo ainda mais mesmo sendo pequeno e mole, e murmurou com voz trêmula:
—Nossa, Miranda... isso parece... filho da puta. Quatro caras sujos, mal-educados, cheirando a sovaco azedo e pés imundos, te fodendo na nossa casa enquanto eu tô no trabalho... e depois eu chego pra lamber a bagunça, pra sentir o gosto do leite de quatro velhos feios misturado na sua buceta inchada. Isso me deixa tão excitado só de pensar... mas você, o que você disse pra eles?
Ela mordeu suavemente o lóbulo da orelha dele, movendo-se devagar por cima para sentir o atrito.
—Eu disse que ia pensar, que ligaria pra ele pra dizer se aceito ou não... mas amor, imagina só: eu, a mamãe perfeita que leva as crianças pra escola, aberta de pernas na nossa cama, com quatro pedreiros rosnando insultos tipo "toma pau, rabuda peituda" enquanto me enchem por todos os buracos. Fico molhada só de pensar... mas é pesado, né? Quatro caras... e se me quebrarem de verdade? E se a putaria passar dos limites?
Eduardo apertou os peitos dela por cima da blusa, ofegando baixinho.
—Sim... é arriscado, mas é justamente isso que me deixa excitado. Saber que minha mulher, minha rainha limpinha e direitinha, se entrega pra quatro animais brutos que tratam ela como carne fresca... que deixam a sua buceta e o seu cuzinho escorrendo, a cara toda melada de porra... e eu, o corno gordo e tímido, lambendo tudo depois. Eu adoro a ideia, amor... mas tem que pensar bem. Você quer fazer isso? Te deixa com tanto tesão assim a ponto de arriscar?
Miranda se inclinou mais, beijando-o devagar na boca, sentindo como o debate acendia os dois.
—Me deixa louca de tesão, Eduardo... pensar em ser a putinha de vocês, em gemer enquanto vão revezando em mim... mas também me dá um pouco de medo. Vamos continuar conversando, corno... o que você acha? Aceitamos ou deixamos pra outra hora?
Eles continuaram debatendo assim, aconchegados no sofá, com as palavras sujas e o tesão flutuando no ar, sem decidir ainda, deixando a excitação crescer entre eles.


Eduardo a encarou nos olhos, com aquela expressão tímida mas ardente que só aparecia nesses momentos íntimos, enquanto suas mãos desajeitadas continuavam apertando os quadris volumosos de Miranda. Sua pichinha pequena ficava cada vez mais dura embaixo dela, pingando um pouco na calça de tanta excitação, e ele ofegava baixinho antes de falar.
—amor... eu adoraria que você se entregasse a esses desejos sujos, Miranda... imagina: quatro pedreiros velhos, feios e nojentos, com cheiro de suor e sovaco te envolvendo enquanto te arrebentam na nossa cama. Me excita pensar em você abrindo as pernas pra eles, gemendo como a gostosa que você é enquanto revezam aquelas picas grossas e suadas, enchendo sua buceta, seu cu e sua boca de porra grossa e quente. Quero que te usem sem piedade, que te insultem como "vadia peituda casada" e te deixem transbordando, com o corpo marcado por dedos calejados e mordidas... e depois eu chego em casa, sinto todo aquele caos nojento nos lençóis, e te limpo com a língua, saboreando o leite de quatro animais que te trataram como carne fresca.
Ela fez uma pausa, engolindo em seco, e acariciou os seios dela por cima da blusa, beliscando os mamilos duros.
—E eu te amo tanto por isso, minha rainha... te amo porque você é minha esposa perfeita, a mãe dos meus filhos, a que me dá beijos ternos e cuida de mim... mas também porque você carrega essa putinha suja aí dentro, essa que fica molhada com as coisas mais nojentas e proibidas. Eu adoro que você seja essa dualidade: a mamãe limpinha por fora, e a hotwife que se entrega a taras grosseiras e mal-educadas por dentro. Vamos aceitar, amor... diz que sim e deixa eles te foderem. Eu te amo ainda mais por ser assim, por me fazer o corno mais feliz do mundo.
Miranda mordeu o lábio, movendo-se devagar sobre ele, sentindo como o debate deixava os dois à beira do limite.
—Você realmente quer que eu faça isso, corno? Vamos continuar conversando... me conta mais sobre por que isso te deixa tão excitado.


Eduardo a olhou com olhos brilhantes de excitação e amor, apertando seus peitos com mãos desajeitadas mas cheias de devoção, enquanto seu pau duro pressionava contra a buceta molhada de Miranda através da roupa. Ele respirava pesado, como se as palavras saíssem de sua alma, e começou a falar baixinho em seu ouvido, com voz trêmula mas convicta.
—amor, essa experiência melhoraria nosso casamento como nada... imagina só, Miranda: você se entregando a quatro caras sujos e brutos na nossa cama, e nós saindo mais fortes disso. Primeiro, porque nos uniria mais no tesão compartilhado... você sendo a puta insaciável que fica toda molhada com paus suados e cheiros de macho, e eu o corno que te espera pra te limpar. Isso nos faz cúmplices, nos deixa com tesão juntos, lembrando que nosso amor é mais profundo que o sexo básico que já não nos satisfaz.
Ela fez uma pausa, mordendo seu pescoço macio, e continuou:
Segundo, eu daria uma apimentada na nossa rotina... com as crianças, a casa, o trabalho, tudo fica monótono, mas saber que você sai pra ser uma gostosa em grupo com pedreiros feios que te arrebentam a buceta e o cu, e que eu sei de tudo, nos mantém vivos, com tesão. Nos obriga a falar putaria como agora, a nos masturbar um pro outro contando detalhes, e isso fortalece a confiança: você me conta como te encheram de porra grossa, e eu te amo mais por ser sincera e puta.
Miranda gemeu baixinho, se mexendo por cima dele, e Eduardo continuou, agarrando sua bunda com força.
—Terceiro, me faz sentir útil como corno... não posso te dar um pau duro e grosso como eles, mas posso te dar permissão para ir atrás, e depois eu cuido de você, limpo sua buceta pingando com minha língua desajeitada. Isso me coloca no meu lugar, humilhado mas feliz, e você se sente poderosa, a hotwife rainha que tem um marido devoto. Nosso casamento se tornaria invencível: amor terno de dia, tesão doentio de noite.
Ela beijou seus lábios, enfiando a língua por um segundo, e acrescentou mais motivos:
—Quarto, eu exploraria seus limites... você adora sexo sujo, o contraste de ser a mamãe certinha com a putinha que se deixa usar por caras mal-educados. Quatro ao mesmo tempo te faria gozar que nem uma louca, gritando enquanto te enchem por todos os lados, e depois, quando eu chegar, a gente se abraça cheirando a sexo alheio, reconectando. Isso nos aproxima emocionalmente, amor... faz a gente sentir que somos um time no proibido.
Quinto, porque no final, depois do gangbang nojento, a gente voltaria pro nosso lance: você com o corpo marcado e satisfeita, eu me masturbando lembrando... e o nosso sexo, mesmo com meu pauzinho mole, ficaria mais intenso, mais carregado de memórias safadas. Seria tipo uma terapia tarada pro nosso casamento, renovando a gente.
Eduardo ficou um pouco mais corado, mas manteve o olhar fixo nos olhos verdes dela e terminou com a voz rouca:
—E por último... eu gostaria de ficar escondido no armário, amor. Ficar lá, no escuro, vendo como aqueles quatro animais te destroçam, ouvindo teus gemidos e os insultos deles... sem que eles saibam. Eu ficaria com o pau duro como nunca, me masturbando em silêncio enquanto te enchem de pica e porra... e depois saio pra te limpar. O que você acha, rainha? Vamos aceitar... por nós.
Miranda mordeu o lábio, a buceta latejando forte, e eles continuaram debatendo, o tesão subindo entre eles.


Miranda ficou olhando para Eduardo com os olhos verdes brilhando de tesão e determinação, sentindo sua buceta ficar mais molhada a cada palavra que ele dizia. Mordeu o lábio inferior, aquele sorriso lindo e perverso aparecendo, e agarrou o pau duro dele por cima da calça, apertando com suavidade mas firmeza.
—Você tem razão, corno... me convenceu. Aceito a proposta. Vou deixar aqueles quatro pedreiros sujos e feios me arrombarem como uma puta na nossa cama. Me deixa tão excitada pensar nisso... imagina: eu toda aberta, gemendo enquanto revezam paus grossos e rançosos, me enchendo de porra grossa por todos os buracos, cheirando a suor e sovacos imundos... e você assistindo tudo do armário, batendo uma em silêncio como o corno perfeito.
Eduardo ofegou, assentindo com a cabeça careca, suas mãos desajeitadas subindo pelos peitos enormes dela, apertando-os com devoção.
—Sim, amor... vamos fazer isso. Vamos planejar direitinho: que seja num domingo à tarde, quando a casa está tranquila. Mandamos as crianças para a casa dos meus pais, dizemos que é para "um tempinho de descanso nosso"... e eu me escondo no armário do quarto, com a porta entreaberta só o suficiente para ver e ouvir tudo. Só você vai saber que estou aqui, minha rainha... os pedreiros não vão desconfiar de nada. Eles vão pensar que você é uma esposa gostosa, sozinha e com fome, e eu vou estar assistindo como eles te usam sem piedade, como deixam sua buceta e seu cuzinho escorrendo de porra alheia. Já deixa meu pau duro só de imaginar... e depois eu saio para te limpar, para lamber cada gota enquanto você me conta os detalhes sujos.
Miranda se inclinou, beijando-o profundamente na boca, enfiando a língua enquanto se movia sobre ele, esfregando sua buceta encharcada contra o tecido.
Perfeito, meu amor... um domingo à tarde, com a luz entrando pela janela, eu vestida de putinha com lingerie preta enfiada no cu, esperando eles na porta. Levo direto pra nossa cama de casal, fico de quatro e digo "estraguem-me, machos... encham essa hotwife de porra rançosa". Você escondido, ouvindo meus gemidos, vendo como batem na minha bunda vermelha e mordem meus peitos... e ninguém sabe que meu corno está aí, excitado como um cachorrinho. Isso vai nos unir mais, Eduardo... vai ser nosso segredo doentio.
Ela se levantou do sofá, pegou o telefone com as mãos trêmulas de antecipação, e discou o número do Raúl enquanto o Eduardo a observava com olhos vidrados de tesão. O pedreiro atendeu no terceiro toque, com aquela voz rouca e grosseira.
—Colorada? Já pensou na minha proposta, gostosa?
Miranda sorriu, colocando no viva-voz para que Eduardo ouvisse tudo, e respondeu com uma voz rouca e cheia de tesão.
—Sim, seu velho safado... eu aceito. Traga seus três amigos pedreiros nojentos aqui no domingo à tarde, às três. Vou estar sozinha em casa, com a buceta depilada e o cu pronto pra vocês me arrombarem entre os quatro. Se preparem pra me encher de pica e porra até escorrer... mas venham com as intenções limpas, que eu vou ser a puta perfeita.
Raúl soltou uma risada grossa do outro lado.
—Beleza, puta peituda... a gente se vê no domingo. Vamos te deixar mancando de tanto andar.
Miranda desligou, virou-se para Eduardo com a buceta latejando forte, e disse:
—Pronto, corno... agora é só esperar. Esse domingo vai ser inolvidável.



esposa gostosa

1 comentários - Miranda, a esposa safada e seu corno beta 2