Me chamo Miguel, tenho 19 anos e moro com meus pais. Minha mãe se chama Ana, é uma mulher bem gostosa, com um rabão enorme e 1,60 de altura. Quando fica em casa, ela tem o costume de andar sempre vestida com pouca roupa.
Esses últimos dias tenho ficado na casa do meu amigo Jorge porque meu quarto tá em reforma. Por isso, passo mais tempo na casa dele e só vou lá em casa pra lavar roupa aos domingos. Uma sexta-feira, saindo da escola, uns amigos me chamaram pra uma festa à noite. O único problema é que eu não tinha mais roupa limpa adequada pra ir e não tive outra opção a não ser passar em casa pra pegar roupa limpa. Comentei com Jorge que passaria primeiro na minha casa e depois voltaria pra tomar banho na casa dele pra ir pra festa. Quando cheguei em casa, peguei minhas roupas que estavam na sala com minhas outras coisas enquanto terminavam a reforma. Achei estranho minha mãe não estar, pensei que talvez ela tivesse saído pra comprar alguma coisa. Na hora, me ocorreu que eu poderia tomar banho no banheiro do quarto dos meus pais, mas primeiro quis ver como meu quarto estava ficando. Ao subir, os pedreiros também não estavam trabalhando. Não dei muita importância e fui pro quarto dos meus pais. A porta estava entreaberta e, nesse momento, ouvi uns gemidos do outro lado do quarto, uma voz de homem dizendo: "Que delícia, você engole tudinho, continua assim, putinha. Quer seu leitinho, né?" E ouvi a voz da minha mãe dizendo: "Sim, me dá, me dá! Sou sua putinha!" Fiquei nervoso ouvindo aquilo. Pensei: será que meu pai chegou cedo? Mas não, aquela não era a voz dele. A curiosidade me venceu e abri a porta devagar pra não ser descoberto. E lá estava minha mãe com os pedreiros, todos pelados. Um senhor gordo sentado na beirada da cama, minha mãe no chão chupando o pau dele, e por trás outro senhor magro enfiando os dedos na buceta dela.
Fiquei desconcertado com o que via. Quanto mais ouvia os gemidos dela, mais excitado ficava, vendo dois homens usando minha mãe como um brinquedo sexual. A primeira coisa que pensei foi pegar meu celular e gravar. De repente, o homem magro tirou os dedos dela e a penetrou com o pau. Foi quando minha mãe disse: "Põe uma camisinha, estão na primeira gaveta". Ele ignorou e continuou metendo e sacando. Entre gemidos, ela repetiu, mas o homem gordo agarrou a cabeça dela e enfiou o pau na boca, dizendo: "Senhora, a senhora só precisa se preocupar em aproveitar nossos paus".
Aí ela tirou o pau dele e disse: tudo bem, podem me foder sem camisinha, mas quando forem gozar, tiram os pênis da minha buceta, é um trato senhora disse o senhor magro. Nisso, o senhor gordo deitou na cama, o senhor magro puxou o pau dele, levantou ela e ela mesma pegou com a mão o pau do senhor gordo e enfiou, minha mãe começou a subir e descer no pênis dele com movimentos bem rápidos.
O senhor gordo dizia para minha mãe... é uma tremenda puta, sabe foder muito gostoso, maldita puta, dá pra ver que é uma devoradora de paus. Ao que ela, entre gemidos, respondia... é isso mesmo amor, sou uma puta que adora paus, ouvir minha própria mãe falar isso me excitou demais, desabotoei a calça e desci o zíper e comecei a puxar meu pau vendo e ouvindo o quão puta ela era. Ficaram alguns minutos assim, até que o senhor magro disse: senhora, incline-se para frente. Ela obedeceu e o senhor branco cuspiu na sua bunda, ajustou seu pau e pouco a pouco foi enfiando no cu dela, ela gritava: filho da puta, isso dói! Enquanto ele a penetrava mais, o senhor magro respondeu: senhora, você vai gostar. Minha mãe, entre dor e prazer, disse: vai devagar, pouco a pouco. E o senhor começou a foder ela sem piedade, ela gritando dizia: eu falei devagar, cabrão, tá doendo! Não sabia se intervinha ou deixava ela sofrer, de repente seus gritos de dor pararam, lá estava minha mãe sendo fodida pelo cu e pela buceta enquanto mordia um travesseiro para não gritar.
Os pedreiros continuaram a foder ela assim por um bom tempo, trocando de posição entre eles. O surpreendente era que ela já não gritava de dor, dava pra ver uma cara de prazer e luxúria nela quanto mais a fodia. Naquele momento, o senhor gordo se levantou e ficou de pé ao lado, batendo uma enquanto o senhor magro continuava a comê-la de quatro. Ele começou a foder ela com mais velocidade e intensidade, então minha mãe tentou se soltar e entre gritos disse... "Eu te falei pra não gozar dentro, tira rápido, tira rápido...!!!". O senhor magro a segurou pelos quadris e começou a dar socadas lentas mas profundas enquanto ele gemeu com uma voz de cansaço.
Nesse momento ele a solta e vai direto contra a cama, o que o senhor gordo aproveita para subir nela e assim poder penetrá-la, e do mesmo jeito, com movimentos rápidos, eles gozam dentro dela.
Minha mãe, irritada, diz a ele: "Se já terminou, levanta". O senhor gordo obedece e ela se levanta rapidamente e vai ao banheiro, enquanto os pedreiros ficam rindo e comentando entre si: "Que puta gostosa". É aí que vejo eles começando a pegar as roupas dela que estavam no chão, então me apresso a subir minha calça e desço para a sala. Fiquei sentado no sofá, quando vejo os pedreiros saindo. Eles me veem e apenas cumprimentam: "Boa tarde, jovem. Com sua licença, vamos nos retirar". Depois, cinco minutos depois, minha mãe desce, me vê e diz: "A que horas você chegou? O que está fazendo aqui?" Só respondi: "Cheguei tem um tempo, vim buscar roupa, mas acabei dormindo no sofá". "Tá bom", ela diz. "Ei, filho, por acaso você ouviu alguma coisa?" E eu disse: "Do que você está falando?" "Nada, esquece", ela responde. Aí eu digo: "Já vou indo, tenho uma festa". "Tudo bem, se cuida", ela diz. Saí de casa e peguei um ônibus. No ônibus, lembrei das cenas e peguei meu celular para ver o que gravei. Coloquei meus fones de ouvido e dava para ouvir tudo perfeitamente. Comecei a ficar excitado de novo e pensei: "Ela é uma delícia e é uma puta tremenda, por que outros estão comendo ela e eu não?" Foi aí que mandei uma mensagem para minha mãe com o vídeo anexado, dizendo: "Depois da festa passo em casa, enquanto isso quero que você veja este vídeo". Mandei e, cinco minutos depois, ela liga para meu celular. Atendo e, com uma voz desesperada, ela diz:
Mãe: Filho, posso explicar, por favor. Seu pai não pode ver esse vídeo, isso destruiria a família.
Eu: Ok, ele não vai saber, mas preciso que você me diga uma coisa e coopere comigo. Me diz: desde quando você está transando com os pedreiros?
Mãe: Hoje foi a primeira vez.
Eu: Me diz a verdade, com quantos mais você já se envolveu?
Ela responde: Como você pode me perguntar isso? Sou sua mãe! E eu disse: Bom, então meu pai tem que saber. Aí ela falou: Com o eletricista e com o jardineiro.
Na mesma hora, voltou à minha cabeça o quanto ela é uma gostosa e a pergunta que atormentava minha mente: por que outros estão comendo ela e eu não? Bom, mãe, a partir de hoje você vai fazer o que eu mandar, se não quiser que meu pai descubra — falei sem pensar. Ela começou a chorar, dizendo: "Você quer me chantagear? O que você quer que eu faça? Se quer dinheiro, eu te dou, ou o que você quiser que eu compre, eu faço." Só respondi: "Calma, calma, preciso pensar no que eu quero. Te vejo na próxima sexta à tarde." Enquanto pensava no que eu queria, desliguei a ligação. Fiquei refletindo enquanto olhava pela janela do ônibus. Não consigo mais vê-la como mãe depois do que vi, e a verdade é que eu queria muito comer ela.
Depois que a cachorra foi infiel ao meu pai e ela viu o vídeo, tentou me ligar várias vezes ao longo da semana para justificar o que fez, mas não atendi nenhuma chamada. Eu tinha dito que a veria na sexta à tarde para dizer o que eu queria, para que ela não mostrasse o vídeo ao meu pai. O tempo estava acabando, então fui pedir ajuda e ideias ao meu amigo Jorge. Ele é meu melhor amigo e uma pessoa em quem confio infinitamente, então chegando na casa dele contei tudo. Primeiro mencionei que tinha pegado minha mãe sendo infiel ao meu pai, contando cada detalhe do que vi. Ele fez uma cara de espanto: "Amigo, não posso acreditar, sua mãe sempre foi uma mulher muito tranquila", ele disse. Peguei meu celular e mostrei o vídeo. Disse: "Eu também pensava isso dela, mas acabou que não". Contei até sobre a ligação que tive com ela depois de mandar o vídeo e que estava disposto a transformá-la na minha escrava. "Mas é sua mãe", disse Jorge. "Não, amigo, ela é uma puta", respondi. "E preciso que você me dê ideias". Aí me veio uma grande ideia. Disse a Jorge: "Ei, amigo, vou pedir que ela faça tudo o que eu mandar a partir de hoje, que seja minha escrava. O que você acha para começar? Se você me acompanhar dessa vez, tive uma ótima ideia". Ele ficou com cara de dúvida, e eu disse: "Vamos, amigo, vamos ver como isso vai ficar. Você não vai negar que também sente atração por essa puta". Jorge respondeu: "... Tudo bem, amigo, pode contar comigo, mas me conta seu plano". A isso respondi: "Estando lá, eu te conto". Chegou o dia esperado. Saímos da casa do Jorge por volta do meio-dia, rumo à minha casa. Ao chegar, minha mãe veio me receber na porta, pedindo para conversarmos sobre o que tinha acontecido. Ao ver o Jorge, ela se surpreendeu, e eu disse: "Sobre o que você quer que a gente fale?". Ela, disfarçando pela presença do meu amigo, disse: "Não, nada, pode esperar".
Bom, então vou tomar a iniciativa. Disse a ela: "Já sei o que quero em troca do meu silêncio". Ela respondeu: "Espera, isso é algo que não podemos falar na frente do seu amigo". Eu disse: "Não se preocupa, ele já sabe que você trai meu pai e que dá pra vários homens". Ela me deu um tapa e, com raiva, falou: "Sou sua mãe e me respeite! Não vou deixar que me fale dessa maneira". Aí eu empurrei ela contra a porta da casa, segurei seu pescoço com uma mão e disse: "Te irrita que eu fale a verdade, mas os homens que te comem até você ficar toda puta te dizem". Nisso, Jorge interveio e disse: "Calma, amigo, podemos conversar dentro da sua casa". E, virando para minha mãe, perguntou: "Verdade, senhora, que vai se comportar?". Ela respondeu: "Sim, é isso. Calma, filho, você precisa entender que é difícil para mim o que está acontecendo, e me deixei levar pelo impulso. Vamos entrar e conversar". Entramos e fomos direto para a sala. Minha mãe então pediu a Jorge se nos permitia um momento para conversar, ao que eu disse: "Não, ele vai ficar. Mas não se adiante. Que tal ir para a cozinha e primeiro preparar algo para a gente comer?". "De acordo, rapazes", disse ela. "Em um momento preparo algo". E foi para a cozinha. Aproveitei o momento para contar meu plano a Jorge: "Bom, amigo, a verdade é que não vou parar até torná-la minha. Mas ela não vai ceder tão fácil, então te pedi para me acompanhar para conseguir chegar até ela através de você. É simples: com você, há menos chances de ela recusar uma foda. O que você acha, amigo?". Jorge me responde: "Ela é sua mãe, não sei se seria capaz". Lembrei a ele novamente que, para mim, ela era só uma puta infiel e que, por mim, não havia problema. "Vamos, amigo, me diz que não deu vontade de foder com ela quando te mostrei o vídeo. Primeiro, vou pedir certas coisas a ela até chegar no momento em que direi para ela te dar ou mando o vídeo da traição para meu pai. Duvido que ela recuse". "E como você vai fazer para foder com ela?", pergunta Jorge, ao que respondo: "Você vai colocar uma venda nos olhos dela e eu vou me passar por você... por você… Jorge, ainda hesitante, me diz: "Tá bom, de acordo. Me diz o que devo fazer". Me levantei e disse: "Me acompanha na cozinha". Minha mãe, ao nos ver, disse que ainda não tinha terminado, mas se estávamos com muita fome, poderíamos pegar algo para petiscar. Foi quando me aproximei por trás dela e sussurrei no seu ouvido: "Vou te dizer o que quero. A partir de hoje, você será minha escrava e fará tudo que eu mandar sem dar desculpas". Ela se vira e diz: "Deixa eu explicar por que fui infiel ao seu pai". Ao que respondi: "Não vim por explicações. Deixei bem claro quando te mandei o vídeo. Vim para dizer o que quero". "Como você acha que vou virar sua escrava?" "Bom, então mandarei o vídeo para meu pai agora, e não só isso, mandarei para toda a família". "De acordo, mas temos que colocar limites e regras". "Acho que você ainda não entendeu. Os limites e regras são os que eu quiser, e você só deve se dedicar a obedecer e servir". Foi aí que ela começou a chorar. E já com raiva, digo pela última vez: "Você aceita ou não?" Ao me ver disposto a cumprir minhas palavras, entre lágrimas ela diz: "Tá bom, tá bom, aceito. O que devo fazer?" "Ótimo, assim que eu gosto. Como única regra: na primeira vez que você se negar a fazer algo que eu pedir, o acordo acaba e eu mando o vídeo. Bom, para começar, preciso da ajuda do Jorge. Amigo, pode deitar na mesa?" "De acordo, amigo", me responde Jorge, tirando as coisas da mesa e se deitando sobre ela. "Bem, mãe, pegue uma cadeira e suba em cima do Jorge na posição 69". "O que você está tramando, filho?", ela me diz. "Nada de mal, mãe, te dar o que você gosta. Só quero que você suba, tire o membro dele e ajude o Jorge com sua boca, porque ele tem tido dias muito estressantes". Ela ficou paralisada, sem saber o que fazer ou dizer, só choramingando. "Vamos, mãe, eu te ajudo a subar. Me dá sua mão, não seja tímida. Você conhece o Jorge há muito tempo". A ajudei a subir com a cadeira, ficando em cima do meu amigo. "Bem, o que está esperando, mãe? Ainda estamos com fome, e quanto mais rápido você terminar, mais rápido poderemos comer". Foi aí que ela abriu a calça dele. tirando o pau do meu amigo e com movimentos lentos começo a masturbá-lo. viu só, não é difícil, agora usa essa boquinha, ao que ela obedece e introduz o pênis na boca e começa a fazer uma mamada tremenda no meu amigo, que não perdeu tempo, levantou a saia dela e puxou a calcinha de lado enquanto lambia a buceta da minha mãe, que por sinal era toda peluda, era evidente que ela estava gostando, mesmo tentando reprimir seus gemidinhos, nos seus gestos dava pra ver o quanto ela estava adorando.
Peguei uma cenoura que estava na pia e passei para o Jorge, que sem hesitar usou para penetrar minha mãe enquanto continuava devorando a buceta dela com a boca. Isso fez com que, quanto mais rápido ele metia e tirava, ela começasse a gemer mais alto, que nem uma puta sendo fodida com uma cenoura enquanto chupava o amigo do filho. Peguei uma cadeira da mesa, coloquei de lado e sentei para ver o show. Não aguentei mais, abaixei minhas calças, tirei meu pau e comecei a me masturbar. Minha mãe só me olhava e continuava chupando o pau do meu amigo com cada vez mais intensidade, a ponto de babar que nem uma vadia, com toda a saliva escorrendo pelo pau dele.
Vamos mãe, tenta engolir tudo. Levantei do meu lugar, me aproximei dela, segurei sua cabeça e fiz ela engolir tudo, que garganta profunda tremenda, ela dava engasgos quando chegava na garganta como se fosse se afogar, até lágrimas escorriam dos seus olhos e com as mãos ela tentava que eu a soltasse. Deixava ela tomar ar e novamente segurava sua cabeça para que engolisse tudo. Nisso meu amigo não aguentou mais e gozou dentro da sua boca justo quando ela estava engolindo tudo, que até pelo nariz saía, soltei ela e ela se levantou rápido num pulo em direção à pia entre tossidas para tomar água enquanto dava pra ver que ela ainda tinha a cenoura enfiada na sua buceta e pouco a pouco ia deslizando para fora até cair no chão encharcada nos seus fluidos vaginais. Perguntei como foi, mãe, ela mal conseguia falar, você é um maldito, ela dizia. Ei, ainda deixei você chupar o pau do meu amigo, é o que você gosta, não é, ou quer que eu lembre por que chegamos nisso. Bom, não vamos discutir, disse para ela se ajoelhar e comecei a me masturbar na frente do seu rosto, me excitava ver como ela me olhava de baixo, terminei gozando na cara dela ao ver seus olhos de pervertida. Depois de recuperar as forças, disse limpe tudo isso e depois suba para seu quarto, tome um banho e se troque, coloque algo sensual que mostre bastante e uma lingerie bonita, enquanto esperamos na sala e quando estiver pronta nos avise para subir e sobre a comida não se preocupe, vamos pedir pizza.
O tempo passou, a pizza já tinha chegado e estávamos comendo na sala, até que meu amigo teve tempo de roubar umas garrafas de whisky que meu pai tinha na adega da casa. Quando o Jorge me diz: "Sua mãe tá demorando demais", nesse momento ela desce com um vestidinho preto, meia-calça preta, um decote pronunciado e as costas totalmente à mostra, toda maquiada e com uns saltos altos – até o perfume dela dava pra sentir.
Uau, ficamos de queixo caído. Ela se aproximou da gente e disse: "Posso pegar uma fatia também? Estou com um pouco de fome". Jorge rapidamente respondeu: "Claro, senhora, deixa eu servir para a senhora". "Obrigada", disse minha mãe. Sem virar para me olhar, ela falou: "Preciso te pedir uma coisa. Já entendi que tipo de escrava vou ser a partir de hoje. Só quero que você me escute por um momento. Se você quiser que eu durma com outros homens, pode mandar, não tenho problema. Mas não quero que tente fazer comigo. Vou deixar você me ver, se masturbar vendo até gozar em alguma parte do meu corpo, mas me aterroriza pensar que você peça para fazer com você".
Exatamente como imaginei, ela recusaria, mesmo eu tendo dito que não aceitaria uma recusa. Mas já tinha considerado isso. Quando ela pediu minha resposta, Jorge interveio: "Senhora, aqui está. Esquentei um pouco porque já estava esfriando. Também tomei a liberdade de trazer uma cerveja da cozinha". "Bem, mãe, o que posso dizer? Você está radiante. Vamos brindar". Jorge entregou a cerveja e nós nos servimos outro copo de uísque. "E me diga, o que devo fazer desta vez?", minha mãe pergunta enquanto bebe sua cerveja. "Como pode ver, mãe, já removemos a mesa de centro. O que você vai fazer é dançar sensual para a gente enquanto vai tirando a roupa". "Está bem, filho. Jorge, pode apagar a luz e me ajudar a acender as lâmpadas?", minha mãe diz ao meu amigo, que sem perder tempo faz isso.
A sala foi tomada por um ambiente sensual. Jorge e eu nos sentamos no sofá longo. Minha mãe então coloca uma música lenta, mas romântica, e para na nossa frente, dançando lentamente, movendo os quadris, girando devagar. Com as mãos, tocava o próprio corpo, passando sobre os seios por cima do decote até chegar à virilha, para então subir novamente até a cabeça. Pegou o vestido pelos ombros e foi deslizando para baixo, mostrando pouco a pouco sua lingerie preta. Quando o vestido chegou na sua cintura, ela se virou, dando as costas para nós, desceu pelo bumbum até passar pelas pernas, ficando empinada. deixando à mostra seu fio-dental enfiado entre as nádegas e como sua buceta ficava marcada.
Ela se levantou e foi tirando primeiro um pé e depois o outro, com um único movimento jogou seu vestido no sofá onde estávamos, se inclinou novamente subindo as mãos desde os calcanhares até sua calcinha fio, que desceu lentamente revelando toda sua buceta e ânus. Nesse momento, já com a calcinha na mão, ela se aproximou de Jorge e colocou na boca dele.
Continua Este relato pertence a: lordlunatico, Fonte: Relatos-Eroticos-Club-X
Esses últimos dias tenho ficado na casa do meu amigo Jorge porque meu quarto tá em reforma. Por isso, passo mais tempo na casa dele e só vou lá em casa pra lavar roupa aos domingos. Uma sexta-feira, saindo da escola, uns amigos me chamaram pra uma festa à noite. O único problema é que eu não tinha mais roupa limpa adequada pra ir e não tive outra opção a não ser passar em casa pra pegar roupa limpa. Comentei com Jorge que passaria primeiro na minha casa e depois voltaria pra tomar banho na casa dele pra ir pra festa. Quando cheguei em casa, peguei minhas roupas que estavam na sala com minhas outras coisas enquanto terminavam a reforma. Achei estranho minha mãe não estar, pensei que talvez ela tivesse saído pra comprar alguma coisa. Na hora, me ocorreu que eu poderia tomar banho no banheiro do quarto dos meus pais, mas primeiro quis ver como meu quarto estava ficando. Ao subir, os pedreiros também não estavam trabalhando. Não dei muita importância e fui pro quarto dos meus pais. A porta estava entreaberta e, nesse momento, ouvi uns gemidos do outro lado do quarto, uma voz de homem dizendo: "Que delícia, você engole tudinho, continua assim, putinha. Quer seu leitinho, né?" E ouvi a voz da minha mãe dizendo: "Sim, me dá, me dá! Sou sua putinha!" Fiquei nervoso ouvindo aquilo. Pensei: será que meu pai chegou cedo? Mas não, aquela não era a voz dele. A curiosidade me venceu e abri a porta devagar pra não ser descoberto. E lá estava minha mãe com os pedreiros, todos pelados. Um senhor gordo sentado na beirada da cama, minha mãe no chão chupando o pau dele, e por trás outro senhor magro enfiando os dedos na buceta dela.
Fiquei desconcertado com o que via. Quanto mais ouvia os gemidos dela, mais excitado ficava, vendo dois homens usando minha mãe como um brinquedo sexual. A primeira coisa que pensei foi pegar meu celular e gravar. De repente, o homem magro tirou os dedos dela e a penetrou com o pau. Foi quando minha mãe disse: "Põe uma camisinha, estão na primeira gaveta". Ele ignorou e continuou metendo e sacando. Entre gemidos, ela repetiu, mas o homem gordo agarrou a cabeça dela e enfiou o pau na boca, dizendo: "Senhora, a senhora só precisa se preocupar em aproveitar nossos paus".
Aí ela tirou o pau dele e disse: tudo bem, podem me foder sem camisinha, mas quando forem gozar, tiram os pênis da minha buceta, é um trato senhora disse o senhor magro. Nisso, o senhor gordo deitou na cama, o senhor magro puxou o pau dele, levantou ela e ela mesma pegou com a mão o pau do senhor gordo e enfiou, minha mãe começou a subir e descer no pênis dele com movimentos bem rápidos.
O senhor gordo dizia para minha mãe... é uma tremenda puta, sabe foder muito gostoso, maldita puta, dá pra ver que é uma devoradora de paus. Ao que ela, entre gemidos, respondia... é isso mesmo amor, sou uma puta que adora paus, ouvir minha própria mãe falar isso me excitou demais, desabotoei a calça e desci o zíper e comecei a puxar meu pau vendo e ouvindo o quão puta ela era. Ficaram alguns minutos assim, até que o senhor magro disse: senhora, incline-se para frente. Ela obedeceu e o senhor branco cuspiu na sua bunda, ajustou seu pau e pouco a pouco foi enfiando no cu dela, ela gritava: filho da puta, isso dói! Enquanto ele a penetrava mais, o senhor magro respondeu: senhora, você vai gostar. Minha mãe, entre dor e prazer, disse: vai devagar, pouco a pouco. E o senhor começou a foder ela sem piedade, ela gritando dizia: eu falei devagar, cabrão, tá doendo! Não sabia se intervinha ou deixava ela sofrer, de repente seus gritos de dor pararam, lá estava minha mãe sendo fodida pelo cu e pela buceta enquanto mordia um travesseiro para não gritar.
Os pedreiros continuaram a foder ela assim por um bom tempo, trocando de posição entre eles. O surpreendente era que ela já não gritava de dor, dava pra ver uma cara de prazer e luxúria nela quanto mais a fodia. Naquele momento, o senhor gordo se levantou e ficou de pé ao lado, batendo uma enquanto o senhor magro continuava a comê-la de quatro. Ele começou a foder ela com mais velocidade e intensidade, então minha mãe tentou se soltar e entre gritos disse... "Eu te falei pra não gozar dentro, tira rápido, tira rápido...!!!". O senhor magro a segurou pelos quadris e começou a dar socadas lentas mas profundas enquanto ele gemeu com uma voz de cansaço.
Nesse momento ele a solta e vai direto contra a cama, o que o senhor gordo aproveita para subir nela e assim poder penetrá-la, e do mesmo jeito, com movimentos rápidos, eles gozam dentro dela.
Minha mãe, irritada, diz a ele: "Se já terminou, levanta". O senhor gordo obedece e ela se levanta rapidamente e vai ao banheiro, enquanto os pedreiros ficam rindo e comentando entre si: "Que puta gostosa". É aí que vejo eles começando a pegar as roupas dela que estavam no chão, então me apresso a subir minha calça e desço para a sala. Fiquei sentado no sofá, quando vejo os pedreiros saindo. Eles me veem e apenas cumprimentam: "Boa tarde, jovem. Com sua licença, vamos nos retirar". Depois, cinco minutos depois, minha mãe desce, me vê e diz: "A que horas você chegou? O que está fazendo aqui?" Só respondi: "Cheguei tem um tempo, vim buscar roupa, mas acabei dormindo no sofá". "Tá bom", ela diz. "Ei, filho, por acaso você ouviu alguma coisa?" E eu disse: "Do que você está falando?" "Nada, esquece", ela responde. Aí eu digo: "Já vou indo, tenho uma festa". "Tudo bem, se cuida", ela diz. Saí de casa e peguei um ônibus. No ônibus, lembrei das cenas e peguei meu celular para ver o que gravei. Coloquei meus fones de ouvido e dava para ouvir tudo perfeitamente. Comecei a ficar excitado de novo e pensei: "Ela é uma delícia e é uma puta tremenda, por que outros estão comendo ela e eu não?" Foi aí que mandei uma mensagem para minha mãe com o vídeo anexado, dizendo: "Depois da festa passo em casa, enquanto isso quero que você veja este vídeo". Mandei e, cinco minutos depois, ela liga para meu celular. Atendo e, com uma voz desesperada, ela diz:Mãe: Filho, posso explicar, por favor. Seu pai não pode ver esse vídeo, isso destruiria a família.
Eu: Ok, ele não vai saber, mas preciso que você me diga uma coisa e coopere comigo. Me diz: desde quando você está transando com os pedreiros?
Mãe: Hoje foi a primeira vez.
Eu: Me diz a verdade, com quantos mais você já se envolveu?
Ela responde: Como você pode me perguntar isso? Sou sua mãe! E eu disse: Bom, então meu pai tem que saber. Aí ela falou: Com o eletricista e com o jardineiro.
Na mesma hora, voltou à minha cabeça o quanto ela é uma gostosa e a pergunta que atormentava minha mente: por que outros estão comendo ela e eu não? Bom, mãe, a partir de hoje você vai fazer o que eu mandar, se não quiser que meu pai descubra — falei sem pensar. Ela começou a chorar, dizendo: "Você quer me chantagear? O que você quer que eu faça? Se quer dinheiro, eu te dou, ou o que você quiser que eu compre, eu faço." Só respondi: "Calma, calma, preciso pensar no que eu quero. Te vejo na próxima sexta à tarde." Enquanto pensava no que eu queria, desliguei a ligação. Fiquei refletindo enquanto olhava pela janela do ônibus. Não consigo mais vê-la como mãe depois do que vi, e a verdade é que eu queria muito comer ela.
Depois que a cachorra foi infiel ao meu pai e ela viu o vídeo, tentou me ligar várias vezes ao longo da semana para justificar o que fez, mas não atendi nenhuma chamada. Eu tinha dito que a veria na sexta à tarde para dizer o que eu queria, para que ela não mostrasse o vídeo ao meu pai. O tempo estava acabando, então fui pedir ajuda e ideias ao meu amigo Jorge. Ele é meu melhor amigo e uma pessoa em quem confio infinitamente, então chegando na casa dele contei tudo. Primeiro mencionei que tinha pegado minha mãe sendo infiel ao meu pai, contando cada detalhe do que vi. Ele fez uma cara de espanto: "Amigo, não posso acreditar, sua mãe sempre foi uma mulher muito tranquila", ele disse. Peguei meu celular e mostrei o vídeo. Disse: "Eu também pensava isso dela, mas acabou que não". Contei até sobre a ligação que tive com ela depois de mandar o vídeo e que estava disposto a transformá-la na minha escrava. "Mas é sua mãe", disse Jorge. "Não, amigo, ela é uma puta", respondi. "E preciso que você me dê ideias". Aí me veio uma grande ideia. Disse a Jorge: "Ei, amigo, vou pedir que ela faça tudo o que eu mandar a partir de hoje, que seja minha escrava. O que você acha para começar? Se você me acompanhar dessa vez, tive uma ótima ideia". Ele ficou com cara de dúvida, e eu disse: "Vamos, amigo, vamos ver como isso vai ficar. Você não vai negar que também sente atração por essa puta". Jorge respondeu: "... Tudo bem, amigo, pode contar comigo, mas me conta seu plano". A isso respondi: "Estando lá, eu te conto". Chegou o dia esperado. Saímos da casa do Jorge por volta do meio-dia, rumo à minha casa. Ao chegar, minha mãe veio me receber na porta, pedindo para conversarmos sobre o que tinha acontecido. Ao ver o Jorge, ela se surpreendeu, e eu disse: "Sobre o que você quer que a gente fale?". Ela, disfarçando pela presença do meu amigo, disse: "Não, nada, pode esperar".
Bom, então vou tomar a iniciativa. Disse a ela: "Já sei o que quero em troca do meu silêncio". Ela respondeu: "Espera, isso é algo que não podemos falar na frente do seu amigo". Eu disse: "Não se preocupa, ele já sabe que você trai meu pai e que dá pra vários homens". Ela me deu um tapa e, com raiva, falou: "Sou sua mãe e me respeite! Não vou deixar que me fale dessa maneira". Aí eu empurrei ela contra a porta da casa, segurei seu pescoço com uma mão e disse: "Te irrita que eu fale a verdade, mas os homens que te comem até você ficar toda puta te dizem". Nisso, Jorge interveio e disse: "Calma, amigo, podemos conversar dentro da sua casa". E, virando para minha mãe, perguntou: "Verdade, senhora, que vai se comportar?". Ela respondeu: "Sim, é isso. Calma, filho, você precisa entender que é difícil para mim o que está acontecendo, e me deixei levar pelo impulso. Vamos entrar e conversar". Entramos e fomos direto para a sala. Minha mãe então pediu a Jorge se nos permitia um momento para conversar, ao que eu disse: "Não, ele vai ficar. Mas não se adiante. Que tal ir para a cozinha e primeiro preparar algo para a gente comer?". "De acordo, rapazes", disse ela. "Em um momento preparo algo". E foi para a cozinha. Aproveitei o momento para contar meu plano a Jorge: "Bom, amigo, a verdade é que não vou parar até torná-la minha. Mas ela não vai ceder tão fácil, então te pedi para me acompanhar para conseguir chegar até ela através de você. É simples: com você, há menos chances de ela recusar uma foda. O que você acha, amigo?". Jorge me responde: "Ela é sua mãe, não sei se seria capaz". Lembrei a ele novamente que, para mim, ela era só uma puta infiel e que, por mim, não havia problema. "Vamos, amigo, me diz que não deu vontade de foder com ela quando te mostrei o vídeo. Primeiro, vou pedir certas coisas a ela até chegar no momento em que direi para ela te dar ou mando o vídeo da traição para meu pai. Duvido que ela recuse". "E como você vai fazer para foder com ela?", pergunta Jorge, ao que respondo: "Você vai colocar uma venda nos olhos dela e eu vou me passar por você... por você… Jorge, ainda hesitante, me diz: "Tá bom, de acordo. Me diz o que devo fazer". Me levantei e disse: "Me acompanha na cozinha". Minha mãe, ao nos ver, disse que ainda não tinha terminado, mas se estávamos com muita fome, poderíamos pegar algo para petiscar. Foi quando me aproximei por trás dela e sussurrei no seu ouvido: "Vou te dizer o que quero. A partir de hoje, você será minha escrava e fará tudo que eu mandar sem dar desculpas". Ela se vira e diz: "Deixa eu explicar por que fui infiel ao seu pai". Ao que respondi: "Não vim por explicações. Deixei bem claro quando te mandei o vídeo. Vim para dizer o que quero". "Como você acha que vou virar sua escrava?" "Bom, então mandarei o vídeo para meu pai agora, e não só isso, mandarei para toda a família". "De acordo, mas temos que colocar limites e regras". "Acho que você ainda não entendeu. Os limites e regras são os que eu quiser, e você só deve se dedicar a obedecer e servir". Foi aí que ela começou a chorar. E já com raiva, digo pela última vez: "Você aceita ou não?" Ao me ver disposto a cumprir minhas palavras, entre lágrimas ela diz: "Tá bom, tá bom, aceito. O que devo fazer?" "Ótimo, assim que eu gosto. Como única regra: na primeira vez que você se negar a fazer algo que eu pedir, o acordo acaba e eu mando o vídeo. Bom, para começar, preciso da ajuda do Jorge. Amigo, pode deitar na mesa?" "De acordo, amigo", me responde Jorge, tirando as coisas da mesa e se deitando sobre ela. "Bem, mãe, pegue uma cadeira e suba em cima do Jorge na posição 69". "O que você está tramando, filho?", ela me diz. "Nada de mal, mãe, te dar o que você gosta. Só quero que você suba, tire o membro dele e ajude o Jorge com sua boca, porque ele tem tido dias muito estressantes". Ela ficou paralisada, sem saber o que fazer ou dizer, só choramingando. "Vamos, mãe, eu te ajudo a subar. Me dá sua mão, não seja tímida. Você conhece o Jorge há muito tempo". A ajudei a subir com a cadeira, ficando em cima do meu amigo. "Bem, o que está esperando, mãe? Ainda estamos com fome, e quanto mais rápido você terminar, mais rápido poderemos comer". Foi aí que ela abriu a calça dele. tirando o pau do meu amigo e com movimentos lentos começo a masturbá-lo. viu só, não é difícil, agora usa essa boquinha, ao que ela obedece e introduz o pênis na boca e começa a fazer uma mamada tremenda no meu amigo, que não perdeu tempo, levantou a saia dela e puxou a calcinha de lado enquanto lambia a buceta da minha mãe, que por sinal era toda peluda, era evidente que ela estava gostando, mesmo tentando reprimir seus gemidinhos, nos seus gestos dava pra ver o quanto ela estava adorando.
Peguei uma cenoura que estava na pia e passei para o Jorge, que sem hesitar usou para penetrar minha mãe enquanto continuava devorando a buceta dela com a boca. Isso fez com que, quanto mais rápido ele metia e tirava, ela começasse a gemer mais alto, que nem uma puta sendo fodida com uma cenoura enquanto chupava o amigo do filho. Peguei uma cadeira da mesa, coloquei de lado e sentei para ver o show. Não aguentei mais, abaixei minhas calças, tirei meu pau e comecei a me masturbar. Minha mãe só me olhava e continuava chupando o pau do meu amigo com cada vez mais intensidade, a ponto de babar que nem uma vadia, com toda a saliva escorrendo pelo pau dele.
Vamos mãe, tenta engolir tudo. Levantei do meu lugar, me aproximei dela, segurei sua cabeça e fiz ela engolir tudo, que garganta profunda tremenda, ela dava engasgos quando chegava na garganta como se fosse se afogar, até lágrimas escorriam dos seus olhos e com as mãos ela tentava que eu a soltasse. Deixava ela tomar ar e novamente segurava sua cabeça para que engolisse tudo. Nisso meu amigo não aguentou mais e gozou dentro da sua boca justo quando ela estava engolindo tudo, que até pelo nariz saía, soltei ela e ela se levantou rápido num pulo em direção à pia entre tossidas para tomar água enquanto dava pra ver que ela ainda tinha a cenoura enfiada na sua buceta e pouco a pouco ia deslizando para fora até cair no chão encharcada nos seus fluidos vaginais. Perguntei como foi, mãe, ela mal conseguia falar, você é um maldito, ela dizia. Ei, ainda deixei você chupar o pau do meu amigo, é o que você gosta, não é, ou quer que eu lembre por que chegamos nisso. Bom, não vamos discutir, disse para ela se ajoelhar e comecei a me masturbar na frente do seu rosto, me excitava ver como ela me olhava de baixo, terminei gozando na cara dela ao ver seus olhos de pervertida. Depois de recuperar as forças, disse limpe tudo isso e depois suba para seu quarto, tome um banho e se troque, coloque algo sensual que mostre bastante e uma lingerie bonita, enquanto esperamos na sala e quando estiver pronta nos avise para subir e sobre a comida não se preocupe, vamos pedir pizza.
O tempo passou, a pizza já tinha chegado e estávamos comendo na sala, até que meu amigo teve tempo de roubar umas garrafas de whisky que meu pai tinha na adega da casa. Quando o Jorge me diz: "Sua mãe tá demorando demais", nesse momento ela desce com um vestidinho preto, meia-calça preta, um decote pronunciado e as costas totalmente à mostra, toda maquiada e com uns saltos altos – até o perfume dela dava pra sentir.
Uau, ficamos de queixo caído. Ela se aproximou da gente e disse: "Posso pegar uma fatia também? Estou com um pouco de fome". Jorge rapidamente respondeu: "Claro, senhora, deixa eu servir para a senhora". "Obrigada", disse minha mãe. Sem virar para me olhar, ela falou: "Preciso te pedir uma coisa. Já entendi que tipo de escrava vou ser a partir de hoje. Só quero que você me escute por um momento. Se você quiser que eu durma com outros homens, pode mandar, não tenho problema. Mas não quero que tente fazer comigo. Vou deixar você me ver, se masturbar vendo até gozar em alguma parte do meu corpo, mas me aterroriza pensar que você peça para fazer com você".Exatamente como imaginei, ela recusaria, mesmo eu tendo dito que não aceitaria uma recusa. Mas já tinha considerado isso. Quando ela pediu minha resposta, Jorge interveio: "Senhora, aqui está. Esquentei um pouco porque já estava esfriando. Também tomei a liberdade de trazer uma cerveja da cozinha". "Bem, mãe, o que posso dizer? Você está radiante. Vamos brindar". Jorge entregou a cerveja e nós nos servimos outro copo de uísque. "E me diga, o que devo fazer desta vez?", minha mãe pergunta enquanto bebe sua cerveja. "Como pode ver, mãe, já removemos a mesa de centro. O que você vai fazer é dançar sensual para a gente enquanto vai tirando a roupa". "Está bem, filho. Jorge, pode apagar a luz e me ajudar a acender as lâmpadas?", minha mãe diz ao meu amigo, que sem perder tempo faz isso.
A sala foi tomada por um ambiente sensual. Jorge e eu nos sentamos no sofá longo. Minha mãe então coloca uma música lenta, mas romântica, e para na nossa frente, dançando lentamente, movendo os quadris, girando devagar. Com as mãos, tocava o próprio corpo, passando sobre os seios por cima do decote até chegar à virilha, para então subir novamente até a cabeça. Pegou o vestido pelos ombros e foi deslizando para baixo, mostrando pouco a pouco sua lingerie preta. Quando o vestido chegou na sua cintura, ela se virou, dando as costas para nós, desceu pelo bumbum até passar pelas pernas, ficando empinada. deixando à mostra seu fio-dental enfiado entre as nádegas e como sua buceta ficava marcada.
Ela se levantou e foi tirando primeiro um pé e depois o outro, com um único movimento jogou seu vestido no sofá onde estávamos, se inclinou novamente subindo as mãos desde os calcanhares até sua calcinha fio, que desceu lentamente revelando toda sua buceta e ânus. Nesse momento, já com a calcinha na mão, ela se aproximou de Jorge e colocou na boca dele.
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