Fala, parceiros! Depois de um tempão, voltei a escrever aqui na página, nem sei por que motivo parei, mas hoje bateu vontade de continuar. Quem já leu meus relatos sabe que tô contando aos poucos umas paradas que a putinha da minha namorada foi confessando, e aqui vou com mais um...
Minha mina me confessou que vivia dando uns perdidos de noite, seja pra sair com a amiga ou, bem, pra se encontrar com alguém. Segundo ela mesma, em algum momento, disse que era viciada em sexo e por isso se via com uns caras. Numa dessas noites com a amiga, elas se juntaram na casa dela pra beber com uns conhecidos que ambas conheciam. Óbvio que ela nunca me falava que tava com a amiga, sei lá por quê, mas fazia. Naquela noite de álcool e música, enquanto as horas passavam e tudo ia ficando fora de controle, ela começou a dançar com o Marcos, um cara que conhecia há anos. Entre dança e roçadas, o negócio esquentou de verdade. Minha namorada, com álcool no sangue, é bem putinha.
O Marcos começou a tocar e beijar ela, sabendo que tava fácil. Ele já conhecia a casa da amiga e sabia onde ficava o quarto dela, então chamou ela pra subir. Ela, claro, aceitou. Avisou a amiga e os dois subiram pra ficar na tranquilidade, sozinhos. Mal subiram, ele já comeu a boca dela ali mesmo, e ela se entregou nos beijos. Minha mina já tava toda molhada antes de subir pro quarto. O Marcos começou a passar a mão na buceta dela, e ela gemia de prazer, a buceta começando a ficar toda encharcada. Minha namorada não ficou atrás e começou a passar a mão na pica dele por cima da calça, fazendo ela ficar bem dura. Na mesma hora, ela se ajoelhou, puxou a pica dele pra fora e começou a chupar, engolindo tudo até o fundo, enquanto ele segurava o cabelo dela e também apertava a garganta. Minha mina engasgava, mas não parava de chupar aquela pica que já tinha comido várias vezes antes. O Marcos levantou ela do chão, puxou a calça dela junto com a calcinha fio dental, cuspiu na buceta dela — embora nem precisasse, porque já tava molhadíssima. Molhada e assim mesmo, sem camisinha nem nada, ele enfiou a rola até o fundo e começou a meter bem forte na minha namorada, que tava adorando aquela pirocada violenta que ele dava nela. Ela apoiada na mesa da TV da amiga e ele por trás penetrando ela selvagemente. Ficaram assim por um tempo até que a posição cansou eles e decidiram ir pra cama. Ele deitou e ela montou nele na hora, enfiando a rola na buceta molhada dela que já tava quase gozando. Ela sentou nele por um bom tempo até sentir que ele não aguentava mais e perguntou se ele tava perto, e Marcos respondeu que sim. Então ela mandou ele meter rápido, e Marcos começou a comer ela do jeito que ela pediu até a rola dele explodir dentro dela, enchendo ela de porra bem quentinha. Minha namorada continuou se mexendo porque agora era a vez dela gozar. Ela rebolou e rebolou até gozar também. Os dois, ofegantes, ficaram ali se rindo e se beijando um pouco até ela se levantar e sair de cima dele. A buceta dela ia escorrendo porra pelas pernas enquanto faziam piadas sobre o momento. Quando ela se limpou e decidiram descer, ao sair do quarto, ouviam gemidos lá de baixo. Quando espiaram pela escada pra ver o que rolava, viram a amiga transando no sofá de baixo... No próximo relato, vou contar o que aconteceu depois que eles viram aquela situação, porque não parou por aí. Valeu pra quem gosta de ler, porque a verdade é que adoro escrever esse tipo de material e me deixa muito excitado fazer isso. Tô aprendendo aos poucos a narrar e deixar os relatos bem quentes, mas tudo que escrevo aqui é totalmente real, e isso me deixa com um tesão danado. Obrigado e até a próxima.
Minha mina me confessou que vivia dando uns perdidos de noite, seja pra sair com a amiga ou, bem, pra se encontrar com alguém. Segundo ela mesma, em algum momento, disse que era viciada em sexo e por isso se via com uns caras. Numa dessas noites com a amiga, elas se juntaram na casa dela pra beber com uns conhecidos que ambas conheciam. Óbvio que ela nunca me falava que tava com a amiga, sei lá por quê, mas fazia. Naquela noite de álcool e música, enquanto as horas passavam e tudo ia ficando fora de controle, ela começou a dançar com o Marcos, um cara que conhecia há anos. Entre dança e roçadas, o negócio esquentou de verdade. Minha namorada, com álcool no sangue, é bem putinha.
O Marcos começou a tocar e beijar ela, sabendo que tava fácil. Ele já conhecia a casa da amiga e sabia onde ficava o quarto dela, então chamou ela pra subir. Ela, claro, aceitou. Avisou a amiga e os dois subiram pra ficar na tranquilidade, sozinhos. Mal subiram, ele já comeu a boca dela ali mesmo, e ela se entregou nos beijos. Minha mina já tava toda molhada antes de subir pro quarto. O Marcos começou a passar a mão na buceta dela, e ela gemia de prazer, a buceta começando a ficar toda encharcada. Minha namorada não ficou atrás e começou a passar a mão na pica dele por cima da calça, fazendo ela ficar bem dura. Na mesma hora, ela se ajoelhou, puxou a pica dele pra fora e começou a chupar, engolindo tudo até o fundo, enquanto ele segurava o cabelo dela e também apertava a garganta. Minha mina engasgava, mas não parava de chupar aquela pica que já tinha comido várias vezes antes. O Marcos levantou ela do chão, puxou a calça dela junto com a calcinha fio dental, cuspiu na buceta dela — embora nem precisasse, porque já tava molhadíssima. Molhada e assim mesmo, sem camisinha nem nada, ele enfiou a rola até o fundo e começou a meter bem forte na minha namorada, que tava adorando aquela pirocada violenta que ele dava nela. Ela apoiada na mesa da TV da amiga e ele por trás penetrando ela selvagemente. Ficaram assim por um tempo até que a posição cansou eles e decidiram ir pra cama. Ele deitou e ela montou nele na hora, enfiando a rola na buceta molhada dela que já tava quase gozando. Ela sentou nele por um bom tempo até sentir que ele não aguentava mais e perguntou se ele tava perto, e Marcos respondeu que sim. Então ela mandou ele meter rápido, e Marcos começou a comer ela do jeito que ela pediu até a rola dele explodir dentro dela, enchendo ela de porra bem quentinha. Minha namorada continuou se mexendo porque agora era a vez dela gozar. Ela rebolou e rebolou até gozar também. Os dois, ofegantes, ficaram ali se rindo e se beijando um pouco até ela se levantar e sair de cima dele. A buceta dela ia escorrendo porra pelas pernas enquanto faziam piadas sobre o momento. Quando ela se limpou e decidiram descer, ao sair do quarto, ouviam gemidos lá de baixo. Quando espiaram pela escada pra ver o que rolava, viram a amiga transando no sofá de baixo... No próximo relato, vou contar o que aconteceu depois que eles viram aquela situação, porque não parou por aí. Valeu pra quem gosta de ler, porque a verdade é que adoro escrever esse tipo de material e me deixa muito excitado fazer isso. Tô aprendendo aos poucos a narrar e deixar os relatos bem quentes, mas tudo que escrevo aqui é totalmente real, e isso me deixa com um tesão danado. Obrigado e até a próxima.
1 comentários - Minha namorada troca com a amiga