la sexi abogada que descubre el sexo violento

Eu tinha uma consulta com um cliente que já tinha saído da cadeia graças a mim. O crime era estupro, o caso era por abusar de uma das funcionárias dele numa festa da empresa. Ele pagava muito bem, mas ao ler o processo, algo me excitou, saber como aquela mulher foi drogada, a roupa dela rasgada com violência... isso dentro de mim me esquentou. E uma morbidez pelo não consentido cresceu dentro de mim.la sexi abogada que descubre el sexo violentoEu estava muito excitada e o tesão do expediente fez com que eu passasse a mão na buceta algumas vezes, mas eu tinha que manter a compostura, tinha que me encontrar com ele num restaurante, mas de última hora ele me chamou na casa dele, um lugar grande e o tempo todo ele não parava de olhar pra minha blusa, depois da comida, eu me senti tonta, sem vontade, mas muito quente, ele colocou algo na minha bebida, pegou na minha mão e me levou pro quarto dele.oficinaEu arranco a blusa de forma brusca, arrebentando os botões, dizendo que hoje você será minha, doutora, e com o que acabei de te pagar, não poderá me denunciar. Eu não tinha mais controle sobre mim e o que ele tinha colocado na minha bebida estava me deixando muito excitada, já estava ficando molhada. De repente, ele me joga na cama e eu fico de quatro, enquanto ele admira minha bunda.estuprode repente me agarra pela cintura, me levanta com um movimento, arrebenta todos os botões da minha blusa, levanta minha saia, abaixa meu sutiã e começa a devorar meus peitos com fome, lambia eles e eu, toda excitada, só gemendo enquanto ele dizia: que peitos gostosos você tem, doutora, cada vez que ele chupava eu ficava mais excitada, não conseguia me controlar, ele me tinha sob seu controle, lambia meus peitos, tocava minha buceta, já molhada, e eu não podia fazer nada além de gemer e dizer não por favor não, me deixa ir pra casa, enquanto ele lambia meu peito, me dizia: você é minha escrava, de hoje em diante e pra sempre, quando eu quiser, onde eu quiser e como eu quiser você será minha, eu só dizia não por favoooooooooor, eu tenho um namorado, ele me dizia: você tem um namorado mas eu sou seu dono, seu amo, hoje eu te droguei mas logo você fará isso por sua própria vontade.violentoEle me colocou de quatro novamente, rasgou minhas meias como um animal, me deu uns tapas na bunda, dizendo "safada, muito safada, doutora, você se comportou mal, seu dono vai te castigar". Eu só dizia "não, por favoooooor, para, me deixa ir" e ele dizia "não, você é minha escrava, meu brinquedo, um brinquedo caro, você pertence a mim e a mais ninguém, agora sua vontade é minha". Eu pedia clemência, que me deixasse ir, ele estava me violentando, como no caso daquela garota, mas comigo ele fazia melhor. Ele me virou de frente, abriu minhas pernas e pelas minhas calcinhas e meias rasgadas encontrou uma abertura para chegar até minha buceta molhada, começou a lamber, eu não conseguia dizer nada além de gemer.harcoreEu apertava meus dentes para que ele não percebesse o quanto eu estava gostando, mas no final não aguentei mais, e meus gemidos de prazer escaparam da minha boca. Eu pedia mais, siiiiiiiiiiii, assim siiiiiiiiiii, não para, come tudo, continua assim... Não resisti mais, eu disse: sou sua escrava, sua puta, sua raposa. Ao ouvir isso, ele parou de chupar minha buceta e enfiou o pau sem nenhuma contemplação. Ele me dizia: agora sim você é minha escrava. Eu já tinha perdido toda a vontade, só conseguia aproveitar como ele me fodia. As palavras sujas que ele dizia me deixavam ainda mais excitada: você é meu amo, meu dono, e eu sua escrava submissa. Depois ele disse: era assim que eu queria ver a doutora, escrava dos meus desejos.rubiatetonaele não parava de me arrombar como um touro e eu só gemendo e pedindo mais e mais, e ele estava disposto a me dar tudo de um jeito e de outro, de pernas abertas lá estava eu, curtindo uma humilhação, minha dignidade no chão, reduzida a uma vadia qualquer, que só pedia mais pica, gemendo e gemendo com minha roupa em farrapos, me odiava tanto por curtir aquilo, me degradava, passar de advogada a escrava sexual.dominadasem minha dignidade nem meu orgulho, comecei a cavalgá-lo, não tinha controle, só queria prazer, sentava e levantava, movia meu quadril em círculos. Gemia e gritava: sou sua puta, você é meu dono, sou sua, sua puta formada, a mais puta da cidade. Ele me dizia: você gosta de ser estuprada, como uma vadia de rua. Eu dizia: sim, me estupra de novo e de novo, você é meu amo, meu dono, meu corpo é seu, eu não tenho vontade.la sexi abogada que descubre el sexo violentoAcabo enfiando o pau dele na minha boca, movendo pra frente e pra trás. Ele segurava minha cabeça, me fodendo pela boca, e eu não podia fazer nada. Só deixar a baba escorrer pelo céu da boca. Era tão grande que machucava minha garganta, e mesmo assim eu pedia mais.oficinaEle gozou dentro da minha boca, e quando tirou, outra parte do esperma escorreu pelos meus peitos e pelo meu peito.estuproquase me odiei tanto por gostar de como fui estuprada, reduzida a uma simples puta, mas devia me odiar ainda mais porque agora sou sua escrava e ele me controla como um animal de estimação, uma mascote que gosta de sexo e de ser dominada. Mas no dia seguinte estou como se nada tivesse acontecido, na minha sala esperando um novo cliente para atender.

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