Recebi algumas sugestões pedindo pra eu ser mais explícita no meu relato, então vou tentar atender os pedidos. Como já comentei antes, teve uns polvinhos de emergência com o Ezequiel, meu filho. Num domingo, notei que ele tava a mil e decidi descarregar ele. Como boa mãe, preparei a bolsa do bebê, não coloquei fralda nem creminho porque ele já não usa, mas sim duas toalhas e uma lona pra não sujar o banco de trás da caminhonete. Mandei ele tomar banho e falei pra vir de bermuda, sem cueca nem tênis, porque aonde a gente ia não precisava do incômodo de abrir o jeans nem tirar o tênis. Saímos pra estrada e no desvio certo peguei a rua de terra onde não tem casa e só dava pra ver o autódromo velho fechado. Encontrei os eucaliptos e duas caminhonetes me indicaram que aquele era o lugar. Seguindo os conselhos do Marcelo, procurei uma saída diferente da entrada e estacionei atrás de um eucalipto. Me aproximei e comi a boca dele. O espectante era o começo, ele só respondia a estímulos e ordens. Dei risada e fiz sinal pra ele ir pro banco de trás. Cada um abriu sua porta, recuamos os bancos da mochila, tirei os lençóis velhos e estendi pra preservar o estofado. Notei que os vizinhos tinham tampado a placa e pensei: sempre tem coisa nova pra aprender! Ele sentado esperando instruções (tava em pleno treinamento). Eu desabotoei a chemise (o vestido mais confortável pra trepar no carro) e me deitei esperando ele fazer o mesmo por cima de mim. Uns beijinhos e ele já foi pegar minhas tetas com a mesma desesperação de quando era bebê. (Amamentei ele por dois anos, apesar das broncas das pediatras.) Deixei, tinha que deixar, tinha que aprender. Eu curtia a inexperiência dele e o corpinho em formação. Não queria ser a professora puta, queria ser a mãe formadora. Fui colocando ele na posição e chupei a pica dele, algo que ainda o envergonhava e ele resistia, mas eu gozava em vencer essa resistência e no final obrigar ele a gozar na minha boca. Engolia devagar e Afundava entre meus peitos de novo pra que a vergonha não atrapalhasse o clima de sexo que a gente precisava ter. Quando já senti o tesão desesperado dele de novo, guiei ele pra minha buceta. Apoiei meu corpo no encosto do banco do motorista e, empinando minha bunda, ele foi entendendo onde e como me comer. Ainda tateando, ia encontrando a portinha que meus fluidos de cachorra no cio já tinham preparado. E sentindo a baba dele molhando minhas costas, ele se mexia, talvez imitando algum vídeo pornô, até que eu sentia as batidas que indicavam a gozada dele. Mamãe já com o lencinho pronto limpava o que minha roça escorria e as últimas gotas da porra dele. Com os quatro vidros abertos pra ventilar, parti pro Open Sport pra comprar alguma oferta esportiva e justificar nossa saída pro pai.
3 comentários - Na chata, no bosque com meu filho