Ter esse cargo de poder é uma vantagem enorme, o único cuidado é ser discreto, saber como e quando pressionar. Isso é como a Roma Antiga: você tem o que quer na hora que quer e comanda uma grande congregação. Me dá a vantagem de ter quem eu quiser quando eu quiser. Não posso ter uma vida social nem ser visto em público com elas, mas posso levá-las discretamente pra um hotel e comprar uns presentinhos pra deixá-las felizes.
Essa fla quita me deixava louco há dias, era muito atenciosa, nos meus sermões sempre na frente, recatada, sempre com vestidos curtos. Demorei um tempo, mas no fim consegui convencer ela. Naquele dia, marquei num hotel. Dessa vez ela tava com roupa ousada. Quando chegou, já peguei na mão dela e coloquei no meu pau. Tirei a roupa dela, sentei na cama e mandei ela chupar meu pau.
Minha garota engolia meu pau com doçura, aquele olhar de menina mimada que hoje está chupando um bombom. Assim, minha garota, assim ela chupava de um jeito doce e meigo, mas ao mesmo tempo forte, e finalizava com a carinha dela me olhando no chão, ajoelhada na minha frente, sua missa indefesa, como uma concubina para seu imperador.
Coloquei ela de quatro, me deliciei abrindo aquela bunda fina mas bem formada, uma mulher de 20 com uma bunda de menina de 16, ufffffffffff que delícia, tinha que tocar, abrir, passar os dedos da buceta molhada até o cu dela, percebi como isso a excitava, ela gemia só de tocar, a bucetinha dela ficava mais molhada cada vez que eu passava meus dedos sobre ela.
Não resisti, tive que comer aquela buceta como se fosse uma sobremesa, lamber ela de cima a baixo, rodar minha língua em círculos, enfiar meus dedos de vez em quando. Essa fiel era melhor do que eu esperava — o corpo de uma garota adolescente escondido dentro de uma mulher, sua missa e sua fé. Só precisava de alguém que descobrisse, que despertasse sua paixão, como um pirata que encontra um tesouro escondido. Essa não era uma raposa com cara de anjo, era um anjo que ia se transformar numa raposa.
Enfiei meus dedos na buceta dela e tive a ideia de tentar algo que não fazia há muito tempo. Falei: "Minha menina, hoje você vai experimentar algo novo. Quer que eu faça?" "Sim, pastor, por favorrrrrrrrr. Sou toda sua. Faça com meu corpo e comigo o que quiser, me entrego ao senhor." "Bem, minha menina, hoje vou te dar um prazer além do que você conhecia." Então, decidi fazer a pinça: enfiei um dedo na buceta dela e o polegar no cu dela — eu chamo isso de pinça. Isso fez ela gemer igual uma putinha no cio. No meio do gemido, ela gritou: "Siiiiim, pastorrrrrrrrr!
Coloquei ela de quatro de novo, e comecei a meter forte naquela buceta apertada, igual de uma adolescente, tava pronta pra mim, entrava e saía, mas de repente, sem avisar, meti até o fundo, fazendo ela gritar de prazer, e também falar: "Tá doendo mas eu tô gostando, Pastorrrrrrr! Não para, por favor!" Claro que não, minha princesa, aproveita, porque percebi que ela tava morrendo de vontade de um homem fazer ela tremer de tesão.
Primeiro, pegar essa bucetinha depilada, fazer dela minha, transformá-la na minha amante — talvez só por hoje, mas um desejo reprimido que pude realizar. Encontrar esse pequeno tesouro escondido numa mulher recatada, de princípios, costumes morais, alguns impostos por mim. Mas quem melhor do que eu para quebrar paradigmas? Seu pastor, seu guia — agora no sexo, era seu mentor, seu dono, aquele que hoje romperia esse véu celestial.
Cavalgando no meu pau, montava como uma cavaleira experiente, gritava de prazer, com as idas e vindas daquela cinturinha tão fina, aquela cintura delgada mas bem torneada, aquele presente que a vida tinha pra mim. Nunca imaginei que esse anjinho estivesse nas minhas fileiras, sempre escondida mas na primeira fila. Hoje desbloqueei a siririca dela, sedenta de prazer. O que ninguém conseguiu fazer, hoje eu fiz. Esses tesouros são raros, mas dá pra encontrar se você souber procurar.
baixar as pernas dela e pegar aquela buceta, mas deixando o rostinho dela pra que essa carinha me dê esses olhares de prazer, como pegar esse presente pela primeira vez, fazer ela sentir dor mas também prazer, entre lençóis brancos e pétalas de rosa com as mãozinhas dela algemadas, submissa, minha escrava sexual sem perceber, era pra mim, inocente mas hoje começa como mais uma putinha da minha coleção pessoal.
como coloca suas mãozinhas no meu peito e se impulsiona em cima de mim, me fazendo explodir, fazendo meu pau jorrar todo o leite e gozar dentro dessa bunda inocente que eu descobri.
Essa fla quita me deixava louco há dias, era muito atenciosa, nos meus sermões sempre na frente, recatada, sempre com vestidos curtos. Demorei um tempo, mas no fim consegui convencer ela. Naquele dia, marquei num hotel. Dessa vez ela tava com roupa ousada. Quando chegou, já peguei na mão dela e coloquei no meu pau. Tirei a roupa dela, sentei na cama e mandei ela chupar meu pau.
Minha garota engolia meu pau com doçura, aquele olhar de menina mimada que hoje está chupando um bombom. Assim, minha garota, assim ela chupava de um jeito doce e meigo, mas ao mesmo tempo forte, e finalizava com a carinha dela me olhando no chão, ajoelhada na minha frente, sua missa indefesa, como uma concubina para seu imperador.
Coloquei ela de quatro, me deliciei abrindo aquela bunda fina mas bem formada, uma mulher de 20 com uma bunda de menina de 16, ufffffffffff que delícia, tinha que tocar, abrir, passar os dedos da buceta molhada até o cu dela, percebi como isso a excitava, ela gemia só de tocar, a bucetinha dela ficava mais molhada cada vez que eu passava meus dedos sobre ela.
Não resisti, tive que comer aquela buceta como se fosse uma sobremesa, lamber ela de cima a baixo, rodar minha língua em círculos, enfiar meus dedos de vez em quando. Essa fiel era melhor do que eu esperava — o corpo de uma garota adolescente escondido dentro de uma mulher, sua missa e sua fé. Só precisava de alguém que descobrisse, que despertasse sua paixão, como um pirata que encontra um tesouro escondido. Essa não era uma raposa com cara de anjo, era um anjo que ia se transformar numa raposa.
Enfiei meus dedos na buceta dela e tive a ideia de tentar algo que não fazia há muito tempo. Falei: "Minha menina, hoje você vai experimentar algo novo. Quer que eu faça?" "Sim, pastor, por favorrrrrrrrr. Sou toda sua. Faça com meu corpo e comigo o que quiser, me entrego ao senhor." "Bem, minha menina, hoje vou te dar um prazer além do que você conhecia." Então, decidi fazer a pinça: enfiei um dedo na buceta dela e o polegar no cu dela — eu chamo isso de pinça. Isso fez ela gemer igual uma putinha no cio. No meio do gemido, ela gritou: "Siiiiim, pastorrrrrrrrr!
Coloquei ela de quatro de novo, e comecei a meter forte naquela buceta apertada, igual de uma adolescente, tava pronta pra mim, entrava e saía, mas de repente, sem avisar, meti até o fundo, fazendo ela gritar de prazer, e também falar: "Tá doendo mas eu tô gostando, Pastorrrrrrr! Não para, por favor!" Claro que não, minha princesa, aproveita, porque percebi que ela tava morrendo de vontade de um homem fazer ela tremer de tesão.
Primeiro, pegar essa bucetinha depilada, fazer dela minha, transformá-la na minha amante — talvez só por hoje, mas um desejo reprimido que pude realizar. Encontrar esse pequeno tesouro escondido numa mulher recatada, de princípios, costumes morais, alguns impostos por mim. Mas quem melhor do que eu para quebrar paradigmas? Seu pastor, seu guia — agora no sexo, era seu mentor, seu dono, aquele que hoje romperia esse véu celestial.
Cavalgando no meu pau, montava como uma cavaleira experiente, gritava de prazer, com as idas e vindas daquela cinturinha tão fina, aquela cintura delgada mas bem torneada, aquele presente que a vida tinha pra mim. Nunca imaginei que esse anjinho estivesse nas minhas fileiras, sempre escondida mas na primeira fila. Hoje desbloqueei a siririca dela, sedenta de prazer. O que ninguém conseguiu fazer, hoje eu fiz. Esses tesouros são raros, mas dá pra encontrar se você souber procurar.
baixar as pernas dela e pegar aquela buceta, mas deixando o rostinho dela pra que essa carinha me dê esses olhares de prazer, como pegar esse presente pela primeira vez, fazer ela sentir dor mas também prazer, entre lençóis brancos e pétalas de rosa com as mãozinhas dela algemadas, submissa, minha escrava sexual sem perceber, era pra mim, inocente mas hoje começa como mais uma putinha da minha coleção pessoal.
como coloca suas mãozinhas no meu peito e se impulsiona em cima de mim, me fazendo explodir, fazendo meu pau jorrar todo o leite e gozar dentro dessa bunda inocente que eu descobri.
1 comentários - Mais uma das minhas putinhas da fé