Me Tente Con 2 De Mis Hermanos

Tá chegando as festas de fim de ano e parece que todo mundo fica mexido de todos os jeitos. Meu nome é Jaqueline, tenho 24 anos e acho que herdei a putaria da minha mãe. Não me entenda mal, Raquel é uma mãe excelente, mas parece que os genes tão sempre presentes. Na minha família, somos meio numerosos. Pra começar, minha mãe juntou cedo com meu pai. Dessa união nasceu meu irmão Ramón (35), meu irmão Pablo (26) e, por último, eu. Até aí, tudo bem, até que minha mãe engravidou pela quarta vez, quando eu tinha uns 3 anos. Essa última concepção não fechava as contas pro meu pai, porque na época ele trabalhava muito fora da cidade, sem contar vários boatos sobre uma possível traição da minha mãe. Isso também aumentava as discussões constantes e a distância entre eles. Foi aí que meu pai decidiu fazer um teste de DNA em todos os filhos, menos no que tava vindo, porque minha mãe não deixou. Quando os resultados chegaram, tudo explodiu, porque meu irmão Ramón não era filho biológico dele. Por outro lado, meu irmão Pablo e eu éramos legítimos, mas a dúvida já tava plantada por causa da nova gravidez. A situação foi horrível, discussões, gritos e até violência. Meu pai acabou abandonando todo mundo. Por um lado, eu entendia a frustração dele, mas doeu pra caralho que ele não se importasse comigo, só com o orgulho dele. A partir daí, entrou Pedro na nossa vida. Ele é o pai biológico do Ramón, que depois da separação dos meus pais assumiu a gente. Nasceu meu 4º irmão, Tomás (21), e um tempo depois nasceu Sofia (18). Do meu pai, nunca mais soube nada, e tudo isso eu sei por comentários dos meus irmãos mais velhos. Hoje em dia, moramos todos juntos, menos o Ramón, que já tem família e casa própria. O resto mora junto: Pablo, eu, Tomás, Sofia, minha mãe e Pedro. A disfunção da família nesses últimos anos, eu acho, foi o que me transformou no que sou. Por ser praticamente a do meio, é como se fosse... Invisível ou inexistente. Eu ouvia minha mãe e o Pedro transando várias vezes, e também meus irmãos quando comiam as namoradas deles. Sexo era rotina em casa, e como eu passava despercebida, podia fazer o que quisesse e com quem quisesse. Lembro de várias vezes em que garotos me traziam pra casa e, antes de nos despedirmos, eu dava um boquete neles. E se eu gostasse muito, deixava eles me comerem na entrada ou no quintal. Isso não quer dizer que eu fazia com qualquer um — era bem seletiva com quem saía, e dependendo de como eles eram, tinha prêmio. Mas eu adorava ser tomada por um macho quando tava com tesão, sem pensar, só me deixando levar pelos meus instintos. Mais de uma vez quase fui descoberta, mas o tesão de fazer naqueles lugares e, principalmente, o nervosismo que causava nos meus pretendentes — o medo de alguém sair ou aparecer — fazia eles irem bem rápido e com força pra gozar o mais cedo possível. Lembro de alguns que, no meio da penetração, a gente ouvia qualquer barulho e eles travavam na hora, perdiam a ereção e saíam correndo de susto. Nessas horas, eu ficava puta porque ficava com a buceta toda molhada, a calcinha fio dental torta e, além disso, insatisfeita. Mas o bom é que sempre dava um jeito de apagar o fogo. Como numa vez que eu tava voltando de um passeio com um garoto. Ele era muito gato e muito gente boa, meio na dele, mas eu queria ficar com ele. Chegamos no portão de casa e começamos a nos despedir. Foi quando ouvi vozes lá dentro e vi alguns sofás no quintal — algum parente meu tinha visita e tava sentado lá fora. Eu sempre fui muito cuidadosa e só fazia quando tinha certeza de que todo mundo tava ocupado ou já dormindo, e nunca ia tentar a sorte. Mas o fato de eu estar com muito tesão, de ter tanta gente por perto e o perigo ser enorme, não consegui me segurar. Falei pro garoto entrar no quintal, e ele topou. A gente ficou juntos num canto escuro, perto dos arbustos, de frente pra uma das... As janelas de casa eram um dos meus lugares favoritos, já que conhecia bem a iluminação — não dava pra ver nada de dentro, mas tinha uma vista privilegiada de tudo que rolava lá dentro. Começamos com uns beijos suaves e umas carícias, parando de vez em quando pra ver o clima. As carícias rapidamente viraram apalpadas, as mãos dele descendo pro meu booty, apertando, e às vezes abrindo minhas nádegas, pra depois subir a mão por baixo da minha regata e chegar nos meus peitos. Dava pra sentir o pau dele crescendo contra minha barriga. Mas ele, com a mão na minha cintura, me puxava pra perto dele. Depois de alguns minutos, parei de beijá-lo e me afastei um pouco pra colocar minhas mãos no membro dele. Ele segurou minhas bochechas com as duas mãos e me beijou bem devagar enquanto eu soltava a calça dele, tentando puxar o pau pra fora. Quando peguei na mão, não me incomodou, mas esperava que fosse um pouco maior — embora estivesse bem duro e com a cabeçona. Massageei por um momento, falei pra ele ficar de olho caso visse algo, e me ajoelhei na frente dele, apoiando os joelhos no tênis dele pra não me machucar, e comecei a chupar a pica dele. Comecei com beijos na ponta e embaixo da cabeça, passando a língua por todo o tronco, beijando os lados pra posicionar no meu rosto e subindo de novo. Ele segurou o pau com uma mão e com a outra pegou minha cabeça, ajustando e metendo na minha boca pra eu mamar. Eu deixava a mão dele empurrar minha cabeça naquela pica, batendo meus lábios na outra mão dele, por vários segundos, até que com as duas mãos ele segurava minha cabeça. Ele praticamente não se mexia, era minha cabeça, empurrada por ele, que fazia todo o trabalho. Dava pra sentir o pau dele, a cada impulso, chegando até a entrada da minha garganta. Sentia os engasgos, mas não queria parar porque sou uma guerreira. Já deixava minha boca aberta praquele pedaço de carne seguir seu caminho, dava pra sentir a baba escorrendo da minha boca, minhas mãos só apoiadas. as laterais das pernas dele enquanto ele continuava comendo minha boca, quando finalmente cansou, me pegou pelas mãos e mandou eu levantar. verdade, demorei um pouco pra esticar as pernas por causa da posição horrível que eu tinha ficado pra chutar ele, bem antes de eu reclamar, com toda a grosseria e sem falar nada, ele me virou de costas pra ele e de frente pra janela, sentia minhas pernas fraquejando mas ele me segurava enquanto abaixava minha calça até abaixo da bunda, sentia o pau dele se abrindo espaço entre minha raba, primeiro passou a ponta no meu cu, com uma leve picada tive que me jogar pra frente, foi instintivo mas gostoso, ele me puxou de volta e com a ponta do membro começou a procurar minha buceta, eu tava ficando nervosa dele não achar, brigava com minha roupa tentando abaixar, mas onde enfiava errava. se não me engano, deve ter ficado uns 15 a 20 segundos talvez mais tentando me penetrar, ele acariciava minha teta, acho que pra eu não perder o tesão, eu me inclinava mais pra ele abrindo minha xota mas nada, quando resolvi pegar a porra do pau dele e enfiar dentro de mim, ouviu-se um som de celular, uma leve claridade num dos sofás nos assustou, ele soltando e eu tentando me levantar e subir as roupas enquanto nos encolhíamos mais pra dentro dos arbustos pra nos esconder, nessa hora saiu um moleque, era um dos amigos do meu irmão pablo que foi direto no celular, pegou e voltou pra casa avisando que achou, por sorte não percebeu nada da nossa presença, com o coração e a respiração muito acelerados nos olhamos eu e o cara e começamos a rir, tentei retomar logo o que a gente tava fazendo mas ele já tava assustado. não parava de olhar pra casa, por mais que eu beijasse ou tocasse no volume não tinha reação, por alguns minutos tentei ajudar mas ele também percebeu que não queria mais continuar ali. dava pra notar o medo nas palavras trêmulas dele, essa situação me deixou a mil Meu parceiro broxou total. Ele só se despediu e saiu de casa, eu fiquei com a buceta toda molhada, com a calcinha mal colocada de tanta pressa e uma vontade de transar que me deixava muito irritada. Tava indo pro meu quarto ver o que podia fazer, mas teria que passar pela reunião do meu irmão e, sinceramente, não tava nem um pouco a fim de dar oi, sem contar toda a agitação que tava começando a baixar. Meu cabelo tava um bagaço. Decidi sentar nos sofás pra me acalmar, pra continuar minha vida. Devia estar tão concentrada que nem ouvi alguém se aproximar. No último segundo senti, olhei pra trás e percebi que era o Luis, um amigo do meu irmão Pablo. Ele parou perto de mim e falou:

— Oi, tudo bem? Por que sozinha aqui fora?

— Luis — falei — Oi, tudo bem, só curtindo a noite.

— Ah, bom. Parece que você brigou com alguém, pelo seu cabelo, digo.

Que vergonha, pensei que já tinha me arrumado um pouco. Me pegou desprevenida, então só consegui responder:

— Hahaha, não, é que vim de moto, e o vento detona meu cabelo, hehe.

— Ah, que bom, fiquei tranquilo. Pensei que você tinha se pegado com seu namorado aí escondidos.

NÃO PODE SER, será que ele nos viu? Não, de jeito nenhum, além do mais não é meu namorado, a gente só tá se conhecendo, e a gente tava conversando ali porque não sabia se ia continuar usando os sofás.

— Que jeito estranho de falar. Eu gostaria de conversar assim como vocês — exclamou Luis com um tom debochado.

— O que você quer dizer?

— Falar enquanto te sacodem a cabeça deve ser difícil — Luis.

— Sério? Tipo, dava pra ver de dentro? — exclamei totalmente chocada.

— Na verdade, não muito, mas se prestar atenção, dá pra diferenciar o que tava rolando — Luis.

— Ai, meu Deus, que vergonha, não acredito. Quem mais viu? Me fala.

— Só eu. Eu cheguei perto da janela e vi uns movimentos estranhos, cheguei mais perto e, bom, hehe. Aproveitei que tava com o celular na mão e pedi pro Pablo me dar um toque pra poder sair e ver, e aí, bom... confirme
— juro que pensei que você não tinha percebido, mas mesmo assim me fodeu a noite, vou te contar
— eu? por quê? — Luis
— porque você assustou meu amigo e ele foi embora
— haa, vocês estavam se divertindo pelo que dava pra ver — Luis
— ele se divertiu, quando ele me tocava você apareceu
— huuuuu me desculpa, sério, não sabia, mas mesmo assim seu amigo era meio molenga, que pena que você ficou na vontade — Luis

Esse comentário realmente me fez ficar puta, mas ao mesmo tempo me deu curiosidade. Sempre joguei no limite de ser descoberta e dessa vez tinha acontecido. Queria saber o quanto ele viu e o que exatamente viu. Me excitava de novo saber que estavam me olhando.
— e o que foi que você viu? — eu
— bem, você ajoelhada na frente dele e ele empurrando sua cabeça, você chupando a pica dele e se deixando levar — Luis

Isso, longe de me ofender, me excitava como ele se expressava. Me fazia sentir suja, mas ao mesmo tempo sentia vontade de estar no lugar do outro. Enquanto ele falava, dava pra ver o volume por baixo da calça de ginástica dele começando a crescer cada vez mais. Enquanto ele falava, eu não conseguia parar de olhar pra entreperna dele, e Luis parecia perceber, porque de vez em quando passava a mão como se quisesse ajeitar. Me inclinei um pouco na direção dele pra poder ver melhor.
— até que horas vocês vão ficar? — perguntei
— até seu irmão nos expulsar — Luis
— e vocês não vão se preocupar se você não voltar pra dentro? — eu

Luis olhou pra casa e, depois de uma pausa, me olhou de novo e soltou:
— por enquanto aqui fora é mais divertido
— haa, que bom pra você. Eu, sinceramente, tô ficando entediada — respondi enquanto me recostava no sofá, olhando fixo pra ele e abrindo um pouco as pernas.

O rosto de Luis mudou de um sorriso convencido pra uma seriedade quase ofendida, e ele soltou:
— haa, olha só. E o que eu posso fazer pra você não ficar entediada? — perguntou Luis
— me diz você — rebati
— bom, você não para de olhar pra minha pica, e quando eu passo a mão nela, sua boca enche d'água
— haa jajá, não sabia, mas mesmo assim, já viu que eu cansei de chupar pica — continuei desafiando ele, mexendo com o ego dele
—uma puta como você nunca cansa disso—Luis
—sério, me chamou de puta?—
—haha no final você acaba se ofendendo primeiro—Luis
Eu nunca te ofendi—
—me subestimar é como me ofender, mas entendo que você deve estar cansada, mas eu faz tempo que não chupo uma boa pussy

Que tipo esse, já tava puta quente e nunca tinham falado comigo assim, e essa última frase foi o botão que detonou tudo dentro de mim. Ele começou a se aproximar de mim, olhando nos meus olhos enquanto a mão dele acariciava minhas pernas e subia até minha buceta. Quando chegou, fez umas carícias suaves que não consegui segurar um gemido enquanto ainda olhava pra ele. Abri um pouco mais minhas pernas pra ele percorrer todo o meu sexo. Momentos depois, ele desabotoa e começa a enfiar os dedos até minha pussy. Instintivamente, só consegui me abaixar um pouco mais no sofá pra me entregar totalmente, com o rosto dele a centímetros do meu, não conseguia parar de olhar pra ele e queria beijar ele na boca. Queria colocar meus lábios pra beijar ele mais de uma vez, mas parecia que ele não queria, e isso me fazia desejar ele ainda mais. Tentei puxar meu short pra baixo, mas ele segurou e eu falei:
—não tira tudo, porque se alguém vier, não vou conseguir me vestir rápido—
Ele só me olhou e com um sorriso leve pegou só meu short e puxou até um pouco abaixo dos joelhos, deixando minha calcinha fio dental. Ele começou a se ajeitar, se abaixando, mas meu short começava a atrapalhar. Eu não sabia como me posicionar pra fazer nossa safadeza sem me despir totalmente. Mas Luis deu um jeito: levantou um pouco minhas pernas e passou por baixo da minha roupa, com minhas pernas penduradas no ar, seguras só pelo short que ficava preso no pescoço dele. O rosto dele ficou completamente na frente da minha buceta. Ele deu uma leve lambida por cima do tecido da minha calcinha, depois puxou ela pro lado, deixando minha pussy totalmente à mercê dele. Uns movimentos leves pra se acomodar, e ele terminou de descobrir tudo. Minha buceta da calcinha fio dental e ele começou a me chupar. Entre gemidos e prazer, eu dava uma olhadinha pra casa pra ver se vinha alguém, enquanto acariciava a cabeça do Luis. As mãos dele abriam minhas coxas e ele se enfiava cada vez mais entre minhas pernas, metendo a língua até os lugares mais recônditos da minha pussy, passando pela minha vulva. Eu me sentia toda molhada, numa mistura dos meus fluidos e da saliva do Luis, escorrendo em fios fininhos até meu ânus. Aquela sensação de sentir ele quentinho e depois um pouco fresquinho me deixava louca. Meus olhos já nem abria de tanto prazer e nem me importava mais se alguém viesse. Os segundos passavam e o Luis não se cansava de me chupar. Foi uma das melhores chupadas de pussy que recebi na minha vida. De repente, ele começa a beijar a parte interna da minha coxa e se levanta devagar, passando por baixo do meu short pra tirar ele de cima, mas segurando minhas pernas na mesma posição. Ele fica completamente de pé e tira a cock pra fora, mas deixa o elástico da roupa dele por baixo das bolas. Tinha uma cock bem escura e muito peluda, as bolas balançavam pra todo lado que ele se mexia. Ele pegou a cock por baixo do tronco e se aproximou de mim. Eu tentei tirar a calcinha fio dental na posição que eu tava, mas ele me segurou. Queria que ficasse assim. Ele se inclinou, colocando a pélvis perto da minha, e começou a bater a ponta do membro dele na minha vulva. Toda a lubrificação que já tinha na área agora tinha que somar com pequenas gotinhas que cuspiam daquele pedaço enorme e caíam no meu sexo ou na minha calcinha. O Luis se ajeitou mais uma vez, segurando minha perna com a mão esquerda e com a direita começou a introduzir o pênis dele. Senti a cabeça entrando, abrindo caminho, mas deslizou como num tobogã por causa da umidade toda. Com a metade daquele tronco dentro de mim, acomodei minhas duas pernas no ombro esquerdo dele e ele se segurou com as duas mãos no sofá. E começou a me meter. Ele me penetrava até o fundo, eu podia sentir ele. Quando chegou no fim, eu estava completamente depilada e sentia os pelos dele fazendo cócegas nos meus lábios, aqueles ovos batendo na minha bunda, eu estava completamente presa e à mercê daquele macho. Só consegui me agarrar nos braços dele e apertar quando senti ele bem lá dentro, mas ele não tava nem aí e cada vez aumentava a intensidade, mas também tirava até mais da metade e voltava a me penetrar com tanta força que eu já não aguentava mais os gemidos.

Aquela besta me comia como um louco, tão forte que eu sentia o sofá se arrastando pra trás. Eu já não aguentava e não sabia como fazer pra não gritar. Mordia os lábios e até olhava fixo pra ele, pra ver se ele me observava e eu falava alguma coisa, mas ele tava tão concentrado vendo como me comia que eu não conseguia dizer nem duas letras sem ser interrompida por cada estocada.

Num momento ele fixa o olhar nos meus olhos, mas ao ver minha cara de puta agradecida, ele engata a segunda marcha e começa a detonar de um jeito mais brutal ainda. Eu fiquei extasiada, podia sentir meus olhos saindo das órbitas e só consegui deitar a cabeça no sofá. Meu corpo já não respondia, senti espasmos por todas as pernas que começaram a tremer. Uns segundos depois, eu explodi. Sem querer, dei um pulo, tirando a rola do Luis de dentro de mim, com as pernas totalmente trêmulas no ombro dele e uma agitação indescritível.

Sentia como se a cada espasmo saísse um jato de mijo. Minha mente queria me cobrir e que aquilo parasse, mas meu corpo estava totalmente descontrolado e fraco. Luis aproveitou isso e voltou a me penetrar. Foi uma penetração completa, todo o meu corpo se exaltou, mas eu já não podia fazer mais nada. Ele me comeu por um bom tempo até começar a ofegar e a rola enfiar mais fundo, mas mais devagar. Meus sentidos estavam a mil, porque enquanto eu me recuperava, podia sentir as pulsações da pica do Luis dentro de mim. Eu estava rendida, observando aquele animal me comendo sem pena. Quando sentiu que ia gozar, tirou a cabeça e levou. Minhas pernas ainda mais pra cima, deixando à mostra toda minha sexualidade, com o pau dele apontado pra minha buceta e ele começou a gozar por toda minha virilha, sentia algumas gotas escorrendo pelas minhas coxas e pelos meus lábios, também acho que minha pussy ficou aberta porque senti dentro também. Ele me segurou assim por uns segundos enquanto o pau dele escorria, soltando as últimas gotinhas. Eu não tinha forças pra falar nada, mas adorava sentir aquele calorzinho na minha xoxota depois de estar tão satisfeita. Quando ele terminou, pegou minha calcinha fio dental que estava ao lado e a colocou sobre minha pussy e todo o gozo dele. Entre ofegâncias, só respondi:
— Ehe, você é ehh um filho da puta — eu disse.
— É um presentinho — Luis respondeu.
Na hora, senti minha calcinha ficar molhada, me encharcando toda, mas foi uma sensação muito gostosa. Ele baixou minhas pernas e tentei me levantar pra vestir meu short, consegui com muito esforço, enquanto Luis só guardou o dele sem dizer absolutamente nada. Ficamos um momento conversando enquanto eu arrumava o cabelo e a agitação passava, e também me acostumando com os fluidos que estavam na minha roupa íntima.

Não saberia dizer se tenho muita sorte ou só não desperdiço as oportunidades, mas também, como toda boa fase, uma hora acaba. Como eu disse, as festas de fim de ano estavam chegando e, tendo uma família tão grande e de lugares diferentes, é óbvio que teríamos muitas visitas. Nem todos ficavam na nossa casa, mas sempre vinham pra jantar ou compartilhar algo, ou seja, eu não poderia mais fazer o que tanto me dava tesão. Essa constante ida e vinda de gente começou a afetar cada um dos membros da família. Mais de uma vez vi Pedro de madrugada vendo TV na sala, todo agitado. Meu irmão Tomás também parecia mais amargo que o normal, isso porque ele tinha uma namorada. Não me interpretem mal, ela era muito linda e muito boa, mas era do tipo de pessoa considerada antissocial, ou seja, não gosta de estar ou conhecer gente. Gente, é por isso que não se via ela com tanta frequência lá em casa, considerando que ela e o Tomás passavam em média o dia todo trancados no quarto do meu irmão. O Pablo também começou a agir muito diferente. Embora a gente não converse muito, eu percebia que ele me evitava: quando eu chegava num lugar, ele levantava e ia embora, passava do meu lado sem falar nada e, claro, com aquela cara de cu pra mim. O Pablo nunca foi ciumento comigo, nem ligava pra quem eu tava, mas ficava puto quando os amigos dele enchia o saco por minha causa ou por causa da Sofia. Depois fiquei sabendo que era porque ele achava que os amigos dele eram uns mulherengos que só queriam comer e se aproveitar, e nunca gostou de nenhum pretendente pras irmãzinhas dele.

Foi aí que comecei a ligar os pontos, porque essa atitude comigo começou uns dias depois que fiquei com o Luís. Será que ele tinha nos visto? Que alguém contou alguma coisa? Ou simplesmente descobriu? Minhas suspeitas ficaram mais certeiras quando o Luís parou de aparecer. Os outros amigos do Pablo continuavam indo lá ou passavam pra buscar ele, mas do Luís não soube mais nada.

Passou um pouco mais de duas semanas desde que fiquei com o Luís. Já tinha passado a noite de Natal e era a noite de Ano Novo. Embora nesse tempo não tenha acontecido nada interessante pra contar, as coisas continuaram na mesma: o Pablo me ignorando e até me tratando mal em algumas ocasiões, mas coisa de irmão.

Pra ceia de Ano Novo, minha família alugou um quincho — pra quem não sabe, é um lugar com churrasqueira, piscina e várias comodidades que grupos alugam pra fazer festa ou evento. Desde cedo, muitos parentes já estavam arrumando cadeiras e coisas, e eu também tava ajudando. Até que num momento, minha mãe pediu pro Pablo comprar gelo e também buscar meu irmão Tomás, já que ele não tinha celular pra chegar. Ele aceitou sem problemas, até que minha mãe se virou pra mim e pediu pra eu buscar umas coisas em casa. Nessa hora, ele se irritou. Pablo, quase furioso — "Não precisa, eu trago", exclamou Pablo como se eu fosse um incômodo que ele não queria por perto. Minha mãe só respondeu: "Não, ela sabe onde fica. Você vai fazer uma bagunça, mãe." Resmungando, ele aceitou e caminhamos até o carro. Entramos e começamos a viagem para casa. Os primeiros quarteirões foram um pesadelo. Sentei no banco do carona e sentia a rejeição de Pablo, a tensão e o desconforto naquele habitáculo eram palpáveis. Até que, perto de casa, a raiva subiu e eu não me segurei.

— Pode me dizer que porra tá acontecendo com você comigo? — perguntei.

Pablo, sem me olhar e com um suspiro de cansaço, só disse: — Não, nada, tá tudo bem.

— Não tá tudo bem, porra. Faz vários dias que você tá sendo um cuzão comigo. Me fala o que te incomoda ou que merda eu te fiz. Tô de saco cheio, não dá nem pra te olhar que você fica feito um idiota.

Eu estava totalmente puta, ainda mais com a atitude retrógrada do Pablo. Ficamos alguns segundos em silêncio até que ele finalmente se abriu:

— Eu não ligo pro que você faz com a sua buceta, mas logo com um amigo meu você tem que se dar? Ainda mais com o Luís, o mais feio de todos.

— Ah, então te incomoda que eu tenha transado com um feio, um dos seus amigos?

— Ah, então você confirma?

— Não sei o que tenho que confirmar ou não. É minha vida, eu não te digo com quem você tem que foder.

— Não te incomoda que ele fique dizendo que te comeu de pernas pro ar no pátio da minha casa?

— Te incomoda que ele esteja espalhando?

— E você, não liga?

— Ele é um otário, pronto. É a palavra dele contra a minha.

— Não, já era. Deixa pra lá.

— Não tá nada...

Nesse momento, ele freia na frente da nossa casa e me diz: — Fala pro Tomás se preparar. Vou buscar o gelo e volto pra buscar vocês. — Pablo.

Ele não me deixou continuar a conversa, praticamente me expulsando do carro. Desci totalmente louca, com uma vontade imensa de quebrar a cara dele, mas me acalmei pra não começar a chorar e borrar a maquiagem. Caminhei até a entrada, pensando sem perceber que já tinha entrado quando me virei pro corredor. Chegar no quarto do Tomás, qual não foi minha surpresa ao ver uma silhueta pelada na frente do espelho no final do corredor. Era o Tomás, completamente nu, fazendo poses na frente do espelho. Não sei por que não falei nem fiz nada, só fiquei admirando o corpo inteiro dele. Embora o Tomy seja magro, ele é muito bem definido e, mais ainda, eu não sabia que ele era tão bem dotado. Num momento, me aproximei devagar, pensando em falar algo ou fazer uma piada, mas ele me vê pelo reflexo do espelho e se assusta, só consegue se virar e pegar uma camiseta que estava perto dele e tapa as partes com a cara toda aterrorizada. Depois de se cobrir e ver que era eu, ele relaxa um pouco.
— Caguei tudo — Tomás.
— O que você tava fazendo? — perguntei enquanto me aproximava dele.
De vergonha, ele só balançava a cabeça negando, muito nervoso. Chego quase na frente dele e estendo minha mão para enfiar por dentro da camiseta dele. Ele fica olhando como minha mão se esgueira entre os tecidos, pegando o pinto dele. Seguro ele por baixo do tronco, com o polegar apontado pra ele, e começo a pelar ele. Fechando os olhos e levantando a cabeça, ele exclama:
— Para, burra, sou seu irmão — Tomás.
— Se quiser, paro agora e você vai se preparar, que o Pablo foi comprar gelo — respondi.
— E o Pablo vai demorar? — Tomás.
— Sei não, vai no autosserviço, se tiver fechado, vai até a Shell — respondi.
— Então, se vai demorar... — exclamou o Tomy entre suspiros e prazer.
Comecei a pelar a cabeça dele até meus dedos chegarem nos ovos dele e os apalpei. Fazia devagar, levando minha mão do tronco até a cabeça. Dava pra ver como a cabeça da pica dele inchava cada vez mais e ficava roxa. Ele se recosta numa mesinha, deixando o corpo todo pra mim, colocando as mãos atrás pra se segurar. Era muito excitante ver ele ofegar e aproveitar, e sentir esse pedaço enorme nas minhas mãos. Não sei se era a irmã dele masturbando ele que o excitava, ou se ele só tava com muito tesão e não ligava. Troquei de mão, dessa vez com a Direita, pego ele pela parte de cima, mas com o polegar virado pra mim e continuo batendo uma pra ele, aumentando a velocidade bem devagar. Com a outra mão, comecei a passar pelo ventre dele, descendo até as pernas, passando pelos ovos, pra depois voltar pro peito e segurar ele nessa posição. Ele falou a mesma coisa de novo, mas sem dar muita importância: "Aaah, você é minha irmã, não podemos fazer isso, Pablo." Naquele momento, já estávamos na dança, era hora de levar pra outro nível. "Você é meu irmãozinho, sempre vou estar aqui pra te dar uma mão." "Ah, você é uma putinha, então, Tomi." Na hora, agarrei o pau dele com força, apertei e falei: "Ah, sou uma vadia?" Ele fez uma careta de dor, mas logo depois só sorriu. Continuei masturbando ele, fazendo vários movimentos com as mãos, e via como o Tomas começava a acelerar a respiração, dando pequenos espasmos de prazer. Os dedos dos pés dele se retorciam e ele começava a levantar as pernas aos poucos. Por instinto, consegui me mover pro lado, segundos depois ele começou a gozar como uma mangueira, soltando jatos de porra. Continuei agitando o pau dele com muita força, e ele só dava pequenos pulos enquanto saíam as últimas gotas. Quando soltei o pau, ele ficou praticamente na mesma posição. Abriu os olhos e me olhou com um olhar de agradecimento, mas ofegante e cansado. Sem dizer nada, se levantou e foi embora. Acho que entre murmúrios ele disse "obrigado", haha. Ele entrou no quarto dele, e eu peguei a camiseta que ele usou pra limpar a bagunça. Me ajoelhei no chão e comecei. Quando sequei tudo, um aroma veio até mim como uma lembrança. Aproximei o pano molhado e veio na minha mente o mesmo cheirinho que minha calcinha tinha depois que o Luis deixou o presentinho dele. Fiquei extasiada, e uma eletricidade percorreu meu corpo inteiro num instante. Naquele momento, estava prestes a ir atrás do Tomas pra terminar o que começamos, mas perto da porta, uma buzina na rua me parou. O Pablo já tinha chegado. Uns segundos depois, o Tomas sai do quarto dele só de... Calça e meia. Com o tênis na mão e a camiseta no ombro, não disse absolutamente nada. Fui pegar as coisas que minha mãe pediu e entrei no carro com eles. Se a ida foi desconfortável, a volta foi pior. Nós três calados, sem dizer uma palavra, parecia que nem queríamos respirar, porque qualquer estímulo desencadearia algo que não queríamos. Ao chegar de volta no quincho, tomei a decisão de resolver as coisas com Pablo. Já tinha feito isso com um irmão, por que não com outro? Enquanto estacionava, falo para o Tomás:

— Pode nos deixar? Preciso falar com o Pablo sobre algo muito importante.

Pablo fez uma careta de desagrado, mas disse para o Tomás:

— Leva dois sacos de gelo que eu levo os outros dois.

— Valeu — respondeu Tomás.

Depois disso, Tomás desceu, abriu o porta-malas e se mandou com os dois sacos. Ficamos alguns segundos em silêncio eu e o Pablo, até que me aproximei e falei:

— Não me arrependo do que fiz, porque no fim é a minha vida. Mas entendo que pode ter te incomodado. Não posso consertar nem mudar nada, mas posso te compensar.

— Haha, compensar? O Luís não tem irmãs — respondeu Pablo.

— Mas você tem — rebati.

Naquele momento, sem pensar, enfiei minha mão na braguilha da calça dele, tentando ir mais fundo. Pablo deu um pulo, como se quisesse se afastar, mas não conseguiu.

— Para, louca, o que você tá fazendo?

Foi toda a resistência que ele ofereceu. Enquanto levava a outra mão para ajudar a abrir a calça dele e poder tirar a rola pra fora, falo:

— Não posso mudar as coisas nem consertar o mal que te fiz passar, mas deixa eu compensar.

Nesse ponto, já tinha o pau dele pra fora e nas minhas mãos. Então me inclinei e comecei a chupar. A partir daí, ele não disse mais nada. Dava pra perceber que, a cada chupada, aquele pedaço de carne começava a ganhar centímetro por centímetro, a ponto de não chegar mais na barriga dele, que antes dava pra sentir. De uma minhoca comprida e mole, virou um tronco cabeçudo e duro, que chegava até a entrada da minha garganta, mas ainda faltava. Muito pra engolir... Pablo pega na minha cabeça e começa a empurrar ela mais pra baixo enquanto levantava a pélvis pra meter cada vez mais fundo. Fiquei submissa, deixando ele fazer tudo, e sentia a cabeça dele abrindo caminho perto da minha garganta. Sentia uns princípios de engasgo, mas adorava como ele tava comendo minha boca. Por vários segundos ele continuou até parar o corpo, mas com a mão agarrou meu cabelo e levantou minha cabeça. Eu fiquei de boca aberta, mas na hora ele me abaixou de novo, enfiando a rola toda. Fez isso umas três vezes, até que pela posição que eu tava começou a ficar desconfortável. Peguei o pau dele com uma mão e apoiei minha boca só na cabeça do pênis, enquanto por dentro massageava a uretra dele com a língua. Enquanto chupava aquela cabeça do caralho, masturbava ele com a mão bem rápido. Já sentia que a qualquer momento o leitinho ia vir. Fiquei assim por pouco mais de um minuto, quando comecei a sentir um líquido dentro da minha boca. Ele segurou minha cabeça, eu apertei meus lábios pra não deixar nada daquele elixir escapar. Quando Pablo parou de tremer, apertando de novo meus lábios em todo o contorno do membro dele, me retirei sem deixar cair nada. Olhei pra ele com a boca cheia de esperma, ele só me deu um sorriso cúmplice e eu devolvi como dava. Mas quando me virei pra abrir a porta e cuspir tudo, vejo que na entrada do quintal estavam alguns parentes lá fora. Sem querer, me assustei e não consegui evitar: engoli toda a ejaculação do meu irmão. Fiz uma careta de nojo e meu irmão falou:
— Você engoliu tudo, Pablo.
— É, mano, a tia me assustou, pensei que vinham pra cá — respondi.
Entre risadas, ele desceu e foi pro porta-malas. Eu fiquei procurando um Mentos que sempre levo na bolsa. Ele chegou na janela do meu lado e disse:
— Tranca o carro quando descer.
Comi meu doce, tirei a chave do volante e desci. Quando fechei o carro e andava atrás do Pablo em direção à entrada, dava pra ver que ele ainda não tinha broxado. tudo porque eu tava andando meio desconfortável com aquelas duas sacolas enormes de gelo. As horas seguintes foram normais: bebidas, dança, crianças com fogos de artifício. Pablo e Tomás estavam em cantos diferentes do lugar, com parentes diferentes, mas eu não conseguia parar de notar como eles me olhavam. A atitude do Pablo mudou relativamente, agora ele tava bem mais gente boa, falava comigo, pedia coisas e até me oferecia bebidas ou sobremesas. O Tomás não mudou muito, mas percebi ele mais tímido.

Passou da meia-noite e vários parentes começaram a ir embora. A gente já tava ficando só os mais festeiros e as que sempre ficam pra limpar. Nessa hora, umas primas comentaram que tinha um after pra ir e continuar a bagunça. Mesmo querendo ir, eu não queria ficar muito tempo, então não falei nada. Mas o Tomás queria ir, o problema é que não teria como voltar pra casa. Até que convenceram o Pablo a ir. Ele não tava muito afim e me via que também não tava tão empolgada com a ideia, mas pra fazer companhia pro Tomy, a gente se animou. Uns minutos depois, a gente tava lá: meus dois irmãos na frente e eu com minhas primas atrás, no carro, a caminho da festa.

A gente parou num dragstore pra comprar umas latas pra levar e continuou. Mas tudo mudou quando uma das nossas primas exclamou:

— Ah, não, boluda! — prima 1
— Que foi? — respondi
— A irmã do Gustavo tá no after, ela não pode me ver.
— Como assim não? — respondeu o Pablo
— É, eu falei pra ela que ia ficar só no quinchão e depois iria pra casa. Me leva pra casa, por favor, não quero problema.
— Então me leva também, porque eu ia dormir na sua casa — prima 2

Entre xingamentos e tentativas de convencer minha prima, mudamos de direção pra deixar elas na casa das minhas tias. Depois que elas desceram, a gente ficou com o Pablo e o Tomás, se perguntando.

— E aí, e se a gente for mesmo? — perguntou o Tomás
— NÃO, a gente vai chegar sozinho, não conhece ninguém — respondi
— Pra casa a gente não vai, porque as latas saíram caras pra caralho, vão tomar tudo — exclamou o Pablo

A gente trocou opiniões por um tempo, mas... Acordamos ir um pouco. Quando chegamos perto do local da festa, dava pra ver os sinais da polícia. Quando nos aproximamos mais, percebemos que era na bagunça. Parece que tinha muito barulho, brigaram ou algo assim, e não ficamos, seguimos em frente. Dirigimos alguns minutos nos afastando do centro, procurando algum lugar pra parar e terminar a cerveja, mas sem incomodar a polícia, já que o Pablo estava bebendo e teria problemas com a lei por causa do carro. Chegamos num passeio quase na saída da cidade, um lugar tranquilo e com pouco movimento. Todos descemos e nos acomodamos na frente do carro, sentados no capô. A verdade é que estávamos nos divertindo pra caralho, fazendo piadas e zoando enquanto as latas iam vazando uma por uma. Depois de vários tragos, lembrei do que tinha feito só algumas horas atrás, mas parecia que os dois tinham esquecido completamente, ou pelo menos não queriam que o outro soubesse. Pra parar de pensar nisso, peguei meu celular e falei pra tirarmos uma selfie pra guardar o momento. Eu estava no meio e os dois se aproximaram. Tirei a foto, mas quando vi, não gostei de como eu saí. Então insisti pra tirarmos outra. Dessa vez, fiz uma cara mais de boba, mas antes de tirar, os dois se aproximaram pra me dar beijos na bochecha. Quando tirei a foto, amei. Fiquei na frente deles e, enquanto olhava pro celular, falei: — Aww, que lindo, saímos super fofos. Vou mandar emoldurar, hahaha — falei enquanto olhava pro telefone. Nesse momento, o Tomás mandou uma indireta: — Ficou boa porque você é uma irmã muito boazinha — ele falou num tom de zoeira. Devagar, levantei o olhar e vi o Pablo encarando ele, mas não confuso, e sim como se tivesse sacando alguma coisa. O Tomás parou de beber uma latinha e me olhou de um jeito cúmplice. A verdade é que fiquei com um pouco de medo de eles brigarem ou discutirem por causa disso, já que os dois estavam bem bêbados, principalmente pelo jeito que o Pablo olhava pra ele. Antes que alguém falasse mais alguma coisa, guardei o celular e me aproximei dos dois, me metendo no meio. as pernas dos dois, colocando minhas mãos em cada uma das pernas deles e levando-as até os volumes deles — sério, sou muito boa? — falei com voz suave. Os dois ficaram em silêncio, mas abriram as pernas pra minhas mãos poderem ir mais longe. Massageei os volumes por cima da roupa e falei: — que tal irmos pra casa? A cerveja acabou. Ninguém disse nada, mas os dois se levantaram ao mesmo tempo. Juntamos nosso lixo e fomos pra casa. Estávamos muito quietos, mas eu comecei a me tocar no caminho, como estava no banco de trás, tinha total liberdade. Quando chegamos em casa, os três sabíamos o que tínhamos que fazer. Entramos o mais silencioso possível, sem fazer o menor barulho. Primeiro entrou Pablo, que foi olhar pra cozinha. Depois entrei eu e esperei Tomás, que tinha que trancar a porta. Quando ele trancou e se aproximou de mim, passou a mão por toda a racha da minha bunda. Virei a cabeça pra olhar pra ele e apoiei a mão no volume dele mais uma vez. Pablo se aproximou de nós e me pegou pela mão, e com Tomás atrás da gente, fomos até o quarto do Tomás, que era o mais afastado do quarto da minha mãe e do Pedro. Quando entramos, Pablo levou minha mão até o pau dele. Quando Tomás fechou a porta, ele grudou em mim por trás, fazendo eu sentir o pau inteiro na minha bunda. Pablo baixou a calça e deixou sair o pau enorme dele já duro. Peguei ele com uma mão enquanto a outra procurava o pau do Tomás. Os dois me acariciavam com as mãos por todo o corpo. Eu só relaxei e comecei a punhetar eles devagar. Pablo me virou pra ficar de frente pro Tomás, o que me fez soltar os dois paus, mas não demorei muito pra encontrar eles de novo. Pablo se afastou um pouco e começou a acariciar minha bunda, tentando baixar minha calça. Então ajudei Tomás a tirar a camiseta e deitei a cabeça no pescoço dele. Quando Pablo conseguiu baixar minha calça até acima dos joelhos, ele se inclinou e, levantando uma das minhas pernas, tirou toda a minha roupa. É aí que sinto algo molhado se abrindo caminho. Entre minhas nádegas, chegando no meu cu, era a língua do Pablo fazendo maravilhas na minha bunda. Eu continuava deitada no Tomás enquanto segurava o pau dele, e como bons irmãozinhos que são, se ajudavam mutuamente. Tomás pega ambas as nádegas e as abre mais pra que o Pablo pudesse se enfiar mais fundo em mim, enquanto beijava meu furinho e metia um dedo dentro da minha buceta, depois dois. Nessa hora, Tomás se abaixa pra levantar uma das minhas pernas e se posiciona na frente da minha vulva, e começa a lamber também. Eu sentia a língua do Pablo no meu cu, os dedos dele na minha buceta e a boca do meu irmãozinho no meu clitóris. Tava no céu. Me segurava colocando as mãos nos ombros do Tomás, já que não conseguia manter o equilíbrio e aproveitar ao mesmo tempo. Eles me chuparam os buracos por um bom tempo, até que o Pablo se levanta e, naquele momento, sinto ele tentando me penetrar. Levo o pau dele até a entrada da minha xota, onde o Tomás ainda beijava meus lábios vaginais. Os dedos dele já tinham me preparado, mas mesmo assim senti uma dorzinha quando a cabeça entrou. Agora eu tinha um pau e ainda um excelente chupa-buceta ali. Mas parece que o Tomás não curtiu muito a ideia, ou sei lá, mas se levantou em poucos segundos e parou na minha frente. Era minha hora de finalmente comer o pau dele, que tanto me fez desejar hoje à tarde. Me inclinei sem atrapalhar o Pablo e comecei a dar lambidas por todo o tronco. Não demorei pra beijar os ovos dele e engolir inteiro enquanto o Pablo me detonava. Mesmo sendo muito ativa sexualmente, essa era a primeira vez que eu estava sendo comida enquanto chupava um pau. Aliás, é a primeira vez que estou com dois caras ao mesmo tempo. A partir de agora, acho que já encontrei meu novo vício. Dava pra ouvir claramente nossos corpos batendo e minha boca se afogando com a porra do meu irmão. Acho que foi por isso que o Pablo parou, tirando o pau da minha buceta e, com a mão, me empurrando pra baixo pra eu sentar. Eu obedeci e me ajoelhei, mas sem Tirar o pau do Tomas da minha boca, o Pablo para do meu lado e também me oferece o pau dele. Largo o Tomas por um instante e pego o Pablo, mas levanto o pau dele e tento chupar todas as bolas dele. Depois, faço o mesmo com o Tomas: levanto o pau dele e começo a chupar também. Isso eu gostei pra caralho, porque os dois estavam bem depilados. Ficava alternando entre um pau e outro; quando parava de chupar um, batia uma punheta pra ele, e assim foi. Até que, pra descansar, bati punheta pros dois apontando pra mim, admirando como eles endureciam enquanto eu tinha a boca cheia de saliva e molhada por todo lado. Sentia vários fios de baba escorrendo pelo meu queixo e caindo na minha camiseta e nos meus peitos. O Tomas faz sinal pra eu levantar e ir pra cama. Paro e eles me ajudam a ficar de pé enquanto eu seco a boca. Vejo que o Pablo e o Tomas já estavam sentados na beira da cama, mas queriam que eu continuasse chupando. Me ajoelho de novo na frente deles, me encaixo entre as pernas deles e volto a mamar um de cada vez. Não ficamos muito tempo assim, porque o Pablo me levanta e me ajuda a subir em cima dele. Ele mete o pau na minha buceta e eu começo a cavalgar. O Tomas ficou no lugar dele por um tempo até se levantar. Enquanto eu e o Pablo nos revezávamos pra nos mexer, passaram alguns segundos até eu sentir a mão do Tomas abrindo minha bunda e depois sentir uma coisa fria querendo entrar no meu cu. Aí entendi tudo: o Tomas foi pegar algum creme ou lubrificante e já estava na portinha do meu rabo. Só consegui me deitar em cima do Pablo enquanto o Tomas começava a arrebentar meu cu. Primeiro ele ia devagar, dando empurrõezinhos, até a cabeça passar do limite. Depois disso, continuou um pouco mais bruto, mas com muito cuidado. Acho que ele deve ter entrado até a metade, porque eu já sentia meu cu bem dilatado e ainda não sentia ele todo atrás de mim. Eu e o Pablo ficamos parados esperando o Tomas ficar pronto. Devagar, os movimentos começaram de novo. O Tomas, com mais confiança, começou a meter cada vez mais fundo, mas sem ser forte. Por outro lado, ele me segurava pra poder me penetrar. Por um bom tempo, os dois se coordenaram e começaram a me comer ao mesmo tempo. Eu sentia como os dois pauzões entravam e saíam juntos. Obviamente, a vitalidade jovem do Tomas não demorou pra tomar o controle do ritmo, me empurrando cada vez mais rápido. O Pablo segurava minhas pernas com tanta força que eu já sentia as marcas, mas de repente ele falou pro Tomas:

— Espera, vamos trocar porque já tô perto de gozar, e quero terminar no seu cu.

— E como você quer fazer? — perguntou o Tomas.

Os dois começaram a deliberar comigo no meio, com os buracos cheios dos paus deles, como se eu não existisse, como se eu fosse só um pedaço de carne pra eles saciarem os instintos. Mas eu não sabia o que dizer, tava satisfeita, haja.

— Quem tá por cima dita o ritmo, hein — falei, não sei por que disse isso nem no que tava pensando, foi uma burrice, verdade, mas serviu pra eles entrarem em acordo.

Mas de novo, como uma boneca de pano, me levantaram, me viraram e me ajeitaram em cima do Pablo, dessa vez de frente pro Tomas. Ele abriu minhas pernas enquanto o Pablo tentava enfiar o membro no meu cu. Quando conseguiu, senti ele deslizar até o fundo, soltei um suspiro e me joguei rendida em cima dele. O Tomas começou a abrir caminho na minha buceta e, do nada, começou a me comer de forma brutal, igual um louco. As estocadas faziam a vara do Pablo entrar e sair do meu cu, cada vez a cabeça ficava mais na entrada, mas voltava a enfiar até o fundo. Somado à detonação que o Tomas tava me dando, não aguentei e comecei a gritar. O Pablo não demorou a tampar minha boca, o que só serviu pra baixar um pouco os decibéis, mas não meus gemidos. Eu sentia uma mistura de prazer e dor, meus gemidos foram ficando mais agudos, quase ao ponto de chorar. Com minhas mãos, procurava desesperadamente algo pra me agarrar, mas só tinha lençóis e os corpos dos meus irmãos. Depois de alguns segundos aguentando, o Pablo fala pro Tomas sair. De forma incrível, o Tomas sai de dentro de mim, e aquele descanso foi o clímax total. praticamente senti que me desconectei a ponto de quase desmaiar, mas longe de gozar, o pablo me vira de novo, dessa vez de bruços, e sobe em cima de mim sem tirar a pica, começa a me penetrar pelo cu tão fundo que me fez acordar de novo, mas agora eu já sentia os olhos brilhando. por sorte pra mim, isso não durou muito tempo, já que logo comecei a sentir algo percorrendo dentro de mim, o pablo começou a diminuir a intensidade até ficar parado e eu só conseguia sentir as batidas da pica dele nas paredes do meu esfíncter. ele tirou o membro do meu cu e aproveitei aqueles poucos segundos de descanso porque sabia que o tomas ainda não tinha terminado e que obviamente faria o mesmo que o irmão mais velho. se eu fosse contar, devem ter passado uns 10 segundos entre o pablo se levantar e o tomas ocupar o lugar dele. ainda sentia o gozo do pablo querendo escorrer pra fora, mas a pica do tomas tapou de novo meu buraquinho já usado, com a mesma intensidade que ele me comeu pela buceta, tomas fez o dele e tomou posse. embora tenham quase o mesmo tamanho, a virtude do tomas era inesgotável. ele se posicionou sobre mim e apoiou as mãos nos meus lados e começou o vai e vem, mas dessa vez o tomas se levantava todo pra me penetrar de novo tão rápido e tão fundo quanto podia. eu sentia o membro dele abrindo caminho dentro dos meus intestinos e o gozo do pablo tentando sair por aqueles micro buracos que a cabeça do tomas deixava, mas não tinha jeito, ele era mais rápido. sentia a buceta cheia de fluidos, sentia o choro vindo, minhas lágrimas já estavam cada vez mais visíveis, mas parece que não ligavam, já que o pablo se acomoda na minha frente e, colocando as pernas de cada lado do meu corpo, deixa a pica dele na minha cara. nem pensei e aproximei minha boca de novo do pênis dele, mas dessa vez não tinha mais forças, só deixava ele deslizar entre meus lábios com as estocadas que o tomas dava. o pablo se deita totalmente de bruços, deixando o pênis dele na minha boca, é a última coisa que vejo porque fechei meus olhos esperando. Que tudo acabasse, eu já não aguentava mais. Tomás começou a diminuir a intensidade, mas eu continuei enfiando a pica dele bem fundo. Só conseguia falar "ah, ah" com a pica do Pablo na boca, tentando dizer alguma coisa. Até que Tomás me deu umas três estocadas fatais, que eu senti até na alma, e aí parou de vez. Ele se levantou um pouco e abriu minhas nádegas, deixando ver toda a destruição que tinha feito. Eu sentia a pica dele pulsando enquanto enchia minha bunda de porra, e depois ele tirou bem devagar. Os últimos centímetros, acho que nem senti. Mas quando ele removeu o pau inteiro, não consegui me segurar e percebi que meu corpo expeliu todo o sêmen que estava dentro. Senti vários jorros saindo, mas ainda tinha mais. Eu estava exausta demais para reagir, mas Tomás abriu meu cu e chamou o Pablo. Ele se levantou, tirou a pica da minha boca e se ajeitou sobre mim para ver o espetáculo. Eu ouvia eles rindo e murmurando. Até eu achei graça pela sensação, mas mal conseguia me mexer. Aos poucos, fui me recuperando e sabia que tinha que tomar um banho e sair antes que alguém nos visse. Pablo foi o primeiro a sair. Quando consegui ficar de pé, também saí. Quando estava chegando na porta do meu quarto, percebi que tinha deixado minha roupa no quarto do Tomás e tinha saído no corredor com a bunda nua e cheia de porra. Mas, verdade seja dita, não me importei.

2 comentários - Me Tente Con 2 De Mis Hermanos

Uno de los mejores que leí se ve que no aguantan hstbel final (debería tener 1millon de likes) jajajaaj muy bueno