Minha namorada e os colegas de trabalho (5)
-Estou destruída, amor- me disse a Isa antes das tentativas de transar na manhã seguinte à noite com nossos três colegas
Me afastei dela meio irritado e voltei pro meu lado da cama.
-Não fica bravo, meu bem- disse ela, agora se aproximando de mim
-Não tô bravo- falei, sem muita convicção.
Isa subiu em cima de mim, com as pernas abertas, encostando a buceta no meu pau, sem roupa no meio.
-O que rolou ontem foi incrível e tô morrendo de vontade de transar com você enquanto a gente relembra- sussurrou no meu ouvido com voz sensual- Mas cê viu com quantas picas eu tive que lidar? Tô com a buceta arrombada, agora não aguento nem a sua- completou, mordendo minha orelha
-Não tenho ela tão pequena- reclamei, sentindo o pau endurecer com as mordidas dela.
-Não quis dizer isso, cê sabe que seu pau sempre me fez gozar. Mas aqueles três me preenchem de outro jeito, é diferente-
Ela começou a rebolando, esfregando a buceta no meu pau.
-É, são bem grandes- admiti, gemendo.
-São perfeitos- disse ela, me beijando sem parar de se mexer- Mas o que mais curti foi ter você ali na cadeira, queria ver você gozar olhando. E aquele beijo com a gozada do César na minha boca. Deus, foi incrível- falou Isa, já toda molhada.
-É, foi. Embora tenha sido muito pesado também-
-Foi pesado e muito porco, amor. Você engoliu a gozada de um cara que acabou de foder sua namorada-
Baixei a cabeça, meio magoado por lembrar daquilo, mas ainda muito excitado com os movimentos dela.
-Adorei, meu bem. Adoro que você seja tão porco assim-
-Mmm- gemi em resposta- Deixa eu meter-
-Não. Mas sabe o que posso deixar você fazer?-
-O quê?-
-Chupar minha buceta. Não tomei banho, talvez ainda encontre porra dos meus caras- disse ela, colocando a buceta na minha cara sem me deixar responder.
-Isso, amor. Usa sua língua, procura a porra dos três caras que foderam sua namorada ontem- falou entre gemidos.
-Deixa bem limpinha- Limpo minha buceta, sem resto de porra de macho.
Ela agarrou meu pau com a mão por trás das costas, mas sem mexer, só os movimentos do corpo dela se transmitiam pro meu pau.
— Como você faz bem, meu amor. Você come minha buceta enquanto outros me fodem.
— Continua, fode. Aproveita a porra de macho como ontem.
Isa se mexia frenética na minha boca e a mão dela continuava apertando forte meu pau que, junto com os comentários da minha namorada, tava prestes a explodir.
— Continua, continua. Usa sua boca onde três homens meteram ontem uns paus enormes e pretos.
— Isso, lambe como o corno que você é.
— Essa buceta já não é mais sua. Agora pertence a outros, a todos que eu quiser, e você vai ser meu corno pra sempre.
— Deus, vou gozar! Chupa, corno! — gritou.
Enquanto gozava, ela moveu a mão pra cima e pra baixo com força. O que foi suficiente pra eu também gozar, sujando a mão dela.
Isa saiu de cima e se deitou do meu lado.
— Toma. Lambe — disse levando a mão dela até meu rosto.
— O quê? Não — falei.
— Qual é? Cê gosta da porra dos outros mas não da sua? — disse rindo.
— Isa... — falei.
— Foi brincadeira — disse ainda rindo.
Ela levou a mão à boca e engoliu minha porra.
— Não é ruim. Mas a porra de preto é mais gostosa.
Ela me deu um beijão, enfiando a língua na minha boca, e ficou deitada no meu peito. Até a gente dormir de novo.
O resto do dia passou tranquilo. Como um casal qualquer, vimos TV, demos uma volta e mais nada até a gente ir dormir.
Mal consegui pegar no sono pensando em ver no dia seguinte meus colegas no trabalho. Com que cara eu ia mandar neles depois do que tinha rolado? Era pra eu ser o chefe deles. Que respeito iam ter por mim?
Não contei nada disso pra Isa nem na cama, nem no café da manhã no dia seguinte. Ela tava animada e feliz, não parecia afetada por ver os três caras no trabalho.
— Tenha um bom dia — nos despedimos na entrada da fábrica.
— Te amo.
Com os nervos à flor da pele, fui pro meu posto de trabalho. Por Sorte que cheguei antes deles, peguei um café da máquina e esperei o resto enquanto tentava me acalmar.
—Quer meu gozo nesse café? — disse César ao chegar onde eu estava, junto com Carlos e Javi, que caíram na risada.
—Por favor. Aqui não — pedi.
—Fica tranquilo, chefe, era só uma brincadeira. Sei que prefere meu gozo puro —
Durante a manhã, teve mais uns comentários assim da parte deles três, bem sutis, mas que me incomodavam, ainda mais vendo que o Ernesto parecia rir junto.
No intervalo de vinte minutos que a gente tem, não vi a Isa, com quem sempre me encontrava pra passar aquele tempo. Liguei pro celular dela, mas não atendeu. Demorei um bom tempo pra perceber que também não via o César com os amigos e ligar os pontos de que deviam estar juntos.
Vi os dois saindo da área dos vestiários quase quando o intervalo acabava e senti uma mistura de raiva, medo e tesão por eles terem transado no trabalho.
Essa sensação durou até a gente entrar no carro pra voltar pra casa.
—Você transou com o César no intervalo? — perguntei, tentando segurar a raiva.
—Não, amor. Como eu ia fazer isso? — respondeu.
Suspirei aliviado então.
—Só chupei ele. Não dava tempo pra foder — disse ela, com a maior calma do mundo.
—Isa, você não pode fazer isso no trabalho. Alguém pode descobrir —
—Tô ligada nesse risco — falou, levando a mão pra minha calça — E é exatamente por isso que fiz. Me deixa com um tesão danado te chifrar no trabalho e saber que alguém podia me ver e contar pra todo mundo. A empresa inteira saber que sou uma puta e você um corno —
Enquanto falava, já tinha aberto minha calça, puxado meu pau e começado a bater uma enquanto eu continuava dirigindo.
—Porra, Isa... Você não pode fazer isso —
—Por quê? Tem vergonha de saberem que você é corno ou que eu sou uma puta? —
Ela soltou o cinto, se abaixou e enfiou meu pau na boca dela.
—Ah, porra — gemi ao sentir os lábios dela.
—A puta e o corno da empresa. É o que a gente é — disse. entre chupadas—E adoro ser—
—Pra... vou gozar— avisei depois de mais quatro ou cinco chupadas
Em vez de se afastar e parar, Isa acelerou o ritmo e meu pau explodiu na boca dela.
—Deus— gemi
Ela se levantou e me beijou com a boca ainda cheia da minha porra, enfiando a língua na minha boca.
—Cuck— disse ela, sorrindo e piscando um olho.
Guardou meu pau na calça e seguimos o caminho pra casa.
Tanto na terça quanto na quarta, Isa e César sumiram na hora do intervalo pra minha namorada chupar o pau do meu colega. Javi e Carlos me fizeram saber que estavam por dentro, fazendo gestos imitando um boquete quando passaram do meu lado.
Na quinta, nenhum dos três caras estava no intervalo. Tinham levado minha namorada pro vestiário e saíram depois da campainha que avisa pra voltar ao trabalho.
Ernesto me olhava com um sorriso prepotente enquanto esperava impaciente meus colegas saírem do vestiário.
—Desculpa, chefe. A gente se distraiu— disse César rindo ao passar do meu lado.
—É que o intervalo é curto demais pra se divertir de verdade— falou Javi, sem conseguir segurar a risada, que se espalhou pros outros, incluindo o Ernesto.
Naquela tarde, tentei dizer pra Isa que ela tava exagerando e que aquilo era arriscado demais. Mas caí rendido aos encantos dela e fodi no sofá de casa. Naquela semana, a gente trepava todo dia, ela tava extremamente tarada depois das aventuras nos intervalos. Era muito risco, sim. Mas o que eu podia fazer além de aproveitar o que vinha depois?
Na sexta, a gente teve jornada reduzida no trabalho. Isa saiu muito feliz, suponho que por ir cedo pra casa. Assim que subimos no carro, ela levou a mão pro meu volume e começou a esfregar.
—Tá animada hoje, hein— falei
—Muito. É que nesse horário eu costumo estar comendo um pau—
Ela tirou meu pau da calça e continuou com os roçados.
—Então aqui tem um— falei
—É... Mas esse não é o que eu tô a fim agora— disse ela, agarrando bem meu pau.
—Mmm— gemi
—Nesse horário, bate uma fome de pau negra, amor
-Com certeza vão tirar essa fome no fim de semana-
-Pode apostar. Mas dessa vez quero que seja na nossa casa-
-O quê? Não, por que na nossa casa?-
-Meu amor, me dá muito tesão. Quero que me comam na nossa cama, que violentem a privacidade da nossa casa, que tomem seu lugar onde só fui sua. Isso vai te deixar muito mais cuck-
-Porra, Isa...-
-Me diz que você não quer. Que não te excita a ideia de ficar sentado numa cadeira enquanto eu pulo no pau de outro na nossa cama-
-Sim... Me excita-
-Eu sei, cuck. Então posso convidar meus machos pra casa?- disse enquanto continuava batendo uma pra mim.
-Sim-
-Perfeito. Porque já devem estar a caminho- disse soltando meu pau e guardando de volta na calça.
-O quê? Como assim a caminho?- falei contrariado e frustrado por ela ter parado a punheta.
-Sim, convidei eles pra almoçar aqui-
-Mas eu não tinha te dado o sim-
-Sabia que ia te convencer, bobo-
-Porra- reclamei
Ela me beijou com um sorriso meigo que tirou meu mau humor. Pouco depois chegamos em casa.
-Prepara algo pra comer. Vou me preparar pros meus machos- disse ela assim que entrou
-Ainda tenho que fazer comida pra eles-
-Não, a comida vou fazer eu. Você vai dar de comer pra eles- disse fazendo o gesto de um boquete com as duas mãos.
Eu tava descascando batatas quando Isa saiu do quarto.
-Tô boa assim?- me perguntou
Ela tava de conjunto de sutiã e calcinha fio dental vermelhos de renda e uns saltos altos combinando, só isso.
-Não acha pouca roupa pra comer?-
-Não pra o que eu vou comer- disse rindo
Na hora, a campainha tocou.
-Continua com a comida. Eu abro- me falou e saiu da cozinha
Continuei descascando batatas sentindo os nervos, o ciúme e a excitação me invadirem.
-Ô gata, assim que é bom ser recebido- ouvi a voz do César
-Valeu- respondeu Isa
-Com certeza tá mais gostosa que no trabalho- disse o Javi
-Mas acho que lá também cês gostam de mim, né?-
-Claro. Mas assim você tá demais- Muito melhor, reflete mais a sua personalidade—
—Que personalidade?—
—A de ser uma foxy— disse César rindo, fazendo vocês rirem também, até minha namorada.
—Querem algo pra beber?—
—Cerveja tá de boa—
Isa veio pra cozinha e pegou quatro cervejas da geladeira.
—Te amo, amor— disse me beijando
Saiu com as quatro cervejas, andando de salto e rebolando a bunda. Que sortudo sou por ter uma mulher tão gostosa.
Ouvi eles conversando, falando como minha namorada era boa, principalmente. Falavam do que iam fazer com ela o dia inteiro. Riam de saber que iam foder ela na casa do corno. Tava ficando excitado, mal conseguia me concentrar em cozinhar.
Isa voltou pra cozinha pra pegar mais cerveja antes de eu terminar a comida. Entrou sem sutiã, com os peitos de fora, a calcinha fio dental, os saltos e um sorriso enorme.
—Querem mais cerveja e não demora muito que tão com fome— disse me beijando
Pegou só três cervejas e voltou pra sala.
Levei uns dez minutos pra terminar a comida e avisei eles pra virem pra cozinha.
—Melhor trazer a comida aqui, amor— gritou Isa
—Tá bom— falei com raiva por ter que levar os pratos pra sala.
Fui primeiro com dois pratos, minhas habilidades de garçom não dão pra mais. Os três caras estavam sentados no sofá grande. Isa tava de joelhos, com a pica do César na boca e as outras duas nas mãos dela.
—A comida— falei me sentindo um idiota.
—Eu já tô servida, amor. Não traz nada pra mim— disse tirando a pica do César da boca
—Sua namorada só quer comer chocolate, chefe— ele disse rindo.
Voltei pra cozinha pegar mais dois pratos, deixando o da Isa lá. Servi o Carlos, que era o que faltava, e sentei na poltrona livre com minha comida.
Eles seguravam o prato com as mãos, enquanto minha namorada passava de uma pica pra outra e eu comia sentado do lado deles.
—Tá gostando da sua comida, foxy?—
—Tá, uma delícia—
—Tá gostando do chocolate em barra?—
—Tô, adoro comer chocolate em barra— dizia Isa entre chupada e chupada nas picas dos três caras.
—E você também gosta de porra, né?—
—Sim, adoro porra recém-ordenhada—
Os três riam a cada comentário da Isa, que adorava se humilhar na frente deles.
—Cuck, traz teu prato— o César falou pra mim.
Entreguei meu prato, já vazio porque tinha acabado a pouca comida que ele tinha me servido.
—Segura, foxy. Vamos te dar sua comida—
Javi e Carlos riram da ideia do amigo. Isa concordou e segurou o prato com as duas mãos enquanto ia chupando a pica que colocavam na frente da boca dela.
—Aqui está sua comida, foxy— o Carlos falou, gozando no prato.
—Valeu— respondeu minha namorada.
Logo o Javi fez o mesmo e, por último, o César. Deixaram o prato cheio de porra.
—Bom apetite, foxy—
Minha namorada sorriu pra eles e levou o prato à boca. Lambeu e engoliu tudo até não sobrar uma gota de porra no prato.
—Muito obrigada. Tava uma delícia—
Os três caíram na risada enquanto minha namorada continuava de joelhos aos pés deles.
—Anda, foxy, traz mais cerveja enquanto seu namorado recolhe isso—
Nós dois fizemos o que o César mandou. Eu levei os pratos pra cozinha e a Isa serviu mais uma rodada pra eles.
Quando voltei pra sala, depois de arrumar a cozinha, a Isa tava de joelhos com a cabeça apoiada na coxa do César, acariciando a pica dele por cima da calça de moletom que ele usava.
Sentei no sofá. Eles viam TV, distraídos, quase me ignorando e ignorando a Isa, que buscava atenção deles com carícias nas pernas e se tocando.
—Parece que essa foxy precisa de mais pica—
—Sim, por favor. Tô precisando de pica— pediu minha namorada
—Anda, vai mamar— falou o César, baixando a calça
—Muito obrigada— disse minha namorada, enfiando a pica dele na boca, ainda mole.
Os outros dois também tiraram as picas pra fora e começaram a bater punheta vendo minha namorada chupar o amigo deles. Embora eles também curtissem a Isa, tava bem claro que o César era o favorito dela, o macho dela.
—Levanta— o César falou pra ela
Minha namorada obedeceu e ficou de pé uma cara que deixava claro o quanto ela estava com tesão.
—cuck, coloca música—
Enquanto conectava meu celular na caixa de som que uso pra tocar música em casa, os três caras rodearam minha namorada e começaram a esfregar as picas no corpo dela, tocando ela inteira de cima a baixo.
Isa não parava de gemer recebendo as mãos deles, procurando as picas.
Coloquei música, bachata, que nem ela gostava de dançar com eles. Mais do que dançar, começaram a se esfregar no ritmo. Isa colocava a bunda em cima das picas dos três caras e mexia, tentando masturbá-los com as nádegas. Se beijavam. Chupavam os peitos dela. Ela batia punheta pros paus deles.
Logo deixaram minha namorada só de salto alto. Da minha poltrona, dava pra ver como a buceta dela brilhava de tão molhada que tava. Como ela se lambia, mais safada do que eu nunca tinha visto.
—Fode-me. Por favor— pediu
—Quer pica, putinha?—
—Sim, preciso de pica. Preciso que vocês enfiem as três picas enormes em mim—
—Vamos pra sua cama então, né?—
—Sim, quero que me fodam na nossa cama, que quando eu deitar com o cuck eu possa sentir o cheiro do suor dos meus machos—
—Mas que puta que você é— disse César rindo.
—Cadê o quarto que a gente vai foder sua namorada?— me perguntou enquanto colocava a Isa no ombro.
—Ali— falei apontando pra porta.
—Pode vir, mas nada de passar da porta— ele me disse
Isa ria no ombro do César e me mandou um beijo no caminho pro quarto.
Peguei uma cadeira da cozinha e sentei debaixo da porta. Isa já tava de joelhos na cama e passava a boca de pica em pica. Me viu sentar e pediu permissão pro César com o olhar pra chegar perto de mim. Me beijou, com a boca com gosto forte de pica e tirou minha roupa.
—Te amo, cuck— disse fazendo o gesto de chifre com a mão
—E eu você— respondi, com Isa já de volta na cama.
—Que lindo— disse Javi rindo.
—Você dá amor e a gente dá pica— falou Carlos
—Cada um pro que serve—
Isa se juntou a eles na risada. Eu não consegui evitar tremer e segurar minha Pau deixando claro que tava adorando os comentários dela e fazendo todo mundo rir ainda mais.
—Me fode. Por favor— implorou Isa, olhando pro César.
—Tá bom. Você vai sentir uma boa foda pela primeira vez nessa cama—
Ele empurrou ela, fazendo ela ficar de quatro, e se posicionou atrás. Na frente, Javi e Carlos com os paus na cara da minha namorada.
—Ah, porra. Valeu— disse Isa sentindo o pau do César entrando nela.
—De nada, rabuda—
Ele começou a foder minha namorada devagar. Isa cuidava dos outros dois paus com a boca.
César segurou os quadris dela e foi aumentando o ritmo aos poucos. Isa abafava os gemidos nos paus dos amigos.
—Ai, meu Deus—
—Já te foderam assim nessa cama, rabuda?—
—Não, nunca. O corno não consegue me foder assim, não tem pau nem resistência pra isso— disse ela me olhando de canto e vendo eu acelerar o ritmo da minha punheta.
Gozei logo depois, de novo provocando risadas e comentários de "branquelo pinto mole" enquanto continuavam fodendo minha namorada.
César deu lugar pro Javi e depois pro Carlos. Arrancaram dois orgasmos da minha namorada antes de qualquer um deles gozar.
—Caralho, vocês são umas feras— gemeu Isa depois do segundo orgasmo, sem eles pararem de meter.
—Três paus pretos são demais pra uma branquela igual você—
—Não, não são. Amo paus pretos. Adoro os paus pretos de vocês—
—Então chupa eles, rabuda—
—Sim, desculpa— disse ela enfiando de novo o pau do César na boca.
—Quer gozo, rabuda?— falou Javi.
—Sim, quero o gozo de vocês—
—Então traz essa boca, rabuda—
Isa engoliu o pau do Javi até ele se descarregar na garganta dela.
—Valeu— disse Isa depois de mostrar que não tinha sobrado gozo na boca.
—Porra, também vou gozar— avisou Carlos, que naquele momento tava fodendo ela.
Ele tirou o pau da buceta dela e enfiou na boca, misturando o gozo dentro da minha namorada com o do amigo.
—Delicioso— disse minha namorada.
—Que rabuda você é—
Carlos pegou o lençol e limpou o pau nele. Javi viu, riu e Subiu a aposta limpando a própria porra no meu travesseiro.
—Pra você dormir bem, cuck — falou ele me encarando.
César deitou a Isa na cama de barriga pra cima e montou em cima na posição de missionário, fodendo ela com força.
—Vou gozar aqui — disse pra ela.
—Mmm sim. Goza na minha buceta — pediu minha namorada.
—Vou te engravidar, foxy.
—Sim, me engravida.
Na real, Isa toma anticoncepcional, então não era possível. Mas não sei se o César sabia disso.
—Tô gozando, foxy.
—Isso, porra. Enche minha buceta do teu leite quente.
—Ahhhh. Porra.
César caiu exausto em cima do corpo cansado da Isa por uns segundos, antes de sair dela e deixar na minha vista a buceta dela cheia de gozo.
Isa viu que eu tava olhando e fez um sinal pra eu chegar perto.
—Chupa minha buceta, cuckhold. Limpa o leite do meu homem da minha xerequinha.
Se eu disser que senti nojo, tô mentindo. Me ajoelhei possuído de tesão e lambi a buceta da minha namorada engolindo o gozo do César enquanto me masturbava até gozar no chão.
—Bom garoto — disse César rindo do meu lado.
—Valeu por chamar a gente pra
comer.
—Valeu vocês — disse minha namorada sorrindo.
Eles se vestiram e foram embora. Isa continuava na cama de pernas abertas e eu de joelhos no chão.
—Deita comigo, amor — falou.
Levantei e deitei do lado dela. Na cama, cheia de suor e fluidos de outros caras. Nos abraçamos e nos beijamos com carinho.
—Você gostou? — perguntou.
—Demais, meu amor.
—Te amo, cuckhold.
—Eu amo mais você.
-Estou destruída, amor- me disse a Isa antes das tentativas de transar na manhã seguinte à noite com nossos três colegas
Me afastei dela meio irritado e voltei pro meu lado da cama.
-Não fica bravo, meu bem- disse ela, agora se aproximando de mim
-Não tô bravo- falei, sem muita convicção.
Isa subiu em cima de mim, com as pernas abertas, encostando a buceta no meu pau, sem roupa no meio.
-O que rolou ontem foi incrível e tô morrendo de vontade de transar com você enquanto a gente relembra- sussurrou no meu ouvido com voz sensual- Mas cê viu com quantas picas eu tive que lidar? Tô com a buceta arrombada, agora não aguento nem a sua- completou, mordendo minha orelha
-Não tenho ela tão pequena- reclamei, sentindo o pau endurecer com as mordidas dela.
-Não quis dizer isso, cê sabe que seu pau sempre me fez gozar. Mas aqueles três me preenchem de outro jeito, é diferente-
Ela começou a rebolando, esfregando a buceta no meu pau.
-É, são bem grandes- admiti, gemendo.
-São perfeitos- disse ela, me beijando sem parar de se mexer- Mas o que mais curti foi ter você ali na cadeira, queria ver você gozar olhando. E aquele beijo com a gozada do César na minha boca. Deus, foi incrível- falou Isa, já toda molhada.
-É, foi. Embora tenha sido muito pesado também-
-Foi pesado e muito porco, amor. Você engoliu a gozada de um cara que acabou de foder sua namorada-
Baixei a cabeça, meio magoado por lembrar daquilo, mas ainda muito excitado com os movimentos dela.
-Adorei, meu bem. Adoro que você seja tão porco assim-
-Mmm- gemi em resposta- Deixa eu meter-
-Não. Mas sabe o que posso deixar você fazer?-
-O quê?-
-Chupar minha buceta. Não tomei banho, talvez ainda encontre porra dos meus caras- disse ela, colocando a buceta na minha cara sem me deixar responder.
-Isso, amor. Usa sua língua, procura a porra dos três caras que foderam sua namorada ontem- falou entre gemidos.
-Deixa bem limpinha- Limpo minha buceta, sem resto de porra de macho.
Ela agarrou meu pau com a mão por trás das costas, mas sem mexer, só os movimentos do corpo dela se transmitiam pro meu pau.
— Como você faz bem, meu amor. Você come minha buceta enquanto outros me fodem.
— Continua, fode. Aproveita a porra de macho como ontem.
Isa se mexia frenética na minha boca e a mão dela continuava apertando forte meu pau que, junto com os comentários da minha namorada, tava prestes a explodir.
— Continua, continua. Usa sua boca onde três homens meteram ontem uns paus enormes e pretos.
— Isso, lambe como o corno que você é.
— Essa buceta já não é mais sua. Agora pertence a outros, a todos que eu quiser, e você vai ser meu corno pra sempre.
— Deus, vou gozar! Chupa, corno! — gritou.
Enquanto gozava, ela moveu a mão pra cima e pra baixo com força. O que foi suficiente pra eu também gozar, sujando a mão dela.
Isa saiu de cima e se deitou do meu lado.
— Toma. Lambe — disse levando a mão dela até meu rosto.
— O quê? Não — falei.
— Qual é? Cê gosta da porra dos outros mas não da sua? — disse rindo.
— Isa... — falei.
— Foi brincadeira — disse ainda rindo.
Ela levou a mão à boca e engoliu minha porra.
— Não é ruim. Mas a porra de preto é mais gostosa.
Ela me deu um beijão, enfiando a língua na minha boca, e ficou deitada no meu peito. Até a gente dormir de novo.
O resto do dia passou tranquilo. Como um casal qualquer, vimos TV, demos uma volta e mais nada até a gente ir dormir.
Mal consegui pegar no sono pensando em ver no dia seguinte meus colegas no trabalho. Com que cara eu ia mandar neles depois do que tinha rolado? Era pra eu ser o chefe deles. Que respeito iam ter por mim?
Não contei nada disso pra Isa nem na cama, nem no café da manhã no dia seguinte. Ela tava animada e feliz, não parecia afetada por ver os três caras no trabalho.
— Tenha um bom dia — nos despedimos na entrada da fábrica.
— Te amo.
Com os nervos à flor da pele, fui pro meu posto de trabalho. Por Sorte que cheguei antes deles, peguei um café da máquina e esperei o resto enquanto tentava me acalmar.
—Quer meu gozo nesse café? — disse César ao chegar onde eu estava, junto com Carlos e Javi, que caíram na risada.
—Por favor. Aqui não — pedi.
—Fica tranquilo, chefe, era só uma brincadeira. Sei que prefere meu gozo puro —
Durante a manhã, teve mais uns comentários assim da parte deles três, bem sutis, mas que me incomodavam, ainda mais vendo que o Ernesto parecia rir junto.
No intervalo de vinte minutos que a gente tem, não vi a Isa, com quem sempre me encontrava pra passar aquele tempo. Liguei pro celular dela, mas não atendeu. Demorei um bom tempo pra perceber que também não via o César com os amigos e ligar os pontos de que deviam estar juntos.
Vi os dois saindo da área dos vestiários quase quando o intervalo acabava e senti uma mistura de raiva, medo e tesão por eles terem transado no trabalho.
Essa sensação durou até a gente entrar no carro pra voltar pra casa.
—Você transou com o César no intervalo? — perguntei, tentando segurar a raiva.
—Não, amor. Como eu ia fazer isso? — respondeu.
Suspirei aliviado então.
—Só chupei ele. Não dava tempo pra foder — disse ela, com a maior calma do mundo.
—Isa, você não pode fazer isso no trabalho. Alguém pode descobrir —
—Tô ligada nesse risco — falou, levando a mão pra minha calça — E é exatamente por isso que fiz. Me deixa com um tesão danado te chifrar no trabalho e saber que alguém podia me ver e contar pra todo mundo. A empresa inteira saber que sou uma puta e você um corno —
Enquanto falava, já tinha aberto minha calça, puxado meu pau e começado a bater uma enquanto eu continuava dirigindo.
—Porra, Isa... Você não pode fazer isso —
—Por quê? Tem vergonha de saberem que você é corno ou que eu sou uma puta? —
Ela soltou o cinto, se abaixou e enfiou meu pau na boca dela.
—Ah, porra — gemi ao sentir os lábios dela.
—A puta e o corno da empresa. É o que a gente é — disse. entre chupadas—E adoro ser—
—Pra... vou gozar— avisei depois de mais quatro ou cinco chupadas
Em vez de se afastar e parar, Isa acelerou o ritmo e meu pau explodiu na boca dela.
—Deus— gemi
Ela se levantou e me beijou com a boca ainda cheia da minha porra, enfiando a língua na minha boca.
—Cuck— disse ela, sorrindo e piscando um olho.
Guardou meu pau na calça e seguimos o caminho pra casa.
Tanto na terça quanto na quarta, Isa e César sumiram na hora do intervalo pra minha namorada chupar o pau do meu colega. Javi e Carlos me fizeram saber que estavam por dentro, fazendo gestos imitando um boquete quando passaram do meu lado.
Na quinta, nenhum dos três caras estava no intervalo. Tinham levado minha namorada pro vestiário e saíram depois da campainha que avisa pra voltar ao trabalho.
Ernesto me olhava com um sorriso prepotente enquanto esperava impaciente meus colegas saírem do vestiário.
—Desculpa, chefe. A gente se distraiu— disse César rindo ao passar do meu lado.
—É que o intervalo é curto demais pra se divertir de verdade— falou Javi, sem conseguir segurar a risada, que se espalhou pros outros, incluindo o Ernesto.
Naquela tarde, tentei dizer pra Isa que ela tava exagerando e que aquilo era arriscado demais. Mas caí rendido aos encantos dela e fodi no sofá de casa. Naquela semana, a gente trepava todo dia, ela tava extremamente tarada depois das aventuras nos intervalos. Era muito risco, sim. Mas o que eu podia fazer além de aproveitar o que vinha depois?
Na sexta, a gente teve jornada reduzida no trabalho. Isa saiu muito feliz, suponho que por ir cedo pra casa. Assim que subimos no carro, ela levou a mão pro meu volume e começou a esfregar.
—Tá animada hoje, hein— falei
—Muito. É que nesse horário eu costumo estar comendo um pau—
Ela tirou meu pau da calça e continuou com os roçados.
—Então aqui tem um— falei
—É... Mas esse não é o que eu tô a fim agora— disse ela, agarrando bem meu pau.
—Mmm— gemi
—Nesse horário, bate uma fome de pau negra, amor
-Com certeza vão tirar essa fome no fim de semana-
-Pode apostar. Mas dessa vez quero que seja na nossa casa-
-O quê? Não, por que na nossa casa?-
-Meu amor, me dá muito tesão. Quero que me comam na nossa cama, que violentem a privacidade da nossa casa, que tomem seu lugar onde só fui sua. Isso vai te deixar muito mais cuck-
-Porra, Isa...-
-Me diz que você não quer. Que não te excita a ideia de ficar sentado numa cadeira enquanto eu pulo no pau de outro na nossa cama-
-Sim... Me excita-
-Eu sei, cuck. Então posso convidar meus machos pra casa?- disse enquanto continuava batendo uma pra mim.
-Sim-
-Perfeito. Porque já devem estar a caminho- disse soltando meu pau e guardando de volta na calça.
-O quê? Como assim a caminho?- falei contrariado e frustrado por ela ter parado a punheta.
-Sim, convidei eles pra almoçar aqui-
-Mas eu não tinha te dado o sim-
-Sabia que ia te convencer, bobo-
-Porra- reclamei
Ela me beijou com um sorriso meigo que tirou meu mau humor. Pouco depois chegamos em casa.
-Prepara algo pra comer. Vou me preparar pros meus machos- disse ela assim que entrou
-Ainda tenho que fazer comida pra eles-
-Não, a comida vou fazer eu. Você vai dar de comer pra eles- disse fazendo o gesto de um boquete com as duas mãos.
Eu tava descascando batatas quando Isa saiu do quarto.
-Tô boa assim?- me perguntou
Ela tava de conjunto de sutiã e calcinha fio dental vermelhos de renda e uns saltos altos combinando, só isso.
-Não acha pouca roupa pra comer?-
-Não pra o que eu vou comer- disse rindo
Na hora, a campainha tocou.
-Continua com a comida. Eu abro- me falou e saiu da cozinha
Continuei descascando batatas sentindo os nervos, o ciúme e a excitação me invadirem.
-Ô gata, assim que é bom ser recebido- ouvi a voz do César
-Valeu- respondeu Isa
-Com certeza tá mais gostosa que no trabalho- disse o Javi
-Mas acho que lá também cês gostam de mim, né?-
-Claro. Mas assim você tá demais- Muito melhor, reflete mais a sua personalidade—
—Que personalidade?—
—A de ser uma foxy— disse César rindo, fazendo vocês rirem também, até minha namorada.
—Querem algo pra beber?—
—Cerveja tá de boa—
Isa veio pra cozinha e pegou quatro cervejas da geladeira.
—Te amo, amor— disse me beijando
Saiu com as quatro cervejas, andando de salto e rebolando a bunda. Que sortudo sou por ter uma mulher tão gostosa.
Ouvi eles conversando, falando como minha namorada era boa, principalmente. Falavam do que iam fazer com ela o dia inteiro. Riam de saber que iam foder ela na casa do corno. Tava ficando excitado, mal conseguia me concentrar em cozinhar.
Isa voltou pra cozinha pra pegar mais cerveja antes de eu terminar a comida. Entrou sem sutiã, com os peitos de fora, a calcinha fio dental, os saltos e um sorriso enorme.
—Querem mais cerveja e não demora muito que tão com fome— disse me beijando
Pegou só três cervejas e voltou pra sala.
Levei uns dez minutos pra terminar a comida e avisei eles pra virem pra cozinha.
—Melhor trazer a comida aqui, amor— gritou Isa
—Tá bom— falei com raiva por ter que levar os pratos pra sala.
Fui primeiro com dois pratos, minhas habilidades de garçom não dão pra mais. Os três caras estavam sentados no sofá grande. Isa tava de joelhos, com a pica do César na boca e as outras duas nas mãos dela.
—A comida— falei me sentindo um idiota.
—Eu já tô servida, amor. Não traz nada pra mim— disse tirando a pica do César da boca
—Sua namorada só quer comer chocolate, chefe— ele disse rindo.
Voltei pra cozinha pegar mais dois pratos, deixando o da Isa lá. Servi o Carlos, que era o que faltava, e sentei na poltrona livre com minha comida.
Eles seguravam o prato com as mãos, enquanto minha namorada passava de uma pica pra outra e eu comia sentado do lado deles.
—Tá gostando da sua comida, foxy?—
—Tá, uma delícia—
—Tá gostando do chocolate em barra?—
—Tô, adoro comer chocolate em barra— dizia Isa entre chupada e chupada nas picas dos três caras.
—E você também gosta de porra, né?—
—Sim, adoro porra recém-ordenhada—
Os três riam a cada comentário da Isa, que adorava se humilhar na frente deles.
—Cuck, traz teu prato— o César falou pra mim.
Entreguei meu prato, já vazio porque tinha acabado a pouca comida que ele tinha me servido.
—Segura, foxy. Vamos te dar sua comida—
Javi e Carlos riram da ideia do amigo. Isa concordou e segurou o prato com as duas mãos enquanto ia chupando a pica que colocavam na frente da boca dela.
—Aqui está sua comida, foxy— o Carlos falou, gozando no prato.
—Valeu— respondeu minha namorada.
Logo o Javi fez o mesmo e, por último, o César. Deixaram o prato cheio de porra.
—Bom apetite, foxy—
Minha namorada sorriu pra eles e levou o prato à boca. Lambeu e engoliu tudo até não sobrar uma gota de porra no prato.
—Muito obrigada. Tava uma delícia—
Os três caíram na risada enquanto minha namorada continuava de joelhos aos pés deles.
—Anda, foxy, traz mais cerveja enquanto seu namorado recolhe isso—
Nós dois fizemos o que o César mandou. Eu levei os pratos pra cozinha e a Isa serviu mais uma rodada pra eles.
Quando voltei pra sala, depois de arrumar a cozinha, a Isa tava de joelhos com a cabeça apoiada na coxa do César, acariciando a pica dele por cima da calça de moletom que ele usava.
Sentei no sofá. Eles viam TV, distraídos, quase me ignorando e ignorando a Isa, que buscava atenção deles com carícias nas pernas e se tocando.
—Parece que essa foxy precisa de mais pica—
—Sim, por favor. Tô precisando de pica— pediu minha namorada
—Anda, vai mamar— falou o César, baixando a calça
—Muito obrigada— disse minha namorada, enfiando a pica dele na boca, ainda mole.
Os outros dois também tiraram as picas pra fora e começaram a bater punheta vendo minha namorada chupar o amigo deles. Embora eles também curtissem a Isa, tava bem claro que o César era o favorito dela, o macho dela.
—Levanta— o César falou pra ela
Minha namorada obedeceu e ficou de pé uma cara que deixava claro o quanto ela estava com tesão.
—cuck, coloca música—
Enquanto conectava meu celular na caixa de som que uso pra tocar música em casa, os três caras rodearam minha namorada e começaram a esfregar as picas no corpo dela, tocando ela inteira de cima a baixo.
Isa não parava de gemer recebendo as mãos deles, procurando as picas.
Coloquei música, bachata, que nem ela gostava de dançar com eles. Mais do que dançar, começaram a se esfregar no ritmo. Isa colocava a bunda em cima das picas dos três caras e mexia, tentando masturbá-los com as nádegas. Se beijavam. Chupavam os peitos dela. Ela batia punheta pros paus deles.
Logo deixaram minha namorada só de salto alto. Da minha poltrona, dava pra ver como a buceta dela brilhava de tão molhada que tava. Como ela se lambia, mais safada do que eu nunca tinha visto.
—Fode-me. Por favor— pediu
—Quer pica, putinha?—
—Sim, preciso de pica. Preciso que vocês enfiem as três picas enormes em mim—
—Vamos pra sua cama então, né?—
—Sim, quero que me fodam na nossa cama, que quando eu deitar com o cuck eu possa sentir o cheiro do suor dos meus machos—
—Mas que puta que você é— disse César rindo.
—Cadê o quarto que a gente vai foder sua namorada?— me perguntou enquanto colocava a Isa no ombro.
—Ali— falei apontando pra porta.
—Pode vir, mas nada de passar da porta— ele me disse
Isa ria no ombro do César e me mandou um beijo no caminho pro quarto.
Peguei uma cadeira da cozinha e sentei debaixo da porta. Isa já tava de joelhos na cama e passava a boca de pica em pica. Me viu sentar e pediu permissão pro César com o olhar pra chegar perto de mim. Me beijou, com a boca com gosto forte de pica e tirou minha roupa.
—Te amo, cuck— disse fazendo o gesto de chifre com a mão
—E eu você— respondi, com Isa já de volta na cama.
—Que lindo— disse Javi rindo.
—Você dá amor e a gente dá pica— falou Carlos
—Cada um pro que serve—
Isa se juntou a eles na risada. Eu não consegui evitar tremer e segurar minha Pau deixando claro que tava adorando os comentários dela e fazendo todo mundo rir ainda mais.
—Me fode. Por favor— implorou Isa, olhando pro César.
—Tá bom. Você vai sentir uma boa foda pela primeira vez nessa cama—
Ele empurrou ela, fazendo ela ficar de quatro, e se posicionou atrás. Na frente, Javi e Carlos com os paus na cara da minha namorada.
—Ah, porra. Valeu— disse Isa sentindo o pau do César entrando nela.
—De nada, rabuda—
Ele começou a foder minha namorada devagar. Isa cuidava dos outros dois paus com a boca.
César segurou os quadris dela e foi aumentando o ritmo aos poucos. Isa abafava os gemidos nos paus dos amigos.
—Ai, meu Deus—
—Já te foderam assim nessa cama, rabuda?—
—Não, nunca. O corno não consegue me foder assim, não tem pau nem resistência pra isso— disse ela me olhando de canto e vendo eu acelerar o ritmo da minha punheta.
Gozei logo depois, de novo provocando risadas e comentários de "branquelo pinto mole" enquanto continuavam fodendo minha namorada.
César deu lugar pro Javi e depois pro Carlos. Arrancaram dois orgasmos da minha namorada antes de qualquer um deles gozar.
—Caralho, vocês são umas feras— gemeu Isa depois do segundo orgasmo, sem eles pararem de meter.
—Três paus pretos são demais pra uma branquela igual você—
—Não, não são. Amo paus pretos. Adoro os paus pretos de vocês—
—Então chupa eles, rabuda—
—Sim, desculpa— disse ela enfiando de novo o pau do César na boca.
—Quer gozo, rabuda?— falou Javi.
—Sim, quero o gozo de vocês—
—Então traz essa boca, rabuda—
Isa engoliu o pau do Javi até ele se descarregar na garganta dela.
—Valeu— disse Isa depois de mostrar que não tinha sobrado gozo na boca.
—Porra, também vou gozar— avisou Carlos, que naquele momento tava fodendo ela.
Ele tirou o pau da buceta dela e enfiou na boca, misturando o gozo dentro da minha namorada com o do amigo.
—Delicioso— disse minha namorada.
—Que rabuda você é—
Carlos pegou o lençol e limpou o pau nele. Javi viu, riu e Subiu a aposta limpando a própria porra no meu travesseiro.
—Pra você dormir bem, cuck — falou ele me encarando.
César deitou a Isa na cama de barriga pra cima e montou em cima na posição de missionário, fodendo ela com força.
—Vou gozar aqui — disse pra ela.
—Mmm sim. Goza na minha buceta — pediu minha namorada.
—Vou te engravidar, foxy.
—Sim, me engravida.
Na real, Isa toma anticoncepcional, então não era possível. Mas não sei se o César sabia disso.
—Tô gozando, foxy.
—Isso, porra. Enche minha buceta do teu leite quente.
—Ahhhh. Porra.
César caiu exausto em cima do corpo cansado da Isa por uns segundos, antes de sair dela e deixar na minha vista a buceta dela cheia de gozo.
Isa viu que eu tava olhando e fez um sinal pra eu chegar perto.
—Chupa minha buceta, cuckhold. Limpa o leite do meu homem da minha xerequinha.
Se eu disser que senti nojo, tô mentindo. Me ajoelhei possuído de tesão e lambi a buceta da minha namorada engolindo o gozo do César enquanto me masturbava até gozar no chão.
—Bom garoto — disse César rindo do meu lado.
—Valeu por chamar a gente pra
comer.
—Valeu vocês — disse minha namorada sorrindo.
Eles se vestiram e foram embora. Isa continuava na cama de pernas abertas e eu de joelhos no chão.
—Deita comigo, amor — falou.
Levantei e deitei do lado dela. Na cama, cheia de suor e fluidos de outros caras. Nos abraçamos e nos beijamos com carinho.
—Você gostou? — perguntou.
—Demais, meu amor.
—Te amo, cuckhold.
—Eu amo mais você.
1 comentários - Minha namorada e os colegas de trabalho (parte 5)