Gostosa do quiosque 19

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Ela saiu do banho, vestida bem sexy como de costume. Cruzei com ela no corredor a caminho do banheiro, eu ia tomar um banho enquanto lia uma mensagem do meu amigo que ele tinha mandado um tempinho atrás dizendo "Comprei uma coisa pra gente beber como combinamos, daqui a pouco passo aí pra deixar". Respondi "Não precisava, a gente já tinha conversado sobre isso", mas ele não viu. Me virei pra ver aquele rabão lindo balançando enquanto ela andava.

Alguns minutos depois ouvi uma buzina, sabia que era ele.

L: Tá buzinando aí, você pediu alguma coisa?
Eu: Não, é o "F", ele trouxe umas coisas pra beber como a gente conversou ontem à noite.
L: O que eu faço? O que eu digo?
Eu: Atende ele.
L: Tá bom.

Ouvi ela deixando ele entrar e eles ficaram conversando um pouco. Depois de alguns minutos, silêncio. Continuei fazendo minhas coisas no banheiro e depois tomei banho. Quando saí, entendi o motivo do silêncio: ele estava sentado no sofá e ela ajoelhada na frente dele, chupando o pau dele.

Eu: O que você tá fazendo? - perguntei pra L.
L: O que você me disse pra fazer, atender ele.
Eu: Eu disse pra você atender, não pra chupar o pau dele.
F: Muito prestativa a putinha, hein - disse o F num tom de brincadeira.

Ela tirou o pau da boca, olhou pra ele com um sorriso e voltou a chupar, ainda com o sorriso no rosto.

A sensação era estranha porque não sentia ciúmes como se ela fosse minha namorada, mas ao mesmo tempo sentia um pouco. Me entendam um pouco, eu tinha investido nela, arrisquei ela me dar fora e contar pro marido que eu tinha dado em cima, arrisquei com o marido dela transar com ela na frente dele, e aos poucos foi aparecendo o quanto putinha ela podia ser. Esse mérito era meu, e ela é minha. Mas ao mesmo tempo, eu tinha brincado com fogo, tinha que ver até onde aguentava a queimadura. O jogo e as rédeas hoje ela tinha tomado, não queria ser cuzão com meu amigo também, mas tinha que botar as coisas em ordem de novo. O macho dela era eu, o dono da essa puta era eu, e eu tinha que deixar as coisas claras de novo. Não me considero uma pessoa de muitas palavras, mas sim de ação. Me aproximei e fiquei parado ao lado dela, a centímetros do seu corpo, ela me olhou, mas só de relance, como se minha presença não importasse, ela continuou chupando e olhando nos olhos do meu amigo. Ele estava gostando e percebeu, sorrindo, que eu queria me juntar, mas ele estava enganado, eu vim buscar o que era meu e ele não faria parte. Peguei L pelos cabelos para levantá-la, seu rosto ficou perto do meu pau. Ela abriu a boca para dizer um "Aii" acho, porque com uma mão ela agarrou a mão que segurava seus cabelos, como se estivesse reclamando. Não dei tempo e enfiei meu pau fundo na garganta dela, usei sua boca para ela pegar meu pau. Depois de alguns segundos, deixei ela respirar. L: O que você está fazendo? Nós não havíamos combinado isso. Puxei os cabelos dela para trás e aproximei meu rosto do dela, segurando seu rosto com a outra mão. Eu: Você é minha puta e pertence só a mim. Ela tentou falar, dei um tapa nela e enfiei dois dedos em sua boca para abri-la. Eu: Entendeu? Ela assentiu. Cuspi em sua boca e rosto, sem tentar ser suave, mas sim imponente, meu pau voltou à sua boca imediatamente, seu olhar voltou a ser o mesmo, aquele que eu gostava, desejo, paixão, luxúria e ela entendeu novamente que seu papel era ser minha puta e fazer o que eu quisesse, ela deixou F completamente de lado, para ela voltei a existir só eu. Meu amigo me olhou enquanto se masturbava, mas não entendia a situação, nem mesmo se eu iria emprestar minha puta para ele de novo. Alguns minutos depois, já cansado de ficar em pé. Eu: Sai daí. Eu disse ao meu amigo. Aproxima uma cadeira se quiser. Ele se levantou e trouxe uma cadeira perto de nós, sem parar de se masturbar. Enquanto eu me acomodava na poltrona, L não deixava meu pau escapar de sua boca, para onde eu me movesse, ela fazia o possível para não soltá-lo de seus lábios. Ela tinha ficado muito excitada, fazia gargantas profundas, com muita saliva e tosse no final, recuperando um pouco de Ar e voltando à ação. Ela descia e subia rápido, girando a cabeça de um lado pro outro, pra ser mais claro: descia apontando o rosto pra esquerda e ao subir virava pra direita. Meu amigo via o blow job animal que eu tava recebendo e cada vez acelerava mais a punheta. F: Como ela chupa essa rola, pelo amor de Deus. Pra mim ela não chupa assim. Eu: É que ela é minha putinha, e só pode fazer isso comigo, né puta? Tirei meu pau da boca dela, e babando um pouco, com a cara toda melada de saliva ela respondeu “Sim, papai” e continuou. Eu: Vou gozar, tá sabendo? Mas não engole, deixa na boca. F: Uff, eu também quero gozar, posso dar minha porra nela? Eu: Não, já emprestei demais. F: E o que eu faço? Eu: Sei lá, goza na sua mão, que saco. Poucos segundos depois, minhas bolas fizeram força pra cima e soltaram uma quantidade impressionante de porra, lembrem que eu tinha sido um brinquedo sexual a tarde toda, sem chance de gozar, então a descarga foi grande. Ela teve dificuldade, mas aguentou, me olhou com a boca fechada e juntou algumas gotas dos lábios e do queixo com os dedos, pra colocar na boca. Queria sorrir me olhando, mas a porra escapava, ela tava curtindo a esporrada que eu dei quando ouvi meu amigo gemendo. Ele continuava se masturbando numa velocidade animal, se inclinando pra frente e pra trás. F: Deixa eu gozar na boca dela. Eu: Não, ela é minha puta. F: Por favor. Ele falava muito entrecortado. Eu: Mostra pra ele como sua boca ficou cheia. L se virou e ainda com uma mão embaixo do queixo pra não derramar no chão, abriu a boca, tava cheia de porra bem branca e grossa. Eu: Tem espaço pra mais um pouco? Ela levantou os ombros como dizendo “Sei lá”. Eu: Tá bom, experimenta, goza na boca dela você também, amigo. F: Sério? Eu: Sim, aproveita porque vai ser a última vez. L, ainda ajoelhada no chão, abriu a boca olhando pra cima e meu amigo se levantou na hora, batendo uma e se segurando na testa da minha putinha. Eu: Vai engolir as duas juntas, quando eu mandar. F Ele aproximou mais a cabeça do seu pau, até os lábios de L, e começou a gozar. Jatos abundantes e com força, no final o esperma praticamente transbordava. Ela fez sinais para que a deixasse engolir. Eu: Ainda não, olha pra mim e faz gargarejo. Ela fez, me olhando. Eu: Agora mostra pra ele. Ela fez o mesmo e algumas gotas escorriam da sua boca. Eu: Engole. Ela cumpriu a ordem. L: Quanta porra, que delícia. Eu: Gostou? L: Amei, muito gostoso. F: De onde você arrumou essa? Como pode ser tão puta. Eu: E sei lá, deixa ela te contar. L: Eu não era assim, mas ele me transformou numa puta, SUA puta, e agora não consigo viver sem o pau dele. Eu: Bom amigo, já cumpri. F: Sim, vou indo. Eu: Você vai e lava bem os dentes. Põe uma calcinha fio dental e me espera de quatro na cama, que ainda não terminei com você. L: Sim, meu amor. Enquanto despedia F, L passou bem rebolando, andando como o que era, uma puta, em direção ao quarto. F: Que bom que você vai se divertir, amigo, com essa puta. Nos despedimos e ele foi embora. Agora eu ia cobrar de verdade, pensei, a caminho do quarto.

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