Memórias: Sexo Sob a Ponte de Diaz Velez

Olá a todos, obrigado por ler minhas memórias, e lembrem que são reais, são situações que vivi sexualmente.

Hoje vou contar a penúltima aventura, foi no passado 20 de janeiro. Vou contar como deixei aquele maduro sem-teto que mora debaixo da Ponte de Diaz Vélez, junto à linha do trem Sarmiento, me foder.

Faz um tempo já que tem um homem mais velho de 63 anos, careca com barriga, que por circunstâncias da vida foi despejado e tomou a decisão de ir morar debaixo da ponte de Diaz Vélez. Vale destacar que o homem não é um vagabundo, não é um mendigo, é educado e limpo.

Tudo começou alguns dias atrás, eu ia pela Segunda Rivadavia e dobrei na lateral da ponte onde ele tem a moradia montada, e antes de cruzar a ponte furei um pneu do carro, então subi para a parte de estacionamento que fica debaixo da ponte.

Estava tentando trocar o pneu e ele estava bem travado, não conseguia tirar, precisava de algo para apoiar bem o macaco. Então me aproximei de onde fica a casa dele, digamos, para buscar um tijolo, e ele me cumprimenta. Tudo bem, ele diz, e eu explico o que precisava. Ele me fala: "Vem que tenho aqui uns calços que vão te servir". Com um pouco de dúvida, o acompanhei e pude ver que ele tinha uma mesa, 4 cadeiras, um fogareiro de camping. Uma cama de casal dividida por um guarda-roupa, mesinha de cabeceira, TV, tudo. Só que estava debaixo da ponte. Ele me dá o calço, a questão é que consigo trocar o pneu, devolvo o calço e vou dar uns trocados para ajudar pela ajuda, e ele diz: "Não, cara, não me dá dinheiro porque aqui não tenho onde guardar e depois vêm e me roubam. Quando andar por aqui, me traz alguma coisa de comida, doces, pão ou então um sanduíche grande de milanesa". Fiquei com pena.

No dia em questão, eu estava em casa e tinha comprado para fazer milanesas, e me lembrei dele. Pensei: agora à tarde, quando a padaria abrir, compro doces e pão e levo para ele. Acontece que nessa mesma tarde tive uma briga com minha namorada, e ela, brava, foi dormir na casa dos pais.

Fiz isso, eram umas 19 horas... Preparei, comprei e levei pra ele, além de um refri. Peguei o carro e levei tudo. Quando cheguei, ele tava de bermuda. Porque tava calor, mas ele tinha acabado de tomar banho, tinha um balde grande com água. Cumprimentei, falei "Oi, Seu", ele me respondeu animado "E aí, cara, furou de novo?" e deu uma risada. Disse "Quem me dera, assim tinha desculpa pra te ver". Eu peguei a indireta hahaha. "Não te trouxe umas coisinhas, outro dia fiquei pensando muito em você e minha mãe me ensinou que tem que estender a mão pra quem te estende. Trouxe umas folhadas e uns sanduíches caseiros gostosos." "Que delícia", ele me diz. "Toma mate? Vem, vamos tomar uns mates."

Me fez passar pra sua varanda-comedor e me sentei e preparei mate e a gente começou a conversar. Ele me contou a história dele, que não vem ao caso, só que fazia 3 anos que tava sozinho, que os vizinhos eram bons. Aí ele me olha e me diz "Você tá bem?", eu digo "Ufffff, não, briga com a namorada."

Ele me corta e diz "E se separa? Desde que tô aqui faço o que quero, e até o que você imagina." "Ah, bom", eu digo. "Tem uma síria aí do prédio que quando traz algo, eu faço passar pro quartinho. E não se escuta." Eu pergunto "Não?", ele olha e me mostra a chave. "Quando precisar de um lugar, com prazer, aqui tá." Fffff, Seu ?????? Percebi que nunca tinha perguntado o nome dele. "Joaquim", ele me diz. "Sem muito rodeio e preguiçoso", eu digo, "precisaria hoje já que minha namorada foi pra casa dos pais." "Pois então, meu filho, aqui tem lugar" e aí eu vejo que o velho tava de pau duro. Silêncio dos dois, ele me diz "Eu a bunda não entrego, pra você saber."

Eu rio e digo "Eu sim." Me pirou a cabeça de transar ali no meio da rua.

Fomos pra cama, ele começou a beijar meu pescoço, minhas costas, lamentava não ter ido de calcinha pra fantasia ser melhor, mas deu. Ele me diz "Que delícia, bum, baby", me beija a bunda, chupava meus dedos, eu respondia a tudo, metia os dedos na boca dele pra ele chupar.

Como dois apaixonados estávamos nos beijos na cama, eu em cima dele, virava e ele ficava por cima, a gente se percorria com a língua, como disse antes, bem limpinho. ele me perguntou como eu gosto de foder, de todas as maneiras, me fez deitar de costas com as pernas no ombro dele, ele molhou os dedos com saliva, molhou minha bunda, enfiou os dedos e entrou com o pau. Era grandão, mas eu estava com tanto tesão que ele entrou de uma vez.

E eu não pude fazer nada além de arquear as costas de prazer para ele entrar fundo. Agarramos as pernas e ele me apertou, enquanto isso dava pra ouvir a gente passando pela calçada, os carros na ponte. Foi algo único. Ele ficou me comendo e tirou, me disse: "chupa, sua vadia do caralho" e me deu um tapa na bunda. Eu comecei a chupar com gosto de pau e do meu cu delicioso.

Ele me disse: "ajoelha no chão e se joga na cama". Eu estava em forma de L, deitado, e assim ele enfiou. Ele estava em pé e eu empinando a bunda, e ele disse: "como você gosta de foder, vadia, de agora em diante você vai ser minha Susana". A tudo isso, eu concordei. Ele começou a meter com força, com uma dureza e rudeza de um macho que sabe tratar a sua puta, e eu disse: "Senhor, vou gozar". Ele disse: "aguenta, quero te encher de porra e depois te fazer gozar". Ele detonou minha bunda como ninguém, mas eu não aguentei e gozei. Ele disse: "puta ruim, agora você vai ver".

Me fez levantar, me despiu completamente e me levou a um canto onde dava pra ver a rua, os carros e a gente passando na calçada. Da rua dava pra ver o armário como uma janela e meu rosto. "Agora vou te foder na frente de todo mundo e quero que você geme como a vadia que é". Me apoiei numa mesinha de cabeceira e meu rosto ficou de modo que só me viam a mim. Em pé, ele começou a me comer de novo. Eu já estava perdido, gemendo como uma vadia, e quando alguém passava, eu me calava e ele me dava estocadas fortes. Quando assim, eu só gemía.

Ele disse: "agora você vai ser minha para sempre" e gozou. Senti como se inundasse minha bunda, mas era um rio. Ele tirou e me fez limpar, enquanto minha bunda pulsava e soltava peidinhos com jatos de porra. Chupei mais um pouco, tentei beijá-lo e ele disse: "isso é para maricas, eu não beijo, só fodo".

Me vesti e sem poder me lavar, ele me agarra e diz: "toda vez que você transar ou se masturbar, vai lembrar de mim". Sobre um sanduíche da Mila, sabe onde fica isso?   E eu fui, cheguei em casa lá pelas 23, tomei banho e tinha mensagens da minha namorada pedindo perdão. Fui buscar ela e comi ela quando chegamos, lembrando do dono.

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