Minha primeira vez como passivo (pt. 2)

Seguiu o corte de cabelo, e entre tantos nervios me atrevi a perguntar como era a parada das peças de cima e ele começou a me explicar, falou de preços e no final me pergunta se eu queria subir, eu entre nervios mas estourando de tesão e ainda me masturbando debaixo daquela capa que colocam na gente, falei que sim, que queria subir com ele. Me contou que estava surpreso, que nunca pensou que eu era gay, e eu falei que nem eu, que nunca tinha acontecido algo assim e que eu não conseguia parar de olhar pro pau dele. Depois me perguntou meio que por quê, e eu falei que queria pegar nele, e ele disse algo tipo que era só ativo, não era versátil, eu não entendi e ele explicou que gostava só de meter e não de levar, eu falei que ahhh não me dava vontade de meter, que eu queria o contrário. Então o cara tirou minha capa e lá estava eu com o pau duro e a mão toda melada, ele sorriu e falou pra eu me limpar um pouco, fez alguma coisa na cadeira e disse senta aí pra ver, mas faz assim e me fez sentar tipo ao contrário, ou seja, com o peito colado no encosto da cadeira, e como ela tava um pouco mais reclinada eu fiquei com a bunda pra cima, e não colocou a capa, e continuou o corte e falou que agora eu podia pegar nele, teve uma hora que ele parou na minha frente e foi aí que comecei a passar a mão, agarrei o pau dele e comecei a masturbar bem devagar, dava pra colocar na boca e chupar numa altura boa mas tava cheio de pelinhos do corte então não fiz, e depois quando foi cortar um pouco atrás na nuca ele sentou comigo na cadeira atrás de mim e senti todo o pacote dele na minha cintura, e eu tava tão tarado que me senti uma puta, e comecei a rebolar. Lembro que quando terminou ele levantou e me deu um tapa na bunda e eu gostei, depois para do meu lado e fala que eu deixei ele duro, e eu falo pra gente terminar logo pra subir, e é aí que ele me diz pra fazer outra coisa, fala que é melhor terminar o corte, que Esperei umas duas horas por ele, já que ele tinha mais dois clientes naquela tarde, e depois a gente iria pra casa dele, onde poderíamos fazer de tudo e eu não precisaria pagar pelo quarto, que era um pouco caro. Por fim, o corte acabou, eu levantei, paguei — ele tinha uma maquininha pra cobrar, segurava ela — e enquanto se limpava o corpo com a escovinha de tirar pelos. Quando eu ia começar a me vestir, ele fala: "espera, deixa eu limpar um pouco suas costas". E começa, vai descendo até chegar nas minhas nádegas. Eu tava tão excitado que me apoiei no balcão onde ele tinha as coisas e abri as pernas. Ele se agachou, abriu minhas nádegas e soprou meu cu como se fosse tirar os pelos, me deu uma palmada daquelas e disse que queria só enfiar. Aí me vesti e fui pra uma praça esperar por ele. Continua...

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