Fala galera, meu nome é Michell, sou nova nisso, não sou muito de escrever, na real essa é minha primeira história. Pelo que vi, todo mundo se descreve, então vou fazer o mesmo. Espero que gostem da minha história, se sim, me avisem, por favor. Sou branca, tenho 1,75, cabelo castanho – alguns dizem que é ruivo kkkk – bom, meu corpo é uma delícia com qualquer roupa, mas o que mais se destaca é minha bunda kkkk, uma bunda linda, gostosa e redonda, bem carnuda kkkk. Mas pra vocês não ficarem só na imaginação, vou deixar uma foto dela.
Essa sou eu, hehe. Quem diria que sou bem putinha e submissa. Bem, aqui vai meu relato. Tudo começou quando fui ilegal pros Estados Unidos, porque sou de Honduras e as coisas tavam difíceis lá no meu país. Só tínhamos duas opções: estudar e ganhar um salário merda, ou ser uma putinha de um traficante. E, como eu sou uma mulher empoderada, segundo eu mesma até aquele momento, hehe. Então, com a ajuda das minhas irmãs que já tavam aqui nos EUA, consegui chegar. Mas o interessante foi o caminho que me trouxe até aqui. Lá você conhece muita gente: cubanos, venezuelanos, guatemaltecos, etc. Bem, o caso é que entre todos eles, conheci um venezuelano magro, alto, uns 1,85m. Uff, desde o momento que vi ele, minha buceta ficou molhada porque dava pra ver o corpaço que ele tinha. E, segundo lá no meu país, os negros são os que têm o pau maior. Normal, tudo transcorreu sem novidades no caminho, até que quando chegamos no México, uma das pessoas que tava no meu grupo comentou algo sobre aquele negro, que até então eu não sabia o nome. Só naquele momento, Susana (assim se chama a garota que me contou o que o negro tinha feito) me disse que o tal cara se chamava Raúl e que ele não queria chegar nos EUA, porque ele se aproveitava das garotas que iam no caminho, oferecia dinheiro e comia elas. Mas, segundo ela, nenhuma tinha aguentado ele. Não sei por quê, mas ouvir isso fez um arrepio percorrer meu corpo inteiro. Não era medo, era excitação. Talvez pelos dias que eu tava sem nem me tocar, ou sei lá. Mas o caso é que esse cara começou a me chamar muito mais atenção. A gente tava lá no México, nos levaram pra uma casa tipo depósito. O coiote falou que a gente ia ficar uns 2 dias esperando o momento de passar. Nesse tempo, eu sabia que tinha que descobrir tudo sobre aquele negro. O que eu não sabia é que Raúl (o negro) já tinha combinado com o coiote pra me deixar numa parte do depósito junto com ele, sozinhos, sem ninguém ver. Bom, chegamos lá pelas 9 da manhã no depósito e ficamos o dia todo até umas 6. Tudo correu normal. Quando já tava escurecendo, esse cara se aproximou e começou a falar comigo, dizendo como eu era gostosa e perguntando por que eu tava indo pros Estados Unidos. Aí comecei a contar o que tava rolando no meu país, e ele viu a chance de se aproveitar. Mas o que ele não sabia é que eu também queria ver até onde isso ia. A gente conversou uns 40 minutos. Eu tava usando uma legging pra facilitar a viagem e uma camisa tipo top por baixo de uma de manga comprida, sem sutiã, porque não aguentava o calor. A conversa foi esquentando até que ele disse que durante todo o caminho ele notou meus bicos e perguntou se eu tava excitada. Eu corei e tentei evitar responder, mas ele insistiu. Sem dizer nada, só balancei a cabeça que sim. Ele riu e perguntou por quê, e eu respondi que era por pensar em sexo. Ele começou a perguntar coisas mais ousadas, tipo se eu já tinha transado selvagem ou com dois caras. Eu disse não pra ambas, porque nas poucas vezes que transei, foi sexo normal e eu sempre ficava insatisfeita. Não sei por quê, mas acabei soltando a pergunta se eram verdade os boatos de que ele se aproveitava das minas e comia elas. Ele deu um sorriso e disse que sim, que adorava foder bucetas e cuzinhos de todas as idades, e que as mais recentes tinham sido uma mãe e uma filha (pelo que vi, a mãe devia ter uns 35 e a filha uns 12). Fiquei chocada com a resposta, e ele disse que nenhuma das duas aguentou ele. Aí ele me propôs ser a nova "funda" dele e que me pagaria. Nisso tudo, eu tava super excitada. Ele percebeu e puxou meu bico. Foi um choque elétrico no meu corpo, senti que molhei mais minha calcinha. Ele disse que era muito possessivo na cama e que, se eu quisesse dar pra ele, teria que deixar ele fazer o que quisesse. Eu só falei pra ele me tratar com... Delicadeza, mas em vez de uma resposta afirmativa, ele se levantou de onde tava e me puxou pelo cabelo. Eu não senti raiva, não — ele me exigia ainda mais. Me puxou até um canto do depósito, eu andando igual uma putinha enquanto ele me arrastava pelo cabelo. Me senti toda uma puta submissa, mas eu tava adorando. Já sozinhos e mais à vontade num móvel velho que tinha ali, ele mandou eu desabotoar a calça dele e chupar. Mal ele terminou de falar e eu já tava fazendo. Pra minha surpresa, saltou feito mola um pau de uns 23 cm de comprimento que bateu na minha bochecha. Nunca tinha visto nem tido nada assim. Engoli seco e só consegui falar: "coitadinha da minha buceta", haha. Quando ele enfiou o pau na minha boca, comecei a chupar. Pelo tamanho, foi difícil, mas ali tava a cena clássica de uma mina branca fazendo oral no seu macho. Umas meia hora depois, ele me levantou, me puxando pelo cabelo, e deu um puxão que arrancou a blusa tipo top que eu tava usando. Meus peitos, que são pequenos, mesmo assim balançaram.
Esta sou eu de biquíni pra vocês terem uma ideia do meu corpo. Bom, começando a história, esse cara começou a beijar meus peitos enquanto me segurava pelo cabelo. Ficou uns 2 minutos, mandou eu ficar de quatro e disse que ia me arrebentar e me usar de capa por um bom tempo, e que não queria reclamações porque ia rasgar minha buceta e meu cu. Eu, excitada, só concordei e esperei de quatro. Lá, ele rasgou minha lycra e começou a chupar bem minha buceta e meu cu. Ficou uns minutos, de repente senti aquele pedaço enorme de carne apontando pra minha buceta. Só engoli seco e fechei os olhos quando senti ele meter de uma vez. Senti dor, mas ao mesmo tempo prazer. Tava excitada, então foi fácil entrar. O difícil foi minha buceta se acostumar com aquela pica enorme. Ele me usou por um bom tempo, aí chegou a vez do meu cu. Não foi muito diferente, só que ele lubrificou com meus próprios sucos da buceta e meteu de uma vez. Aí sim senti uma dor imensa, mas não podia fazer nada porque ele me segurava firme. Ficou entrando e saindo, e acabei pegando gosto por isso hehe. Lá estava eu, sendo bem usada por um negão enquanto minha família se preocupava comigo. Ficamos transando por um tempão. Quando ele ia gozar, disse que ia me deixar grávida. Eu ia falar que não, mas já era tarde: ele meteu na minha buceta e senti a descarga grossa dentro. Quando tirou a pica, me mandou limpar ele. Provei sêmen e meus sucos juntos pela primeira vez hehe, mas gostei. Quando terminei e me levantei, vi sêmen escorrendo pelas minhas pernas. Aí eu soube que ia engravidar, e gostei da ideia. No caminho todo, ele me tratou como a putinha dele. Não era só comigo, ele usava outras minas também. Aquela menina que falei que tinha 12 anos, ele usava ela direto também. Eu ficava com ciúmes, mas não adiantava nada. Ficamos quase 1 semana e meia por causa de atrasos, então ele teve tempo de usar a gente do jeito que quis. E ele era muito controlador, um cara que me dava tapas na cara e eu gostava porque me sentia humilhada, mas ao mesmo tempo uma puta. E então, Já trouxeram eles pra cá, não soube mais dele até umas semanas atrás. E aí, eu engravidei, tenho uma menina de 5 anos, linda, só que não é branca, é mais uma cor entre branca e negra. Não posto foto porque derrubam meu relato. O caso é que ele me pede dinheiro, e eu, me sentindo a putinha dele, mando. Esse dinheiro ele usa pra pagar as vadias que ele come, mas eu tô feliz. Ele me disse que vai vir me visitar e que eu prepare nossa filha porque ele vai usar ela, o que me enche de tesão, mas é esperar. Bom, espero que tenham gostado do meu relato. Se sim, me avisem pra eu escrever outras histórias que já vivi aqui nos Estados Unidos e também no meu país de origem. Com muito amor, me despeço de vocês.
Att: a putinha engole rola!!
Essa sou eu, hehe. Quem diria que sou bem putinha e submissa. Bem, aqui vai meu relato. Tudo começou quando fui ilegal pros Estados Unidos, porque sou de Honduras e as coisas tavam difíceis lá no meu país. Só tínhamos duas opções: estudar e ganhar um salário merda, ou ser uma putinha de um traficante. E, como eu sou uma mulher empoderada, segundo eu mesma até aquele momento, hehe. Então, com a ajuda das minhas irmãs que já tavam aqui nos EUA, consegui chegar. Mas o interessante foi o caminho que me trouxe até aqui. Lá você conhece muita gente: cubanos, venezuelanos, guatemaltecos, etc. Bem, o caso é que entre todos eles, conheci um venezuelano magro, alto, uns 1,85m. Uff, desde o momento que vi ele, minha buceta ficou molhada porque dava pra ver o corpaço que ele tinha. E, segundo lá no meu país, os negros são os que têm o pau maior. Normal, tudo transcorreu sem novidades no caminho, até que quando chegamos no México, uma das pessoas que tava no meu grupo comentou algo sobre aquele negro, que até então eu não sabia o nome. Só naquele momento, Susana (assim se chama a garota que me contou o que o negro tinha feito) me disse que o tal cara se chamava Raúl e que ele não queria chegar nos EUA, porque ele se aproveitava das garotas que iam no caminho, oferecia dinheiro e comia elas. Mas, segundo ela, nenhuma tinha aguentado ele. Não sei por quê, mas ouvir isso fez um arrepio percorrer meu corpo inteiro. Não era medo, era excitação. Talvez pelos dias que eu tava sem nem me tocar, ou sei lá. Mas o caso é que esse cara começou a me chamar muito mais atenção. A gente tava lá no México, nos levaram pra uma casa tipo depósito. O coiote falou que a gente ia ficar uns 2 dias esperando o momento de passar. Nesse tempo, eu sabia que tinha que descobrir tudo sobre aquele negro. O que eu não sabia é que Raúl (o negro) já tinha combinado com o coiote pra me deixar numa parte do depósito junto com ele, sozinhos, sem ninguém ver. Bom, chegamos lá pelas 9 da manhã no depósito e ficamos o dia todo até umas 6. Tudo correu normal. Quando já tava escurecendo, esse cara se aproximou e começou a falar comigo, dizendo como eu era gostosa e perguntando por que eu tava indo pros Estados Unidos. Aí comecei a contar o que tava rolando no meu país, e ele viu a chance de se aproveitar. Mas o que ele não sabia é que eu também queria ver até onde isso ia. A gente conversou uns 40 minutos. Eu tava usando uma legging pra facilitar a viagem e uma camisa tipo top por baixo de uma de manga comprida, sem sutiã, porque não aguentava o calor. A conversa foi esquentando até que ele disse que durante todo o caminho ele notou meus bicos e perguntou se eu tava excitada. Eu corei e tentei evitar responder, mas ele insistiu. Sem dizer nada, só balancei a cabeça que sim. Ele riu e perguntou por quê, e eu respondi que era por pensar em sexo. Ele começou a perguntar coisas mais ousadas, tipo se eu já tinha transado selvagem ou com dois caras. Eu disse não pra ambas, porque nas poucas vezes que transei, foi sexo normal e eu sempre ficava insatisfeita. Não sei por quê, mas acabei soltando a pergunta se eram verdade os boatos de que ele se aproveitava das minas e comia elas. Ele deu um sorriso e disse que sim, que adorava foder bucetas e cuzinhos de todas as idades, e que as mais recentes tinham sido uma mãe e uma filha (pelo que vi, a mãe devia ter uns 35 e a filha uns 12). Fiquei chocada com a resposta, e ele disse que nenhuma das duas aguentou ele. Aí ele me propôs ser a nova "funda" dele e que me pagaria. Nisso tudo, eu tava super excitada. Ele percebeu e puxou meu bico. Foi um choque elétrico no meu corpo, senti que molhei mais minha calcinha. Ele disse que era muito possessivo na cama e que, se eu quisesse dar pra ele, teria que deixar ele fazer o que quisesse. Eu só falei pra ele me tratar com... Delicadeza, mas em vez de uma resposta afirmativa, ele se levantou de onde tava e me puxou pelo cabelo. Eu não senti raiva, não — ele me exigia ainda mais. Me puxou até um canto do depósito, eu andando igual uma putinha enquanto ele me arrastava pelo cabelo. Me senti toda uma puta submissa, mas eu tava adorando. Já sozinhos e mais à vontade num móvel velho que tinha ali, ele mandou eu desabotoar a calça dele e chupar. Mal ele terminou de falar e eu já tava fazendo. Pra minha surpresa, saltou feito mola um pau de uns 23 cm de comprimento que bateu na minha bochecha. Nunca tinha visto nem tido nada assim. Engoli seco e só consegui falar: "coitadinha da minha buceta", haha. Quando ele enfiou o pau na minha boca, comecei a chupar. Pelo tamanho, foi difícil, mas ali tava a cena clássica de uma mina branca fazendo oral no seu macho. Umas meia hora depois, ele me levantou, me puxando pelo cabelo, e deu um puxão que arrancou a blusa tipo top que eu tava usando. Meus peitos, que são pequenos, mesmo assim balançaram.
Esta sou eu de biquíni pra vocês terem uma ideia do meu corpo. Bom, começando a história, esse cara começou a beijar meus peitos enquanto me segurava pelo cabelo. Ficou uns 2 minutos, mandou eu ficar de quatro e disse que ia me arrebentar e me usar de capa por um bom tempo, e que não queria reclamações porque ia rasgar minha buceta e meu cu. Eu, excitada, só concordei e esperei de quatro. Lá, ele rasgou minha lycra e começou a chupar bem minha buceta e meu cu. Ficou uns minutos, de repente senti aquele pedaço enorme de carne apontando pra minha buceta. Só engoli seco e fechei os olhos quando senti ele meter de uma vez. Senti dor, mas ao mesmo tempo prazer. Tava excitada, então foi fácil entrar. O difícil foi minha buceta se acostumar com aquela pica enorme. Ele me usou por um bom tempo, aí chegou a vez do meu cu. Não foi muito diferente, só que ele lubrificou com meus próprios sucos da buceta e meteu de uma vez. Aí sim senti uma dor imensa, mas não podia fazer nada porque ele me segurava firme. Ficou entrando e saindo, e acabei pegando gosto por isso hehe. Lá estava eu, sendo bem usada por um negão enquanto minha família se preocupava comigo. Ficamos transando por um tempão. Quando ele ia gozar, disse que ia me deixar grávida. Eu ia falar que não, mas já era tarde: ele meteu na minha buceta e senti a descarga grossa dentro. Quando tirou a pica, me mandou limpar ele. Provei sêmen e meus sucos juntos pela primeira vez hehe, mas gostei. Quando terminei e me levantei, vi sêmen escorrendo pelas minhas pernas. Aí eu soube que ia engravidar, e gostei da ideia. No caminho todo, ele me tratou como a putinha dele. Não era só comigo, ele usava outras minas também. Aquela menina que falei que tinha 12 anos, ele usava ela direto também. Eu ficava com ciúmes, mas não adiantava nada. Ficamos quase 1 semana e meia por causa de atrasos, então ele teve tempo de usar a gente do jeito que quis. E ele era muito controlador, um cara que me dava tapas na cara e eu gostava porque me sentia humilhada, mas ao mesmo tempo uma puta. E então, Já trouxeram eles pra cá, não soube mais dele até umas semanas atrás. E aí, eu engravidei, tenho uma menina de 5 anos, linda, só que não é branca, é mais uma cor entre branca e negra. Não posto foto porque derrubam meu relato. O caso é que ele me pede dinheiro, e eu, me sentindo a putinha dele, mando. Esse dinheiro ele usa pra pagar as vadias que ele come, mas eu tô feliz. Ele me disse que vai vir me visitar e que eu prepare nossa filha porque ele vai usar ela, o que me enche de tesão, mas é esperar. Bom, espero que tenham gostado do meu relato. Se sim, me avisem pra eu escrever outras histórias que já vivi aqui nos Estados Unidos e também no meu país de origem. Com muito amor, me despeço de vocês. Att: a putinha engole rola!!
3 comentários - Sou a puta de um preto de pauzão