Aqui vai a primeira parte mais a segunda dessa experiência para os novos leitores, desde já peço desculpas pela demora em publicar a continuação.
Essa história começa há alguns anos, quando fui morar com uma mulher da minha idade. Ela era divorciada e eu solteiro. Do casamento anterior, ela tinha uma filha que na época estava no auge da adolescência: gostosa, branquinha, cabelo escuro, corpo pequeno mas com uns peitões enormes herdados da mãe, e que não me aceitava direito. As coisas começaram bem, mas foram esfriando aos poucos por causa dos problemas de personalidade da minha ex-mulher, somados a uma diferença gritante no que a gente entendia por sexo apimentado — eu sendo bem tarado e pervertido, enquanto ela era careta demais. Resumindo, tudo explodiu uma noite numa briga daquelas, onde até a filha dela saiu xingada, então decidi pegar minhas coisas e vazar de casa.
Eu ainda estava guardando minhas roupas na mala de viagem, todo puto, quando vejo entrar no quarto o corpo magrinho — mas com aqueles peitões salientes — da minha enteada. Na carinha de menina perdida dela, os olhos inchados de tanto chorar e os lábios rosadinhos se destacavam. Eu parei ao vê-la, sentamos na cama e começamos a conversar sobre o que tava rolando com a mãe dela. No meio da conversa, ela percebeu que eu estava arrumando a mala e desabou a chorar, me implorando pra não deixar ela sozinha com a mãe, porque na mágoa dela ia descontar tudo na filha, falando entre soluços. Aquela cena partiu meu coração. Eu, sinceramente, queria ir embora, mas o pedido daquela adolescente linda, de olhos brilhando de lágrimas, com um corpo explodindo de tão gostoso, me fez repensar a decisão de sair.
Ela me pediu pra tratá-la como adulta e não como criança, que explicasse por que queria me afastar dela e da mãe. Então, pra agradar, eu disse que, entre muitos motivos, um dos principais era que a gente não transava mais e que nosso relacionamento tinha se baseado justamente em encontros sexuais. bastante passionais no começo, mas que com o tempo isso tinha diminuído muito e que, embora eu tivesse oportunidades de trair ela, não queria chegar a fazer isso pra satisfazer essa necessidade de intimidade, não queria ser um filho da puta (embora fosse acabar sendo). Ela me olhou e disse: "não quero que você vá embora". "Eu também não quero ir, pequena, mas que solução posso encontrar pra essa situação?", e ela respondeu: "inventa alguma coisa, eu te ajudo do jeito que você pedir".
Devo dizer que meu lado perverso despertou ao ouvir essas palavras, ou a gente sempre sonha que um anjinho desses nos diz isso, e minha mente bolou em questão de segundos um plano que me deixaria dar uma espiadinha na minha enteada com a permissão dela. Afinal, se a ideia não agradasse ou ela se sentisse ofendida, eu já tava de saída daquela casa e não tinha mais nada a perder. Então pedi que ela levantasse o olhar do chão e me olhasse nos olhos, falei: "talvez você possa me ajudar com o principal desses motivos, e os outros eu vou resolvendo com sua mãe". Hesitante, ela disse: "o que eu posso fazer?" Respondi: "não pergunta por quê ou pra quê, mas se você topar, peço que todos os dias, antes de ir tomar banho pra escola, deixe a calcinha que você usou até aquele momento debaixo do seu travesseiro".
Ela me olhou estranho, com uma expressão que não soube decifrar entre nojo e espanto. Eu quebrei o silêncio que se fez após minhas palavras: "mas se você achar estranha ou desconfortável minha proposta, sem problema, deixa pra lá, pequena", e coloquei outra camisa na minha mala. Ela reagiu e disse: "espera... se é só isso que eu preciso fazer pra você não ir embora, eu faço". "Só isso, e não se preocupa, não peço mais nada, e eu vou levar suas calcinhas pro cesto de roupa suja todo dia, fica tranquila"... Ela pensou por um minuto e respondeu com um seco "ok", olhando pro chão. Minha enteada não era burra, sabia pra que eu tava pedindo, mas achou algo fácil de fazer pra resolver a situação e assim evitar minha partida. "Beleza, que tal começarmos nosso trato a partir de amanhã?"... "Tá Bem" foi a resposta dela.
Em seguida, virei minha mala e as roupas caíram, se espalhando pela cama. Pedi que ela sorrisse e me desse um abraço (só pra sentir os peitos dela, bem evidentes, contra o meu peito). Depois, ela me acompanhou até a mãe dela, e sentamos nós três pra resolver o problema. No dia seguinte, com os ânimos já mais calmos, minha mulher se levantou pra se arrumar pro trabalho, eu pra preparar o café da manhã de todo mundo e minha enteada pra ir pra escola. A primeira se despediu de mim com um beijo e um carinho na minha bochecha, enquanto minha enteada soltou um seco "tchau", sem nem se dar ao trabalho de me olhar. Não parecia nem a adolescente toda chorosa que me pediu pra não deixar ela sozinha.
Eu, por minha vez, trabalho remoto em casa desde a pandemia, e isso me dava horas de uma solidão produtiva.
Enfim, quis ver se ela tinha cumprido o prometido. Depois de esperar uns eternos 15 minutos, só pra ter certeza, entrei no quarto dela e levantei as cobertas, cheio de expectativa. E lá, debaixo do travesseiro da cama dela, me esperava uma calcinha rosa com dois lacinhos cinzas engraçados na cintura — era a mesma que ela estava usando enquanto falava comigo na noite anterior. Minha alegria explodiu junto com meu tesão, porque a peça ainda estava morna, ela tinha usado pra dormir... O coração batia forte no meu peito. Peguei a calcinha com minhas mãos e, sem pensar, quase como um instinto animal, levei ela até o nariz pra me deliciar com o cheiro dela.
Aquilo foi um golpe de luxúria e sensações libidinosas simplesmente indescritíveis. Um perfume que não competiria com o mais caro dos perfumes, um verdadeiro manjar olfativo que fez meu pau endurecer em microssegundos. E é que a simples imagem do que eu estava fazendo já era algo tirado do filme pornô mais pervertido: o padrasto tarado no quarto da enteada, segurando a calcinha recém-usada dela perto do nariz, enquanto cheirava como um cão de caça os odores vaginais dela.
Depois desse primeiro impacto, decidi olhar por dentro da peça. Queria ver aquela parte do tecido que fazia contato com os lábios virginais da bucetinha dela e ali observei manchas secas esbranquiçadas que exalavam aquele cheiro sugestivo, nem muito forte, nem tão suave, eram os sucos vaginais da minha enteada que se tornariam meu maior vício. Será que ela se molhou ontem à noite enquanto falava comigo sobre isso de deixar a calcinha dela escondida da mãe? Talvez não tinha conseguido dormir e acabou se masturbando?
Não importava, por enquanto eu só queria aproveitar com total descaramento de enfiar o nariz naquela calcinha cheirosa de adolescente no cio, tirar a pica que já estava pulsando e me masturbar devagar deitado ali na cama da minha enteada. E assim, com o cheiro da intimidade dela entrando no meu nariz, eu a imaginava em cima de mim, fazendo um 69, metendo a língua na buceta virgem dela, aproveitando aquela racha sem pelo, enquanto a boquinha rosada dela chupava meu tronco venoso, enchendo ele de baba... então senti que das bolas vinha uma torrente de sêmen que jorraria, reagi porque não queria deixar prova ou mancha que denunciasse minha presença, então bem na hora enrolei a pica com a calcinha rosa da minha enteada para encharcá-la de porra, bem ali onde estavam as manchas secas dela coloquei a cabeça da pica e elas se umedeceram de novo graças aos meus sucos ao gozar na calcinha dela, se misturando e se fundindo numa única mancha.
Minhas têmporas pulsavam, enquanto me sentia miserável e feliz ao mesmo tempo, não quis deixar a culpa estragar o momento e limpei a pica com a calcinha da minha enteada, fui no banheiro dela e peguei o secador de cabelo para secar a mancha do meu sêmen, pensando que por melhor que lavassem, ficaria um resquício da minha porra nelas, entre as fibras. Em seguida, levei para o cesto de roupa suja e coloquei debaixo de toda a roupa. Minha enteada tinha cumprido a parte dela e decidi escrever no celular dela um simples "valeu, pequena", depois vi que ela leu mas não respondeu nada. Naquele Nesse momento, eu teria adorado ver a reação dela, talvez ela tenha ficado vermelha.
O resto da manhã eu quis trabalhar, mas o cheiro da minha enteada ainda no meu nariz me desconcentrava e acabei de novo no quarto dela, tirando todas as calcinhas limpas dela, espalhando na cama e memorizando cada uma: o formato, a cor, a textura. Já estava perdido na minha própria perversão. À tarde, ela chegou de estudar, me cumprimentou seca e, como sempre, se trancou no quarto, mas agora eu sabia que a primeira coisa que ela faria ao se trancar seria olhar debaixo do travesseiro, procurando a calcinha usada... O que será que passou pela cabeça dela ao saber que, quando eu saí, fui atrás dela? Com certeza imaginou pra que eu usei e até sabia em que momento, por causa da mensagem que eu mandei.
A tarde foi normal, entre trabalho e obrigações. Quando a noite chegou, minha mulher chegou e, sem desculpa de cansaço que valesse, pagou a tesão que a filha dela tinha provocado em mim. Eu meti com tanta vontade que só queria que minha enteada ouvisse os gemidos da mãe dela do quarto dela (do outro lado da parede), junto com a batida da cama na parede, enquanto eu só imaginava que era ela que meu pau estava abrindo. No dia seguinte, a rotina se repete: todo mundo acorda cedo, minha mulher vai trabalhar, eu faço o café, minha enteada vai estudar... mas dessa vez, ao se despedir, ela me dá um olhar que eu não soube decifrar. Será que ela ficou incomodada com o show da noite anterior? Não sei. Fiquei intrigado, esperei passar os 15 minutos (quando minha esposa poderia voltar pra casa pra pegar algum documento ou algo assim) e, morrendo de curiosidade, entrei no quarto da minha enteada. Me aproximei da cama arrumada dela e mexi no travesseiro pra encontrar uma calcinha nova de flores que, esticada, mostrava uma mancha grande e molhada na virilha.
Então eu soube que minha enteada tinha curtido o meu show escandaloso com a mãe dela e que não tinha conseguido segurar a vontade de se tocar junto com a gente. Eu tinha conseguido. De novo, levantei a calcinha dela da cama. Como um passarinho ferido se levanta do chão e o tecido estava molhado, babento e cheiroso... agora eu entendia o olhar dela ao ir embora, era uma mistura de vergonha porque veria seus sucos frescos e excitação por esse mesmo motivo. Os limites já tinham se perdido, sem pudor passei a língua colhendo o sabor da sua intimidade salgada e, com todo o tempo do mundo, me despi para me deitar na cama daquela adolescente.
Com a lentidão de quem aprecia seu prato favorito, me masturbei, enchendo o nariz do aroma dela, lambendo, chupando o tecido, espremendo seus sucos na minha boca, recriando na mente os cenários mais ousados com a dona e, bem na hora, enchi sua calcinha com meu esperma para que, mais uma vez, se misturasse com a umidade dela. Ainda nu e sem me levantar da cama dela, escrevi no celular: "o melhor presente dessa vida, pequena", com a plena intenção de que ela soubesse que já tinha usado a calcinha dela para me aliviar. Passaram alguns minutos e a resposta dela foi um emoji de rostinho corado. Isso me encheu de alegria porque já havia uma cumplicidade entre nós. De novo, sequei e guardei no fundo do cesto de roupa suja.
Essa dinâmica continuou por vários dias, onde cheguei até a trabalhar com a calcinha dela envolvendo meu pau e escrevendo para ela toda vez que gozava nelas, só para ela saber o momento exato em que as usava, e ela me mandava um emoji piscando o olho ou um macaco tapando os olhos... até que um dia ela me escreveu no WhatsApp (provavelmente no intervalo) sem nem dizer um "oi": "eu sei bem para que você usa minhas calcinhas sujas", ao que respondi: "bom, também não foi que eu tentasse esconder minhas intenções, esse era nosso acordo ou não?", e ela respondeu: "sim, mas você não tem nojo?"... "de jeito nenhum, aliás, adoro seus cheiros, pequena"... "com o que eu cheiro, então?" e, sem pensar, respondi: "a mulher excitada"... ela leu e não escreveu mais. Eu ferrei tudo, pensei comigo mesmo.
No outro dia, depois de despachar minhas mulherzinhas, passei para pegar meu presente. quarto da minha enteada e, junto com uma calcinha cinza com corações vermelhos, tinha um bilhete escrito à mão pela dona: "quando terminar com essas, não deixa no cesto de roupa suja, devolve aqui debaixo do travesseiro". Um sorrisão se abriu no meu rosto porque eu tinha desbloqueado um nível de perversão na minha enteada. Então, com ainda mais vontade, me masturbei até gozar dentro da calcinha e deixei ela toda melada do meu esperma, ainda morna dobrei a peça como se fosse um presente e coloquei debaixo do travesseiro, cobrindo com a colcha colorida dela. Tentei trabalhar no meu computador, mas foi inútil, e as horas até ela chegar pareceram uma eternidade.
Finalmente, ouvi ela entrar em casa, vinha com o uniforme do colégio de saia xadrez, blusa branca e o casaco na mão, nossos olhares se encontraram rápido, ela cumprimentou meio sem graça e seguiu direto pro quarto dela, eu acompanhei com o olhar. Ela se trancou e minha luxúria me dizia que, separados por uma parede, ela estava lá contemplando minha porra na calcinha dela, será que tava cheirando ou provando com a língua meus fluidos no tecido? O fato é que demorou umas horas pra sair e, quando saiu, ainda tava usando a saia do colégio e só tinha vestido uma camiseta que destacava os peitões dela.
Com um jeito safado, ela se aproximou da minha mesa e me disse, meio num tom de reprovação e cara de dengo: "você sempre me escreve depois de usar minhas calcinhas, hoje não fez isso". Era verdade, respondi: "desculpa, pequena, mas tava tão excitado com seu pedido que esqueci, mas gosto que você fique de olho". Ela só sorriu: "no começo me deu vergonha, mas agora gosto que você me avise" olhou pro lado enquanto falava isso e ficou vermelha..."e me diz, pequena, pra que você queria que eu deixasse suas calcinhas de novo debaixo do travesseiro?". E sem hesitar, ela disse: "pra isso" enquanto levantava a saia com as mãos e me deixava ver que ela tava usando exatamente aquela calcinha cinza com corações que eu tinha encharcado horas antes com jatos do meu sêmen. A descarga não tinha secado e desenhava uma mancha úmida sobre a linha vertical que, em baixo relevo, desenhava seus pequenos lábios vaginais escondidos por trás da roupa.
Minha cara devia ser um poema, porque minha enteada sorriu como quem faz uma travessura, piscou um olho pra mim e, soltando a saia, saiu de novo pro quarto dela se trancar. Eu fiquei com uma ereção de campeonato que decidi aliviar ali mesmo na minha escrivaninha, vendo uma foto dela tirada de alguma viagem que a gente fez. Minha mente ia do rosto dela na tela pra imagem gravada a fogo na minha mente dela me mostrando aquela calcinha com meu sêmen, com certeza roçando na bucetinha adolescente dela. Já tava sentindo que ia gozar quando uma mensagem dela chegou no meu celular: "amanhã te deixo outro presente debaixo do meu travesseiro, espero que você goste". Ao terminar de ler, os jatos esbranquiçados saíram disparados, potentes, do meu pau, molhando tudo, mas especialmente o rosto dela sorrindo pra mim na tela.Continua a história.....Nem preciso dizer que naquela noite não preguei o olho, remoendo as palavras dela, e a pica não desceu nem um minuto. Ficou dura a noite inteira, a ponto de doer se eu não massageasse, mas mesmo assim não queria bater uma, muito menos descarregar minhas bolas nos buracos da minha mulher. Não, senhor, aquela porra era pra calcinha que minha enteada estava usando naquele momento — minha enteada nada inocente... aquela putinha que sabia como me deixar excitado. Depois de várias horas, o despertador finalmente tocou, e com olheiras de não ter dormido nada, levantei com uma ereção de campeonato na minha calça de pijama, coisa que minha mulher olhou com aquela mistura de reprovação e safadeza, às vezes acompanhada de um "vai tomar um banho frio que estou atrasada e não posso te ajudar com isso".
O café da manhã foi rápido, entre "onde deixei isso" e "viram aquilo" das minhas mulheres. Eu olhava pra minha enteada no uniforme escolar, e ela desviava o olhar cheio de tesão de forma bem consciente, então não quis deixá-la desconfortável. Finalmente, elas se despediram de mim: uma foi pro carro, a outra pro ônibus escolar, e eu fiquei roendo as unhas, deixando passar aqueles eternos 15 minutos de praxe... pra que vou mentir? Não deixei passar nem 10 minutos e já estava entrando no quarto da minha enteada, com o coração batendo nas têmporas. Com mãos trêmulas, levantei o lençol e o travesseiro, e me deparei com a calcinha verde pistache dela, decorada com um Bob Esponja na frente. Só que estava enrolada, com as laterais dobradas pro centro, tampando algo que, ao ser revelado, me deixou sem fôlego.
Era um tufo de pelo pubiano da bocetinha adolescente dela: 1 centímetro de um cabelo bem preto e grosso, que com certeza ela tinha cortado na noite anterior — e vocês já sabem por que estou dizendo isso. O impacto no meu lado pervertido foi imediato e forte. Peguei aquele tufinho com dois dedos e levei ao nariz pra me deliciar com aquele cheiro de buceta adolescente e proibida. Amigos, aqueles pelinhos pubianos exalavam um cheiro forte de sucos. vaginais, porque com certeza minha enteada tinha se masturbado até encharcá-los de umidade antes de cortá-los. Sorri por dentro naquele momento, imaginando aquela pequena fazendo tudo o que era necessário para me dar aquele presente.
Com esse novo tesouro na mão, me deitei nu na cama da minha enteada, cobri meu pau com a calcinha dela, colocando a cabeça bem onde o tecido toca a bucetinha dela, e cheirei aquele tufo de pelos pubianos enquanto me masturbava até deixá-lo praticamente sem cheiro.
Aquilo era a coisa mais pervertida que eu tinha feito na vida inteira, e o tempo simplesmente desapareceu enquanto eu me afundava cada vez mais no meu desejo sombrio... o orgasmo que tive foi intenso, cru, quase animal; demorei um bom tempo para recuperar o juízo necessário para pegar meu celular e escrever para minha enteada.
"Oi, pequena, amei seu presente, quase fiquei louco, kkkk, como você teve essa ideia?" Fiquei um tempo olhando minha própria mensagem até ver a hora e saber que teria que esperar até o intervalo dela para que lesse, então, sem muita vontade, me arrumei e sentei no computador enquanto fingia trabalhar. Quando vi os três pontinhos avisando que ela estava escrevendo, quase tive um treco, ainda mais porque demorou muito para a mensagem chegar, até que finalmente, junto com três carinhas do macaquinho tapando os olhos, pude ler o seguinte texto: "Você gostou? Foi um desafio que tive com minhas amigas Clau e Patty de tirar todos os pelos de baixo, e quando já tinha todos num pedacinho de papel higiênico, pensei que você é tão pervertido que ia adorar ter um dos tufos de pelo para suas sacanagens kkkkk"
A ocorrência da minha pequena pervertida me fez rir, e imediatamente respondi: "São nossas sacanagens, pequena, e ainda mais depois desse presente... sabe onde vou guardar seus pelos para tê-los sempre comigo?" A resposta dela foi muito rápida, acompanhada de uma carinha de susto: "Onde você vai guardar que minha mãe não vá achar? Eu teria pago pra ver a expressão na carinha de adolescente dela quando lesse minha resposta: "Na minha carteira, vou levar teus pelos pubianos comigo pra todo lado, pra ver eles sempre que eu quiser, e você vai saber que, quando me ver, os pelinhos da sua bucetinha estão comigo, mesmo quando sua mãe estiver do meu lado." E pude ver que ela leu minha mensagem e depois me deixou no vácuo por vários minutos.
Quando finalmente minha enteada me respondeu, me tirando da agonia da espera, li na tela: "Eu pensava que você era um cara sem graça, e no fim é um puta tarado... mas gosto que você seja assim... molhei minha calcinha de porra sua?" "Sim, eu gozei muito na sua calcinha e, quando você chegar da escola, ela ainda vai estar úmida, pra você vestir como ontem." E como resposta, ela só mandou o emoji do diabinho roxo, que pra mim, naquele momento, era a melhor recompensa pelo risco que eu tinha corrido e a confirmação de que minha enteada adolescente curtia tanto quanto eu os nossos jogos sujos pelas costas da mãe dela.
Depois de uma hora, chegou uma mensagem que eu não esperava da minha pequena pervertida: "Não te falei que parte do desafio com minhas amigas era trazer os pelos de cada uma, pra as outras confirmarem que a gente tinha cumprido? Eu disse pra elas que ia jogar no banheiro da escola, mas não joguei... vou levar pra você bater uma punheta cheirando eles também." Amigos, depois de ler isso, só consegui soltar minha ereção da calça, catar no bolso meu novo tesouro e tirar uma foto, daquelas que só se vê uma vez, do tufo de pelos apoiado na cabeça vermelha e brilhante do meu pau, encharcando no precum brilhante e transparente que já começava a escorrer... enviei... vi que ela abriu a foto e, na expectativa de saber se tinha gostado, depois de uns minutos ela respondeu: "A professora chegou, vai começar a aula... vai ser uma aula chata... porque eu tô muito molhada, papai."
A história continua, meus amigos...
Essa história começa há alguns anos, quando fui morar com uma mulher da minha idade. Ela era divorciada e eu solteiro. Do casamento anterior, ela tinha uma filha que na época estava no auge da adolescência: gostosa, branquinha, cabelo escuro, corpo pequeno mas com uns peitões enormes herdados da mãe, e que não me aceitava direito. As coisas começaram bem, mas foram esfriando aos poucos por causa dos problemas de personalidade da minha ex-mulher, somados a uma diferença gritante no que a gente entendia por sexo apimentado — eu sendo bem tarado e pervertido, enquanto ela era careta demais. Resumindo, tudo explodiu uma noite numa briga daquelas, onde até a filha dela saiu xingada, então decidi pegar minhas coisas e vazar de casa.
Eu ainda estava guardando minhas roupas na mala de viagem, todo puto, quando vejo entrar no quarto o corpo magrinho — mas com aqueles peitões salientes — da minha enteada. Na carinha de menina perdida dela, os olhos inchados de tanto chorar e os lábios rosadinhos se destacavam. Eu parei ao vê-la, sentamos na cama e começamos a conversar sobre o que tava rolando com a mãe dela. No meio da conversa, ela percebeu que eu estava arrumando a mala e desabou a chorar, me implorando pra não deixar ela sozinha com a mãe, porque na mágoa dela ia descontar tudo na filha, falando entre soluços. Aquela cena partiu meu coração. Eu, sinceramente, queria ir embora, mas o pedido daquela adolescente linda, de olhos brilhando de lágrimas, com um corpo explodindo de tão gostoso, me fez repensar a decisão de sair.
Ela me pediu pra tratá-la como adulta e não como criança, que explicasse por que queria me afastar dela e da mãe. Então, pra agradar, eu disse que, entre muitos motivos, um dos principais era que a gente não transava mais e que nosso relacionamento tinha se baseado justamente em encontros sexuais. bastante passionais no começo, mas que com o tempo isso tinha diminuído muito e que, embora eu tivesse oportunidades de trair ela, não queria chegar a fazer isso pra satisfazer essa necessidade de intimidade, não queria ser um filho da puta (embora fosse acabar sendo). Ela me olhou e disse: "não quero que você vá embora". "Eu também não quero ir, pequena, mas que solução posso encontrar pra essa situação?", e ela respondeu: "inventa alguma coisa, eu te ajudo do jeito que você pedir".
Devo dizer que meu lado perverso despertou ao ouvir essas palavras, ou a gente sempre sonha que um anjinho desses nos diz isso, e minha mente bolou em questão de segundos um plano que me deixaria dar uma espiadinha na minha enteada com a permissão dela. Afinal, se a ideia não agradasse ou ela se sentisse ofendida, eu já tava de saída daquela casa e não tinha mais nada a perder. Então pedi que ela levantasse o olhar do chão e me olhasse nos olhos, falei: "talvez você possa me ajudar com o principal desses motivos, e os outros eu vou resolvendo com sua mãe". Hesitante, ela disse: "o que eu posso fazer?" Respondi: "não pergunta por quê ou pra quê, mas se você topar, peço que todos os dias, antes de ir tomar banho pra escola, deixe a calcinha que você usou até aquele momento debaixo do seu travesseiro".
Ela me olhou estranho, com uma expressão que não soube decifrar entre nojo e espanto. Eu quebrei o silêncio que se fez após minhas palavras: "mas se você achar estranha ou desconfortável minha proposta, sem problema, deixa pra lá, pequena", e coloquei outra camisa na minha mala. Ela reagiu e disse: "espera... se é só isso que eu preciso fazer pra você não ir embora, eu faço". "Só isso, e não se preocupa, não peço mais nada, e eu vou levar suas calcinhas pro cesto de roupa suja todo dia, fica tranquila"... Ela pensou por um minuto e respondeu com um seco "ok", olhando pro chão. Minha enteada não era burra, sabia pra que eu tava pedindo, mas achou algo fácil de fazer pra resolver a situação e assim evitar minha partida. "Beleza, que tal começarmos nosso trato a partir de amanhã?"... "Tá Bem" foi a resposta dela.
Em seguida, virei minha mala e as roupas caíram, se espalhando pela cama. Pedi que ela sorrisse e me desse um abraço (só pra sentir os peitos dela, bem evidentes, contra o meu peito). Depois, ela me acompanhou até a mãe dela, e sentamos nós três pra resolver o problema. No dia seguinte, com os ânimos já mais calmos, minha mulher se levantou pra se arrumar pro trabalho, eu pra preparar o café da manhã de todo mundo e minha enteada pra ir pra escola. A primeira se despediu de mim com um beijo e um carinho na minha bochecha, enquanto minha enteada soltou um seco "tchau", sem nem se dar ao trabalho de me olhar. Não parecia nem a adolescente toda chorosa que me pediu pra não deixar ela sozinha.
Eu, por minha vez, trabalho remoto em casa desde a pandemia, e isso me dava horas de uma solidão produtiva.
Enfim, quis ver se ela tinha cumprido o prometido. Depois de esperar uns eternos 15 minutos, só pra ter certeza, entrei no quarto dela e levantei as cobertas, cheio de expectativa. E lá, debaixo do travesseiro da cama dela, me esperava uma calcinha rosa com dois lacinhos cinzas engraçados na cintura — era a mesma que ela estava usando enquanto falava comigo na noite anterior. Minha alegria explodiu junto com meu tesão, porque a peça ainda estava morna, ela tinha usado pra dormir... O coração batia forte no meu peito. Peguei a calcinha com minhas mãos e, sem pensar, quase como um instinto animal, levei ela até o nariz pra me deliciar com o cheiro dela.
Aquilo foi um golpe de luxúria e sensações libidinosas simplesmente indescritíveis. Um perfume que não competiria com o mais caro dos perfumes, um verdadeiro manjar olfativo que fez meu pau endurecer em microssegundos. E é que a simples imagem do que eu estava fazendo já era algo tirado do filme pornô mais pervertido: o padrasto tarado no quarto da enteada, segurando a calcinha recém-usada dela perto do nariz, enquanto cheirava como um cão de caça os odores vaginais dela.
Depois desse primeiro impacto, decidi olhar por dentro da peça. Queria ver aquela parte do tecido que fazia contato com os lábios virginais da bucetinha dela e ali observei manchas secas esbranquiçadas que exalavam aquele cheiro sugestivo, nem muito forte, nem tão suave, eram os sucos vaginais da minha enteada que se tornariam meu maior vício. Será que ela se molhou ontem à noite enquanto falava comigo sobre isso de deixar a calcinha dela escondida da mãe? Talvez não tinha conseguido dormir e acabou se masturbando?
Não importava, por enquanto eu só queria aproveitar com total descaramento de enfiar o nariz naquela calcinha cheirosa de adolescente no cio, tirar a pica que já estava pulsando e me masturbar devagar deitado ali na cama da minha enteada. E assim, com o cheiro da intimidade dela entrando no meu nariz, eu a imaginava em cima de mim, fazendo um 69, metendo a língua na buceta virgem dela, aproveitando aquela racha sem pelo, enquanto a boquinha rosada dela chupava meu tronco venoso, enchendo ele de baba... então senti que das bolas vinha uma torrente de sêmen que jorraria, reagi porque não queria deixar prova ou mancha que denunciasse minha presença, então bem na hora enrolei a pica com a calcinha rosa da minha enteada para encharcá-la de porra, bem ali onde estavam as manchas secas dela coloquei a cabeça da pica e elas se umedeceram de novo graças aos meus sucos ao gozar na calcinha dela, se misturando e se fundindo numa única mancha.
Minhas têmporas pulsavam, enquanto me sentia miserável e feliz ao mesmo tempo, não quis deixar a culpa estragar o momento e limpei a pica com a calcinha da minha enteada, fui no banheiro dela e peguei o secador de cabelo para secar a mancha do meu sêmen, pensando que por melhor que lavassem, ficaria um resquício da minha porra nelas, entre as fibras. Em seguida, levei para o cesto de roupa suja e coloquei debaixo de toda a roupa. Minha enteada tinha cumprido a parte dela e decidi escrever no celular dela um simples "valeu, pequena", depois vi que ela leu mas não respondeu nada. Naquele Nesse momento, eu teria adorado ver a reação dela, talvez ela tenha ficado vermelha.
O resto da manhã eu quis trabalhar, mas o cheiro da minha enteada ainda no meu nariz me desconcentrava e acabei de novo no quarto dela, tirando todas as calcinhas limpas dela, espalhando na cama e memorizando cada uma: o formato, a cor, a textura. Já estava perdido na minha própria perversão. À tarde, ela chegou de estudar, me cumprimentou seca e, como sempre, se trancou no quarto, mas agora eu sabia que a primeira coisa que ela faria ao se trancar seria olhar debaixo do travesseiro, procurando a calcinha usada... O que será que passou pela cabeça dela ao saber que, quando eu saí, fui atrás dela? Com certeza imaginou pra que eu usei e até sabia em que momento, por causa da mensagem que eu mandei.
A tarde foi normal, entre trabalho e obrigações. Quando a noite chegou, minha mulher chegou e, sem desculpa de cansaço que valesse, pagou a tesão que a filha dela tinha provocado em mim. Eu meti com tanta vontade que só queria que minha enteada ouvisse os gemidos da mãe dela do quarto dela (do outro lado da parede), junto com a batida da cama na parede, enquanto eu só imaginava que era ela que meu pau estava abrindo. No dia seguinte, a rotina se repete: todo mundo acorda cedo, minha mulher vai trabalhar, eu faço o café, minha enteada vai estudar... mas dessa vez, ao se despedir, ela me dá um olhar que eu não soube decifrar. Será que ela ficou incomodada com o show da noite anterior? Não sei. Fiquei intrigado, esperei passar os 15 minutos (quando minha esposa poderia voltar pra casa pra pegar algum documento ou algo assim) e, morrendo de curiosidade, entrei no quarto da minha enteada. Me aproximei da cama arrumada dela e mexi no travesseiro pra encontrar uma calcinha nova de flores que, esticada, mostrava uma mancha grande e molhada na virilha.
Então eu soube que minha enteada tinha curtido o meu show escandaloso com a mãe dela e que não tinha conseguido segurar a vontade de se tocar junto com a gente. Eu tinha conseguido. De novo, levantei a calcinha dela da cama. Como um passarinho ferido se levanta do chão e o tecido estava molhado, babento e cheiroso... agora eu entendia o olhar dela ao ir embora, era uma mistura de vergonha porque veria seus sucos frescos e excitação por esse mesmo motivo. Os limites já tinham se perdido, sem pudor passei a língua colhendo o sabor da sua intimidade salgada e, com todo o tempo do mundo, me despi para me deitar na cama daquela adolescente.
Com a lentidão de quem aprecia seu prato favorito, me masturbei, enchendo o nariz do aroma dela, lambendo, chupando o tecido, espremendo seus sucos na minha boca, recriando na mente os cenários mais ousados com a dona e, bem na hora, enchi sua calcinha com meu esperma para que, mais uma vez, se misturasse com a umidade dela. Ainda nu e sem me levantar da cama dela, escrevi no celular: "o melhor presente dessa vida, pequena", com a plena intenção de que ela soubesse que já tinha usado a calcinha dela para me aliviar. Passaram alguns minutos e a resposta dela foi um emoji de rostinho corado. Isso me encheu de alegria porque já havia uma cumplicidade entre nós. De novo, sequei e guardei no fundo do cesto de roupa suja.
Essa dinâmica continuou por vários dias, onde cheguei até a trabalhar com a calcinha dela envolvendo meu pau e escrevendo para ela toda vez que gozava nelas, só para ela saber o momento exato em que as usava, e ela me mandava um emoji piscando o olho ou um macaco tapando os olhos... até que um dia ela me escreveu no WhatsApp (provavelmente no intervalo) sem nem dizer um "oi": "eu sei bem para que você usa minhas calcinhas sujas", ao que respondi: "bom, também não foi que eu tentasse esconder minhas intenções, esse era nosso acordo ou não?", e ela respondeu: "sim, mas você não tem nojo?"... "de jeito nenhum, aliás, adoro seus cheiros, pequena"... "com o que eu cheiro, então?" e, sem pensar, respondi: "a mulher excitada"... ela leu e não escreveu mais. Eu ferrei tudo, pensei comigo mesmo.
No outro dia, depois de despachar minhas mulherzinhas, passei para pegar meu presente. quarto da minha enteada e, junto com uma calcinha cinza com corações vermelhos, tinha um bilhete escrito à mão pela dona: "quando terminar com essas, não deixa no cesto de roupa suja, devolve aqui debaixo do travesseiro". Um sorrisão se abriu no meu rosto porque eu tinha desbloqueado um nível de perversão na minha enteada. Então, com ainda mais vontade, me masturbei até gozar dentro da calcinha e deixei ela toda melada do meu esperma, ainda morna dobrei a peça como se fosse um presente e coloquei debaixo do travesseiro, cobrindo com a colcha colorida dela. Tentei trabalhar no meu computador, mas foi inútil, e as horas até ela chegar pareceram uma eternidade.
Finalmente, ouvi ela entrar em casa, vinha com o uniforme do colégio de saia xadrez, blusa branca e o casaco na mão, nossos olhares se encontraram rápido, ela cumprimentou meio sem graça e seguiu direto pro quarto dela, eu acompanhei com o olhar. Ela se trancou e minha luxúria me dizia que, separados por uma parede, ela estava lá contemplando minha porra na calcinha dela, será que tava cheirando ou provando com a língua meus fluidos no tecido? O fato é que demorou umas horas pra sair e, quando saiu, ainda tava usando a saia do colégio e só tinha vestido uma camiseta que destacava os peitões dela.
Com um jeito safado, ela se aproximou da minha mesa e me disse, meio num tom de reprovação e cara de dengo: "você sempre me escreve depois de usar minhas calcinhas, hoje não fez isso". Era verdade, respondi: "desculpa, pequena, mas tava tão excitado com seu pedido que esqueci, mas gosto que você fique de olho". Ela só sorriu: "no começo me deu vergonha, mas agora gosto que você me avise" olhou pro lado enquanto falava isso e ficou vermelha..."e me diz, pequena, pra que você queria que eu deixasse suas calcinhas de novo debaixo do travesseiro?". E sem hesitar, ela disse: "pra isso" enquanto levantava a saia com as mãos e me deixava ver que ela tava usando exatamente aquela calcinha cinza com corações que eu tinha encharcado horas antes com jatos do meu sêmen. A descarga não tinha secado e desenhava uma mancha úmida sobre a linha vertical que, em baixo relevo, desenhava seus pequenos lábios vaginais escondidos por trás da roupa.
Minha cara devia ser um poema, porque minha enteada sorriu como quem faz uma travessura, piscou um olho pra mim e, soltando a saia, saiu de novo pro quarto dela se trancar. Eu fiquei com uma ereção de campeonato que decidi aliviar ali mesmo na minha escrivaninha, vendo uma foto dela tirada de alguma viagem que a gente fez. Minha mente ia do rosto dela na tela pra imagem gravada a fogo na minha mente dela me mostrando aquela calcinha com meu sêmen, com certeza roçando na bucetinha adolescente dela. Já tava sentindo que ia gozar quando uma mensagem dela chegou no meu celular: "amanhã te deixo outro presente debaixo do meu travesseiro, espero que você goste". Ao terminar de ler, os jatos esbranquiçados saíram disparados, potentes, do meu pau, molhando tudo, mas especialmente o rosto dela sorrindo pra mim na tela.Continua a história.....Nem preciso dizer que naquela noite não preguei o olho, remoendo as palavras dela, e a pica não desceu nem um minuto. Ficou dura a noite inteira, a ponto de doer se eu não massageasse, mas mesmo assim não queria bater uma, muito menos descarregar minhas bolas nos buracos da minha mulher. Não, senhor, aquela porra era pra calcinha que minha enteada estava usando naquele momento — minha enteada nada inocente... aquela putinha que sabia como me deixar excitado. Depois de várias horas, o despertador finalmente tocou, e com olheiras de não ter dormido nada, levantei com uma ereção de campeonato na minha calça de pijama, coisa que minha mulher olhou com aquela mistura de reprovação e safadeza, às vezes acompanhada de um "vai tomar um banho frio que estou atrasada e não posso te ajudar com isso".
O café da manhã foi rápido, entre "onde deixei isso" e "viram aquilo" das minhas mulheres. Eu olhava pra minha enteada no uniforme escolar, e ela desviava o olhar cheio de tesão de forma bem consciente, então não quis deixá-la desconfortável. Finalmente, elas se despediram de mim: uma foi pro carro, a outra pro ônibus escolar, e eu fiquei roendo as unhas, deixando passar aqueles eternos 15 minutos de praxe... pra que vou mentir? Não deixei passar nem 10 minutos e já estava entrando no quarto da minha enteada, com o coração batendo nas têmporas. Com mãos trêmulas, levantei o lençol e o travesseiro, e me deparei com a calcinha verde pistache dela, decorada com um Bob Esponja na frente. Só que estava enrolada, com as laterais dobradas pro centro, tampando algo que, ao ser revelado, me deixou sem fôlego.
Era um tufo de pelo pubiano da bocetinha adolescente dela: 1 centímetro de um cabelo bem preto e grosso, que com certeza ela tinha cortado na noite anterior — e vocês já sabem por que estou dizendo isso. O impacto no meu lado pervertido foi imediato e forte. Peguei aquele tufinho com dois dedos e levei ao nariz pra me deliciar com aquele cheiro de buceta adolescente e proibida. Amigos, aqueles pelinhos pubianos exalavam um cheiro forte de sucos. vaginais, porque com certeza minha enteada tinha se masturbado até encharcá-los de umidade antes de cortá-los. Sorri por dentro naquele momento, imaginando aquela pequena fazendo tudo o que era necessário para me dar aquele presente.
Com esse novo tesouro na mão, me deitei nu na cama da minha enteada, cobri meu pau com a calcinha dela, colocando a cabeça bem onde o tecido toca a bucetinha dela, e cheirei aquele tufo de pelos pubianos enquanto me masturbava até deixá-lo praticamente sem cheiro.
Aquilo era a coisa mais pervertida que eu tinha feito na vida inteira, e o tempo simplesmente desapareceu enquanto eu me afundava cada vez mais no meu desejo sombrio... o orgasmo que tive foi intenso, cru, quase animal; demorei um bom tempo para recuperar o juízo necessário para pegar meu celular e escrever para minha enteada.
"Oi, pequena, amei seu presente, quase fiquei louco, kkkk, como você teve essa ideia?" Fiquei um tempo olhando minha própria mensagem até ver a hora e saber que teria que esperar até o intervalo dela para que lesse, então, sem muita vontade, me arrumei e sentei no computador enquanto fingia trabalhar. Quando vi os três pontinhos avisando que ela estava escrevendo, quase tive um treco, ainda mais porque demorou muito para a mensagem chegar, até que finalmente, junto com três carinhas do macaquinho tapando os olhos, pude ler o seguinte texto: "Você gostou? Foi um desafio que tive com minhas amigas Clau e Patty de tirar todos os pelos de baixo, e quando já tinha todos num pedacinho de papel higiênico, pensei que você é tão pervertido que ia adorar ter um dos tufos de pelo para suas sacanagens kkkkk"
A ocorrência da minha pequena pervertida me fez rir, e imediatamente respondi: "São nossas sacanagens, pequena, e ainda mais depois desse presente... sabe onde vou guardar seus pelos para tê-los sempre comigo?" A resposta dela foi muito rápida, acompanhada de uma carinha de susto: "Onde você vai guardar que minha mãe não vá achar? Eu teria pago pra ver a expressão na carinha de adolescente dela quando lesse minha resposta: "Na minha carteira, vou levar teus pelos pubianos comigo pra todo lado, pra ver eles sempre que eu quiser, e você vai saber que, quando me ver, os pelinhos da sua bucetinha estão comigo, mesmo quando sua mãe estiver do meu lado." E pude ver que ela leu minha mensagem e depois me deixou no vácuo por vários minutos.
Quando finalmente minha enteada me respondeu, me tirando da agonia da espera, li na tela: "Eu pensava que você era um cara sem graça, e no fim é um puta tarado... mas gosto que você seja assim... molhei minha calcinha de porra sua?" "Sim, eu gozei muito na sua calcinha e, quando você chegar da escola, ela ainda vai estar úmida, pra você vestir como ontem." E como resposta, ela só mandou o emoji do diabinho roxo, que pra mim, naquele momento, era a melhor recompensa pelo risco que eu tinha corrido e a confirmação de que minha enteada adolescente curtia tanto quanto eu os nossos jogos sujos pelas costas da mãe dela.
Depois de uma hora, chegou uma mensagem que eu não esperava da minha pequena pervertida: "Não te falei que parte do desafio com minhas amigas era trazer os pelos de cada uma, pra as outras confirmarem que a gente tinha cumprido? Eu disse pra elas que ia jogar no banheiro da escola, mas não joguei... vou levar pra você bater uma punheta cheirando eles também." Amigos, depois de ler isso, só consegui soltar minha ereção da calça, catar no bolso meu novo tesouro e tirar uma foto, daquelas que só se vê uma vez, do tufo de pelos apoiado na cabeça vermelha e brilhante do meu pau, encharcando no precum brilhante e transparente que já começava a escorrer... enviei... vi que ela abriu a foto e, na expectativa de saber se tinha gostado, depois de uns minutos ela respondeu: "A professora chegou, vai começar a aula... vai ser uma aula chata... porque eu tô muito molhada, papai."
A história continua, meus amigos...
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