226📑Relato de Carla 🖋Parte 1

226📑Relato de Carla 🖋Parte 1Oi Destheros, sou uma grande fã das suas histórias, me chamo Carla e gostaria de compartilhar com você uma experiência de vida. Este relato é 100% real. Espero que goste. Aconteceu quando eu era pequena, ou seja, começou naquela época, e seu desenvolvimento ao longo da minha vida me marcou como uma grande devoradora de sexo, de tal forma que hoje, passados 40 anos, quando posso curtir uma boa sessão, me entrego completamente ao prazer da carne.vadiaMas vamos ao relato. Quando eu era pequena, tive a tremenda infelicidade de ficar órfã dos meus pais, num acidente horrível que na época foi manchete por dias nos principais jornais e noticiários do país, pelas suas características. Sendo filha única de pais que possuíam uma grande fortuna, fui parar com uma tia meio distante, mas que me deu todo o carinho e amor que podia oferecer a uma pessoa. Ela era uma mulher solteira, muito ativa e tremendamente empreendedora, tanto que, sob sua administração até minha maioridade, a imensa fortuna que eu tinha herdado cresceu absurdamente. Seu físico, o de uma mulher que acho que tinha pouco mais de quarenta anos, era de estatura média, bem formada, quase tendendo a gordinha, e com uns seios firmes e poderosos; seus quadris eram largos, mas esbeltos. Quando meus pais morreram, nos mudamos para uma das nossas propriedades na região da Grande Buenos Aires. Era uma casa enorme, com um amplo parque ao redor. Também tinha uma casinha pequena que era habitada permanentemente pelo caseiro, um homem solteiro de uns 44 anos chamado Rafael, que tinha sido um homem de muita confiança dos meus pais e trabalhava para minha família há muitos anos. Ele era um cara muito quieto e só falava o necessário, embora seu carinho por mim fosse enorme e ele sempre me tratasse com muita doçura. Quando eu não estava na escola, ficava mais com ele do que com as empregadas da casa. Eu via que, quando as moças que trabalhavam em casa durante o dia (à noite elas iam para as suas próprias casas) viam o Rafael, cochichavam entre si e surgiam sorrisos maliciosos, mas na minha inocência eu não conseguia adivinhar do que se tratava, algo que só consegui entender quando fiquei mais velha. Uma noite em que eu estava com insônia, sem conseguir dormir por ter comido muito do meu doce favorito, ouvi passos no corredor em frente ao meu quarto; era minha tia Sofia, que sigilosamente se dirigia ao andar de baixo, e como minha curiosidade A vontade falou mais alto, da minha janela observei para onde ela estava indo, sendo seu destino a pequena casa do Rafael, onde ela entrou rapidamente. Pensei que talvez minha tia devesse dar algumas ordens de trabalho, mas algo me dizia que a atitude dela não era para esse caso. Esperei por um longo tempo e minha tia não voltava. Embora eu, naquela idade, não tivesse tido nenhuma experiência sexual, minhas colegas de escola me tinham contado coisas, o que fez minha imaginação começar a correr solta. Já tinham passado umas três horas quando minha tia Sofia saiu da casa do Rafael, desta vez sem pressa nenhuma, quase passeando. Rapidamente me enfiei na cama, fingindo estar dormindo. Minha intriga era enorme e minha curiosidade maior ainda. Por isso, na noite seguinte, quando minha tia entrou na casa do Rafael, corri pelas sombras até chegar lá e, com muito cuidado, tentei ver o que acontecia dentro, e como de fora não conseguia ver nem ouvir nada, entrei por um pequeno banheiro de serviço com porta para o exterior que sempre ficava aberto, passando dali para o interior, onde comecei a ouvir ruídos de vozes. A porta do quarto do Rafael estava entreaberta, o que me permitiu observar e escutar sem perigo. Aí veio o impacto que depois motivou minha paixão desenfreada pelo sexual. O espetáculo era de alto voltagem, melhor dizendo, de grande voltagem, pelo tremendo pau que o Rafael tinha entre as pernas. Eu tinha visto alguns garotos da minha idade desembainharem seus paus em ereção, mas nunca tinha visto o de um adulto. Minha tia Sofia o tinha embasbacada entre as mãos, e ajoelhada na frente do Rafael, que permanecia de pé muito tranquilo, um grande pau que hoje sei (e soube algum tempo depois) que nem todos os homens tinham assim. Ela o beijava e com os olhos fechados o embalava como um bebê, dava beijos e chupadinhas e o esfregava no rosto. Hoje posso dizer que esse pau enorme tinha mais de 25 cm de comprimento e uma circunferência de 12 cm na parte mais grossa; sua cabeça era uma linda pêssego que balançava como o badalo de um sino. Minha tia Soffa lutava para enfiá-lo na boca. Coisa que era praticamente impossível pelo tamanho que tinha. Depois de uns dez minutos nos quais ela usou todas as suas artes bucais, o monstro adquiriu toda sua grandeza e foi o momento em que Rafael pegou uma toalha da cabeceira da cama e, enrolando-a na base do seu pau, fez minha tia ficar de quatro na beirada da cama. Do lugar onde estava eu podia observar com clareza o quanto minha tia estava molhada, cujos sucos vaginais já escorriam pela virilha. Com as pernas bem abertas e a cabeça apoiada no travesseiro, ela esperou o ataque daquele pau infernal. Rafael apoiou a cabeça do pau na buceta da minha tia e, com uma habilidade fora do comum (hoje eu sei), sem precisar usar as mãos, deslizava por toda a fenda desde o ânus e por toda a extensão dos lábios vaginais. Minha tia rugia de ansiedade e movia os quadris em círculos com desespero, pedindo que ele enfiasse. Seus peitos, lindos e duros, balançavam a cada movimento. Rafael continuou por um momento com seu jogo e, bem preparado o caminho, enfiou um pouco daquela cabeçona. Minha tia deu um salto e eu vi como sua buceta se abria tentando aceitar aquele visitante roliço. Para isso, Rafael tinha esticado os braços e agarrado os peitos da minha tia, que, pelo que eu via, estava atravessando os limites de todos os paraísos juntos. Pouco a pouco, Rafael foi enfiando seu pau e, a cada pequena e suave enfiada que ele dava, minha tia rugia como se estivesse parindo. Rafael não falava, mas enfiava, então minha tia o insultava e dizia que ele ia matá-la com aquele pauzão, mas também pedia que não tirasse, que se o sofrimento era grande, maior ainda era o prazer que ele estava dando. Eu naquele momento não entendia muito bem a situação, isso de doer mas gostar mais; depois, algum... Tempo depois, eu soube. Vi como aquele pau entrava e saía. As bombadas do Rafael arrancavam gritos de prazer, dor e lágrimas da minha tia. Cada vez que ele tirava, ao enfiar de novo, ia um pouco mais fundo, e antes que chegasse até a toalha que ela tinha colocado antes de começar, minha tia, chorando, implorava por favor que ele não metesse mais, que só até ali, que ela não aguentava mais um único milímetro daquela rola dentro dela. Obediente, Rafael manteve aquela profundidade e, colocando uma mão entre a bunda da minha tia e a toalha, começou a comê-la com movimentos lentos e curtos.

Houve um momento que me assustei de vê-la, pois uma vez tinha visto um senhor com um ataque cardíaco e pensei que minha tia estava tendo um. Nunca tinha ouvido da boca dela palavras obscenas, mas ali ela dizia coisas que podiam fazer corar até os mais sem-vergonha. «Filho da puta, me come com esse pau de garanhão que você tem, finge que eu sou uma gostosa e me enche até o estômago!...» Sei lá, coisas desse tipo, que mostravam que o estado de descontrole daquela mulher de negócios, que era linda, a fazia esquecer qualquer tipo de moral e se entregar às tremendas loucuras do sexo.

Quando tive certa experiência sexual, soube que os orgasmos da minha tia se sucediam um atrás do outro. O corpo dela se crispa e se contorcia em cada um, acompanhando os espasmos com tremendos gemidos chorosos. A trepada que o Rafael deu deve ter durado uns vinte minutos, e em todo esse tempo, do meu lugar de observação, não perdi nenhum detalhe do que acontecia ali. Senti que dentro de mim havia algo que apertava meu peito, tremia de emoção ao vê-los gozar e, instintivamente, minha mão desceu até minha virilha. Algumas vezes eu tinha me tocado e notado que isso molhava minhas partes, mas dessa vez achei que meus esfíncteres tinham se soltado e eu tinha mijado. Mas não era isso, eu tinha me molhado de tal forma que, quando meus dedos encontraram meus lábios vaginais, a... a natureza (e algumas dicas das minhas amiguinhas) fez meus dedinhos penetrarem minha buceta, e foi a primeira gozada da minha vida. Um orgasmo sacudiu minha humanidade e eu gozei tanto que fiquei assustada. Meu corpo tremia e eu não sabia o que estava acontecendo comigo, mas tinha sido divino. Enquanto isso, quando reagi depois da minha gozada, vi como Rafael ficou todo tenso, sempre mantendo a mão no pau para não penetrar demais a buceta da minha tia, e falou pela primeira vez dizendo: "Vou mandar meu leite, aguenta mais um pouquinho..." Vi que ao terminar, Rafael se excedeu e nos seus espasmos enfiou mais do que minha tia permitia, porque ela soltou um tremendo grito de dor, mas Rafael não afrouxou e sua porra foi um poema de luxúria. A goza do Rafael, ao retirar o pau, transbordou da buceta da minha tia Sofia e, ainda reclamando e com os olhos cheios de lágrimas, ela recriminou o empurrão doloroso, se virou e, pegando o pau dele na boca, degustou as gotas de esperma e lambeu até deixá-lo limpo e brilhante. Depois minha tia deitou de costas e Rafael sentou sobre a barriga dela, colocando o pau entre os peitos. O comprimento era tanto que permitia "pegar" os peitos ao mesmo tempo que ela chupava a cabeça. Ficaram assim um tempinho e depois Rafael, com uma delicadeza tremenda, foi beijando os lábios da minha tia. Suas línguas se enroscavam, depois ele começou a descer pelo corpo dela beijando e chupando todo aquele corpo delicioso, prestando atenção especial naqueles peitos com mamilos do tamanho da primeira falange do meu dedão, que eram um monumento de beleza. Minha tia devia estar gozando que nem uma louca porque estava enlouquecida, mas quando ele chegou na sua buceta e começou a lamber, aí foi o fim. Minha tia chorava, implorava e se sacudia. Quando Rafael se jogou, ela, completamente exausta, ficou de costas com os olhos fechados como se estivesse dormindo, mas Rafael, de quatro na cama, colocou o pau na boca dela Ela, como se tivesse levado um choque, reagiu e começou a chupar aquela cabeça que não conseguia enfiar na boca. Em poucos minutos, Rafael gozou, enchendo a boca da minha tia de porra, que fez um tremendo esforço para engolir, mas a quantidade era tanta que a cavidade bucal ficou pequena para aquele volume de gozo. Enquanto isso, continuei me masturbando e consegui mais duas gozadas. Aquela noite terminou com o boquete da minha tia e, quando vi que ela pegou suas roupas, fui rapidamente para a minha cama, onde por um bom tempo não consegui dormir, pensando em tudo que tinha visto. Mais tarde te mando as outras partes 😘Relatos eroticos

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