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Me chamo Laura, tenho 38 anos e, sinceramente, não tenho do que reclamar da minha aparência. Afinal, ainda vou à academia três vezes por semana, tenho uns peitões que ficam durinhos sozinhos, uma bunda firme que me faz sentir poderosa quando visto uma legging justa, e uma cintura que ainda faz minhas amigas morrerem de inveja. Moro com meu filho Mateo, que acabou de fazer 19 anos, é universitário e, meu Deus, se transformou num gostoso daqueles que deixam qualquer uma de queixo caído. Alto, com uns ombros largos de tanto puxar ferro, peitoral que marca qualquer camisa, um abdômen que parece esculpido à mão. Desde que ele começou a treinar pesado uns dois anos atrás, não consigo evitar de olhar. É como se eu tivesse um garanhão morando debaixo do meu teto e eu, que tô há meses sem uma boa transa desde que me separei do pai dele, às vezes me pego fantasiando com aquele corpo.
Mateo tem uma namorada, chama Camila, magrinha mas com umas curvas gostosas, vive vindo aqui em casa, eles se trancam no quarto dele e eu finjo que não ouço nada. Mas uma tarde tudo mudou. Eu tinha saído pra fazer umas compras, voltei mais cedo porque esqueci a carteira, entrei na ponta dos pés pra não atrapalhar se eles estivessem estudando ou lá o que fosse. Subi as escadas e, quando passei pelo meu quarto, ouvi barulhos, gemidos altos, ofegos de homem e gritos de mulher. A porta estava entreaberta, e eu fiquei paralisada no corredor, espiando pela fresta.
Lá estava meu filho, completamente pelado, aquele corpo brilhando de suor, os músculos tensos enquanto metia como um animal na namorada, que tava de quatro na minha cama, na minha própria cama onde durmo toda noite. Camila gritava que nem uma louca, com a cara enfiada no meu travesseiro.
— Ai, isso, Mateo, mete mais forte, filho da puta, arrebenta eu!
E ele, meu Mateo, segurando ela pela cintura com aquelas mãos grandes, cravava a pica nela sem parar, dava pra ver tudo, aquela pica grossa e comprida entrando e saindo toda molhada, chapinhando, fazendo uns barulhos... obscenamente ricos toda vez que batia na bunda dela. Ele suava, grunhia como um macho no cio, dava tapas fortes que deixavam a pele vermelha.
— Cê gosta, né putinha, gosta que te como como uma puta.
— Sim, papai, me come como uma puta, me enche de porra!
Eu fiquei ali parada, com o coração batendo forte, sentindo como eu me molhava entre as pernas só de ver como meu filho a perfurava sem piedade, como as bundas dela se contraíam a cada investida poderosa, aquele cu perfeito se movendo pra frente e pra trás, os músculos das costas dele brilhando, o pau dele saindo todo coberto de sucos e voltando a entrar até o fundo. Camila gozava gritando, se contorcendo, e ele não parava, continuava comendo ela forte, falando putarias no ouvido, mordendo a nuca dela, agarrando os peitos dela por trás. Era exatamente o que eu sempre tinha querido, um macho assim, forte, selvagem, que te come até deixar você tremendo, que te faz sentir mulher de verdade.
Eu mordi o lábio tão forte que quase sangrou, sentia a buceta pulsando, os bicos dos peitos duros contra o sutiã, mas não falei nada, não entrei, não interrompi eles. Fiquei olhando até ele grunhir e gozar dentro dela, empurrando fundo enquanto Camila gritava de novo de prazer. Depois se largaram na minha cama, rindo baixinho, se beijando, e eu recuei devagar, desci as escadas com as pernas tremendo, saí de casa de novo como se tivesse acabado de chegar.
Entrei gritando que já tava em casa, encontrei eles na sala vendo TV como se nada, Camila com o rosto ainda vermelho e Mateo com aquele sorrisinho de satisfeito. Cumprimentei eles como sempre. Desde aquela tarde não consegui tirar da cabeça o que vi, toda noite ao deitar na minha cama, a mesma onde meu Mateo tinha comido tão safado a namorada dele, sentia um calor que subia pelo corpo todo, imaginava o pau grosso dele entrando e saindo, as bundas dele se contraindo a cada investida, aquele suor brilhando nas costas musculosas dele, e eu sozinha ali, com os lençóis que Ainda cheiravam a sexo, mesmo depois de ter lavado mil vezes. Eu me tocava pensando nele, enfiando os dedos devagar no começo, imaginando que era o pau dele que me abria, depois mais rápido, mordendo os lábios pra não gemer alto e ele me ouvir do quarto ao lado. Eu gozava tremendo, com o nome dele na cabeça, me sentindo uma puta por desejar meu próprio filho, mas cada dia era pior, o tesão me consumia viva. Eu precisava sentir aquele macho dentro de mim, não dava mais pra continuar só fantasiando.
Decidi que tinha que fazer alguma coisa, não ia esperar a vida colocar na minha mão, eu é que mando nessa casa e se eu quero meu filho, vou comer ele, ponto final. Esperei uns dias, estávamos sozinhos, ele voltou da academia, com aquela camisa colada no corpo marcando os peitorais, eu já tava molhada só de ver ele entrar na cozinha pra beber água. Deixei ele tomar banho, jantamos como se nada fosse, conversando sobre a faculdade e as coisas dele, mas eu já tinha o plano na cabeça.
Eu tinha vestido um vestido colado no corpo, daqueles que marcam tudo, o decote profundo mostrando meus peitos firmes, o tecido justo realçando minha bunda redonda e minhas curvas que ainda enlouquecem os homens. Depois do jantar, chamei ele pro sofá. Sentei perto dele, cruzei as pernas pra ele ver minhas coxas, e comecei a conversa como se nada fosse. Ele me olhou um segundo a mais que o normal, mas fingiu naturalidade.
— Mateo, a gente precisa conversar sobre uma coisa séria, meu amor.
— Fala, mãe, o que foi? — Ele me olhou estranho, mas os olhos dele desceram um segundo pros meus peitos, e isso me molhou na hora.
— É que... outro dia cheguei mais cedo e vi vocês, você e a Camila, na minha cama.
Ele ficou vermelho, mas não desviou o olhar, deu um sorrisinho safado.
— Ah, mãe, desculpa, não pensei que você fosse chegar tão cedo, juro que não foi de propósito.
— Não tô brava por causa disso, filho, mas minha cama é sagrada, não quero que você use ela pra transar com suas namoradinhas, essa cama é só minha.
— Mas mãe, é que sua cama é a mais confortável da casa, o colchão é perfeito, por isso a Parece tão gostoso foder ali, sério, é tipo… não sei, melhor. Mordi o lábio olhando fixo pra ele, sentindo minha buceta pulsar só de ouvir ele falar assim de foder na minha cama, me aproximei um pouquinho mais, coloquei a mão na perna dele, ele não se mexeu.
— Se você gosta tanto da minha cama, Mateo, então tem que pedir do jeito certo.
— Pedir? Como assim, mami?
— Sim, meu amor, já te falei, essa cama é só minha, pra eu dar. Se você quer usar… tem que pedir pra mim, porque a única que fode aqui sou eu.
Ele ficou calado por um segundo, confuso, me olhando com os olhos bem abertos, mas eu vi como o olhar dele desceu pros meus peitos, como começou a marcar alguma coisa na calça de pijama.
— Peraí, mami… o que você quer dizer exatamente?
Sorri devagar, apertei um pouco a perna dele, subi a mão mais pra cima, já sem vergonha nenhuma, sentindo o calor da coxa dele.
— Quero dizer que a cama é só pra eu dar, pra me comerem. Então, se você quer usar pra foder, tem que pedir por mim, porque sou a única que fode ali. Repeti, caso não tivesse ficado claro da primeira vez que falei.
Ele não disse mais nada, só me olhou com os olhos cheios de tesão, o ar pesado entre nós, eu sentindo meus fluidos. Levantei devagar, mostrando a bunda no vestido colado, e subi pro meu quarto sem olhar pra trás. Por um momento, achei que ele fosse me seguir, que fosse me pegar e me fazer dele. Mas não aconteceu.
Naquela noite, não me segurei, me meti na cama nua, abri as pernas e enfiei os dedos fundo, gemendo alto o nome dele, imaginando o pau dele me fodendo, não liguei se ele me ouvia, pelo contrário, queria que ele escutasse como eu gozava gritando por ele, ofegando igual uma puta, até desabar tremendo.
No dia seguinte de manhã, enquanto a gente tomava café na cozinha, eu com meu roupão curto que deixava minhas pernas à mostra e ele já vestido pra faculdade, com aquela camisa justa que marcava os peitorais e uma calça jeans que deixava ele tão gostoso, Mateo me olhou nervoso, mexendo no café dela como se não soubesse como começar. —Ei, mãe… antes de eu ir embora, tava pensando no que você disse ontem à noite. —Ahã… —respondi sorrindo, mordendo o lábio, já sentindo um calorzinho entre as pernas só de lembrar. —Então… queria pedir sua cama emprestada hoje à noite. Acha que dá? Fiquei olhando fixo pra ele, com o coração batendo forte, vendo como ele ficava vermelho mas os olhos brilhavam de tesão, mas ali estava ele, pedindo. —Claro que sim, filho. Viu como é bom quando se pede as coisas emprestadas? Ele sorriu, levantou e me deu um beijo na bochecha que durou um segundo a mais, roçando o corpo dele no meu, e foi embora. O dia inteiro não consegui pensar em outra coisa, em como seria a noite, naquele corpo musculoso por cima de mim, naquela pica grossa me varando como eu tinha visto ele fazer com a Camila. Voltei cedo do trabalho, tomei um banho demorado, me depilei toda, passei creme pra cheirar gostosa, e escolhi a lingerie mais puta que eu tinha, aquela preta de renda que marcava meus peitões e minha bunda firme, com ligas e meia arrastão que me faziam parecer uma deusa do sexo. De noite, enquanto jantávamos, o ar tava pesado, a gente se olhava com vontade, comendo devagar como se prolongasse o momento. —Tá preparado pra usar a cama hoje à noite, filho? —perguntei com a voz rouca, roçando meu pé na perna dele debaixo da mesa. —Sim, mamãe, pensando em como vou te foder ali, fazer você gritar como nunca. —E eu tô com vontade de ser fodida como uma puta. De sentir você bem dentro, me enchendo toda. A gente se falou um monte de sacanagem assim, se excitando um ao outro, ele contando como ia me colocar de quatro e meter forte, eu dizendo que queria chupar ele até ele implorar, até que não aguentamos mais e subimos pro quarto. Ele tirou a roupa rápido, se deitou nu na cama, a pica já meio dura pendurada grossa entre as pernas musculosas, aquelas nádegas duras contra meus lençóis. Eu entrei no banheiro, me olhei no espelho, respirei fundo e saí com a Lingerie vestida, o sutiã de renda mal segurando meus peitos, a calcinha fio-dental marcando minha buceta depilada, as ligas apertadas nas minhas coxas e as meias de rede subindo até em cima, posando como uma modelo só pra ele. Mateo ficou de boca aberta, o pau dele ficou duro na hora, pulsando. —Mãe… você tá de dar o cu a noite toda. Cheguei devagar, subi na cama de quatro como uma puta, montei em cima dele e beijei fundo, sentindo o pau duro dele contra minha buceta molhada através do tecido. A língua dele invadindo minha boca enquanto as mãos dele agarravam minha bunda com força, amassando. Desci, chupei aquele pau enorme, saboreando, enfiando até a garganta enquanto ele grunhia e puxava meu cabelo. —Que boca gostosa você tem, mamãe, chupa como uma puta. —Me come, filho, me faz sua nessa cama que você tanto queria. Depois ele me colocou de quatro, e agora era eu que gritava quando ele arrancou minha calcinha e enfiou o pau de uma vez, entrando tudo até o fundo, batendo gostoso na minha buceta pulsante. Ele grunhia, suava, agarrava meus peitos enquanto me fodia gostoso, o som molhado e obsceno cada vez que entrava e saía todo melado dos meus fluidos. —Ai, meu filho, mete mais forte, me arrebenta como sua puta! Ele empurrava como um animal, dando tapas fortes na minha bunda que deixavam minha pele vermelha, me puxando pelo cabelo pra me arquear mais, mordendo minhas costas. Gritei que nem uma louca, lembrando que na mesma posição, de quatro na cama, a Camila tinha estado gritando por ele, mas agora era eu que uivava de prazer, minha buceta pulsando em volta do pau dele enquanto ele empurrava selvagem, batendo o quadril na minha bunda. —Você gosta, hein, mamãe, gosta que eu te coma na sua própria cama, que te encha de porra. —Sim, papai, me come forte, me enche de porra igual à sua namorada! Gozei duas vezes assim, antes era a namorada que se desmanchava de prazer na mesma cama, agora era minha buceta que apertava o pau dele, meus fluidos que escorriam pelas bolas dele. Depois me virou de barriga pra cima, abrindo minhas pernas com as meias de rede, enfiando fundo enquanto me beijava, os peitorais suados contra meus peitos, até que ele grunhiu forte e gozou dentro, me enchendo de quente, empurrando pra não vazar nem uma gota.
Ficamos horas, eu cavalgando ele que nem uma amazona, meus peitos quicando, enfiando a pica dele até o fundo, sentindo as mãos dele no meu rabo, ele gozando dentro de mim duas vezes, quente e grossa, enquanto eu gritava o nome dele babando de prazer, até ficarmos exaustos, suados, abraçados nos lençóis bagunçados. No final, exaustos, largados nos lençóis encharcados, ele beijou meu pescoço, ainda com a pica meio dura dentro de mim, e sussurrou no meu ouvido:
— Acho que vou pedir sua cama emprestada com mais frequência, mamãe.
Me chamo Laura, tenho 38 anos e, sinceramente, não tenho do que reclamar da minha aparência. Afinal, ainda vou à academia três vezes por semana, tenho uns peitões que ficam durinhos sozinhos, uma bunda firme que me faz sentir poderosa quando visto uma legging justa, e uma cintura que ainda faz minhas amigas morrerem de inveja. Moro com meu filho Mateo, que acabou de fazer 19 anos, é universitário e, meu Deus, se transformou num gostoso daqueles que deixam qualquer uma de queixo caído. Alto, com uns ombros largos de tanto puxar ferro, peitoral que marca qualquer camisa, um abdômen que parece esculpido à mão. Desde que ele começou a treinar pesado uns dois anos atrás, não consigo evitar de olhar. É como se eu tivesse um garanhão morando debaixo do meu teto e eu, que tô há meses sem uma boa transa desde que me separei do pai dele, às vezes me pego fantasiando com aquele corpo.Mateo tem uma namorada, chama Camila, magrinha mas com umas curvas gostosas, vive vindo aqui em casa, eles se trancam no quarto dele e eu finjo que não ouço nada. Mas uma tarde tudo mudou. Eu tinha saído pra fazer umas compras, voltei mais cedo porque esqueci a carteira, entrei na ponta dos pés pra não atrapalhar se eles estivessem estudando ou lá o que fosse. Subi as escadas e, quando passei pelo meu quarto, ouvi barulhos, gemidos altos, ofegos de homem e gritos de mulher. A porta estava entreaberta, e eu fiquei paralisada no corredor, espiando pela fresta.
Lá estava meu filho, completamente pelado, aquele corpo brilhando de suor, os músculos tensos enquanto metia como um animal na namorada, que tava de quatro na minha cama, na minha própria cama onde durmo toda noite. Camila gritava que nem uma louca, com a cara enfiada no meu travesseiro.
— Ai, isso, Mateo, mete mais forte, filho da puta, arrebenta eu!
E ele, meu Mateo, segurando ela pela cintura com aquelas mãos grandes, cravava a pica nela sem parar, dava pra ver tudo, aquela pica grossa e comprida entrando e saindo toda molhada, chapinhando, fazendo uns barulhos... obscenamente ricos toda vez que batia na bunda dela. Ele suava, grunhia como um macho no cio, dava tapas fortes que deixavam a pele vermelha.
— Cê gosta, né putinha, gosta que te como como uma puta.
— Sim, papai, me come como uma puta, me enche de porra!
Eu fiquei ali parada, com o coração batendo forte, sentindo como eu me molhava entre as pernas só de ver como meu filho a perfurava sem piedade, como as bundas dela se contraíam a cada investida poderosa, aquele cu perfeito se movendo pra frente e pra trás, os músculos das costas dele brilhando, o pau dele saindo todo coberto de sucos e voltando a entrar até o fundo. Camila gozava gritando, se contorcendo, e ele não parava, continuava comendo ela forte, falando putarias no ouvido, mordendo a nuca dela, agarrando os peitos dela por trás. Era exatamente o que eu sempre tinha querido, um macho assim, forte, selvagem, que te come até deixar você tremendo, que te faz sentir mulher de verdade.
Eu mordi o lábio tão forte que quase sangrou, sentia a buceta pulsando, os bicos dos peitos duros contra o sutiã, mas não falei nada, não entrei, não interrompi eles. Fiquei olhando até ele grunhir e gozar dentro dela, empurrando fundo enquanto Camila gritava de novo de prazer. Depois se largaram na minha cama, rindo baixinho, se beijando, e eu recuei devagar, desci as escadas com as pernas tremendo, saí de casa de novo como se tivesse acabado de chegar.
Entrei gritando que já tava em casa, encontrei eles na sala vendo TV como se nada, Camila com o rosto ainda vermelho e Mateo com aquele sorrisinho de satisfeito. Cumprimentei eles como sempre. Desde aquela tarde não consegui tirar da cabeça o que vi, toda noite ao deitar na minha cama, a mesma onde meu Mateo tinha comido tão safado a namorada dele, sentia um calor que subia pelo corpo todo, imaginava o pau grosso dele entrando e saindo, as bundas dele se contraindo a cada investida, aquele suor brilhando nas costas musculosas dele, e eu sozinha ali, com os lençóis que Ainda cheiravam a sexo, mesmo depois de ter lavado mil vezes. Eu me tocava pensando nele, enfiando os dedos devagar no começo, imaginando que era o pau dele que me abria, depois mais rápido, mordendo os lábios pra não gemer alto e ele me ouvir do quarto ao lado. Eu gozava tremendo, com o nome dele na cabeça, me sentindo uma puta por desejar meu próprio filho, mas cada dia era pior, o tesão me consumia viva. Eu precisava sentir aquele macho dentro de mim, não dava mais pra continuar só fantasiando.
Decidi que tinha que fazer alguma coisa, não ia esperar a vida colocar na minha mão, eu é que mando nessa casa e se eu quero meu filho, vou comer ele, ponto final. Esperei uns dias, estávamos sozinhos, ele voltou da academia, com aquela camisa colada no corpo marcando os peitorais, eu já tava molhada só de ver ele entrar na cozinha pra beber água. Deixei ele tomar banho, jantamos como se nada fosse, conversando sobre a faculdade e as coisas dele, mas eu já tinha o plano na cabeça.
Eu tinha vestido um vestido colado no corpo, daqueles que marcam tudo, o decote profundo mostrando meus peitos firmes, o tecido justo realçando minha bunda redonda e minhas curvas que ainda enlouquecem os homens. Depois do jantar, chamei ele pro sofá. Sentei perto dele, cruzei as pernas pra ele ver minhas coxas, e comecei a conversa como se nada fosse. Ele me olhou um segundo a mais que o normal, mas fingiu naturalidade.
— Mateo, a gente precisa conversar sobre uma coisa séria, meu amor.
— Fala, mãe, o que foi? — Ele me olhou estranho, mas os olhos dele desceram um segundo pros meus peitos, e isso me molhou na hora.
— É que... outro dia cheguei mais cedo e vi vocês, você e a Camila, na minha cama.
Ele ficou vermelho, mas não desviou o olhar, deu um sorrisinho safado.
— Ah, mãe, desculpa, não pensei que você fosse chegar tão cedo, juro que não foi de propósito.
— Não tô brava por causa disso, filho, mas minha cama é sagrada, não quero que você use ela pra transar com suas namoradinhas, essa cama é só minha.
— Mas mãe, é que sua cama é a mais confortável da casa, o colchão é perfeito, por isso a Parece tão gostoso foder ali, sério, é tipo… não sei, melhor. Mordi o lábio olhando fixo pra ele, sentindo minha buceta pulsar só de ouvir ele falar assim de foder na minha cama, me aproximei um pouquinho mais, coloquei a mão na perna dele, ele não se mexeu.
— Se você gosta tanto da minha cama, Mateo, então tem que pedir do jeito certo.
— Pedir? Como assim, mami?
— Sim, meu amor, já te falei, essa cama é só minha, pra eu dar. Se você quer usar… tem que pedir pra mim, porque a única que fode aqui sou eu.
Ele ficou calado por um segundo, confuso, me olhando com os olhos bem abertos, mas eu vi como o olhar dele desceu pros meus peitos, como começou a marcar alguma coisa na calça de pijama.
— Peraí, mami… o que você quer dizer exatamente?
Sorri devagar, apertei um pouco a perna dele, subi a mão mais pra cima, já sem vergonha nenhuma, sentindo o calor da coxa dele.
— Quero dizer que a cama é só pra eu dar, pra me comerem. Então, se você quer usar pra foder, tem que pedir por mim, porque sou a única que fode ali. Repeti, caso não tivesse ficado claro da primeira vez que falei.
Ele não disse mais nada, só me olhou com os olhos cheios de tesão, o ar pesado entre nós, eu sentindo meus fluidos. Levantei devagar, mostrando a bunda no vestido colado, e subi pro meu quarto sem olhar pra trás. Por um momento, achei que ele fosse me seguir, que fosse me pegar e me fazer dele. Mas não aconteceu.
Naquela noite, não me segurei, me meti na cama nua, abri as pernas e enfiei os dedos fundo, gemendo alto o nome dele, imaginando o pau dele me fodendo, não liguei se ele me ouvia, pelo contrário, queria que ele escutasse como eu gozava gritando por ele, ofegando igual uma puta, até desabar tremendo.
No dia seguinte de manhã, enquanto a gente tomava café na cozinha, eu com meu roupão curto que deixava minhas pernas à mostra e ele já vestido pra faculdade, com aquela camisa justa que marcava os peitorais e uma calça jeans que deixava ele tão gostoso, Mateo me olhou nervoso, mexendo no café dela como se não soubesse como começar. —Ei, mãe… antes de eu ir embora, tava pensando no que você disse ontem à noite. —Ahã… —respondi sorrindo, mordendo o lábio, já sentindo um calorzinho entre as pernas só de lembrar. —Então… queria pedir sua cama emprestada hoje à noite. Acha que dá? Fiquei olhando fixo pra ele, com o coração batendo forte, vendo como ele ficava vermelho mas os olhos brilhavam de tesão, mas ali estava ele, pedindo. —Claro que sim, filho. Viu como é bom quando se pede as coisas emprestadas? Ele sorriu, levantou e me deu um beijo na bochecha que durou um segundo a mais, roçando o corpo dele no meu, e foi embora. O dia inteiro não consegui pensar em outra coisa, em como seria a noite, naquele corpo musculoso por cima de mim, naquela pica grossa me varando como eu tinha visto ele fazer com a Camila. Voltei cedo do trabalho, tomei um banho demorado, me depilei toda, passei creme pra cheirar gostosa, e escolhi a lingerie mais puta que eu tinha, aquela preta de renda que marcava meus peitões e minha bunda firme, com ligas e meia arrastão que me faziam parecer uma deusa do sexo. De noite, enquanto jantávamos, o ar tava pesado, a gente se olhava com vontade, comendo devagar como se prolongasse o momento. —Tá preparado pra usar a cama hoje à noite, filho? —perguntei com a voz rouca, roçando meu pé na perna dele debaixo da mesa. —Sim, mamãe, pensando em como vou te foder ali, fazer você gritar como nunca. —E eu tô com vontade de ser fodida como uma puta. De sentir você bem dentro, me enchendo toda. A gente se falou um monte de sacanagem assim, se excitando um ao outro, ele contando como ia me colocar de quatro e meter forte, eu dizendo que queria chupar ele até ele implorar, até que não aguentamos mais e subimos pro quarto. Ele tirou a roupa rápido, se deitou nu na cama, a pica já meio dura pendurada grossa entre as pernas musculosas, aquelas nádegas duras contra meus lençóis. Eu entrei no banheiro, me olhei no espelho, respirei fundo e saí com a Lingerie vestida, o sutiã de renda mal segurando meus peitos, a calcinha fio-dental marcando minha buceta depilada, as ligas apertadas nas minhas coxas e as meias de rede subindo até em cima, posando como uma modelo só pra ele. Mateo ficou de boca aberta, o pau dele ficou duro na hora, pulsando. —Mãe… você tá de dar o cu a noite toda. Cheguei devagar, subi na cama de quatro como uma puta, montei em cima dele e beijei fundo, sentindo o pau duro dele contra minha buceta molhada através do tecido. A língua dele invadindo minha boca enquanto as mãos dele agarravam minha bunda com força, amassando. Desci, chupei aquele pau enorme, saboreando, enfiando até a garganta enquanto ele grunhia e puxava meu cabelo. —Que boca gostosa você tem, mamãe, chupa como uma puta. —Me come, filho, me faz sua nessa cama que você tanto queria. Depois ele me colocou de quatro, e agora era eu que gritava quando ele arrancou minha calcinha e enfiou o pau de uma vez, entrando tudo até o fundo, batendo gostoso na minha buceta pulsante. Ele grunhia, suava, agarrava meus peitos enquanto me fodia gostoso, o som molhado e obsceno cada vez que entrava e saía todo melado dos meus fluidos. —Ai, meu filho, mete mais forte, me arrebenta como sua puta! Ele empurrava como um animal, dando tapas fortes na minha bunda que deixavam minha pele vermelha, me puxando pelo cabelo pra me arquear mais, mordendo minhas costas. Gritei que nem uma louca, lembrando que na mesma posição, de quatro na cama, a Camila tinha estado gritando por ele, mas agora era eu que uivava de prazer, minha buceta pulsando em volta do pau dele enquanto ele empurrava selvagem, batendo o quadril na minha bunda. —Você gosta, hein, mamãe, gosta que eu te coma na sua própria cama, que te encha de porra. —Sim, papai, me come forte, me enche de porra igual à sua namorada! Gozei duas vezes assim, antes era a namorada que se desmanchava de prazer na mesma cama, agora era minha buceta que apertava o pau dele, meus fluidos que escorriam pelas bolas dele. Depois me virou de barriga pra cima, abrindo minhas pernas com as meias de rede, enfiando fundo enquanto me beijava, os peitorais suados contra meus peitos, até que ele grunhiu forte e gozou dentro, me enchendo de quente, empurrando pra não vazar nem uma gota.
Ficamos horas, eu cavalgando ele que nem uma amazona, meus peitos quicando, enfiando a pica dele até o fundo, sentindo as mãos dele no meu rabo, ele gozando dentro de mim duas vezes, quente e grossa, enquanto eu gritava o nome dele babando de prazer, até ficarmos exaustos, suados, abraçados nos lençóis bagunçados. No final, exaustos, largados nos lençóis encharcados, ele beijou meu pescoço, ainda com a pica meio dura dentro de mim, e sussurrou no meu ouvido:
— Acho que vou pedir sua cama emprestada com mais frequência, mamãe.
1 comentários - La cama de Mamá