Refúgio Proibido C4

E aí, beleza? Como vocês estão? Aqui está mais um capítulo dessa saga, espero que curtam. Essa tá pra gozar, e ainda vem outra série de relatos muito mais exóticos. Apoiem com seus pontos e comentem, valeu! 🔥Refúgio Proibido C4O ar no escritório cheirava a café queimado, papel velho e suor rançoso. O ventilador de teto zumbia monotonamente, mexendo o mesmo calor pesado sem refrescar nada. Minha mesa era um caos de contas e números vermelhos. O telefone vibrava sem parar com credores cuja voz já me era familiar. O chefe passava me lançando olhares que não precisavam de palavras. Algumas semanas atrás eu era o chefe. Tinha escritório com janela para o parque, funcionários que me cumprimentavam com respeito, reuniões onde minha palavra era lei. O cheiro de madeira encerada da minha mesa, o clique da porta quando alguém entrava nervoso para me pedir algo… agora era eu quem baixava o olhar, quem assinava relatórios inúteis, quem sentia o peso da derrota a cada passo. Enquanto digitava números sem sentido, minha mente voltava para a Ana. Ontem eu tinha gritado com ela na discussão sobre a falência, botando a culpa nela por gastos “desnecessários” quando era eu quem não viu o desastre chegando. Lembrava dos olhos vidrados dela, os lábios tremendo, o jeito que mordeu a bochecha para não chorar. A voz embargada dela ANA- Não fui eu que falhei, Diego. E eu, em vez de abraçá-la, ignorei. Esse eco ainda me ronca na cabeça. Parei, mãos imóveis sobre o teclado. O monitor piscava com números vermelhos. DIEGO PENSANDO- Quando deixei de ser o homem que a fazia rir debaixo da chuva? O nó no peito apertou mais. Me sentia um fracasso como marido, um homem que não conseguia proteger nem prover para a mulher que amava. O relógio marcava 17h15. O chefe já tinha ido embora. O silêncio era pior que o barulho. Desliguei o monitor, peguei minha jaqueta úmida e saí. O corredor cheirava a desinfetante barato e café frio. Lá fora, o céu cinza e carregado, o ar úmido anunciava chuva. O cheiro de asfalto molhado e fumaça de carro me atingiu ao abrir a porta. Não dirigi direto para a casa do Marco. Não queria encarar a Ana de mãos vazias. Dei voltas sem rumo, o motor velho roncando com esforço, os limpadores de para-brisa vazando. contra o vidro embaçado. Terminei num parquinho pequeno, bancos enferrujados e árvores inclinadas. Estacionei e sentei sob a chuva que começava, ignorando o frio que encharcava a roupa. O cheiro de terra molhada e folhas podres subia do chão. Olhei pro céu, nuvens escuras rodopiando feito meus pensamentos. Eu queria mudar. Queria lutar por ela.esposaA mensagem saiu antes que eu pudesse pensar duas vezes. Enviei e guardei o celular como se queimasse. A mentira era pequena, mas pesava como chumbo no peito. Eu não estava a caminho. Estava aqui, sentado num banco enferrujado de um parque esquecido, sob uma chuva que caía lenta e triste, como lágrimas que ninguém recolhe. O cheiro de terra molhada subia do chão, misturado com folhas podres e a fumaça distante de alguma chaminé que ninguém mais acendia. As gotas batiam no banco com um plic-plic rítmico e monótono, como um relógio que contava o tempo perdido. O frio calava até os ossos, mas não era só da água, era o frio de dentro, aquele que se instala quando você sabe que falhou e não tem como voltar atrás. A jaqueta grudava na pele, pesada e escura, e cada gota que escorria pelo meu rosto parecia levar um pouco mais de mim. O parque estava vazio, as árvores inclinadas sob o peso da água, as folhas caídas formando um tapete marrom e morto. O céu era uma massa cinza uniforme, sem um único raio de luz que quebrasse a penumbra. Tudo era cinza: o banco, o chão, o ar, meu ânimo. Fiquei olhando pro céu, sentindo a chuva lavar meu rosto e não conseguir lavar a culpa. Lembrei de noites em que Ana e eu nos sentávamos na varanda da nossa antiga casa, olhando as estrelas, a cabeça dela no meu ombro, o cheiro do cabelo dela misturado com o jasmim do jardim. Agora não tinha estrelas, só nuvens que escondiam tudo. Então apareceu ele, um senhor mais velho, casaco surrado e desbotado, chapéu encharcado que parecia carregar o peso de muitos anos. Caminhava devagar, passos pesados e cansados, como se cada um lembrasse algo perdido. Sentou no banco com um suspiro longo e profundo, um som que parecia sair do fundo da alma. Não disse nada no começo. Tirou um cigarro amassado, acendeu com mãos trêmulas —o isqueiro estalou várias vezes antes de pegar fogo— e a fumaça subiu lenta, cinza, melancólica, misturando-se com a chuva como um Lembro que se dissolve. O cheiro ácido do tabaco molhado chegou até mim, nostálgico e triste, como o aroma de uma casa vazia onde alguém foi embora há muito tempo.Incesto FamiliarEle ergueu o olhar. Seus olhos cinzas, fundos, tinham aquela profundidade de quem chorou muito e já não tem mais lágrimas.

SENHOR MAIS VELHO
Dia cinza, né? — disse, voz rouca, quase um sussurro que se perdia na chuva.

Assenti, a água escorrendo pelo meu rosto, fria e sem consolo.

DIEGO
Todos os dias são cinzas quando você olha pra trás e vê o que deixou escapar.

Respondi, a voz embargada, quase inaudível.

Ele expeliu fumaça que se dissolveu no ar úmido.

SENHOR MAIS VELHO
Minha mulher costumava dizer que a chuva limpa a alma. Eu acho que só molha. Molha e deixa mais fria.

Fez uma pausa. O cigarro crepitava fraco sob a chuva, um som pequeno e triste.

SENHOR MAIS VELHO
Faz doze anos que ela foi embora. Não por outra, não por dinheiro. Por minha causa. Por não saber calar a boca quando devia falar. Por não abraçá-la quando ela gritava. Por deixar que o orgulho comesse o amor. Agora a casa cheira a vazio. Cheira a tabaco, a café frio e a lembranças que não vão embora. Cada vez que acendo um desses, sinto que tô chamando por ela… e ela não atende.

Suas palavras caíram pesadas, como gotas que batem num telhado velho.

Contei. Não sei por quê, mas contei. A falência, as dívidas, como a Ana e eu nos perdemos pelo caminho. Como eu gritava com ela por coisas pequenas porque não podia gritar com o mundo. Como a última vez que abracei ela de verdade foi há meses, e nem lembrava direito. Como a risada dela já não soava em casa, só suspiros e silêncios. O nó na garganta ficou maior enquanto falava, a voz tremendo a cada lembrança.

Quando terminei, ele apagou o cigarro no chão molhado com um chiado triste.

SENHOR MAIS VELHO
Filho… o amor não morre de repente. Vai esfriando aos poucos. Esfria quando você para de olhar nos olhos dela. Quando responde com monossílabos. Quando o "te amo" vira uma mensagem em vez de um beijo na nuca. Eu deixei esfriar. E quando quis acender de novo, só tinha cinzas e frio.

Fez uma pausa longa. A chuva batia mais forte, o som enchendo o silêncio entre nós como um choro silencioso. SENHOR MAIS VELHO - Lembro de uma noite — continuou, voz mais baixa, quase quebrada —. Ela me pediu para acompanhá-la para ver as estrelas. Eu estava cansado, disse "amanhã". Esse "amanhã" nunca chegou. Agora olho as estrelas sozinho, e cada uma me lembra do idiota que fui. Cada uma é um "sinto muito" que nunca disse. Fiquei calado. A água escorria pelo meu rosto, misturando-se com algo que não eram apenas gotas de chuva. O frio me calava os ossos, mas era o frio da alma que mais doía. DIEGO - O que eu faço? — perguntei, quase um sussurro abafado. Ele me olhou fixamente, olhos cinza cheios de uma tristeza antiga. SENHOR MAIS VELHO — Vá para casa. Não com flores nem promessas grandes. Vá com a verdade. Diga que você errou. Que a negligenciou. Que a ama e que está disposto a mudar, não com palavras, com atos. E quando ela olhar para você com desconfiança, não fique com raiva. Aceite. O perdão não se exige, se conquista com tempo. Ele fez outra pausa, a fumaça do seu último cigarro já dissipada. SENHOR MAIS VELHO - E se ela te rejeitar… pelo menos você saberá que tentou. Que não desistiu como eu. Ele me deu uma palmada no ombro, mão fria e enrugada, mas firme. SENHOR MAIS VELHO - Vá, filho. Antes que seja tarde demais. Me levantei. O frio da chuva agora parecia diferente, como um empurrão triste mas necessário. Caminhei até o carro, a água escorrendo pela minha jaqueta como lágrimas que ninguém limpa. O frio me calava os ossos, mas agora era um frio que empurrava, que dizia "não espere mais". Caminhei até o carro, pisando em poças que respingavam com um *splash splash* triste, o cheiro de terra molhada e folhas podres persistindo como uma lembrança que não vai embora. O senhor me olhou do seu banco, cigarro apagado entre os dedos, e levantou a mão em um gesto de despedida. "Boa sorte, filho", murmurou, voz rouca perdida na chuva. O cheiro doce cortava o aroma úmido da tempestade. Liguei o motor. Dessa vez eu estava mesmo a caminho. E dessa vez não estava mentindo. Dei ré, o Limpador de para-brisa vazando contra o vidro embaçado. No caminho, encontrei uma vendinha de esquina ainda aberta, luzes amarelas piscando sob a tempestade. Entrei, o sino da porta tilintando fraco, o cheiro de flores frescas se misturando com o de pão velho e doces embrulhados. Com o pouco dinheiro que me restava —apenas umas moedas soltas que tilintavam no meu bolso—, comprei um buquê de rosas vermelhas. Pétalas macias e perfumadas, gotas de chuva brilhando nelas como joias tristes, o caule áspero e verde contra minha palma fria. DIEGO- Para minha esposa, disse ao vendedor, voz baixa. Ele sorriu: VENDEDOR- Nada como flores para consertar um dia ruim. Coloquei-as no banco do passageiro, o cheiro doce e fresco cortando o aroma úmido da tempestade. Dirigi para casa, a chuva batendo no para-brisa como metralha, o som rítmico dos limpadores vazando contra o vidro embaçado, o cheiro de rosas invadindo o carro como uma promessa de renovação. Mas antes de chegar, no meio da tempestade, vi uma garota na calçadaincestochorando debaixo da chuva, encharcada até os ossos. Cabelo castanho grudado no rosto como algas molhadas, roupa pingando água que formava poças aos seus pés, ombros tremendo de frio e soluços. Parei o carro, o motor ronronando baixo, abaixei a janela, o vento úmido batendo no meu rosto, o cheiro de chuva e asfalto molhado se intensificando.

DIEGO - Ei… não fica aí não, você vai ficar doente. Entra no carro, te levo aonde for.

Ela ergueu o olhar, olhos vermelhos e inchados como feridas abertas, hesitou um segundo, a água escorrendo pelo rosto misturada com lágrimas salgadas. O cheiro de chuva e perfume doce invadiu o carro quando ela abriu a porta, pingando água no banco como um riozinho, o estofado absorvendo com um som suave e úmido.

DESCONHECIDA - Obrigada… nem sei o que tô fazendo aqui.

Disse, voz trêmula, entrecortada, o frio fazendo seus dentes baterem, o som clac clac como um código de dor. Perguntei o que havia acontecido, o carro avançando devagar sob a chuva torrencial, o som das gotas martelando o teto como um tambor incessante. Ela se abriu como uma represa rompida, as palavras saindo entre soluços abafados.

DESCONHECIDA - Sou uma idiota… errei feio. Errei com uma pessoa que daria tudo por mim, não sei o que deu em mim, eu tinha tudo com ele, amor, paz, estabilidade e por uma simples noite de sedução, e uns drinks a mais, botei chifre nele, sabendo que ele é a melhor pessoa do mundo. Como pude? Eu o amo, mas o traí. Fui uma otária, brigamos por besteira e agora… agora perdi tudo. Me sinto suja, destruída. Toda vez que penso nele, dói aqui — tocou o peito —, como se arrancassem algo vivo de mim.

DESCONHECIDA - Como você faz pra seguir em frente quando sabe que machucou alguém assim?cuckMe identifiquei, o volante gelado sob minhas palmas suadas. DIEGO - Eu também... com minha esposa. Não foi chifre exatamente, mas eu a negligenciei. As dívidas estão nos matando, mas fui eu quem falhou. Gritei com ela ontem por coisas que não eram culpa dela. Vi ela chorar e não a abracei. Agora não sei como olhar nos olhos dela. Me sinto um fracassado.FamiliaEla me olhou, os olhos brilhando de lágrimas. DESCONHECIDA — Como você faz? Como segue em frente quando sabe que machucou ela assim? Como diz "sinto muito" quando sente que não é suficiente? Respirei fundo, o cheiro de rosas doces cortando a umidade do carro. DIEGO — Ainda não sei. Mas hoje um senhor muito sábio me disse algo que não consigo tirar da cabeça: "O amor esfria aos poucos. Não deixa ele apagar". Ele me falou da mulher dele, de como a deixou ir por orgulho. De como agora olha pras estrelas sozinho, lembrando de noites que nunca voltaram. Me disse pra ir pra casa com a verdade, sem desculpas. Que a abraçasse mesmo que ela me rejeitasse. Que o perdão se conquista com tempo, não com palavras. Ela concordou com a cabeça, a água pingando do cabelo dela no banco com um plic plic suave. DESCONHECIDA — A pessoa que te falei... eu... ele me ajudou ontem à noite. Eu estava mal, ele me recolheu, me consolou. Mas eu... vi uma coisa que não era, fiquei com ciúmes, gritei com ele, saí furiosa. Não aconteceu nada, mas tratei ele como se fosse o pior. Agora me arrependo tanto... toda vez que penso na cara dele quando eu fui embora, morro um pouco mais. Como digo pra ele que sinto falta? Que me equivoquei? Que daria qualquer coisa pra voltar atrás? Contei mais. Falei da Ana, de como a risada dela já não soava em casa, de como a última vez que a abracei de verdade foi há meses. De como o "te amo" tinha virado mensagens frias. DIEGO — E você? — perguntei —. O que faria se pudesse voltar atrás? Ela suspirou, o som trêmulo. — Diria a verdade desde o começo. Diria que me sinto insegura, que tenho medo de perdê-lo. Que o amo tanto que às vezes me assusto. Que não quero machucá-lo nunca mais. Pediria que me perdoasse, mesmo sabendo que não mereço. E se ele não me perdoar... pelo menos saberia que fui honesta. Concordei com a cabeça, o limpador de para-brisas vazando, o som hipnótico. DIEGO — Esse senhor me disse mais uma coisa: "Não espere até que seja tarde". Acho que ele tem razão. Vou pra casa contar tudo pra ela. Abraçá-la mesmo que ela me rejeite. Começar de novo, mesmo que seja do zero. Ela me olhou, olhos brilhando com algo novo. DESCONHECIDA — E se ela não te perdoar? DIEGO — Então vou viver sabendo que tentei. Que não desisti. Ele fez uma longa pausa. DESCONHECIDA — Obrigada… por me ouvir. Faz muito tempo que ninguém me escuta assim. Você me faz sentir… menos sozinha. Aliás, meu nome é VALERIA. Eu sorri fracamente. DIEGO — Você também. Me faz sentir que não sou o único idiota que estragou algo bom. Muito prazer, Diego. Ela olhou para o buquê de flores no banco. VALERIA — São para ela? DIEGO — Sim, para ela. Para a Ana. Não sei se vai ser suficiente, mas é um começo. Ela tocou uma pétala com o dedo trêmulo. VALERIA — São lindas. Ela vai ver que você se importa. Que está tentando. E se ela não ver… pelo menos você vai saber que fez sua parte. A conversa continuou, o carro avançando devagar sob a tempestade. Falamos sobre erros pequenos que viram grandes, sobre como o orgulho nos cega, sobre como o "sinto muito" custa tanto quando mais precisamos. No final, eu convidei: DIEGO — Vem pra minha casa. Troca de roupa, toma algo quente. Meu irmão e minha esposa estão lá, você não vai ficar sozinha. Depois te levo na sua casa. Ela aceitou, e eu dirigi os últimos minutos em silêncio, o buquê de flores agora dividindo o banco com uma desconhecida que sentia o mesmo que eu, o cheiro de chuva, perfume e esperança tomando o carro. Andamos mais algumas quadras quando a expressão corporal dela começou a ficar inquieta, como se estivesse sentindo algo estranho. Chegamos, eu desci do carro e, quando peguei minhas chaves e as coloquei na fechadura, girando a maçaneta, ela disse: VALERIA — Eu conheço este lugar.cuckoldAna fechou a porta do quarto com um baque seco e profundo que ecoou pela casa vazia, o som amplificado pelo silêncio da tarde como um trovão distante que anunciava tempestade iminente. O coração batia descontrolado, um tum-tum-tum frenético e doloroso no peito, o peito subindo e descendo agitado, os pulmões enchendo-se de ar quente e espesso, o suor grudento cobrindo sua pele como uma camada quente e escorregadia, gotas grossas escorrendo devagar pelo seu pescoço, entre o vale profundo de seus peitos grandes e firmes, deixando rastros salgados que evaporavam no ar, intensificando o cheiro de sexo —salgado, doce, almiscarado, animal— que impregnava o quarto como um perfume proibido e pegajoso que grudava nas paredes, nos lençóis amarrotados, na pele, invadindo seus pulmões a cada inalação profunda e trêmula, um aroma denso que a fazia salivar e apertar as coxas involuntariamente. Marco estava ali, pelado, seu pau ainda meio duro pingando os últimos restos de porra da chupada anterior, pérolas brancas e viscosas caindo com um plic-ploc suave e obsceno no chão de madeira, o corpo musculoso brilhando com suor que escorria por seus peitorais definidos, sulcos de gotas traçando caminhos brilhantes pelos abdomens marcados, o peito largo subindo e descendo com respirações pesadas e roucas, marcado por arranhões leves de suas unhas, vermelhos como feridas frescas que latejavam a cada batida. Ele a encarou com olhos escuros, famintos, quase ferozes, o fôlego ofegante saindo em baforadas quentes e úmidas que roçavam seu rosto, o cheiro do suor masculino dele, forte e terroso, misturado com o sabonete residual do banho e o sêmen seco na cabeça do pau, envolvendo-a como uma nuvem quente e pesada que fazia sua boca salivar e a buceta pulsar. MARCO- Vem aqui, putinha… não me faz esperar. Murmurou, voz rouca e dominante, estendendo a mão, os dedos grossos tremendo levemente pela adrenalina. Ana hesitou um segundo, a culpa espetando seu estômago como uma adaga gelada. ANA PENSANDO — Diego está chegando… o que estou fazendo? Sou uma traidora, uma puta suja, meu marido me ama e eu aqui… Mas o desejo a arrastou como uma corrente imparável, seus sucos já escorrendo por suas coxas internas, quentes e pegajosos, o toque viscoso lembrando o quanto ela estava molhada. Ela se aproximou, seu corpo exposto, peitos grandes e firmes balançando a cada passo, os mamilos duros roçando o tecido fino como um choque elétrico que enviava ondas de prazer direto para seu clitóris inchado. Marco a agarrou pela cintura, dedos fortes afundando em sua carne macia, queimando-a, o toque áspero de suas calosidades contra sua pele sensível. MARCO — Você quer que eu te coma, não é? Diga. Ele rosnou, lábios roçando sua orelha, respiração quente e úmida arrepiando a pele de seu pescoço. Ana engoliu saliva, voz trêmula mas carregada de desejo: ANA — Eu… não sei. MARCO — DIGA. ANA PENSANDO — Foda-se. ANA — Sim… quero que você me coma… você me deixou tão molhada… ahh… não consigo parar de pensar no seu pau… Marco sorriu de forma suja, beijando-a com força, lábios quentes e possessivos, língua invadindo sua boca como uma conquista, sabor de seu pré-gozo salgado misturado com minha saliva, doce e amargo, o som de chupadas úmidas — mmph, slurp, gluck — enchendo o quarto. Suas mãos desceram até sua bunda, apertando as nádegas redondas e carnudas, dedos afundando fundo na carne, separando-as levemente, o ar fresco roçando meu ânus exposto, enviando um calafrio que me fez gemer. ANA — Mmm… sim… me abre…. MARCO — Vou arrebentar essa buceta, você vai gritar meu nome mesmo com Diego lá embaixo. Ele rosnou, mordendo seu lábio inferior, o sabor metálico de sangue se misturando à saliva. Ele a jogou na cama, o colchão rangendo sob nosso peso, os lençóis brancos se amarrotando com um sussurro suave, o toque fresco contra minhas costas quentes contrastando deliciosamente.namorada vadiaEle a jogou na cama, o colchão rangendo sob o peso dele como um lamento, os lençóis brancos se enrugando com um sussurro suave e amassado, o toque fresco contra suas costas quentes contrastando deliciosamente, enviando arrepios pela sua espinha. Ele abriu minhas pernas de um puxão brusco, joelhos tremendo com um leve tremor, a buceta exposta ao ar fresco, lábios inchados e brilhantes de mel que escorriam lentos pelas minhas coxas, o cheiro da minha excitação doce e salgado se intensificando no quarto fechado, um aroma denso e intoxicante que o fazia salivar e apertar as coxas. Ele se posicionou entre elas, o pau duro pulsando contra minha entrada com uma batida viva e quente, a cabeça bulbosa roçando meu clitóris inchado, enviando ondas de prazer que me fizeram arquear as costas com um gemido abafado.

ANA — Ahh… Marco… sim… mete logo… por favor…

MARCO — Por favor? Diz que você é minha putinha… fala, — exigiu, esfregando a cabeça contra meus lábios, mel se espalhando na sua glande.

ANA GRITANDO — Eu sou sua putinha… ahh… sou sua gostosa… mete… porra… preciso do seu pau dentro… — gemeu, voz quebrada de desejo.

Ele empurrou devagar, o tronco grosso me esticando centímetro a centímetro, veias pulsando contra minhas paredes internas como uma batida viva, a dor prazerosa de ser preenchida por completo, o toque quente e rígido me invadindo, mel respingando com um som molhado —squelch— ao entrar.

ANA — Ahh… que delícia… você está me abrindo… mais…esposa infiel
talkies corno
cuck submissoEle a comeu primeiro de missionário, devagar mas fundo, cada investida batendo no fundo dela com um baque surdo e vibrante que ela sentia o impacto no útero, o som úmido de pele contra pele —slap slap slap— ecoando no quarto como um ritmo obsceno e grudento, o colchão rangendo a cada movimento, os lençóis se amarrotando mais, encharcando de suor e fluidos. O suor escorria pelas costas dele, gotas grossas caindo no colchão com plic plic, o cheiro de suor salgado se misturando com fluidos doces e o almíscar masculino do Marco, o ar ficando mais denso, mais quente, mais carregado. Os peitos dela quicavam a cada investida, mamilos duros roçando o peito dele, o toque áspero dos pelos peitorais enviando faíscas de prazer que se somavam ao fogo entre as pernas dela. MARCO- Mmm… que buceta apertada e molhada… ahh… você é minha… engole todinha meu pau grosso, puta… Ana gemeu baixinho, mordendo o lábio até sangrar levemente, o gosto metálico na boca: ANA- Isso… me fode assim, seu safado… ahh… você tá me partindo ao meio… mais fundo… porra… ahh… eu vou gozar já… O orgasmo a atingiu como uma onda violenta, ondas explosivas irradiando do clitóris, paredes internas se contraindo em volta do pau dele com uma pulsação apertada e quente, fluidos respingando no pau e abdômen dele com splash splash splash, o cheiro da liberação dela se intensificando, doce e salgado, grudento no ar, o toque quente e viscoso encharcando tudo, o som úmido ecoando enquanto o corpo dela tremia, os dedos dos pés se curvando, as costas arqueando até as omoplatas se desgrudarem do colchão, um gemido rouco e prolongado escapando da garganta, abafado no travesseiro que mordia para não gritar alto demais. MARCO- Agora cavalga, puta… monta em mim,Refúgio Proibido C4
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incestoMarco a virou com força, colocando-a por cima na posição de cowgirl, o colchão rangendo novamente, os lençóis encharcados grudando na pele dela. Ela montou, peitos grandes balançando selvagemente a cada movimento descendente, o som da carne se movendo —boing boing suave—, mãos no peito dele pressionando, sentindo o coração batendo rápido sob suas palmas suadas e escorregadias. O clitóris esfregava no púbis peludo e áspero dele a cada descida, ondas de prazer subindo pela espinha como fogo líquido, fluidos salpicando suas bolas com squirt squirt squirt, o toque viscoso encharcando tudo, o cheiro de suor salgado misturando-se com fluidos doces e o almíscar masculino. O orgasmo chegou de novo, paredes se contraindo em volta do tronco dele, fluidos transbordando, o corpo tremendo, os peitos balançando violentamente, suor pingando dos mamilos dela no peito dele com plic plic plic. MARCO- Cavalga no meu pau, puta… ahh… isso… rebola mais rápido… mmm… que peitos grandes e suculentos… Marco gemeu, mãos nos meus quadris me guiando, dedos afundando na minha carne, o suor escorrendo pelos nossos corpos, grudento e quente, gotas caindo dos meus peitos no peito dele com plic plic. Acelerei, o clitóris esfregando no púbis peludo dele, ondas de prazer subindo pela minha espinha: ANA- Ahh… tô gozando de novo… porra… isso… teu pau me enche tanto… ahh… puta do caralho… Gozei forte, o orgasmo chegou de novo, paredes se contraindo em volta do tronco dele, fluidos transbordando, o corpo tremendo, os peitos balançando violentamente, suor pingando dos meus mamilos no peito dele com plic plic plic. Me virei, bunda redonda e firme para ele, nádegas tremendo a cada investida descendente, o pau entrando fundo, batendo no meu ponto G com um thump thump que me fazia ver estrelas. ANA- Olha essa bunda perfeita… ahh… é tua… fode ela… mmm… que delícia que é… Eu geme, mãos nas coxas dele para me apoiar, unhas cravadas deixando marcas vermelhas. Marco agarrou minhas nádegas, abrindo-as bem, vendo como o pau dele desaparecia dentro com um som molhado squelch squelch:cuckMARCO- Isso... putinha... cavalga mais forte... ahh... sua buceta me aperta tanto... mmm... você vai me fazer gozar... Gozei de novo, gritando abafado:
ANA- Ahh... isso... porra... ahh...
O som slap slap slap ecoando, pele molhada batendo com força.
MARCO- Toma... toda minha pica... putinha... ahh... que cuzinho gostoso...,
Rosnou, mão no meu cabelo puxando forte, a puxada dolorida e excitante, minha cabeça para trás.
ANA- Isso... mais forte... arromba minha buceta... ahh... filho da puta... tô gozando de novo... ahh..., gritei, mordendo o travesseiro, o gosto de tecido na minha boca. Gozei explosiva, melado respingando nas bolas dele com splash splash, o cheiro da minha liberação enchendo o quarto.Familia
cuckoldDeitamos de lado, ele por trás, pau entrando devagar por trás, mão no meu peito apertando o mamilo, o toque áspero mandando faíscas.
MARCO - Assim… devagar… sente como eu te encho… mmm… minha putinha…
Ele gemeu, enfiadas profundas e circulares.
ANA - Ahh… isso… nessa posição você me toca tudo… ahh… não para… porra…
Respondi, ondas pulsantes, mel me encharcando nos lençóis com um som molhado.
MARCO - Toma… putinha… ahh… que buceta quente… mmm…
ANA - Isso… me arrebenta… ahh… ahh…
Ele me sentou no colo dele, cara a cara, pernas em volta da cintura, pau entrando fundo enquanto nos mexíamos devagar, peitos colados no peito dele, suor se misturando.
MARCO - Olha pra mim… putinha… sente como eu te encho todinha… ahh…
Mãos na minha bunda me levantando e descendo.
ANA - Ahh… isso… você me tem toda… ahh… porra… isso…
Gemi, beijando ele desesperada, língua na língua, gosto de suor salgado e desejo.
MARCO - Assim… apertado… mmm… que gostoso… ahh…, ele rosnou.
ANA - Isso… você tá me matando… ahh… mais… mais… ahh…namorada vadiaMARCO- Vou te encher... puta... ahh... toma meu leite dentro... isso... ahh...
ANA- Isso... dentro... enche minha buceta... ahh... tô gozando... porra... isso... ahh...esposa infielEle gozou dentro, jatos quentes e grossos me enchendo, pulsando fundo, o sêmen transbordando pelos meus lábios, escorrendo pelo meu cu e coxas, o toque quente e grudento me invadindo, o cheiro de porra forte e salgado misturado com meus fluidos. Desabaram exaustos, corpos entrelaçados, suor grudando eles como cola quente, respirações pesadas como gemidos animais, o cheiro de sêmen, fluidos e suor denso no ar. Marco beijou meu pescoço, língua lambendo suor salgado: MARCO- Não consigo parar… preciso de você, ahh…. Eu tremia, prazer ainda latejando na minha buceta, sêmen escorrendo pelas minhas coxas, mas a culpa surgindo: Diego… o que eu fiz? Sou uma traidora… mas é tão gostoso… ahh… não quero parar.O som da porta da frente abrindo nos congelou. Vozes: Diego e… uma mulher? Pânico. MARCO- Merda… vai você, finge que não estou. Eu saio pela janela. Ajeitei meu roupão, o sêmen escorrendo pelas minhas coxas, o cheiro persistente. Desci, o coração a mil. Na sala: Diego com flores, e... Valeria?, encharcada, confusa ao me ver.talkies cornoANA - Você... o que você está fazendo aqui? E que diabos você está fazendo com meu marido?

Valéria corou, envergonhada.

VALÉRIA - Eu... saí furiosa ontem à noite. O Marco tinha razão... não aconteceu nada, foi um mal-entendido.

Eu, ofendida, de roupão e calcinha fio-dental à mostra:

ANA - Por que merda você voltou?

Hostil, ciumenta.

VALÉRIA - Ele me encontrou na chuva... só conversamos. Me sinto arrependida por tudo.

DIEGO CONFUSO - Ana, você conhece ela? Calma... é só uma garota que precisava de ajuda.

A tensão no ar, eu sentindo o sêmen do Marco dentro de mim, a culpa e o ciúme me queimando.

Continua...

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