Aqui vai a parte 4. Não esqueçam de dar 10 pontos.
Minha namorada e os colegas de trabalho (4)
Durante o resto da semana, os olhares e risadinhas tanto do Carlos, Javi e César quanto do Ernesto eram constantes quando eu passava. Mesmo tentando me convencer de que era só coisa da minha cabeça, no final tive que aceitar que todo mundo sabia que eu tava sendo corno. Não sei como o Ernesto ficou sabendo, mas ele fez uns comentários, com aquele machismo dele de sempre, que deixavam claro que tinham contado pra ele.
Também vi a Isa rindo com os três caras no trabalho, calar a boca quando eu me aproximei e ver as respostas sem graça deles quando perguntei do que estavam falando.
Chegou o sábado e, depois do almoço, a gente tava sentado no sofá. Eu tinha tentado transar de manhã, mas a Isa me recusou entre brincadeiras e carinhos, adiando o sexo pra outra hora.
— O que a gente faz hoje à noite? — perguntei.
Isa se virou e me olhou em silêncio por uns segundos.
— Amor, marquei com o César no pub pra dançar.
— Tá bom, a gente pode jantar antes e fazer como das outras vezes.
— Não, amor, não vai ser como as outras noites — disse ela, chegando o corpo perto do meu e passando a mão na minha coxa. — Porque depois de dançar, eu vou dar pra ele na casa dele.
— Claro, desculpa — falei.
— Você disse que queria que repetisse, não foi?
— Sim, claro. Você tem razão, só que eu pensei em sair pra jantar e, bem...
— Por mim, adoraria. A verdade é que me dá muito tesão saber que você vai olhar enquanto eu danço com ele, as mãos dele me tocando e o corpo dele colado no meu — enquanto falava, a mão dela tinha subido até meu pau. — Eu adoraria que você fosse, mas sabendo que depois da dança vai ser o pau dele que vai acabar na minha buceta.
Só consegui gemer de resposta, com o tesão do que ela tava falando e as carícias da mão dela.
— Também quero que você entenda que não vou me segurar. Vou beijar ele e deixar ele me tocar muito mais, mesmo que você esteja presente.
— Eu... Eu entendo — falei, já completamente louco de tesão.
— Então você pode reservar pra jantar. Eu vou depilar — disse ela. beijando e se levantando do sofá
—Vai me deixar assim? — perguntei, apontando pra minha ereção
—Desculpa, amor. Minha buceta tá reservada hoje, vai ter que se aliviar sozinho ou esperar eu voltar e te contar o pedaço de pica que vão me meter — disse ela rindo e me mandando um beijo.
Frustrado e com o pau duro, procurei um restaurante pra reservar o jantar antes de entregar minha namorada pra outro cara.
Isa passou quase a tarde toda se arrumando e trocando mensagens no celular com o César, embora não dissesse sobre o que falavam, pelos sorrisos que dava dava pra ter uma ideia.
Saímos de casa perto das oito, Isa tinha vestido um vestido azul colado no corpo que marcava absolutamente tudo, do umbigo aos bicos dos peitões enormes dela. Me mostrou que não tava de calcinha levando minha mão até a buceta antes de sairmos.
— Hoje eu não vou ser sua — disse ela me beijando.
Tomamos umas bebidas, jantamos e meia-noite já estávamos no pub.
— Como você tá? — perguntou ela ao me ver olhando pra porta esperando o César entrar — Se for pesado demais pra você, pode ir embora.
— Não, tá de boa. Quero ficar aqui — falei, mas por dentro era uma bagunça danada.
Não tinha certeza do porquê de estar ali. Me dava muito tesão ver a Isa com o César, mas agora que já tinham transado e todo mundo sabia que ia rolar de novo naquela noite, não sabia como olhar pro meu colega de trabalho e duvidava que fosse conseguir falar com ele.
Quando ele entrou pela porta, fiquei vermelho, senti as pernas tremerem enquanto ele se aproximava. Queria fugir, queria levar a Isa embora, queria bater nele pra defender minha masculinidade, queria que ele levasse ela, que se beijassem na minha cara, que me mostrassem o quanto eu era corno.
Isa me beijou e segurou minha mão pra me acalmar.
— Boa noite, colegas — cumprimentou o César ao chegar perto da gente, por sorte veio sozinho.
— Boa noite — respondeu Isa dando dois beijos no César.
— Boa noite — falei tentando parecer calmo enquanto apertava a mão dele — Quer um drink? — ofereci pra quebrar meu desconforto. —Claro, obrigado.
Virei pro balcão pra pegar a taça e vi de canto de olho ele já segurando a Isa pela cintura e dando um beijo suave nos lábios dela.
“Vai ser foda”, pensei enquanto meu pau endurecia.
Quando me virei com a taça, eles já estavam se comendo de boca aberta, sem se importar comigo ali, segurando a taça do César e esperando ele terminar de beijar minha mina.
— Valeu — ele disse, pegando a taça.
— De nada — respondi, envergonhado, mas com uma ereção do caralho.
A Isa chegou perto e me beijou com a mesma vontade que tinha beijado ele.
— Obrigada — ela sussurrou no meu ouvido — Adoro que você tá aqui. Vou te agradecer amanhã em casa, hoje à noite sou de outro homem.
Assenti que nem um idiota enquanto minha mina voltava pros braços do meu bull, que me sorria vitorioso. Eles foram pro meio da pista e eu fiquei sozinho no balcão, vendo eles dançarem, se beijarem e se tocarem a menos de dez metros de mim.
— Fala, chefe — o Javi me cumprimentou, botando a mão no meu ombro.
Não tinha visto ele entrar, nem ele nem o Carlos, que tava do lado.
— Oi... oi — respondi, todo nervoso.
— Tô vendo que sua mina tá se divertindo — ele disse, olhando pro lado onde o César e a Isa se comiam de boca.
— É... parece que sim — falei, vermelho de vergonha.
— Sabe? Tem que ser muito homem pra perceber que você não dá conta de satisfazer sua mina.
— Acho que sim.
— Claro que sim, um bom namorado que sabe que a mina dele é insaciável e que ele não é suficiente pra apagar o fogo dela, e deixa outros fazerem isso.
— É, é uma parada nossa, um jogo. Mas a gente transa bem.
— Pode até transar bem, mas é óbvio que pra ela não basta — ele disse, dando dois tapinhas nas minhas costas — Vou lá ver sua mina. Aproveita, chefe.
Os dois foram pra pista, cumprimentaram a Isa com dois beijos e rodearam ela junto com o César. Faziam ela dançar com todos, passando de um pro outro, tocando ela cada vez mais sem vergonha, principalmente o César, claro, mas o Javi e o Carlos também aumentavam os contatos.
A Isa tava nas mãos do Carlos, com o... A bunda colada no corpo do meu parceiro, ele a fez girar e a beijou, enfiando a língua na boca da minha namorada, que aceitou o beijo com gosto. Depois foi direto pro Javi e ela mesma iniciou um beijo igualmente apaixonado. Ela se virou pra mim, me deu um olhar safado e se entregou pro César em seguida.
Ela tinha beijado os três seguidos, no meio da balada, onde muita gente que estava ali tinha visto como ela entrou e ficou no bar comigo. Dava pra ver vários olhares direcionados pra eles e depois pra mim, via risadas, olhares de nojo e desprezo, e outros de desejo pela Isa, que era, sem dúvida, o centro das atenções de todo mundo.
Nem ela nem meus três parceiros pareciam se importar com nada, continuavam com suas danças, suas apalpadas e seus beijos na vista de todos. Já tocavam sem vergonha a bunda e os peitos da Isa, por cima e por baixo do vestido. Ela fazia o mesmo, passando a mão nos volumes dos três caras.
Eles conversaram algo entre si, Isa me olhou e se aproximou de mim. Dava pra ver como os olhares da maioria das pessoas a seguiam no caminho até mim, muitos, principalmente os das mulheres, pareciam chamá-la de "gostosa" com os olhos.
Ela me beijou assim que chegou ao meu lado. Agora os olhares diziam "gostosa" e também "corninho".
— Amor, vou com eles pra casa deles.
— Tá bom. Te espero na nossa.
— Eu queria que você viesse com a gente.
— Ir com vocês? Quer dar pra todos os quatro ao mesmo tempo? — perguntei surpreso, mas muito excitado com a ideia.
— Não, meu bem, vou dar só pros três. Eu queria que você viesse, mas só pra olhar, me deixa com muito tesão imaginar você sentado vendo eles me comerem — disse me beijando de novo e levando a mão pro meu pau — Só se você quiser, claro.
Se eu queria? Era demais, sim. Mas na real eles já sabiam de tudo e iam comer ela de qualquer jeito. Pelo menos eu ia curtir olhar, por mais difícil que fosse.
— Tá bom. Vou.
— Obrigada. Muito obrigada — me beijou e fez um sinal pros caras irem pra saída.
Saímos de mãos dadas, de novo. atraindo todos os olhares, comentários e gestos da balada.
A gente se encontrou do lado de fora com os três caras que iam comer minha namorada. Assim que juntamos, Isa beijou cada um deles sem soltar minha mão.
— Toma, chefe, já que você empresta sua mina pra gente, eu deixo você dirigir meu carro — disse César, jogando as chaves do carro dele, que estava estacionado ali mesmo.
A verdade é que eu só tinha bebido meia taça, então tava em perfeitas condições pra dirigir. Sentei no banco do motorista, eles tiveram uma pequena discussão sobre quem ia de carona e quem ia atrás com a Isa. No fim, foi o Javi quem acabou do meu lado, me dando as instruções pra ir até a casa dele.
Mal tinha ligado o carro e a festa já tinha começado atrás. Isa tava no meio, se beijando com um e com outro, com uma mão no volume de cada um e as pernas abertas, dando acesso à buceta dela, que não tava faltando atenção.
Antes de chegar no primeiro semáforo, o vestido da Isa já tava amassado na cintura dela, deixando a buceta e os peitos dela de fora, sempre sendo cuidados por uma boca ou uma mão. Ela, por sua vez, já tinha puxado as duas picas pra fora e tava masturbando elas de leve. Exatamente como eu tinha descrito, a pica do César era enorme, grossa, comprida e cheia de veias. Mas a do Carlos não ficava muito atrás, praticamente dobrando o tamanho da minha em todos os sentidos. Ainda bem que o Javi tava me dando as direções, porque meu olho não saía do banco de trás, que eu via pelo retrovisor.
— Por que você não se abaixa e começa a chupar, gostosa? — disse César.
Isa soltou um gemidinho, tirou o cinto de segurança e se ajoelhou no chão. O carro era espaçoso o suficiente pra ela caber entre os bancos, deixando a bunda e a buceta quase coladas no freio de mão. Javi aproveitou isso, passando a mão entre as pernas da minha mina, que já alternava qual pica chupava e qual punhetava.
— Ainda bem que você nos encontrou, chefe. Não sei como você ia dar conta sozinho dessa branquinha tão insaciável e louca por pica preta-
-Já, acho- falei tímido.
-Nada, ele sozinho não dava conta de mim- disse Isa tirando a pica do César da boca e passando pra do Carlos- Eu preciso de paus grandes e pretos-
-Dá pra ver que é putinha, os paus brancos ficam pequenos pra você, né?-
-Sim, eu preciso de paus pretos que me encham-
-Tá vendo, chefe? Sua namorada é viciada em pica preta-
-Sim, tô vendo- respondi meio humilhado, mas cada vez mais excitado.
-Você pode dar amor e carinho, mas ela precisa de pica boa-
-Isso, pica preta boa- respondeu Isa.
A gente parou em outro sinal. Isa se levantou, me pegou pela camisa e me deu um beijão incrível, onde pude sentir o gosto de pica saindo da boca dela.
-Eu te amo, amor. Mas preciso dos paus deles- ela falou
-Eu entendo- falei
Os três estavam se acabando de rir enquanto César guiava a cabeça da minha namorada de volta pra boca dele.
-Que lindo. Dá pra ver o amor- disse rindo.
Chegamos na rua deles, Javi me falou qual era a garagem e estacionei o carro. Isa não parou de mamar até o César mandar, já com o carro estacionado.
Caminhamos pela garagem, Isa ainda com o vestido amassado na cintura, com o corpo todo de fora no meio do César e do Carlos.
-Ei, caras, agora é minha vez- disse Javi enquanto esperávamos o elevador descer e Isa já tinha se ajoelhado pra mamar de novo.
César e Carlos concordaram e minha namorada se virou pra engolir a pica do Javi até o elevador chegar na garagem.
Subir foi muito humilhante. Isa se ajoelhou no meio do elevador, rodeada por nós quatro, mas minha pica era a única que ainda tava dentro da calça e não tava recebendo atenção das mãos e da boca da minha namorada.
-Ela chupa bem, hein?- disse Javi enquanto Isa tinha a pica dele na boca.
-Sim, muito bem- falei.
-Olha como a minha entra quase toda. A sua vai fazer ela sumir- disse rindo.
Engoli seco vendo como Isa conseguia enfiar uma pica daquelas quase inteira na garganta, chupar a minha devia ser igual a um pirulito. Chegamos no andar, a Isa continuou mamando com a porta do elevador aberta, parecia não perceber que a gente tinha chegado, parecia não enxergar nada além das três picas que a rodeavam.
— Vai, putinha, fica tranquila que você vai se cansar de chupar rola essa noite — disse o César, levantando ela do chão.
Entramos no apartamento dele, fomos direto pra um quarto que tinha uma cama de casal, eles entraram carregando minha namorada no colo. A mão do César me parou antes de eu entrar.
— A cozinha é ali, pega uma cadeira pra você e senta aqui — ele falou, apontando pro vão debaixo da porta.
Fiz o que ele mandou, fui pegar uma cadeira e coloquei debaixo da porta pra me sentar. Eles já tinham tirado a camiseta e estavam, mais uma vez, com minha namorada chupando as picas deles.
Quando eu sentei, a Isa me olhou, se levantou pedindo permissão com os olhos pros amantes dela e veio até mim. Me beijou, enfiou a língua na minha boca junto com o gosto e os líquidos que ela tinha tirado das três picas dos meus parceiros e brincou com a minha por uns longos segundos.
— Preparado? — ela me perguntou.
Eu assenti.
— Te amo — ela disse, me beijando de novo antes de voltar pra cama e se ajoelhar nela.
— Fodei vocês. Quero que meu namorado veja como três machos de verdade me comem.
Eles riram do comentário, tiraram o resto da roupa e se jogaram nela. Colocaram ela de quatro, o César foi o primeiro a ficar atrás dela pra meter a pica na buceta da minha namorada.
— Fica esperto, corno. Olha a cara da sua namorada quando recebe uma pica de verdade.
— Ai, porra — gemeu a Isa, me olhando nos olhos enquanto recebia a pica do César — Adoro, amor. Me preenche tanto. Que pica grande ele tem — disse, segurando o olhar em mim.
— Para de olhar pro corno e cuida disso aqui — falou o Carlos, batendo com a pica na cara da minha namorada.
A Isa obedeceu na hora e enfiou na boca a pica que batia no rosto dela.
— Aqui tem outra, não deixa essa de lado — disse o Javi, agora sendo ele quem batia com a pica na bochecha da Isa.
Minha namorada agarrou a pica que ele Ficou na mão, apoiada como dava na outra enquanto César já metia forte nela.
— O que foi, raposinha? Não aguenta três paus? — perguntou Javi, vendo que a Isa tava tendo dificuldade pra se segurar e bater uma pra ele ao mesmo tempo.
— Prefere que o teu namorado te coma?
— Não, quero os paus de vocês, quero que me fodam gostoso. Desculpa — ela se desculpou e se esforçou mais pra cuidar do pau dele.
Eles facilitaram as coisas: Carlos segurou a minha namorada pelos peitos enquanto marcava o ritmo do boquete, praticamente fodendo a boca dela. E o César segurava ela pela cintura, metendo cada vez mais forte na buceta da Isa.
— Muito melhor agora. Só tava faltando motivação.
— Obrigada — disse a Isa no segundo de alívio que o Carlos deu pra garganta dela.
Ficaram uns minutos assim antes de trocar de posição e de buraco da minha mina. Carlos passou pra buceta, Javi pra boca e o César ficou só na mão.
— O que cê acha, corno? A tua mina tá dando conta? — o César me perguntou.
— Sim, muito bem — eu respondi.
Não tinha perdido nenhum detalhe da cena. Meu pau tava escorrendo e parecia que ia explodir dentro da calça que eu ainda tava usando.
— Vamos ver se ela aguenta a noite toda sem a gente arrebentar ela — disse, dando um tapa forte na bunda da Isa.
— Vou aguentar a noite toda e mais. Não parem de me dar pau, quero que o corno veja como vocês me comem.
— Mas que puta que você é.
Eles mantiveram aquela posição por mais uns longos minutos. A Isa gemia igual uma louca, nunca tinha visto ela daquele jeito.
— Só um segundo — pediu a Isa, bem antes de deitarem ela de barriga pra cima na cama.
— O que foi, raposinha? Já não aguenta mais? — o Javi falou.
— Aguento, espera — ela levantou e veio até mim.
Me deu outro beijão e soltou minha calça, puxando até o tornozelo junto com a cueca, deixando meu pau no ar, durasso e melado.
— Eu te amo, amor. Aproveita — falou, me dando outro beijo antes de voltar pra cama com eles.
— Porra, não é à toa que ela não se contenta com isso — o Carlos disse, apontando pro meu pau e rindo.
A Isa se deitou de barriga pra cima, do jeito que eles queriam, e levantou as pernas.
— Tão esperando o quê? — Alguém me enfia essa pica, por favor — pediu ela.
— Você é uma putinha gostosa — disse César, enfiando a pica de uma vez na buceta da minha namorada.
Agora era mais fácil chupar e masturbar as outras duas, com as mãos livres de se apoiar.
— Sim, sou muito putinha e quero mais pica —
Os caras riram, e Javi e Carlos bateram com as rolas no rosto dela.
— Então vai mamar —
Discretamente, levei minha mão até minha pica pra me masturbar, não demorei nada pra gozar. Tentei não fazer barulho pra não chamar atenção, mas César viu minha pica jorrando.
— O corno já gozou em menos de um minuto. Essa mulher é grande demais pra você — disse ele, rindo de novo.
A verdade é que, pelo que eu tava vivendo, era real que ela era grande demais pra mim. Isa tava aguentando três picas que dobravam o tamanho da minha e ainda pedia mais. Tavam fodendo há mais de meia hora, muito mais que qualquer transa que ela tivesse comigo.
Não doeu, deveria ter doído, mas não doeu. Eu tava curtindo, minha namorada também, e era só isso que importava. Levei a mão de novo na minha pica e comecei uma segunda punheta.
A próxima a gozar foi Isa, ela gozou empalada na pica do César.
— Ah, porra, não para. Tô gozando! — gritou ela
— Claro que não vou parar, putinha — disse César, que continuou fodendo minha namorada sem dar descanso
Isa pareceu ficar inconsciente por uns segundos com a pica do César arrebentando a buceta dela e a do Carlos enfiada na boca. Mas logo voltou a si, pedindo mais
— Continua. Quero mais — pediu ela.
Trocaram, César largou a buceta da Isa pro Javi e ocupou o lugar dele na cara da minha namorada.
— Porra, não aguento mais — anunciou Javi depois de foder um bom tempo a Isa
— Então sai daí que vou eu — disse Carlos
— Tá bom. Traz a boca, putinha —
Minha namorada chupou com gosto a pica do Javi, sabendo o que vinha.
— Tô gozando, putinha. Bota a cara, porra! —
Isa se colocou debaixo da pica dele com a boca aberta e a língua pra fora, e recebeu uma gozada generosa que encheu a cara dela.
— Porra, eu também tô gozando — disse Carlos, saindo devagar depois da buceta da minha Isa e de juntar a gozada dela na cara com a do amigo dela.
-Já só faltava eu, foxy- disse César
-Mete em mim, me destrói- pediu Isa com a cara cheia de porra.
César levantou ela puxando pelo cabelo e trouxe ela até mim. Empurrou ela colocando o corpo dela sobre minhas pernas e meteu nela por trás.
Isa me olhava apoiada nas minhas pernas, com a cara escorrendo porra e recebendo a foda incrível do César. Gozei pela segunda vez na hora. Minha namorada sorriu pra mim ao ver como eu derramava minha gozada que caía pelo meu pau e me agarrou pelo pescoço pra aproximar minha cabeça da dela.
-Eu te amo- ela disse me beijando com paixão.
-Eu também te amo- respondi
Dava pra sentir como a gozada do Javi e do Carlos grudava na minha cara. Isa se aproximou de novo e lambeu até deixar minha cara limpa pra me beijar outra vez.
-Que bonitinho e que nojo que vocês dão- disse Javi rindo.
-Vou gozar, amor. Vou gozar em cima de você mas sentindo o pau de outro-
-Pode gozar, meu amor- falei
Isa me agarrou forte nas coxas e me arranhou enquanto explodia em outro orgasmo.
-Ai, meu Deus!- gritou
Tive que segurar ela enquanto César continuava na buceta dela, mas dessa vez diminuiu o ritmo.
-De joelhos, foxy. Falta uma gozada pra tirar-
Isa obedeceu na hora e se ajoelhou na frente do César.
-Já vai sair. Abre a boca! Aaaah!-
César jogou quase toda a gozada na boca da Isa, mas saiu tanta porra que um pouco escorreu pelo queixo e pelos peitos da minha namorada.
-Dá um beijinho no teu namorado, não?- ele disse quando Isa ainda tinha a porra toda na boca.
Isa me olhou pra ver se eu topava, eu concordei e ela me beijou passando toda a gozada pra minha boca, que eu engoli sem parar de beijar ela.
-Como se nota o amor- disse César morrendo de rir
-Muito obrigada- disse Isa
Os três caras sentaram na cama. Isa e eu vestimos a roupa e saímos do apartamento sem lavar.
-Você gostou?- perguntei
-Foi a melhor noite da minha vida. Muito obrigada- me respondeu com um beijo.
Chamamos um táxi e fomos pra casa.
Minha namorada e os colegas de trabalho (4)
Durante o resto da semana, os olhares e risadinhas tanto do Carlos, Javi e César quanto do Ernesto eram constantes quando eu passava. Mesmo tentando me convencer de que era só coisa da minha cabeça, no final tive que aceitar que todo mundo sabia que eu tava sendo corno. Não sei como o Ernesto ficou sabendo, mas ele fez uns comentários, com aquele machismo dele de sempre, que deixavam claro que tinham contado pra ele.
Também vi a Isa rindo com os três caras no trabalho, calar a boca quando eu me aproximei e ver as respostas sem graça deles quando perguntei do que estavam falando.
Chegou o sábado e, depois do almoço, a gente tava sentado no sofá. Eu tinha tentado transar de manhã, mas a Isa me recusou entre brincadeiras e carinhos, adiando o sexo pra outra hora.
— O que a gente faz hoje à noite? — perguntei.
Isa se virou e me olhou em silêncio por uns segundos.
— Amor, marquei com o César no pub pra dançar.
— Tá bom, a gente pode jantar antes e fazer como das outras vezes.
— Não, amor, não vai ser como as outras noites — disse ela, chegando o corpo perto do meu e passando a mão na minha coxa. — Porque depois de dançar, eu vou dar pra ele na casa dele.
— Claro, desculpa — falei.
— Você disse que queria que repetisse, não foi?
— Sim, claro. Você tem razão, só que eu pensei em sair pra jantar e, bem...
— Por mim, adoraria. A verdade é que me dá muito tesão saber que você vai olhar enquanto eu danço com ele, as mãos dele me tocando e o corpo dele colado no meu — enquanto falava, a mão dela tinha subido até meu pau. — Eu adoraria que você fosse, mas sabendo que depois da dança vai ser o pau dele que vai acabar na minha buceta.
Só consegui gemer de resposta, com o tesão do que ela tava falando e as carícias da mão dela.
— Também quero que você entenda que não vou me segurar. Vou beijar ele e deixar ele me tocar muito mais, mesmo que você esteja presente.
— Eu... Eu entendo — falei, já completamente louco de tesão.
— Então você pode reservar pra jantar. Eu vou depilar — disse ela. beijando e se levantando do sofá
—Vai me deixar assim? — perguntei, apontando pra minha ereção
—Desculpa, amor. Minha buceta tá reservada hoje, vai ter que se aliviar sozinho ou esperar eu voltar e te contar o pedaço de pica que vão me meter — disse ela rindo e me mandando um beijo.
Frustrado e com o pau duro, procurei um restaurante pra reservar o jantar antes de entregar minha namorada pra outro cara.
Isa passou quase a tarde toda se arrumando e trocando mensagens no celular com o César, embora não dissesse sobre o que falavam, pelos sorrisos que dava dava pra ter uma ideia.
Saímos de casa perto das oito, Isa tinha vestido um vestido azul colado no corpo que marcava absolutamente tudo, do umbigo aos bicos dos peitões enormes dela. Me mostrou que não tava de calcinha levando minha mão até a buceta antes de sairmos.
— Hoje eu não vou ser sua — disse ela me beijando.
Tomamos umas bebidas, jantamos e meia-noite já estávamos no pub.
— Como você tá? — perguntou ela ao me ver olhando pra porta esperando o César entrar — Se for pesado demais pra você, pode ir embora.
— Não, tá de boa. Quero ficar aqui — falei, mas por dentro era uma bagunça danada.
Não tinha certeza do porquê de estar ali. Me dava muito tesão ver a Isa com o César, mas agora que já tinham transado e todo mundo sabia que ia rolar de novo naquela noite, não sabia como olhar pro meu colega de trabalho e duvidava que fosse conseguir falar com ele.
Quando ele entrou pela porta, fiquei vermelho, senti as pernas tremerem enquanto ele se aproximava. Queria fugir, queria levar a Isa embora, queria bater nele pra defender minha masculinidade, queria que ele levasse ela, que se beijassem na minha cara, que me mostrassem o quanto eu era corno.
Isa me beijou e segurou minha mão pra me acalmar.
— Boa noite, colegas — cumprimentou o César ao chegar perto da gente, por sorte veio sozinho.
— Boa noite — respondeu Isa dando dois beijos no César.
— Boa noite — falei tentando parecer calmo enquanto apertava a mão dele — Quer um drink? — ofereci pra quebrar meu desconforto. —Claro, obrigado.
Virei pro balcão pra pegar a taça e vi de canto de olho ele já segurando a Isa pela cintura e dando um beijo suave nos lábios dela.
“Vai ser foda”, pensei enquanto meu pau endurecia.
Quando me virei com a taça, eles já estavam se comendo de boca aberta, sem se importar comigo ali, segurando a taça do César e esperando ele terminar de beijar minha mina.
— Valeu — ele disse, pegando a taça.
— De nada — respondi, envergonhado, mas com uma ereção do caralho.
A Isa chegou perto e me beijou com a mesma vontade que tinha beijado ele.
— Obrigada — ela sussurrou no meu ouvido — Adoro que você tá aqui. Vou te agradecer amanhã em casa, hoje à noite sou de outro homem.
Assenti que nem um idiota enquanto minha mina voltava pros braços do meu bull, que me sorria vitorioso. Eles foram pro meio da pista e eu fiquei sozinho no balcão, vendo eles dançarem, se beijarem e se tocarem a menos de dez metros de mim.
— Fala, chefe — o Javi me cumprimentou, botando a mão no meu ombro.
Não tinha visto ele entrar, nem ele nem o Carlos, que tava do lado.
— Oi... oi — respondi, todo nervoso.
— Tô vendo que sua mina tá se divertindo — ele disse, olhando pro lado onde o César e a Isa se comiam de boca.
— É... parece que sim — falei, vermelho de vergonha.
— Sabe? Tem que ser muito homem pra perceber que você não dá conta de satisfazer sua mina.
— Acho que sim.
— Claro que sim, um bom namorado que sabe que a mina dele é insaciável e que ele não é suficiente pra apagar o fogo dela, e deixa outros fazerem isso.
— É, é uma parada nossa, um jogo. Mas a gente transa bem.
— Pode até transar bem, mas é óbvio que pra ela não basta — ele disse, dando dois tapinhas nas minhas costas — Vou lá ver sua mina. Aproveita, chefe.
Os dois foram pra pista, cumprimentaram a Isa com dois beijos e rodearam ela junto com o César. Faziam ela dançar com todos, passando de um pro outro, tocando ela cada vez mais sem vergonha, principalmente o César, claro, mas o Javi e o Carlos também aumentavam os contatos.
A Isa tava nas mãos do Carlos, com o... A bunda colada no corpo do meu parceiro, ele a fez girar e a beijou, enfiando a língua na boca da minha namorada, que aceitou o beijo com gosto. Depois foi direto pro Javi e ela mesma iniciou um beijo igualmente apaixonado. Ela se virou pra mim, me deu um olhar safado e se entregou pro César em seguida.
Ela tinha beijado os três seguidos, no meio da balada, onde muita gente que estava ali tinha visto como ela entrou e ficou no bar comigo. Dava pra ver vários olhares direcionados pra eles e depois pra mim, via risadas, olhares de nojo e desprezo, e outros de desejo pela Isa, que era, sem dúvida, o centro das atenções de todo mundo.
Nem ela nem meus três parceiros pareciam se importar com nada, continuavam com suas danças, suas apalpadas e seus beijos na vista de todos. Já tocavam sem vergonha a bunda e os peitos da Isa, por cima e por baixo do vestido. Ela fazia o mesmo, passando a mão nos volumes dos três caras.
Eles conversaram algo entre si, Isa me olhou e se aproximou de mim. Dava pra ver como os olhares da maioria das pessoas a seguiam no caminho até mim, muitos, principalmente os das mulheres, pareciam chamá-la de "gostosa" com os olhos.
Ela me beijou assim que chegou ao meu lado. Agora os olhares diziam "gostosa" e também "corninho".
— Amor, vou com eles pra casa deles.
— Tá bom. Te espero na nossa.
— Eu queria que você viesse com a gente.
— Ir com vocês? Quer dar pra todos os quatro ao mesmo tempo? — perguntei surpreso, mas muito excitado com a ideia.
— Não, meu bem, vou dar só pros três. Eu queria que você viesse, mas só pra olhar, me deixa com muito tesão imaginar você sentado vendo eles me comerem — disse me beijando de novo e levando a mão pro meu pau — Só se você quiser, claro.
Se eu queria? Era demais, sim. Mas na real eles já sabiam de tudo e iam comer ela de qualquer jeito. Pelo menos eu ia curtir olhar, por mais difícil que fosse.
— Tá bom. Vou.
— Obrigada. Muito obrigada — me beijou e fez um sinal pros caras irem pra saída.
Saímos de mãos dadas, de novo. atraindo todos os olhares, comentários e gestos da balada.
A gente se encontrou do lado de fora com os três caras que iam comer minha namorada. Assim que juntamos, Isa beijou cada um deles sem soltar minha mão.
— Toma, chefe, já que você empresta sua mina pra gente, eu deixo você dirigir meu carro — disse César, jogando as chaves do carro dele, que estava estacionado ali mesmo.
A verdade é que eu só tinha bebido meia taça, então tava em perfeitas condições pra dirigir. Sentei no banco do motorista, eles tiveram uma pequena discussão sobre quem ia de carona e quem ia atrás com a Isa. No fim, foi o Javi quem acabou do meu lado, me dando as instruções pra ir até a casa dele.
Mal tinha ligado o carro e a festa já tinha começado atrás. Isa tava no meio, se beijando com um e com outro, com uma mão no volume de cada um e as pernas abertas, dando acesso à buceta dela, que não tava faltando atenção.
Antes de chegar no primeiro semáforo, o vestido da Isa já tava amassado na cintura dela, deixando a buceta e os peitos dela de fora, sempre sendo cuidados por uma boca ou uma mão. Ela, por sua vez, já tinha puxado as duas picas pra fora e tava masturbando elas de leve. Exatamente como eu tinha descrito, a pica do César era enorme, grossa, comprida e cheia de veias. Mas a do Carlos não ficava muito atrás, praticamente dobrando o tamanho da minha em todos os sentidos. Ainda bem que o Javi tava me dando as direções, porque meu olho não saía do banco de trás, que eu via pelo retrovisor.
— Por que você não se abaixa e começa a chupar, gostosa? — disse César.
Isa soltou um gemidinho, tirou o cinto de segurança e se ajoelhou no chão. O carro era espaçoso o suficiente pra ela caber entre os bancos, deixando a bunda e a buceta quase coladas no freio de mão. Javi aproveitou isso, passando a mão entre as pernas da minha mina, que já alternava qual pica chupava e qual punhetava.
— Ainda bem que você nos encontrou, chefe. Não sei como você ia dar conta sozinho dessa branquinha tão insaciável e louca por pica preta-
-Já, acho- falei tímido.
-Nada, ele sozinho não dava conta de mim- disse Isa tirando a pica do César da boca e passando pra do Carlos- Eu preciso de paus grandes e pretos-
-Dá pra ver que é putinha, os paus brancos ficam pequenos pra você, né?-
-Sim, eu preciso de paus pretos que me encham-
-Tá vendo, chefe? Sua namorada é viciada em pica preta-
-Sim, tô vendo- respondi meio humilhado, mas cada vez mais excitado.
-Você pode dar amor e carinho, mas ela precisa de pica boa-
-Isso, pica preta boa- respondeu Isa.
A gente parou em outro sinal. Isa se levantou, me pegou pela camisa e me deu um beijão incrível, onde pude sentir o gosto de pica saindo da boca dela.
-Eu te amo, amor. Mas preciso dos paus deles- ela falou
-Eu entendo- falei
Os três estavam se acabando de rir enquanto César guiava a cabeça da minha namorada de volta pra boca dele.
-Que lindo. Dá pra ver o amor- disse rindo.
Chegamos na rua deles, Javi me falou qual era a garagem e estacionei o carro. Isa não parou de mamar até o César mandar, já com o carro estacionado.
Caminhamos pela garagem, Isa ainda com o vestido amassado na cintura, com o corpo todo de fora no meio do César e do Carlos.
-Ei, caras, agora é minha vez- disse Javi enquanto esperávamos o elevador descer e Isa já tinha se ajoelhado pra mamar de novo.
César e Carlos concordaram e minha namorada se virou pra engolir a pica do Javi até o elevador chegar na garagem.
Subir foi muito humilhante. Isa se ajoelhou no meio do elevador, rodeada por nós quatro, mas minha pica era a única que ainda tava dentro da calça e não tava recebendo atenção das mãos e da boca da minha namorada.
-Ela chupa bem, hein?- disse Javi enquanto Isa tinha a pica dele na boca.
-Sim, muito bem- falei.
-Olha como a minha entra quase toda. A sua vai fazer ela sumir- disse rindo.
Engoli seco vendo como Isa conseguia enfiar uma pica daquelas quase inteira na garganta, chupar a minha devia ser igual a um pirulito. Chegamos no andar, a Isa continuou mamando com a porta do elevador aberta, parecia não perceber que a gente tinha chegado, parecia não enxergar nada além das três picas que a rodeavam.
— Vai, putinha, fica tranquila que você vai se cansar de chupar rola essa noite — disse o César, levantando ela do chão.
Entramos no apartamento dele, fomos direto pra um quarto que tinha uma cama de casal, eles entraram carregando minha namorada no colo. A mão do César me parou antes de eu entrar.
— A cozinha é ali, pega uma cadeira pra você e senta aqui — ele falou, apontando pro vão debaixo da porta.
Fiz o que ele mandou, fui pegar uma cadeira e coloquei debaixo da porta pra me sentar. Eles já tinham tirado a camiseta e estavam, mais uma vez, com minha namorada chupando as picas deles.
Quando eu sentei, a Isa me olhou, se levantou pedindo permissão com os olhos pros amantes dela e veio até mim. Me beijou, enfiou a língua na minha boca junto com o gosto e os líquidos que ela tinha tirado das três picas dos meus parceiros e brincou com a minha por uns longos segundos.
— Preparado? — ela me perguntou.
Eu assenti.
— Te amo — ela disse, me beijando de novo antes de voltar pra cama e se ajoelhar nela.
— Fodei vocês. Quero que meu namorado veja como três machos de verdade me comem.
Eles riram do comentário, tiraram o resto da roupa e se jogaram nela. Colocaram ela de quatro, o César foi o primeiro a ficar atrás dela pra meter a pica na buceta da minha namorada.
— Fica esperto, corno. Olha a cara da sua namorada quando recebe uma pica de verdade.
— Ai, porra — gemeu a Isa, me olhando nos olhos enquanto recebia a pica do César — Adoro, amor. Me preenche tanto. Que pica grande ele tem — disse, segurando o olhar em mim.
— Para de olhar pro corno e cuida disso aqui — falou o Carlos, batendo com a pica na cara da minha namorada.
A Isa obedeceu na hora e enfiou na boca a pica que batia no rosto dela.
— Aqui tem outra, não deixa essa de lado — disse o Javi, agora sendo ele quem batia com a pica na bochecha da Isa.
Minha namorada agarrou a pica que ele Ficou na mão, apoiada como dava na outra enquanto César já metia forte nela.
— O que foi, raposinha? Não aguenta três paus? — perguntou Javi, vendo que a Isa tava tendo dificuldade pra se segurar e bater uma pra ele ao mesmo tempo.
— Prefere que o teu namorado te coma?
— Não, quero os paus de vocês, quero que me fodam gostoso. Desculpa — ela se desculpou e se esforçou mais pra cuidar do pau dele.
Eles facilitaram as coisas: Carlos segurou a minha namorada pelos peitos enquanto marcava o ritmo do boquete, praticamente fodendo a boca dela. E o César segurava ela pela cintura, metendo cada vez mais forte na buceta da Isa.
— Muito melhor agora. Só tava faltando motivação.
— Obrigada — disse a Isa no segundo de alívio que o Carlos deu pra garganta dela.
Ficaram uns minutos assim antes de trocar de posição e de buraco da minha mina. Carlos passou pra buceta, Javi pra boca e o César ficou só na mão.
— O que cê acha, corno? A tua mina tá dando conta? — o César me perguntou.
— Sim, muito bem — eu respondi.
Não tinha perdido nenhum detalhe da cena. Meu pau tava escorrendo e parecia que ia explodir dentro da calça que eu ainda tava usando.
— Vamos ver se ela aguenta a noite toda sem a gente arrebentar ela — disse, dando um tapa forte na bunda da Isa.
— Vou aguentar a noite toda e mais. Não parem de me dar pau, quero que o corno veja como vocês me comem.
— Mas que puta que você é.
Eles mantiveram aquela posição por mais uns longos minutos. A Isa gemia igual uma louca, nunca tinha visto ela daquele jeito.
— Só um segundo — pediu a Isa, bem antes de deitarem ela de barriga pra cima na cama.
— O que foi, raposinha? Já não aguenta mais? — o Javi falou.
— Aguento, espera — ela levantou e veio até mim.
Me deu outro beijão e soltou minha calça, puxando até o tornozelo junto com a cueca, deixando meu pau no ar, durasso e melado.
— Eu te amo, amor. Aproveita — falou, me dando outro beijo antes de voltar pra cama com eles.
— Porra, não é à toa que ela não se contenta com isso — o Carlos disse, apontando pro meu pau e rindo.
A Isa se deitou de barriga pra cima, do jeito que eles queriam, e levantou as pernas.
— Tão esperando o quê? — Alguém me enfia essa pica, por favor — pediu ela.
— Você é uma putinha gostosa — disse César, enfiando a pica de uma vez na buceta da minha namorada.
Agora era mais fácil chupar e masturbar as outras duas, com as mãos livres de se apoiar.
— Sim, sou muito putinha e quero mais pica —
Os caras riram, e Javi e Carlos bateram com as rolas no rosto dela.
— Então vai mamar —
Discretamente, levei minha mão até minha pica pra me masturbar, não demorei nada pra gozar. Tentei não fazer barulho pra não chamar atenção, mas César viu minha pica jorrando.
— O corno já gozou em menos de um minuto. Essa mulher é grande demais pra você — disse ele, rindo de novo.
A verdade é que, pelo que eu tava vivendo, era real que ela era grande demais pra mim. Isa tava aguentando três picas que dobravam o tamanho da minha e ainda pedia mais. Tavam fodendo há mais de meia hora, muito mais que qualquer transa que ela tivesse comigo.
Não doeu, deveria ter doído, mas não doeu. Eu tava curtindo, minha namorada também, e era só isso que importava. Levei a mão de novo na minha pica e comecei uma segunda punheta.
A próxima a gozar foi Isa, ela gozou empalada na pica do César.
— Ah, porra, não para. Tô gozando! — gritou ela
— Claro que não vou parar, putinha — disse César, que continuou fodendo minha namorada sem dar descanso
Isa pareceu ficar inconsciente por uns segundos com a pica do César arrebentando a buceta dela e a do Carlos enfiada na boca. Mas logo voltou a si, pedindo mais
— Continua. Quero mais — pediu ela.
Trocaram, César largou a buceta da Isa pro Javi e ocupou o lugar dele na cara da minha namorada.
— Porra, não aguento mais — anunciou Javi depois de foder um bom tempo a Isa
— Então sai daí que vou eu — disse Carlos
— Tá bom. Traz a boca, putinha —
Minha namorada chupou com gosto a pica do Javi, sabendo o que vinha.
— Tô gozando, putinha. Bota a cara, porra! —
Isa se colocou debaixo da pica dele com a boca aberta e a língua pra fora, e recebeu uma gozada generosa que encheu a cara dela.
— Porra, eu também tô gozando — disse Carlos, saindo devagar depois da buceta da minha Isa e de juntar a gozada dela na cara com a do amigo dela.
-Já só faltava eu, foxy- disse César
-Mete em mim, me destrói- pediu Isa com a cara cheia de porra.
César levantou ela puxando pelo cabelo e trouxe ela até mim. Empurrou ela colocando o corpo dela sobre minhas pernas e meteu nela por trás.
Isa me olhava apoiada nas minhas pernas, com a cara escorrendo porra e recebendo a foda incrível do César. Gozei pela segunda vez na hora. Minha namorada sorriu pra mim ao ver como eu derramava minha gozada que caía pelo meu pau e me agarrou pelo pescoço pra aproximar minha cabeça da dela.
-Eu te amo- ela disse me beijando com paixão.
-Eu também te amo- respondi
Dava pra sentir como a gozada do Javi e do Carlos grudava na minha cara. Isa se aproximou de novo e lambeu até deixar minha cara limpa pra me beijar outra vez.
-Que bonitinho e que nojo que vocês dão- disse Javi rindo.
-Vou gozar, amor. Vou gozar em cima de você mas sentindo o pau de outro-
-Pode gozar, meu amor- falei
Isa me agarrou forte nas coxas e me arranhou enquanto explodia em outro orgasmo.
-Ai, meu Deus!- gritou
Tive que segurar ela enquanto César continuava na buceta dela, mas dessa vez diminuiu o ritmo.
-De joelhos, foxy. Falta uma gozada pra tirar-
Isa obedeceu na hora e se ajoelhou na frente do César.
-Já vai sair. Abre a boca! Aaaah!-
César jogou quase toda a gozada na boca da Isa, mas saiu tanta porra que um pouco escorreu pelo queixo e pelos peitos da minha namorada.
-Dá um beijinho no teu namorado, não?- ele disse quando Isa ainda tinha a porra toda na boca.
Isa me olhou pra ver se eu topava, eu concordei e ela me beijou passando toda a gozada pra minha boca, que eu engoli sem parar de beijar ela.
-Como se nota o amor- disse César morrendo de rir
-Muito obrigada- disse Isa
Os três caras sentaram na cama. Isa e eu vestimos a roupa e saímos do apartamento sem lavar.
-Você gostou?- perguntei
-Foi a melhor noite da minha vida. Muito obrigada- me respondeu com um beijo.
Chamamos um táxi e fomos pra casa.
2 comentários - Minha namorada e os colegas de trabalho (parte 4)