Fala galera, depois de décadas transando com quase exclusivamente travestis, já tenho história pra fazer uma série inteira, então aproveitem.
Todos os relatos são reais, com algum detalhe ou outro trocado que não faz diferença.
3. A primeira vez sendo passivo
E aí, galera, já faz um tempo que não entro pra escrever um relato, mas a vontade voltou e as histórias não faltam.
Por enquanto venho contando tudo em ordem cronológica, mas talvez não seja assim nas próximas.
Verão de 2010, por aí, eu tinha uns 20 e poucos anos. Essa não foi a terceira travesti que eu comi, nessa altura já tinha ficado com outras duas: uma morena que encontrei no Tinder e a gente transou uns 10 minutos, e uma loira com quem só troquei um boquete, histórias curtas. Mas essa foi diferente.
Navegando na web, usando não lembro qual site de encontros, vi ela: uma loira madura que no perfil dizia "Ativa, sem enrolação". Mandei no chat o famoso e infalível:
"E aí?"
A gente conversou um tempo, mas não rolou nada. De vez em quando trocávamos mensagem, mas nunca marcávamos nada. Eu queria ser ativo e ela também.
Chegou um fim de semana, a gente conversou de novo e combinou de se encontrar e fazer uns boquetes bem gostosos. "Vitória!", pensei, e fui pra casa dessa senhorita de pau duro que adora comer uns carinhas. Mal sabia eu...
Saí na avenida, peguei um táxi e desci no endereço que ela mandou. Começa a hora da adrenalina. Aquele momento de noite, sem ninguém na rua, você vai encontrar uma travesti pronta pra transar e torce pra não ser uma armadilha, como nossa mente muitas vezes imagina. Mandei mensagem e ninguém saiu de casa. Devo admitir que fiquei meio nervoso nessa hora, não sabia como voltar pra casa e tava numa área que não conhecia (CLARO que você também não conta pra ninguém de confiança: "vou fazer um 69 com essa travesti, me avisa se..."). voltei")
Uns um ou dois minutos depois, escuto abrir uma janela do prédio do outro lado da rua, vejo uma silhueta saindo e dizendo meu nome:
- "Cogetravita, é você?" Dá pra ouvir a silhueta na janela falando
- "Siiim, abre aí, hehe"
Em poucos segundos, a porta daquele apartamento abre e sai de lá uma loira alta, 1,75m, com cabelo longo na altura dos ombros, uma figura linda e era uma coroa digna de ser chamada de MILF.
Ela me abre a porta e eu entro, já tá tudo armado. Subimos a escada que dava pro segundo andar, que era o apartamento dela, e bem quando chegamos na porta dela, pergunto:
- "Pera, qual é seu nome?"
Ainda não tinha nem perguntado o nome nem ela tinha me dito no chat
- "Mia, meu amor" Ela diz, abre a porta e mal entramos na casa dela já nos pegamos de boca.
Fomos colados de boca até a cama dela e já na cama começo a passar a mão na virilha dela. Mia ri e me fala:
"Quer ver?"
Acho que nem respondi, só fiquei olhando o volume no vestidinho de verão que ela tava. Mia ri de novo e levanta o vestido. A filha da puta não tava de calcinha e já tava meia dura. Sem pensar duas vezes, fico de boca cheia d'água e vou chupar aquela piroca gostosa de coroa.
Mia começa a gemer e enquanto chupo ela fala coisas tipo:
"Mal levantei o vestido e você já tá me chupando"
ou
"Você adora uma rola, vai me deixar te comer?"
Eu respondia que não, mas completamente embriagado pela piroca gostosa dela
(isto é o mais próximo que consegui encontrar do que comi naquela noite, a Mia estava mais bronzeada)
Mia dizia que queria me comer o pau agora, mas queria que eu ficasse de quatro e, por trás, ela chupava meu pau. Eu, safado, obviamente aceitei. Nunca tinham feito algo assim comigo, e que melhor jeito de fazer de forma perversa do que com uma little trans de pau bem duro.
Ela começa a chupar meu pau pra caralho e, a cada dois segundos, vai pras minhas bolas e pra bunda. A filha da puta chupou absolutamente tudo. Eu adorava quando me virava e via ela se masturbando com força enquanto enfiava minhas duas bolas na boca naquela posição em que eu estava totalmente entregue.
Em um segundo, a Mia se levanta, vai até onde está minha boca — eu já de quatro — e começa a foder minha boca.
— "Olha como você já tá pronto, vou te foder devagar, juro que você vai adorar"
Eu aceitei, mas só com camisinha. Ela aceitou.
Não precisei me mexer, ela sozinha foi pra trás, colocou a camisinha, passou lubrificante naquele pau duro e começou a meter.
Devo dizer que fui sem intenção de ser a presa naquela noite, simplesmente aconteceu. Uma parte de mim curtia a putaria indecente que tava fazendo, mas outra parte realmente não sentia prazer. Devo dizer que a Mia me comeu bem devagar por uns 5 minutos, e nesse momento comecei a sentir prazer. Ela me empurrava exatamente onde começou a gostar, e eu soltei gemidos.
Agora é onde a história vira: a Mia começou a me comer mais rápido por uns 20 segundos e gozou. A filha da puta gozou dentro de mim em 3 estocadas. Coroa não dura nada, haja vista, então realmente tive a experiência de passivo por umas 4 ou 5 estocadas — fazer o quê.
Eu ainda queria gozar, e a Mia se ofereceu pra fazer um boquete que só uma little trans putona sabe fazer. Quem lê minhas histórias sabe do que tô falando. Ela sugou todo meu membro como se fosse um jogo e engoliu toda a porra. Gozei rapidão. Depois disso kkk, deu pra ver que foi um puta tesão ao ar livre dessa little trans.
Mesmo assim, a rola dela era uma delícia e posso dizer que enfiei nela, mesmo que por um tempinho.
Nunca mais consegui o contato da Mia, fiquei com uma vontade do caralho de chupar a rola dela de novo.
Se curtiu o relato, deixa uns pontos e um comentário — tem muitas outras histórias, perguntem o que quiserem. DM pra qualquer coisa.
Todos os relatos são reais, com algum detalhe ou outro trocado que não faz diferença.
3. A primeira vez sendo passivo
E aí, galera, já faz um tempo que não entro pra escrever um relato, mas a vontade voltou e as histórias não faltam.
Por enquanto venho contando tudo em ordem cronológica, mas talvez não seja assim nas próximas.
Verão de 2010, por aí, eu tinha uns 20 e poucos anos. Essa não foi a terceira travesti que eu comi, nessa altura já tinha ficado com outras duas: uma morena que encontrei no Tinder e a gente transou uns 10 minutos, e uma loira com quem só troquei um boquete, histórias curtas. Mas essa foi diferente.
Navegando na web, usando não lembro qual site de encontros, vi ela: uma loira madura que no perfil dizia "Ativa, sem enrolação". Mandei no chat o famoso e infalível:
"E aí?"
A gente conversou um tempo, mas não rolou nada. De vez em quando trocávamos mensagem, mas nunca marcávamos nada. Eu queria ser ativo e ela também.
Chegou um fim de semana, a gente conversou de novo e combinou de se encontrar e fazer uns boquetes bem gostosos. "Vitória!", pensei, e fui pra casa dessa senhorita de pau duro que adora comer uns carinhas. Mal sabia eu...
Saí na avenida, peguei um táxi e desci no endereço que ela mandou. Começa a hora da adrenalina. Aquele momento de noite, sem ninguém na rua, você vai encontrar uma travesti pronta pra transar e torce pra não ser uma armadilha, como nossa mente muitas vezes imagina. Mandei mensagem e ninguém saiu de casa. Devo admitir que fiquei meio nervoso nessa hora, não sabia como voltar pra casa e tava numa área que não conhecia (CLARO que você também não conta pra ninguém de confiança: "vou fazer um 69 com essa travesti, me avisa se..."). voltei")
Uns um ou dois minutos depois, escuto abrir uma janela do prédio do outro lado da rua, vejo uma silhueta saindo e dizendo meu nome:
- "Cogetravita, é você?" Dá pra ouvir a silhueta na janela falando
- "Siiim, abre aí, hehe"
Em poucos segundos, a porta daquele apartamento abre e sai de lá uma loira alta, 1,75m, com cabelo longo na altura dos ombros, uma figura linda e era uma coroa digna de ser chamada de MILF.
Ela me abre a porta e eu entro, já tá tudo armado. Subimos a escada que dava pro segundo andar, que era o apartamento dela, e bem quando chegamos na porta dela, pergunto:
- "Pera, qual é seu nome?"
Ainda não tinha nem perguntado o nome nem ela tinha me dito no chat
- "Mia, meu amor" Ela diz, abre a porta e mal entramos na casa dela já nos pegamos de boca.
Fomos colados de boca até a cama dela e já na cama começo a passar a mão na virilha dela. Mia ri e me fala:
"Quer ver?"
Acho que nem respondi, só fiquei olhando o volume no vestidinho de verão que ela tava. Mia ri de novo e levanta o vestido. A filha da puta não tava de calcinha e já tava meia dura. Sem pensar duas vezes, fico de boca cheia d'água e vou chupar aquela piroca gostosa de coroa.
Mia começa a gemer e enquanto chupo ela fala coisas tipo:
"Mal levantei o vestido e você já tá me chupando"
ou
"Você adora uma rola, vai me deixar te comer?"
Eu respondia que não, mas completamente embriagado pela piroca gostosa dela
(isto é o mais próximo que consegui encontrar do que comi naquela noite, a Mia estava mais bronzeada)Mia dizia que queria me comer o pau agora, mas queria que eu ficasse de quatro e, por trás, ela chupava meu pau. Eu, safado, obviamente aceitei. Nunca tinham feito algo assim comigo, e que melhor jeito de fazer de forma perversa do que com uma little trans de pau bem duro.
Ela começa a chupar meu pau pra caralho e, a cada dois segundos, vai pras minhas bolas e pra bunda. A filha da puta chupou absolutamente tudo. Eu adorava quando me virava e via ela se masturbando com força enquanto enfiava minhas duas bolas na boca naquela posição em que eu estava totalmente entregue.
Em um segundo, a Mia se levanta, vai até onde está minha boca — eu já de quatro — e começa a foder minha boca.
— "Olha como você já tá pronto, vou te foder devagar, juro que você vai adorar"
Eu aceitei, mas só com camisinha. Ela aceitou.
Não precisei me mexer, ela sozinha foi pra trás, colocou a camisinha, passou lubrificante naquele pau duro e começou a meter.
Devo dizer que fui sem intenção de ser a presa naquela noite, simplesmente aconteceu. Uma parte de mim curtia a putaria indecente que tava fazendo, mas outra parte realmente não sentia prazer. Devo dizer que a Mia me comeu bem devagar por uns 5 minutos, e nesse momento comecei a sentir prazer. Ela me empurrava exatamente onde começou a gostar, e eu soltei gemidos.
Agora é onde a história vira: a Mia começou a me comer mais rápido por uns 20 segundos e gozou. A filha da puta gozou dentro de mim em 3 estocadas. Coroa não dura nada, haja vista, então realmente tive a experiência de passivo por umas 4 ou 5 estocadas — fazer o quê.
Eu ainda queria gozar, e a Mia se ofereceu pra fazer um boquete que só uma little trans putona sabe fazer. Quem lê minhas histórias sabe do que tô falando. Ela sugou todo meu membro como se fosse um jogo e engoliu toda a porra. Gozei rapidão. Depois disso kkk, deu pra ver que foi um puta tesão ao ar livre dessa little trans.
Mesmo assim, a rola dela era uma delícia e posso dizer que enfiei nela, mesmo que por um tempinho.
Nunca mais consegui o contato da Mia, fiquei com uma vontade do caralho de chupar a rola dela de novo.
Se curtiu o relato, deixa uns pontos e um comentário — tem muitas outras histórias, perguntem o que quiserem. DM pra qualquer coisa.
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