Bom... faz um tempo que quero contar o que acontece comigo há anos, mas não tinha coragem porque sempre achei que era algo passageiro, temporário, que não duraria muito e que era só coisa da adolescência. Hoje, com mais idade, consegui entender que não é algo passageiro, mas sim um jeito de viver que chegou na minha vida pra ficar e que, a cada dia, me leva a experimentar e continuar me conhecendo mais. A ideia é fazer isso em vários relatos, se gerar interesse ou se pelo menos alguém se identificar.
Pra não fazer muito clickbait, vou contar do que se trata e, no decorrer do relato, vou contar tudo desde o começo até hoje. Esse relato é sobre como passei de um garoto normal a um femboy/trap de verdade, como comecei, as dúvidas, medos e prazeres que envolveram esse jeito de viver minha intimidade.
Desde já, alguns detalhes serão alterados pra eu me sentir mais confortável e pra proteger pessoas que vão aparecer. Esse relato é completamente real, não é uma história inventada pra gerar empatia ou pra vocês acabarem batendo uma enquanto me leem (mesmo assim, não me importaria hehe, me avisem se fizerem isso).
Agora sim... vamos começar?
Vamos voltar uns 13 anos atrás, quando eu tinha 18 anos. Sinceramente, não lembro se tudo começou aos 16 ou 17, mas vamos usar os 18 como referência. Sempre fui um cara super introvertido, com amigos, mas claramente tinha dificuldade de socializar. Vivia muito preso na minha cabeça, nos meus pensamentos, o que sempre me dava aquele jeito de típico bobão tímido. Fisicamente, super magro, pouca massa muscular, branco igual leite, baixinho (dependendo da vontade de me medir, chego a 1,70), não sei se digo bonito, mas me considerava um sólido 6. No quesito sexual, impossível que naquela idade eu tivesse tocado numa buceta, nem sequer beijado. Isso sim, era um puta tarado, super viciado em punheta, mas cheio de inseguranças porque não fui abençoado no tamanho do pau. e nem minhas bolinhas. Essas inseguranças junto com minha timidez eram um combo explosivo.
Nessa época, já não curtia tanto o pornô normal hétero, era mais do lésbico, das fodas fortes e violentas, os trios, orgias, gostosas enfiando todo tipo de coisa, etc. Sempre procurava algo diferente pra ver porque me entediava rápido e meu tesão não se satisfazia fácil.
Como eu tava falando antes, me entediava rápido de tudo e sempre buscava coisas novas. Foi por isso que comecei a me aventurar no pornô shemale. Foi de sacanagem? Absolutamente não. Foram dois gatilhos: primeiro, eu morava num povoado perto de uma cidade que a gente frequentava com meus amigos nos fins de semana pra sair pra dançar e sempre passávamos por zonas de putaria onde tinha muitos travestis, que embora não me atraíssem, me chamavam muito a atenção como um cara podia se vestir de mulher e ficar, em alguns casos, mais arrumado que uma gostosa. E segundo, numa dessas tantas saídas, lembro que com meu grupo a gente andava por uma rua onde, de longe, vimos um travesti, que ao passar do nosso lado nos ofereceu serviço e na sequência mostrou tudo. Ali minha cabeça explodiu, era uma mulher com uma rola impressionante, peitos operados e atitude avassaladora. Esse foi meu fim, tinha encontrado algo extremamente proibido pra mim, mas que no fundo sabia que tinha deixado uma marca e uma inquietação que precisava saciar. Aquela mulher não tinha nada que me agradasse, mas tudo nela me chamou a atenção, e lembro como a adrenalina do momento foi pra minha rola, que demorou 0,01 segundos pra ficar dura.
Depois desse acontecimento, não rolou mais nada, nenhum pensamento me perturbou, nenhum desejo explodiu, e tudo ficou reprimido por algum mecanismo de autodefesa, quero acreditar.
Então, já tinha tido os principais gatilhos pra começar a me aventurar no pornô shemale, mas quando foi que realmente quebrei essa barreira de gelo? Pontualmente, lembro que foi um dia de semana, era de tarde e eu tinha Fiquei sozinho. O plano concreto pra um adolescente era claro. Ia bater uma punheta. Liguei meu PC desktop Pentium 4, esperei 20 minutos até ligar, preparei a cadeira, os lenços, baixei as calças e me preparei pra entrar num site que eu frequentava muito naquela época (muitasvadias.com). Comecei a ver o mesmo de sempre, orgias lésbicas e vídeos de novinhas fazendo tesourinha loucamente, mas algo não tava me esquentando. Foi nesse exato momento que me veio na cabeça as imagens das travestis daquela zona de prostituição e, em especial, a mulherão que decidiu baixar os panos e me dar um espetáculo incrível. Aí foi que eu me perguntei: eu... como caralho as travestis transam? E comecei a procurar vídeos. Nisso, a excitação inicial já tinha passado e eu tava com meu pau de uns poucos 13 cm já mole na mão. Comecei a tarefa de investigação e encontrei um vídeo super antigo de uma shemale. Pra ser sincero, não lembro do que era o vídeo, só lembro de me surpreender no momento em que o cara puxava devagar a fio dental da travesti e de lá brotava uma porra de uma piroca em estado de graça (meio termo entre mole e já começando a ficar dura). Senti uma pontada no púbis e percebi que tava ficando com tesão. Avancei o vídeo num impulso de tentar esconder o que tava rolando comigo, mas caí bem na imagem mais linda que um homem pode ver. A shemale se preparava pra cavalgar deixando o pau totalmente livre. Era incrível ver como o pau do parceiro entrava naquele cu guloso sem parar e, mais ainda, como o pau dela ficou totalmente duro. Que imagem mais espetacular ver uma mulher daquelas ficar tão dura enquanto levava uma anal. Naquele momento, inconscientemente, comecei a bater punheta, e quando me dei conta, me deixei levar pelo momento. Minha mão subia e descia rapidamente, sincronizada com a cavalgada daquela mulher. Apertava muito meu pau, acariciava minhas bolas, lambia os lábios de tão A calientura que eu tava naquele momento. Fiquei hipnotizado com aquela rola que balançava dura de um lado pro outro, desejei pra caralho poder estar ali e ser eu quem tava metendo na modelo, e mais ainda desejei com toda minha força sentir aquela rola nas minhas mãos. Minha punheta já tava num ritmo claramente acelerado e, sem conseguir controlar, gozei tudo que tinha dentro. Lembro que não foi uma quantidade enorme, já que o ato não durou mais de 10 minutos líquidos, mesmo assim tinha sido a melhor gozada até então.
Depois de passar a agitação do clímax, imediatamente vieram um monte de perguntas e arrependimentos. Que merda eu fiz? Como pude me masturbar vendo dois caras? Como pude desejar tanto outra rola? Como pude quebrar toda minha fachada de macho hétero que só gostava das gostosinhas?
Foi longo, mas precisava dar o pontapé inicial que deu origem ao que sou hoje. Me desculpem se o relato tem buracos ou ideias meio confusas, mas escrever não é meu forte. Espero que até aqui não tenha entediado vocês demais, e a história continua na próxima parte.
Valeu, e o apoio de vocês cairia super bem pra me motivar. Uma última coisa... sim, a que aparece na miniatura do post sou eu.
Pra não fazer muito clickbait, vou contar do que se trata e, no decorrer do relato, vou contar tudo desde o começo até hoje. Esse relato é sobre como passei de um garoto normal a um femboy/trap de verdade, como comecei, as dúvidas, medos e prazeres que envolveram esse jeito de viver minha intimidade.
Desde já, alguns detalhes serão alterados pra eu me sentir mais confortável e pra proteger pessoas que vão aparecer. Esse relato é completamente real, não é uma história inventada pra gerar empatia ou pra vocês acabarem batendo uma enquanto me leem (mesmo assim, não me importaria hehe, me avisem se fizerem isso).
Agora sim... vamos começar?
Vamos voltar uns 13 anos atrás, quando eu tinha 18 anos. Sinceramente, não lembro se tudo começou aos 16 ou 17, mas vamos usar os 18 como referência. Sempre fui um cara super introvertido, com amigos, mas claramente tinha dificuldade de socializar. Vivia muito preso na minha cabeça, nos meus pensamentos, o que sempre me dava aquele jeito de típico bobão tímido. Fisicamente, super magro, pouca massa muscular, branco igual leite, baixinho (dependendo da vontade de me medir, chego a 1,70), não sei se digo bonito, mas me considerava um sólido 6. No quesito sexual, impossível que naquela idade eu tivesse tocado numa buceta, nem sequer beijado. Isso sim, era um puta tarado, super viciado em punheta, mas cheio de inseguranças porque não fui abençoado no tamanho do pau. e nem minhas bolinhas. Essas inseguranças junto com minha timidez eram um combo explosivo.
Nessa época, já não curtia tanto o pornô normal hétero, era mais do lésbico, das fodas fortes e violentas, os trios, orgias, gostosas enfiando todo tipo de coisa, etc. Sempre procurava algo diferente pra ver porque me entediava rápido e meu tesão não se satisfazia fácil.
Como eu tava falando antes, me entediava rápido de tudo e sempre buscava coisas novas. Foi por isso que comecei a me aventurar no pornô shemale. Foi de sacanagem? Absolutamente não. Foram dois gatilhos: primeiro, eu morava num povoado perto de uma cidade que a gente frequentava com meus amigos nos fins de semana pra sair pra dançar e sempre passávamos por zonas de putaria onde tinha muitos travestis, que embora não me atraíssem, me chamavam muito a atenção como um cara podia se vestir de mulher e ficar, em alguns casos, mais arrumado que uma gostosa. E segundo, numa dessas tantas saídas, lembro que com meu grupo a gente andava por uma rua onde, de longe, vimos um travesti, que ao passar do nosso lado nos ofereceu serviço e na sequência mostrou tudo. Ali minha cabeça explodiu, era uma mulher com uma rola impressionante, peitos operados e atitude avassaladora. Esse foi meu fim, tinha encontrado algo extremamente proibido pra mim, mas que no fundo sabia que tinha deixado uma marca e uma inquietação que precisava saciar. Aquela mulher não tinha nada que me agradasse, mas tudo nela me chamou a atenção, e lembro como a adrenalina do momento foi pra minha rola, que demorou 0,01 segundos pra ficar dura.
Depois desse acontecimento, não rolou mais nada, nenhum pensamento me perturbou, nenhum desejo explodiu, e tudo ficou reprimido por algum mecanismo de autodefesa, quero acreditar.
Então, já tinha tido os principais gatilhos pra começar a me aventurar no pornô shemale, mas quando foi que realmente quebrei essa barreira de gelo? Pontualmente, lembro que foi um dia de semana, era de tarde e eu tinha Fiquei sozinho. O plano concreto pra um adolescente era claro. Ia bater uma punheta. Liguei meu PC desktop Pentium 4, esperei 20 minutos até ligar, preparei a cadeira, os lenços, baixei as calças e me preparei pra entrar num site que eu frequentava muito naquela época (muitasvadias.com). Comecei a ver o mesmo de sempre, orgias lésbicas e vídeos de novinhas fazendo tesourinha loucamente, mas algo não tava me esquentando. Foi nesse exato momento que me veio na cabeça as imagens das travestis daquela zona de prostituição e, em especial, a mulherão que decidiu baixar os panos e me dar um espetáculo incrível. Aí foi que eu me perguntei: eu... como caralho as travestis transam? E comecei a procurar vídeos. Nisso, a excitação inicial já tinha passado e eu tava com meu pau de uns poucos 13 cm já mole na mão. Comecei a tarefa de investigação e encontrei um vídeo super antigo de uma shemale. Pra ser sincero, não lembro do que era o vídeo, só lembro de me surpreender no momento em que o cara puxava devagar a fio dental da travesti e de lá brotava uma porra de uma piroca em estado de graça (meio termo entre mole e já começando a ficar dura). Senti uma pontada no púbis e percebi que tava ficando com tesão. Avancei o vídeo num impulso de tentar esconder o que tava rolando comigo, mas caí bem na imagem mais linda que um homem pode ver. A shemale se preparava pra cavalgar deixando o pau totalmente livre. Era incrível ver como o pau do parceiro entrava naquele cu guloso sem parar e, mais ainda, como o pau dela ficou totalmente duro. Que imagem mais espetacular ver uma mulher daquelas ficar tão dura enquanto levava uma anal. Naquele momento, inconscientemente, comecei a bater punheta, e quando me dei conta, me deixei levar pelo momento. Minha mão subia e descia rapidamente, sincronizada com a cavalgada daquela mulher. Apertava muito meu pau, acariciava minhas bolas, lambia os lábios de tão A calientura que eu tava naquele momento. Fiquei hipnotizado com aquela rola que balançava dura de um lado pro outro, desejei pra caralho poder estar ali e ser eu quem tava metendo na modelo, e mais ainda desejei com toda minha força sentir aquela rola nas minhas mãos. Minha punheta já tava num ritmo claramente acelerado e, sem conseguir controlar, gozei tudo que tinha dentro. Lembro que não foi uma quantidade enorme, já que o ato não durou mais de 10 minutos líquidos, mesmo assim tinha sido a melhor gozada até então.
Depois de passar a agitação do clímax, imediatamente vieram um monte de perguntas e arrependimentos. Que merda eu fiz? Como pude me masturbar vendo dois caras? Como pude desejar tanto outra rola? Como pude quebrar toda minha fachada de macho hétero que só gostava das gostosinhas?
Foi longo, mas precisava dar o pontapé inicial que deu origem ao que sou hoje. Me desculpem se o relato tem buracos ou ideias meio confusas, mas escrever não é meu forte. Espero que até aqui não tenha entediado vocês demais, e a história continua na próxima parte.
Valeu, e o apoio de vocês cairia super bem pra me motivar. Uma última coisa... sim, a que aparece na miniatura do post sou eu.
3 comentários - Meu início como femboy