Olá, quero contar pra vocês a vez que o amigo do meu pai abusou de mim e me fez de mulher dele. Isso aconteceu uns 3 anos atrás, hoje tenho 25 anos. Meu nome é Ana, sou de Chihuahua, de um povoado pequeno onde quase todo mundo se conhece e, fora do centro da cidade, já se vê a natureza e um clima meio desértico, kkkk. A verdade é que me considero uma garota gostosa, com um corpo bonito e minha altura dá um plus, já que tenho 1,52m — muitos caras ficam com tesão por causa disso.

Agora sim, vamos ao que interessa. Meu pai sempre se reunia à tarde com o grupinho de amigos dele. Quando eu precisava passar por perto ou pegar alguma coisa onde eles estavam, sentia os olhares safados dos amigos dele. Sentia que todos — e não era mentira — queriam estar dentro de mim. Bom, entre esses amigos estava o Javier. É um senhor já de idade, uns cinquenta anos, acho, porque nem sei direito. Tem quase 1,87m, corpulento, gordo. Acho que ele nem vê a própria rola há muito tempo por causa da barrigona enorme. Moreno claro, o corpo todo cheio de pelo. É casado, muito metido, se acha rico. Ganha bem, mas não é pra tanto. Pessoalmente, não gosto dele. Casado, com duas filhas adolescentes. É só o que sei, não faço ideia do que ele faz na empresa e nem por que se dá tão bem com meu pai, a ponto de saírem direto juntos.
Como eu disse, estava em casa, umas 10 da manhã. A gente tinha acabado de tomar café. Meus pais e minha irmã tinham saído pra trabalhar umas três horas antes. Naquele dia, a irmã da minha mãe tinha alguns afazeres. Como eu estava de folga do trabalho, ela me pediu pra cuidar dos filhos dela. Meu primo mais velho tinha ido pro quarto da minha irmã fazer a lição da escola e, com certeza, se perder na TV. O mais novo estava na sala brincando e vendo TV. Eu estava na sala com meu primo menor, me preparando pra levantar, quando o interfone tocou. Era o Javier, o amigo do meu pai. Deixei ele entrar. Enquanto ele subia, liguei a TV. Ele entrou e me cumprimentou. Vestia jeans, uma camisa xadrez azul-marinho, máscara e sapatos de trabalho cáqui. Já eu, ainda estava de pijama. Sempre durmo de lingerie e, quando tô sozinha em casa, fico assim. Mas como meus sobrinhos estavam lá, usei uma blusa larga sem sutiã e um shortinho de lycra curto. Por baixo, só uma calcinha fio dental e pantufas.
Olá Javier, pode entrar — eu o cumprimentei quando o vi entrando. Olá, gostosa, como você está? — Ele se aproximou para me cumprimentar, mas eu recuei e só acenei com a mão. Bem, obrigada. Meu pai não me disse que você viria. Foi algo de última hora, vou pegar uns arquivos no computador dele. Sem problema, pode passar, o escritório é no fundo e o notebook dele está lá, é o vermelho — fechei a porta da entrada e apontei com a mão para o fundo do corredor — vou arrumar aqui, acabamos de tomar café e se não juntar a louça agora, depois vou ter mais preguiça de lavar hahaha. Caminhamos até a mesa enquanto Javier me seguia por trás. E aquele menino? Ah, são meus priminhos, me pediram para cuidar deles, um fazendo lição no quarto da minha irmã, e o outro se chama Carlitos, está ali (apontei para a sala). Enquanto conversávamos, eu levantava os pratos e copos da mesa, com as mãos ocupadas fui para a cozinha e Javier atrás de mim. Você é uma mulher muito gostosa, elegante, sensual… ele disse. Haha obrigada, e isso que estou de pijama e descabelada, hein. Não importa… Deixei a louça na pia e, enquanto fazia isso, Javier me pegou pela cintura e me apertou contra o corpo dele, senti quando ele aproximou a boca do meu ouvido, mas me desviei. O que você está fazendo? Sentindo seu corpo delicioso. Empurrei o peito dele com as mãos para me soltar. Qual é o seu problema? O que você está fazendo? Quero que a gente transa, boneca. Não confunda as coisas, Javier, você é amigo do meu pai e só, mas não tem nada e nem vai ter entre eu e você. Olha como você fala, até parece uma mulher decente e educada, não a puta que adora esquentar paus com essa bunda enorme. Cuidado com o que você diz, vai para o escritório pegar o que veio buscar e se manda, por favor, ou vou contar para o meu pai. Não vim buscar nada, falei isso para você me abrir a porta, vim transar com você, ninguém me mandou fazer nada. Estou repetindo, não confunda as coisas que não têm nada a ver, se manda ou vou chamar a polícia. Não tente se passar por uma dona de casa toda santinha, você é uma puta safada que adora se exibir, não sabia que hoje iam estar seus... Primos aqui, mas hoje vou te fazer minha. Sai, por favor. Você é só uma putinha qualquer, me diz, quanto tem que pagar pra te comer? — Ele puxou a carteira e pegou umas notas com as mãos — Mil... dois mil pesos ou quanto? Me diz, putinha. Sai já ou vou chamar a polícia. Me diz, putinha gostosa, quanto tenho que pagar? Eu ia saindo da cozinha pra chamar a polícia e levar o Javier embora, caminhei até a porta, mas Javier me segurou com força pelo braço. Daqui você não sai até dar pra mim, sua puta maldita, hoje vou rasgar essa sua buceta. Me solta, Javier, você tá me machucando. Javier me puxou mais pra perto dele e tentou me beijar, eu resisti virando o rosto e empurrando ele pra me soltar, mas a força dele e o corpo bruto e pesado tornavam impossível me afastar. A gente se debatia e eu pensei em gritar, mas isso chamaria a atenção do meu sobrinho, o mais velho, e aí seria pior, não queria que ele ficasse traumatizado ou visse aquilo, além disso, como é uma cidade pequena, a casa é afastada das outras, imagino que ninguém ouça. Javier apertava meu braço com força a ponto de machucar, eu me contorcia com todas as minhas forças, mas não era o suficiente pra me livrar dele. Com a outra mão, Javier conseguiu me virar, ficando atrás de mim, e imediatamente uma mão dele entrou por baixo da minha blusa, violentando meus peitos e apertando eles com força, a outra soltou meu braço, mas ele usou a mão e enfiou no short da minha pijama até chegar na minha calcinha fio dental, esfregando bruscamente minha buceta por cima da calcinha, tentando enfiar os dedos, mas por causa dos meus movimentos ele não conseguia. Meus peitos estavam sendo apertados com muita força, soltando um pouco de mim. Javier tentou me beijar de novo, mas eu recusei. Ele tirou as mãos da minha pijama, acho que ficou puto ou se desesperou porque eu não cooperava, só resistia, e de um empurrão me jogou contra a geladeira. Eu escorreguei e bati com muita força nas costas e na nuca contra a geladeira, caindo no chão com uma dor enorme nas costas por causa do impacto. Fiquei sentada no chão, apoiada na geladeira. Javier Enquanto isso, ele tirou a calça, a camisa e os sapatos, ficando só de cueca azul. Do corpo imenso dele, sobressaía uma barrigona que parecia ter uma bola dentro; os peitos dele, acho que eram até maiores que os meus, kkkk. Ele estava todo suado, ofegante, dava pra ver que tava muito excitado, e da cueca dele aparecia um volume pequeno, escondido pela barriga. Em outras circunstâncias, acho que eu teria realizado tudo o que ele queria, porque vocês sabem bem que esse tipo de mastodonte me excita pra caralho, me enlouquece, me faz sentir suja e puta. Mas do jeito que ele fez as coisas, não ajudou em nada.
Eu tava tentando me levantar, mas o Javier, quando percebeu, veio rápido na minha direção, pegou minha cabeça na altura da orelha esquerda e me jogou no chão. Caí com tudo, por sorte não bati a cabeça, mas ainda assim fiquei meio atordoada, as coisas estavam acontecendo muito rápido. Eu tava caída no chão, e a próxima coisa que vi foi o Javier já completamente pelado. Um tapete de pelo preto aparecia debaixo da barriga dele, e dali saía uma piroca pequena. Talvez fosse de tamanho normal, mas pelas proporções do físico dele, a piroca parecia pequena. Ele se jogou em cima de mim, todo o peso dele me esmagava e me sufocava, porque eu tava sem ar. As mãos dele percorriam meu corpo todo, ele tentava me beijar, mas como não conseguia, ficava me beijando e mordendo o pescoço. Enfiou as duas mãos debaixo da minha blusa, apertando e brincando com meus peitos. Eu tentava empurrar ele, mas se de pé eu não conseguia, imagina com ele em cima de mim. Pedia pra ele parar, me deixar em paz, mas ele me ignorava, e dizia que quanto mais eu resistia, mais ele ficava excitado. Tentei dar uns socos nele, mas parecia que ele nem sentia. Eu tava desesperada pra me livrar dele, porque tava mesmo me sufocando. Ele levantou minha blusa até o pescoço e se jogou pra morder meus mamilos e fazer chupões. Comentou que das outras vezes ele se segurava porque meu pai tava por perto, quando ele me convidava pras festas ou no escritório, e tal. que toda vez que me via, queria me comer e agora ia se vingar, já tava cansado de comer a esposa dele pensando que era eu, que dessa vez ia me comer até ficar exausto. Enquanto a boca dele curtia meus peitos, as mãos dele tentavam abaixar minha pijama, mas como eu tava sendo esmagada pelos dois, ela não descia, então depois de algumas tentativas ele resolveu se levantar um pouco, finalmente consegui puxar um ar e pela primeira vez senti o frio do chão. Javier se ajoelhou na altura das minhas pernas, pegou o elástico do meu short e tentou abaixar, meio sem jeito, mas mesmo eu me contorcendo, o short e com ele minha calcinha fio-dental foram descendo, quando chegou na altura das minhas coxas já foi fácil tirar de uma das minhas pernas, rapidamente rasgou minha calcinha também até tirar, eu esperneava e batia nele, mas de novo tudo foi inútil, ele se colocou por cima de mim, deu um jeito de se enfiar entre minhas pernas, por causa do tamanho dele fiquei completamente aberta, de novo levantou minha blusa que já tinha caído, voltou a morder meus mamilos me causando muita dor, parecia que queria arrancá-los, fazia movimentos de trepada mas a barrigona enorme atrapalhava, mesmo assim sentia o pau dele roçando meus lábios da buceta, depois de algumas tentativas se desesperou, apoiou as duas mãos no chão se levantando e eu respirei fundo de novo, mas durou pouco porque com a mão esquerda ele apertou meu pescoço me sufocando, senti meu rosto esquentar, meus olhos começaram a lacrimejar e eu sem conseguir respirar nem falar nada, tentei tirar a mão dele mas quanto mais eu tentava, mais ele apertava meu pescoço, com a outra mão ele guiou o pau dele na entrada da minha buceta e tentava enfiar mas não conseguia, doía, ardia, mas não era nada comparado com o desespero que eu sentia por falta de ar, tava vendo estrelinhas, verdade, tava morrendo de medo, não sabia o que ia acontecer, quando ele soltou meu pescoço, comecei a tossir tentando puxar ar. ar.
Porra, sua puta! – ele gritou – você tá muito seca, não consigo enfiar. Ele se arrastou até sentar no meu peito, jogando todo o peso dele. Senti que ia quebrar minhas costelas, era peso demais. Ele segurou meu cabelo, colocou a mão na minha nuca, se inclinou pra frente, e eu aproveitei pra puxar o ar, mas a folga durou pouco. Ele empurrou minha cabeça pra entreperna dele, a barrigona cobrindo minha cara, o pau batendo nas minhas bochechas. "Engole, puta, você sabe o que tem que fazer. ENGOLE!" Mesmo sem querer, tentei meter na boca. Por sorte, a barriga atrapalhava, e só peguei a ponta. Tinha um gosto bom, dava pra ver que ele tinha acabado de tomar banho. Mesmo o corpo dele suando, o pau ainda tinha um aroma e sabor gostosos. Ele empurrava e puxava minha cabeça, marcando o ritmo do boquete. Eu só tentava não deixar escapar da boca, mas também não estimulava. Minha saliva escorria, sentia descer do queixo pro pescoço. Essa posição tão desconfortável durou pouco, porque em alguns minutos ele me soltou, deixando minha cabeça cair no chão. "Vamos ver se agora entra assim." Ele se levantou, e eu vi o pau dele já tinha crescido. Não era tão comprido, mas era bem grosso e cheio de veias. Ele andou até minhas pernas e se ajoelhou. Eu já tava cansada, não de lutar, mas de tanta sufocação que tinha passado, então não resisti. Javier colocou minhas pernas nos ombros dele. "Que buceta gostosa você tem, puta. Nunca vi ela pelada, só pela sua roupa. Você é linda, sem dúvida uma puta fina. Vou aproveitar muito isso. Parece que você vai cooperar agora, puta. Vai ver que a gente vai se divertir pra caralho... Vou te fazer minha e te engravidar." Com a mão, ele guiou o pau dele pra entrada da minha buceta, ainda seca. Devagar e dolorosamente, ele começou a meter. Soltei uns gemidos porque doía. Não demorou muito pra ele enfiar tudo. Era muito duro, sentia ele pulsar. Ele colocou as mãos na minha cintura pra me segurar e começou a me comer. Em cada estocada, minha buceta doía. Não Ele fazia de forma violenta, mas doía porque eu não estava nada lubrificada. Ele soltou minha cintura e passou as mãos para apertar meus peitos, se segurou forte neles, apoiando o peso dele em cima de mim. As fodas dele pararam de doer... eu estava me lubrificando aos poucos... estava gostoso, eram umas fodas lentas, prazerosas... agora ele já está gemendo de prazer, eu não resistia mais, ele tinha conseguido o objetivo, era dele... a mulher dele... a putinha dele. Eu ainda gritava um pouco porque de vez em quando doía, mas meus gritos ainda eram tipo "por favor, não, não faz isso comigo", e parecia que isso excitava ele ainda mais.
Não cheguei ao orgasmo, mas trocamos de posição porque o Javier parecia cansado. Ele baixou minhas pernas, deixando-as cair no chão, e se deitou sobre mim, sem sair de dentro. A cabeça dele ficou do lado da minha, e no meu ouvido eu ouvia os gemidos dele. O peso dele me sufocava de novo, mas eu tava adorando o movimento do pau dele dentro de mim. Sem perceber, minhas pernas envolveram ele, e meus braços tentavam abraçá-lo sem conseguir cobrir ele inteiro, mesmo assim. Eu continuava pedindo pra ele ficar parado e me deixar, mas meu corpo tava curtindo depois da dor.
Você é muito gostosa, sua puta... é muita mulher, quero te engravidar... Eu não respondia, nem gemia mais, só sentia ele me penetrando sem chegar ao orgasmo e tentava abraçá-lo, como se quisesse me segurar nele, queria mais, o estupro tinha virado paixão. Quero te comer de quatro... levanta... Javier se levantou, eu lentamente me sentei, me sentia sufocada, exausta, não conseguia me recuperar, Javier gentilmente me deu a mão para me levantar, nem percebi quando os chinelos saíram dos meus pés, minhas pernas fraquejavam, não tinha forças, lentamente Javier me ajudou a ficar de pé, só fiquei parada, sem fazer nada, Javier me pegou pela cintura e me encostou na pia, me inclinou para frente enquanto se posicionava atrás de mim, enfiou o pau de novo na minha buceta, segurou minha cintura com as duas mãos e começou a meter e tirar, agora sim mais rápido, sem dúvida queria acabar comigo assim.
Jadeava, dava pra ver que tava sem ar, eu soltava uns gemidinhos baixos porque não queria alertar meus sobrinhos, que por sorte não tinham ido ver. Javier, não sei se bufava ou jadeava, parecia que ia morrer, tamanha a dificuldade pra puxar o ar, ou pelo menos era o que parecia. O pau dele, agora sim, tava me enchendo de prazer, um orgasmo tava chegando... o único que eu teria, pelo visto. Javier cravou os dedos na minha pele, me apertando cada vez mais contra o corpo dele. Eu gemia mais alto, tentando me segurar, e quando comecei a sentir ele enchendo minha buceta de porra, tive um orgasmo gostoso pra caralho, que fez minhas pernas fraquejarem ainda mais, ficando completamente apoiada na borda da pia. Javier ficou parado, se esvaziando, enchendo mais minha buceta... Quando terminou de gozar e saiu de dentro de mim, o esperma escorria pelas minhas pernas e caía no chão. Fiquei uns minutos encostada na pia, e Javier me deu dois tapas fortes na bunda, um em cada nádega. Continua...


Agora sim, vamos ao que interessa. Meu pai sempre se reunia à tarde com o grupinho de amigos dele. Quando eu precisava passar por perto ou pegar alguma coisa onde eles estavam, sentia os olhares safados dos amigos dele. Sentia que todos — e não era mentira — queriam estar dentro de mim. Bom, entre esses amigos estava o Javier. É um senhor já de idade, uns cinquenta anos, acho, porque nem sei direito. Tem quase 1,87m, corpulento, gordo. Acho que ele nem vê a própria rola há muito tempo por causa da barrigona enorme. Moreno claro, o corpo todo cheio de pelo. É casado, muito metido, se acha rico. Ganha bem, mas não é pra tanto. Pessoalmente, não gosto dele. Casado, com duas filhas adolescentes. É só o que sei, não faço ideia do que ele faz na empresa e nem por que se dá tão bem com meu pai, a ponto de saírem direto juntos.Como eu disse, estava em casa, umas 10 da manhã. A gente tinha acabado de tomar café. Meus pais e minha irmã tinham saído pra trabalhar umas três horas antes. Naquele dia, a irmã da minha mãe tinha alguns afazeres. Como eu estava de folga do trabalho, ela me pediu pra cuidar dos filhos dela. Meu primo mais velho tinha ido pro quarto da minha irmã fazer a lição da escola e, com certeza, se perder na TV. O mais novo estava na sala brincando e vendo TV. Eu estava na sala com meu primo menor, me preparando pra levantar, quando o interfone tocou. Era o Javier, o amigo do meu pai. Deixei ele entrar. Enquanto ele subia, liguei a TV. Ele entrou e me cumprimentou. Vestia jeans, uma camisa xadrez azul-marinho, máscara e sapatos de trabalho cáqui. Já eu, ainda estava de pijama. Sempre durmo de lingerie e, quando tô sozinha em casa, fico assim. Mas como meus sobrinhos estavam lá, usei uma blusa larga sem sutiã e um shortinho de lycra curto. Por baixo, só uma calcinha fio dental e pantufas.
Olá Javier, pode entrar — eu o cumprimentei quando o vi entrando. Olá, gostosa, como você está? — Ele se aproximou para me cumprimentar, mas eu recuei e só acenei com a mão. Bem, obrigada. Meu pai não me disse que você viria. Foi algo de última hora, vou pegar uns arquivos no computador dele. Sem problema, pode passar, o escritório é no fundo e o notebook dele está lá, é o vermelho — fechei a porta da entrada e apontei com a mão para o fundo do corredor — vou arrumar aqui, acabamos de tomar café e se não juntar a louça agora, depois vou ter mais preguiça de lavar hahaha. Caminhamos até a mesa enquanto Javier me seguia por trás. E aquele menino? Ah, são meus priminhos, me pediram para cuidar deles, um fazendo lição no quarto da minha irmã, e o outro se chama Carlitos, está ali (apontei para a sala). Enquanto conversávamos, eu levantava os pratos e copos da mesa, com as mãos ocupadas fui para a cozinha e Javier atrás de mim. Você é uma mulher muito gostosa, elegante, sensual… ele disse. Haha obrigada, e isso que estou de pijama e descabelada, hein. Não importa… Deixei a louça na pia e, enquanto fazia isso, Javier me pegou pela cintura e me apertou contra o corpo dele, senti quando ele aproximou a boca do meu ouvido, mas me desviei. O que você está fazendo? Sentindo seu corpo delicioso. Empurrei o peito dele com as mãos para me soltar. Qual é o seu problema? O que você está fazendo? Quero que a gente transa, boneca. Não confunda as coisas, Javier, você é amigo do meu pai e só, mas não tem nada e nem vai ter entre eu e você. Olha como você fala, até parece uma mulher decente e educada, não a puta que adora esquentar paus com essa bunda enorme. Cuidado com o que você diz, vai para o escritório pegar o que veio buscar e se manda, por favor, ou vou contar para o meu pai. Não vim buscar nada, falei isso para você me abrir a porta, vim transar com você, ninguém me mandou fazer nada. Estou repetindo, não confunda as coisas que não têm nada a ver, se manda ou vou chamar a polícia. Não tente se passar por uma dona de casa toda santinha, você é uma puta safada que adora se exibir, não sabia que hoje iam estar seus... Primos aqui, mas hoje vou te fazer minha. Sai, por favor. Você é só uma putinha qualquer, me diz, quanto tem que pagar pra te comer? — Ele puxou a carteira e pegou umas notas com as mãos — Mil... dois mil pesos ou quanto? Me diz, putinha. Sai já ou vou chamar a polícia. Me diz, putinha gostosa, quanto tenho que pagar? Eu ia saindo da cozinha pra chamar a polícia e levar o Javier embora, caminhei até a porta, mas Javier me segurou com força pelo braço. Daqui você não sai até dar pra mim, sua puta maldita, hoje vou rasgar essa sua buceta. Me solta, Javier, você tá me machucando. Javier me puxou mais pra perto dele e tentou me beijar, eu resisti virando o rosto e empurrando ele pra me soltar, mas a força dele e o corpo bruto e pesado tornavam impossível me afastar. A gente se debatia e eu pensei em gritar, mas isso chamaria a atenção do meu sobrinho, o mais velho, e aí seria pior, não queria que ele ficasse traumatizado ou visse aquilo, além disso, como é uma cidade pequena, a casa é afastada das outras, imagino que ninguém ouça. Javier apertava meu braço com força a ponto de machucar, eu me contorcia com todas as minhas forças, mas não era o suficiente pra me livrar dele. Com a outra mão, Javier conseguiu me virar, ficando atrás de mim, e imediatamente uma mão dele entrou por baixo da minha blusa, violentando meus peitos e apertando eles com força, a outra soltou meu braço, mas ele usou a mão e enfiou no short da minha pijama até chegar na minha calcinha fio dental, esfregando bruscamente minha buceta por cima da calcinha, tentando enfiar os dedos, mas por causa dos meus movimentos ele não conseguia. Meus peitos estavam sendo apertados com muita força, soltando um pouco de mim. Javier tentou me beijar de novo, mas eu recusei. Ele tirou as mãos da minha pijama, acho que ficou puto ou se desesperou porque eu não cooperava, só resistia, e de um empurrão me jogou contra a geladeira. Eu escorreguei e bati com muita força nas costas e na nuca contra a geladeira, caindo no chão com uma dor enorme nas costas por causa do impacto. Fiquei sentada no chão, apoiada na geladeira. Javier Enquanto isso, ele tirou a calça, a camisa e os sapatos, ficando só de cueca azul. Do corpo imenso dele, sobressaía uma barrigona que parecia ter uma bola dentro; os peitos dele, acho que eram até maiores que os meus, kkkk. Ele estava todo suado, ofegante, dava pra ver que tava muito excitado, e da cueca dele aparecia um volume pequeno, escondido pela barriga. Em outras circunstâncias, acho que eu teria realizado tudo o que ele queria, porque vocês sabem bem que esse tipo de mastodonte me excita pra caralho, me enlouquece, me faz sentir suja e puta. Mas do jeito que ele fez as coisas, não ajudou em nada.Eu tava tentando me levantar, mas o Javier, quando percebeu, veio rápido na minha direção, pegou minha cabeça na altura da orelha esquerda e me jogou no chão. Caí com tudo, por sorte não bati a cabeça, mas ainda assim fiquei meio atordoada, as coisas estavam acontecendo muito rápido. Eu tava caída no chão, e a próxima coisa que vi foi o Javier já completamente pelado. Um tapete de pelo preto aparecia debaixo da barriga dele, e dali saía uma piroca pequena. Talvez fosse de tamanho normal, mas pelas proporções do físico dele, a piroca parecia pequena. Ele se jogou em cima de mim, todo o peso dele me esmagava e me sufocava, porque eu tava sem ar. As mãos dele percorriam meu corpo todo, ele tentava me beijar, mas como não conseguia, ficava me beijando e mordendo o pescoço. Enfiou as duas mãos debaixo da minha blusa, apertando e brincando com meus peitos. Eu tentava empurrar ele, mas se de pé eu não conseguia, imagina com ele em cima de mim. Pedia pra ele parar, me deixar em paz, mas ele me ignorava, e dizia que quanto mais eu resistia, mais ele ficava excitado. Tentei dar uns socos nele, mas parecia que ele nem sentia. Eu tava desesperada pra me livrar dele, porque tava mesmo me sufocando. Ele levantou minha blusa até o pescoço e se jogou pra morder meus mamilos e fazer chupões. Comentou que das outras vezes ele se segurava porque meu pai tava por perto, quando ele me convidava pras festas ou no escritório, e tal. que toda vez que me via, queria me comer e agora ia se vingar, já tava cansado de comer a esposa dele pensando que era eu, que dessa vez ia me comer até ficar exausto. Enquanto a boca dele curtia meus peitos, as mãos dele tentavam abaixar minha pijama, mas como eu tava sendo esmagada pelos dois, ela não descia, então depois de algumas tentativas ele resolveu se levantar um pouco, finalmente consegui puxar um ar e pela primeira vez senti o frio do chão. Javier se ajoelhou na altura das minhas pernas, pegou o elástico do meu short e tentou abaixar, meio sem jeito, mas mesmo eu me contorcendo, o short e com ele minha calcinha fio-dental foram descendo, quando chegou na altura das minhas coxas já foi fácil tirar de uma das minhas pernas, rapidamente rasgou minha calcinha também até tirar, eu esperneava e batia nele, mas de novo tudo foi inútil, ele se colocou por cima de mim, deu um jeito de se enfiar entre minhas pernas, por causa do tamanho dele fiquei completamente aberta, de novo levantou minha blusa que já tinha caído, voltou a morder meus mamilos me causando muita dor, parecia que queria arrancá-los, fazia movimentos de trepada mas a barrigona enorme atrapalhava, mesmo assim sentia o pau dele roçando meus lábios da buceta, depois de algumas tentativas se desesperou, apoiou as duas mãos no chão se levantando e eu respirei fundo de novo, mas durou pouco porque com a mão esquerda ele apertou meu pescoço me sufocando, senti meu rosto esquentar, meus olhos começaram a lacrimejar e eu sem conseguir respirar nem falar nada, tentei tirar a mão dele mas quanto mais eu tentava, mais ele apertava meu pescoço, com a outra mão ele guiou o pau dele na entrada da minha buceta e tentava enfiar mas não conseguia, doía, ardia, mas não era nada comparado com o desespero que eu sentia por falta de ar, tava vendo estrelinhas, verdade, tava morrendo de medo, não sabia o que ia acontecer, quando ele soltou meu pescoço, comecei a tossir tentando puxar ar. ar.
Porra, sua puta! – ele gritou – você tá muito seca, não consigo enfiar. Ele se arrastou até sentar no meu peito, jogando todo o peso dele. Senti que ia quebrar minhas costelas, era peso demais. Ele segurou meu cabelo, colocou a mão na minha nuca, se inclinou pra frente, e eu aproveitei pra puxar o ar, mas a folga durou pouco. Ele empurrou minha cabeça pra entreperna dele, a barrigona cobrindo minha cara, o pau batendo nas minhas bochechas. "Engole, puta, você sabe o que tem que fazer. ENGOLE!" Mesmo sem querer, tentei meter na boca. Por sorte, a barriga atrapalhava, e só peguei a ponta. Tinha um gosto bom, dava pra ver que ele tinha acabado de tomar banho. Mesmo o corpo dele suando, o pau ainda tinha um aroma e sabor gostosos. Ele empurrava e puxava minha cabeça, marcando o ritmo do boquete. Eu só tentava não deixar escapar da boca, mas também não estimulava. Minha saliva escorria, sentia descer do queixo pro pescoço. Essa posição tão desconfortável durou pouco, porque em alguns minutos ele me soltou, deixando minha cabeça cair no chão. "Vamos ver se agora entra assim." Ele se levantou, e eu vi o pau dele já tinha crescido. Não era tão comprido, mas era bem grosso e cheio de veias. Ele andou até minhas pernas e se ajoelhou. Eu já tava cansada, não de lutar, mas de tanta sufocação que tinha passado, então não resisti. Javier colocou minhas pernas nos ombros dele. "Que buceta gostosa você tem, puta. Nunca vi ela pelada, só pela sua roupa. Você é linda, sem dúvida uma puta fina. Vou aproveitar muito isso. Parece que você vai cooperar agora, puta. Vai ver que a gente vai se divertir pra caralho... Vou te fazer minha e te engravidar." Com a mão, ele guiou o pau dele pra entrada da minha buceta, ainda seca. Devagar e dolorosamente, ele começou a meter. Soltei uns gemidos porque doía. Não demorou muito pra ele enfiar tudo. Era muito duro, sentia ele pulsar. Ele colocou as mãos na minha cintura pra me segurar e começou a me comer. Em cada estocada, minha buceta doía. Não Ele fazia de forma violenta, mas doía porque eu não estava nada lubrificada. Ele soltou minha cintura e passou as mãos para apertar meus peitos, se segurou forte neles, apoiando o peso dele em cima de mim. As fodas dele pararam de doer... eu estava me lubrificando aos poucos... estava gostoso, eram umas fodas lentas, prazerosas... agora ele já está gemendo de prazer, eu não resistia mais, ele tinha conseguido o objetivo, era dele... a mulher dele... a putinha dele. Eu ainda gritava um pouco porque de vez em quando doía, mas meus gritos ainda eram tipo "por favor, não, não faz isso comigo", e parecia que isso excitava ele ainda mais.
Não cheguei ao orgasmo, mas trocamos de posição porque o Javier parecia cansado. Ele baixou minhas pernas, deixando-as cair no chão, e se deitou sobre mim, sem sair de dentro. A cabeça dele ficou do lado da minha, e no meu ouvido eu ouvia os gemidos dele. O peso dele me sufocava de novo, mas eu tava adorando o movimento do pau dele dentro de mim. Sem perceber, minhas pernas envolveram ele, e meus braços tentavam abraçá-lo sem conseguir cobrir ele inteiro, mesmo assim. Eu continuava pedindo pra ele ficar parado e me deixar, mas meu corpo tava curtindo depois da dor.
Você é muito gostosa, sua puta... é muita mulher, quero te engravidar... Eu não respondia, nem gemia mais, só sentia ele me penetrando sem chegar ao orgasmo e tentava abraçá-lo, como se quisesse me segurar nele, queria mais, o estupro tinha virado paixão. Quero te comer de quatro... levanta... Javier se levantou, eu lentamente me sentei, me sentia sufocada, exausta, não conseguia me recuperar, Javier gentilmente me deu a mão para me levantar, nem percebi quando os chinelos saíram dos meus pés, minhas pernas fraquejavam, não tinha forças, lentamente Javier me ajudou a ficar de pé, só fiquei parada, sem fazer nada, Javier me pegou pela cintura e me encostou na pia, me inclinou para frente enquanto se posicionava atrás de mim, enfiou o pau de novo na minha buceta, segurou minha cintura com as duas mãos e começou a meter e tirar, agora sim mais rápido, sem dúvida queria acabar comigo assim.
Jadeava, dava pra ver que tava sem ar, eu soltava uns gemidinhos baixos porque não queria alertar meus sobrinhos, que por sorte não tinham ido ver. Javier, não sei se bufava ou jadeava, parecia que ia morrer, tamanha a dificuldade pra puxar o ar, ou pelo menos era o que parecia. O pau dele, agora sim, tava me enchendo de prazer, um orgasmo tava chegando... o único que eu teria, pelo visto. Javier cravou os dedos na minha pele, me apertando cada vez mais contra o corpo dele. Eu gemia mais alto, tentando me segurar, e quando comecei a sentir ele enchendo minha buceta de porra, tive um orgasmo gostoso pra caralho, que fez minhas pernas fraquejarem ainda mais, ficando completamente apoiada na borda da pia. Javier ficou parado, se esvaziando, enchendo mais minha buceta... Quando terminou de gozar e saiu de dentro de mim, o esperma escorria pelas minhas pernas e caía no chão. Fiquei uns minutos encostada na pia, e Javier me deu dois tapas fortes na bunda, um em cada nádega. Continua...
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