Cornudo em Casa... Dado do Destino... (parte 4)

Cornudo En Casa... Dado Del Destino... (parte 4)Sete dias exatos tinham se passado desde aquela noite de segunda-feira em que Eduardo fechou a porta da frente com aquele clique suave e definitivo, deixando para trás um silêncio que se instalou na casa como uma névoa quente e densa. Sete dias em que Alfredo e Mariana não mencionaram uma única vez a palavra "cuckold", nem Rodrigo, nem Eduardo, nem qualquer outro homem. Não houve regras novas, não houve jogos, não houve humilhações verbais nem olhares carregados de tesão. Só eles dois, como casal, redescobrindo o prazer simples e profundo de estarem juntos sem terceiros, sem o peso de fantasias alheias.

O sexo entre eles tinha mudado de forma quase imperceptível no começo, mas inegável depois. Alfredo sentia isso em cada encontro: o jeito que Mariana se entregava agora sem reservas, como seus gemidos eram mais longos e roucos, como suas unhas cravavam nas costas dele com uma mistura de ternura e fome que ele não lembrava desde os primeiros meses de namoro. Eles transavam todas as noites, às vezes com a luz fraca do entardecer filtrando pelas cortinas entreabertas, outras na escuridão total da meia-noite, quando um acordava o outro com um beijo no pescoço ou uma mão deslizando devagar por baixo do lençol.

Não era só o ato físico; havia uma conexão renovada nos olhares que se sustentavam por longos minutos, nos beijos que começavam suaves e se tornavam profundos e desesperados, nos abraços depois onde ela se aninhava contra o peito dele, sua respiração quente roçando a pele dele, sussurrando "te amo" com uma sinceridade que fazia Alfredo sentir o coração dele batendo em perfeita sincronia com o dela.

Mas no meio dessa intimidade renovada, Alfredo não conseguia evitar as lembranças. Cada vez que entrava devagar nela, sentindo o calor molhado e apertado da buceta dela envolvendo ele como uma luva de veludo quente, os flashes chegavam sem permissão: o som suave dos gemidos de Mariana com Eduardo, o toque imaginado do sêmen alheio escorrendo pelas coxas pálidas e firmes dela, a visão do cu rosado se abrindo pela primeira vez pra outro homem. O gosto dos lábios dela era o mesmo, doce e levemente salgado, mas a mente dele o traía, se perguntando se ela tava pensando naqueles momentos enquanto apertava as paredes internas em volta do pau dele. O cheiro do cabelo dela, aquele aroma de baunilha e algo floral que sempre o acalmava, agora se misturava com lembranças de suor alheio, fazendo cada estocada carinhosa ser um contraste doloroso entre o presente e o passado. Mariana parecia notar esses instantes de distração nele, mas não dizia nada. Em vez disso, puxava ele pra mais perto, beijava o pescoço dele com lábios macios e molhados, passava as unhas nas costas dele deixando marcas vermelhas que ardiam ao toque, e fazia ele gozar com uma intensidade que o deixava tremendo. "Você tá aqui comigo", sussurrava às vezes, a voz rouca de prazer, e Alfredo concordava, mas na mente dele o tesão pulsava como um batimento oculto que não sumia. Foi no final do sétimo dia, uma tarde de quarta-feira, que Mariana decidiu quebrar o silêncio. Alfredo chegou do trabalho com o toque do volante ainda impresso nas palmas suadas, o som do trânsito da cidade zumbindo nos ouvidos, o gosto amargo de um café de máquina na boca. Encontrou ela na cozinha, com um short cinza justo que marcava cada curva das nádegas redondas e firmes, e uma camiseta branca que deixava ver o contorno dos peitos sem sutiã. O sol da tarde entrava pela janela, fazendo brilhar a pele bronzeada dela como se estivesse coberta por um véu de luz dourada. — Amor, vem aqui — disse ela, virando-se pra ele com um sorriso calmo, mas com aquele brilho nos olhos verdes que Alfredo conhecia bem: o que anunciava algo novo, algo que ia surpreender ele. Ele se aproximou, sentindo o calor do corpo dela antes de tocá-la. Ela o abraçou, os peitos pressionando contra o peito dele através do tecido. Fina, os mamilos endurecidos roçando como pontos quentes. O cheiro do perfume dela, baunilha doce com um toque floral, envolveu ele. — Tô pensando — sussurrou ela, os lábios roçando a orelha dele, o toque úmido da respiração mandando um arrepio pela espinha dele —. Em como manter isso que a gente tem vivo. O fogo que acendeu com Rodrigo e Eduardo. Mas sem pressa. Com regras. Com sorte. Ela tirou de uma gaveta um dado preto fosco com números dourados gravados. Colocou na palma de Alfredo, o toque frio do metal contrastando com o calor da pele dele. — Dado do Destino — explicou, a voz baixa e rouca, como se tivesse contando um segredo —. Você joga ele, quando quiser. Cada número corresponde a um desafio que eu tenho escrito numa lista privada. Se você jogar, ele se cumpre. Sem desculpas, sem arrependimentos. Pode nunca jogar, se não quiser. Mas se jogar… o destino decide. Alfredo sentiu o peso do dado na mão, o dourado dos números brilhando sob a luz. O som da própria respiração ficou mais forte nos ouvidos dele. — E o que tem na lista? — perguntou, a voz trêmula, já sentindo a excitação crescer, o toque da rola endurecendo contra a calça. Mariana sorriu, aquele sorriso lento e brincalhão. — Fuck you, exemplos. O nível dois: encontro com um desconhecido. Saio pra um bar, flerto, jantar, beijo se rolar. Nada mais. Nível três: boquete num amigo. Em privado, só oral, sem penetração. — Os olhos dela cravaram nos dele —. Mas se sair um número alto… isso é extremo. E cumpre do mesmo jeito. O silêncio se estendeu. Alfredo sentiu o gosto metálico na boca, a bile subindo. O toque do dado agora queimava a palma dele. — Jogo agora? — perguntou, o coração batendo no peito como um tambor surdo. — Não se não quiser — disse ela, mas a voz tinha aquele tom de desafio —. Você decide, love. Sempre você decide. Alfredo deixou o dado na mesa. O som do impacto foi seco, definitivo. — Dois dias — disse —. Vou pensar por dois dias. Mariana sorriu, se Aproximou-se e o beijou, os lábios macios e úmidos contra os dele, o gosto doce da saliva dela se misturando com o amargo da ansiedade dele. —Beleza. Dois dias. Os dois dias seguintes foram uma tortura sensorial constante. Alfredo levava o dado no bolso da calça pro trabalho, sentindo o toque frio e áspero contra a coxa cada vez que se mexia. O som das notificações do celular era agora um batimento extra no peito: mensagens da Mariana que chegavam em momentos inesperados. "Já jogou, love?" "Pensa no que pode sair…". "Tô molhada só de imaginar". O gosto do café da máquina era mais amargo do que nunca, o cheiro de escritório abafado se misturava com a lembrança do perfume dela. De noite, o sexo com a Mariana era intenso, mas agora com um toque novo: enquanto metia nela, sentindo o toque escorregadio e quente da buceta apertando ele, imaginava o que podia vir. O som dos gemidos dela era o mesmo, mas a mente dele transformava em algo mais putaria. Gozava com violência. No fim do segundo dia, uma sexta à noite, Alfredo não aguentou mais. O jantar tinha sido simples: macarrão com molho, o som do garfo raspando no prato, o gosto salgado dos tomates. Mariana olhou pra ele do outro lado da mesa, os olhos verdes brilhando sob a luz da cozinha. —Joga —ela disse, a voz baixa. Alfredo pegou o dado. Apertou na palma até o dourado dos números cravar na pele. Jogou. O dado rolou pela mesa, batendo num copo, girando três vezes antes de parar. Cinco. Mariana mordeu o lábio inferior. Os olhos dela brilharam. —Extremo —ela disse—. Realizar a fantasia sexual de um amigo em comum. Ele escolhe. Eu obedeço. Sem limites. Sem arrependimentos. Alfredo sentiu o ar escapando dos pulmões. O toque do dado ainda quente na mão. O som do próprio coração batendo nos ouvidos. —Quando? —perguntou, a voz rouca. —Ainda não sei —ela respondeu—. O dado só disse o quê. O quando decide é o destino. Ou nós. Ou ele. Mas vai ser logo. Muito logo. Alfredo engoliu seco. O tato do papel quando Mariana mostrou a lista privada (só o número 5, sem detalhes). O som do papel estalando no silêncio da cozinha. —Não fala nada pra ninguém —sussurrou ela—. Ninguém sabe. Ninguém pode saber. Só você e eu. O fim de semana chegou com um calor infernal que grudava a roupa na pele. O clube tava lotado desde as nove: luzes estroboscópicas azuis e vermelhas piscando, grave eletrônico batendo no peito que nem um segundo coração, cheiro de suor, álcool e perfume vagabundo misturado com vapor de cigarro eletrônico. Alfredo e Mariana chegaram com os quatro amigos. Pablo, sempre simpático, abraçou Mariana com um beijo na bochecha que durou um segundo a mais. Victor, o gostoso, deu um abraço forte, as mãos descendo perigosamente perto da borda do short branco que mal cobria a bunda redonda e firme dela. Martin cumprimentou com um gesto tímido. Oscar chegou por último, com aquele sorriso babão que Alfredo odiava, os olhos grudados na raba de Mariana que balançava ao andar. —Tá com uma cara boa hoje, Mari —disse Oscar, a voz pastosa por causa do primeiro gole—. Essa buceta aí parece que tá pedindo guerra. Mariana riu, virou um pouco pra ele ver melhor o short justo marcando cada curva, e olhou pra Alfredo com cumplicidade. —Valeu, Oscar. Sentaram numa mesa alta perto do bar. O som da música era ensurdecedor, o grave batendo no peito de Alfredo que nem um martelo. Pediram bebidas. Mariana sentou, cruzando as pernas de um jeito que o short subia mais um pouco, deixando ver a borda da calcinha fio dental preta. Victor e Pablo conversavam com Martin, mas os olhos de todos voltavam uma hora ou outra pra ela. Depois do segundo gole, Oscar se inclinou pra Mariana. —Vamos dançar? —perguntou. Mariana sempre tinha recusado. A fama de Oscar de tarado era conhecida: mãos compridas, olhares babões, comentários pesados. tom. Mas naquela noite, ela olhou pro Alfredo por um segundo, sorriu de leve, e se levantou. —Claro —disse ela—. Vamos. Alfredo viu os dois se afastando em direção à pista. O som da música ficou mais intenso, o baixo vibrando no peito dele. Mariana se mexia com uma graça, o shortinho justo marcando cada movimento do quadril, a bunda redonda e firme quicando de leve no ritmo. Óscar colou nela, as mãos na cintura, descendo devagar até roçar a beirada da bunda. Ela não se afastou. Pelo contrário, virou, colocou as mãos no pescoço dele, e se apertou mais, os peitos pressionando contra o peito dele. Alfredo sentiu a própria mão apertando o copo até os nós dos dedos ficarem brancos. O gosto amargo da bebida na boca. O som da música abafando a respiração acelerada dele. A dança durou várias músicas. Óscar se arriscou mais: as mãos nos quadris, roçadas na bunda, um beijo no pescoço que fez Mariana fechar os olhos por um segundo. Ela olhou pro Alfredo da pista, um sorrisinho cruel nos lábios. Quando voltaram pra mesa, Mariana sentou do lado do Alfredo, a perna dela roçando a dele. O cheiro do perfume misturado com o suor da dança e mais alguma coisa: o cheiro de homem do Óscar. —Tá quente aqui —disse ela, a voz baixa—. Vamos pra casa? O Óscar vem com a gente. Alfredo sentiu o mundo parar. O toque da mão dele na perna dela tava trêmulo. —O quê? —perguntou, a voz quase inaudível por cima da música. Mariana se inclinou pra ele, os lábios roçando a orelha dele. —O destino decidiu, love. O Óscar é o escolhido. Vamos. Óscar sorriu do outro lado da mesa. —Não trouxe carro —disse, dando de ombros—. Alfredo, cê leva a gente? Você dirige. Alfredo concordou sem pensar. O toque do volante do carro do Óscar era estranho, áspero, quente. Mariana sentou no banco de trás com o Óscar. Alfredo viu os dois pelo retrovisor: as mãos do Óscar nos muslos dela, beijos no pescoço, os dedos dele deslizando por baixo da curto. O som dos gemidos, o toque do volante escorregadio pelo suor das palmas. Chegaram. Entraram na casa, Alfredo na frente, indo pro quarto. —Você fica aqui, Alfredo —disse Oscar, com uma voz autoritária, apontando pra porta do quarto. Oscar olhou pra ela com fome. —Minha fantasia —disse, a voz trêmula de tesão—. Quero que você seja uma puta suja. Quero te comer o cu sem lubrificante. Você vai seguir minhas ordens, puta. Mariana engoliu seco. O gosto amargo da antecipação na boca. —Faz —sussurrou. Oscar girou ela de repente, encostou na parede, abriu as nádegas dela com as duas mãos. Revelando o cu rosado, apertado. Cuspiu direto nele. O som molhado ecoou no quarto. Ela ofegou. —Diz que é minha puta barata —ordenou. —Sou sua puta barata —gritou ela. Oscar empurrou. A ponta entrou com resistência. Mariana soltou um gemido longo, dolorido. A sensação ardente do estiramento, a dor queimando subindo pela espinha. Oscar empurrou mais, grunhindo. —Mais forte —disse ela, entre os dentes—. Me faz sofrer. Ele empurrou até o fundo. O cu de Mariana se abriu em volta da piroca grossa, a pele rosada esticada até o limite. O som de carne contra carne molhada encheu o quarto. Tapa. Tapa. Tapa. Cada estocada fazia as nádegas de Mariana balançarem, a pele branca avermelhando a cada impacto. —Repete: sou uma puta suja que deixa comer o cu por um tarado enquanto o corno assiste. —Sou uma puta suja… que deixa comer o cu por um tarado… enquanto meu corno assiste —repetiu ela, a voz entrecortada pelos gemidos. Alfredo via tudo pela porta aberta. Com o pau duro na calça. O som dos gemidos de Mariana chegando até ele. Sentindo prazer, ciúme e dor por vê-la degradada, humilhada, suja. Oscar girou ela, colocou de joelhos no chão sujo do quarto. A sensação fria e grudenta sob os joelhos. —Abre a boca, puta —ordenou. Oscar cuspiu na boca aberta dela. O gosto salgado e quente. Ela engoliu. Gemendo. Enfiou o pau, fodendo a garganta dela. Ela soltava ânsias barulhentas. Saliva escorrendo pelo queixo, caindo nos peitos dela. O som molhado da garganta lutando. — Limpa meu pau com a boca, puta — ele rosnou. Mariana lambeu e engoliu, o gosto amargo e salgado enchendo a boca dela. Óscar levantou ela, colocou contra a cama. Abriu as pernas dela. Viu a buceta rosada, molhada, pulsando. Entrou de uma vez na buceta, metendo forte. O som de pele batendo em pele. Os peitos quicando, os bicos duros roçando o lençol áspero. — Sempre soube que você era uma puta — ele disse, sorrindo. — Se sou, agora sou sua puta — ela disse, gemendo. Óscar gozou dentro da buceta dela, esporrando fundo. O esperma quente enchendo ela. Depois saiu, virou ela e gozou o resto na cara dela. Esperma grosso, branco, escorrendo pelas bochechas, lábios, queixo, caindo nos peitos. O gosto salgado nos lábios dela. A textura pegajosa na pele. — Limpa com a língua — ele ordenou. Mariana lambeu os próprios dedos, o esperma dos outros, o sabor amargo e grosso. Óscar pegou o celular, tirou fotos. Vista de Mariana de joelhos, a cara e os peitos cobertos de esperma, a bunda vermelha, a buceta aberta escorrendo. — Pra minha coleção pessoal — ele disse —. E pra lembrar você que é uma puta. Mariana se levantou, tremendo. A sensação do esperma escorrendo pelas coxas dela. O som da respiração ofegante dela. O cheiro de sexo cru no quarto. Ela saiu. Alfredo esperava ela. Abraçou ela em silêncio. Sem falar. No sofá, Alfredo limpou ela com carinho. O toque da toalha macia na pele pegajosa dela. O gosto dos beijos dele, ainda com restos de esperma dos outros. Ele penetrou ela devagar, sentindo a buceta quente e cheia. Gozaram juntos, abraçados. — Te amo — ela sussurrou. — Te amo — ele respondeu. O dado continuava na mesinha. Esperando o próximo lance.

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