






E já chamei dois dos meus amigos, e meu primo Franco - você conhece ele bem - e se você percebeu, ele tem igual ou melhor que a minha, e isso você vai adorar. Eles estarão aqui em uma hora, e nós quatro vamos te dar ao mesmo tempo, minha putinha.









Fiquei sem palavras, não conseguia acreditar no que estava ouvindo. Héctor tinha me oferecido aos amigos dele e ao meu próprio enteado adolescente para que me comessem e abusassem de mim à vontade. Então comecei a sentir um calor por dentro, era uma mistura de excitação e luxúria; Héctor já tinha decidido me transformar na putinha dele com todas as consequências, e o próximo passo lógico era me oferecer a outros homens, nesse caso aos amigos dele e ao meu enteado, que era o primo mais velho dele. E ter quatro paus jovens e fortes só para mim não era uma ideia tão desagradável. Mas fiquei assustada, pois nunca tinha imaginado que meu jovem amante, o sobrinho do meu marido Pablo, me oferecesse como uma puta para mais de um homem ao mesmo tempo.

Héctor – Bom, agora você vai se vestir como uma boa puta, que é o que você é comigo. Ele me levou até o quarto, abriu o guarda-roupa e, jogando algumas peças de roupa para mim, me ordenou que as vestisse. Se ele não gostasse de como ficava em mim, me xingava, me batia com um cinto que tinha na mão e me dava outro conjunto. Ele também me fez desfilar para ele como uma putinha pessoal que ele tinha à disposição, até que algo agradou a ele: foi o mesmo vestido vermelho com o qual tirei a virgindade dele. E quem o visse agora me dominando, com metade da minha idade, e eu como sua putinha estúpida, obedecendo tudo o que ele mandava, escondida do meu marido Pablo enquanto ele saía para trabalhar, e do meu filho Valentin na escola, que nunca imaginaria que sua querida mãe é uma puta de jovens dotados.
Héctor - salto alto, traz os mais altos que você tiver, puta. Corri e escolhi meus saltos mais altos, ele olhou com nojo e escolheu uns de má vontade



Héctor - vista-se e desça imediatamente e nem pense em colocar cueca, quero você pelado, entendeu, putinha? Enquanto ia embora, me deu um tapa tão forte que a mão dele ficou marcada na minha bunda.


Me vesti como ele mandou, e logo apareci na sala para que ele desse seu aval, sentado no sofá; me sentia suja por dentro, totalmente vexada e humilhada, mas ao mesmo tempo em êxtase, então meu corpo estava constantemente excitado pelo que eu imaginava que ia acontecer com aqueles quatro adolescentes, já que não podia dizer não, Héctor já exercia um controle tão grande sobre mim que eu não conseguia fazer nada além de obedecer tudo que ele ordenava. Enquanto ele se aproximava de mim, enfiando a mão por baixo do vestido, e disse: muito bem, você me obedeceu, minha putinha, enquanto começava a esfregar meu clitóris com uma velocidade nos dedos até me fazer ter um orgasmo, enquanto minhas pernas ficavam fracas de tanta excitação que ele me causava com a mão, ele me olhava nos olhos e dizia que eu estava muito linda e começamos a nos beijar.





Héctor - Você tá uma gostosa, Lourdes, melhor que qualquer uma daquelas putas de qualquer bordel vip do mundo. Dava pra ver que ele tava muito excitado enquanto levantava meu vestido até a cintura, abria minhas nádegas com as duas mãos e beijava meu pescoço.

Naquele momento em que estávamos nos apalpando, a campainha tocou umas três vezes e ele me disse para ajeitar o vestido enquanto ele se acomodava numa poltrona. E me disse com uma voz de comando que fosse abrir a porta e receber os amigos dele. Eram dois, e meu enteado Franco. Ao abrir a porta de entrada da minha casa, os dois jovens parados um ao lado do outro eram muito gostosos, enquanto meu enteado Franco, encostado na parede, me olhavam de cima a baixo como se estivessem fazendo um raio-X de todo meu corpo. Como o sobrinho do meu marido, Pablo Héctor, tinha me dito, já que os amigos dele queriam me conhecer pessoalmente, pois Héctor tinha mostrado uns vídeos e fotos minhas me masturbando e transando com ele, e fotos que eu mandava quando ele passava os fins de semana com meu marido e eu desejava o pau dele enquanto mandava fotos e vídeos escondida da minha família. Eu esperava que os dias passassem rápido para que fosse segunda-feira e eu pudesse ver meu amante dotado, já que o pau pequeno do meu marido Pablo não me satisfazia na cama como eu desejava que me comessem e me tratassem como uma puta. Ao ver aqueles dois adolescentes gostosos e fortes, meu enteado Franco se colocou na frente dos dois. Enquanto os jovens, quando me viram vestida daquela forma, ficaram alucinados me olhando, com luxúria nos olhos e quase babando com a visão das minhas pernas e meu escote espetacular que marcava meus mamilos duros no vestido. Eu os cumprimentei com dois beijos em cada bochecha, um para cada, aproximando meus lábios dos deles, colando meus peitos nos corpos deles. Eles devem ter ficado excitados os três naquele momento, me vendo agir como uma puta para eles. Meu enteado Franco avançou para mim, pegando minha mão e me levando à força para a sala, onde seu primo Héctor estava esperando sentado numa poltrona de uma pessoa só.
Franco diz aos amigos do Héctor que fiquem à vontade, já que é a casa do próprio pai deles. Os dois jovens se entreolharam sem entender nada do que estava acontecendo naquele momento. Franco — Já podem se sentar no sofá, meninos, e fiquem à vontade como se fosse na casa de vocês, já que essa putinha que vocês veem aqui é a mulher do meu pai e mãe do meu irmãozinho Valentin. Ou não é assim, putinha? Pelo que fiquei sabendo por terceiros, você é uma putinha infiel na própria casa do meu pai, Pablo. Agora você vai me obedecer em tudo que eu mandar, entendeu? Lourdes — Sim, querido, não conta nada pro seu pai, por favor. Colocando-se atrás de mim, meu enteado Franco começou a levantar meu vestido até minha cintura, enquanto o filho do meu marido Pablo, atrás de mim, começou a enfiar os dedos na minha buceta molhada pela punheta no clitóris que o primo dele, Héctor, me deu alguns segundos antes deles tocarem a campainha da minha casa. Meu enteado Franco sussurrou no meu ouvido, só pra eu ouvir: Franco — Por que você não me chamou antes, mãe? Quando o primo Héctor estava te comendo, você ia se divertir muito com nós dois. E olha agora, com quatro paus jovens, e você não imagina como vamos arrebentar esse seu rabo por ser tão putinha, mãe. Enquanto meu enteado Franco estava esfregando meu clitóris com uma mão, ele parado atrás de mim me apoiando, eu sentia o pau dele começando a endurecer dentro da calça contra minha bunda, e com a outra mão ele apertava um dos meus peitos. Isso me deixava a mil. Ele me virou pra ele, me pegou pelo pescoço e me empurrou pro sofá, me sentando no meio dos dois amigos do Héctor. E no outro sofá ao lado, olhando de frente, estava o sobrinho do meu marido Pablo, Héctor. Ele via como Franco começou a me maltratar e me humilhar na frente deles. Os dois garotos, amigos do sobrinho do meu marido Pablo, começaram a falar enquanto não paravam de me despir com o olhar, com toda a cara do mundo. Eu me sentia quente, muito quente, com esses adolescentes babando. e desejando me foder, e Héctor curtindo me ver sofrendo com as humilhações que o primo dele, Franco, fazia comigo.


Héctor – Vocês estão gostando da minha putinha? Ela estava falando da poltrona da frente. É minha tia e madrastra do Franco, meu primo. Enquanto meu enteado Franco estava parado na minha frente me olhando com o vestido na cintura, os peitos à mostra, e disse aos dois jovens: "Tão gostando do que estão vendo, rapazes? Da putinha da minha madrastra" enquanto se aproximou de mim levantando meu rosto. Franco me deu um tapa forte no rosto e me disse para obedecer tudo o que eles pedissem.






Amigos 1 - Tá gostosa pra caralho a sua madrasta, mano. Respondeu um deles, passando o braço pelos meus ombros. Héctor - Quando eu falei que vocês vinham, Lourdes ficou toda excitada, a putinha safada, e se vestiu assim pra receber vocês, amigos. Ela me disse que queria ficar bem sexy e provocante pra vocês. O que acham, minha tia tá gostosa ou não? Héctor estava falando e rindo do sofá da frente, enquanto meu enteado Franco dava tapas nos meus peitos.



Héctor estava usando uma série de mentiras bem óbvias, mas que serviam para esquentar ainda mais o clima. Um deles colocou a mão na minha coxa para ver minha reação. Amigo 2 – Sua tia está tensa, acho que ela tá nervosa.
Héctor – Ela gosta mais que chamem ela de puta e que a tratem assim como o Franco tá fazendo, talvez ela precise que vocês se animem um pouco, por que não chupam os peitos dela? Isso sempre a deixa com tesão, ou não, Primô?
E o que estava à minha direita começou a massageá-los com as mãos, apertando meus mamilos, e eu comecei a liberar um pouco de gozo, enquanto o da minha esquerda meteu a mão na minha buceta, começando a me masturbar, e me disse para tirar o vestido para poder apreciar meu corpo pelado.


Franco – A puta da minha madrastra adora ser submissa e ouvir putaria. Olha só, ela já tá toda molhada, então podem aproveitar sem pressa, porque meu velho tá na empresa e meu irmãozinho ainda tá na escola até meio-dia. Temos tempo, já que são só 8 da manhã. Vamos fazer a puta da minha madrastra ter o melhor dia da vida dela, entenderam, rapaziada? Héctor – Claro que sim, primo! Viram, amigos? Eu disse que ela era uma puta. E ela já deve estar com o maior tesão, a vadia, porque já deve estar imaginando que vamos meter em todos os buracos dela até arrebentar, né?
Amigo 1 – Do jeito que ela merece, porque essa magrinha tá uma delícia – disse o que estava no sofá, me encarando e me oferecendo os peitos.





Levantando-se e colocando-se na minha frente, ao lado do meu enteado Franco, eu estava olhando para o Héctor enquanto ele curtia ver outro me aproveitando graças a ele; meu enteado disse: "Meu velho tem uma puta pra foder", eu nem prestei atenção, por causa das coisas que os amigos do Héctor estavam fazendo comigo. "Eu tô falando com você", ele disse, me agarrando pelo pescoço enquanto me enforcava e me deu dois tapas na cara. Ele era muito agressivo assim mesmo. (Por isso eu tinha parado de vê-lo e também porque meu marido estava começando a perceber que o enteado dele me comia quando ele dormia. Meu enteado Franco entrava no nosso quarto de madrugada, já que nessa época ele estava morando com a gente porque estava reformando o apartamento dele, e ele me acordava chupando minha buceta enquanto o próprio pai dele dormia ao lado... bem, isso é outra história.) Lourdes - Acho que sim, amor, embaixo da geladeira deve ter. Meu enteado Franco foi até a cozinha buscar cerveja, enquanto o amigo do Héctor, que estava ao lado do meu enteado, começou a abaixar o zíper da calça e tirou o pau de 18 centímetros. Já estava bem grande, maior que o do meu marido Pablo, para ser um adolescente até que muito bom. Não sei o que estão dando de comer pra essas novas gerações, mas não parem de fazer isso. Ele aproximou o pau da minha boca e me ordenou que chupasse, enquanto começava a segurar meu cabelo e me penetrava na boca, fazendo um deep throat. Enquanto isso, vi que Héctor também se levantou e se aproximou da gente, me disse enquanto também se despia na minha frente: Héctor - Já ouviu o que ele te disse, seja uma putinha direita e chupa ele.



O amigo do Héctor me fazia engasgar com o pau dele na minha boca, enquanto meu corpo já era apalpado e minhas tetas eram chupadas pelos outros caras sentados ao meu lado. O Héctor também tirou o pau dele pra fora enquanto me dava tapas na cara com ele. Naquele momento, meu enteado Franco voltou da cozinha com uma lata de cerveja na mão, deixou na mesa e viu como eu engolia um pau e outro batia na minha cara. Ele veio até nós, empurrando com as mãos o amigo jovem do Héctor e o próprio Héctor. Meu enteado Franco me levantou pelo pescoço, me pôs em pé fazendo meu vestido cair no chão, e me jogou no ombro dele como se eu fosse um saco de cimento. Ele já estava me levando, subindo as escadas, enquanto os dois jovens e o Héctor me davam tapas e levantavam minha cara pra que eu visse eles três, todos juntos, rindo e fazendo piadas entre si. Tipo: "Eu, que gostosa é sua tia! Como o corno do seu tio conseguiu pegar essa gostosa com grana, amigo?" — dizendo pro Héctor — "Por isso essa vadia viaja pra todo lado. O que será que ela sabe fazer quando viaja sozinha, se o pau pequeno do meu tio não faz nada por ela? Por isso ela procura paus jovens que deem prazer. O que você acha?" — rindo. Eu só ouvia como zoavam do meu marido, o Pablo. Nos ombros do meu enteado, já estávamos chegando no meu quarto. Meu enteado Franco abriu a porta com um chute e me jogou em cima da minha cama de casal. E como piranhas, os três mais jovens que meu enteado Franco começaram a me apalpar e a subir em cima de mim. Quando me recuperei da situação de levar tapas na cara daqueles três, depois que meu enteado Franco me jogou na cama, fiquei de bruços, me sentei e levantei o olhar. Já na minha cama, os quatro corpos jovens nus na minha frente, com seus paus grandes e já eretos, eu comecei a ficar excitada e gemei de prazer. O Héctor se aproximou, pegou meu rosto com as mãos e me beijou com paixão na boca para que os outros vissem bem. E depois, meu enteado Franco me pegou pelos cabelos e me arrastou. da cama para o chão para que eu me ajoelhasse na frente dos quartos, cada um deles me batia com seus paus na cara e eu comecei a chupar cada um, um por vez, até conseguir enfiar dois paus juntos na boca. Amigo 2 – Queria ter uma tia tão puta e tarada como a sua, eu comeria ela o dia todo.
Amigo 1–Sim, eu também, e ela é tão puta que adora quando a gente fode ela. Héctor – Bom, não se preocupem, minha puta se ofereceu pra ser a puta de vocês também, quando quiserem comer ela é só me avisar e ela vai abrir as pernas pra todos nós, né, puta?
O sobrinho do meu marido, Pablo, o Héctor, me segurando pelo rosto pra que eu visse ele e os amigos dele se masturbando na minha frente.


Eu concordei entre gemidos. Os comentários do Héctor os deixavam ainda mais excitados, e não vejo a hora de te encher de porra, sua vagabunda da bunda, ou coisas muito mais pesadas, até me chamavam de vagabunda, putinha ou vadia, para me humilhar mais, e puxavam meus cabelos, esticavam meus mamilos, davam tapas nos meus peitos, no meu rosto, abriam minha boca com a mão... já era uma mistura de violência contra mim. Quando chupei todos juntos muitas vezes e me levantaram pelos cabelos, acho que foi meu enteado, porque ele adorava me maltratar, e mais ainda depois que descobriu que eu era uma putaaaa do próprio primo dele. Ele me jogou na cama de novo, e todos se colocaram ao meu redor. Um deles deitou em cima de mim e me penetrou de uma só vez na minha buceta, enquanto os outros apertavam meus peitos e se aproximavam com seus paus na minha boca para que eu os chupasse; o que estava me penetrando estava tão excitado que durou muito pouco e gozou imediatamente dentro da minha vagina, e imediatamente outro ocupou o lugar dele. Mas logo ele decidiu mudar de posição, deitou de costas e eu subi em cima dele, enfiando o pau dele na minha buceta melada de porra, outro se posicionou atrás de mim e me penetrou no cu de uma só investida, já que minha bunda estava aberta de tanto transar com o Héctor e também de enfiar um desodorante no meu ânus, já estava com o cu muito aberto, e assim começaram a fazer minha primeira dupla penetração do dia. Eu me sentia nas nuvens de tanto receber investidas daqueles paus.



E então os dois que faltavam enfiaram na minha boca, me dando a tão esperada penetração quádrupla, com todos os meus buracos cheios de paus jovens e sendo usada por todos os meus buracos, e juro que por um momento quase desmaiei de prazer. E eles também, claro, e adoravam me xingar e fazer comentários sobre meu marido, que devíamos deixar ele ver como estavam me comendo para ele aprender, e coisas assim.







Ficamos assim por um tempão. Quando um gozava, descansava e seu lugar era ocupado por outro; eles sempre rodavam, de modo que em nenhum momento paravam de me foder, mas eu já estava começando a doer por todo o corpo. Eles decidiram fazer uma pausa para fumar e tomar umas cervejas da cozinha, enquanto eu ficava deitada, gemendo de dor e me recuperando da surra de rola que estavam me dando, com o sêmen escorrendo dos meus dois buracos que já estavam bem irritados, meu corpo brilhando de saliva e porra de adolescente. Um deles entrou de novo no meu quarto e me viu jogada na cama de bruços com o cu arrombado cheio de porra, meu corpo todo, eu já estava meio adormecida. Amigo 2 - que putinha safada, que gostosa, você é só uma cachorra no cio de tão gostosa que está, vou continuar te comendo.


Enquanto eu meio adormecida sorrio para ela, Lourdes pergunta: "Tá gostando da brincadeira?" Ela se aproximou e começou a derramar a cerveja dela nas minhas costas e na minha bunda.
Amigo 2 - Vamos vir aqui muitas vezes pra te comer, igual uma puta no cio que nem você é. Dizendo isso, ele derramou cerveja no pau pra ela beber o que escorresse, mas mais caiu na minha cara.












Todos voltaram e continuaram me comendo, com força, me fazendo gritar de prazer e dor, até que não aguentaram mais. Cada um tinha gozado duas, três vezes no meu corpo, e eu tinha perdido a conta de quantas vezes eu também tinha gozado. Estávamos todos exaustos, suando e ofegantes, meu corpo estava cheio de porra, por dentro e por fora, e eu estava toda dolorida. Eles se levantaram e foram pegar mais cervejas, me trouxeram uma e, como eu não aceitei, me obrigaram a beber com eles. Eu implorei dizendo que precisava ir ao banheiro um instante. Quando eu estava saindo do quarto, meu enteado Franco me agarrou: Franco - Vai mijar? Pra que ir até o banheiro? Faz aqui, putinha.























De repente, todos se animaram e começaram a me dizer, enquanto me enforcavam e me batiam com as mãos, e também me chutavam na bunda para que eu urinasse ali mesmo no chão. Me agachei, fiquei de cócoras e comecei a soltar meu jato de mijo. Enquanto eles me olhavam fascinados e luxuriosos, e principalmente o Héctor me vendo totalmente humilhada, eu soltava meu jato de urina no chão, respingando nos meus pés com meu próprio xixi e escorrendo pelas minhas pernas. Então um deles se aproximou, disse que me vendo urinar e pelas cervejas que tinha bebido, também tinha entrado vontade nele, e começou a mijar na minha cara e entre meus peitos. Soltei um grito, mas os outros vieram correndo e todos também começaram a mijar em cima de mim. Eu apenas abaixava o rosto enquanto chorava de vergonha por ter chegado tão longe em me submeter assim àqueles adolescentes. Eles começaram a gritar para que eu abrisse a boca. Abri e recebi a urina deles na minha boca e por todo meu corpo. Comecei a ter ânsia de vômito do nojo, mas aguentei. Quando terminaram, me deixaram encharcada e escorrendo pelo corpo, jogada numa poça de urina. Não queria nem me mexer. Eles foram se lavando e se vestindo aos poucos, e quando estavam prontos me disseram que tinha sido um prazer usar uma vagabunda como eu, agradeceram ao Héctor e ao Franco, e foram embora, os dois amigos do meu enteado e do meu sobrinho por parte do meu marido Pablo. Héctor — Você fez um ótimo trabalho, putinha. Gostou? Lourdes — Adorei — disse por obrigação para ele.














Lambendo os restos de sêmen e urina numa mistura amarga dos meus lábios, Héctor pegou seu celular e tirou uma foto de mim naquela poça de urina e meu corpo todo coberto de porra. Franco — me vendo ser humilhada por Héctor — me levantou do chão pelo pescoço e disse: "Agora é a última e vai ser a melhor parte da sua manhã". Pegando meu celular que estava num móvel, ele viu a hora e ainda faltava uma hora para o meio-dia. Enquanto seu primo Héctor tirava fotos de como eu estava, meu enteado Franco me arrastou pelos cabelos, de joelhos, até o quarto do meu filho Valentin, seu meio-irmão, e gritou para Héctor, que estava se matando de rir com as fotos que estava mandando para os amigos que tinham acabado de ir embora. Héctor correu ao ver que seu primo mais velho queria ele.








Héctor - E aí, mano, falando com o Franco, em que posso te ajudar? Franco - Vamos fazer um duplo anal na nossa putinha no quarto do filho querido dela. Topa quebrar esse cu dela dando um tapa forte na bunda enquanto ela tá deitada nas suas pernas?


Lourdes - não, por favor, vai doer muito, os seus paus são muito grandes, e enquanto eu me mexia para escapar dos dois, Héctor deitou de costas na cama do meu filho Valentin e meu enteado Franco me disse para subir em cima do seu primo Héctor. Eu obedeci imediatamente por medo de que meu enteado Franco fizesse algo ruim comigo, porque ele era capaz de tudo. Ao montar em cima de Héctor, com seu pau na mão, ele imediatamente penetrou meu cu de uma só vez. Meus olhos se abriram quando senti também o pau do meu enteado Franco tentando entrar ao mesmo tempo que o outro pau. Duas vezes foi a tentativa até que a cabeça do pau do meu enteado Franco entrou e ele começou a se mover. Eu sentia minha bunda se alargando. O sobrinho do meu marido Pablo, Héctor, estava quieto sem se mover, mas tinha seu pau todo dentro da minha bunda, enquanto meu enteado Franco começou a se mover mais e mais rápido, ajudando com a mão para que seu pau não saísse da minha bunda. Entrava e saía pelo meu ânus apertado por aqueles paus enormes, cada vez mais forte. Meu enteado Franco começou a me enfiar com mais força enquanto me agarrava pelos cabelos, puxando minha cabeça para trás. Eu gritava e gritava para que parassem de me comer, quando comecei a desmaiar. Já tinha desmaiado de tanta dor que sentia ao sentir meu ânus se abrindo mais e cada vez mais. Quando voltei a mim, abrindo os olhos, não entendia nada do que tinha acontecido. Já não estava mais no quarto do meu filho Valentin.









eu estava no meu quarto de bruços, nua, com a bunda cheia de porra e sangue escorrendo pelas minhas pernas. os dois já não estavam mais ali. não sei quanto tempo me estupraram na bunda, fazendo um duplo anal, já que eu tinha desmaiado durante o processo. a dor que eu sentia na bunda por causa do duplo anal que fizeram durante toda aquela hora em que eu estava inconsciente, pelo meu enteado Franco e pelo Héctor, sobrinho do meu marido Pablo.


Ao ver as horas no meu celular, que também estava na cama, me sentei na beirada da cama como pude, porque minha bunda estava doendo muito. Ao levantar, doía ao caminhar e também ao me mexer. Vi que eram meio-dia. Fui até o banheiro e, ao entrar no chuveiro, comecei a chorar sozinha por ter chegado a esse ponto, por ser uma puta infiel com os dois jovens bem dotados da família do meu querido marido.
Ao entrar no WhatsApp enquanto me ensaboava na banheira, vi que tinha várias mensagens do Héctor.
Héctor - como está minha putinha com esse rabo arrombado e o que você vai dizer pro tio Pablo. Sobre o que aconteceu com você na Booty, porque não acho que feche até a tarde, rindo

Eu não respondia, deixava ele no vácuo nas mensagens, mas ele me mandava cada vez mais imagens minhas sendo usada por eles.




No final, ele me mandou um vídeo que o Franco fez quando eu já estava inconsciente, mostrando como eles me abriam o cú com aqueles dois paus. E se eu não respondesse às mensagens dele, ele ia postar nas redes sociais as fotos e os vídeos meus sendo estuprada por eles. O Héctor me ameaçava o tempo todo, eu já não queria saber mais nada deles, até que acabei virando a putinha deles de novo. Minha casa virou um bordel quando meu marido Pablo e meu filho Valentin não estavam. Meus amantes dotados vinham me foder com vários amigos deles, já que o Héctor me ameaçava mostrando os vídeos e as fotos com paus grandes de jovens me comendo em grupo, como uma verdadeira vagabunda, pro meu marido Pablo.



















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