A novinha (1)

Carlos tem 42 anos, uma esposa gostosa e um filho de 12 anos. A vida sexual com a esposa já estava meio desgastada com o passar dos anos, e nas poucas vezes que transavam, ele sempre ficava insatisfeito — queria mais, e ela não.

No trabalho, ele costumava fazer negócios por baixo dos panos com Daniel, um ex-colega e amigo, e por segurança eles se encontravam fora do horário de expediente. Nessas atividades, marcaram de se ver na casa de Daniel. Quando tocou a campainha, saiu para recebê-lo uma jovem de 18 anos, alta, magrinha, olhos enormes cor de caramelo e um sorrisão que mostrava dentes grandes e bem branquinhos. Com uma voz juvenil e delicada, ela o convidou para entrar enquanto esperava o pai.

Carlos ficou impressionado com a beleza meiga da garota. Embora o corpo magro ainda fosse de menina, ela transbordava sensualidade.

Depois do negócio, Carlos saiu pensativo. Não conseguia tirar da cabeça aquela criatura linda que acabara de conhecer. Sabia que era loucura — ela podia ser filha dele, mas não era. Era a Neném, como Daniel a chamava.

Depois daquele dia, as visitas ficaram mais frequentes. De mensais, passaram a quinzenais e até semanais, tudo para ver a Mafer (esse era o nome da Neném), a filha doce do amigo. Ele já tinha criado intimidade com a garota, e mais de uma vez a viu abraçada com um jovem na saída da faculdade.

Uma tarde, chegou na casa do Daniel e não o encontrou, mas a Mafer o convidou para esperar na sala, dizendo que o pai não demoraria. Ele aceitou encantado. Conversaram muito, e quando a conversa chegou no ponto que Carlos queria, ele começou o flerte indireto.

— Seu namorado parece bem mais velho que você. Você merece alguém mais novo.
— E o senhor não aparenta a idade do meu pai, parece mais novo que ele.
— Não me chama de "senhor", pelo menos quando a gente tiver sozinho. E sabe? A juventude se mantém com exercícios de casal.
— Exercícios de casal? Nunca ouvi falar desses exercícios.
— Kkkkk. Seu namorado não te ensina esses exercícios não? Não ensina nada? Pena que você é tão novinha, senão eu me ofereceria pra te ensinar.
—Tem certeza?
O olhar de Carlos mudou completamente e Mafer percebeu. Ela estava intrigada; na sua pouca idade já tinha transado com o namorado, mas não achou tão gostoso quanto imaginava, e essa história de exercícios de casal tinha chamado sua atenção.
Depois dessa conversa, a confiança entre eles cresceu: olhares cúmplices, frases de duplo sentido e até brincadeiras com as mãos. Mafer estava encantada com a experiência de Carlos, e ele queria exatamente isso: encantá-la.
O telefone de Carlos tocou no meio da manhã. Mafer tinha saído mais cedo das aulas na universidade e queria vê-lo.
Carlos pediu licença ao chefe por uma emergência e saiu rápido ao encontro dela. Como era dia, ligou pra pedir que se encontrassem a sós, em particular, pra evitar olhares indiscretos. Ela aceitou.
Ele a levou pra um apartamento que alugava e ofereceu uma cerveja. Conversaram um pouco até que ela propôs:
—Quero que me ensine o que você sabe.
—Tem certeza? Depois que eu começar, não vou conseguir parar.
—Faz comigo o que quiser, quero descobrir novas experiências, com você.
—Tá bom, Mafer, vou te ensinar o que você deseja.
Carlos abraçou ela e beijou com ternura enquanto as mãos iam acariciando devagar. Tirou o vestido dela com delicadeza e ficou só de cueca; os dois de roupa íntima. Ele acariciou os peitinhos dela por cima do sutiã enquanto os lábios beijavam devagar o pescoço dela. As mãos dele desabotoaram o sutiã e o tiraram, deixando à vista os lindos peitos dela.

Carlos queria penetrar ela, a excitação dele estava no limite, mas sabia que tinha que satisfazer ela primeiro. Precisava deixar uma boa impressão e uma lembrança inesquecível. Continuou beijando devagar aqueles peitos macios até sentir os bicos durinhos. A mão dele desceu lentamente até a calcinha dela, brincando com os dedos por cima, sentindo a umidade e o calor que saíam daquela buceta jovem.

Continuou beijando os peitos dela. descendo até o umbigo dela, com as duas mãos tirou a calcinha, deixando-a nua e excitada à sua mercê. Beijou os pés dela e percorreu com a língua as pernas, dos tornozelos até as coxas. Os suspiros da garota mostravam que ele estava no caminho certo. Abriu as pernas dela e se preparou para lamber a bucetinha tenra e molhada, mas Mafer resistiu, afastando a cabeça dele com as duas mãos.

Carlos segurou as mãos dela com suavidade e as prendeu com firmeza. Sem mais oposição, beijou o clitóris e lambeu toda a buceta, saboreando os sucos enquanto Mafer gemia de prazer. Lambeu do clitóris até o cu, provocando pequenos orgasmos na garota.

Certo do que tinha conseguido, tirou a cueca, liberando o pau duro e molhado de excitação, e colocou na entrada da bocetinha de Mafer, balançando a cabeça, brincando com o clitóris e os lábios vaginais em movimentos circulares, enquanto mordiscava os mamilos e acariciava a bunda dela.

Depois, com uma mão segurou a nuca dela e a beijou com paixão desmedida; com a outra, segurou o quadril e a penetrou. A lubrificação natural, por ela estar tão molhada, facilitou a penetração do pau grosso na buceta apertada de Mafer.

Ela soltou um grito abafado e abraçou Carlos com força enquanto ele começava os movimentos ondulantes e rápidos para provocar um orgasmo em Mafer como ela nunca tinha sentido antes.

Foi tão intenso e exaustivo que deixou Mafer sem fôlego, ofegante. Carlos tinha cumprido sua missão.

Depois de tomarem banho juntos, se despediram com um beijo intenso. Carlos não gozou, mas sentiu muito mais prazer do que se tivesse. Combinaram de se ver de novo, e Carlos sabia que, depois daquela manhã, Mafer estaria completamente à disposição dele para o que ele quisesse.

A menina já tinha um dono.

0 comentários - A novinha (1)