aqui vai a terceira parte dessa história cheia de tesão
Espero que vocês curtam.
Depois daquele fim de semana, na segunda-feira já tava mais relaxado, e à noite, quando voltei pra casa, encontrei a fer só vestindo um roupão, já queria meter nela.
Fer, hoje não tem jeito, não, tô na merda, teus amigos me foderam todinha, acho que engravidei.
Não me diz isso, céu.
É melhor que sejam eles e não um viadinho como você, bebê.
Mas eu não sou viado, o que cê tá falando
Fer hay love, como é que não bebe, só um viadinho pode chupar pica igual você, e nem vou falar de como tu adora a porra dos outros, céus.
Isso foi só tesão, gostosa.
Fé, sério? E por que seu pau tá durinho agora? Isso que você é, bebê, um corno manso e eu adoro isso, o que eu mais quero é que você possa fazer o que quiser, assim como eu.
Não te entendo.
Fer, não se reprima, meu bem. Quero que você curta o sexo tanto quanto eu. Sexta o Carlos vem com certeza, não me deixa sozinha com ele.
E o que você quer que eu faça?
Faz com que você se entregue a ele, você sabe que agora o Carlos é o macho dos dois, bebê.
Não, amor, ele não é meu macho, só é teu macho, mina.
Fer, não se engana mais, bebê, tu não ia querer ser igual a mim.
Você tá louca, gata, já te falei, não sou viado.
Fer, eu não tô dizendo que você é viado, céus, só tô falando que você é bicha, amor.
Deixa, não vamos mais falar, melhor a gente ir comer.
Jantamos e, enquanto isso, não conseguia parar de pensar no que minha namorada tinha me dito. Ela estava certa, sabia que mais cedo ou mais tarde eu entregaria minha bucetinha apertada, mas não queria que fosse com o Carlos que eu estreasse. Por outro lado, à noite, na cama, o Fer voltou com a ideia enquanto me acariciava, me fazendo de conchinha.
Fer, bebe, por que você não quer se soltar? Não gosta da pica do Carlos?
Não, amor, o Carlos tem uma pica enorme, você sabe muito bem.
Fer e aí? Tá com medo que ele te descubra?
Não queria que fosse o bebê.
Fer, e quem melhor que seu amigo? Quem melhor que ele pra guardar seu segredo?
Enquanto ela me dizia isso, a mãozinha dela percorria minha bunda e quando enfiou o dedo era algo que eu tava esperando e por inércia eu joguei pra trás e assim começou o vai e vem dela
Fer, ves love que você gosta, ahhh, olha como você gosta
Tem razão, eu gosto muito, você arrebenta ele pra mim e depois me dá um prêmio
Fer colocou o segundo dedo e foi assim, um por um, até enfiar todos. O prazer era imenso, eu não queria que parasse, pelo contrário, pelo contrário, eu mesmo me virei de quatro e acabei dando o cu pra minha amada, que enquanto me comia com uma mão, com a outra me batia uma. Era difícil pra ela, porque meu pau não parava duro, mas mesmo assim eu gozei e caí na cama. No final, a Fer tinha razão: eu gostava pra caralho e adorava ser penetrado pelo cu, pelo menos pela mão dela. E desde aquela noite, esse jogo virou um vício cada vez mais intenso, a ponto de eu não querer mais comer ela, mas sim que ela me comesse. Na quinta foi diferente: quando fiquei de quatro, senti uma coisa fria entrando no meu cu. A putinha tinha escondido um pepino e tava enfiando no meu rabo. Que dor! Eu me agarrava nos lençóis, mas não queria que parasse. Na verdade, queria sentir aquela dor mais que tudo no mundo, enquanto ouvia a Fer me chamando de puta que eu era, dizendo que agora seríamos duas vadias do nosso macho, mas eu seria a mais rebaixada. Era estranho: em vez de sentir nojo, eu amava aquela ideia, aquela sensação de ser menos, de ter direito a ser humilhado, não pelo Carlos, mas por ela. Foi assim que, quando o Carlos chegou na sexta, desde o primeiro momento ele me fez sentir ignorado, mas isso era melhor do que ser agressivo. A Fer logo serviu uma bebida pra ele, e ele, de presente, trouxe um celular novo, coisa que quase fez a Fer se mijar de emoção. Num instante, os dois se levantaram e se trancaram no quarto. Quando eu entrei, o Carlos me disse:
Carlos, se quiser entrar, vai ter que subir na cama também, e é melhor se comportar.
Em silêncio, subi. Sabia bem o que ia rolar e, orgulhosamente, tava me entregando. Acho que até queria que acontecesse, como um bom corno manso. Enquanto ele abria a buceta dela, eu beijava ela deitado de bruços do lado, com minha bunda oferecida.
Carlos, mas olha que bundão gostoso o corno tem, cê acha, puta minha, será que eu arrebento ele?
Fode esse viado de uma vez, não tá vendo que esse putinho tá pedindo por isso aos berros?
Foi difícil o que senti naquele momento, mas nunca quis tanto sentir como uma pica de verdade me partia ao meio, e olha que senti mesmo. Pela primeira vez, a pica do Carlos abriu caminho no meu cu. Ele mandou eu ficar de quatro e, enquanto o Fer chupava meu pau e eu chupava a buceta enlechada dele, sentia o Carlos me rasgando o cu. Doía pra caralho, mas era uma dor diferente, uma dor muito gostosa. Eu queria com toda a minha alma que ele arrombasse meu cu de uma vez, e o Fer falou isso pra ele.
Fer, dá-lhe, mano. Arromba logo a bunda desse filho da puta, destrói esse corno que não serve pra porra nenhuma, mostra bem pra ele quem é que manda.
E lá se foi o Carlos obedecendo ela. Ele começou uma metida e puxava com tanta raiva que conseguia me fazer gemer de dor. Tenho certeza de que era exatamente isso que o Carlos e a Fer mais queriam: me ver quebrado e submisso. E eu desejava que eles me vissem assim. Quando finalmente recebi as porradas de leite, foi a culminação da minha masculinidade. Aquela sensação me fez sentir o cara mais feliz do universo, enquanto ouvia com orgulho as palavras do Carlos dizendo...
Carlos, toma, porraaaa, tomaaa, cê gosta de como eu rasguei teu cu, viado? Cadê o machão agora? Agora cê é minha mulherzinha, viado, chupa picaaaa, cê me dá nojo, viado, me dá muito nojo, tomaaaa tomaaaa minha pica, viado, ahhh ahhh ahhh
Eu consegui responder quando ela parou de gozar no meu cu.
Sim, buceta, sou sua mulher, sou sua mulher, finalmente, me dá o que eu mereço, mas agora come a minha esposa, você deixou meu cu dolorido, já não sirvo pra mais nada.
Carlos, desce da cama e traz uma cerveja. A partir de agora, você já sabe quem manda nessa casa.
Fui feliz pra cumprir as ordens do Carlos. Depois das cervejas, eles dois continuaram transando e, enquanto isso, de vez em quando me humilhavam, até que os três ficamos exaustos — eu só de tanto me masturbar. Naquela noite, o Carlos dormiu em casa e no dia seguinte tomamos café da manhã como se nada tivesse acontecido. Desde aquele dia, virou rotina o Carlos passar as sextas e sábados sendo o dono da casa e a gente, as VADIAS dele.
OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS
E PELOS PONTOS QUE ME RECOMPENSAM
Espero que vocês curtam.
Depois daquele fim de semana, na segunda-feira já tava mais relaxado, e à noite, quando voltei pra casa, encontrei a fer só vestindo um roupão, já queria meter nela.
Fer, hoje não tem jeito, não, tô na merda, teus amigos me foderam todinha, acho que engravidei.
Não me diz isso, céu.
É melhor que sejam eles e não um viadinho como você, bebê.
Mas eu não sou viado, o que cê tá falando
Fer hay love, como é que não bebe, só um viadinho pode chupar pica igual você, e nem vou falar de como tu adora a porra dos outros, céus.
Isso foi só tesão, gostosa.
Fé, sério? E por que seu pau tá durinho agora? Isso que você é, bebê, um corno manso e eu adoro isso, o que eu mais quero é que você possa fazer o que quiser, assim como eu.
Não te entendo.
Fer, não se reprima, meu bem. Quero que você curta o sexo tanto quanto eu. Sexta o Carlos vem com certeza, não me deixa sozinha com ele.
E o que você quer que eu faça?
Faz com que você se entregue a ele, você sabe que agora o Carlos é o macho dos dois, bebê.
Não, amor, ele não é meu macho, só é teu macho, mina.
Fer, não se engana mais, bebê, tu não ia querer ser igual a mim.
Você tá louca, gata, já te falei, não sou viado.
Fer, eu não tô dizendo que você é viado, céus, só tô falando que você é bicha, amor.
Deixa, não vamos mais falar, melhor a gente ir comer.
Jantamos e, enquanto isso, não conseguia parar de pensar no que minha namorada tinha me dito. Ela estava certa, sabia que mais cedo ou mais tarde eu entregaria minha bucetinha apertada, mas não queria que fosse com o Carlos que eu estreasse. Por outro lado, à noite, na cama, o Fer voltou com a ideia enquanto me acariciava, me fazendo de conchinha.
Fer, bebe, por que você não quer se soltar? Não gosta da pica do Carlos?
Não, amor, o Carlos tem uma pica enorme, você sabe muito bem.
Fer e aí? Tá com medo que ele te descubra?
Não queria que fosse o bebê.
Fer, e quem melhor que seu amigo? Quem melhor que ele pra guardar seu segredo?
Enquanto ela me dizia isso, a mãozinha dela percorria minha bunda e quando enfiou o dedo era algo que eu tava esperando e por inércia eu joguei pra trás e assim começou o vai e vem dela
Fer, ves love que você gosta, ahhh, olha como você gosta
Tem razão, eu gosto muito, você arrebenta ele pra mim e depois me dá um prêmio
Fer colocou o segundo dedo e foi assim, um por um, até enfiar todos. O prazer era imenso, eu não queria que parasse, pelo contrário, pelo contrário, eu mesmo me virei de quatro e acabei dando o cu pra minha amada, que enquanto me comia com uma mão, com a outra me batia uma. Era difícil pra ela, porque meu pau não parava duro, mas mesmo assim eu gozei e caí na cama. No final, a Fer tinha razão: eu gostava pra caralho e adorava ser penetrado pelo cu, pelo menos pela mão dela. E desde aquela noite, esse jogo virou um vício cada vez mais intenso, a ponto de eu não querer mais comer ela, mas sim que ela me comesse. Na quinta foi diferente: quando fiquei de quatro, senti uma coisa fria entrando no meu cu. A putinha tinha escondido um pepino e tava enfiando no meu rabo. Que dor! Eu me agarrava nos lençóis, mas não queria que parasse. Na verdade, queria sentir aquela dor mais que tudo no mundo, enquanto ouvia a Fer me chamando de puta que eu era, dizendo que agora seríamos duas vadias do nosso macho, mas eu seria a mais rebaixada. Era estranho: em vez de sentir nojo, eu amava aquela ideia, aquela sensação de ser menos, de ter direito a ser humilhado, não pelo Carlos, mas por ela. Foi assim que, quando o Carlos chegou na sexta, desde o primeiro momento ele me fez sentir ignorado, mas isso era melhor do que ser agressivo. A Fer logo serviu uma bebida pra ele, e ele, de presente, trouxe um celular novo, coisa que quase fez a Fer se mijar de emoção. Num instante, os dois se levantaram e se trancaram no quarto. Quando eu entrei, o Carlos me disse:
Carlos, se quiser entrar, vai ter que subir na cama também, e é melhor se comportar.
Em silêncio, subi. Sabia bem o que ia rolar e, orgulhosamente, tava me entregando. Acho que até queria que acontecesse, como um bom corno manso. Enquanto ele abria a buceta dela, eu beijava ela deitado de bruços do lado, com minha bunda oferecida.
Carlos, mas olha que bundão gostoso o corno tem, cê acha, puta minha, será que eu arrebento ele?
Fode esse viado de uma vez, não tá vendo que esse putinho tá pedindo por isso aos berros?
Foi difícil o que senti naquele momento, mas nunca quis tanto sentir como uma pica de verdade me partia ao meio, e olha que senti mesmo. Pela primeira vez, a pica do Carlos abriu caminho no meu cu. Ele mandou eu ficar de quatro e, enquanto o Fer chupava meu pau e eu chupava a buceta enlechada dele, sentia o Carlos me rasgando o cu. Doía pra caralho, mas era uma dor diferente, uma dor muito gostosa. Eu queria com toda a minha alma que ele arrombasse meu cu de uma vez, e o Fer falou isso pra ele.
Fer, dá-lhe, mano. Arromba logo a bunda desse filho da puta, destrói esse corno que não serve pra porra nenhuma, mostra bem pra ele quem é que manda.
E lá se foi o Carlos obedecendo ela. Ele começou uma metida e puxava com tanta raiva que conseguia me fazer gemer de dor. Tenho certeza de que era exatamente isso que o Carlos e a Fer mais queriam: me ver quebrado e submisso. E eu desejava que eles me vissem assim. Quando finalmente recebi as porradas de leite, foi a culminação da minha masculinidade. Aquela sensação me fez sentir o cara mais feliz do universo, enquanto ouvia com orgulho as palavras do Carlos dizendo...
Carlos, toma, porraaaa, tomaaa, cê gosta de como eu rasguei teu cu, viado? Cadê o machão agora? Agora cê é minha mulherzinha, viado, chupa picaaaa, cê me dá nojo, viado, me dá muito nojo, tomaaaa tomaaaa minha pica, viado, ahhh ahhh ahhh
Eu consegui responder quando ela parou de gozar no meu cu.
Sim, buceta, sou sua mulher, sou sua mulher, finalmente, me dá o que eu mereço, mas agora come a minha esposa, você deixou meu cu dolorido, já não sirvo pra mais nada.
Carlos, desce da cama e traz uma cerveja. A partir de agora, você já sabe quem manda nessa casa.
Fui feliz pra cumprir as ordens do Carlos. Depois das cervejas, eles dois continuaram transando e, enquanto isso, de vez em quando me humilhavam, até que os três ficamos exaustos — eu só de tanto me masturbar. Naquela noite, o Carlos dormiu em casa e no dia seguinte tomamos café da manhã como se nada tivesse acontecido. Desde aquele dia, virou rotina o Carlos passar as sextas e sábados sendo o dono da casa e a gente, as VADIAS dele.
OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS
E PELOS PONTOS QUE ME RECOMPENSAM
2 comentários - Minha namorada vadia e meu tesão de ser corno 3