Milf da banca gostosa

Ela abriu a porta do quarto. L: Já tô pronta, vamos? Eu: Fala, bora, falei me virando. Peguei as chaves da moto e tava quase saindo. L: Não vai falar nada do meu look? Me virei, ela tava de tênis, um short jeans que ela encurtou de propósito, uma regata branca sem sutiã, mesmo não sendo transparente dava pra ver os bicos, e um pedaço da barriga aparecendo. Eu: Sua filha da puta, tá braba. L: Quer que eu dê uma voltinha pra ver como ficou na raba? Eu: Bora. Ela tinha encurtado mais do que parecia, dava pra ver mais de um quarto da bunda e a costura do meio enfiava na raba marcando ela quase toda. Eu: Tô de pau duro, vai ter coragem de sair assim? L: Cê tem algum problema ou tá com ciúme? Eu: Nada, pra mim pode sair de fio dental, total que essa raba é minha pra comer, nem teu marido come. L: Tô meio sem graça de sair assim, mas você falou que eu ia virar uma puta. Então achei que tinha que fazer minha parte. Eu: Muito bem, puta, bora. Quero que o bairro inteiro veja essa bunda e depois eu arrebento ela. Ela riu, subimos na moto, a viagem era curta até que. Umas 25 quadras dava pra resolver as duas paradas que a gente tinha, mas o rolê ficou divertido e a gente acabou fazendo o dobro. Ouvia buzinaço quando a gente passava, e uns gritos de vez em quando tipo: “Minha love” “Raba do caralho” “Compartilha essa bunda, mano” “Avisa pra gente festar” cada vez mais sem noção, mais pesados. Ela fez igual na outra viagem, colocou a mão no meu pau e a boca nas minhas costas, quase no ombro, falava e dava uns mordiscos. L: Te excita o que tão falando? Eu: Pra caralho, cê não vê? Tava com o pau duro feito pedra. L: Não sabia que minha raba podia ser tão desejada, quem sabe a gente sai pra passear assim outro dia. Eu: Adoraria, contanto que depois você pague na cama. L: Aí você vê se eu pago bem, a gente sai de novo. Eu: Adoro a ideia. L: Vai me fazer aquela bundinha pequena então? Eu: Toda, mas fala como a putinha que você é. L: Mmm vai me arrebentar a bunda? Eu: Sim, vou arrebentar tudo. Já chegamos, desce e vai você. L: O que eu falo? Eu: Que é a pizza que eu pedi, já me conhecem. Quando voltou com a pizza, ela me disse. L: Você não sabe, não paravam de olhar minha bunda, meus peitos. Tinha uns 5 caras, contando os entregadores. Eu: Te excitou? L: Tô com a buceta toda molhada. Eu: Vamos parar naquele quiosque, comprar algo pra beber e ir pra casa. L: O que você quer que eu compre? Eu: O que você tiver vontade, sem problema. Desci e ela se aproximou da janela, tinham 2 caras que estavam implorando pra ela virar um segundo pelo menos pra olhar a bunda dela, e um casal da minha idade, pude ver pelo espelho que quando chegamos e "L" estava descendo da moto a mina tocou o cotovelo do namorado e fez sinal pra ele ver aquele monumento (Apoio muito as minas que são assim) o cara fez um gesto tipo "Ufff" virando a cabeça pra olhar de novo pra namorada, consegui ler os lábios da mina dizendo "monstruosa". Enquanto esperava, passou "F" um dos meus melhores amigos de moto, ele também trabalha comigo e estava de folga. Deu a volta e parou do meu lado pra me cumprimentar, enquanto a gente falava besteira ele não parava de olhar a bunda da "L". F: Mano, viu aquilo? Me fazendo de desentendido. Eu: O que? F: Vira e você vai ver. Obviamente era a bunda da "L" que ele queria que eu visse. Eu: Uff, monstruosa F: Bundão do caralho, amigo. Eu: Essa bunda deve comer bem, né? F: Essa bunda com certeza come bem, não passa fome. Eu: Quem será o sortudo? Kkkk F: Tem que ter um pau do caralho pra meter nessa porra kkkk Eu: Demais kkk F: Cala a boca que ela vem vindo. Por dentro eu sorri, mas não demonstrei. Ela subiu na moto com uma sacola meio grande que colocou entre o corpo dela e o meu, a bunda ficou mais na borda e ela teve que sentar como se estivesse empinando de propósito. Meu amigo ficou surpreso, olhando a situação. Eu: Ele é meu amigo "F", cumprimenta ele. L: Uish, desculpa, não sabia, como cê tá? Sou "L". Disse se esticando um pouco pra trás pra cumprimentar ele com um beijo na bochecha. F: Oi, bem e você? L: Bem, bem, obrigada. Eu: Beleza, amigo, a gente se vê depois. Falei sorrindo. Dei uma ou duas passadas pra frente com a moto e demorei pra ligar, pra dar uma visão melhor, pisquei o olho pra ele e fomos embora. No caminho, eu ficava rindo um pouco, e L me perguntava do que eu tava rindo "Em casa te conto". Chegamos, colocamos a comida na mesa enquanto eu contava a situação, rindo. L: Cê é um filho da puta. Rindo. Ele gostou tanto assim? Eu: Tá me zoando? O bairro inteiro gostou. Mas isso é de quem? L: Só seu, óbvio. Tenho uma ideia. Eu: Fala. L: Me dá só um tapa, que fique marcada sua mão. Eu obedeci, e ela se aproximou da bancada, arrumando o short um pouco mais solto. L: Vou preparar algo pra beber enquanto isso. Eu: Beleza. L: Cê não acha que seu amigo ia gostar de me ver como tô agora? Disse me dando as costas. Eu: Acho que sim. L: Mostra pra ele, eu finjo que não tô vendo. Peguei o celular e tirei 2 ou 3 fotos de onde tava sentado na mesa, pra não parecer ensaiado, e mandei uma mensagem. Eu: Amigo, cê tá sozinho? F: Tô, por quê? Eu: Tenho um presente pra você. E mandei 3 fotos fodas da bunda da "L". F: Amigo, cê é um filho da puta, olha o que cê vai comer essa noite, que bucetuda gostosa. Já até marcou a bunda dela, cê é um gênio. Eu: Kkkk depois vejo, se posso mandar mais algo. Mostrei o chat pra "L" e ela sorriu, depois a gente vê se presenteamos ele com mais algo, disse enquanto começava a comer.

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