Sempre tive uma queda por essa rabuda desde a época da faculdade, ela era um pouco mais velha, tipo uns 8 anos na minha frente, era uma puta muito gostosa. Foi namorada de um amigo e ele contava tudo o que fazia com aquela vagabunda, mas eu nunca peguei ela. Depois mudei de turno e parei de ver ela, até um dia que fui buscar uns documentos na faculdade. Ela me cumprimentou, perguntou o que eu tava fazendo, eu disse que trabalhava numa universidade. Ela me pediu ajuda pra arrumar um emprego. Só de imaginar aquela puta vestindo os uniformes das secretárias da faculdade já me deixou de pau duro, e eu pedi o número dela. Claro, ela já era casada, isso me deixou ainda mais tesudo kkkkk.
Liguei pra ela, consegui uma entrevista na universidade pra ela. Ela foi, ficou entre as finalistas, mas tinha mais duas concorrentes. Aí falei pra ela me esperar e marquei num dos salões mais afastados da faculdade. A decisão da nova secretária era minha. Mas não ia sair de graça. Me fiz de esperado, quando cheguei vi que ela tava impaciente. Falei que tava difícil, ela me segurou pelo braço e implorou, hahaha, caiu. Passei a mão no rosto dela e perguntei: "E eu, o que ganho com isso?" Ela me deu um beijo rápido e falou: "O que você quiser?" Aí peguei ela pela cintura, desci a mão até a bunda dela, depois pra panturrilha e meti a mão por baixo da saia. Vi ela morder os lábios, toquei na buceta dela e falei: "É isso que eu quero.
Ela começou a trabalhar, eu via ela todo dia com o uniforme dela, de vez em quando dava um tapão naquela buceta lembrando que ela era minha. Bolei um plano pra cobrar o que era meu, quando inauguraram uma nova sede, me pediram pra ir receber a obra, já com os escritórios e salas tudo mobiliado. Óbvio que levei ela, o engenheiro foi embora e o segurança fechou o portão, ficou só a gente lá embaixo. Falei: "Temos que redigir algo na sala da reitoria". Como um cavalheiro, deixei ela ir na frente, mas tranquei a porta com o cadeado, empurrei ela em cima da mesa e levantei a saia dela de uma vez.
Tirei o que tinha em cima da mesa e ela me mandou parar, não queria que eu rasgasse a meia dela, haha. Ela se deixou despir numa boa, mas entendeu que era hora de pagar. Comecei a meter por trás, e ela acompanhava meus movimentos, tava curtindo, dá pra ver que meu amigo tinha razão. Continuei metendo nela, depois de tantos anos querendo essa gostosa. E agora, casada, tava fazendo de corno alguém.
Ela era uma puta muito experiente, dava pra ver que já passava anos dando. Ainda bem que eu comi ela agora que tenho experiência, se fosse anos atrás teria feito o maior papelão da minha vida. Ela fazia de tudo e até mais, o marido treinou ela direitinho, mas hoje essa puta é minha.
Ela me cavalgou e, de verdade, essa puta queria que eu gozasse dentro dela. Só subia e descia, era isso ou queria que eu gozasse rápido pra acabar logo a transação, mas hoje não era o dia de sorte dela. Ela pulava e pulava, cada vez com mais força. O barulho da bunda dela batendo no meu quadril era tipo uma sinfonia. Ela gemia que nem gata no cio, ainda bem que esses escritórios eram feitos com paredes à prova de som.
Quando continuou e viu que não conseguia me fazer gozar, a puta começou a rebolar a cintura em círculos. Era tão puta que mexia pra um lado e não completava a volta, e ainda misturava com vai e vem.
A puta gostosa queria me fazer gozar e quase conseguiu, mas eu não ia gozar dentro dela. Tantos anos sonhando com esse momento, tinha que terminar de forma memorável.
Quando eu tava quase gozando, tirei ela de cima de mim e, com o pouco tempo que tive, ela também se mexeu e consegui gozar naquela boquinha, deixar meu leite naquela carinha.
E agora eu tinha meu primeiro amante do trabalho e ainda por cima casada, isso sim é um troféu.
Liguei pra ela, consegui uma entrevista na universidade pra ela. Ela foi, ficou entre as finalistas, mas tinha mais duas concorrentes. Aí falei pra ela me esperar e marquei num dos salões mais afastados da faculdade. A decisão da nova secretária era minha. Mas não ia sair de graça. Me fiz de esperado, quando cheguei vi que ela tava impaciente. Falei que tava difícil, ela me segurou pelo braço e implorou, hahaha, caiu. Passei a mão no rosto dela e perguntei: "E eu, o que ganho com isso?" Ela me deu um beijo rápido e falou: "O que você quiser?" Aí peguei ela pela cintura, desci a mão até a bunda dela, depois pra panturrilha e meti a mão por baixo da saia. Vi ela morder os lábios, toquei na buceta dela e falei: "É isso que eu quero.
Ela começou a trabalhar, eu via ela todo dia com o uniforme dela, de vez em quando dava um tapão naquela buceta lembrando que ela era minha. Bolei um plano pra cobrar o que era meu, quando inauguraram uma nova sede, me pediram pra ir receber a obra, já com os escritórios e salas tudo mobiliado. Óbvio que levei ela, o engenheiro foi embora e o segurança fechou o portão, ficou só a gente lá embaixo. Falei: "Temos que redigir algo na sala da reitoria". Como um cavalheiro, deixei ela ir na frente, mas tranquei a porta com o cadeado, empurrei ela em cima da mesa e levantei a saia dela de uma vez.
Tirei o que tinha em cima da mesa e ela me mandou parar, não queria que eu rasgasse a meia dela, haha. Ela se deixou despir numa boa, mas entendeu que era hora de pagar. Comecei a meter por trás, e ela acompanhava meus movimentos, tava curtindo, dá pra ver que meu amigo tinha razão. Continuei metendo nela, depois de tantos anos querendo essa gostosa. E agora, casada, tava fazendo de corno alguém.
Ela era uma puta muito experiente, dava pra ver que já passava anos dando. Ainda bem que eu comi ela agora que tenho experiência, se fosse anos atrás teria feito o maior papelão da minha vida. Ela fazia de tudo e até mais, o marido treinou ela direitinho, mas hoje essa puta é minha.
Ela me cavalgou e, de verdade, essa puta queria que eu gozasse dentro dela. Só subia e descia, era isso ou queria que eu gozasse rápido pra acabar logo a transação, mas hoje não era o dia de sorte dela. Ela pulava e pulava, cada vez com mais força. O barulho da bunda dela batendo no meu quadril era tipo uma sinfonia. Ela gemia que nem gata no cio, ainda bem que esses escritórios eram feitos com paredes à prova de som.
Quando continuou e viu que não conseguia me fazer gozar, a puta começou a rebolar a cintura em círculos. Era tão puta que mexia pra um lado e não completava a volta, e ainda misturava com vai e vem.
A puta gostosa queria me fazer gozar e quase conseguiu, mas eu não ia gozar dentro dela. Tantos anos sonhando com esse momento, tinha que terminar de forma memorável.
Quando eu tava quase gozando, tirei ela de cima de mim e, com o pouco tempo que tive, ela também se mexeu e consegui gozar naquela boquinha, deixar meu leite naquela carinha.
E agora eu tinha meu primeiro amante do trabalho e ainda por cima casada, isso sim é um troféu.
0 comentários - Mía pra um trampo de escritório