No dia anterior, tinha feito uma videochamada com o Salvador, planejamos nos ver de novo e acho que tudo que fantasiei com ele vai se realizar! Quando esse dia passou. Dormi muito pouco à noite. Não sei a que horas o Dante deve ter chegado, mas pelo menos não ouvi ele voltar. O Jeremias ficou tranquilo, dormiu a noite toda, e meus peitos sentiram falta de mamar, já que os dois estavam tão inchados de tanto leite que parecia que iam explodir. Isso me excitava e ao mesmo tempo era muito quente, e eu imaginava que, se hoje eu dissesse sim pro Salvador, ia aproveitar bem meus peitos, dando tudo que eles merecem. Esses pensamentos fizeram sair umas gotinhas esparsas dos meus seios, e depois era como uma torneira pingando; tive que colocar um absorvente mamário pra não umedecer ou molhar minha roupa. Preparei uns mates com torradas pro café da manhã. Fui pro meu quarto e vi o Jeremias ainda dormindo, levantei ele e ele se espreguiçou, fazendo aquelas caretas de quem acorda e esticando um braço. Segurei ele com cuidado e levantei pra ir acordar o Dante. Eu: — Dante... love... Bom dia — vi ele mal abrindo um olho e fazendo quase o mesmo que o Jeremias, se espreguiçou e esticou um braço bocejando. Dante: — Bom dia, minha love... Bom dia, meu bebê... — disse acariciando nosso filho. Eu: — Vamos... Já tenho o café pronto. Dante: — Ok... Já vou levantar e ir. Eu fui com o Jeremias pra cozinha e meus peitos, ao sentir meu bebê ainda se espreguiçando, começaram a vazar. Sentei na cadeira da mesa onde tinha posto tudo. Levantei a camiseta, soltei o sutiã, tirei o absorvente mamário e aproximei ele do meu peito. Vi que ele tava com dificuldade pra mamar, porque via que saía bastante leite dos meus peitos e era a primeira vez que via ele não conseguir controlar o fluxo. Levantei e peguei uma mamadeira que tinha no armário, e achei estranho ela estar na pia da cozinha cheia d'água. Como se tivesse sido usada. Peguei também meu extrator de leite e extraí. enquanto eu o embalava pra ele não ficar nervoso enquanto esperava. Consegui tirar metade de um peito, já que era bastante, preparei na mamadeira e dei. Achei estranho ele ter pegado sem problema, porque já tinha tentado dar antes, mas ele nunca tinha querido. Finalmente o Dante tinha vindo tomar café da manhã e vê ele tomando na mamadeira e sorri. Dante:
- É incrível como ele mama no seu peito.
Eu:
- É... Me chama a atenção, porque há um tempo ele tinha dificuldade de pegar.
Dante:
- Pra você ver, esse moleque é um glutão e pega em tudo.
Eu:
- Como assim, em tudo?
Dante:
- É que ontem à noite, quando eu voltei, ele estava choramingando e eu dei.
Eu:
- Como assim, você deu? O que você deu?
Dante:
- Como assim, o que eu dei? Dei leite, preparei e ele tomou.
Eu:
- Ai, meu Deus, Dante... Tomara que você não tenha dado desse que a gente toma, porque ele ainda não pode tomar, tem que ser leite materno ou então algum leite maternizado, mas com ele não precisa, porque meu leite já alimenta ele.
Dante:
- Mas não enche ele. Tem noites que ele não deixa dormir, ouvindo ele acordar direto, e eu falei com minha mãe que... - quando ouvi isso, fiquei em choque - ela me disse que eu devia dar algo com mais nutrientes, muito melhor, e me mandou comprar isso e... - nisso eu me levantei, ainda com a bomba de leite presa enquanto extraía e com o Jeremías ainda tranquilo no meu outro braço. Me levantei. Tava furiosa por dentro, não quis falar nada. Só me levantei e não disse nada - o que foi, amor? Vem, vamos tomar café!
Eu:
- Não, não tô com fome... Você sempre sabe como me tirar do sério.
Dante:
- Mas amor... Percebe que seu leite não é bom, o que ele tomou ele gostou e encheu ele. Além disso, é até mais fácil pra mim, porque já posso preparar e dar a qualquer hora.
Eu:
- Olha, Dante... Uma das coisas que eu te falei é que não gosto que você tire minha escolha por causa do que você e sua mãe acham que é melhor.
Dante:
- Por que você diz isso? Se ela me falou, é porque ela tem razão! Ela me criou muito bem e olha como eu sou.
Eu:
- É... Ela realmente fez muito bem. Falando em tom irônico: "Criei um homem sem cérebro!" Deixei a mamadeira vazia na mesa, fui pro nosso quarto, me tranquei e o Dante começou a bater na porta. Dante: "Chega, Yuli... Para de se fazer de princesinha mimada... Vamos, abre..." Eu estava muito angustiada e chorava de impotência. Com as costas na porta, segurando meu bebê e a bombinha de leite, um de cada lado. Eu: "Não... Não vou abrir... Quero que você vá embora." Dante: "Por que você diz isso, love? Eu só quero cuidar de você e do meu filho, quero te ajudar." Eu: "Você vive fazendo só o que sua mãe manda. Não me leva em consideração." Dante: "Não, não fala isso... você é muito importante pra mim." Eu: "Tchau, Dante. Vai viver sua vida e deixa a gente em paz." Dante: "Preciso me trocar e vou trabalhar." Eu saí de trás da porta, tirei a chave dele, enquanto arrumava a bolsa que usava pra sair com o Jeremias. "Agora pra onde você vai?" Eu: "Viu... Viu que eu tenho razão que você não me escuta? Hoje tenho consulta com o médico do Jeremias, é o check-up dele, e vou contar tudo isso." Dante: "Com certeza ele vai me dar razão... Chega, love... Não quero briga! Mas quero que a gente faça as coisas direito pelo nosso filho." Eu: "Você quer fazer tudo do jeito que sua mãe manda, e eu não quero me deixar levar por cada comentário, opinião ou pensamento dos outros. Quero fazer o que eu sinto e o que só o médico me diz." Dante: "Você só quer ouvir o que sua família fala..." Eu: "Olha... Como você mesmo disse: não vou ficar discutindo sobre isso." Dante: "Ok... A gente fala disso quando eu voltar." Eu: "Não, eu não vou estar aqui." Dante: "Por quê? Aonde você vai?" Eu: "Vou pra casa da sogra com a minha irmã Mariana." Dante: "Pra quê? Chega, Yuli... Para de encher o saco... Não me faz ficar puto." Eu: "Você perguntou, eu respondi." Dante: "Não se faz de esperta, garota... Tô falando sério" — ele disse num tom desafiador, me segurando pelo braço e apontando pra mim — "já tá me cansando essa sua frescura toda. menina mimada e mal educada
Eu: – Me solta, Dante... Tô cansando de você – o celular dela tocou e deu pra ver que o olhar dela era de raiva. Ele me soltou e se afastou pra atender. Eu terminei de guardar mais algumas coisas. Vi que o Dante tinha ido pra cozinha falar. Enquanto isso, numa mochila, guardei umas roupas minhas. Levei as duas coisas pro sofá. Como não via o Dante, ele devia estar no banheiro. Aproveitei. Guardei tudo no meu carro, peguei a chave comigo e, quando voltei, vi ele parado na porta do nosso quarto.
Dante: – Preciso ir... Vai me contar ou vou ter que implorar pra saber o que o médico falou do meu filho?
Eu: – Sim, vou te contar.
Dante: – Tomara que sim. Não quero ter que ficar te implorando. Tchau, Yuli.
Eu: – Tchau, Dante.
Foi a primeira vez em tanto tempo que nos conhecemos que não demos um beijo de despedida.
Eu fui pro quarto e o Jeremias tava choramingando, parecia que tinha se sujado. Coloquei ele no trocador, troquei a roupinha que ele tava, botei outra. Vi ele desesperado e nervoso, com fome. Tentei terminar rápido pra poder cuidar dele e levantei ele com cuidado. Fui com ele no colo me sentar no sofá do nosso quarto, soltei tranquilamente o fecho do sutiã e coloquei na boca dele. Ele conseguiu pegar sem problema dessa vez, me acomodei, enquanto acariciava ele e olhava em silêncio. Ouço o celular tocar, mas tinha deixado na mesa da sala. Como tava longe e meu bebê tava tranquilo mamando, preferi ficar com ele primeiro e depois olhava o celular.
Quando terminou, ele ficou bem mais calmo e eu acomodei ele no meu peito com a toalha enquanto ia pra mesa pegar o celular e ouço ele arrotar. Vejo a mensagem e era da minha irmã Mariana e do Salvador: "Oi Yuli. Como cê tá? Hoje seu marido me escreveu e pediu pra gente não ir pra casa da minha sogra, e como não sei o que rolou entre vocês e o que cê disse pra ele, Preferi primeiro escrever pra você antes de responder pra ele. Olha, gata. Toma cuidado! "Mensagem da minha irmã: Oi, Chulita linda. Bom dia. Como vocês estão? Queria saber se precisava de algo pra levar o que falta pra casa dos meus avós, e você nem sabe a felicidade que tô de que vou te ver de novo. Se você achar legal, podem vir assim que se desocuparem, aí almoçamos juntos. Mando um beijão" Mensagem do Salvador. Suspirei e mandei um áudio pra minha irmã contando tudo o que tinha rolado e que ia pra casa de uma amiga por uns dias, que não se preocupassem. Subi o carrinho, junto com a manta e a cadeira de balanço do Jeremias. Depois coloquei ele no bebê conforto do carro e ele já tava dormindo de novo. Fechei bem a porta e saí. Fomos pra clínica, esperamos um pouco, fomos atendidos rápido. Ele fez o check-up de rotina: peso, altura e reflexos. Contei o que o Dante tinha feito com a fórmula, e ele só disse que eu preciso ficar de olho pra ver se não é alérgico e se não dá gases, que fica com a gente decidir se dá fórmula. Mas que tava tudo certo. Saí mais tranquila. Escrevi no grupo da família que a saúde do Jeremias tava muito boa. Que ia pra casa de uma amiga, que tava tudo bem. Fui de carro pro endereço que o Salvador tinha me dado. Era um dia lindo e o sol parecia acariciar devagar, já que a primavera tava chegando, minha estação favorita por causa das flores e porque logo iam embora aqueles dias de chuva e frio. Assim como da outra vez, peguei aquela rua única que leva à casa dos avós do Salvador. Vi que tinha um carro lá dentro e vi uma pessoa se aproximar pra abrir o portão. Quando vi ele, sorri. Estacionei meu carro na sombra, e tinha tanta vegetação que escondia o meu, caso alguém aparecesse, não saberia que eu tava ali. Quando desci, ele me cumprimentou com uma alegria imensa. Salva: — Que alegria ver vocês... — se aproximou e me comeu a boca com um beijo longo e bem safado. Meu Deus, eu tinha esquecido como era beijar o Salvador. Quando me soltou devagar, ele sorriu pra mim — oi, minha amor... - abriu a porta de trás - vamos ver como é esse bebê tão, mas tão esperado? - ao vê-lo, tinha o rosto de felicidade plena - ai, mas que bebezinho mais lindo!!! - posso pegar ele? - eu assenti com a cabeça - ai, meu deus... Que coisinha mais pequenininha... Mas olha, olha essa carinha... Ai, que mãozinhas são essas... Você é precioso, bebê!!! É precioso! - dessa vez eu sorria orgulhosa. - bom, agora você vai com sua mãe e eu levo todas as coisas pra dentro, mais tarde a gente continua, ok? - falando com ele. Abaixou o carrinho e a bolsa e fomos pra dentro. Enquanto eu levava o Jeremias e minha bolsa comigo.
Eu: - Obrigada pelo que você fez. Sério, eu precisava disso...
Salva: - Eu tô mais que feliz de ver vocês. Vou pegar o que falta e já volto - Abri o carrinho, arrumei o ovinho em cima e coloquei o Jeremias lá, enquanto via o Salvador entrando com a cadeirinha dele e minha mochila - acho que é tudo. Se esqueci de algo, depois eu busco, mas preciso fazer isso... Mal disse isso, me levantei em direção a ele e comecei a beijá-lo e acariciá-lo como um louco no meu pescoço e no meu rosto todo. Eu ofegava sem parar. Não aguentava o tesão que aquela fogosidade despertava em mim. Apertava ele mais contra mim. Ele se abaixou, me beijou na boca, me dando beijos de língua, enquanto as mãos dele percorriam minha bunda e minhas costas. Sem dizer nada, tirei a regata que tava usando e ele tirou a camisa, enquanto olhava fixamente pras minhas tetas, eu só soltei um dos prendedores do meu sutiã e ele se jogou pra lamber, e eu tava no êxtase total. Ele se prendeu na aréola toda e começou a lamber, chupava e mexia com um pouco mais de força enquanto me olhava nos olhos, e aquela imagem era exatamente o que eu imaginava quando acordei hoje com minhas tetas inchadas. Era incrível, ver ele mamando, chupando com devoção, com paixão, com ternura e até parecia desespero pra tomar mais do meu precioso líquido branco que ele tanto ama. CONTINUA...
- É incrível como ele mama no seu peito.
Eu:
- É... Me chama a atenção, porque há um tempo ele tinha dificuldade de pegar.
Dante:
- Pra você ver, esse moleque é um glutão e pega em tudo.
Eu:
- Como assim, em tudo?
Dante:
- É que ontem à noite, quando eu voltei, ele estava choramingando e eu dei.
Eu:
- Como assim, você deu? O que você deu?
Dante:
- Como assim, o que eu dei? Dei leite, preparei e ele tomou.
Eu:
- Ai, meu Deus, Dante... Tomara que você não tenha dado desse que a gente toma, porque ele ainda não pode tomar, tem que ser leite materno ou então algum leite maternizado, mas com ele não precisa, porque meu leite já alimenta ele.
Dante:
- Mas não enche ele. Tem noites que ele não deixa dormir, ouvindo ele acordar direto, e eu falei com minha mãe que... - quando ouvi isso, fiquei em choque - ela me disse que eu devia dar algo com mais nutrientes, muito melhor, e me mandou comprar isso e... - nisso eu me levantei, ainda com a bomba de leite presa enquanto extraía e com o Jeremías ainda tranquilo no meu outro braço. Me levantei. Tava furiosa por dentro, não quis falar nada. Só me levantei e não disse nada - o que foi, amor? Vem, vamos tomar café!
Eu:
- Não, não tô com fome... Você sempre sabe como me tirar do sério.
Dante:
- Mas amor... Percebe que seu leite não é bom, o que ele tomou ele gostou e encheu ele. Além disso, é até mais fácil pra mim, porque já posso preparar e dar a qualquer hora.
Eu:
- Olha, Dante... Uma das coisas que eu te falei é que não gosto que você tire minha escolha por causa do que você e sua mãe acham que é melhor.
Dante:
- Por que você diz isso? Se ela me falou, é porque ela tem razão! Ela me criou muito bem e olha como eu sou.
Eu:
- É... Ela realmente fez muito bem. Falando em tom irônico: "Criei um homem sem cérebro!" Deixei a mamadeira vazia na mesa, fui pro nosso quarto, me tranquei e o Dante começou a bater na porta. Dante: "Chega, Yuli... Para de se fazer de princesinha mimada... Vamos, abre..." Eu estava muito angustiada e chorava de impotência. Com as costas na porta, segurando meu bebê e a bombinha de leite, um de cada lado. Eu: "Não... Não vou abrir... Quero que você vá embora." Dante: "Por que você diz isso, love? Eu só quero cuidar de você e do meu filho, quero te ajudar." Eu: "Você vive fazendo só o que sua mãe manda. Não me leva em consideração." Dante: "Não, não fala isso... você é muito importante pra mim." Eu: "Tchau, Dante. Vai viver sua vida e deixa a gente em paz." Dante: "Preciso me trocar e vou trabalhar." Eu saí de trás da porta, tirei a chave dele, enquanto arrumava a bolsa que usava pra sair com o Jeremias. "Agora pra onde você vai?" Eu: "Viu... Viu que eu tenho razão que você não me escuta? Hoje tenho consulta com o médico do Jeremias, é o check-up dele, e vou contar tudo isso." Dante: "Com certeza ele vai me dar razão... Chega, love... Não quero briga! Mas quero que a gente faça as coisas direito pelo nosso filho." Eu: "Você quer fazer tudo do jeito que sua mãe manda, e eu não quero me deixar levar por cada comentário, opinião ou pensamento dos outros. Quero fazer o que eu sinto e o que só o médico me diz." Dante: "Você só quer ouvir o que sua família fala..." Eu: "Olha... Como você mesmo disse: não vou ficar discutindo sobre isso." Dante: "Ok... A gente fala disso quando eu voltar." Eu: "Não, eu não vou estar aqui." Dante: "Por quê? Aonde você vai?" Eu: "Vou pra casa da sogra com a minha irmã Mariana." Dante: "Pra quê? Chega, Yuli... Para de encher o saco... Não me faz ficar puto." Eu: "Você perguntou, eu respondi." Dante: "Não se faz de esperta, garota... Tô falando sério" — ele disse num tom desafiador, me segurando pelo braço e apontando pra mim — "já tá me cansando essa sua frescura toda. menina mimada e mal educada
Eu: – Me solta, Dante... Tô cansando de você – o celular dela tocou e deu pra ver que o olhar dela era de raiva. Ele me soltou e se afastou pra atender. Eu terminei de guardar mais algumas coisas. Vi que o Dante tinha ido pra cozinha falar. Enquanto isso, numa mochila, guardei umas roupas minhas. Levei as duas coisas pro sofá. Como não via o Dante, ele devia estar no banheiro. Aproveitei. Guardei tudo no meu carro, peguei a chave comigo e, quando voltei, vi ele parado na porta do nosso quarto.
Dante: – Preciso ir... Vai me contar ou vou ter que implorar pra saber o que o médico falou do meu filho?
Eu: – Sim, vou te contar.
Dante: – Tomara que sim. Não quero ter que ficar te implorando. Tchau, Yuli.
Eu: – Tchau, Dante.
Foi a primeira vez em tanto tempo que nos conhecemos que não demos um beijo de despedida.
Eu fui pro quarto e o Jeremias tava choramingando, parecia que tinha se sujado. Coloquei ele no trocador, troquei a roupinha que ele tava, botei outra. Vi ele desesperado e nervoso, com fome. Tentei terminar rápido pra poder cuidar dele e levantei ele com cuidado. Fui com ele no colo me sentar no sofá do nosso quarto, soltei tranquilamente o fecho do sutiã e coloquei na boca dele. Ele conseguiu pegar sem problema dessa vez, me acomodei, enquanto acariciava ele e olhava em silêncio. Ouço o celular tocar, mas tinha deixado na mesa da sala. Como tava longe e meu bebê tava tranquilo mamando, preferi ficar com ele primeiro e depois olhava o celular.
Quando terminou, ele ficou bem mais calmo e eu acomodei ele no meu peito com a toalha enquanto ia pra mesa pegar o celular e ouço ele arrotar. Vejo a mensagem e era da minha irmã Mariana e do Salvador: "Oi Yuli. Como cê tá? Hoje seu marido me escreveu e pediu pra gente não ir pra casa da minha sogra, e como não sei o que rolou entre vocês e o que cê disse pra ele, Preferi primeiro escrever pra você antes de responder pra ele. Olha, gata. Toma cuidado! "Mensagem da minha irmã: Oi, Chulita linda. Bom dia. Como vocês estão? Queria saber se precisava de algo pra levar o que falta pra casa dos meus avós, e você nem sabe a felicidade que tô de que vou te ver de novo. Se você achar legal, podem vir assim que se desocuparem, aí almoçamos juntos. Mando um beijão" Mensagem do Salvador. Suspirei e mandei um áudio pra minha irmã contando tudo o que tinha rolado e que ia pra casa de uma amiga por uns dias, que não se preocupassem. Subi o carrinho, junto com a manta e a cadeira de balanço do Jeremias. Depois coloquei ele no bebê conforto do carro e ele já tava dormindo de novo. Fechei bem a porta e saí. Fomos pra clínica, esperamos um pouco, fomos atendidos rápido. Ele fez o check-up de rotina: peso, altura e reflexos. Contei o que o Dante tinha feito com a fórmula, e ele só disse que eu preciso ficar de olho pra ver se não é alérgico e se não dá gases, que fica com a gente decidir se dá fórmula. Mas que tava tudo certo. Saí mais tranquila. Escrevi no grupo da família que a saúde do Jeremias tava muito boa. Que ia pra casa de uma amiga, que tava tudo bem. Fui de carro pro endereço que o Salvador tinha me dado. Era um dia lindo e o sol parecia acariciar devagar, já que a primavera tava chegando, minha estação favorita por causa das flores e porque logo iam embora aqueles dias de chuva e frio. Assim como da outra vez, peguei aquela rua única que leva à casa dos avós do Salvador. Vi que tinha um carro lá dentro e vi uma pessoa se aproximar pra abrir o portão. Quando vi ele, sorri. Estacionei meu carro na sombra, e tinha tanta vegetação que escondia o meu, caso alguém aparecesse, não saberia que eu tava ali. Quando desci, ele me cumprimentou com uma alegria imensa. Salva: — Que alegria ver vocês... — se aproximou e me comeu a boca com um beijo longo e bem safado. Meu Deus, eu tinha esquecido como era beijar o Salvador. Quando me soltou devagar, ele sorriu pra mim — oi, minha amor... - abriu a porta de trás - vamos ver como é esse bebê tão, mas tão esperado? - ao vê-lo, tinha o rosto de felicidade plena - ai, mas que bebezinho mais lindo!!! - posso pegar ele? - eu assenti com a cabeça - ai, meu deus... Que coisinha mais pequenininha... Mas olha, olha essa carinha... Ai, que mãozinhas são essas... Você é precioso, bebê!!! É precioso! - dessa vez eu sorria orgulhosa. - bom, agora você vai com sua mãe e eu levo todas as coisas pra dentro, mais tarde a gente continua, ok? - falando com ele. Abaixou o carrinho e a bolsa e fomos pra dentro. Enquanto eu levava o Jeremias e minha bolsa comigo.
Eu: - Obrigada pelo que você fez. Sério, eu precisava disso...
Salva: - Eu tô mais que feliz de ver vocês. Vou pegar o que falta e já volto - Abri o carrinho, arrumei o ovinho em cima e coloquei o Jeremias lá, enquanto via o Salvador entrando com a cadeirinha dele e minha mochila - acho que é tudo. Se esqueci de algo, depois eu busco, mas preciso fazer isso... Mal disse isso, me levantei em direção a ele e comecei a beijá-lo e acariciá-lo como um louco no meu pescoço e no meu rosto todo. Eu ofegava sem parar. Não aguentava o tesão que aquela fogosidade despertava em mim. Apertava ele mais contra mim. Ele se abaixou, me beijou na boca, me dando beijos de língua, enquanto as mãos dele percorriam minha bunda e minhas costas. Sem dizer nada, tirei a regata que tava usando e ele tirou a camisa, enquanto olhava fixamente pras minhas tetas, eu só soltei um dos prendedores do meu sutiã e ele se jogou pra lamber, e eu tava no êxtase total. Ele se prendeu na aréola toda e começou a lamber, chupava e mexia com um pouco mais de força enquanto me olhava nos olhos, e aquela imagem era exatamente o que eu imaginava quando acordei hoje com minhas tetas inchadas. Era incrível, ver ele mamando, chupando com devoção, com paixão, com ternura e até parecia desespero pra tomar mais do meu precioso líquido branco que ele tanto ama. CONTINUA...
1 comentários - Giuliana mujer lactante e infiel. Parte 2