O relato a seguir é a continuação de uma história contada por uma colaboradora. Oi, sou eu de novo (Jade). Depois daquela vez com meu personal trainer da academia, não queria mais voltar naquele lugar, porque sabia muito bem que não podia deixar algo assim acontecer de novo. Treinei por conta própria em segredo, em parques e na minha casa enquanto meu marido não estava (já que ele é militar e fica fora por vários meses). Ele voltou um dia e, graças a eu treinar com esforço e constância, tive uma mudança bem notável. Como eu disse que ele podia aproveitar os benefícios do entretenimento, obviamente não teve nenhum problema em me ter do jeito que queria em casa. — Adoro como sua bunda está — ele disse enquanto eu me levantava da cama —, podia ficar o dia inteiro nela. — Isso você queria — respondi, rebolando a rabeta. Eu sempre durmo só de sutiã e calcinha (que com o tempo foram ficando menores). Naquele dia, estava usando umas bem pequenas que deixavam pouco pra imaginação, e com meu treino era simplesmente uma visão deliciosa. — Bom, já paguei pela modelagem dessa bunda — ele respondeu, parando atrás de mim e dando um tapa que deixou a marca da mão dele —, posso fazer o que quiser com ela. — É mesmo? Então, o que você quer fazer? — levantei mais a bunda e me mexi de um jeito provocador. Sabendo que eu não tinha nenhuma objeção, ele simplesmente me empurrou de leve contra a mesinha de cabeceira do quarto, puxou minha calcinha pro lado e senti o pau dele roçando na minha "entrada", me fazendo ficar toda molhada antes de entrar. Quando sentiu que eu já tava bem excitada, finalmente começou a me penetrar com toda a energia, sem nenhum pudor. Eu só gemia e deixava ele fazer todo o trabalho. Quando cansou de me ter daquele jeito, me levou pra cama e me colocou de lado pra continuar metendo o amiguinho dele na minha buceta com tanta força que me fazia gemer bem alto. — De onde você tira essas ideias? — perguntei entre gemidos, sem conseguir virar pra olhar ele. Ele me segurou pela cintura e a Levantei enquanto meus peitos ainda estavam colados na cama, antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ele me penetrou de novo com toda força. Entre meus gemidos e sentindo as palmadas que ele me dava, nem percebi quando fiquei tão excitada que me molhei toda, sentindo meus suquinhos escorrendo pelas minhas pernas. Em algum momento de lucidez durante aquela cena tão erótica, percebi que ele estava enfiando o dedo no meu cu enquanto continuava metendo o pau na minha buceta. Quis falar alguma coisa, mas só saíam gemidos. De repente, depois de tanto tempo me comendo, ele me virou para que eu sentisse como ele enchia minha cara com o leite que tinha acabado de jorrar. Quis me sentir gostosa e, depois que ele me cobriu de porra, coloquei a língua para fora e passei nos lábios (na minha cabeça, fui muito sexy). Olhei ele de cima a baixo e sorri. — Tá satisfeito? — falei, me levantando da cama. — Vou no banheiro enquanto você descansa um pouco e volto pra continuar — ele respondeu, virando as costas e começando a andar. Eu ia começar a me limpar quando ouvi algo vibrar levemente. Virei para a cama e, quando peguei o celular dele, a tela acendeu com uma notificação de mensagem. Estranhei que não aparecia quem era nem o que dizia a mensagem. Tentei desbloquear e descobri que não sabia a senha. Isso me deixou muito pensativa, mas deixei passar naquele momento e me vesti antes que ele voltasse. Passei o dia todo com aquela pulga atrás da orelha e, como não gosto de ficar me preocupando, esperei ele dormir e usei a digital dele pra desbloquear o celular. Assim que destravei, quis fuçar tudo, mas sabia que não tinha muito tempo e fui direto pros chats. Encontrei conversas que claramente não eram "inocentes", tinha fotos e vídeos de várias minas. Todos aqueles chats eram bem explícitos e ele fazia todas acreditarem que eram as únicas. Entrei na galeria e achei mais fotos e vídeos bem comprometedores, até tinha vídeos dele me comendo, me fazendo acreditar que só transava comigo. Senti meu sangue ferver e queria estrangular ele ali mesmo, mas tive uma ideia ainda melhor. Decidi que podia jogar o mesmo jogo, mas primeiro quis fazer algo novo e talvez até um pouco arriscado da minha parte. Na manhã seguinte, acordei bem cedo e saí pra comprar as coisas que precisava pra fazer o que estava planejando; quando ele acordou, eu já tinha ido e voltado das compras. — Hoje você acordou cedo — É, um pouco, mas é porque lembrei que você vai embora de novo — Só uns dias e volto logo — Mas vou ficar sozinha enquanto você não estiver, então pensei que a gente podia... — Acho que tô pensando a mesma coisa, mas fala você — Bom, você disse que gosta da minha bunda e pensei que talvez devesse deixar você usar ela — Sério, tem certeza? — Seria com muito cuidado e bem devagar, e se eu disser que não, você para na hora — Tá bom, já que você decidiu, então vamos — Lembra que é a primeira vez que a gente faz isso, não vai me machucar — Claro, vou tomar todo cuidado — Tomara, comprei essas coisas pra fazer. Joguei uma sacola plástica pra ele; assim que pegou, tentou abrir e viu uns preservativos e um lubrificante grande. Ele sorriu largo e tirou as coisas. — Vamos começar? — falou todo ansioso — Primeiro quero tomar um banho, sabe como é. Não esperei a resposta dele e fui tranquila pro banheiro, por dentro tava muito nervosa com o que ia fazer e nem sabia como aquilo ia terminar. Tomei um banho demorado e me mentalizei pro que viria a seguir. Quando saí, ele já tava completamente pelado na cama com o lubrificante na mão. — Passo em você ou quer fazer sozinha? Devagar, me virei e deixei a toalha cair; entre meus glúteos, brilhava um plug anal que tava me ajudando a me acostumar com a ideia. — Vejo que é sério, mas e se eu te aquecer primeiro pelo lugar de sempre? Ele foi se aproximando sem tirar os olhos da minha bundinha agora decorada com aquela coisa, me pegou pela cintura e me levou até a cama; como pude, me ajoelhei de quatro. Quatro e senti como primeiro ele deixou cair um pouco do lubrificante no meu cuzinho minúsculo pra depois tirar um pouco o brinquedo e encher ele com mais lubrificante pra entrar bem fácil e rápido. Ele molhou o amiguinho dele e enfiou na minha buceta. O lubrificante dava uma sensação fria, mas ao mesmo tempo muito excitante. Ele começou a me meter cada vez com mais força e, ao sentir o pau dele entrando e saindo com tanta força, comecei a gemer e me molhar toda.
Ele me deixou assim por um bom tempo até que cansou e, ao parar, me olhou. — Cê tá pronta pra coisa nova? Ele tirou o brinquedo devagar e colocou o pau dele na entrada do meu cuzinho minúsculo. Tava tão excitada que nem respondi, só levantei mais a bunda e fechei os olhos. Senti ele tentando enfiar, mas nem com mais lubrificante conseguia fazer entrar. Tentei abrir um pouco mais as pernas e senti ele começando a entrar bem devagar. Soltei um gemido baixinho e apertei as cobertas. Dava pra sentir o pau dele entrando completo no meu cuzinho minúsculo e esticando tudo. Escutava a respiração ofegante dele enquanto entrava e saía de mim. Aguentei por uns 5 minutos e depois deixei meu corpo cair na cama pra poder virar e olhar pra ele.
— Não aguento mais — falei com voz de súplica e olhei pra ele com meus olhinhos lacrimejando — a gente pode tentar depois? Ele me olhou e depois se afastou pro lado. — Se quiser, a gente faz quando você voltar — falei seguindo ele com o olhar — vou usar o brinquedo pra me acostumar e ficar mais fácil. Ele sorriu largo e só balançou a cabeça, sem parar de me olhar ali pelada na cama. — Vamos terminar isso no chuveiro, mesmo que seja só na frente — respondeu andando em direção ao banheiro. — Te alcanço daqui a pouco, deixa eu recuperar o fôlego — respondi enquanto pegava meu celular sem ele ver. Me aproximei do espelho sem fazer barulho e tirei uma foto de ângulo pra dar pra ver que eu tava com meu brinquedo novo enfiado. Assim que ele fosse pra "missão", eu já sabia o que ia fazer. Dois podem jogar o mesmo jogo. Mandei a foto e guardei o celular pra poder ir. com ele para encerrar nosso encontro daquele dia. Se quiserem saber mais sobre nossa colaboradora, fiquem de olho em novas partes.
Ele me deixou assim por um bom tempo até que cansou e, ao parar, me olhou. — Cê tá pronta pra coisa nova? Ele tirou o brinquedo devagar e colocou o pau dele na entrada do meu cuzinho minúsculo. Tava tão excitada que nem respondi, só levantei mais a bunda e fechei os olhos. Senti ele tentando enfiar, mas nem com mais lubrificante conseguia fazer entrar. Tentei abrir um pouco mais as pernas e senti ele começando a entrar bem devagar. Soltei um gemido baixinho e apertei as cobertas. Dava pra sentir o pau dele entrando completo no meu cuzinho minúsculo e esticando tudo. Escutava a respiração ofegante dele enquanto entrava e saía de mim. Aguentei por uns 5 minutos e depois deixei meu corpo cair na cama pra poder virar e olhar pra ele.
— Não aguento mais — falei com voz de súplica e olhei pra ele com meus olhinhos lacrimejando — a gente pode tentar depois? Ele me olhou e depois se afastou pro lado. — Se quiser, a gente faz quando você voltar — falei seguindo ele com o olhar — vou usar o brinquedo pra me acostumar e ficar mais fácil. Ele sorriu largo e só balançou a cabeça, sem parar de me olhar ali pelada na cama. — Vamos terminar isso no chuveiro, mesmo que seja só na frente — respondeu andando em direção ao banheiro. — Te alcanço daqui a pouco, deixa eu recuperar o fôlego — respondi enquanto pegava meu celular sem ele ver. Me aproximei do espelho sem fazer barulho e tirei uma foto de ângulo pra dar pra ver que eu tava com meu brinquedo novo enfiado. Assim que ele fosse pra "missão", eu já sabia o que ia fazer. Dois podem jogar o mesmo jogo. Mandei a foto e guardei o celular pra poder ir. com ele para encerrar nosso encontro daquele dia. Se quiserem saber mais sobre nossa colaboradora, fiquem de olho em novas partes.
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