Aqui vai a terceira parte. Não esqueçam de deixar seus pontos.
Minha namorada e os colegas de trabalho (3)
Eu notava olhares e cochichos estranhos do César, Carlos e Javi, até parecia que o Ernesto sabia de algo. O tratamento comigo era normal, uma ou outra brincadeira sobre minha falta de habilidade pra dançar e muitos comentários sobre como a Isa era gostosa, simpática e incansável.
Também vi que minha namorada e o César se tratavam mais no trabalho. Antes, só se encontravam na saída e na entrada, agora não era raro a Isa descer até a oficina e meu colega arranjar qualquer desculpa pra falar com ela.
— Cê tá bem íntimo do César, hein? — perguntei um dia no carro, voltando pra casa.
— É o que dá compartilhar danças, cria uma cumplicidade danada.
— Tô vendo — respondi, irônico.
— Cê tá com ciúme?
— Não, de jeito nenhum.
— Não parecia que o jeito dele se aproximar no sábado te incomodava, na verdade você até curtiu — ela disse, fazendo o gesto de uma punheta com a mão.
Eu fiquei vermelho de vergonha, e ela caiu na risada.
— Só conversamos, ele é muito agradável.
— Acho que ele tem outras intenções além de conversar.
— É, isso é verdade. Não tenho dúvida de que ele tá doido pra meter aquele pauzão dele debaixo da minha saia.
Me remexi, desconfortável no banco enquanto dirigia. A Isa esticou a mão e tocou no meu pau, que já tinha endurecido.
— Sério? Quem diria, não é só o César que quer que isso aconteça.
— Não, eu...
— Você o quê? O que vai dizer? Olha como você ficou duro num segundo.
— É só fantasia.
— Tá. Só fantasia. Para o carro ali — ela disse, apontando pra um estacionamento ainda dentro do polígono industrial, que tava vazio.
— O que foi? O que você quer? — perguntei enquanto dirigia o carro pra onde ela tinha mandado.
A Isa não disse nada até eu estacionar. Aí, ela subiu em cima de mim no banco e começou a me beijar enquanto as mãos dela desabotoavam minha calça. Nunca tinha feito algo assim, num lugar público e em plena luz do dia. Eu me deixei levar, aceitando os beijos dela e levado por um... Tesão incrível.
—Isa, podem nos ver — falei, mais como uma observação do que uma reclamação.
—Cala a boca — ela disse entre beijos.
Ela tirou a calça que vestia e colocou a buceta, ainda dentro da calcinha fio dental, em cima do meu pau.
—Olha como você tá — disse ela, pegando meu pau com os dedos.
—É, tô muito tarado — falei.
—É uma pena que não seja grande e grosso igual o do César — disse ela, esfregando a buceta nele.
—Mmm, é — falei.
—O dele se sentia muito melhor no meu cu. Parecia que eu podia até sentir as veias dele, o calor — gemeu no meu ouvido.
—Já imagino — gemi de novo.
Isa afastou a calcinha fio dental e sentou na ponta do meu pau, mas sem enfiar.
—Você gostaria que tivesse rolado algo mais com ele? — perguntou, mexendo o quadril.
—Sim — falei.
—Você é um porco — disse ela, enfiando meu pau.
—Ah, porra — gemi.
Com certeza, Isa tinha mudado, algo estava solto nela. Há apenas quinze dias, era impossível ter rolado algo como o que estávamos fazendo num estacionamento em plena luz do dia.
—Diz que você quer que eu dê pro César.
—Sim, quero que você dê.
—Vou dar — disse ela, quicando cada vez mais rápido em cima de mim.
—Sim, dá.
—Me pede.
—Por favor, dá pro César.
—Porco — disse ela, me beijando.
—Sim, sou.
—Vou dar pra ele. Ele vai meter o pau enorme dele onde o seu tá agora.
—Vi você tocando nele outro dia — falei.
—Eu sei. Foi por isso que você foi embora, né? Porque você é um covarde e queria que eu decidisse o que fazer. Mas não quero que seja assim, quero que seja você quem peça, igual fez agora.
—Sim, te peço.
—Ele me chamou pra gente se ver hoje à tarde — disse ela, ainda esfregando a buceta no meu pau.
—Hoje à tarde? — perguntei.
—Sim, falei que precisava pensar. Mas a única coisa que quero é ter certeza de que você aprova.
Fiquei em silêncio por alguns segundos. Agora ela estava me pedindo permissão de verdade, já não era fantasia. Se eu dissesse que sim, Isa ia encontrar o César naquela mesma tarde.
Finalmente, concordei com a cabeça.
—Faz isso, encontra com ele — falei.
—Tem certeza? Se eu encontrar com ele, você sabe o que vai rolar. Não vou tomar um café, vou é levar uma foda
— Eu sei, pode fazer — falei
Nossos corpos tinham parado, ela ainda estava por cima e a gente se olhava nos olhos.
— Tá bem — ela disse, me beijou e saiu de cima.
— Mas não vamos continuar? — perguntei, apontando pra minha piroca dura pra caralho.
— Tenho que me guardar pra tarde — ela respondeu, sorrindo — Pode ser que quando eu voltar pra casa tenha algo pra você, mas não sei se vou ficar com vontade depois de enfiarem uma piroca tão grande em mim.
Longe de reclamar, eu soltei um gemido baixinho, subi a calça e dirigi até em casa.
Isa foi direto se arrumar assim que chegou, o encontro era em só umas duas horas. Ela entrou no banheiro pra se maquiar e depilar pra outro cara comer ela. Eu não conseguia ficar parado de tanta emoção contraditória que me batia. Queria dizer pra ela não fazer aquilo, que era demais, que eram só fantasias. Também queria bater uma, duvidava que ia aguentar até ela voltar sem fazer isso, queria realizar essas fantasias. Queria ser um corno.
Quando Isa saiu do banheiro, tava espetacular, não deixava dúvida sobre as intenções dela. Vestia uma camiseta verde, solta e bem decotada, com os peitos livres de sutiã que dava pra ver pelos lados. Por baixo, uma saia preta, também solta e que mal passava da bunda dela, não precisei levar a mão até a virilha dela pra saber que tava sem calcinha. Mesmo assim, ela fez e eu pude sentir o quanto ela tava molhada antes mesmo de sair de casa.
— Você tá muito gostosa — falei pra ela.
— Eu sei, cê acha que deixo claro aonde vou? — ela disse.
— Muito claro. Acho que não demora pra ele pular em cima de você.
— Tomara — disse Isa, que além da excitação, não conseguia esconder um certo nervosismo — Então vou ali te botar uns chifres.
Eu assenti, engolindo seco.
— Aproveita. Te amo.
— Vou sim. Eu mais — ela disse, me beijando.
As horas passaram, mais de quatro sem notícias da Isa. Não consegui jantar, meu estômago fechou de nervoso. Andava pela casa feito um louco, só sentava pra baixar a calça e pegar na minha piroca, mas parei antes de gozar, queria esperar ela pra isso.
Por fim ouvi o barulho das chaves dela na porta e ela entrou. Tava com o cabelo bagunçado, tinha perdido o batom e a linha dos olhos tava borrada. Não tinha dúvida de que tinha dado uma boa trepada.
— Que... Que tal? — perguntei nervoso.
Isa chegou perto e me beijou.
— Foi incrível. Fazia anos que não gozava assim e tantas vezes.
— Me conta — pedi.
— Senta — respondeu.
Os dois sentamos no sofá, ela baixou minha calça e colocou a mão na minha cueca.
— Tá assim esse tempo todo? — perguntou sentindo minha ereção.
— Sim, não quis gozar, mas me toquei várias vezes.
— Mas queria esperar eu contar como me foderam pra gozar, né?
— Sim — admiti.
— Tira a cueca — ela disse.
Na hora eu baixei até o tornozelo.
— Tô destruída e já tive pica suficiente hoje. Mas também acho que você não aguenta uma foda agora, né? — disse acariciando meu pau.
— Duvido.
Ela riu e pegou meu pau.
— Não goza até eu contar a história toda.
Assenti e ela começou a mover a mão bem devagar e a me contar o que tinha rolado.
Fui direto na casa dele. Ele me recebeu na porta, não tinha se arrumado, só tava de short curto que marcava todo o volume dele e sem camiseta. Me senti ridícula por ter me preparado tanto pra ele e ele me receber de roupa de ficar em casa.
— Você tá linda — ele disse me agarrando e encostando meu corpo no dele pra me dar dois beijos.
— Obrigada. Vejo que você não se arrumou muito — falei olhando o corpo dele.
— Eu me arrumo pra conquistar uma mulher, e você já tá conquistada — disse com um sorriso arrogante.
— Conquistas também podem se perder.
— Acho que não, você não teria deixado seu namorado em casa pra vir assim vestida me ver se não tivesse certeza.
— Você é um idiota.
— Pode ser, mas não deixa de ter razão.
Ele ainda me segurava pelas costas com a mão. Chegou perto e me beijou, mordendo meus lábios.
— E aí? Viu?" — ele disse ao ver que eu continuei o beijo e comecei outro.
"Idiota" — falei depois daquele segundo beijo, mais apaixonado.
Ele continuou me beijando enquanto me levava até o sofá, onde nos sentamos sem parar de nos beijar. Na mesa da sala, tinham duas taças de vinho já preparadas. Mas eu não queria vinho, queria beber dele.
"Por que você não continua o que começou outro dia?" — ele disse.
Então desci minha mão até a calça dele e percorri o pau dele, das bolas até a ponta. Ainda estava mole, e mesmo assim era muito mais comprido e grosso do que qualquer um que eu já tivesse tocado.
"É enorme" — falei, alucinada por poder percorrer ele inteiro.
"Grande demais pra uma branquela como você?" — ele perguntou de novo, com prepotência.
Beijei ele tentando tomar as rédeas e enfiei a mão dentro da calça dele.
"Dou conta dele sem problema" — falei.
Mas aí eu soltei ele, olhei, e me bateu a dúvida. Aquele monstro ia destruir minha buceta.
"Você não parece tão convencida" — ele disse, rindo.
"Nunca tinha visto um assim" — admiti, pasma, sem tirar os olhos dele.
"O do branquelo do seu namorado não é tão grande?"
"Não tem nem um terço" — falei enquanto tentava comparar o tamanho do pau dele com meus dedos, com o tronco do César.
"Pode parar se achar que é demais."
Machucada no orgulho, agarrei ele com força e comecei a masturbar ele, sentindo ele crescer ainda mais na minha mão.
"Punheta eu faço sozinho. Usa essa boquinha" — ele disse, autoritário.
Se você tivesse me falado assim, teria mandado à merda. Mas, ouvindo aquilo dele, me abaixei no sofá e coloquei meu rosto perto do pau dele pra ver se era maior que minha cabeça.
"Fica bem em você, mas agora começa a chupar" — ele disse.
Porra, senti minhas pernas tremerem ao ouvir ele me dar uma ordem. Levantei um pouco e enfiei ele na boca.
Na verdade, fiz o que dava. Tinha que abrir tanto a mandíbula que mal cabia a cabeça na minha boca. Demorei pra conseguir passar além da glande, enquanto o seu eu faço desaparecer inteiro na garganta. querido.
-É isso que você chama de fazer um boquete? Dá pra ver que não tá acostumada a foder com homem de verdade-
Eu me esforcei ainda mais pra abrir minha boca e engolir mais um pedaço da pica dele. Eu engasgava e mal tinha a metade na boca.
-É melhor eu te ajudar- ele disse, apertando minha cabeça contra a pica dele
Nunca tinha deixado ele fazer isso e nem reclamei. Deixei ele me empurrar pela nuca até a pica dele bater no fundo da minha garganta e eu sentir que tava ficando sem ar. Ele me segurou lá sem deixar eu respirar, eu me agarrei na coxa dele e arranhei, mas não tentei fugir.
-Filho da puta- falei quando ele finalmente me soltou, depois de eu tossir e cuspir um monte de saliva.
Ele caiu na risada e me puxou pelo cabelo de volta pra pica dele, de novo sem resistência da minha parte.
-É isso que você veio buscar. Se quisesse love, tinha ficado em casa com seu namorado. Eu vou te foder-
Sim, era exatamente o que eu queria. Que me fodesse forte e sem sentimento, violento e porco. O oposto do que a gente faz.
Ele repetiu umas duas vezes a parada de me afogar na pica dele, e cada vez eu conseguia enfiar um pedaço a mais. Não consegui engolir ela toda, mas me senti orgulhosa e feliz.
Na terceira vez que ele me soltou, ele tirou minha camiseta enquanto eu tentava recuperar o ar.
-De joelhos. Usa esses peitos-
Deixei minha recuperação pra depois. Me joguei de joelhos no chão e coloquei a pica dele entre meus peitos. Podia masturbar ele com eles e usar minha boca pra chupar a cabeça.
-Como fica bem o preto entre esses melões-
-Sim, fica muito bem- falei, movendo meu corpo pra cima e pra baixo, masturbando ele com os peitos.
-Você gosta de pica preta?-
-Sim, adoro pica preta-
-Com certeza esses peitos foram feitos pra pica preta. A pica branquinha do seu namorado se perde entre eles-
-Sim, meus peitos são pra masturbar paus pretos grandes, e não pausinhos de branquelo- falei já muito tesuda.
-Branquelas como você viciam quando provam uma pica preta boa na buceta. Tem certeza que quer?-
-Sim, te Estou morrendo de vontade. Quero sentir seu pau preto na minha buceta e quero ficar viciada nele.
—Pensa que depois não vai mais aguentar a piroquinha branca do teu namorado.
—Não importa, quero o seu. Quero que você me arrebente com esse pauzão.
—Então vai em frente, pode sentar sozinha.
Eu estava tão safada que quase pulei em cima dele. Abri as pernas ao lado dele e agarrei o pau dele com a mão. Queria ele com todas as minhas forças, mas não posso negar que estava com medo, nunca tinha entrado nada nem parecido na minha buceta.
—O que está esperando? Quer voltar pra casa com seu namoradinho? — ele disse, debochando.
Respirei fundo e sentei no pau dele. Dava pra sentir cada centímetro me partindo ao meio, me abrindo no meio, ardia, doía, me rasgava, mas nunca tinha me sentido tão preenchida. Não parei até minha bunda encostar nas pernas dele.
—Você é a primeira branquinha que enfia ele inteiro. Parabéns — ele disse, surpreso.
—Obrigada — falei quase sem ar.
—Agora começa a quicar, vamos — ele disse, dando um tapa na minha teta.
—Mmm — gemi, começando a me mover devagar pra cima e pra baixo.
Levei uns minutos pra superar a dor e começar a sentir prazer. Mas quando começou, superou de longe todo o prazer que eu já tinha sentido sendo penetrada.
—Ah, porra. Eu amo isso — gemi, já cavalgando num ritmo bom.
—Mas que puta que você é. Como engole — ele disse, dando um tapa nas duas tetas agora.
—Mmm sim, eu sou. Me dá duro.
Cada vez eu quicava mais rápido e mais forte. Quase tirava o pau dele inteiro e caía de uma vez até as pernas dele, sentindo como ele me preenchia quase até a boca do estômago.
Quando eu já não aguentava mais, foi ele quem me segurou com força e começou a me mover como se eu fosse só uma boneca que ele usava pra masturbar o pau dele.
—Não para, raposinha. Veio buscar pau preto e vai embora sem conseguir andar.
—Sim, me dá mais, mais forte. Me deixa destruída — pedi, fora de mim.
—Você me surpreende. Não é a primeira branquinha com namorado que vem atrás de chocolate, mas é a primeira que eu posso foder de verdade e sem reclamação.
—Obrigada — gemi.
—Acho que — Que tava te chamando de foxy — respondeu rindo, sem parar de rebolar
— Mmm... Valeu — respondi de novo, fazendo ele rir mais
Ele se levantou sem tirar o peso de cima de mim e me enfiou contra a parede, me beijando sem parar de me foder. Me segurou assim, como se fosse nada, me comendo por minutos. Até que finalmente tirou o pau, me deixando vazia, e me jogou de novo no sofá.
— Fica de quatro —
Obedeci, oferecendo a buceta por trás.
— Mete em mim — pedi
— Mas que foxy — ele cravou até o fundo. Tive que morder o sofá, não queria que me ouvisse gritar e reclamar, queria mostrar pra ele como eu era foxy.
Ele não me deu trégua, me comeu com força desde a primeira enfiada. Também não precisei, na terceira metida já tava pedindo mais.
— Ai, meu Deus! Vou gozar — avisei
— Goza, foxy, mas não vou parar —
— Ahhh! — gritei quando gozei
Como ele tinha dito, não parou, só diminuiu um pouco o ritmo. Minha visão ficou em branco, achei que ia desmaiar. Foi a única vez que quase pedi clemência, mas me segurei mordendo o sofá de novo, até minha buceta pedir guerra outra vez.
— Me come — pedi
— Porra, como tava afim de uma puta igual você —
— Então tô aqui, sou sua. Me come com força, me arrebenta —
Ele tirou o segundo orgasmo de mim antes de me virar de barriga pra cima e continuar me comendo. Não sabia que um homem aguentava tanto nem que eu conseguia gozar três vezes sem parar de foder.
Finalmente, depois de mais de uma hora me comendo, me fez ajoelhar no chão.
— Vou gozar, foxy. Vou gozar na sua boca —
— Isso, me dá toda essa porra —
A gozada foi do tamanho do pau dele, inundou minha boca, foram cinco jatos, cinco batidas na minha garganta, era tanta porra que quase escorreu pelo canto dos lábios.
Você sabe que com você eu nunca engulo, tenho nojo. Mas senti que devia, que era o que tinha que fazer. Engoli a porra dele e abri a boca pra mostrar que não tinha resto de cum.
— Boa garota — ele disse
Dei mais umas chupadas pra deixar o pau dele limpinho. Limpa, olhando nos olhos dela, ajoelhada aos pés dele.
— Muito obrigado — falei, e peguei minhas roupas.
— Até a próxima — ela disse.
Eu tinha gozado duas vezes enquanto Isa me contava o que aconteceu com meu pau na mão dela.
— Você vai repetir?
— Só se você topar — ela respondeu.
Era difícil recusar com a porra de duas punhetas escorrendo na minha barriga.
— Sim, eu quero.
Isa sorriu pra mim e se levantou do sofá.
— Aliás, cruzei com o Javi e o Carlos na saída. Não sabia que eles moravam juntos. Acho que já devem ter ficado sabendo de tudo.
— Acho que sim — falei, mas naquele momento não tava nem aí pra me preocupar com isso.
Minha namorada e os colegas de trabalho (3)
Eu notava olhares e cochichos estranhos do César, Carlos e Javi, até parecia que o Ernesto sabia de algo. O tratamento comigo era normal, uma ou outra brincadeira sobre minha falta de habilidade pra dançar e muitos comentários sobre como a Isa era gostosa, simpática e incansável.
Também vi que minha namorada e o César se tratavam mais no trabalho. Antes, só se encontravam na saída e na entrada, agora não era raro a Isa descer até a oficina e meu colega arranjar qualquer desculpa pra falar com ela.
— Cê tá bem íntimo do César, hein? — perguntei um dia no carro, voltando pra casa.
— É o que dá compartilhar danças, cria uma cumplicidade danada.
— Tô vendo — respondi, irônico.
— Cê tá com ciúme?
— Não, de jeito nenhum.
— Não parecia que o jeito dele se aproximar no sábado te incomodava, na verdade você até curtiu — ela disse, fazendo o gesto de uma punheta com a mão.
Eu fiquei vermelho de vergonha, e ela caiu na risada.
— Só conversamos, ele é muito agradável.
— Acho que ele tem outras intenções além de conversar.
— É, isso é verdade. Não tenho dúvida de que ele tá doido pra meter aquele pauzão dele debaixo da minha saia.
Me remexi, desconfortável no banco enquanto dirigia. A Isa esticou a mão e tocou no meu pau, que já tinha endurecido.
— Sério? Quem diria, não é só o César que quer que isso aconteça.
— Não, eu...
— Você o quê? O que vai dizer? Olha como você ficou duro num segundo.
— É só fantasia.
— Tá. Só fantasia. Para o carro ali — ela disse, apontando pra um estacionamento ainda dentro do polígono industrial, que tava vazio.
— O que foi? O que você quer? — perguntei enquanto dirigia o carro pra onde ela tinha mandado.
A Isa não disse nada até eu estacionar. Aí, ela subiu em cima de mim no banco e começou a me beijar enquanto as mãos dela desabotoavam minha calça. Nunca tinha feito algo assim, num lugar público e em plena luz do dia. Eu me deixei levar, aceitando os beijos dela e levado por um... Tesão incrível.
—Isa, podem nos ver — falei, mais como uma observação do que uma reclamação.
—Cala a boca — ela disse entre beijos.
Ela tirou a calça que vestia e colocou a buceta, ainda dentro da calcinha fio dental, em cima do meu pau.
—Olha como você tá — disse ela, pegando meu pau com os dedos.
—É, tô muito tarado — falei.
—É uma pena que não seja grande e grosso igual o do César — disse ela, esfregando a buceta nele.
—Mmm, é — falei.
—O dele se sentia muito melhor no meu cu. Parecia que eu podia até sentir as veias dele, o calor — gemeu no meu ouvido.
—Já imagino — gemi de novo.
Isa afastou a calcinha fio dental e sentou na ponta do meu pau, mas sem enfiar.
—Você gostaria que tivesse rolado algo mais com ele? — perguntou, mexendo o quadril.
—Sim — falei.
—Você é um porco — disse ela, enfiando meu pau.
—Ah, porra — gemi.
Com certeza, Isa tinha mudado, algo estava solto nela. Há apenas quinze dias, era impossível ter rolado algo como o que estávamos fazendo num estacionamento em plena luz do dia.
—Diz que você quer que eu dê pro César.
—Sim, quero que você dê.
—Vou dar — disse ela, quicando cada vez mais rápido em cima de mim.
—Sim, dá.
—Me pede.
—Por favor, dá pro César.
—Porco — disse ela, me beijando.
—Sim, sou.
—Vou dar pra ele. Ele vai meter o pau enorme dele onde o seu tá agora.
—Vi você tocando nele outro dia — falei.
—Eu sei. Foi por isso que você foi embora, né? Porque você é um covarde e queria que eu decidisse o que fazer. Mas não quero que seja assim, quero que seja você quem peça, igual fez agora.
—Sim, te peço.
—Ele me chamou pra gente se ver hoje à tarde — disse ela, ainda esfregando a buceta no meu pau.
—Hoje à tarde? — perguntei.
—Sim, falei que precisava pensar. Mas a única coisa que quero é ter certeza de que você aprova.
Fiquei em silêncio por alguns segundos. Agora ela estava me pedindo permissão de verdade, já não era fantasia. Se eu dissesse que sim, Isa ia encontrar o César naquela mesma tarde.
Finalmente, concordei com a cabeça.
—Faz isso, encontra com ele — falei.
—Tem certeza? Se eu encontrar com ele, você sabe o que vai rolar. Não vou tomar um café, vou é levar uma foda
— Eu sei, pode fazer — falei
Nossos corpos tinham parado, ela ainda estava por cima e a gente se olhava nos olhos.
— Tá bem — ela disse, me beijou e saiu de cima.
— Mas não vamos continuar? — perguntei, apontando pra minha piroca dura pra caralho.
— Tenho que me guardar pra tarde — ela respondeu, sorrindo — Pode ser que quando eu voltar pra casa tenha algo pra você, mas não sei se vou ficar com vontade depois de enfiarem uma piroca tão grande em mim.
Longe de reclamar, eu soltei um gemido baixinho, subi a calça e dirigi até em casa.
Isa foi direto se arrumar assim que chegou, o encontro era em só umas duas horas. Ela entrou no banheiro pra se maquiar e depilar pra outro cara comer ela. Eu não conseguia ficar parado de tanta emoção contraditória que me batia. Queria dizer pra ela não fazer aquilo, que era demais, que eram só fantasias. Também queria bater uma, duvidava que ia aguentar até ela voltar sem fazer isso, queria realizar essas fantasias. Queria ser um corno.
Quando Isa saiu do banheiro, tava espetacular, não deixava dúvida sobre as intenções dela. Vestia uma camiseta verde, solta e bem decotada, com os peitos livres de sutiã que dava pra ver pelos lados. Por baixo, uma saia preta, também solta e que mal passava da bunda dela, não precisei levar a mão até a virilha dela pra saber que tava sem calcinha. Mesmo assim, ela fez e eu pude sentir o quanto ela tava molhada antes mesmo de sair de casa.
— Você tá muito gostosa — falei pra ela.
— Eu sei, cê acha que deixo claro aonde vou? — ela disse.
— Muito claro. Acho que não demora pra ele pular em cima de você.
— Tomara — disse Isa, que além da excitação, não conseguia esconder um certo nervosismo — Então vou ali te botar uns chifres.
Eu assenti, engolindo seco.
— Aproveita. Te amo.
— Vou sim. Eu mais — ela disse, me beijando.
As horas passaram, mais de quatro sem notícias da Isa. Não consegui jantar, meu estômago fechou de nervoso. Andava pela casa feito um louco, só sentava pra baixar a calça e pegar na minha piroca, mas parei antes de gozar, queria esperar ela pra isso.
Por fim ouvi o barulho das chaves dela na porta e ela entrou. Tava com o cabelo bagunçado, tinha perdido o batom e a linha dos olhos tava borrada. Não tinha dúvida de que tinha dado uma boa trepada.
— Que... Que tal? — perguntei nervoso.
Isa chegou perto e me beijou.
— Foi incrível. Fazia anos que não gozava assim e tantas vezes.
— Me conta — pedi.
— Senta — respondeu.
Os dois sentamos no sofá, ela baixou minha calça e colocou a mão na minha cueca.
— Tá assim esse tempo todo? — perguntou sentindo minha ereção.
— Sim, não quis gozar, mas me toquei várias vezes.
— Mas queria esperar eu contar como me foderam pra gozar, né?
— Sim — admiti.
— Tira a cueca — ela disse.
Na hora eu baixei até o tornozelo.
— Tô destruída e já tive pica suficiente hoje. Mas também acho que você não aguenta uma foda agora, né? — disse acariciando meu pau.
— Duvido.
Ela riu e pegou meu pau.
— Não goza até eu contar a história toda.
Assenti e ela começou a mover a mão bem devagar e a me contar o que tinha rolado.
Fui direto na casa dele. Ele me recebeu na porta, não tinha se arrumado, só tava de short curto que marcava todo o volume dele e sem camiseta. Me senti ridícula por ter me preparado tanto pra ele e ele me receber de roupa de ficar em casa.
— Você tá linda — ele disse me agarrando e encostando meu corpo no dele pra me dar dois beijos.
— Obrigada. Vejo que você não se arrumou muito — falei olhando o corpo dele.
— Eu me arrumo pra conquistar uma mulher, e você já tá conquistada — disse com um sorriso arrogante.
— Conquistas também podem se perder.
— Acho que não, você não teria deixado seu namorado em casa pra vir assim vestida me ver se não tivesse certeza.
— Você é um idiota.
— Pode ser, mas não deixa de ter razão.
Ele ainda me segurava pelas costas com a mão. Chegou perto e me beijou, mordendo meus lábios.
— E aí? Viu?" — ele disse ao ver que eu continuei o beijo e comecei outro.
"Idiota" — falei depois daquele segundo beijo, mais apaixonado.
Ele continuou me beijando enquanto me levava até o sofá, onde nos sentamos sem parar de nos beijar. Na mesa da sala, tinham duas taças de vinho já preparadas. Mas eu não queria vinho, queria beber dele.
"Por que você não continua o que começou outro dia?" — ele disse.
Então desci minha mão até a calça dele e percorri o pau dele, das bolas até a ponta. Ainda estava mole, e mesmo assim era muito mais comprido e grosso do que qualquer um que eu já tivesse tocado.
"É enorme" — falei, alucinada por poder percorrer ele inteiro.
"Grande demais pra uma branquela como você?" — ele perguntou de novo, com prepotência.
Beijei ele tentando tomar as rédeas e enfiei a mão dentro da calça dele.
"Dou conta dele sem problema" — falei.
Mas aí eu soltei ele, olhei, e me bateu a dúvida. Aquele monstro ia destruir minha buceta.
"Você não parece tão convencida" — ele disse, rindo.
"Nunca tinha visto um assim" — admiti, pasma, sem tirar os olhos dele.
"O do branquelo do seu namorado não é tão grande?"
"Não tem nem um terço" — falei enquanto tentava comparar o tamanho do pau dele com meus dedos, com o tronco do César.
"Pode parar se achar que é demais."
Machucada no orgulho, agarrei ele com força e comecei a masturbar ele, sentindo ele crescer ainda mais na minha mão.
"Punheta eu faço sozinho. Usa essa boquinha" — ele disse, autoritário.
Se você tivesse me falado assim, teria mandado à merda. Mas, ouvindo aquilo dele, me abaixei no sofá e coloquei meu rosto perto do pau dele pra ver se era maior que minha cabeça.
"Fica bem em você, mas agora começa a chupar" — ele disse.
Porra, senti minhas pernas tremerem ao ouvir ele me dar uma ordem. Levantei um pouco e enfiei ele na boca.
Na verdade, fiz o que dava. Tinha que abrir tanto a mandíbula que mal cabia a cabeça na minha boca. Demorei pra conseguir passar além da glande, enquanto o seu eu faço desaparecer inteiro na garganta. querido.
-É isso que você chama de fazer um boquete? Dá pra ver que não tá acostumada a foder com homem de verdade-
Eu me esforcei ainda mais pra abrir minha boca e engolir mais um pedaço da pica dele. Eu engasgava e mal tinha a metade na boca.
-É melhor eu te ajudar- ele disse, apertando minha cabeça contra a pica dele
Nunca tinha deixado ele fazer isso e nem reclamei. Deixei ele me empurrar pela nuca até a pica dele bater no fundo da minha garganta e eu sentir que tava ficando sem ar. Ele me segurou lá sem deixar eu respirar, eu me agarrei na coxa dele e arranhei, mas não tentei fugir.
-Filho da puta- falei quando ele finalmente me soltou, depois de eu tossir e cuspir um monte de saliva.
Ele caiu na risada e me puxou pelo cabelo de volta pra pica dele, de novo sem resistência da minha parte.
-É isso que você veio buscar. Se quisesse love, tinha ficado em casa com seu namorado. Eu vou te foder-
Sim, era exatamente o que eu queria. Que me fodesse forte e sem sentimento, violento e porco. O oposto do que a gente faz.
Ele repetiu umas duas vezes a parada de me afogar na pica dele, e cada vez eu conseguia enfiar um pedaço a mais. Não consegui engolir ela toda, mas me senti orgulhosa e feliz.
Na terceira vez que ele me soltou, ele tirou minha camiseta enquanto eu tentava recuperar o ar.
-De joelhos. Usa esses peitos-
Deixei minha recuperação pra depois. Me joguei de joelhos no chão e coloquei a pica dele entre meus peitos. Podia masturbar ele com eles e usar minha boca pra chupar a cabeça.
-Como fica bem o preto entre esses melões-
-Sim, fica muito bem- falei, movendo meu corpo pra cima e pra baixo, masturbando ele com os peitos.
-Você gosta de pica preta?-
-Sim, adoro pica preta-
-Com certeza esses peitos foram feitos pra pica preta. A pica branquinha do seu namorado se perde entre eles-
-Sim, meus peitos são pra masturbar paus pretos grandes, e não pausinhos de branquelo- falei já muito tesuda.
-Branquelas como você viciam quando provam uma pica preta boa na buceta. Tem certeza que quer?-
-Sim, te Estou morrendo de vontade. Quero sentir seu pau preto na minha buceta e quero ficar viciada nele.
—Pensa que depois não vai mais aguentar a piroquinha branca do teu namorado.
—Não importa, quero o seu. Quero que você me arrebente com esse pauzão.
—Então vai em frente, pode sentar sozinha.
Eu estava tão safada que quase pulei em cima dele. Abri as pernas ao lado dele e agarrei o pau dele com a mão. Queria ele com todas as minhas forças, mas não posso negar que estava com medo, nunca tinha entrado nada nem parecido na minha buceta.
—O que está esperando? Quer voltar pra casa com seu namoradinho? — ele disse, debochando.
Respirei fundo e sentei no pau dele. Dava pra sentir cada centímetro me partindo ao meio, me abrindo no meio, ardia, doía, me rasgava, mas nunca tinha me sentido tão preenchida. Não parei até minha bunda encostar nas pernas dele.
—Você é a primeira branquinha que enfia ele inteiro. Parabéns — ele disse, surpreso.
—Obrigada — falei quase sem ar.
—Agora começa a quicar, vamos — ele disse, dando um tapa na minha teta.
—Mmm — gemi, começando a me mover devagar pra cima e pra baixo.
Levei uns minutos pra superar a dor e começar a sentir prazer. Mas quando começou, superou de longe todo o prazer que eu já tinha sentido sendo penetrada.
—Ah, porra. Eu amo isso — gemi, já cavalgando num ritmo bom.
—Mas que puta que você é. Como engole — ele disse, dando um tapa nas duas tetas agora.
—Mmm sim, eu sou. Me dá duro.
Cada vez eu quicava mais rápido e mais forte. Quase tirava o pau dele inteiro e caía de uma vez até as pernas dele, sentindo como ele me preenchia quase até a boca do estômago.
Quando eu já não aguentava mais, foi ele quem me segurou com força e começou a me mover como se eu fosse só uma boneca que ele usava pra masturbar o pau dele.
—Não para, raposinha. Veio buscar pau preto e vai embora sem conseguir andar.
—Sim, me dá mais, mais forte. Me deixa destruída — pedi, fora de mim.
—Você me surpreende. Não é a primeira branquinha com namorado que vem atrás de chocolate, mas é a primeira que eu posso foder de verdade e sem reclamação.
—Obrigada — gemi.
—Acho que — Que tava te chamando de foxy — respondeu rindo, sem parar de rebolar
— Mmm... Valeu — respondi de novo, fazendo ele rir mais
Ele se levantou sem tirar o peso de cima de mim e me enfiou contra a parede, me beijando sem parar de me foder. Me segurou assim, como se fosse nada, me comendo por minutos. Até que finalmente tirou o pau, me deixando vazia, e me jogou de novo no sofá.
— Fica de quatro —
Obedeci, oferecendo a buceta por trás.
— Mete em mim — pedi
— Mas que foxy — ele cravou até o fundo. Tive que morder o sofá, não queria que me ouvisse gritar e reclamar, queria mostrar pra ele como eu era foxy.
Ele não me deu trégua, me comeu com força desde a primeira enfiada. Também não precisei, na terceira metida já tava pedindo mais.
— Ai, meu Deus! Vou gozar — avisei
— Goza, foxy, mas não vou parar —
— Ahhh! — gritei quando gozei
Como ele tinha dito, não parou, só diminuiu um pouco o ritmo. Minha visão ficou em branco, achei que ia desmaiar. Foi a única vez que quase pedi clemência, mas me segurei mordendo o sofá de novo, até minha buceta pedir guerra outra vez.
— Me come — pedi
— Porra, como tava afim de uma puta igual você —
— Então tô aqui, sou sua. Me come com força, me arrebenta —
Ele tirou o segundo orgasmo de mim antes de me virar de barriga pra cima e continuar me comendo. Não sabia que um homem aguentava tanto nem que eu conseguia gozar três vezes sem parar de foder.
Finalmente, depois de mais de uma hora me comendo, me fez ajoelhar no chão.
— Vou gozar, foxy. Vou gozar na sua boca —
— Isso, me dá toda essa porra —
A gozada foi do tamanho do pau dele, inundou minha boca, foram cinco jatos, cinco batidas na minha garganta, era tanta porra que quase escorreu pelo canto dos lábios.
Você sabe que com você eu nunca engulo, tenho nojo. Mas senti que devia, que era o que tinha que fazer. Engoli a porra dele e abri a boca pra mostrar que não tinha resto de cum.
— Boa garota — ele disse
Dei mais umas chupadas pra deixar o pau dele limpinho. Limpa, olhando nos olhos dela, ajoelhada aos pés dele.
— Muito obrigado — falei, e peguei minhas roupas.
— Até a próxima — ela disse.
Eu tinha gozado duas vezes enquanto Isa me contava o que aconteceu com meu pau na mão dela.
— Você vai repetir?
— Só se você topar — ela respondeu.
Era difícil recusar com a porra de duas punhetas escorrendo na minha barriga.
— Sim, eu quero.
Isa sorriu pra mim e se levantou do sofá.
— Aliás, cruzei com o Javi e o Carlos na saída. Não sabia que eles moravam juntos. Acho que já devem ter ficado sabendo de tudo.
— Acho que sim — falei, mas naquele momento não tava nem aí pra me preocupar com isso.
5 comentários - Minha namorada e os colegas de trabalho (parte 3)