Ana, Luz e Eu 9

Levei ela até a beirada da cama, subindo o tronco dela na cama e deixando as pernas penduradas, a mãe dela olhava de perto, mas não o suficiente pra nos tocar. "Abre essa bunda" falei, cuspindo na minha mão e passando na minha pica. A Luz me olhou, sabendo o que vinha, mesmo não estando preparada. Luz: Começa devagar, por favor. Eu: Vou fazer do meu jeito, não era isso que você e sua mãe queriam? Ana: Para, você vai rachar ela no meio. Nem virei a cabeça pra olhar pra ela, a única coisa fixa na minha vista eram as mãos da Luz separando as nádegas dela e o cuzinho rosado, lindo e com um cheiro afrodisíaco. Apoiei a cabeça e entrei, a glande já tava dentro, apertada pelo cu dela. Continuei e a Luz começou a reclamar, se agarrava nos lençóis e mexia as pernas um pouco. Quando terminei de meter tudo, parei dois segundos e comecei a bombar. Agora sim, coitada da Luz sentia dor, esperneava e gritava, mas eu segurava ela firme contra o colchão enquanto com as duas mãos separava as nádegas dela. A Ana se levantou e me segurou pelo braço "Para" ela falou, eu parei mas tirei minha pica e falei "Vão embora". Luz: Não se mete, mãe, ela falou pra você ficar sentada. Ana: Mas ele tá te comendo muito forte e tá doendo. Luz: Outro dia, ele me comeu mais forte. Quero tentar aguentar, senta aí. Click, outra ideia. Eu: Quer que doa menos, sogrinha? Ana: Sim. Eu: Vem. A Luz continuava deitada na cama do jeito que eu deixei, com as pernas penduradas. A Ana deitou de barriga pra cima perto da Luz e eu posicionei a cabeça dela pra ficar quase pendurada. Eu tinha na beirada da cama a bunda da Luz e a meio metro a cabeça da Ana, e bom, vocês já devem saber o motivo de ter posicionado ela assim. Eu: Abre a boca. A Ana abriu os olhos enormes. Eu: Não queria que doesse menos na sua filha? Ana: Mas você acabou de tirar a pica do cu da minha filha e agora quer que eu chupe ela? Eu: Prefere chupar minha pica ou chupar o cu dela? Você queria que doesse menos. Ela começou a abrir a boca devagar, sem estar totalmente Convencida, mas preferindo a primeira opção que eu dei. Meu pau entrou devagar, sentindo a língua dela e o calor da boca dela, relaxante e excitante. Eu: "Quanto mais você molhar, menos vai doer na sua filha." Ela abriu mais a boca, deu uns engasgos, mas tentou manter bastante saliva. Troquei e voltei pro cu da Luz. Custou a entrar de novo, mas não tanto quanto no começo. Ainda doía, dava pra ver. Voltei pra boca da mãe dela. Luz: "Molha mais, mãe." Ela abriu mais a boca, com uma mão segurou minha bunda pra me puxar e empurrar. Vi que com a outra mão ela começou a se masturbar. Que situação mais quente. Apertei os peitos dela, mas mais ainda os bicos. Ela pirou. Voltei pra Luz. O cu dela já tinha se acostumado mais, mas além disso a mãe dela tinha enchido bem meu pau de saliva. Comecei a bombar. Agora ela tava curtindo de verdade, porque soltou os lençóis que antes segurava com força e colocou as mãos nas próprias nádegas, abrindo mais pra eu penetrar mais fundo. Luz: "Que bem que você chupou, mãe. Que gostoso que tá agora." Ana: "Cê tá gostando, filha?" Luz: "Sim, tá abrindo minha buceta e eu tô amando." Enquanto comia a Luz, apertava com uma mão os bicos da mãe dela enquanto ela se masturbava cada vez mais forte. Luz: "Chupa mais um pouco, mãe." Voltei com a mãe dela e, sem me importar com nada, meti o pau inteiro, segurando por uns segundos. Tirei de novo, ela respirou, e eu meti de novo. Repeti isso várias vezes. Tava com saliva por toda a cara dela, os olhos dela estavam molhados e chegava até o cabelo. Minhas bolas batiam nos olhos dela e enchiam de saliva também. Apertei forte os bicos e bati nos peitos dela. Isso excitava ela pra caralho. Voltei pro cu da Luz. Ela também se masturbava e pedia aos gritos pra eu meter, pra ela gozar. Rasguei a calcinha que ela tava usando e usei a bunda de diabinha pra segurar ela pelo pescoço. Luz: "Me arrebenta toda. Quero gozar, já tô perto." Eu: "Vou encher teu cu de porra, putinha." Luz: "Sim, faz isso. Faz isso. Enche meu cu de porra, meu amor." Eu: "Quero que sua Mamãe, acaba com a gente. Ana: Já tô... Já tô chegando... Luz: Vou gozar, vou gozar... Ela gozou, mas eu ainda não tinha chegado lá, tava bem perto. Eu: Já vem a gozada, falta pouco. Ana: Vai, vai, não para. Arrebenta a bundinha da minha filha, enche ela de porra. Eu: Cê gosta de ver como eu arrebento a bunda da sua filha, sogrinha? Ana: Adoro, não pensei que ia gostar tanto de ver isso... Eu: Toma, vagabunda. Me agarrei no quadril dela, deixando a pica bem enterrada enquanto enchia ela de porra. Ana, do nosso lado, se contorcia de prazer enquanto gozava também. Quando terminei, tirei a pica e caí exausto no sofá. Uns segundos depois, minha porra começou a escorrer do cu da Luz. Ana: Filha, tá saindo a porra, você vai sujar a cama toda. Luz: Mãe, não consigo nem me mexer. Ana virou pra me olhar, os olhos dela estavam cheios de luxúria, mas mais ainda de tesão, e não tem nada que eu goste mais do que ser tarado. Ana: Eu te ajudo. Luz abriu uma das nádegas como conseguiu, esperando sentir uma toalha ou papel higiênico talvez, mas era algo mais macio. Ela virou pra ver. Era a mãe dela, limpando o cu e as nádegas dela com a língua, saboreando e engolindo cada gota de sêmen que conseguia catar. A filha não falou nada, só escondeu o rosto de novo no colchão e continuou ajudando, segurando uma das nádegas. Ana: Que gostoso que tá. Luz: Cê gosta, mãe? Ana: É uma delícia. Luz: Então eu também quero provar. Ana juntou um pouco com os dedos e colocou na boca da filha. Luz: Tá uma delícia... Quando recuperaram as forças, se levantaram e tiraram as fantasias. Eu tava exausto e me deitei entre as duas. Luz se encostou em mim, escondendo o rosto no meu braço e me abraçando pelo peito. Já minha sogra colocou uma das pernas dela por cima das minhas e a mão dela agarrando minha pica. Assim, mãe e filha dormiram junto comigo.

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