Depois da nossa experiência na saída pro bar que terminou a noite com minha mulher bem comida por um desconhecido (David). Nossos dias passavam normal, não falávamos nada do que aconteceu na cama, mas a gente se esquentava pra caralho e eu dizia se ela tinha gostado da pica do David, se queria repetir, e ela ficava doida e dizia que sim, que era uma puta. Ela me dizia que era minha puta e que eu podia fazer o que quisesse com ela, que ia deixar comer por quantos caras eu quisesse e um monte de coisas mais. A gente transava e com os consolos eu metia no cu dela e na buceta enquanto ela me chupava. Dava pra ver a cara de puta e de satisfação dela, toda enfiada de todos os lados, ela curtia pra caramba, a putinha. Num fim de semana, a gente decidiu sair pra um bar pra se divertir, eu falei pra ela se queria chamar o David, o cara que tinha comido ela da última vez, e ela disse que tava com vergonha, que melhor não, que a gente saísse pra ver que surpresa a noite trazia. Fomos pra uma balada que tinha um clima bem bom e uns reservados bem discretos, pedimos uns drinks e conversamos normal. Eu só pensava no que a noite ia trazer e na vontade que eu tava de ver minha esposa bem puta. Chamei ela pra dançar na pista e fomos. Ela dançava bem gostosa e mexia o corpo bem sexy, eu olhava pra ela e falava como ela tava gostosa, passava a mão na bunda dela e ela colava bem na minha pica, e ela rebolava gostoso igual uma louca puta com vontade de festa. Eu falava pra ela olhar como todos os homens tavam olhando ela rebolar, perguntei se ela já tava quente e ela disse que sempre. Aí eu falei pra ela ir no banheiro e tirar o sutiã e a calcinha, se ela tinha coragem de ficar assim. Ela sorriu e disse que já voltava. Eu fui pro reservado e ela pro banheiro. Daí a pouco ela saiu do banheiro, percebi que quando ela vinha andando na minha direção, os peitões balançavam gostoso dentro do vestido que ela tava usando, a putinha provocando todos os homens ao andar. Chegou no reservado e eu falei que ela tava gostosa. Dava pra ver os peitos dela quando ela andava. Ela abriu as pernas e me mostrou que não tava de calcinha. Tava divina a imagem da minha esposa sem roupa íntima. Ela chegou perto de mim e falou: "vem, toca pra ver como eu tô molhada". Eu fui e enfiei os dedos na buceta dela, e tava toda encharcada, bem louca já. A piranha tava a mil. A gente continuou bebendo e conversando, esquentando mais. Já com uns drinks, eu falei: "vai dançar sozinha um pouco pra provocar todos os homens e ver se alguém se atreve a dançar com você". Ela topou e foi pra pista.
Já na pista, ela dançava e me olhava com cara de doida e tesuda, se mexendo bem sensual. Alguns homens já chegavam perto pra ver ela de mais perto. Eu olhava ela do reservado, e de repente alguém se aproximou dela e a chamou. Vi que ela ficou feliz, deu um abraço e um beijo na bochecha dele. O abraço foi bem colado, dava pra ver o homem colocando uma mão nas costas dela e a outra quase no rabo dela. Ficaram uns minutos conversando na pista, e ela apontava pra mim e olhava pro cara, como se estivessem falando de mim. Ela pegou ele pela mão e foi na direção do reservado onde eu tava. Chegaram e ela apresentou. Sempre tentando que o amigo não percebesse que eu era o marido dela, bem discreta. Muito tempo depois foi que eu percebi o quão piranha minha esposa era na juventude dela. "Alejandro, olha, deixa eu te apresentar meu melhor amigo, que mora em Miami, e com ele não tenho segredos." Essa foi a apresentação. A gente se cumprimentou e sentamos os três pra conversar, ela no meio de nós dois.
Já percebi que o amigo não era um estranho, que tinha uma história com minha esposa. Dava pra ver pelo jeito que ele tocava nela e falava com ela. Sempre soube que minha esposa tinha um passado bem louco e agitado, de baladas e bares. Nunca achei que ela fosse uma santa. Mas de acreditar pra saber... uau, a imaginação é como você quiser, mas quando você sabe a realidade, precisa de mais. E pode crer, eu ia descobrir o quão piranha era a doida da minha esposa antes de estar comigo. Entre risadas, bebidas e conversa, ficamos os três um... Sempre o Alejandro, o amigo da minha esposa, todo atencioso com ela e com as mãos bem colocadas no corpo dela. Tanto na bunda dela quanto, entre risadas, ele apertava bem os peitos dela, dizendo que tinham crescido, que ela estava mais gostosa agora. Eu, felizmente, acompanhava a conversa. Minha esposa, um pouco nervosa, tentava fazer o amigo parar de falar, mas com confiança e uns drinks a mais, tudo vem à tona, ainda mais porque o amigo sabia o quão puta ela era e ainda é. Em um momento, ela precisou ir ao banheiro e se levantou, não sem antes o Alejandro passar a mão na bunda toda dela e perceber que ela não estava de calcinha. Vendo ela indo para o banheiro, eu já estava a mil de tesão e com vontade de farra. O amigo dela se aproximou de mim e disse: "Você conhece ela bem?" Eu, me fazendo de desentendido, perguntei: "O que você acha que dá pra fazer com essa louca?" Ele me disse: "Essa louca só quer pica. Ele já tinha feito umas boas festas com ela e me contou sobre ela quando era mais nova. Que ele a conheceu no trabalho e tinha saído com ela, e que quando tomava dois drinks, ficava bem puta. Que em uma ocasião, ele aproveitou muito ela: saíram para uma balada e, quando a balada terminou, ele e dois amigos a levaram para uma casa de aluguel e comeram ela entre os três, deram pica por todos os lados. Ele me contou que ela foi sozinha com eles para a casa de aluguel e sabia o que a esperava. No caminho para a casa, no carro, apalparam ela toda, colocaram ela para chupar pica e deixaram ela quase pelada. Que ela aproveitou muito e se comportou o tempo todo como uma boa puta. Ele me contou que chegaram na casa e os três caíram em cima dela, tiraram toda a roupa dela e colocaram ela para chupar a pica dos três. Ela, de joelhos no chão, e os três rodeando ela com as picas na cara, se revezavam para meter a pica na boca dela. Chamavam ela de tudo: puta, louca, "vamos te deixar bem arrombada", que ela ia ser a puta de todos e ia ter festas sempre que o Alejandro quisesse. Naquela noite, fizeram de tudo nela, dupla penetração. penetração, os três ao mesmo tempo, sem nunca parar de dar pica, até que no final deram um por um, pica no cu, e quando acabavam, jogavam toda a porra na cara dela, e ela passava no corpo e depois metia os dedos na boca. Conversa vai, conversa vem, Alejandro e eu, e ele me contou umas festas que teve com a minha mulher. Eu tava de boa com os causos do Alejandro, ele me contou tudo. De repente, vejo minha mulher voltando do banheiro, só que não percebi, por causa da conversa com o amigo, que ela tinha demorado um pouco mais que o normal. Quando chegou e sentou, notei que ela tava bem excitada, dava pra ver que tinha rolado algo. Ela sentou entre nós dois e perguntei por que tinha demorado no banheiro. Ela me olha e diz que conheceu um cara e teve uma conversa com ele. Cheguei perto e meti um dedo na buceta dela, e percebi que tava bem molhada. Só uma conversa com o cara? Perguntei e falei: "Te deixou bem quente, hein?" Entre risadas e com minha mão enfiada na buceta dela, e Alejandro apalpando a bunda dela, ela me diz que o cara era bem gostoso e que tinha tocado ela toda, e ela tinha tocado na pica dele e ficou impressionada com o tamanho. A putinha tava me contando tudo, e o amigo também escutava o que ela dizia. Alejandro fala pra ela: "Neném, você não mudou nada, adora levar pica de vários." Ela, sorrindo e bem provocante, dá um beijo no amigo e confirma o que ele tinha dito. Perguntei se o cara sabia que ela tava acompanhada e o quão puta ela era, se ele sabia que o que ela queria era farra. Ela responde que sim, que já tinha falado algo. Já no calor do momento e sabendo que Alejandro não se importava em dividir ela com outro homem, falei pra ela trazer o cara pra nossa reserva. Ela levantou e foi buscar o cara que tinha conhecido. Pra minha surpresa, voltou com o cara e mais um amigo pra reserva. À primeira vista, pareciam mais novos que a gente, um era mulato e o outro era negro, corpos bem atléticos comparados aos nossos. comigo e o Alejandro. Chegaram e se apresentaram já sentados os dois e minha mulher no meio deles, bem colada e carinhosa. Muito prazer, me apresento, sou Miguel e meu amigo é Ricardo, se dirigindo ao negão que estava do lado da minha esposa. A putinha tinha uma mão na coxa do Miguel e dava pra ver que ela tava tocando na pica dele por cima da roupa.
Já na pista, ela dançava e me olhava com cara de doida e tesuda, se mexendo bem sensual. Alguns homens já chegavam perto pra ver ela de mais perto. Eu olhava ela do reservado, e de repente alguém se aproximou dela e a chamou. Vi que ela ficou feliz, deu um abraço e um beijo na bochecha dele. O abraço foi bem colado, dava pra ver o homem colocando uma mão nas costas dela e a outra quase no rabo dela. Ficaram uns minutos conversando na pista, e ela apontava pra mim e olhava pro cara, como se estivessem falando de mim. Ela pegou ele pela mão e foi na direção do reservado onde eu tava. Chegaram e ela apresentou. Sempre tentando que o amigo não percebesse que eu era o marido dela, bem discreta. Muito tempo depois foi que eu percebi o quão piranha minha esposa era na juventude dela. "Alejandro, olha, deixa eu te apresentar meu melhor amigo, que mora em Miami, e com ele não tenho segredos." Essa foi a apresentação. A gente se cumprimentou e sentamos os três pra conversar, ela no meio de nós dois.
Já percebi que o amigo não era um estranho, que tinha uma história com minha esposa. Dava pra ver pelo jeito que ele tocava nela e falava com ela. Sempre soube que minha esposa tinha um passado bem louco e agitado, de baladas e bares. Nunca achei que ela fosse uma santa. Mas de acreditar pra saber... uau, a imaginação é como você quiser, mas quando você sabe a realidade, precisa de mais. E pode crer, eu ia descobrir o quão piranha era a doida da minha esposa antes de estar comigo. Entre risadas, bebidas e conversa, ficamos os três um... Sempre o Alejandro, o amigo da minha esposa, todo atencioso com ela e com as mãos bem colocadas no corpo dela. Tanto na bunda dela quanto, entre risadas, ele apertava bem os peitos dela, dizendo que tinham crescido, que ela estava mais gostosa agora. Eu, felizmente, acompanhava a conversa. Minha esposa, um pouco nervosa, tentava fazer o amigo parar de falar, mas com confiança e uns drinks a mais, tudo vem à tona, ainda mais porque o amigo sabia o quão puta ela era e ainda é. Em um momento, ela precisou ir ao banheiro e se levantou, não sem antes o Alejandro passar a mão na bunda toda dela e perceber que ela não estava de calcinha. Vendo ela indo para o banheiro, eu já estava a mil de tesão e com vontade de farra. O amigo dela se aproximou de mim e disse: "Você conhece ela bem?" Eu, me fazendo de desentendido, perguntei: "O que você acha que dá pra fazer com essa louca?" Ele me disse: "Essa louca só quer pica. Ele já tinha feito umas boas festas com ela e me contou sobre ela quando era mais nova. Que ele a conheceu no trabalho e tinha saído com ela, e que quando tomava dois drinks, ficava bem puta. Que em uma ocasião, ele aproveitou muito ela: saíram para uma balada e, quando a balada terminou, ele e dois amigos a levaram para uma casa de aluguel e comeram ela entre os três, deram pica por todos os lados. Ele me contou que ela foi sozinha com eles para a casa de aluguel e sabia o que a esperava. No caminho para a casa, no carro, apalparam ela toda, colocaram ela para chupar pica e deixaram ela quase pelada. Que ela aproveitou muito e se comportou o tempo todo como uma boa puta. Ele me contou que chegaram na casa e os três caíram em cima dela, tiraram toda a roupa dela e colocaram ela para chupar a pica dos três. Ela, de joelhos no chão, e os três rodeando ela com as picas na cara, se revezavam para meter a pica na boca dela. Chamavam ela de tudo: puta, louca, "vamos te deixar bem arrombada", que ela ia ser a puta de todos e ia ter festas sempre que o Alejandro quisesse. Naquela noite, fizeram de tudo nela, dupla penetração. penetração, os três ao mesmo tempo, sem nunca parar de dar pica, até que no final deram um por um, pica no cu, e quando acabavam, jogavam toda a porra na cara dela, e ela passava no corpo e depois metia os dedos na boca. Conversa vai, conversa vem, Alejandro e eu, e ele me contou umas festas que teve com a minha mulher. Eu tava de boa com os causos do Alejandro, ele me contou tudo. De repente, vejo minha mulher voltando do banheiro, só que não percebi, por causa da conversa com o amigo, que ela tinha demorado um pouco mais que o normal. Quando chegou e sentou, notei que ela tava bem excitada, dava pra ver que tinha rolado algo. Ela sentou entre nós dois e perguntei por que tinha demorado no banheiro. Ela me olha e diz que conheceu um cara e teve uma conversa com ele. Cheguei perto e meti um dedo na buceta dela, e percebi que tava bem molhada. Só uma conversa com o cara? Perguntei e falei: "Te deixou bem quente, hein?" Entre risadas e com minha mão enfiada na buceta dela, e Alejandro apalpando a bunda dela, ela me diz que o cara era bem gostoso e que tinha tocado ela toda, e ela tinha tocado na pica dele e ficou impressionada com o tamanho. A putinha tava me contando tudo, e o amigo também escutava o que ela dizia. Alejandro fala pra ela: "Neném, você não mudou nada, adora levar pica de vários." Ela, sorrindo e bem provocante, dá um beijo no amigo e confirma o que ele tinha dito. Perguntei se o cara sabia que ela tava acompanhada e o quão puta ela era, se ele sabia que o que ela queria era farra. Ela responde que sim, que já tinha falado algo. Já no calor do momento e sabendo que Alejandro não se importava em dividir ela com outro homem, falei pra ela trazer o cara pra nossa reserva. Ela levantou e foi buscar o cara que tinha conhecido. Pra minha surpresa, voltou com o cara e mais um amigo pra reserva. À primeira vista, pareciam mais novos que a gente, um era mulato e o outro era negro, corpos bem atléticos comparados aos nossos. comigo e o Alejandro. Chegaram e se apresentaram já sentados os dois e minha mulher no meio deles, bem colada e carinhosa. Muito prazer, me apresento, sou Miguel e meu amigo é Ricardo, se dirigindo ao negão que estava do lado da minha esposa. A putinha tinha uma mão na coxa do Miguel e dava pra ver que ela tava tocando na pica dele por cima da roupa.
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