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Micaela prende com os lábios a cabeça do pau do sobrinho e com a língua lambe todo o líquido pré-gozo, que é abundante.
Sua mão esquerda apoiada na coxa de Marcos aperta e arranha, como se tentasse expulsar a tensão do erotismo e da excitação que a consome. A mão direita, já brincando com os ovos grandes de Agustín, começa a subir, revelando seus dedos delicados que descobrem que o tronco que o sobrinho mais novo esconde é muito largo e quente. Ela tenta envolvê-lo com sua mão pequena e delicada, e sua mente dispara todos os sentidos, tentando calcular a grossura — é tanto que ela mal consegue cercá-lo. Sua mão direita continua subindo lentamente pelo falo de Agustín, e ela se surpreende ao perceber que ainda não chegou ao fim: não só é largo, mas também parece ser comprido. Tudo isso a partir de sua posição ajoelhada, com a mão por baixo do boxer de Agustín, enfiando sua mão delicada que roça a virilha e se perde lá dentro. Ninguém pode ver o que sua mão faz, apenas Micaela e Agustín sentem. Seu movimento para cima empurra o boxer de lado, liberando por baixo as enormes bolas de Agustín, que caem e se apresentam à vista de sua tia. Sua mão continua puxando o boxer para cima, porque ela quer chegar até a cabeça daquele tronco enorme. Esse movimento para cima faz com que, inconscientemente ou não, sua boca engula um pouco mais do que apenas a glande de Marcos. A boca, bem aberta para cobrir a largura, agora se ajusta para conseguir meter mais centímetros para dentro.
A boca dela, e por consequência o rosto, se erguem e pressionam a cueca do Marcos, tentando engolir um pouco mais de carne. Ela só cobriu um terço do membro do sobrinho mais velho e já parece que não cabe mais na boca. Mas como a Micaela tem memórias da juventude, sabe como prosseguir: continua subindo e engolindo mais carne. Dessa posição, ela alinha o pescoço na vertical, em linha com o falo enorme do sobrinho. A enorme e jovem cabeça do Marcos quer chegar até a garganta, e a Micaela sente em detalhes os cheiros do pau e das bolas do seu jovem sobrinho.
Sua mão direita finalmente chega à cabeça do pau do Agustín e descobre que está coberta de líquido pré-seminal, esse lubrificante dá uma eletricidade que chega até seu hímen, fazendo-a tremer. Ela percebe que os cheiros que sente do Marcos também ativam a lubrificação em sua buceta e sua mente começa a enviar sinais por todo o corpo. Sua pele fica arrepiada, seus mamilos ficam duros, ela tenta se acomodar enquanto continua de joelhos e enquanto lubrifica a cabeça do membro do Agustín com seu próprio pré-gozo, sente novamente a eletricidade por todo o corpo que se concentra em sua vulva e com a boca cheia do pau do Marcos explode de prazer, tremendo as pernas e perdendo as forças enquanto desliza pela delicada calcinha de renda os fluidos vaginais que mostram que ela teve um orgasmo. Mas esse orgasmo continua e busca se sustentar arranhando a perna do Marcos e apertando o pau do Agustín, enquanto com sua boca seus dentes mordem um pouco o membro de seu sobrinho. Seu esforço não dá fruto, porque suas pernas cedem e ela acaba se deixando cair no chão. Tem a boca cheia de saliva que escorre pelo lado de seu rosto, está com aquele brilho de suor por todo o corpo, produto do calor do momento.
Ela está deitada no chão, toda ofegante, o peito sobe e desce, tenta recuperar o ar e olha para os sobrinhos lá do chão, mas precisa de uns segundos para se recompor. Os sobrinhos não sabem o que fazer, veem ela ali jogada e se entreolham como se tivessem cometido um crime. Micaela está deitada no chão debaixo deles em pé, suas pernas estão molhadas, mas sua calcinha fio-dental está encharcada. Micaela tenta se levantar, erguendo a cabeça, e ao olhar para cima vê as bolas do Agustín balançando e o pau do Marcos saindo por baixo da cueca, tentando escapar do tecido. Nesse momento, uma gota, mistura de líquido pré-seminal e saliva da Micaela, cai da ponta da cabeça grossa e grande do pau do Marcos. Cai nos lábios da Micaela. Ela quer se levantar, mas seus músculos tremeram demais, ela ri por não ter forças para nada, nunca tinha se sentido assim. Marcos e Agustín se olham de novo e parece que algo mudou em seus rostos, a tia roubou a inocência deles. Ao mesmo tempo, eles tiram as cuecas e as deixam cair no chão. Ali, Micaela, que ainda tenta encontrar oxigênio, vê tudo embaçado, mas vê aqueles paus enormes, pode ver que são muito maiores que o do seu marido, e mais grossos. Devem ter uns 20 centímetros e 6 ou 7 de largura, por isso só de tocar e provar ela teve aquele orgasmo. Ela quer se levantar, mas ainda não consegue. Marcos diz: "Tia, não se mexe, senão você vai desmaiar". Micaela obedece, mas seus sobrinhos considerados na verdade querem vê-la assim, no chão, toda molhada, quente, desgrenhada. E eles começam a se masturbar com fúria. Ambos os sobrinos se masturbam olhando para ela, o barulho da punheta ecoa pela casa toda, e Micaela só observa, observa aqueles paus enormes sendo estimulados pelas próprias mãos dos seus sobrinhos.
Ela ainda não consegue se recompor e pisca repetidamente para tentar enxergar sem a visão embaçada. Não sabe quanto tempo está passando, mas quando finalmente consegue focar, vê as enormes bolas de seus sobrinos se contraindo. E como cada um de seus enormes paus começa a tremer, simultaneamente. Eles fizeram um trabalho de coordenação tão perfeito que vão gozar ao mesmo tempo. Explodem como uma plataforma de petróleo, e cospem jatos de porra que caem por todo o corpo e no rosto de sua tia.
Micaela sente cada impacto pelo corpo todo, é muita porra de jovem. Cai na barriga dela, no rosto, nos peitos, até no seu thong, nas pernas, joelhos, braços e pés. Eles se encarregam de regar a tia toda. Ela se sente homenageada e quando está prestes a agradecer, uma última gotona do Marcos sai expelida e cai direto na boca da Micaela. Seu cérebro manda sinais elétricos de novo pro corpo todo regado de porra, e ao sentir a mormaceira e se ver toda leitada, ela volta a ficar arrepiada e espasmos mais fortes acontecem dentro do corpo, na sua buceta. Ela treme com mais força e grita de prazer. Teve um segundo orgasmo e ainda nem aconteceu nada. O celular toca insistente. Micaela olha pro lado e vê tudo embaçado, passa as mãos nos olhos tentando limpar o excesso de lágrimas ou seja lá o que for pra conseguir focar direito. Ela está na sua cama, coberta com o lençol branco. Não entende o que está acontecendo.
O telefone continua tocando, é o marido dela. Ela atende tentando entender o que aconteceu ou o que está acontecendo. Eles conversam um pouco sobre trivialidades, ela diz que acabou de acordar e isso parece surpreender o parceiro. "Os sobrinhos te deixaram de cama, já é meio-dia", ele diz. Ela abre as cortinas e o sol de verão invade o quarto, fazendo-a fechar os olhos. Ela se olha no espelho e vê que está com a mesma calcinha. Está toda desgrenhada. Se aproxima um pouco mais e vê em detalhes que tem manchas brilhantes na pele, em todo o corpo, no rosto, e toca os cílios – estão todos grudados.
Em cada lugar que tem brilho, ela passa o dedo e caem como escamas. É óbvio que não foi um sonho, o que aconteceu, aconteceu. Será que agora aconteceu algo mais que ela não lembra? Ela termina de falar com o marido de novo sem ter ouvido uma palavra do que ele disse. Dessa vez, ela veste um roupão mais decente e sai para a sala.
Não tem ninguém, nem na cozinha, ela espreita para o jardim e a piscina, também não tem ninguém. Checa o celular e não há mensagens dos seus sobrinhos, simplesmente foram embora. Decepcionada, anda pela casa toda e vai tomar um banho. Até dá vontade de chorar, ela se sente desprezada. Sai com o cabelo molhado enquanto seca o corpo a caminho do quarto, abre a gaveta de sua roupa íntima e desta vez não escolhe nada sexy, mas uma calcinha mais larga cor creme e um sutiã que cobre todos os seus peitos. Coloca um vestido florido e vai tomar café da manhã, sozinha.
Enquanto toma seu café com suas torradas com cream cheese, ela olha para a piscina que deu origem a tudo o que aconteceu no dia e na noite anteriores. Seus olhos se enchem de lágrimas, mas ela não sabe bem por quê. Um pouco se sente culpada porque fez algo proibido, teve situações sexuais extraconjugais, e não só com um, mas com dois homens ao mesmo tempo. Mas a culpa se expande ao considerar que não são homens quaisquer, e sim seus sobrinhos, seus jovens sobrinhos, filhos de sua odiosa cunhada, que tinham vindo apenas para se livrar do calor do verão de Buenos Aires em sua piscina. Eles estariam fazendo suas primeiras experiências com suas namoradas ou ficantes, e Micaela se aproveitou disso para satisfazer uma calentura momentânea. Algumas lágrimas mais grossas escorrem por suas bochechas, e ela solta o primeiro choro, mas desta vez já não é por culpa, e sim por raiva. Ela se sente rejeitada. Ela não teve sua noite de sexo desenfreado como desejava, mas sim, depois de receber o sêmen de seus sobrinhos, desmaiou de prazer, e eles apenas a levantaram e a deitaram em sua cama. Testemunha disso estão suas roupas, que ficaram vestidas; ela sabe bem que não houve nada mais, não houve embriaguez, nem amnésia. Simplesmente serviu como objeto de masturbação para seus sobrinhos e, depois de gozarem, a descartaram. Ela se recompõe, limpa o rosto e caminha até a porta de vidro deslizante que dá para a piscina e o jardim. Abre-a e sai; o chão está quente, então ela caminha pela sombra. O sol do meio-dia está ardendo, e imediatamente ela sente o calor em sua pele. Checa a previsão e verifica que já está fazendo 36 graus, e ainda é apenas meio-dia. Seu aplicativo a alerta que passará dos 40 graus nesse dia. Ela volta para dentro de casa, para a proteção do ar-condicionado, dirige-se ao seu quarto, abre suas gavetas e escolhe o biquíni mais pequeno que tem. Um conjunto não tão minúsculo, mas que pelo menos é de duas peças.
Ao se olhar no espelho, ela queria que fosse menor do que é, na sua mente já planeja comprar roupas mais reveladoras. Vai em direção à piscina e depois de um mergulho sai para passar protetor solar. Na espreguiçadeira sente o sol abraçá-la e dedica alguns minutos para esvaziar a mente. De olhos fechados consegue se abstrair de tudo e até sorri por aquele momento de paz. Abre os olhos de repente, um flash veio à sua mente, a lembrança da última gota de sêmen do Marcos caindo em sua boca enquanto ela ainda tremia pelos espasmos do seu orgasmo. Tenta eliminar esse pensamento e quer voltar a esvaziar a mente, mas já é tarde, novamente sentimentos de culpa, raiva e suposições voltam. Pega o celular, as redes sociais. Vê como as famosas e até suas amigas postam stories em praias ou piscinas de biquíni mostrando seus corpos para receber elogios de muitos homens e mulheres. Micaela não costumava postar muitos stories desse estilo, mas ficou tentada ao ler os comentários e as reações às publicações das amigas e das famosas. Ensaias selfies e fotos para poder publicar e não se convence. Seu biquíni turquesa que era o menor e mais moderno parecia de vó comparado aos que via nas redes sociais. Decidiu então fazer algo. Volta ao seu quarto e pega o fio-dental vermelho que usou na noite anterior. Aquele pequeno fio-dental transparente. Ainda tem restos secos das ejaculações dos seus sobrinhos, mas não liga. Troca e vai para a espreguiçadeira. Lá tira fotos mostrando o generoso bumbum branco que tem, com o tecido vermelho enfiado entre suas nádegas e apenas tirinhas que o seguram nos quadris.
Ela fica mais ousada e tira a parte de cima, não teria nada de errado, ela está tomando sol e não quer as marcas do sutiã. De algum jeito ela consegue tirar uma foto se cobrindo os mamilos, sem ser grotesca, deitada naquela espreguiçadeira mostrando seu bumbum inocente e a piscina ao fundo.
Ela hesita bastante em postar, mas quando posta, usa a opção de melhores amigos, só para alguns escolhidos. Todas as amigas estão incluídas, colegas da faculdade e do trabalho também, exclui familiares diretos, exceto dois: seus sobrinhos Marcos e Agustín. As notificações e reações chovem: amigas a parabenizando, dizendo que ela é uma gostosa, que está linda, etc. Também dos colegas do trabalho e da faculdade, e até do ensino médio, com comentários até desrespeitosos, sem levar em conta que ela é uma mulher casada. Ela fica indignada ao ver homens com namorada, esposa e filhos comentando na foto. Ela gosta de ser desejada, isso levanta seu astral. Mas, com decepção, vê que seus sobrinos, ao verem a foto, não fazem nada. Ela continua tomando sol e as notificações continuam caindo, e chegam mensagens no WhatsApp de homens procurando uma desculpa para ver se têm alguma chance. Algo a deixa irritada: no meio da enxurrada de notificações, chega uma foto temporária que só abre ao tocar. É de um ex-colega do ensino médio, e mesmo sabendo que não deveria abrir, ela abre. Era o óbvio: uma foto dos genitais dele. O coitado achava que tinha algo poderoso entre as pernas, mas só causa riso, nojo e graça em Micaela. Um pênis pequeno e feio, rosado, com muitos pelos castanhos, nada estético. Tirada no próprio banheiro dele, dá pra ver a privada, uma cueca com manchas. Tudo menos erótico. Micaela cansa e deleta a foto, também silencia o telefone. Coloca os fones de ouvido e escuta sua música favorita enquanto continua ao sol, transpirando, com seus seios à mostra e seu minúscuo fio dental vermelho manchado. Mergulhada na música, ela volta a lembrar dos membros de seus sobrinos, e não consegue acreditar na diferença de corpos e nos 'equipamentos' que eles carregavam, comparados com o sem-noção que lhe enviou aquelas fotos nada agraciadas. Lembra como sua mão comprovou a largura e o comprimento do falo de Agustín e do tamanho enorme de suas bolas balançando. Veio à sua mente o sabor e o calor da enorme cabeça do pau de Marcos, e de como ela tentou chupar centímetros de carne até ela ter aquele orgasmo. Seus dedos voltaram por instinto para sua buceta, enfiando por baixo da calcinha fio dental. O suor, o calor e seus próprios fluidos se misturaram. Facilitaram a entrada de seus dois dedos, o médio e o anelar. Ela arqueia o corpo e ouve o som molhado dos dedos entrando e saindo de sua vagina, mesmo com fones de ouvido.
Isso a deixa ainda mais excitada e ela tenta enfiar os dedos mais fundo, como se quisesse chegar mais longe, mas sabe que o comprimento deles é limitado. O tamanho dos membros de seus sobrinhos seria mais que o dobro de seus dedos delicados e femininos.
Perde a noção do tempo e do espaço. Sua outra mão toca seus mamilos em busca de maior estímulo. Ofegante, geme alto, sem se importar. Está extasiada. Começa a tremer, está chegando novamente ao clímax do orgasmo. Grita e o movimento faz um dos fones cair. Abre os olhos por instinto e, ao virar a cabeça, vê seus sobrinhos Marcos e Agustín na entrada de sua casa, com a porta de correr aberta, assistindo ao espetáculo. Ela tenta tirar os dedos que estão bem fundo dentro de si e, nesse movimento acelerado, esfrega seu clitóris inflamado. “nããão” grita gemendo enquanto tem um orgasmo semelhante ao da noite anterior. Treme e seus fluidos escorrem pela lateral de suas coxas. Está toda vermelha, suada, despenteada, de peitos à mostra e vestindo apenas a pequena calcinha vermelha transparente, úmida e brilhante pelo gozo de seus sobrinhos. Seus sobrinhos continuam estáticos na porta. Micaela se levanta como pode, caminha trêmula até eles. Ao se aproximar, rebola, não se importa de estar de peitos expostos. Chega até seus sobrinhos. Leva as mãos de volta à sua vulva. Marcos e Agustín ficam divididos entre olhar os peitos milf de sua tia e o que ela faz com as mãos. Ela pega de seus fluidos e diz: “abram a boca, guys”. Marcos e Agustín obedecem. Micaela enfia seus dedos com seus fluidos, resultado de sua masturbação que foi causada pela lembrança do que eles fizeram. “isso foi causado por vocês, então vão comer” diz Micaela. A cena é realmente erótica. Micaela parada apenas com sua calcinha vermelha úmida diante de seus sobrinhos, com seus dedos dentro da boca deles. O calor do ambiente é pouco comparado ao que Micaela e seus sobrinhos sentem naquele momento. E não parece que vai terminar ali. (Este relato pertence a hectornieto em Cuento Relatos)
Micaela prende com os lábios a cabeça do pau do sobrinho e com a língua lambe todo o líquido pré-gozo, que é abundante.
Sua mão esquerda apoiada na coxa de Marcos aperta e arranha, como se tentasse expulsar a tensão do erotismo e da excitação que a consome. A mão direita, já brincando com os ovos grandes de Agustín, começa a subir, revelando seus dedos delicados que descobrem que o tronco que o sobrinho mais novo esconde é muito largo e quente. Ela tenta envolvê-lo com sua mão pequena e delicada, e sua mente dispara todos os sentidos, tentando calcular a grossura — é tanto que ela mal consegue cercá-lo. Sua mão direita continua subindo lentamente pelo falo de Agustín, e ela se surpreende ao perceber que ainda não chegou ao fim: não só é largo, mas também parece ser comprido. Tudo isso a partir de sua posição ajoelhada, com a mão por baixo do boxer de Agustín, enfiando sua mão delicada que roça a virilha e se perde lá dentro. Ninguém pode ver o que sua mão faz, apenas Micaela e Agustín sentem. Seu movimento para cima empurra o boxer de lado, liberando por baixo as enormes bolas de Agustín, que caem e se apresentam à vista de sua tia. Sua mão continua puxando o boxer para cima, porque ela quer chegar até a cabeça daquele tronco enorme. Esse movimento para cima faz com que, inconscientemente ou não, sua boca engula um pouco mais do que apenas a glande de Marcos. A boca, bem aberta para cobrir a largura, agora se ajusta para conseguir meter mais centímetros para dentro.
A boca dela, e por consequência o rosto, se erguem e pressionam a cueca do Marcos, tentando engolir um pouco mais de carne. Ela só cobriu um terço do membro do sobrinho mais velho e já parece que não cabe mais na boca. Mas como a Micaela tem memórias da juventude, sabe como prosseguir: continua subindo e engolindo mais carne. Dessa posição, ela alinha o pescoço na vertical, em linha com o falo enorme do sobrinho. A enorme e jovem cabeça do Marcos quer chegar até a garganta, e a Micaela sente em detalhes os cheiros do pau e das bolas do seu jovem sobrinho.
Sua mão direita finalmente chega à cabeça do pau do Agustín e descobre que está coberta de líquido pré-seminal, esse lubrificante dá uma eletricidade que chega até seu hímen, fazendo-a tremer. Ela percebe que os cheiros que sente do Marcos também ativam a lubrificação em sua buceta e sua mente começa a enviar sinais por todo o corpo. Sua pele fica arrepiada, seus mamilos ficam duros, ela tenta se acomodar enquanto continua de joelhos e enquanto lubrifica a cabeça do membro do Agustín com seu próprio pré-gozo, sente novamente a eletricidade por todo o corpo que se concentra em sua vulva e com a boca cheia do pau do Marcos explode de prazer, tremendo as pernas e perdendo as forças enquanto desliza pela delicada calcinha de renda os fluidos vaginais que mostram que ela teve um orgasmo. Mas esse orgasmo continua e busca se sustentar arranhando a perna do Marcos e apertando o pau do Agustín, enquanto com sua boca seus dentes mordem um pouco o membro de seu sobrinho. Seu esforço não dá fruto, porque suas pernas cedem e ela acaba se deixando cair no chão. Tem a boca cheia de saliva que escorre pelo lado de seu rosto, está com aquele brilho de suor por todo o corpo, produto do calor do momento.
Ela está deitada no chão, toda ofegante, o peito sobe e desce, tenta recuperar o ar e olha para os sobrinhos lá do chão, mas precisa de uns segundos para se recompor. Os sobrinhos não sabem o que fazer, veem ela ali jogada e se entreolham como se tivessem cometido um crime. Micaela está deitada no chão debaixo deles em pé, suas pernas estão molhadas, mas sua calcinha fio-dental está encharcada. Micaela tenta se levantar, erguendo a cabeça, e ao olhar para cima vê as bolas do Agustín balançando e o pau do Marcos saindo por baixo da cueca, tentando escapar do tecido. Nesse momento, uma gota, mistura de líquido pré-seminal e saliva da Micaela, cai da ponta da cabeça grossa e grande do pau do Marcos. Cai nos lábios da Micaela. Ela quer se levantar, mas seus músculos tremeram demais, ela ri por não ter forças para nada, nunca tinha se sentido assim. Marcos e Agustín se olham de novo e parece que algo mudou em seus rostos, a tia roubou a inocência deles. Ao mesmo tempo, eles tiram as cuecas e as deixam cair no chão. Ali, Micaela, que ainda tenta encontrar oxigênio, vê tudo embaçado, mas vê aqueles paus enormes, pode ver que são muito maiores que o do seu marido, e mais grossos. Devem ter uns 20 centímetros e 6 ou 7 de largura, por isso só de tocar e provar ela teve aquele orgasmo. Ela quer se levantar, mas ainda não consegue. Marcos diz: "Tia, não se mexe, senão você vai desmaiar". Micaela obedece, mas seus sobrinhos considerados na verdade querem vê-la assim, no chão, toda molhada, quente, desgrenhada. E eles começam a se masturbar com fúria. Ambos os sobrinos se masturbam olhando para ela, o barulho da punheta ecoa pela casa toda, e Micaela só observa, observa aqueles paus enormes sendo estimulados pelas próprias mãos dos seus sobrinhos.
Ela ainda não consegue se recompor e pisca repetidamente para tentar enxergar sem a visão embaçada. Não sabe quanto tempo está passando, mas quando finalmente consegue focar, vê as enormes bolas de seus sobrinos se contraindo. E como cada um de seus enormes paus começa a tremer, simultaneamente. Eles fizeram um trabalho de coordenação tão perfeito que vão gozar ao mesmo tempo. Explodem como uma plataforma de petróleo, e cospem jatos de porra que caem por todo o corpo e no rosto de sua tia.
Micaela sente cada impacto pelo corpo todo, é muita porra de jovem. Cai na barriga dela, no rosto, nos peitos, até no seu thong, nas pernas, joelhos, braços e pés. Eles se encarregam de regar a tia toda. Ela se sente homenageada e quando está prestes a agradecer, uma última gotona do Marcos sai expelida e cai direto na boca da Micaela. Seu cérebro manda sinais elétricos de novo pro corpo todo regado de porra, e ao sentir a mormaceira e se ver toda leitada, ela volta a ficar arrepiada e espasmos mais fortes acontecem dentro do corpo, na sua buceta. Ela treme com mais força e grita de prazer. Teve um segundo orgasmo e ainda nem aconteceu nada. O celular toca insistente. Micaela olha pro lado e vê tudo embaçado, passa as mãos nos olhos tentando limpar o excesso de lágrimas ou seja lá o que for pra conseguir focar direito. Ela está na sua cama, coberta com o lençol branco. Não entende o que está acontecendo.
O telefone continua tocando, é o marido dela. Ela atende tentando entender o que aconteceu ou o que está acontecendo. Eles conversam um pouco sobre trivialidades, ela diz que acabou de acordar e isso parece surpreender o parceiro. "Os sobrinhos te deixaram de cama, já é meio-dia", ele diz. Ela abre as cortinas e o sol de verão invade o quarto, fazendo-a fechar os olhos. Ela se olha no espelho e vê que está com a mesma calcinha. Está toda desgrenhada. Se aproxima um pouco mais e vê em detalhes que tem manchas brilhantes na pele, em todo o corpo, no rosto, e toca os cílios – estão todos grudados.
Em cada lugar que tem brilho, ela passa o dedo e caem como escamas. É óbvio que não foi um sonho, o que aconteceu, aconteceu. Será que agora aconteceu algo mais que ela não lembra? Ela termina de falar com o marido de novo sem ter ouvido uma palavra do que ele disse. Dessa vez, ela veste um roupão mais decente e sai para a sala.
Não tem ninguém, nem na cozinha, ela espreita para o jardim e a piscina, também não tem ninguém. Checa o celular e não há mensagens dos seus sobrinhos, simplesmente foram embora. Decepcionada, anda pela casa toda e vai tomar um banho. Até dá vontade de chorar, ela se sente desprezada. Sai com o cabelo molhado enquanto seca o corpo a caminho do quarto, abre a gaveta de sua roupa íntima e desta vez não escolhe nada sexy, mas uma calcinha mais larga cor creme e um sutiã que cobre todos os seus peitos. Coloca um vestido florido e vai tomar café da manhã, sozinha.
Enquanto toma seu café com suas torradas com cream cheese, ela olha para a piscina que deu origem a tudo o que aconteceu no dia e na noite anteriores. Seus olhos se enchem de lágrimas, mas ela não sabe bem por quê. Um pouco se sente culpada porque fez algo proibido, teve situações sexuais extraconjugais, e não só com um, mas com dois homens ao mesmo tempo. Mas a culpa se expande ao considerar que não são homens quaisquer, e sim seus sobrinhos, seus jovens sobrinhos, filhos de sua odiosa cunhada, que tinham vindo apenas para se livrar do calor do verão de Buenos Aires em sua piscina. Eles estariam fazendo suas primeiras experiências com suas namoradas ou ficantes, e Micaela se aproveitou disso para satisfazer uma calentura momentânea. Algumas lágrimas mais grossas escorrem por suas bochechas, e ela solta o primeiro choro, mas desta vez já não é por culpa, e sim por raiva. Ela se sente rejeitada. Ela não teve sua noite de sexo desenfreado como desejava, mas sim, depois de receber o sêmen de seus sobrinhos, desmaiou de prazer, e eles apenas a levantaram e a deitaram em sua cama. Testemunha disso estão suas roupas, que ficaram vestidas; ela sabe bem que não houve nada mais, não houve embriaguez, nem amnésia. Simplesmente serviu como objeto de masturbação para seus sobrinhos e, depois de gozarem, a descartaram. Ela se recompõe, limpa o rosto e caminha até a porta de vidro deslizante que dá para a piscina e o jardim. Abre-a e sai; o chão está quente, então ela caminha pela sombra. O sol do meio-dia está ardendo, e imediatamente ela sente o calor em sua pele. Checa a previsão e verifica que já está fazendo 36 graus, e ainda é apenas meio-dia. Seu aplicativo a alerta que passará dos 40 graus nesse dia. Ela volta para dentro de casa, para a proteção do ar-condicionado, dirige-se ao seu quarto, abre suas gavetas e escolhe o biquíni mais pequeno que tem. Um conjunto não tão minúsculo, mas que pelo menos é de duas peças.
Ao se olhar no espelho, ela queria que fosse menor do que é, na sua mente já planeja comprar roupas mais reveladoras. Vai em direção à piscina e depois de um mergulho sai para passar protetor solar. Na espreguiçadeira sente o sol abraçá-la e dedica alguns minutos para esvaziar a mente. De olhos fechados consegue se abstrair de tudo e até sorri por aquele momento de paz. Abre os olhos de repente, um flash veio à sua mente, a lembrança da última gota de sêmen do Marcos caindo em sua boca enquanto ela ainda tremia pelos espasmos do seu orgasmo. Tenta eliminar esse pensamento e quer voltar a esvaziar a mente, mas já é tarde, novamente sentimentos de culpa, raiva e suposições voltam. Pega o celular, as redes sociais. Vê como as famosas e até suas amigas postam stories em praias ou piscinas de biquíni mostrando seus corpos para receber elogios de muitos homens e mulheres. Micaela não costumava postar muitos stories desse estilo, mas ficou tentada ao ler os comentários e as reações às publicações das amigas e das famosas. Ensaias selfies e fotos para poder publicar e não se convence. Seu biquíni turquesa que era o menor e mais moderno parecia de vó comparado aos que via nas redes sociais. Decidiu então fazer algo. Volta ao seu quarto e pega o fio-dental vermelho que usou na noite anterior. Aquele pequeno fio-dental transparente. Ainda tem restos secos das ejaculações dos seus sobrinhos, mas não liga. Troca e vai para a espreguiçadeira. Lá tira fotos mostrando o generoso bumbum branco que tem, com o tecido vermelho enfiado entre suas nádegas e apenas tirinhas que o seguram nos quadris.
Ela fica mais ousada e tira a parte de cima, não teria nada de errado, ela está tomando sol e não quer as marcas do sutiã. De algum jeito ela consegue tirar uma foto se cobrindo os mamilos, sem ser grotesca, deitada naquela espreguiçadeira mostrando seu bumbum inocente e a piscina ao fundo.
Ela hesita bastante em postar, mas quando posta, usa a opção de melhores amigos, só para alguns escolhidos. Todas as amigas estão incluídas, colegas da faculdade e do trabalho também, exclui familiares diretos, exceto dois: seus sobrinhos Marcos e Agustín. As notificações e reações chovem: amigas a parabenizando, dizendo que ela é uma gostosa, que está linda, etc. Também dos colegas do trabalho e da faculdade, e até do ensino médio, com comentários até desrespeitosos, sem levar em conta que ela é uma mulher casada. Ela fica indignada ao ver homens com namorada, esposa e filhos comentando na foto. Ela gosta de ser desejada, isso levanta seu astral. Mas, com decepção, vê que seus sobrinos, ao verem a foto, não fazem nada. Ela continua tomando sol e as notificações continuam caindo, e chegam mensagens no WhatsApp de homens procurando uma desculpa para ver se têm alguma chance. Algo a deixa irritada: no meio da enxurrada de notificações, chega uma foto temporária que só abre ao tocar. É de um ex-colega do ensino médio, e mesmo sabendo que não deveria abrir, ela abre. Era o óbvio: uma foto dos genitais dele. O coitado achava que tinha algo poderoso entre as pernas, mas só causa riso, nojo e graça em Micaela. Um pênis pequeno e feio, rosado, com muitos pelos castanhos, nada estético. Tirada no próprio banheiro dele, dá pra ver a privada, uma cueca com manchas. Tudo menos erótico. Micaela cansa e deleta a foto, também silencia o telefone. Coloca os fones de ouvido e escuta sua música favorita enquanto continua ao sol, transpirando, com seus seios à mostra e seu minúscuo fio dental vermelho manchado. Mergulhada na música, ela volta a lembrar dos membros de seus sobrinos, e não consegue acreditar na diferença de corpos e nos 'equipamentos' que eles carregavam, comparados com o sem-noção que lhe enviou aquelas fotos nada agraciadas. Lembra como sua mão comprovou a largura e o comprimento do falo de Agustín e do tamanho enorme de suas bolas balançando. Veio à sua mente o sabor e o calor da enorme cabeça do pau de Marcos, e de como ela tentou chupar centímetros de carne até ela ter aquele orgasmo. Seus dedos voltaram por instinto para sua buceta, enfiando por baixo da calcinha fio dental. O suor, o calor e seus próprios fluidos se misturaram. Facilitaram a entrada de seus dois dedos, o médio e o anelar. Ela arqueia o corpo e ouve o som molhado dos dedos entrando e saindo de sua vagina, mesmo com fones de ouvido.
Isso a deixa ainda mais excitada e ela tenta enfiar os dedos mais fundo, como se quisesse chegar mais longe, mas sabe que o comprimento deles é limitado. O tamanho dos membros de seus sobrinhos seria mais que o dobro de seus dedos delicados e femininos.
Perde a noção do tempo e do espaço. Sua outra mão toca seus mamilos em busca de maior estímulo. Ofegante, geme alto, sem se importar. Está extasiada. Começa a tremer, está chegando novamente ao clímax do orgasmo. Grita e o movimento faz um dos fones cair. Abre os olhos por instinto e, ao virar a cabeça, vê seus sobrinhos Marcos e Agustín na entrada de sua casa, com a porta de correr aberta, assistindo ao espetáculo. Ela tenta tirar os dedos que estão bem fundo dentro de si e, nesse movimento acelerado, esfrega seu clitóris inflamado. “nããão” grita gemendo enquanto tem um orgasmo semelhante ao da noite anterior. Treme e seus fluidos escorrem pela lateral de suas coxas. Está toda vermelha, suada, despenteada, de peitos à mostra e vestindo apenas a pequena calcinha vermelha transparente, úmida e brilhante pelo gozo de seus sobrinhos. Seus sobrinhos continuam estáticos na porta. Micaela se levanta como pode, caminha trêmula até eles. Ao se aproximar, rebola, não se importa de estar de peitos expostos. Chega até seus sobrinhos. Leva as mãos de volta à sua vulva. Marcos e Agustín ficam divididos entre olhar os peitos milf de sua tia e o que ela faz com as mãos. Ela pega de seus fluidos e diz: “abram a boca, guys”. Marcos e Agustín obedecem. Micaela enfia seus dedos com seus fluidos, resultado de sua masturbação que foi causada pela lembrança do que eles fizeram. “isso foi causado por vocês, então vão comer” diz Micaela. A cena é realmente erótica. Micaela parada apenas com sua calcinha vermelha úmida diante de seus sobrinhos, com seus dedos dentro da boca deles. O calor do ambiente é pouco comparado ao que Micaela e seus sobrinhos sentem naquele momento. E não parece que vai terminar ali. (Este relato pertence a hectornieto em Cuento Relatos)
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