Familia México-Colombiana 6

Uns dias depois daquela fodida brutal na cozinha, não conseguia parar de pensar no Héctor. O pau grosso dele me abrindo, o leite quente me enchendo até transbordar… eu me masturbava três, quatro vezes por dia lembrando daquilo. Mas precisava de mais. Precisava contar pra alguém. Marquei com minhas duas amigas mais safadas: Bárbara e Sofia. Nós três nos conhecemos desde o colégio, e entre a gente não tem segredos sujos. Nos encontramos no apartamento da Bárbara, pedimos umas cervejas geladas e sentamos no sofá de calcinha e sutiã, como sempre que falamos de pica e buceta. — Meninas… eu comi ele — soltei de uma vez, com um sorriso de puta satisfeita. Bárbara arregalou os olhos, quase cuspiu a cerveja. — O tio? O marido da sua tia? Não me fode, Raquel! Conta tudo, sua puta. Sofia se aproximou mais, já dava pra ver os bicos dos peitos duros por baixo da camiseta fina. — Detalhes. Todos. Como ele meteu em você? Gozou dentro? Contei tudo, sem filtro: como me ajoelhei na cozinha, como chupei aquele pau veiudo até babar as tetas, como ele me colocou de quatro na bancada e enfiou até o saco. Descrevi o som das bolas dele batendo na minha bunda, como ele tapou minha boca pra eu não gritar quando gozei esguichando, e como depois engoli a mistura do leite dele com meus sucos. As duas ficaram mudas por um segundo… e aí explodiram. — Você é uma deusa do caralho — disse Bárbara, se tocando por cima da calcinha fio-dental —. Eu quero um desses. — E eu quero ver — completou Sofia, mordendo o lábio —. Imagina se a gente faz as três… um show pro seu tio. Aí a fagulha pegou. A ideia surgiu natural: a festa à fantasia que minha tia ia organizar daqui a duas semanas pro Halloween. Casa grande, muita gente, álcool pra caralho, luz baixa, música alta. Minha tia sempre se fantasia de bruxa gostosa. Héctor ia estar lá, fantasiado de algo simples tipo cowboy ou policial, mas com aquela cara de homem sério que me deixa louca. — Vamos fazer um show pra ele — propus, com a buceta já pulsando sozinha. — ao imaginar isso. Nós três nos fantasiamos de putas temáticas: eu de diabinho, com chifres vermelhos, bota, fio dental vermelho minúsculo e sutiã que mal cobre as auréolas. Vocês… uma de enfermeira gostosa com jaleco aberto e liga, e a outra de gatinha com orelhas, bota e body de rede que deixa tudo à mostra. Bárbara riu maliciosamente. — E o plano: dançamos pra ele, provocamos em grupo. Rosnamos os peitos nele, passamos a mão disfarçadamente enquanto o povo dança ao redor. Depois levamos ele pra um canto escuro… ou melhor, pro quarto de visitas lá no fundo, onde ninguém entra. Sofia acrescentou, já se tocando no clitóris por cima do tecido: — E ali fazemos um trio inesquecível. Chupamos o pau dele as três ao mesmo tempo, nos revezando, babando ele todo. Você monta nele enquanto a gente lambe os ovos e o cu dele. Depois nos revezamos pra ele comer a gente, uma atrás da outra, enquanto as outras chupam a buceta uma da outra. Passei a língua nos lábios. — E no final… que ele goze na cara das três. Quero ver o esperma grosso escorrendo pelos nossos peitos, pelas nossas línguas. Quero que ele olhe enquanto a gente se lambe, se limpando uma à outra. As três se olharam, quentes, molhadas, rindo como loucas. — Vai ser épico — disse Bárbara. — Mas tem que planejar bem. Nada de sua tia nos pegar… embora, quem sabe, até ela ia gostar de ver o marido fodendo a sobrinha e as amigas. Duas semanas depois, a noite da festa chegou. A casa estava cheia: luzes de neon, abóboras com velas, música reggaeton e trap no talo. Minha tia já ia no terceiro copo de rum, fantasiada de bruxa com decote profundo, rindo alto com as amigas. Eu entrei primeiro: diabinho vermelho infernal. Chifres brilhantes, bota longa que terminava em coração, fio dental de renda vermelha enfiado entre as nádegas, sutiã push-up que fazia meus peitos parecerem prestes a estourar, mamilos escuros mal cobertos por dois triângulos minúsculos. Meia de rede até as coxas, saltos altos. Cada passo fazia minha bunda quicar. Bárbara veio de enfermeira puta: jaleco branco aberto até o umbigo, sutiã preto transparente, cinta-liga, fio dental branco com cruz vermelha, estetoscópio pendurado entre os peitos. Sofia de gatinha preta: body de renda transparente que deixava tudo à mostra, orelhas felinas, plug anal enfiado (sim, com plug de verdade), bigodes pintados, luvas longas. Nós três circulávamos pela festa como predadoras. Dançávamos juntas, roçando peito com peito, bunda com bunda, nos beijando o pescoço disfarçadamente. Todos os homens olhavam pra gente, mas só procurávamos um. Achamos ele no bar improvisado do quintal: Héctor fantasiado de vaqueiro mexicano, camisa xadrez aberta um botão a mais, chapéu, jeans apertados onde já dava pra ver o volume quando nos viu chegando. —Titio… gostou da nossa fantasia? —falei com voz rouca, colando nele pela frente enquanto Bárbara se encostava por trás e Sofia ficava de lado, roçando o braço dele com os peitos. Ele engoliu seco, olhou em volta nervoso. —Raquel… que porra é essa…? Bárbara sussurrou no ouvido dele: —Fica tranquilo, titio… só queremos te dar um presentinho de Halloween. Sua sobrinha contou tudo… e a gente quer participar. Sofia passou a mão no peito dele, descendo devagar até apertar o pau por cima da calça. —Já tá duro… que delícia. Arrastamos ele quase à força pro corredor escuro que dava no quarto de visitas. Ninguém viu; a festa tava no auge. Trancamos a porta. Luzes apagadas, só o luar entrando pela janela. Nós três ajoelhamos na frente dele ao mesmo tempo. Eu abri o zíper, tirei aquele pau grosso que eu tanto amava. Já tava escorrendo porra. —Chupem ele juntas —ordenei. As três línguas ao mesmo tempo: eu na cabeça, lambendo a glande, sugando o leite; Bárbara no tronco, percorrendo as veias com a língua aberta; Sofia chupando os ovos dele, enfiando um por um na boca. Héctor gemeu, Nos agarrando pelos cabelos. —Puta mãe… três bocas… não aguento… A gente chupava revezando: eu enfiava até a garganta, babando tudo; depois a Bárbara engolia fundo enquanto eu e a Sofia nos beijávamos com o pau no meio, línguas entrelaçadas em volta da haste. Depois empurramos ele pra cama. Eu montei em cima, tirei a calcinha fio-dental e enfiei de uma vez só, gemendo alto quando ele me preencheu inteira. —Titio… me come enquanto elas chupam meus peitos… A Bárbara e a Sofia subiram na cama, cada uma chupando um mamilo, mordendo, lambendo enquanto eu quicava no pau dele, minha bunda batendo nas coxas dele. —Goza em nós —implorou a Sofia. O Héctor aguentou o quanto pôde. Ele nos revezou: me comeu mais um pouco, depois a Bárbara de quatro enquanto eu lambia o clitóris dela; depois a Sofia de lado, metendo fundo enquanto eu e a Bárbara nos beijávamos e enfiávamos os dedos uma na outra. No final, ele nos colocou de joelhos de novo. —Vem… abram a boca… Ele gozou como nunca: jorros potentes, grossos, quentes. Primeiro na minha boca, enchendo minha língua; depois na da Bárbara, respingando nos peitos dela; depois na da Sofia, escorrendo pelo queixo. A gente se lambeu entre nós: eu limpei a porra dos peitos da Bárbara com a língua, a Sofia me beijou engolindo o que tinha sobrado na minha boca, a Valéria lambeu o queixo da Sofia. O Héctor ficou sentado na cama, ofegante, olhando a bagunça de porra e saliva nas nossas caras e corpos. Eu me aproximei, ainda com a boca cheia de porra dele, e dei um beijo profundo, passando um pouco pra ele. —Feliz Halloween, titio… isso é só o começo. E saímos do quarto rindo, com o gosto da porra dele ainda na língua, prontas pra voltar pra festa como se nada… mas sabendo que ele já era nosso brinquedo compartilhado.

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