Não consegui evitar, fazia tanto tempo que nossos corpos se pediam, que na primeira oportunidade que ficamos sozinhos, nos entregamos com paixão, vontade e desejo. Eu, uma mulher casada de 35 anos, o garoto mal chegando aos 23. Tudo aconteceu numa festa do trabalho. Eu estava com meu vestido preto e uma tanguinha fininha de fio. Começamos a dançar e pude sentir a dureza dele, como o pau dele foi inchando aos poucos e eu me arrepiei toda. Entre cervejas e doses, o clima foi esquentando. Acabamos no carro debaixo de uma árvore que escondia a lua cheia e nos deixava na escuridão. Não consegui evitar beijá-lo com paixão enquanto desafivelava o zíper da calça dele. Peguei naquele pau super quente com minhas mãos e meti na minha boca. Eu queria chupar devagar, mas já estava muito tesuda, com muita vontade de sentir ele. Ele, por sua vez, pegava meus peitos apertados e chupava com avidez, com vontade de me comer todinha. Eu me abaixei, escorrendo como um pote de mel, e abri minhas pernas. Ele puxou minha tanguinha pro lado e bebeu todos os meus sucos. A língua dele se enfiava dentro de mim e eu me derramava como nunca. Puxava a cabeça dele pra perto, pra ele me chupar inteirinha. Ele reclinou o banco e fez eu montar nele. Quando montei, não teve resistência, porque minha buceta já estava molhada e ele entrou todinho. Eu só consegui gemer e dar um grito que ele abafou com um beijo. Ele me dava umas sentadas bem gostosas naquele pau quente e pulsante. Ele percebeu que eu estava quase gozando e, sem pedir licença, enfiou um dedo no meu cu. Quase tive um treco, porque senti o pau dele pulsando, prestes a explodir. Gozamos sincronizados, juntos, ao mesmo tempo. Ele jorrou todo o leite dele dentro de mim e eu me derramei toda no pau dele. Foi um orgasmo monumental. Terminamos cansados e ofegantes, mas satisfeitos. Foi uma loucura que eu viveria de novo.
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