Os cinemas pornô também não estão imunes à situação econômica do país, então precisam arrumar algum tipo de promoção pra atrair público. Nesse caso, o Cine Porkis, em Mendoza, com a entrada de sexta, sábado, domingo ou feriado, te dá um vale pra entrar de graça na terça ou quarta. É obrigatório, nesses dias de entrada grátis, consumir algo no bar. Por causa disso, não sei porquê, mas a quarta-feira é o dia mais cheio do cinema. Já que quase todo mundo que foi em dias diferentes no fim de semana acaba indo na quarta. Isso faz com que, por ter tanta gente nesse dia, vira uma quarta-feira de "qualquer coisa pode acontecer". Nem sempre é assim, mas na maioria das vezes as quartas o cinema fica bem movimentado. O melhor horário é entre 17h e 20h.
Na quarta passada, depois de muito tempo sem ir ao cinema, me preparei pra dar uma passada lá. Depois de preparar a bunda, comprar umas camisinhas e tomar um Viagra um tempinho antes de entrar no cinema, segui pro local. Predisposto pra uma quarta em que tudo pode rolar.
Ao entrar na sala, vi que estava bem cheia, e me sentei numa poltrona pra tomar meu refri. Fui acostumando a vista à penumbra do lugar enquanto via na tela a Siri Dahl tendo a bunda arrombada. Ao lado da tela, na porta que dá pro box privativo em frente ao banheiro feminino, tinha uns 5 ou 6 velhos tentando espiar pra dentro. Alguns iam e voltam, tentando olhar. Eu ficava me perguntando quem e o que estaria rolando ali dentro.
Minutos depois a porta abriu e saiu uma mulher gordinha de uns 35 anos junto com um velho. Ela foi pro banheiro acompanhada por um cara que seguiu ela por trás. Ao voltar do banheiro, foram pro bar do cinema. Minutos depois, o cara entrou de novo na sala com uma garota de não mais que 25 anos, que estava com um vestidinho curto. Deram uma volta pela sala e sentaram do meu lado. Na verdade, ela do meu lado e ele do outro. Milissegundos depois, um monte de gente se sentou nas poltronas da frente, de trás e do lado da garota. Quando percebi, os caras de trás já tinham puxado os peitos dela pra fora e estavam apalpando, um cara em pé atrás dela tinha tirado o pau duro e estava passando no ombro dela. Ela levantou o vestido e deixou a buceta à mostra, abriu as pernas e apoiou os pés bem em cima das poltronas da frente. O cara que estava com ela, que ficou do meu lado, chegou perto e me disse no ouvido:
—Pode tocar se quiser.
Na hora, enfiei minha mão entre as pernas dela e outras mãos que já estavam tocando. A buceta dela estava bem fresquinha e depilada. Meus dedos pareciam estar na posição mais confortável que os outros, porque entrei fácil na buceta. Comecei a meter os dedos na buceta dela e ela só ficava olhando o filme enquanto apalpavam os peitos.
Logo depois, tirei meu pau pra fora e levei a mão dela pra me tocar. Ela tirou a mão, chegou perto do meu ouvido e disse:
—10 mil atrás da tela até você gozar, na frente ou atrás.
Quando ela disse isso, tirei os dedos da buceta e, com bastante esforço, abri um pouco o cu dela e enfiei um dedo no ânus. Um dos velhos que estava atrás dela, que tinha o pau apoiado no ombro dela, agarrou a cabeça dela e virou pra chupar o pau. Ela deu uma chupadinha, se levantou, falou no ouvido dele, foi e sentou em outro lugar. Todos foram junto com ela.
Apesar de no cinema já ter tido algumas vezes mulheres e travestis trabalhando, que eu me lembre, nunca várias juntas e com alguém cuidando. E nunca que se deixassem tocar assim. Na hora, pensei se tinha 10 mil pra comer a gostosa antes que vários passassem a rodo nela, já que não costumo entrar com muita grana porque às vezes você perde ou roubam. Mas me ganharam de mão. Ela se levantou e foi com o cara pro quartinho do lado da tela, mas antes pagou o cara que cuidava dela. Ele ficou do lado de... lá fora junto com os curiosos que tentavam espiar pelas frestas da porta. Fui direto ao banheiro lavar meus dedos, que estavam todos melados da buceta e do cu da magrinha. Ao sair do banheiro, passo pela cortina da saída da sala e olho para o bar pra ver se a outra gordinha que tinha visto antes estava lá. Ela estava sentada com outro cara tomando uma cerveja.
Nesse exato momento, vejo uma travesti magra e alta deixando sua mochila no guarda-volumes — aquela que às vezes chupo e também já comi. Esperei ela entrar e, assim que pude, enfiei a mão por baixo da saia dela e agarrei sua bunda. Ela me olhou, pegou minha mão e foi direto para o quartinho, mas percebeu que estava ocupado.
Fomos para o outro lado, onde ficam os boxes ao lado do banheiro, mas também estavam ocupados. Então, fomos para a cabine grande e escura. Fomos direto para atrás da porta. Foi difícil entrar e nos acomodar, porque estava bem cheio. Ao passar, tinha vários ajoelhados chupando paus, e dava pra ouvir muitos gemidos de quem estava fodendo.
Nos posicionamos no canto atrás da porta. Coloquei ela contra a parede, e ela agarrou meu rosto e me beijou com vontade. Enfiou a língua bem fundo. Dava pra sentir que ela tinha um pouco de barba. Uma depilação definitiva não faria mal.
Enquanto nos beijávamos, eu enfiava minhas mãos por baixo da minissaia e tentava puxar o pau dela. Não conseguia, porque ela não tinha amarrado para trás para não aparecer. Ela rapidamente tirou e, depois de duas punhetas, já estava dura. Não é muito grande, mas é bem curvado. Tanto que, quando está ereto, a cabeça do pau encosta no abdômen.
Atrás de mim tinha um casal que estava apalpando e batendo punheta para mim e para ela. Alguém de trás me empurrou pelo ombro para baixo. Fiz o que pediram e comecei a chupar o pau super duro dela. Enquanto fazia isso, ela beijava quem estava atrás de mim. De repente, percebi que alguém estava ajoelhado ao meu lado, e nós íamos revezando para chupar o pau dela. transexual Eu tinha o pau que estava explodendo, então me levantei e a beijei com o gosto do pau dela na minha boca e meio que ela não queria. Então peguei a cabeça dela e empurrei para baixo. Ela se ajoelhou contra a parede e começou a me fazer um boquete delicioso. De vez em quando ela chupava minhas bolas e tentava enfiar a língua no meu cu. Então eu me virei e deixei meu cu à mercê da língua dela. Ela mordia meus glúteos enquanto segurava meu pau e o masturbava. Às vezes eu puxava ela para trás e a chupava. Eu estava quase gozando, então me virei e coloquei o pau na boca dela de novo. Ela chupava meu pau enquanto enfiava um dedo no meu cu e com a mão empurrava para frente. Eu agarrei bem a cabeça dela e enrolei o cabelo na minha mão e comecei a foder a boca dela bem forte. Lembrei que essa transexual gosta que gozem na boca dela. E estava esperando que ela dissesse algo, mas ela não dizia. Então fodi a boca dela mais rápido e ela enfiava o dedo mais fundo dentro do meu cu, enquanto sentia as mãos dela tocando minha bunda e minhas bolas. Acelerei mais o ritmo e agarrei as orelhas dela, e quando estava fazendo um deep throat, soltei o leite. Ela engasgou um pouco e tentou tirar meu pau da boca, mas eu impedi segurando a cabeça dela pelas orelhas. Assim soltei mais duas porradas de leite. Meu pau amoleceu rápido e ela não limpou, cuspiu meu sêmen para o lado. Ao se levantar, enquanto eu me limpava com um lenço de papel, ela me disse: "Filho da puta, saiu porra pelo meu nariz". Ao sair na sala, a magrinha não estava, mas estava a outra gordinha sentada e ao redor um monte de caras tocando nela. Fui ao banheiro me limpar e depois ao bar buscar algo para beber. No bar estava a magrinha tomando uma cerveja. Enquanto pagava o refri, contei o dinheiro para ver se dava para comer a magrinha. E dava bem certinho. Então fui para a sala esperar por ela. Enquanto tomava o refri sentado, sentou ao meu lado um cara muito... promíscua e ela puxou meu pau e começou a chupar ali na sala. Do lado da tela, de novo, tinha um grupo tentando espiar pela porta. Aparentemente, a gordinha estava transando com alguém. Minutos depois, a gordinha saiu e foi para o bar, e a mina voltou a entrar na sala. Tirei o pau da boca do cara e fui me sentar ao lado dela, mas estava tudo ocupado. Então falei no ouvido do cara que estava cuidando dela que ia ficar com ela. Paguei a ele e fomos para o quartinho atrás da tela, mas estava ocupado. O cara me pergunta: "Quer esperar ou vamos para as cabines?" Então fomos para as cabines. Parecíamos um trenzinho: o cara na frente, a magrinha atrás, depois eu, e atrás de mim um grupo de voyeurs. Entramos na última cabine e o cara ficou meio tapando. A magrinha puxou o vestido para deixar os peitos para fora e se ajoelhou. Pediu a camisinha e me deu umas chupadas, mas meu pau não estava ficando bem duro. Ela colocou a camisinha e não parava de masturbar ele para não "adormecer". Depois me pergunta: "Quer de frente ou de costas? Use a palavra: buceta ou cu?" "De costas e cu", eu digo. Ela vira, levanta o vestido, pega meu pau e tenta enfiar no seu cu. Eu ajudei, mas não estava bem duro, então ele dobrou e não entrava. Me masturbei um pouco e, quando ficou um pouco duro, enfiei na buceta. Ela começou a se mexer para me fazer gozar logo, mas era em vão. Um pouco antes, eu tinha gozado tudo na garganta da travesti, então ia demorar para gozar. Agarrei firme nos ombros dela e fodi forte. Ela gemeu como uma louca, mas dava para ver que estava atuando para eu acabar logo. De vez em quando, ela virava a cabeça e perguntava se faltava muito. Enquanto isso, os voyeurs metiam a mão e agarravam os peitos dela ou a tocavam como podiam, enquanto o cara ficava parado na porta. De repente, o cara me pergunta: "Gozou?" Digo que não. "Mostra", ele diz. Então tirei o pau e mostrei que a camisinha não tinha gozo. "Ok, continua", ele me diz. Aproveitei que o pau estava bem duro e enfiei de uma vez no cu da mina. Enquanto eu comia ela, a guria empurrava pra trás, tentando me fazer gozar. Pelo visto, fiquei tanto tempo que os voyeurs se entediaram e foram embora. E de repente ouço a voz da travesti que está fora do box e diz, enquanto estica a mão e toca minha bunda: "Licença, que esse rabo é meu". "Se fizer ele gozar rápido, passa", diz o cara. Ela entra no box pequeno e fica atrás de mim, puxa o pau e apoia na minha bunda. Eu inclino a cabeça pra trás e digo: "Na minha calça tem camisinha e lubrificante". Ela se ajoelha, procurando na minha calça que estava no chão, e enquanto fazia isso beijava minha bunda. Eu não parava de comer a mina. Pelo visto, a notícia de que a travesti ia me comer enquanto eu comia a mina se espalhou, porque encheu de voyeurs de novo. A travesti colocou a camisinha e enfiou um dedo no meu cu com lubrificante. Eu abri bem as nádegas e ela, bem devagar, enfiou seu pau curvado. A travesti esticou as mãos e pegou a mina pelos ombros, começando a me comer cada vez mais forte. "Que delícia, estou comendo dois cuzinhos", dizia a travesti. Minha tesão era tanta que não aguentei muito mais e gozei. Não disse nada pra mina, mas ela percebeu porque meu pau amoleceu e saiu do cu dela. Ela ajeitou o vestido e foi embora. A travesti não parava de me meter na frente de alguns voyeurs que tinham ficado. Meu pau mole balançava com a camisinha cheia de porra. No momento que a travesti ia gozar, ela tirou o pau do meu cu, me virou e me fez ajoelhar. Tirou a camisinha e enfiou a cabeça do pau na minha boca. Se masturbou um pouco até soltar algumas gotas de porra na minha boca. Limpei bem o pau dela e cuspi a porra. Me levantei e ela disse: "Da próxima vez me avisa que vai gozar na minha boca". Depois de passar no banheiro, voltei a sentar pra assistir um pouco ao filme e descansar. De novo o cara sentou ao lado. O meu se ajoelhou, tirou meu pau pra fora e começou a chupar. Mal ficava duro, mas ele continuou. Depois de um bom tempo consegui deixar ele bem ereto e achei que merecia sua recompensa pelo trabalho. Então me levantei e fui pra área escura, coloquei ele de costas pra mim. Abaixei a calça dele. Ali no escuro, enquanto colocava a camisinha, puxei a calcinha que ele tava usando e meti enquanto vários caras nos tocavam. Quando gozei na bunda dele, mal tirei e outro cara já penetrou e começou a comer ele. Depois de me limpar, descansei um pouco vendo o filme e como a magrinha e a gordinha eram tocadas por toda a sala. Já descansado, fui embora bem gozado e fodido. Excelente quarta-feira, tudo pode acontecer. Cuidado, outras quartas já fui e não rolou nada.
Na quarta passada, depois de muito tempo sem ir ao cinema, me preparei pra dar uma passada lá. Depois de preparar a bunda, comprar umas camisinhas e tomar um Viagra um tempinho antes de entrar no cinema, segui pro local. Predisposto pra uma quarta em que tudo pode rolar.
Ao entrar na sala, vi que estava bem cheia, e me sentei numa poltrona pra tomar meu refri. Fui acostumando a vista à penumbra do lugar enquanto via na tela a Siri Dahl tendo a bunda arrombada. Ao lado da tela, na porta que dá pro box privativo em frente ao banheiro feminino, tinha uns 5 ou 6 velhos tentando espiar pra dentro. Alguns iam e voltam, tentando olhar. Eu ficava me perguntando quem e o que estaria rolando ali dentro.
Minutos depois a porta abriu e saiu uma mulher gordinha de uns 35 anos junto com um velho. Ela foi pro banheiro acompanhada por um cara que seguiu ela por trás. Ao voltar do banheiro, foram pro bar do cinema. Minutos depois, o cara entrou de novo na sala com uma garota de não mais que 25 anos, que estava com um vestidinho curto. Deram uma volta pela sala e sentaram do meu lado. Na verdade, ela do meu lado e ele do outro. Milissegundos depois, um monte de gente se sentou nas poltronas da frente, de trás e do lado da garota. Quando percebi, os caras de trás já tinham puxado os peitos dela pra fora e estavam apalpando, um cara em pé atrás dela tinha tirado o pau duro e estava passando no ombro dela. Ela levantou o vestido e deixou a buceta à mostra, abriu as pernas e apoiou os pés bem em cima das poltronas da frente. O cara que estava com ela, que ficou do meu lado, chegou perto e me disse no ouvido:
—Pode tocar se quiser.
Na hora, enfiei minha mão entre as pernas dela e outras mãos que já estavam tocando. A buceta dela estava bem fresquinha e depilada. Meus dedos pareciam estar na posição mais confortável que os outros, porque entrei fácil na buceta. Comecei a meter os dedos na buceta dela e ela só ficava olhando o filme enquanto apalpavam os peitos.
Logo depois, tirei meu pau pra fora e levei a mão dela pra me tocar. Ela tirou a mão, chegou perto do meu ouvido e disse:
—10 mil atrás da tela até você gozar, na frente ou atrás.
Quando ela disse isso, tirei os dedos da buceta e, com bastante esforço, abri um pouco o cu dela e enfiei um dedo no ânus. Um dos velhos que estava atrás dela, que tinha o pau apoiado no ombro dela, agarrou a cabeça dela e virou pra chupar o pau. Ela deu uma chupadinha, se levantou, falou no ouvido dele, foi e sentou em outro lugar. Todos foram junto com ela.
Apesar de no cinema já ter tido algumas vezes mulheres e travestis trabalhando, que eu me lembre, nunca várias juntas e com alguém cuidando. E nunca que se deixassem tocar assim. Na hora, pensei se tinha 10 mil pra comer a gostosa antes que vários passassem a rodo nela, já que não costumo entrar com muita grana porque às vezes você perde ou roubam. Mas me ganharam de mão. Ela se levantou e foi com o cara pro quartinho do lado da tela, mas antes pagou o cara que cuidava dela. Ele ficou do lado de... lá fora junto com os curiosos que tentavam espiar pelas frestas da porta. Fui direto ao banheiro lavar meus dedos, que estavam todos melados da buceta e do cu da magrinha. Ao sair do banheiro, passo pela cortina da saída da sala e olho para o bar pra ver se a outra gordinha que tinha visto antes estava lá. Ela estava sentada com outro cara tomando uma cerveja.
Nesse exato momento, vejo uma travesti magra e alta deixando sua mochila no guarda-volumes — aquela que às vezes chupo e também já comi. Esperei ela entrar e, assim que pude, enfiei a mão por baixo da saia dela e agarrei sua bunda. Ela me olhou, pegou minha mão e foi direto para o quartinho, mas percebeu que estava ocupado.
Fomos para o outro lado, onde ficam os boxes ao lado do banheiro, mas também estavam ocupados. Então, fomos para a cabine grande e escura. Fomos direto para atrás da porta. Foi difícil entrar e nos acomodar, porque estava bem cheio. Ao passar, tinha vários ajoelhados chupando paus, e dava pra ouvir muitos gemidos de quem estava fodendo.
Nos posicionamos no canto atrás da porta. Coloquei ela contra a parede, e ela agarrou meu rosto e me beijou com vontade. Enfiou a língua bem fundo. Dava pra sentir que ela tinha um pouco de barba. Uma depilação definitiva não faria mal.
Enquanto nos beijávamos, eu enfiava minhas mãos por baixo da minissaia e tentava puxar o pau dela. Não conseguia, porque ela não tinha amarrado para trás para não aparecer. Ela rapidamente tirou e, depois de duas punhetas, já estava dura. Não é muito grande, mas é bem curvado. Tanto que, quando está ereto, a cabeça do pau encosta no abdômen.
Atrás de mim tinha um casal que estava apalpando e batendo punheta para mim e para ela. Alguém de trás me empurrou pelo ombro para baixo. Fiz o que pediram e comecei a chupar o pau super duro dela. Enquanto fazia isso, ela beijava quem estava atrás de mim. De repente, percebi que alguém estava ajoelhado ao meu lado, e nós íamos revezando para chupar o pau dela. transexual Eu tinha o pau que estava explodendo, então me levantei e a beijei com o gosto do pau dela na minha boca e meio que ela não queria. Então peguei a cabeça dela e empurrei para baixo. Ela se ajoelhou contra a parede e começou a me fazer um boquete delicioso. De vez em quando ela chupava minhas bolas e tentava enfiar a língua no meu cu. Então eu me virei e deixei meu cu à mercê da língua dela. Ela mordia meus glúteos enquanto segurava meu pau e o masturbava. Às vezes eu puxava ela para trás e a chupava. Eu estava quase gozando, então me virei e coloquei o pau na boca dela de novo. Ela chupava meu pau enquanto enfiava um dedo no meu cu e com a mão empurrava para frente. Eu agarrei bem a cabeça dela e enrolei o cabelo na minha mão e comecei a foder a boca dela bem forte. Lembrei que essa transexual gosta que gozem na boca dela. E estava esperando que ela dissesse algo, mas ela não dizia. Então fodi a boca dela mais rápido e ela enfiava o dedo mais fundo dentro do meu cu, enquanto sentia as mãos dela tocando minha bunda e minhas bolas. Acelerei mais o ritmo e agarrei as orelhas dela, e quando estava fazendo um deep throat, soltei o leite. Ela engasgou um pouco e tentou tirar meu pau da boca, mas eu impedi segurando a cabeça dela pelas orelhas. Assim soltei mais duas porradas de leite. Meu pau amoleceu rápido e ela não limpou, cuspiu meu sêmen para o lado. Ao se levantar, enquanto eu me limpava com um lenço de papel, ela me disse: "Filho da puta, saiu porra pelo meu nariz". 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O cara me pergunta: "Quer esperar ou vamos para as cabines?" Então fomos para as cabines. Parecíamos um trenzinho: o cara na frente, a magrinha atrás, depois eu, e atrás de mim um grupo de voyeurs. Entramos na última cabine e o cara ficou meio tapando. A magrinha puxou o vestido para deixar os peitos para fora e se ajoelhou. Pediu a camisinha e me deu umas chupadas, mas meu pau não estava ficando bem duro. Ela colocou a camisinha e não parava de masturbar ele para não "adormecer". Depois me pergunta: "Quer de frente ou de costas? Use a palavra: buceta ou cu?" "De costas e cu", eu digo. Ela vira, levanta o vestido, pega meu pau e tenta enfiar no seu cu. Eu ajudei, mas não estava bem duro, então ele dobrou e não entrava. Me masturbei um pouco e, quando ficou um pouco duro, enfiei na buceta. Ela começou a se mexer para me fazer gozar logo, mas era em vão. Um pouco antes, eu tinha gozado tudo na garganta da travesti, então ia demorar para gozar. Agarrei firme nos ombros dela e fodi forte. Ela gemeu como uma louca, mas dava para ver que estava atuando para eu acabar logo. De vez em quando, ela virava a cabeça e perguntava se faltava muito. Enquanto isso, os voyeurs metiam a mão e agarravam os peitos dela ou a tocavam como podiam, enquanto o cara ficava parado na porta. De repente, o cara me pergunta: "Gozou?" Digo que não. "Mostra", ele diz. Então tirei o pau e mostrei que a camisinha não tinha gozo. "Ok, continua", ele me diz. Aproveitei que o pau estava bem duro e enfiei de uma vez no cu da mina. Enquanto eu comia ela, a guria empurrava pra trás, tentando me fazer gozar. Pelo visto, fiquei tanto tempo que os voyeurs se entediaram e foram embora. E de repente ouço a voz da travesti que está fora do box e diz, enquanto estica a mão e toca minha bunda: "Licença, que esse rabo é meu". "Se fizer ele gozar rápido, passa", diz o cara. Ela entra no box pequeno e fica atrás de mim, puxa o pau e apoia na minha bunda. Eu inclino a cabeça pra trás e digo: "Na minha calça tem camisinha e lubrificante". Ela se ajoelha, procurando na minha calça que estava no chão, e enquanto fazia isso beijava minha bunda. Eu não parava de comer a mina. Pelo visto, a notícia de que a travesti ia me comer enquanto eu comia a mina se espalhou, porque encheu de voyeurs de novo. A travesti colocou a camisinha e enfiou um dedo no meu cu com lubrificante. Eu abri bem as nádegas e ela, bem devagar, enfiou seu pau curvado. A travesti esticou as mãos e pegou a mina pelos ombros, começando a me comer cada vez mais forte. "Que delícia, estou comendo dois cuzinhos", dizia a travesti. Minha tesão era tanta que não aguentei muito mais e gozei. Não disse nada pra mina, mas ela percebeu porque meu pau amoleceu e saiu do cu dela. Ela ajeitou o vestido e foi embora. A travesti não parava de me meter na frente de alguns voyeurs que tinham ficado. Meu pau mole balançava com a camisinha cheia de porra. No momento que a travesti ia gozar, ela tirou o pau do meu cu, me virou e me fez ajoelhar. Tirou a camisinha e enfiou a cabeça do pau na minha boca. Se masturbou um pouco até soltar algumas gotas de porra na minha boca. Limpei bem o pau dela e cuspi a porra. Me levantei e ela disse: "Da próxima vez me avisa que vai gozar na minha boca". Depois de passar no banheiro, voltei a sentar pra assistir um pouco ao filme e descansar. De novo o cara sentou ao lado. O meu se ajoelhou, tirou meu pau pra fora e começou a chupar. Mal ficava duro, mas ele continuou. Depois de um bom tempo consegui deixar ele bem ereto e achei que merecia sua recompensa pelo trabalho. Então me levantei e fui pra área escura, coloquei ele de costas pra mim. Abaixei a calça dele. Ali no escuro, enquanto colocava a camisinha, puxei a calcinha que ele tava usando e meti enquanto vários caras nos tocavam. Quando gozei na bunda dele, mal tirei e outro cara já penetrou e começou a comer ele. Depois de me limpar, descansei um pouco vendo o filme e como a magrinha e a gordinha eram tocadas por toda a sala. Já descansado, fui embora bem gozado e fodido. Excelente quarta-feira, tudo pode acontecer. Cuidado, outras quartas já fui e não rolou nada.
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