Me chamo Javier, e tô casado com a Clara há quinze anos. Ela é uma mulherão daqueles que te deixam sem fôlego só de olhar: alta, com curvas que parecem esculpidas por um artista obcecado, peitos generosos que balançam com uma graça hipnótica debaixo de qualquer blusa, e um quadril largo que convida a se perder nele. O cabelo preto dela cai em ondas selvagens até a metade das costas, e os olhos verdes, sempre com aquele brilho safado, derretiam até aço. Aos 42 anos, Clara continua sendo a inveja de qualquer mulher mais nova; tem aquela pele morena macia, umas pernas intermináveis que ela realça com salto alto, e uma risada rouca que te faz sentir vivo. Mas ultimamente, nosso casamento foi esfriando na cama. O que antes era fogo puro, noites inteiras explorando cada centímetro do corpo perfeito dela, virou rotina esporádica, desculpas de cansaço ou estresse do trabalho. Eu desejo ela como no primeiro dia, mas ela parece distante, como se alguma coisa estivesse consumindo ela por dentro.
Uma noite, enquanto revisava as câmeras de segurança de casa do meu escritório — um hábito paranoico que peguei depois de um roubo no bairro —, vi algo que me gelou o sangue. Era tarde, umas onze horas, e nosso filho Mateo já estava no quarto dele. A câmera da varanda pegou um cara jovem, uns dezoito anos, se aproximando da porta. Reconheci na hora: era o Diego, um dos "amigos" do Mateo, aquele moleque atlético de cabelo bagunçado e sorriso de galã de novela que já tinha vindo aqui umas vezes. Ele tocou a campainha, e a Clara abriu a porta com um roupão leve que mal escondia a silhueta gostosa dela. No começo, achei que fosse algo inocente, talvez o Mateo tivesse chamado ele e eu não soubesse. Mas aí, o Diego se inclinou pra ela, murmurando alguma coisa no ouvido enquanto a mão dele roçava o braço da Clara de um jeito que não era sem querer. Ela não se afastou; pelo contrário, soltou uma risadinha baixa, daquelas que ela guardava pra mim, e deixou ele entrar, fechando a porta com um gesto suave. Meu coração disparou enquanto eu trocava pra câmera da sala, vendo ele se aproximar mais, os olhos devorando o decote da Clara, e ela, minha Clara, respondendo com um olhar safado que me fez questionar tudo. Fiquei olhando pra tela como se estivesse hipnotizado, com o pulso batendo forte nos meus ouvidos. A câmera da sala era grande angular e pegava quase tudo: o sofá, a mesinha de centro, a entrada da cozinha. A Clara tinha deixado o Diego sozinho com o Mateo na sala e se mandou pra cozinha com a desculpa de preparar alguma coisa pra comer, mesmo a geladeira estando cheia e não tendo necessidade nenhuma. Eu sabia que não era fome que tava movendo ela. De repente, o Mateo apareceu no quadro, descendo as escadas com o cabelo bagunçado e os olhos ainda meio sonolentos. Ele tava só de camiseta velha e uma calça de pijama. Quando viu o Diego sentado no sofá como se fosse o dono da casa, ficou paralisado no último degrau. — O que… o que você tá fazendo Aqui tão tarde? —perguntou Mateo com a voz trêmula, tentando soar firme mas falhando feio. Diego soltou uma risadinha baixa, daquelas que soam mais cruéis do que divertidas. Levantou devagar, se espreguiçando como uma puta que sabe que tem o rato encurralado. —Sua mãe me convidou, mano. Ou o quê, ela não te disse que sou bem-vindo quando quiser? Mateo deu um passo pra trás, olhando pra cozinha como se buscasse ajuda. Clara estava de costas, mexendo alguma coisa numa panela que não precisava mexer, mas a postura dela era rígida demais, atenta demais. Ela tava ouvindo. Sabia. —Não… ela não me disse nada —murmurou Mateo—. É tarde, Diego. Meu pai… —Seu pai não tá, né? —interrompeu Diego, se aproximando mais. Era quase uma cabeça mais alto e o dobro de ombros—. E mesmo que estivesse… cê acha que ele ligaria? Olha, filho da puta, sua mãe é uma gostosa. Cê já percebeu ou é tão bunda mole que nem vê? Aquela bunda, aqueles peitos… porra, quero comer ela desde a primeira vez que vi. E adivinha: ela também quer. Ela me disse com o olhar quando abriu a porta. Então sai da frente, anão, que os adultos vão se divertir. Mateo ficou vermelho, os punhos cerrados ao lado do corpo, mas não se mexeu. Só balbuciou algo sem sentido. —Quê? Vai chorar? —Diego riu mais alto, dando um empurrãozinho suave mas humilhante no peito que fez Mateo recuar até bater na parede—. Olha, não se faz de valente. Todo mundo sabe que sua mãe precisa de um homem de verdade. Não de um merda igual você, que nem sabe o que fazer com uma mina. E muito menos do seu velho, que com certeza já nem sobe mais. Ou sobe? Me diz, quanto tempo faz que você não ouve ela gemer na cama? Porque eu vou fazer ela gemer… e alto. Na cozinha, Clara parou de mexer. Apoiou as mãos na bancada, a cabeça baixa, respirando fundo. Não se virou. Não interveio. Só escutava, e o corpo dela se movia de um jeito sutil, quase imperceptível: os quadris balançando levemente, as coxas se apertando uma na outra. Eu senti que algo se arrebentava dentro de mim. Quis desligar a tela, sair correndo pra casa, invadir e quebrar a cara daquele filho da puta. Mas não conseguia me mexer. Meus olhos estavam grudados na imagem, e minha mão… minha mão direita tinha descido sozinha até minha virilha. No começo foi só um roçar, uma tentativa de acalmar a raiva que me queimava. Depois virou outra coisa. Me toquei com receio, com vergonha, sentindo meu pau endurecer contra minha vontade enquanto via Diego se aproximar mais de Mateo, quase encostando nele, e Clara fingir que ainda cozinhava, mas com os bicos dos peitos marcados por baixo do roupão fino. Diego virou pra cozinha e levantou a voz, sabendo perfeitamente que ela ouvia tudo. — Não é verdade, Clara? Fala que sim, que você morre de vontade de ser comida como deve ser. Clara não respondeu com palavras. Só soltou um suspiro longo, quase um gemido contido, e continuou de costas, mexendo a colher mais devagar, como se cada movimento fosse um carinho. E aí ela voltou. Saiu da cozinha com um sorriso calmo, como se nada tivesse acontecido, como se não tivesse acabado de ouvir um moleque de dezoito anos humilhar o filho dela e declarar em voz alta que queria meter nele. Ela se aproximou do sofá, roçou o ombro de Diego com os dedos ao passar e disse com voz suave, quase maternal: — Fica tranquilo, Mateo. Vai dormir, meu bem. Amanhã você tem aula cedo. Mateo olhou pra ela com os olhos vidrados, traído, e subiu as escadas sem dizer mais nada. Diego ficou ali, sorrindo de lado, enquanto Clara se sentava ao lado dele, perto o bastante pra que as coxas se encostassem. Eu continuei olhando. E continuei me tocando. Com raiva. Com nojo. Com um desejo doentio que não conseguia controlar. Clara se acomodou no sofá, cruzando as pernas daquele jeito que sempre me enlouquecia, mas agora era pra ele. Diego olhou pra ela de cima a baixo, sem vergonha, como um predador que já tem a presa nas garras. Eu, do meu escritório a quilômetros de distância, sentia o estômago revirado, mas minha mão não parava de se mexer no meu pau duro como pedra. Era doentio, eu sabia, mas não conseguia parar. Queria ver como aquele filho da puta destruía ela, como a transformava na puta dele bem na minha frente, invisível. Diego esticou o braço por cima do encosto do sofá, roçando os dedos no ombro de Clara. Ela não se afastou; pelo contrário, inclinou-se um pouco para ele, deixando o roupão abrir mais, revelando o vale profundo entre os peitos perfeitos dela, aqueles que eu tinha chupado e mordido tantas noites. —Então... —disse Diego com aquela voz grave, cheia de arrogância juvenil—. Teu filho é um viadinho total, hein? Saiu correndo igual uma menininha. Mas você... você sabe o que quer, né, Clara? Uma pica de verdade, não essa merda murcha do teu marido. Clara soltou uma risadinha nervosa, mas os olhos dela brilhavam com algo escuro, algo que eu não via há anos. Ela baixou o olhar para a virilha de Diego, onde já marcava um volume impressionante sob a calça jeans justa. —Não seja grosso, Diego —murmurou ela, mas a voz dela estava rouca, carregada de tesão. Tentava parecer brincalhona, como se isso fosse um jogo inocente, mas eu conhecia ela: tava molhada, apostava tudo. Diego não enro lou. Pegou a mão de Clara e levou direto pro pau dele, forçando ela a apertar. Ela gemeu, mas não tirou a mão; pelo contrário, começou a massagear devagar, sentindo como crescia debaixo da palma dela. —Grosso, eu? —riu ele—. Olha quem fala. Você tá tocando a pica de um moleque que podia ser teu filho, puta. Teu marido deve ser um corno patético se deixa você fazer o que quer. Ou talvez nem sabe, o idiota. Eu engoli seco, minha mão acelerando o ritmo na minha própria ereção. "Corno patético". As palavras me acertaram como um soco, mas em vez de raiva, senti uma onda de tesão perverso. Clara não negou; só mordeu o lábio inferior, aqueles lábios carnudos que costumavam se enrolar em volta de mim, e apertou mais forte. —Diego... por favor —sussurrou ela, mas era uma súplica falsa, porque a outra mão dela já estava subindo pela própria coxa, roçando a borda do roupão. Ele olhou pra ela com desprezo brincalhão e deu um tapa leve na bochecha dela, forte o bastante pra fazer barulho, mas sem machucar. Clara estremeceu, os mamilos endurecendo visivelmente sob o tecido fino. —Tira essa merda —ordenou Diego, apontando pro roupão—. Me mostra o que você dá pro seu marido toda noite, ou melhor, o que você já não dá mais porque tá de saco cheio da piroca pequena dele. Clara hesitou um segundo, olhando pra escada onde Mateu tinha sumido, mas depois se levantou devagar, desatando o cinto do roupão. Deixou ele cair no chão, ficando completamente pelada na frente dele. Deus, era perfeita: os peitos grandes e firmes, com mamilos escuros e eretos; a barriga lisa com aquela curva sutil que a deixava tão feminina; a buceta depilada, já brilhando de tesão entre as coxas grossas. Eu gemi baixinho, a piroca pulsando na minha mão enquanto via ela se expor daquele jeito, feito uma putinha barata. Diego assobiou, admirando sem tocar ainda. Abriu o jeans e puxou a piroca pra fora, grossa e cheia de veias, bem maior que a minha, cabeçuda e apontando pro teto. Clara lambeu os lábios sem querer. —Olha isso, Clara. Isso aqui é o que você precisa. Ajoelha e chupa, como a vadio submisso que você é. Fala pro seu marido imaginário que você sente muito, mas que prefere uma piroca jovem e dura. Ela obedeceu. Se ajoelhou entre as pernas dele, os peitos balançando, e pegou aquela piroca na boca sem reclamar. Começou devagar, lambendo a ponta, chupando com aqueles barulhos obscenos que enchiam a sala e chegavam pela câmera. Diego agarrou o cabelo preto dela e puxou, guiando mais fundo, fodendo a boca dela como se fosse um brinquedo. —Porra, como você chupa bem, putinha. Seu marido deve ser um inútil se deixa você sair com fome. Me diz, quanto tempo faz que você não é comida como merece? Meses? Anos? Aposto que esse corno nem te faz gozar. Clara murmurou alguma coisa em volta do pau dele, mas não parou. As mãos dela subiram pros próprios peitos, beliscando os mamilos enquanto ele usava ela. Diego tirou ela da boca por um momento, cuspindo na cara dela — um fio de saliva escorrendo pela bochecha — e depois deu uns tapinhas de leve com o pau molhado. — Me responde, puta. Fala em voz alta o que você é. Clara ofegou, o rosto vermelho de vergonha e tesão. — Eu sou... sou uma puta infiel. Meu marido não me satisfaz. Quero o seu pau, Diego. Me fode como ele não consegue. Ele puxou ela pelo cabelo, jogou ela de bruços no sofá e se posicionou atrás dela. Deu um tapa forte naquela bunda redonda e perfeita, deixando uma marca vermelha. Clara gemeu, arqueando as costas, se oferecendo. — Pede desculpa pro seu corno — rosnou Diego enquanto esfregava o pau na buceta molhada dela —. Fala: "Desculpa, Javier, mas esse moleque vai arrebentar minha buceta e eu tô adorando". — Desculpa, Javier — repetiu ela com a voz trêmula, olhando quase direto pra câmera sem saber, como se tivesse falando comigo —. Mas esse moleque vai arrebentar minha buceta... e eu tô adorando. Diego enfiou de uma vez só, enterrando até as bolas. Clara gritou, um grito de prazer puro e dolorido, os peitos esmagados no sofá enquanto ele começava a bombar com força, as bolas batendo nela. — Porra, que apertada que você é pra uma milf casada. Seu marido deve ter um pau de lápis se não te abriu direito. Ele fodia sem piedade, puxando o cabelo dela pra arquear mais, mordendo o pescoço, deixando marcas que eu veria depois. Clara gozou rápido, tremendo e gritando o nome dele — "Diego, sim, mais forte" — enquanto eu, o corno-mor, me masturbava furiosamente, gozando na mão ao ver minha mulher se render completamente pra aquele filho da puta, humilhada e adorando ele. Não conseguia parar de olhar; queria mais, precisava ver ele destruir ela por completo. Diego não parou nem um segundo depois que Clara gozou. Continuou metendo nela contra o sofá com estocadas Brutais, o som molhado e rítmico dos corpos deles se chocando enchendo a sala inteira. Cada pancada fazia as tetas da Clara balançarem violentamente, e as unhas dela se cravavam na almofada enquanto tentava se manter na posição. — De novo, puta — ele rosnou, dando mais um tapa na bunda dela que ecoou como um chicote —. Quero que você goze gritando que sou melhor que seu marido. Que o pau de merda dele nunca te penetrou tão fundo. A Clara já mal conseguia falar de forma coerente. Só gemidos entrecortados e palavras soltas saíam da boca dela entre ofegos: — Você é… melhor… porra… maior… tá me partindo… O Diego se inclinou sobre ela, colando o peito suado nas costas dela, e mordeu o lóbulo da orelha dela com força. — Fala bem claro pra câmera invisível, gostosa. Imagina que teu corno tá olhando agora. Fala pra ele que você vai parar de fingir orgasmo com ele. Fala que a partir de hoje só vai gozar pensando no meu pau. A Clara levantou a cabeça, o cabelo grudado no rosto de suor e saliva, e olhou direto pro alvo escondido da câmera da sala — sem saber, mas como se uma parte doentia dela pressentisse. Os olhos dela estavam vidrados, perdidos entre a vergonha e o êxtase. — Javier… — ela sussurrou com voz quebrada, entrecortada por cada estocada —. Me desculpa… mas nunca… nunca me fez sentir assim… O Diego tá me fodendo como homem de verdade… tá me arrebentando… e eu… eu quero que ele continue… quero que ele me use quando quiser… Essas palavras foram gasolina pra mim. Meu pau, que mal tinha começado a amolecer depois de gozar, ficou duro na hora. Limpei a mão na calça e comecei de novo, mais devagar dessa vez, saboreando cada segundo de humilhação. O Diego riu com aquela risada cruel e jovem, satisfeito. — Boa garota. Agora vira. Quero ver sua cara enquanto te encho. Ele puxou ela de uma vez, virou ela como se fosse uma boneca e sentou ela na borda do sofá com as pernas abertas. A Clara estava um bagaço: o rímel borrado, As bochechas vermelhas, o pescoço cheio de chupões e marcas de dente, a buceta inchada e brilhando, aberta de tanto usar. Diego ficou de pé na frente dela, se masturbando devagar aquela pica grossa e brilhando com os sucos da minha mulher. — Olha pra mim — ordenou. — E se toca enquanto eu te falo o que vai rolar daqui pra frente. Clara obedeceu. Enfiou dois dedos na buceta encharcada e começou a esfregar o clitóris em círculos rápidos, gemendo sem controle. — Você vai continuar sendo a esposa perfeita na frente dos outros — disse Diego enquanto se punhetava a centímetros do rosto dela. — Vai continuar cozinhando pro seu corno, dando beijo na bochecha, falando que ama ele. Mas toda vez que ele sair de casa, ou quando dormir, ou quando estiver no trabalho… você vai vir aqui, ou vai me mandar uma mensagem, e eu vou vir arrebentar sua buceta, seu cu, sua boca, onde eu quiser. Entendeu? Clara assentiu freneticamente, os dedos se movendo mais rápido. — S-sim… entendi… — E quando eu quiser, vou trazer amigos. Caras da minha idade com paus grandes que também tão morrendo de vontade de comer uma coroa casada que nem você. Você vai ser nossa puta compartilhada. Vai chupar, engolir, deixar gozarem em cima de você… e vai implorar por mais. Ela tremeu violentamente só de ouvir aquilo. Os quadris dela se ergueram do sofá enquanto gozava de novo, dessa vez sem ninguém tocá-la além dela mesma. Um jato pequeno mas visível saiu da buceta dela, respingando no chão de madeira. — Porra, que puta suja você é — zombou Diego, acelerando a mão. — Abre a boca. Clara obedeceu na hora, esticando a língua igual cachorrinho treinado. Diego grunhiu, mirou e começou a gozar com força. O primeiro jato grosso caiu direto na língua dela, o segundo na bochecha, o terceiro atravessou o nariz e a testa dela. Jatos quentes e grossos que ela tentava pegar com a boca aberta, gemendo de prazer enquanto engolia o que conseguia. Quando terminou, Diego agarrou o queixo dela e fechou a boca. com os dedos. —Engole tudo, puta. Não desperdiça uma gota. Clara fechou os olhos e engoliu audivelmente, o pomo de adão subindo e descendo. Depois abriu a boca de novo pra mostrar que não tinha sobrado nada. — Boa raposinha — ele disse, dando tapinhas na bochecha dela como se fosse um bichinho de estimação —. Agora vai se limpar antes que seu filho desça. Mas não toma banho. Quero que você cheire o meu gozo quando seu marido chegar hoje à noite e te der um beijo de boa noite. Clara se levantou cambaleando, as pernas tremendo. Pegou o roupão do chão mas não vestiu; só arrastou ele junto enquanto subia as escadas, o gozo ainda escorrendo pelo rosto e peito dela. Diego se jogou no sofá, o pau ainda meio duro descansando na coxa, e olhou direto pra câmera — pra mim — com um sorriso arrogante, como se soubesse perfeitamente que eu tava vendo tudo. — Fica tranquilo, Javier — disse baixinho, quase sussurrando, mesmo sem saber que eu tava ouvindo —. Sua mulher tá bem cuidada. Muito bem cuidada. E aí ele se levantou, subiu a calça e saiu de casa assobiando, me deixando sozinho com a tela, o coração batendo nos ouvidos e a certeza doentia de que isso tava só começando.
Uma noite, enquanto revisava as câmeras de segurança de casa do meu escritório — um hábito paranoico que peguei depois de um roubo no bairro —, vi algo que me gelou o sangue. Era tarde, umas onze horas, e nosso filho Mateo já estava no quarto dele. A câmera da varanda pegou um cara jovem, uns dezoito anos, se aproximando da porta. Reconheci na hora: era o Diego, um dos "amigos" do Mateo, aquele moleque atlético de cabelo bagunçado e sorriso de galã de novela que já tinha vindo aqui umas vezes. Ele tocou a campainha, e a Clara abriu a porta com um roupão leve que mal escondia a silhueta gostosa dela. No começo, achei que fosse algo inocente, talvez o Mateo tivesse chamado ele e eu não soubesse. Mas aí, o Diego se inclinou pra ela, murmurando alguma coisa no ouvido enquanto a mão dele roçava o braço da Clara de um jeito que não era sem querer. Ela não se afastou; pelo contrário, soltou uma risadinha baixa, daquelas que ela guardava pra mim, e deixou ele entrar, fechando a porta com um gesto suave. Meu coração disparou enquanto eu trocava pra câmera da sala, vendo ele se aproximar mais, os olhos devorando o decote da Clara, e ela, minha Clara, respondendo com um olhar safado que me fez questionar tudo. Fiquei olhando pra tela como se estivesse hipnotizado, com o pulso batendo forte nos meus ouvidos. A câmera da sala era grande angular e pegava quase tudo: o sofá, a mesinha de centro, a entrada da cozinha. A Clara tinha deixado o Diego sozinho com o Mateo na sala e se mandou pra cozinha com a desculpa de preparar alguma coisa pra comer, mesmo a geladeira estando cheia e não tendo necessidade nenhuma. Eu sabia que não era fome que tava movendo ela. De repente, o Mateo apareceu no quadro, descendo as escadas com o cabelo bagunçado e os olhos ainda meio sonolentos. Ele tava só de camiseta velha e uma calça de pijama. Quando viu o Diego sentado no sofá como se fosse o dono da casa, ficou paralisado no último degrau. — O que… o que você tá fazendo Aqui tão tarde? —perguntou Mateo com a voz trêmula, tentando soar firme mas falhando feio. Diego soltou uma risadinha baixa, daquelas que soam mais cruéis do que divertidas. Levantou devagar, se espreguiçando como uma puta que sabe que tem o rato encurralado. —Sua mãe me convidou, mano. Ou o quê, ela não te disse que sou bem-vindo quando quiser? Mateo deu um passo pra trás, olhando pra cozinha como se buscasse ajuda. Clara estava de costas, mexendo alguma coisa numa panela que não precisava mexer, mas a postura dela era rígida demais, atenta demais. Ela tava ouvindo. Sabia. —Não… ela não me disse nada —murmurou Mateo—. É tarde, Diego. Meu pai… —Seu pai não tá, né? —interrompeu Diego, se aproximando mais. Era quase uma cabeça mais alto e o dobro de ombros—. E mesmo que estivesse… cê acha que ele ligaria? Olha, filho da puta, sua mãe é uma gostosa. Cê já percebeu ou é tão bunda mole que nem vê? Aquela bunda, aqueles peitos… porra, quero comer ela desde a primeira vez que vi. E adivinha: ela também quer. Ela me disse com o olhar quando abriu a porta. Então sai da frente, anão, que os adultos vão se divertir. Mateo ficou vermelho, os punhos cerrados ao lado do corpo, mas não se mexeu. Só balbuciou algo sem sentido. —Quê? Vai chorar? —Diego riu mais alto, dando um empurrãozinho suave mas humilhante no peito que fez Mateo recuar até bater na parede—. Olha, não se faz de valente. Todo mundo sabe que sua mãe precisa de um homem de verdade. Não de um merda igual você, que nem sabe o que fazer com uma mina. E muito menos do seu velho, que com certeza já nem sobe mais. Ou sobe? Me diz, quanto tempo faz que você não ouve ela gemer na cama? Porque eu vou fazer ela gemer… e alto. Na cozinha, Clara parou de mexer. Apoiou as mãos na bancada, a cabeça baixa, respirando fundo. Não se virou. Não interveio. Só escutava, e o corpo dela se movia de um jeito sutil, quase imperceptível: os quadris balançando levemente, as coxas se apertando uma na outra. Eu senti que algo se arrebentava dentro de mim. Quis desligar a tela, sair correndo pra casa, invadir e quebrar a cara daquele filho da puta. Mas não conseguia me mexer. Meus olhos estavam grudados na imagem, e minha mão… minha mão direita tinha descido sozinha até minha virilha. No começo foi só um roçar, uma tentativa de acalmar a raiva que me queimava. Depois virou outra coisa. Me toquei com receio, com vergonha, sentindo meu pau endurecer contra minha vontade enquanto via Diego se aproximar mais de Mateo, quase encostando nele, e Clara fingir que ainda cozinhava, mas com os bicos dos peitos marcados por baixo do roupão fino. Diego virou pra cozinha e levantou a voz, sabendo perfeitamente que ela ouvia tudo. — Não é verdade, Clara? Fala que sim, que você morre de vontade de ser comida como deve ser. Clara não respondeu com palavras. Só soltou um suspiro longo, quase um gemido contido, e continuou de costas, mexendo a colher mais devagar, como se cada movimento fosse um carinho. E aí ela voltou. Saiu da cozinha com um sorriso calmo, como se nada tivesse acontecido, como se não tivesse acabado de ouvir um moleque de dezoito anos humilhar o filho dela e declarar em voz alta que queria meter nele. Ela se aproximou do sofá, roçou o ombro de Diego com os dedos ao passar e disse com voz suave, quase maternal: — Fica tranquilo, Mateo. Vai dormir, meu bem. Amanhã você tem aula cedo. Mateo olhou pra ela com os olhos vidrados, traído, e subiu as escadas sem dizer mais nada. Diego ficou ali, sorrindo de lado, enquanto Clara se sentava ao lado dele, perto o bastante pra que as coxas se encostassem. Eu continuei olhando. E continuei me tocando. Com raiva. Com nojo. Com um desejo doentio que não conseguia controlar. Clara se acomodou no sofá, cruzando as pernas daquele jeito que sempre me enlouquecia, mas agora era pra ele. Diego olhou pra ela de cima a baixo, sem vergonha, como um predador que já tem a presa nas garras. Eu, do meu escritório a quilômetros de distância, sentia o estômago revirado, mas minha mão não parava de se mexer no meu pau duro como pedra. Era doentio, eu sabia, mas não conseguia parar. Queria ver como aquele filho da puta destruía ela, como a transformava na puta dele bem na minha frente, invisível. Diego esticou o braço por cima do encosto do sofá, roçando os dedos no ombro de Clara. Ela não se afastou; pelo contrário, inclinou-se um pouco para ele, deixando o roupão abrir mais, revelando o vale profundo entre os peitos perfeitos dela, aqueles que eu tinha chupado e mordido tantas noites. —Então... —disse Diego com aquela voz grave, cheia de arrogância juvenil—. Teu filho é um viadinho total, hein? Saiu correndo igual uma menininha. Mas você... você sabe o que quer, né, Clara? Uma pica de verdade, não essa merda murcha do teu marido. Clara soltou uma risadinha nervosa, mas os olhos dela brilhavam com algo escuro, algo que eu não via há anos. Ela baixou o olhar para a virilha de Diego, onde já marcava um volume impressionante sob a calça jeans justa. —Não seja grosso, Diego —murmurou ela, mas a voz dela estava rouca, carregada de tesão. Tentava parecer brincalhona, como se isso fosse um jogo inocente, mas eu conhecia ela: tava molhada, apostava tudo. Diego não enro lou. Pegou a mão de Clara e levou direto pro pau dele, forçando ela a apertar. Ela gemeu, mas não tirou a mão; pelo contrário, começou a massagear devagar, sentindo como crescia debaixo da palma dela. —Grosso, eu? —riu ele—. Olha quem fala. Você tá tocando a pica de um moleque que podia ser teu filho, puta. Teu marido deve ser um corno patético se deixa você fazer o que quer. Ou talvez nem sabe, o idiota. Eu engoli seco, minha mão acelerando o ritmo na minha própria ereção. "Corno patético". As palavras me acertaram como um soco, mas em vez de raiva, senti uma onda de tesão perverso. Clara não negou; só mordeu o lábio inferior, aqueles lábios carnudos que costumavam se enrolar em volta de mim, e apertou mais forte. —Diego... por favor —sussurrou ela, mas era uma súplica falsa, porque a outra mão dela já estava subindo pela própria coxa, roçando a borda do roupão. Ele olhou pra ela com desprezo brincalhão e deu um tapa leve na bochecha dela, forte o bastante pra fazer barulho, mas sem machucar. Clara estremeceu, os mamilos endurecendo visivelmente sob o tecido fino. —Tira essa merda —ordenou Diego, apontando pro roupão—. Me mostra o que você dá pro seu marido toda noite, ou melhor, o que você já não dá mais porque tá de saco cheio da piroca pequena dele. Clara hesitou um segundo, olhando pra escada onde Mateu tinha sumido, mas depois se levantou devagar, desatando o cinto do roupão. Deixou ele cair no chão, ficando completamente pelada na frente dele. Deus, era perfeita: os peitos grandes e firmes, com mamilos escuros e eretos; a barriga lisa com aquela curva sutil que a deixava tão feminina; a buceta depilada, já brilhando de tesão entre as coxas grossas. Eu gemi baixinho, a piroca pulsando na minha mão enquanto via ela se expor daquele jeito, feito uma putinha barata. Diego assobiou, admirando sem tocar ainda. Abriu o jeans e puxou a piroca pra fora, grossa e cheia de veias, bem maior que a minha, cabeçuda e apontando pro teto. Clara lambeu os lábios sem querer. —Olha isso, Clara. Isso aqui é o que você precisa. Ajoelha e chupa, como a vadio submisso que você é. Fala pro seu marido imaginário que você sente muito, mas que prefere uma piroca jovem e dura. Ela obedeceu. Se ajoelhou entre as pernas dele, os peitos balançando, e pegou aquela piroca na boca sem reclamar. Começou devagar, lambendo a ponta, chupando com aqueles barulhos obscenos que enchiam a sala e chegavam pela câmera. Diego agarrou o cabelo preto dela e puxou, guiando mais fundo, fodendo a boca dela como se fosse um brinquedo. —Porra, como você chupa bem, putinha. Seu marido deve ser um inútil se deixa você sair com fome. Me diz, quanto tempo faz que você não é comida como merece? Meses? Anos? Aposto que esse corno nem te faz gozar. Clara murmurou alguma coisa em volta do pau dele, mas não parou. As mãos dela subiram pros próprios peitos, beliscando os mamilos enquanto ele usava ela. Diego tirou ela da boca por um momento, cuspindo na cara dela — um fio de saliva escorrendo pela bochecha — e depois deu uns tapinhas de leve com o pau molhado. — Me responde, puta. Fala em voz alta o que você é. Clara ofegou, o rosto vermelho de vergonha e tesão. — Eu sou... sou uma puta infiel. Meu marido não me satisfaz. Quero o seu pau, Diego. Me fode como ele não consegue. Ele puxou ela pelo cabelo, jogou ela de bruços no sofá e se posicionou atrás dela. Deu um tapa forte naquela bunda redonda e perfeita, deixando uma marca vermelha. Clara gemeu, arqueando as costas, se oferecendo. — Pede desculpa pro seu corno — rosnou Diego enquanto esfregava o pau na buceta molhada dela —. Fala: "Desculpa, Javier, mas esse moleque vai arrebentar minha buceta e eu tô adorando". — Desculpa, Javier — repetiu ela com a voz trêmula, olhando quase direto pra câmera sem saber, como se tivesse falando comigo —. Mas esse moleque vai arrebentar minha buceta... e eu tô adorando. Diego enfiou de uma vez só, enterrando até as bolas. Clara gritou, um grito de prazer puro e dolorido, os peitos esmagados no sofá enquanto ele começava a bombar com força, as bolas batendo nela. — Porra, que apertada que você é pra uma milf casada. Seu marido deve ter um pau de lápis se não te abriu direito. Ele fodia sem piedade, puxando o cabelo dela pra arquear mais, mordendo o pescoço, deixando marcas que eu veria depois. Clara gozou rápido, tremendo e gritando o nome dele — "Diego, sim, mais forte" — enquanto eu, o corno-mor, me masturbava furiosamente, gozando na mão ao ver minha mulher se render completamente pra aquele filho da puta, humilhada e adorando ele. Não conseguia parar de olhar; queria mais, precisava ver ele destruir ela por completo. Diego não parou nem um segundo depois que Clara gozou. Continuou metendo nela contra o sofá com estocadas Brutais, o som molhado e rítmico dos corpos deles se chocando enchendo a sala inteira. Cada pancada fazia as tetas da Clara balançarem violentamente, e as unhas dela se cravavam na almofada enquanto tentava se manter na posição. — De novo, puta — ele rosnou, dando mais um tapa na bunda dela que ecoou como um chicote —. Quero que você goze gritando que sou melhor que seu marido. Que o pau de merda dele nunca te penetrou tão fundo. A Clara já mal conseguia falar de forma coerente. Só gemidos entrecortados e palavras soltas saíam da boca dela entre ofegos: — Você é… melhor… porra… maior… tá me partindo… O Diego se inclinou sobre ela, colando o peito suado nas costas dela, e mordeu o lóbulo da orelha dela com força. — Fala bem claro pra câmera invisível, gostosa. Imagina que teu corno tá olhando agora. Fala pra ele que você vai parar de fingir orgasmo com ele. Fala que a partir de hoje só vai gozar pensando no meu pau. A Clara levantou a cabeça, o cabelo grudado no rosto de suor e saliva, e olhou direto pro alvo escondido da câmera da sala — sem saber, mas como se uma parte doentia dela pressentisse. Os olhos dela estavam vidrados, perdidos entre a vergonha e o êxtase. — Javier… — ela sussurrou com voz quebrada, entrecortada por cada estocada —. Me desculpa… mas nunca… nunca me fez sentir assim… O Diego tá me fodendo como homem de verdade… tá me arrebentando… e eu… eu quero que ele continue… quero que ele me use quando quiser… Essas palavras foram gasolina pra mim. Meu pau, que mal tinha começado a amolecer depois de gozar, ficou duro na hora. Limpei a mão na calça e comecei de novo, mais devagar dessa vez, saboreando cada segundo de humilhação. O Diego riu com aquela risada cruel e jovem, satisfeito. — Boa garota. Agora vira. Quero ver sua cara enquanto te encho. Ele puxou ela de uma vez, virou ela como se fosse uma boneca e sentou ela na borda do sofá com as pernas abertas. A Clara estava um bagaço: o rímel borrado, As bochechas vermelhas, o pescoço cheio de chupões e marcas de dente, a buceta inchada e brilhando, aberta de tanto usar. Diego ficou de pé na frente dela, se masturbando devagar aquela pica grossa e brilhando com os sucos da minha mulher. — Olha pra mim — ordenou. — E se toca enquanto eu te falo o que vai rolar daqui pra frente. Clara obedeceu. Enfiou dois dedos na buceta encharcada e começou a esfregar o clitóris em círculos rápidos, gemendo sem controle. — Você vai continuar sendo a esposa perfeita na frente dos outros — disse Diego enquanto se punhetava a centímetros do rosto dela. — Vai continuar cozinhando pro seu corno, dando beijo na bochecha, falando que ama ele. Mas toda vez que ele sair de casa, ou quando dormir, ou quando estiver no trabalho… você vai vir aqui, ou vai me mandar uma mensagem, e eu vou vir arrebentar sua buceta, seu cu, sua boca, onde eu quiser. Entendeu? Clara assentiu freneticamente, os dedos se movendo mais rápido. — S-sim… entendi… — E quando eu quiser, vou trazer amigos. Caras da minha idade com paus grandes que também tão morrendo de vontade de comer uma coroa casada que nem você. Você vai ser nossa puta compartilhada. Vai chupar, engolir, deixar gozarem em cima de você… e vai implorar por mais. Ela tremeu violentamente só de ouvir aquilo. Os quadris dela se ergueram do sofá enquanto gozava de novo, dessa vez sem ninguém tocá-la além dela mesma. Um jato pequeno mas visível saiu da buceta dela, respingando no chão de madeira. — Porra, que puta suja você é — zombou Diego, acelerando a mão. — Abre a boca. Clara obedeceu na hora, esticando a língua igual cachorrinho treinado. Diego grunhiu, mirou e começou a gozar com força. O primeiro jato grosso caiu direto na língua dela, o segundo na bochecha, o terceiro atravessou o nariz e a testa dela. Jatos quentes e grossos que ela tentava pegar com a boca aberta, gemendo de prazer enquanto engolia o que conseguia. Quando terminou, Diego agarrou o queixo dela e fechou a boca. com os dedos. —Engole tudo, puta. Não desperdiça uma gota. Clara fechou os olhos e engoliu audivelmente, o pomo de adão subindo e descendo. Depois abriu a boca de novo pra mostrar que não tinha sobrado nada. — Boa raposinha — ele disse, dando tapinhas na bochecha dela como se fosse um bichinho de estimação —. Agora vai se limpar antes que seu filho desça. Mas não toma banho. Quero que você cheire o meu gozo quando seu marido chegar hoje à noite e te der um beijo de boa noite. Clara se levantou cambaleando, as pernas tremendo. Pegou o roupão do chão mas não vestiu; só arrastou ele junto enquanto subia as escadas, o gozo ainda escorrendo pelo rosto e peito dela. Diego se jogou no sofá, o pau ainda meio duro descansando na coxa, e olhou direto pra câmera — pra mim — com um sorriso arrogante, como se soubesse perfeitamente que eu tava vendo tudo. — Fica tranquilo, Javier — disse baixinho, quase sussurrando, mesmo sem saber que eu tava ouvindo —. Sua mulher tá bem cuidada. Muito bem cuidada. E aí ele se levantou, subiu a calça e saiu de casa assobiando, me deixando sozinho com a tela, o coração batendo nos ouvidos e a certeza doentia de que isso tava só começando.
2 comentários - Minha esposa e o valentão do meu filho