Lady Transexual 2

Depois de continuarmos nos beijando por mais um tempo, ela me perguntou se eu queria ir além. Assenti, ainda meio impressionado com o que tinha acontecido. Meio nervoso, me deitei na cama, e ela, ávida, se colocou ao meu lado, beijando meu pescoço e boca, começou a desabotoar minha camisa azul-clara, que estava cheia de manchas de todo tipo, até que finalmente a tirou. De novo aquele olhar — aquela camisa era um troféu de guerra para ela, a prova tangível de que tinha me vencido. A prova de que uma garota trans jovem, usando apenas suas armas de mulher e sua confiança, tinha sido capaz de dobrar um hétero vários anos mais velho que ela. Ela estava orgulhosa da conquista, se sentia poderosa na sua sexualidade e, naquele quarto, ela tinha todo o poder, conquistado a pulso com puro erotismo. Depois de guardar o troféu — nunca mais recuperei aquela camisa —, ela se aninhou de novo ao meu lado enquanto beijava, lambia e chupava todo o meu corpo nu. A luz da tarde se filtrava pelas janelas, e o corpo cor de canela dela brilhava. Ela me convidou a usar meus dedos e vaselina para dilatar o ânus dela, não precisei estimular muito para ceder. Tudo isso enquanto ela se masturbava e me sussurrava putarias no ouvido que me deixavam com muito tesão. Quando ficamos prontos, ela me perguntou se eu queria penetrá-la. Claro que queria. Me preparei para levantar e pedir que ela ficasse de quatro, mas ela recusou terminantemente. "Vou montar em você", respondeu, serena, segura de si. Não era uma negociação nem nada parecido — ela já tinha decidido o que queria fazer comigo naquela tarde. Com firmeza, mas com amor, como uma mãe corrigindo um filho rebelde, ela me mandou deitar de barriga para cima de novo. Rapidamente, ela se posicionou sobre meu pau e o introduziu, primeiro só a cabeça, depois o resto. O início do coito foi tranquilo, bem devagar, ajustando o encaixe dos nossos corpos, para depois ir aumentando o ritmo aos poucos. Nessa fase, nossos corpos formavam um L: ela Ela estava por cima, curtindo o poder que tinha sobre mim, me usando prazer dela. Num dado momento, resolveu se inclinar na minha direção, sem tirar meu pau do cu dela, encostou os lábios no meu ouvido e disse que ia me enlouquecer; na sequência, mantendo aquela posição e me beijando, começou a aumentar a velocidade bruscamente. Nossos corpos perfeitamente sincronizados estavam no que Shakespeare chamou de a besta de duas costas, um frenesi de sexo que distorceu minha percepção do tempo. Realmente, eu tava ficando louco de prazer com aquela mina que mal tinha conhecido. Minhas mãos acertavam em bater forte na bunda dela, e minha parceira respondia com gemidos e variando a velocidade do corpo dela. Foi assim até que, exausto, fui derrotado de novo, gozei várias vezes dentro dela. Já com meu pau meio mole, ela se levantou e, num show de superioridade, começou a mexer os quadris devagar, ainda com meu pau no cu dela, ondas de prazer inundavam meu sistema nervoso. De novo ela tinha saído vitoriosa ao me ver completamente rendido a ela. O olhar dela, cada vez mais felino, mostrava uma satisfação imensa, o ego e a confiança dela só cresciam a cada momento que passávamos juntos. Quando essa sessão de sexo acabou, nós dois estávamos exaustos, cobertos de suor. Sugeri irmos tomar banho, ela topou e, quando ia entrar no banheiro, me lançou outro olhar avassalador — o plano dela pra mim ainda não tinha acabado.

3 comentários - Lady Transexual 2

Uff que caliente por dios. Por lo que veo continúa que lindo