Oi gente, como vocês estão? Espero que super bem! Sério, nunca imaginei que contaria isso, mas o destino e minha putaria me levaram a descobrir essa página incrível e ler vários relatos super excitantes, muitos dos quais me fizeram fantasiar e me tocar um pouquinho hahaha. Então me animei pra contar o que considero meu início como uma putinha, mesmo que soe meio feio hahaha.
Me chamo Valentina e tenho 27 anos. O que vou contar aconteceu há 2 anos e alguns meses. Quem mora na Cidade do México sabe que no verão o calor é muitas vezes insuportável, e é quando eu aproveito pra exibir minhas melhores saias, vestidos e blusas pra mostrar meu corpo. Não quero parecer metida, mas me considero uma garota chamativa: sou de pele clara, baixinha (tenho só 1,58m), cabelo longo e loiro, olhos castanhos, com um corpo legal já que gosto de malhar – cintura fina, quadril largo, barriga chapada, pernas longas, uma bunda firme e durinha e uns peitos de bom tamanho, redondos e pontudos.
Sempre fui uma garota super tarada, mas naquela manhã quente eu acordei com um tesão absurdo. Fazia tempo que não tinha um namorado e, por razões óbvias, sem sexo. Me sentia uma putinha no cio, precisando de rola. Tomei um banho frio pra me acalmar um pouco, mas foi impossível – minha cabeça não parava de pensar em sexo e meu corpo ficava cada vez mais quente. Decidi me vestir super puta, porque adoro sentir os olhares dos homens em mim, e ainda mais dos caras que têm namorada – gosto de deixá-las com raiva, e isso me excita demais. Coloquei uma saia preta fininha e colada que chegava até as coxas, uma blusa branca justa com um decote lindo, uns salto alto preto de alcinha e um conjunto de lingerie fofo – sutiã de meia taça vermelho transparente na área dos mamilos e uma calcinha fio dental com um lindo triângulo de renda.
Fui trabalhar e, no caminho até o trabalho, pude sentir os olhares de cobiça de muitos caras e a raiva de várias mulheres. As horas foram passando... e entre o calor e minha excitação, já não aguentava mais. Só queria chegar em casa para poder me masturbar, mas me pegaram com horas extras e acabei saindo muito tarde. Sempre vou embora com algumas amigas que moram perto de mim. Como já estava tarde, decidimos pegar um Uber, mas ninguém aceitava nossa viagem, então resolvemos pegar um táxi. Não gosto de sentar na frente, mas não tinha outra opção. Minhas amigas foram descendo e fiquei sozinha com o taxista (um senhor de uns 57 anos, moreno, um pouco gordo e com uma barriga que sobressaía, cabelo preto e um pouco mais alto que eu). Ele começou a puxar conversa e, embora eu normalmente não me interesse por conversar com motoristas — ainda mais numa cidade com tanta criminalidade —, aceitei porque queria sondar se ele era de confiança.
A conversa começou com o clássico: onde você trabalha, como se chama e o que faz no seu trabalho. Meu motorista me disse que se chamava Hernán, que era viúvo há 4 anos e ainda tinha um par de filhos para cuidar e sustentar. Ele me contou que, desde que a esposa faleceu, se dedicava de corpo e alma a manter os filhos, sentado naquele táxi, pois por ser mais velho já ninguém o contratava. Só queria dar um futuro melhor aos filhos e não pensava em ter outra mulher, pois nem tempo tinha.
V — Não se preocupe, senhor, eu também estou sem namorado há um tempão e não me queixo — falei para animá-lo um pouco.
H — Não é possível, moça, se a senhorita é muito bonita!
V — Sério, o senhor acha? — o senhor respondeu rápido.
H — Sim, tem uns olhos super lindos.
V — Só meus olhos? — ele não perdeu tempo e continuou me elogiando.
H — Na verdade, você tem uma figura muito bonita.
Sem perceber, começou o flerte, e o seu Hernán sabia muito bem como responder. De vez em quando, eu sentia ele me olhando de cima a baixo pelo retrovisor, ou baixava o olhar para ver minhas pernas, pois minha saia subia por mais que eu a arrumasse. Mas, na verdade, isso não me incomodava nada — pelo contrário, estava começando a me deixar com tesão.
V — E era bonita sua mulher?
H — Sim, muito linda. Quando era mais jovem, ela tinha umas... pernas muito lindas-
V - tão lindas quanto as minhas? - perguntei, vaidosa e provocante
H - sim, tão longas, lindas e macias quanto as suas -
Eu ri e perguntei - Como sabe que são macias? -
H - Bom, dá pra ver que você cuida muito delas hahaha -
Naquele momento eu já estava super excitada, não sei se era por causa do calor ou pela tesão acumulada desde a manhã, mas me sentia muito excitada, minha cabeça começou a pensar que fazia tempo que não era acariciada e estava desperdiçando minha juventude,
V - volte naquela rua e vá até o final -
H - tem certeza, moça? - ele disse, pois era uma rua super escura
Peguei sua mão e a guiei entre minhas pernas, dona Hermínia sorriu e obedeceu, acariciou minha coxa macia com doçura com sua mão calejada enquanto avançava, sua mão foi se perdendo sob minha saia, parou no meio da rua e se atirou sobre mim, nos beijamos selvagemente mordendo os lábios e entrelaçando nossas línguas como dois adolescentes, eu o segurava pela nuca enquanto ele acariciava minhas coxas com tanta maestria que comecei a ficar molhada, sua mão abriu caminho até minha buceta quente passando os dedos sobre o tecido do meu thong de cima a baixo arrancando um longo gemido que abafei mordendo meus lábios, afastou meu thong e senti seus dedos calejados acariciando delicadamente minha buceta, um arrepio percorreu todo meu corpo enquanto soltava leves gemidos, seus dedos robustos pousaram sobre meu clitóris e habilmente o massagearam, meu coração batia cada vez mais rápido e meus gemidos ficavam mais fortes só se abafando em nossos beijos, de repente dona Hermínia enfiou um par de dedos dentro da minha buceta, fechei os olhos e apoiei minha testa em seu ombro, começou a mover seus dedos dentro de mim enquanto os tirava e colocava, aquela mulher era toda uma mestra e me tinha na glória ofegando como uma louca, seus movimentos ficavam cada vez mais rápidos e eu só pedia que não parasse
V - aaaai continua por favoooor aaai continuaaa -
H - Isso, putinha, goza como uma putinha no cio - V - Aaah, siim, não para, por favooor, não paraa -
Ele colocou minha mão sobre o pau dele - toca o que você vai comer, putinha -
Fiquei impressionada, pois ele já tinha um bom tamanho no pau. Acariciei aquela coisa por cima da calça enquanto sentia que a cada segundo que passava ele ficava maior. Don Hernán tirou os dedos da minha buceta totalmente encharcados dos meus fluidos e os lambeu, saboreando meus líquidos. Eu o empurrei contra o banco e ele reclinou o máximo que pôde. Subi em cima dele e voltamos a nos beijar. Don Hernán terminou de levantar minha saia até a cintura e apertou minhas nádegas com suas mãos robustas. Eu aproveitava cada carícia enquanto suas mãos afundavam na minha pele. Ele desceu os lábios para beijar meu pescoço, passou pelo meu peito até chegar nos meus seios. Meus mamilos já estavam totalmente excitados, tanto que já marcavam através da minha blusa. Ele passou a língua por cima do tecido e delineou meus mamilos com sua saliva. O atrito do sutiã contra meus mamilos me excitava tanto que eu soltava alguns gemidos tímidos. Don Hernán tirou minha blusa e habilmente desfez o sutiã, deixando meus seios pontudos expostos. Passou sua língua áspera por toda a auréola enquanto apertava o outro. Sua boca e sua mão brincavam com meus seios como um verdadeiro experto: lambia, chupava, mordia, puxava e acariciava. Eu fechava os olhos e gemía de prazer. Naquele momento, ele já me tinha à sua mercê, não tinha mais volta. Eu segurava seu cabelo para que ele não se afastasse dos meus seios enquanto esfregava minha buceta molhada contra a calça dele, aproveitando o atrito do volume enorme entre minhas nádegas. Don Hernán escapou dos meus seios e me jogou contra o outro banco, deixando minhas costas contra a porta. Abriu minhas pernas e seus olhos brilharam ao ver minha calcinha fio-dental.
H - Então você já estava com vontade de alguém te comer, né? Hahaha - Não disse nada, só fiquei corada.
H - Mas não se preocupa, Val. Agora eu faço o favor de enfiar o pau em você -
Don Hernán tirou meus saltos com delicadeza e começou... a beijar e acariciar minhas pernas lentamente, chegou até minha buceta que já estava totalmente molhada graças aos seus dedos deliciosos, puxou minha calcinha de lado e deu algumas palmadinhas suaves na minha buceta totalmente depilada, o que me fez soltar alguns gemidos, aproximou sua boca, beijou e mordeu delicadamente ao redor da minha buceta, abriu meus lábios vaginais com as mãos e passou sua língua áspera de cima a baixo na minha buceta, sua língua percorreu cada canto da minha vagina sem deixar nenhum lugar sem saliva, introduziu sua língua dentro de mim e começou a me foder com ela, ele segurava minhas pernas trêmulas para que eu não as fechasse enquanto eu gemida como uma puta sem me importar com nada e me agarrando de onde pudesse, ele entrava e saía chupando e lambendo como um louco, subiu sua boca até meu clitóris e o chupou me enlouquecendo mais e mais
V -continua papai, continuaaa ahhh nãooo para haaa não paraa-
Meus gemidos aumentaram de força inundando todo o carro com eles, levei minhas mãos aos meus mamilos pontudos apertando-os e puxando-os por vários segundos, desci minhas mãos à sua cabeça para segurá-lo e ele devorar toda minha buceta com sua boca, ele chupava cada vez mais forte e rápido, minha buceta ardia, sentia meu clitóris se expandindo de prazer, meus gemidos estavam dizendo tudo, don Hernán me tinha na glória, depois de vários minutos me tendo no céu, ele diminuiu o ritmo e tirou a cabeça de entre minhas pernas, me olhou, sorrimos maliciosamente, ele se aproximou e nos demos um pequeno beijo, notei o sabor de seus lábios e eles tinham gosto de mim
H -vamos, gostosa, agora é sua vez-
Com dificuldade consegui me acomodar, minhas pernas tremiam e minha buceta ainda pulsava, nos beijamos apaixonadamente de novo, mas dessa vez eu tomei a iniciativa, beijei seu pescoço e fui descendo entre beijos, tirei sua camiseta, pude ver uma selva de pelos no seu peito e barriga, não sei por que, mas isso me deixou mais excitada, desci entre beijos até seus mamilos peludos, parei neles e lambi ambos fazendo círculos, continuei beijando seu torso por aquela selva de Pelos, acariciava seu pau com as duas mãos até chegar na sua cintura, me apressei em tirar a calça e a cueca dele. Estava super ansiosa, já queria ver seu lindo pau pela primeira vez. Seu pau saiu feito uma mola, a cabeça brilhava pelo líquido pré-gozo que tinha, estava totalmente duro apontando para o teto do carro. Fiquei boquiaberta ao ver seu pau peludo, media uns 18 centímetros, mas o que me impressionou foi a grossura daquela beleza morena e venosa. Não perdi tempo, coloquei minha mão nos seus ovos e os acariciei, aproximei minha boca da cabeçona do seu pau, passei minha língua nela suavemente, saboreando o pouco líquido viscoso que tinha na ponta. Deslizei minha língua pelo pau dele até a base, beijei seus ovos delicadamente, fui aumentando o ritmo e comecei a chupá-los, lambê-los e sugá-los como uma louca, deixando-os cheios de saliva enquanto o masturbava no mesmo ritmo. Don Hernán soltava gemidos tímidos, subi entre beijos por todo seu tronco até ficar de frente para ela, abri minha boca e lentamente engoli seu pau, meus lábios abraçavam sua cabeçona que eu sugava, fechei meus olhos e me dispus a acariciar com calma cada centímetro do seu pau com minha boca, descia por ele sentindo como cada vez ficava mais largo, não fui capaz de meter por completo, deixando uns 5 centímetros fora da minha boca, comecei a chupá-lo lentamente enquanto aumentava o ritmo, minha boca se encheu de saliva em segundos, gerada pelo desejo irresistível que estava sendo saciado, minha mão foi para seus ovos, esfregando-os, meus lábios abraçavam toda a grossura do seu pau enquanto subia e descia por ele como desesperada.
- Ufff assim, assim, porra, que boca você tem -
Disse Don Hernán, sua respiração e gemidos cada vez mais fortes, ele curtia a deliciosa chupada que eu estava dando, subia até deixar sua cabeçona na minha boca, sentindo com meus lábios as bordas da glande, sugava forte como se tentasse ordenhá-lo e descia rapidamente até sentir seu pau tocando minha campainha, me fazendo engasgar um pouco. Arfando, voltei a chupar seu pau enquanto passava a língua nele, don Hernán enterrou a mão no meu cabelo puxando e começou a controlar a velocidade e profundidade das mamadas que minha boquinha dava, apoiei minhas mãos no banco do carro e deixei que usasse minha boca à vontade, subia e descia minha boca rapidamente querendo engolir seu pau por completo mas era impossível, puxou meu cabelo e moveu os quadris para foder minha boca enquanto movia minha cabeça ao mesmo tempo rapidamente, o barulho das mamadas ecoava por todo o carro
-Engole, puta, engole tudo-
Apertou minha cabeça contra o pau dele até o fundo da minha garganta me fazendo engasgar com ele provocando arfada atrás de arfada sem conseguir respirar, tentei me soltar mas ele não deixava
H -Vamos, come ela toda, puta, come ela, puta-
Depois de alguns segundos puxou meu cabelo tirando seu pau da minha boca, dei uma longa tragada de ar enquanto meus olhos lacrimejavam, virei para vê-lo e ele me sorriu ofegante
H -Ahhh que boquinha gostosa você tem, valeu-
V -Sim, amor, gostou de como te chupei?-
H -Sim, você é uma verdadeira especialista, puta-
Puxou meu braço para nos beijarmos selvagemente, subi em cima dele podia sentir o calor do pau dele tão perto da minha bucetinha, desceu para meus peitos e voltou a brincar com eles como um louco chupava, mordia e ensalivava com raiva, baixei meu quadril e seu pau ficou entre minha ppk, meus lábios vaginais se abriram em volta do pau dele abraçando-o, movia suavemente minha buceta molhada contra o pau dele enchendo-o dos meus fluidos, o atrito entre nós dois estava me matando já não aguentava mais queria sentir o pau dele dentro de mim já
V -Ahhh por favoooor jáaa mete aaa seu pau-
H -Hahaha já está com vontade de sentir meu pau, puta-
V -Sii meu reii já me mete seu pau aaah-
H -Pede como a boa putinha que você é-
V -Aaaah por favor amor já me mete seu pau, aaah já quero sentir você dentro de mim, me mete por favor meu reiii- Ele ignorou e agora ele estava esfregando seu pau na minha buceta enquanto continuava me beijando, eu estava tão desesperada para sentir seu enorme pedaço de carne dentro de mim que não me importava que ele não estivesse usando camisinha, eu o parei, levantei meus quadris e peguei seu pau, deixando sua cabeçona entre minha buceta, fui descendo suavemente sobre seu enorme, moreno e peludo pau, minha pequena e faminta bocetinha fazia seu pedaço de carne desaparecer de tão molhada que estava, soltava pequenos gemidos a cada segundo que passava, meus lábios vaginais se abriam cada vez mais com cada centímetro de seu pau que entrava em mim, cheguei até a metade e parei porque minha buceta já não aguentava mais, comecei a subir e descer lentamente sobre aquele lindo pedaço de carne, meus gemidos aumentavam assim como meu ritmo, me segurava na nuca do senhor Herman e ele nos meus quadris,
H- Vamos, putinha haaa pula no meu pau-
V –ahhh siii onde Herrrnaaan-
H- Isso putinha haaa senta, senta-
V – Você gosta amorrr haaa você gostaaaa-
De repente senti um par de tapas nas minhas nádegas do senhor Hernán (tás, tás) que deixaram marcas de seus dedos, eu continuava cavalgando nele, minhas investidas eram cada vez mais fortes e rápidas, sentia minhas paredes se dilatando cada vez mais e uma ardência e coceira que eram uma glória, o senhor Hernán me pegou pelo braço e me puxou para ele, levantou minha bunda e começou a me bombear rapidamente, sentia como ele enfiava cada vez mais fundo na minha feminilidade, minha buceta apertava como louca seu pau enquanto eu gemia freneticamente, levantei o rosto e vi em seu rosto o quanto ele estava gostando, então não hesitei em beijá-lo, o ritmo foi diminuindo então movi meus quadris lentamente em círculos, o senhor Hernán me tirou de cima dele e me passou para o outro assento me deixando de quatro, minhas mãos se apoiavam no vidro, tás, tás se ouviram outro par de tapas nas nádegas deixando minha bunda vermelha
H- Minha putinha, você está pronta para eu enfiar o pau de novo? - Não disse nada, então ele repetiu
H- Eu disse, você está pronta para eu enfiar o pau? maldita puta -
V - sim, meu rei, já quero sentir sua deliciosa pica dentro de mim de novo -
H - diga o quanto você quer que eu te coma, gostosa -
V - quero demais, meu amor, já mete sua pica, por favor, já mete -
Don Hernán me pegou pelos quadris e, sem aviso, enfiou de uma só vez. Soltei um gemido enorme e profundo que ecoou por todo lado. Ele começou a me comer com fúria e sem piedade. Eu sentia sua pica grossa esticando meus lábios vaginais ao máximo, tentando entrar por completo em mim. Suas investidas eram contínuas, entrava e saía como um louco. Ele me dava palmadas na bunda cada vez mais frequentes e fortes, minha bunda estava totalmente vermelha. Tentei colocar minha mão para ele diminuir o ritmo, mas ele a afastou bruscamente. Desesperado, ele me jogou contra o assento, deixando meu peito e cabeça colados nele. Minhas costas ficaram totalmente arqueadas, deixando minha bunda empinada e completamente à mercê dele. Ele me segurou pela cintura e enfiou com uma estocada o mais fundo que pôde.
V - ahhhh haaaa - eu gemei.
Dessa vez era diferente. Suas investidas eram mais lentas, mas muito mais fortes. Parecia que ele queria me partir ao meio. Aos poucos, minha buceta foi cedendo e se acostumando à grossura de sua pica. Pela primeira vez, suas bolas bateram contra minhas nádegas.
H - você é uma putinha faminta, olha só, sua bocetinha já engoliu toda minha pica -
Don Hernán começou a me comer com um ritmo frenético e investidas impiedosas, cheias de luxúria e poder. Suas enfiadas não eram secas, eram molhadas e sonoras. Eu adorava como aquele homem me possuía ao seu bel-prazer. Sua linda pica estava trabalhando ao máximo minha buceta. Meus lábios esticados ao máximo apertavam como loucos toda a grossura de sua pica. Ele me fazia sentir completamente cheia como nunca antes. Ele foi descendo aos poucos sobre mim até ficar por cima. Eu sentia sua barriga peluda nas minhas costas e todo o esplendor de sua pica dentro de mim. Ele não parava suas investidas, parecia até que estava indo mais rápido. Eu não parava de gritar com aquele lindo pedaço de carne enfiado em mim. A posição me fazia aproveitar cada centímetro do seu pau, era tão delicioso e indescritível o prazer que eu sentia.
V- Ahhh, don Hernããão, mete em mim, não para, haaaa, não para!
H- Toma, sua puta maldita, toma todo o meu pau, haaa!
V- Haaa, que delícia, aaah, continua, siiim, continua!
H- Você é uma putinha safada que adora pau, não é?
V- Siiim, meu amor, sou sua putinha, haaa, safada e adoro o seu pau, haaaa!
Don Hernán diminuiu o ritmo, mas como uma verdadeira puta, eu balancei minha bunda para continuar aproveitando o pau dele. Ele parou e tirou, se jogando no banco. Virei e o vi ofegante e suado, mas o pau dele ainda estava tão duro quanto no começo. Me aproximei e chupei por alguns minutos enquanto ele descansava um pouco. Subi em cima dele de novo, peguei o pau, mas agora sem nenhum medo, fui descendo sobre ele até ter tudo dentro. Don Hernán sorriu. Comecei a cavalgar devagar e suavemente enquanto trocávamos beijinhos, sem aumentar o ritmo. Eu tirava quase todo o pau dele e me deixava cair até minha bunda bater nas bolas dele, aí movia meus quadris de um lado para o outro. A cada estocada que eu dava, sentia don Hernán ficar mais rígido, e seus gemidos ficavam mais rápidos. Eu ofegava como uma louca enquanto mordia meus lábios, aproveitando cada centímetro do pau dele.
H- Uffff, você se mexe tão gostoso.
V- Você gosta, haaa, de como, aaah, eu enfio o seu pau?
H- Ahhh, você é uma puta experiente.
Aumentei o ritmo até cavalgar como uma verdadeira louca. Nossos gemidos se misturaram, enchendo o carro. Ele me pegou pela cintura e começou a me foder rápido e forte. Eu sentia o pau dele pulsando dentro de mim, sabia que ele estava quase gozando. Tentei me soltar para que ele gozasse na minha boca, mas ele me abraçou forte pela cintura. Só ouvi:
H- Vou gozar, puta, vou gozar, aahh, haaa!
H- Toma, haaa, toda a minha porra!
Senti os primeiros jatos, um atrás do outro, super longos dentro de mim, acompanhados de gemidos fortes. Ele não parou, e a cada enfiada eu sentia um jato longo de porra. Sêmen que chegava até o fundo de mim e enchia toda a minha buceta. Ele não parou de me comer até tirar a última gota de gozo. Ficou jogado no banco com a respiração acelerada, suado e totalmente cansado. Me aproximei dele e o beijei enquanto sentia seu líquido viscoso escorrendo de mim, entre a rola dele. Fiquei beijando ele por alguns minutos, super gozada da tremenda foda que o senhor Hernán tinha me dado. Desci de cima dele e a rola estava encharcada de porra. Ele pegou alguns lenços, mas não me limpei. Eu peguei o pau dele para limpá-lo e aproveitei para chupá-lo e saborear todo aquele líquido gostoso que estava na cabeçona, até deixá-la limpa. Depois, com um lenço, limpei meus lábios e minha buceta o melhor que pude. Me vesti enquanto o senhor Hernán me levava para casa. Chegamos e ele pediu meu número para mantermos contato. Só sorri, dei um último beijo e entrei em casa. Lá vi as horas: já eram mais de 3 da manhã. Tínhamos ficado mais de uma hora transando. Tomei um banho para me limpar melhor e fui dormir super travada, mas muito feliz.
Espero que tenham gostado da minha história. Agradeceria se pudessem deixar algum comentário, assim saberei que curtiram meu relato e me animarei a contar mais das minhas aventuras. Sem mais, me despeço.
Me chamo Valentina e tenho 27 anos. O que vou contar aconteceu há 2 anos e alguns meses. Quem mora na Cidade do México sabe que no verão o calor é muitas vezes insuportável, e é quando eu aproveito pra exibir minhas melhores saias, vestidos e blusas pra mostrar meu corpo. Não quero parecer metida, mas me considero uma garota chamativa: sou de pele clara, baixinha (tenho só 1,58m), cabelo longo e loiro, olhos castanhos, com um corpo legal já que gosto de malhar – cintura fina, quadril largo, barriga chapada, pernas longas, uma bunda firme e durinha e uns peitos de bom tamanho, redondos e pontudos.
Sempre fui uma garota super tarada, mas naquela manhã quente eu acordei com um tesão absurdo. Fazia tempo que não tinha um namorado e, por razões óbvias, sem sexo. Me sentia uma putinha no cio, precisando de rola. Tomei um banho frio pra me acalmar um pouco, mas foi impossível – minha cabeça não parava de pensar em sexo e meu corpo ficava cada vez mais quente. Decidi me vestir super puta, porque adoro sentir os olhares dos homens em mim, e ainda mais dos caras que têm namorada – gosto de deixá-las com raiva, e isso me excita demais. Coloquei uma saia preta fininha e colada que chegava até as coxas, uma blusa branca justa com um decote lindo, uns salto alto preto de alcinha e um conjunto de lingerie fofo – sutiã de meia taça vermelho transparente na área dos mamilos e uma calcinha fio dental com um lindo triângulo de renda.
Fui trabalhar e, no caminho até o trabalho, pude sentir os olhares de cobiça de muitos caras e a raiva de várias mulheres. As horas foram passando... e entre o calor e minha excitação, já não aguentava mais. Só queria chegar em casa para poder me masturbar, mas me pegaram com horas extras e acabei saindo muito tarde. Sempre vou embora com algumas amigas que moram perto de mim. Como já estava tarde, decidimos pegar um Uber, mas ninguém aceitava nossa viagem, então resolvemos pegar um táxi. Não gosto de sentar na frente, mas não tinha outra opção. Minhas amigas foram descendo e fiquei sozinha com o taxista (um senhor de uns 57 anos, moreno, um pouco gordo e com uma barriga que sobressaía, cabelo preto e um pouco mais alto que eu). Ele começou a puxar conversa e, embora eu normalmente não me interesse por conversar com motoristas — ainda mais numa cidade com tanta criminalidade —, aceitei porque queria sondar se ele era de confiança.
A conversa começou com o clássico: onde você trabalha, como se chama e o que faz no seu trabalho. Meu motorista me disse que se chamava Hernán, que era viúvo há 4 anos e ainda tinha um par de filhos para cuidar e sustentar. Ele me contou que, desde que a esposa faleceu, se dedicava de corpo e alma a manter os filhos, sentado naquele táxi, pois por ser mais velho já ninguém o contratava. Só queria dar um futuro melhor aos filhos e não pensava em ter outra mulher, pois nem tempo tinha.
V — Não se preocupe, senhor, eu também estou sem namorado há um tempão e não me queixo — falei para animá-lo um pouco.
H — Não é possível, moça, se a senhorita é muito bonita!
V — Sério, o senhor acha? — o senhor respondeu rápido.
H — Sim, tem uns olhos super lindos.
V — Só meus olhos? — ele não perdeu tempo e continuou me elogiando.
H — Na verdade, você tem uma figura muito bonita.
Sem perceber, começou o flerte, e o seu Hernán sabia muito bem como responder. De vez em quando, eu sentia ele me olhando de cima a baixo pelo retrovisor, ou baixava o olhar para ver minhas pernas, pois minha saia subia por mais que eu a arrumasse. Mas, na verdade, isso não me incomodava nada — pelo contrário, estava começando a me deixar com tesão.
V — E era bonita sua mulher?
H — Sim, muito linda. Quando era mais jovem, ela tinha umas... pernas muito lindas-
V - tão lindas quanto as minhas? - perguntei, vaidosa e provocante
H - sim, tão longas, lindas e macias quanto as suas -
Eu ri e perguntei - Como sabe que são macias? -
H - Bom, dá pra ver que você cuida muito delas hahaha -
Naquele momento eu já estava super excitada, não sei se era por causa do calor ou pela tesão acumulada desde a manhã, mas me sentia muito excitada, minha cabeça começou a pensar que fazia tempo que não era acariciada e estava desperdiçando minha juventude,
V - volte naquela rua e vá até o final -
H - tem certeza, moça? - ele disse, pois era uma rua super escura
Peguei sua mão e a guiei entre minhas pernas, dona Hermínia sorriu e obedeceu, acariciou minha coxa macia com doçura com sua mão calejada enquanto avançava, sua mão foi se perdendo sob minha saia, parou no meio da rua e se atirou sobre mim, nos beijamos selvagemente mordendo os lábios e entrelaçando nossas línguas como dois adolescentes, eu o segurava pela nuca enquanto ele acariciava minhas coxas com tanta maestria que comecei a ficar molhada, sua mão abriu caminho até minha buceta quente passando os dedos sobre o tecido do meu thong de cima a baixo arrancando um longo gemido que abafei mordendo meus lábios, afastou meu thong e senti seus dedos calejados acariciando delicadamente minha buceta, um arrepio percorreu todo meu corpo enquanto soltava leves gemidos, seus dedos robustos pousaram sobre meu clitóris e habilmente o massagearam, meu coração batia cada vez mais rápido e meus gemidos ficavam mais fortes só se abafando em nossos beijos, de repente dona Hermínia enfiou um par de dedos dentro da minha buceta, fechei os olhos e apoiei minha testa em seu ombro, começou a mover seus dedos dentro de mim enquanto os tirava e colocava, aquela mulher era toda uma mestra e me tinha na glória ofegando como uma louca, seus movimentos ficavam cada vez mais rápidos e eu só pedia que não parasse
V - aaaai continua por favoooor aaai continuaaa -
H - Isso, putinha, goza como uma putinha no cio - V - Aaah, siim, não para, por favooor, não paraa -
Ele colocou minha mão sobre o pau dele - toca o que você vai comer, putinha -
Fiquei impressionada, pois ele já tinha um bom tamanho no pau. Acariciei aquela coisa por cima da calça enquanto sentia que a cada segundo que passava ele ficava maior. Don Hernán tirou os dedos da minha buceta totalmente encharcados dos meus fluidos e os lambeu, saboreando meus líquidos. Eu o empurrei contra o banco e ele reclinou o máximo que pôde. Subi em cima dele e voltamos a nos beijar. Don Hernán terminou de levantar minha saia até a cintura e apertou minhas nádegas com suas mãos robustas. Eu aproveitava cada carícia enquanto suas mãos afundavam na minha pele. Ele desceu os lábios para beijar meu pescoço, passou pelo meu peito até chegar nos meus seios. Meus mamilos já estavam totalmente excitados, tanto que já marcavam através da minha blusa. Ele passou a língua por cima do tecido e delineou meus mamilos com sua saliva. O atrito do sutiã contra meus mamilos me excitava tanto que eu soltava alguns gemidos tímidos. Don Hernán tirou minha blusa e habilmente desfez o sutiã, deixando meus seios pontudos expostos. Passou sua língua áspera por toda a auréola enquanto apertava o outro. Sua boca e sua mão brincavam com meus seios como um verdadeiro experto: lambia, chupava, mordia, puxava e acariciava. Eu fechava os olhos e gemía de prazer. Naquele momento, ele já me tinha à sua mercê, não tinha mais volta. Eu segurava seu cabelo para que ele não se afastasse dos meus seios enquanto esfregava minha buceta molhada contra a calça dele, aproveitando o atrito do volume enorme entre minhas nádegas. Don Hernán escapou dos meus seios e me jogou contra o outro banco, deixando minhas costas contra a porta. Abriu minhas pernas e seus olhos brilharam ao ver minha calcinha fio-dental.
H - Então você já estava com vontade de alguém te comer, né? Hahaha - Não disse nada, só fiquei corada.
H - Mas não se preocupa, Val. Agora eu faço o favor de enfiar o pau em você -
Don Hernán tirou meus saltos com delicadeza e começou... a beijar e acariciar minhas pernas lentamente, chegou até minha buceta que já estava totalmente molhada graças aos seus dedos deliciosos, puxou minha calcinha de lado e deu algumas palmadinhas suaves na minha buceta totalmente depilada, o que me fez soltar alguns gemidos, aproximou sua boca, beijou e mordeu delicadamente ao redor da minha buceta, abriu meus lábios vaginais com as mãos e passou sua língua áspera de cima a baixo na minha buceta, sua língua percorreu cada canto da minha vagina sem deixar nenhum lugar sem saliva, introduziu sua língua dentro de mim e começou a me foder com ela, ele segurava minhas pernas trêmulas para que eu não as fechasse enquanto eu gemida como uma puta sem me importar com nada e me agarrando de onde pudesse, ele entrava e saía chupando e lambendo como um louco, subiu sua boca até meu clitóris e o chupou me enlouquecendo mais e mais
V -continua papai, continuaaa ahhh nãooo para haaa não paraa-
Meus gemidos aumentaram de força inundando todo o carro com eles, levei minhas mãos aos meus mamilos pontudos apertando-os e puxando-os por vários segundos, desci minhas mãos à sua cabeça para segurá-lo e ele devorar toda minha buceta com sua boca, ele chupava cada vez mais forte e rápido, minha buceta ardia, sentia meu clitóris se expandindo de prazer, meus gemidos estavam dizendo tudo, don Hernán me tinha na glória, depois de vários minutos me tendo no céu, ele diminuiu o ritmo e tirou a cabeça de entre minhas pernas, me olhou, sorrimos maliciosamente, ele se aproximou e nos demos um pequeno beijo, notei o sabor de seus lábios e eles tinham gosto de mim
H -vamos, gostosa, agora é sua vez-
Com dificuldade consegui me acomodar, minhas pernas tremiam e minha buceta ainda pulsava, nos beijamos apaixonadamente de novo, mas dessa vez eu tomei a iniciativa, beijei seu pescoço e fui descendo entre beijos, tirei sua camiseta, pude ver uma selva de pelos no seu peito e barriga, não sei por que, mas isso me deixou mais excitada, desci entre beijos até seus mamilos peludos, parei neles e lambi ambos fazendo círculos, continuei beijando seu torso por aquela selva de Pelos, acariciava seu pau com as duas mãos até chegar na sua cintura, me apressei em tirar a calça e a cueca dele. Estava super ansiosa, já queria ver seu lindo pau pela primeira vez. Seu pau saiu feito uma mola, a cabeça brilhava pelo líquido pré-gozo que tinha, estava totalmente duro apontando para o teto do carro. Fiquei boquiaberta ao ver seu pau peludo, media uns 18 centímetros, mas o que me impressionou foi a grossura daquela beleza morena e venosa. Não perdi tempo, coloquei minha mão nos seus ovos e os acariciei, aproximei minha boca da cabeçona do seu pau, passei minha língua nela suavemente, saboreando o pouco líquido viscoso que tinha na ponta. Deslizei minha língua pelo pau dele até a base, beijei seus ovos delicadamente, fui aumentando o ritmo e comecei a chupá-los, lambê-los e sugá-los como uma louca, deixando-os cheios de saliva enquanto o masturbava no mesmo ritmo. Don Hernán soltava gemidos tímidos, subi entre beijos por todo seu tronco até ficar de frente para ela, abri minha boca e lentamente engoli seu pau, meus lábios abraçavam sua cabeçona que eu sugava, fechei meus olhos e me dispus a acariciar com calma cada centímetro do seu pau com minha boca, descia por ele sentindo como cada vez ficava mais largo, não fui capaz de meter por completo, deixando uns 5 centímetros fora da minha boca, comecei a chupá-lo lentamente enquanto aumentava o ritmo, minha boca se encheu de saliva em segundos, gerada pelo desejo irresistível que estava sendo saciado, minha mão foi para seus ovos, esfregando-os, meus lábios abraçavam toda a grossura do seu pau enquanto subia e descia por ele como desesperada.
- Ufff assim, assim, porra, que boca você tem -
Disse Don Hernán, sua respiração e gemidos cada vez mais fortes, ele curtia a deliciosa chupada que eu estava dando, subia até deixar sua cabeçona na minha boca, sentindo com meus lábios as bordas da glande, sugava forte como se tentasse ordenhá-lo e descia rapidamente até sentir seu pau tocando minha campainha, me fazendo engasgar um pouco. Arfando, voltei a chupar seu pau enquanto passava a língua nele, don Hernán enterrou a mão no meu cabelo puxando e começou a controlar a velocidade e profundidade das mamadas que minha boquinha dava, apoiei minhas mãos no banco do carro e deixei que usasse minha boca à vontade, subia e descia minha boca rapidamente querendo engolir seu pau por completo mas era impossível, puxou meu cabelo e moveu os quadris para foder minha boca enquanto movia minha cabeça ao mesmo tempo rapidamente, o barulho das mamadas ecoava por todo o carro
-Engole, puta, engole tudo-
Apertou minha cabeça contra o pau dele até o fundo da minha garganta me fazendo engasgar com ele provocando arfada atrás de arfada sem conseguir respirar, tentei me soltar mas ele não deixava
H -Vamos, come ela toda, puta, come ela, puta-
Depois de alguns segundos puxou meu cabelo tirando seu pau da minha boca, dei uma longa tragada de ar enquanto meus olhos lacrimejavam, virei para vê-lo e ele me sorriu ofegante
H -Ahhh que boquinha gostosa você tem, valeu-
V -Sim, amor, gostou de como te chupei?-
H -Sim, você é uma verdadeira especialista, puta-
Puxou meu braço para nos beijarmos selvagemente, subi em cima dele podia sentir o calor do pau dele tão perto da minha bucetinha, desceu para meus peitos e voltou a brincar com eles como um louco chupava, mordia e ensalivava com raiva, baixei meu quadril e seu pau ficou entre minha ppk, meus lábios vaginais se abriram em volta do pau dele abraçando-o, movia suavemente minha buceta molhada contra o pau dele enchendo-o dos meus fluidos, o atrito entre nós dois estava me matando já não aguentava mais queria sentir o pau dele dentro de mim já
V -Ahhh por favoooor jáaa mete aaa seu pau-
H -Hahaha já está com vontade de sentir meu pau, puta-
V -Sii meu reii já me mete seu pau aaah-
H -Pede como a boa putinha que você é-
V -Aaaah por favor amor já me mete seu pau, aaah já quero sentir você dentro de mim, me mete por favor meu reiii- Ele ignorou e agora ele estava esfregando seu pau na minha buceta enquanto continuava me beijando, eu estava tão desesperada para sentir seu enorme pedaço de carne dentro de mim que não me importava que ele não estivesse usando camisinha, eu o parei, levantei meus quadris e peguei seu pau, deixando sua cabeçona entre minha buceta, fui descendo suavemente sobre seu enorme, moreno e peludo pau, minha pequena e faminta bocetinha fazia seu pedaço de carne desaparecer de tão molhada que estava, soltava pequenos gemidos a cada segundo que passava, meus lábios vaginais se abriam cada vez mais com cada centímetro de seu pau que entrava em mim, cheguei até a metade e parei porque minha buceta já não aguentava mais, comecei a subir e descer lentamente sobre aquele lindo pedaço de carne, meus gemidos aumentavam assim como meu ritmo, me segurava na nuca do senhor Herman e ele nos meus quadris,
H- Vamos, putinha haaa pula no meu pau-
V –ahhh siii onde Herrrnaaan-
H- Isso putinha haaa senta, senta-
V – Você gosta amorrr haaa você gostaaaa-
De repente senti um par de tapas nas minhas nádegas do senhor Hernán (tás, tás) que deixaram marcas de seus dedos, eu continuava cavalgando nele, minhas investidas eram cada vez mais fortes e rápidas, sentia minhas paredes se dilatando cada vez mais e uma ardência e coceira que eram uma glória, o senhor Hernán me pegou pelo braço e me puxou para ele, levantou minha bunda e começou a me bombear rapidamente, sentia como ele enfiava cada vez mais fundo na minha feminilidade, minha buceta apertava como louca seu pau enquanto eu gemia freneticamente, levantei o rosto e vi em seu rosto o quanto ele estava gostando, então não hesitei em beijá-lo, o ritmo foi diminuindo então movi meus quadris lentamente em círculos, o senhor Hernán me tirou de cima dele e me passou para o outro assento me deixando de quatro, minhas mãos se apoiavam no vidro, tás, tás se ouviram outro par de tapas nas nádegas deixando minha bunda vermelha
H- Minha putinha, você está pronta para eu enfiar o pau de novo? - Não disse nada, então ele repetiu
H- Eu disse, você está pronta para eu enfiar o pau? maldita puta -
V - sim, meu rei, já quero sentir sua deliciosa pica dentro de mim de novo -
H - diga o quanto você quer que eu te coma, gostosa -
V - quero demais, meu amor, já mete sua pica, por favor, já mete -
Don Hernán me pegou pelos quadris e, sem aviso, enfiou de uma só vez. Soltei um gemido enorme e profundo que ecoou por todo lado. Ele começou a me comer com fúria e sem piedade. Eu sentia sua pica grossa esticando meus lábios vaginais ao máximo, tentando entrar por completo em mim. Suas investidas eram contínuas, entrava e saía como um louco. Ele me dava palmadas na bunda cada vez mais frequentes e fortes, minha bunda estava totalmente vermelha. Tentei colocar minha mão para ele diminuir o ritmo, mas ele a afastou bruscamente. Desesperado, ele me jogou contra o assento, deixando meu peito e cabeça colados nele. Minhas costas ficaram totalmente arqueadas, deixando minha bunda empinada e completamente à mercê dele. Ele me segurou pela cintura e enfiou com uma estocada o mais fundo que pôde.
V - ahhhh haaaa - eu gemei.
Dessa vez era diferente. Suas investidas eram mais lentas, mas muito mais fortes. Parecia que ele queria me partir ao meio. Aos poucos, minha buceta foi cedendo e se acostumando à grossura de sua pica. Pela primeira vez, suas bolas bateram contra minhas nádegas.
H - você é uma putinha faminta, olha só, sua bocetinha já engoliu toda minha pica -
Don Hernán começou a me comer com um ritmo frenético e investidas impiedosas, cheias de luxúria e poder. Suas enfiadas não eram secas, eram molhadas e sonoras. Eu adorava como aquele homem me possuía ao seu bel-prazer. Sua linda pica estava trabalhando ao máximo minha buceta. Meus lábios esticados ao máximo apertavam como loucos toda a grossura de sua pica. Ele me fazia sentir completamente cheia como nunca antes. Ele foi descendo aos poucos sobre mim até ficar por cima. Eu sentia sua barriga peluda nas minhas costas e todo o esplendor de sua pica dentro de mim. Ele não parava suas investidas, parecia até que estava indo mais rápido. Eu não parava de gritar com aquele lindo pedaço de carne enfiado em mim. A posição me fazia aproveitar cada centímetro do seu pau, era tão delicioso e indescritível o prazer que eu sentia.
V- Ahhh, don Hernããão, mete em mim, não para, haaaa, não para!
H- Toma, sua puta maldita, toma todo o meu pau, haaa!
V- Haaa, que delícia, aaah, continua, siiim, continua!
H- Você é uma putinha safada que adora pau, não é?
V- Siiim, meu amor, sou sua putinha, haaa, safada e adoro o seu pau, haaaa!
Don Hernán diminuiu o ritmo, mas como uma verdadeira puta, eu balancei minha bunda para continuar aproveitando o pau dele. Ele parou e tirou, se jogando no banco. Virei e o vi ofegante e suado, mas o pau dele ainda estava tão duro quanto no começo. Me aproximei e chupei por alguns minutos enquanto ele descansava um pouco. Subi em cima dele de novo, peguei o pau, mas agora sem nenhum medo, fui descendo sobre ele até ter tudo dentro. Don Hernán sorriu. Comecei a cavalgar devagar e suavemente enquanto trocávamos beijinhos, sem aumentar o ritmo. Eu tirava quase todo o pau dele e me deixava cair até minha bunda bater nas bolas dele, aí movia meus quadris de um lado para o outro. A cada estocada que eu dava, sentia don Hernán ficar mais rígido, e seus gemidos ficavam mais rápidos. Eu ofegava como uma louca enquanto mordia meus lábios, aproveitando cada centímetro do pau dele.
H- Uffff, você se mexe tão gostoso.
V- Você gosta, haaa, de como, aaah, eu enfio o seu pau?
H- Ahhh, você é uma puta experiente.
Aumentei o ritmo até cavalgar como uma verdadeira louca. Nossos gemidos se misturaram, enchendo o carro. Ele me pegou pela cintura e começou a me foder rápido e forte. Eu sentia o pau dele pulsando dentro de mim, sabia que ele estava quase gozando. Tentei me soltar para que ele gozasse na minha boca, mas ele me abraçou forte pela cintura. Só ouvi:
H- Vou gozar, puta, vou gozar, aahh, haaa!
H- Toma, haaa, toda a minha porra!
Senti os primeiros jatos, um atrás do outro, super longos dentro de mim, acompanhados de gemidos fortes. Ele não parou, e a cada enfiada eu sentia um jato longo de porra. Sêmen que chegava até o fundo de mim e enchia toda a minha buceta. Ele não parou de me comer até tirar a última gota de gozo. Ficou jogado no banco com a respiração acelerada, suado e totalmente cansado. Me aproximei dele e o beijei enquanto sentia seu líquido viscoso escorrendo de mim, entre a rola dele. Fiquei beijando ele por alguns minutos, super gozada da tremenda foda que o senhor Hernán tinha me dado. Desci de cima dele e a rola estava encharcada de porra. Ele pegou alguns lenços, mas não me limpei. Eu peguei o pau dele para limpá-lo e aproveitei para chupá-lo e saborear todo aquele líquido gostoso que estava na cabeçona, até deixá-la limpa. Depois, com um lenço, limpei meus lábios e minha buceta o melhor que pude. Me vesti enquanto o senhor Hernán me levava para casa. Chegamos e ele pediu meu número para mantermos contato. Só sorri, dei um último beijo e entrei em casa. Lá vi as horas: já eram mais de 3 da manhã. Tínhamos ficado mais de uma hora transando. Tomei um banho para me limpar melhor e fui dormir super travada, mas muito feliz.
Espero que tenham gostado da minha história. Agradeceria se pudessem deixar algum comentário, assim saberei que curtiram meu relato e me animarei a contar mais das minhas aventuras. Sem mais, me despeço.
2 comentários - Transando com um taxista gostoso