Oi, sou Amanda, 34 anos. Sou psiquiatra, sei tudo sobre comportamento humano, mas a arrogância me pegou pesado esse ano. Acho que a coisa mais chata pra um ser humano é envelhecer, é tipo a morte. Quando você tem 30, não pensa muito nisso, mas quando chega nos 60, já começa a virar uma preocupação. Com 20 a gente nem pensa em envelhecer, mas chegando nos 30 bate um desespero, e os hormônios ficam uma loucura. Eu fui mãe aos 19 e tenho uma filha praticamente adulta já, então meu corpo tá pedindo pra ser mãe de novo, mas acho que devia ter sido lá pelos 32. Já tô meio passada, fico com receio de não ter mais o corpo que tenho hoje. Tenho uma conta no Instagram onde muita gente me segue porque sou fitness e faço rotinas de glúteos. Sou casada com o pai da minha filha, ele é engenheiro de TI. E aí vem a história: ele de vez em quando tem que treinar uns garotos, entre 24 e 26 anos, recém-formados. E esse ano que passou (2025) chegou o Andrés, um garoto de cabelo castanho, com um sorriso e uns olhos que te incitam ao pecado. É uma coisa estranha, desde que o vi, passei mal. Eu entendi na hora que eram meus hormônios, tô numa idade ainda fértil e depois dos 30 a gente já se sente mais segura, mas aí se olha no espelho e já vê as rugas. Nunca tinha tingido o cabelo, mas ano passado foi o cúmulo, meus cabelos brancos não paravam de aparecer, então me tingi de loira e comecei a pintar as unhas porque perdi a cor 😞 Tudo de ruim! Bom, esse garoto que eu nem sabia direito a idade sempre vinha em casa e, como um menino, ficava me olhando sempre a bunda. Isso me dava mil anos de vida, porque a gente se sente gostosa, aceita, e tende a inflar um pouco o peito. Antes do Natal fizeram uma festa na empresa do meu marido, e esse garoto veio aqui em casa buscar umas coisas que meu marido deixou. Eu tava treinando e deixei ele entrar. Era tipo umas 11 da manhã, aí recebo a mensagem do meu marido que o Andrés vinha pra cá. Ele chegou e eu coloquei uma camiseta um pouco mais comprida porque não queria... que ele me visse de top e shorts curtos. aí quando cheguei abri a porta e ele falou "tava malhando?" e eu disse "sim, sempre faço cardio aqui e musculação na academia" e ele falou "ah, eu também quero fazer cardio" e me olhou com aquela cara que me derrete toda... eu ri nervosa, não sabia mais o que responder e ele foi embora. passaram uns dias, fiquei dando voltas na cabeça e no final contei pro meu marido, e meu marido morreu de rir – eu pensei que ele ia ficar bravo, e pra minha surpresa ele começou a me apalpar e me perguntou o que eu tinha sentido. eu disse "nada, poxa, é só um menino", menti porque tava com medo da reação dele ou de ser uma armadilha. no final acabamos fazendo um rapidinho no sofá e eu me senti muito puta ou mal, porque no fundo a excitação que eu sentia era por ele. eu, como psiquiatra, sei que é normal fantasiar, mas eu queria ir mais longe e precisava ser sincera. dia 6 de janeiro meu marido mandou o andrés buscar uns PCs aqui em casa e programar alguma coisa enquanto ele tava no trabalho. ele me perguntou antes porque sabia que "isso me incomodava", então eu disse que sim e ele veio. convidei ele pra tomar um café porque ele disse que enquanto programava o notebook tinha cerca de uma hora. aí comecei a perguntar umas coisas e falei "você tem namorada?" e ele disse que gostava de uma, mas era mais velha. eu perguntei "e é casada?" e ele disse "sim, como você soube?" e não sei o que deu em mim, alguma coisa acendeu dentro de mim e eu pulei em cima dele super puta e a gente começou a se pegar. ele começou a me beijar muito gostoso, e ainda por cima tem lábios grossos – que mulher não gosta disso? ele apertou minha bunda e eu já não aguentava mais, queria comer ele inteiro, então abri o zíper e procurei o pau dele. não era tão grande, mas era grosso – adorei. ele me olhou e fez um sinal, e eu falei "o quê?" e ele apontou de novo, e eu disse "não?" e ele empurrou minha cabeça pra baixo e eu comecei a chupar. já tinha entrado naquilo que pensei que, pela minha experiência, nunca ia acontecer. dei uma chupada doentia, ouvia ele gemer e aí ele falou "espera, senão eu vou gozar", então ele saiu e eu subi em cima dele – só queria gozar. então eu subi e ele estava tão quente que eu já comecei a gozar assim que comecei a esfregar em cima dele, gozei mas não era o suficiente, queria sentir ele me tratando como uma puta e fiquei de quatro. ele na verdade estava fascinado comigo, só seguia meu ritmo e puxa minha calcinha pro lado, aí eu falei pra ele tirar e ele tirou e começou a me comer de quatro, bem duro. quando senti o pau dele inchando por dentro eu comecei a tremer e ele gozou, sentou. eu estava muito agitada, olhei pra ele tão pequeno, como se fosse a primeira vez dele, deu até pena mas foi fofo. por sorte ele tinha uns 25 anos, aí eu me abaixei e limpei com a boca. nisso o pau dele começou a ficar duro de novo, então ele quis me dar de quatro outra vez, mas dessa vez durou mais e do nada, sem avisar, o andresito meteu por trás e não doeu nada, eu estava tão quente, me senti com 20 anos de novo. meu conselho é que, por precaução, nunca fique sozinha com alguém do sexo oposto a menos que você esteja realmente solteira, ainda mais numa idade como a minha. tchau, amigas e amigos, poringa boys.
1 comentários - psiquiatrica loca