Perdido Com a Mamãe 2026

Perdido Com a Mamãe 10 Edição 2026
 A mamãe ficou com a espinha do embarazo da Gema e uma noite depois de foder me olhou com uma cara que me assustou.
– Mário, eu sei como as coisas são.
Me disse com um tom sério e meio gélido. Eu a olhei desconcertado.
– Acha que sou burra? Eu mesma calculei o tempo da gravidez e sua aventurinha com aquela fox no provador, e tudo bate. Além disso, tem algo que o vovô ou esqueceu ou ignora pelo bem-estar emocional.
Disse ela, me deixando mudo.
– Seu avô fez vasectomia anos atrás, com medo de me engravidar quando a gente tinha começado nosso lance, já que eu nunca deixei ele fazer sem camisinha!
Disse mamãe.
– Essa criança da Gema é sua, cabrão!
Disse ela e pulou em cima de mim.
– Você engravidou essa promíscua, desgraçado, engravidou ela!
Me gritava, batendo em meu peito com os punhos. O que ela esqueceu é que estava só de calcinha e eu só de cueca. Agarrei sua cintura e com força a puxei contra meu corpo.
– Agora é sua vez, quero engravidar você!
Falei. Seu rosto se transformou e, quando ia recusar com um protesto, meu pau já estava entrando e saindo de sua buceta.
– Ahhhhh, Ahhhhh, Ahhhhh, Ahhhhh, Ahhhhh, Ahhhhh Não, Mário, nem pense nisso, nem tente, cabrão! Ohhhh, Ahhhhh, Ahhhhh, Ahhhhh, Ahhhhh, Ahhhhh, Ahhhhh.
Ela gemeu no final, e seus punhos se abriram. Suas mãos se apoiaram em meu peito, e agora era ela quem se movia e balançava forte os quadris como uma odalisca árabe. Em menos de dez minutos, me fez gozar como um burro no cio. Não precisou me dizer que estava gozando – dava para sentir aquela vibração no corpo dela como se estivesse sendo eletrocutada, e ela se deixou cair sobre mim.
Me acariciava o peito e o cabelo, e nos olhamos e nos beijamos. Depois, ela me encarou.
– Sabia que você faria isso para eu não me sentir mal, mas, Mário, não podemos trazer uma criança ao mundo por capricho ou uma briga de ciúmes. Amor tem que ser consensual, e precisamos estar estáveis.
Me disse ela. Eu a olhei, sabendo o que viria a seguir.
– Mário, tomei pílula antes de deitar. Não vai ter. bebe. Ela quis me acariciar, mas eu tirei a mão –Outra vez com esses truquezinhos pelas minhas costas.Eu me virei de costas para ela na cama. No dia seguinte, quando cheguei do trabalho, depois que jantamos na casa nova, fomos para o nosso quarto. Ela quis foder, mas pela primeira vez quem disse não fui eu. Quando nos deitamos, ela...Ele me deu um beijo e depois me olhou meio estranho e também jogou na minha cara aquele momento no provador com a Gema, minha mãe ficou enchendo meu saco com isso a semana toda, e eu contra-atacava com a história do vovô. Como já disse, mesmo quando meus pais estavam juntos, minha relação com minha mãe era quase de casal. Agora, sem ele, era totalmente de casal, e os atritos eram constantes, ainda mais com o apartamento que não vendia.

As coisas não iam bem depois de dois meses sozinhos. O tesão ainda estava presente quando fazíamos, mas carregávamos um peso enorme: ser mãe e filho era quase incompatível, para nós, com ser um casal. Paramos de dividir o quarto depois de mais três meses na casa nova, e foi por essa época que tive meu desabafo com a tia Paula.

Foi algo brutal e sem sentimento nenhum. Como Luis e ela estavam indo muito bem, me incomodava que tivéssemos sido eu e minha mãe quem os ajudamos a ficar juntos — uma invejinha doentia. Depois, cumpri minha velha ameaça quando aconteceu o incidente com o avô e fui fazer Erasmus na Alemanha. O longo período sem nos ver fez bem para nós dois. Ao voltar, tivemos um período longo de paixão, mas só isso. Assim que ela me pressionou um pouco, confessei que tinha tido várias aventuras, principalmente com uma colega da faculdade. Minha mãe ficou muito puta, me mandou à merda e me colocou no gelo — terminamos, como amantes e como tudo. Terminei o ano me mudando com a Vanesa, a garota doErasmusUm dia minha mãe apareceu no apartamento. Cheia de raiva e tudo mais. A Vanesa e ela não se conheciam, meu namorado não estava por lá naquele dia, o que foi o melhor. Conversamos um pouco, colocamos o papo em dia e não sei bem como, lembro dos mamilos dela duros, era inverno e nosso aquecimento não estava funcionando direito... Minha mãe veio por cima de mim, ou eu sobre ela, estávamos com saudades, nos desejamos como da primeira vez e transamos feito animais. Quando minha namorada apareceu, pirou ao me pegar dando chifre nela, ainda bem que ela não sabia quem era minha amante, chamou minha mãe de velha vagabunda.

Minha mãe deu um tapa na cara da garota, ainda nua, se recompôs, se vestiu, com a outra doendo da pancada e me disse que me esperava em casa antes de sair.

A Vanesa não fala comigo desde aquele dia, algo normal. Depois de ter que pegar minhas coisas da calçada, voltei com minha mãe, ao chegar ela me agarrou pela camisa e me arrastou até o novo quarto da nova casa. Era sexta-feira e transamos feito animais, parávamos um pouco e transávamos de novo, e assim ficamos até as 8 da manhã de sábado, caímos no sono abraçados.

Acordamos juntos por volta das 16h, fizemos café para dois e enquanto tomávamos café juntos, ela sentada em cima das minhas pernas abraçada no meu pescoço.

– Ontem à noite não tomei pílulas. Ela me disse, eu a agarrei e a beijei na boca.
– Você realmente quer? Perguntei a ela.
– Sim, acho que já é hora e pode consolidar ainda mais nossa relação, não quero mais crises entre nós. Ela disse e depois me olhou estranho.
– Com seu pai já estava decretado esse fim de antemão, mas com você é diferente, não vou desistir de você por nada nem por ninguém, te amo loucamente, Mario. É a primeira vez que sinto algo assim, nem com seu pai aconteceu o que acontece com você.

Ela disse se abrindo e eu agarrei seu rosto e a beijei como nunca tinha beijado antes, e ela sentiu o que transmiti naquele beijo, porque mamãe pegou minhas mãos.
– Vem, é hora de selarmos isso para sempre!

Ela me disse e me levou ao nosso novo quarto, onde na noite passada transamos feito animais. primeira vez já que
quando comprei essa casa já estávamos em crise e dormíamos separados. No outro dia saio do escritório e vejo o vovô sentado no meu carro.
– Podemos conversar, moleque!
Ele disse, subiu no meu carro e fomos pra casa dele. Quando chegamos, Gema estava com uma barrigona enorme. Quando a vi, fui cumprimentá-la e me inclinei e beijei sua barriga. Depois, quando me levantei, ela me beijou na boca, com língua e tudo. Então me olhou.
– Eduardo sabe de tudo e me contou todo o resto. Gema disse, mencionando a transa que teve com a mamãe.
– Você é feliz com ela? Gema me perguntou. Eu não sabia o que responder.
– Sim, sou, mesmo que tenhamos tido certos altos e baixos, mas sabemos como lidar com eles. Disse finalmente.
– Essa mulher continua sendo tão vadia como sempre, pensei que com você seria diferente. O vovô me disse, e eu me virei.
– Você a conhece melhor do que eu, ela é doente de ciúmes. O vovô me abraçou rindo e me levou ao escritório dele em casa.
– Mario, moleque, eu queria que você soubesse que se eu soubesse sobre vocês, nunca teria fodido com ela naquela tarde. Eu não sou seu rival, moleque, quero que vocês vivam isso plenamente. Quando vi o rosto da sua mãe com aquele brilho quando ela me confessou sobre vocês, nunca a tinha visto assim e soube que o que vocês têm é real, e por isso me afastei. Disse ele.
– Vovô, em relação à Gema... eu disse.
– Não cria caso, de qualquer forma eu já tinha isso em mente e ia te propor sem que sua mãe soubesse, ou ela nos mataria os dois. Nós dois rimos e depois um silêncio.
– Se você fodeu com Gema, é minha culpa. Ela me confessou que quando fizeram, nunca tinha sentido algo como o que sentiu, mas eu disse a ela para não se meter no seu relacionamento com sua mãe, porque ela não se controlaria.
Disse o vovô. Nos abraçamos como não pudemos fazer naquele dia por causa da briga pela mamãe, e nos despedimos. Enquanto ia para casa, meu celular começou a tocar.
– Onde caralhos você está e com quem, seu cabrão!
Dizia ela puta da vida, com sei lá que filme na cabeça.
– Você tem que aprender a compartilhar a sua... Semental Sara! Eu gritei
– Vem pra casa agora, porra, porque quando você chegar, seu cabrão, eu vou te dar uma surra!

Ela gritou furiosa comigo
– Se acalma, quando eu chegar você vai ficar feliz com as notícias que trago, sua foxy ciumenta. Eu disse.

Ela parou a raiva na hora
– Você tem uma surpresa pra mim? Ela perguntou, magoada
– Então você não tá com nenhuma foxy? Ela questionou
– Só com a Adriana, mas com ela nós transamos todo dia 15.

– O quêêêê? Filho da puta! Com a Adriana?!
Era a melhor amiga dela do trabalho
– Eu adoro te ver assim, toda ciumenta! Eu disse rindo
– Maldito cabrão, como você se atreve a brincar assim comigo, você sabe como eu sou! Ela falou puta da vida
– Tô chegando, linda, prepara café e a melhor garrafa de champagne, isso merece. Eu disse
– Ah, então a coisa é grande. Ela falou
– Sim, como meu pau, o mesmo que você vai levar nesse cu, deusa.
– Cabrão ordinário, eu lembro que eu sou sua… e parou
– Minha o quê? Perguntei antes de entrar com o carro na garagem
– Sua esposa, cabrão, sua esposa, e você também tem que me respeitar.

Ela disse e desligou, e veio correndo pra garagem quando ouviu o carro entrando. A agarrei pela cintura quando desci do carro e a levei pra dentro. Chegamos na sala e o café estava pronto na mesinha. Me sentei com ela em cima de mim no sofá de três lugares, a abracei, beijei sua boca e a olhei. Ela esperava ansiosa minhas palavras. Peguei minha xícara, dei um gole e a encarei.
– Eu estive com o vovô. Eu disse. Ela quase derrubou a xícara
– Conversamos e fizemos as pazes. Falei. Ela me abraçou, me beijou e depois me encarou
– E a Gema estava? Ela perguntou. Eu a olhei
– Como sempre, você subestimou o vovô. Ele sabia desde o começo que não era o pai do filho da Gema, e soube desde o início que tinha sido eu. Eu disse, deixando ela congelada
– Ah, ele ainda tá puto com você por esconder nosso lance aquela tarde. Eu falei
– Velho rancoroso! Disse mamãe
– Não é que ele tá bravo por isso, foi por isso que você nos colocou contra ele e contra mim. Eu disse
– Mas ele me disse pra te avisar que nunca tente nada sexual com ele. Ela franziu a testa
– E você acha que eu faria isso, seu maldito cabrão? – disse irritada
– Não, porque ele me falou que o que você tem comigo é muito mais sério do que o que vocês tinham, porque ele viu o brilho nos seus olhos e no seu rosto quando você confessou nosso relacionamento.

Depois dessa conversa, ela preparou um jantar especial com velas e tudo mais, depois abrimos o champanhe, terminamos a garrafa entre os dois e fomos pro nosso quarto e transamos feito animais até amanhecer.

Uma semana depois, saí mais cedo do trabalho e cheguei antes dela. Recebi uma ligação no telefone fixo, era a Gema chorando. Ela me avisou que meu avô tinha falecido ontem e que o funeral seria amanhã. Quando desliguei com a Gema, ouvi o portão da garagem e o carro da minha mãe entrando. Quando ela chegou pela entrada que dava pra sala, fui até ela e peguei suas mãos. Ela viu meu rosto e algumas lágrimas.
– O que aconteceu, amor? – disse preocupada
– Seu pai… o vovô! – falei
– Nããão, Mário! Nããão, não brinca com isso, porra!

Ela disse, negando, e eu a abracei, envolvendo-a nos meus braços, e ela chorou no meu ombro.
– O funeral é amanhã. – eu disse, e ela me olhou, me beijou nos lábios
– Obrigada, amor, obrigada por ter dado esse presente pra ele antes de partir.

Ela disse, falando da minha reconciliação com ele. No funeral, estávamos lá, Gema com a barriga enorme e, pela primeira vez, vi minha mãe abraçando-a com carinho. Ela disse algo no ouvido dela, e a Gema a abraçou. Depois, quando estávamos todos juntos – minha mãe, eu e a Gema –, três caras com ternos caros se aproximaram da gente.
– Vocês são os herdeiros do senhor Eduardo? – perguntou um deles. Eu olhei pra ele.
– São elas duas. – falei, e o cara ficou me encarando.
– Você não é o Mário? – perguntou de novo
– Sim, senhor, sou eu. – respondi
– Então venha conosco, porque você também está no testamento.

Ele disse, me deixando de pedra. Nos sentamos num escritório separado no velório. O cara tirou um documento e começou a ler pra gente.
– Vamos à leitura do testamento do senhor Eduardo. – disse o homem –À minha esposa Gema deixo metade da minha fortuna e a casa em Mallorca onde vivemos nossos últimos anos juntos. À minha filha e ao meu neto Mario deixo o restante, com uma cláusula: nenhum dos dois pode fazer qualquer movimentação financeira sem a aprobulação de ambos e a verificação de cada operação pelos meus contadores. Os aluguéis das casas ficam divididos entre os três, e meu carro fica com Gema; caso ela não queira, pode cedê-lo ao meu neto Mario.

Quando concluí a leitura e minha mãe e Gema estavam saindo,
–Você, Mario, espere. Há algo mais.
Disse o homem e me levou a outro cômodo, onde colocou um vídeo para tocar.
–Mario, meu garoto, obrigado por me dar seu perdão antes de eu partir. Aproveitei muito aquele momento juntos em casa. Cuide muito da Sara, dê a ela a vida que ambos merecem. E mesmo que eu não esteja mais fisicamente, já deixei tudo organizado para que nunca lhes falte minha ajuda quando estiverem em problemas. Arranje um bom partido para a Gema, para que ela não desperdice a vida sozinha. E lembre-se: você passa a ser o dono da minha imobiliária. Não se preocupe, já deixei tudo bem azeitado para que mãos profissionais cuidem de tudo, e você só aproveite o que produzir. Ame muito sua mãe como sua mulher e a faça feliz, como esse infeliz do seu pai nunca conseguiu. Adeus, garoto. Estarei sempre com você.
Meu avô se despediu. Quando saí, minha mãe me perguntou o que havia acontecido. Eu disse que contaria tudo em casa. Depois do funeral, fomos ao enterro e voltamos para casa. Já em casa, contei tudo sobre o vídeo do avô.
–Eu sabia que ele estava tramando alguma coisa! Disse mamãe.
–Pelo menos ele partiu feliz, sabendo que resolvemos nossas diferenças.
Respondi. Ela me abraçou forte, subimos para o quarto e fizemos amor como nunca antes. E nunca tinha percebido que minha mãe havia engravidado naquela mesma tarde.

Já se passaram 4 anos do nosso relacionamento e do nosso casamento com mamãe. Nos casamos em segredo em uma cidade pequena. É incrível como, juntos, construímos uma família: temos 4 filhos, 2 meninos e duas meninas. Ela já não me trata como seu filho; ela me disse que, diante dos outros... Ele era meu marido, o amor da minha vida. Quando cheguei em casa do trabalho, mamãe colocou minhas mãos na barriga dela.
– Parabéns, amor, a família vai aumentar de novo.
Eu pulei de alegria e a beijei com muito amor. Naquela noite, fizemos amor. Nove meses depois, nasceu minha última filha. Ela ficou brava porque, de brincadeira, quis colocar o nome de Gema. Tive que segurá-la na cama do hospital.
– Era uma brincadeira boba, te amo, sim.
Eu disse e, enquanto a segurava, a beijei. E esqueci que havia pessoas que sabiam do nosso laço de mãe e filho. Por sorte, ninguém julgou a gente e ficaram felizes pela nossa felicidade.
De repente, por coincidência, descobri que ela ainda está com a tia Paula. E a surpresa veio quando ela apareceu com meu primo Luis, que correu para me abraçar. Quase tive um infarto ao ver a tia Paula com uma barrigão de grávida. Mamãe foi mais inquisitiva com minha tia.
– Pelo amor de Deus, Paula, você não se cuidou? – ela recriminou.
E, sem percebermos, ficamos sozinhos, nós quatro.
– Olha quem fala, você acabou de dar à luz a quinta princesa do seu reino – minha tia disse.
Mamãe riu e depois ficou séria.
– Paula, Mario trabalha comigo, ambos temos bons salários. Mas vocês, como vão conseguir com essa criança? – mamãe disse, depois sussurrou algo no ouvido dela, e ela concordou. Olhei para meu primo.
– Compre um bom terno e esteja pronto para quando eu chamar!
Quando mamãe recebeu alta com minha quinta filha, Luis já fazia parte da minha equipe de trabalho. Luis ganha um salário excelente, e mais o que a tia Paula produz. Eles vivem mais do que confortavelmente.
Uma semana depois que mamãe saiu da clínica, Luis e sua mãe vieram jantar em casa. Tia Paula se levantou no meio do jantar.
– Mario, Sara, quero agradecer a vocês dois por dar a mim e ao Luis uma vida de sonhos, especialmente a você por sempre ter o Luis presente e nunca deixá-lo sozinho – disse Paula, soltando uma lágrima.
Então minha mãe se levantou.
– Paula, eles sempre foram como irmãozinhos e parceiros nas travessuras, sempre se protegiam e estiveram unidos. E Mario jamais o deixaria sozinho nesse momento, e eu estive de... enquanto o Mario movia as peças dele no escritório, eu movia as minhas e conseguimos colocar o Luis no grupo dele.
As duas se abraçaram. E 9 meses depois, estávamos no nascimento do filho deles, mamãe e eu fomos os padrinhos. Passávamos dias na casa deles ou na nossa e éramos felizes os quatro na cama. Mamãe me dizia:
– Não acredito que isso seja real, Mario, é muita felicidade junta!
– Te amo, vadia! – eu disse.
– Eu mais, safado! Agora chega de frescura e me come pelo cu, não quero um sexto filho!
Ela falou com o tesão lá em cima por causa da quarentena da gravidez, e quando eu me preparei para despi-la, notei que ela já estava pelada. Ao ver minha surpresa, ela sorriu:
– Você acha que eu faria um convite desses sem estar preparada e arriscar que você rasgasse minha roupa? – disse rindo.
– Mario, como é bom te ver com a roupa do escritório, te deixa tão sofisticado, tão responsável.
Ela confessou seus novos gostos sexuais. Eu me despi e entrei na cama com ela. Seu rosto desapareceu entre os lençóis e ela já estava grudada no meu pau, me dando a melhor chupada desde que somos um casal. Depois, a coloquei de quatro na cama e comecei a fazer o mesmo trabalho que ela me indicou quando me entregou pela primeira vez. Ela me olhava e ronronava de prazer. A chave: suave, mas determinante.
– Ahhhhh, Ahhhhh, Ahhhhh, Ahhhhh, Ahhhhh, Ahhhhh, Ahhhhh Ohhhh Uhhhh Ufff Mmmm Marioooo Ahhhhh, Ahhhhh, Ahhhhh, Ahhhhh, Ahhhhh, Ahhhhh, Ahhhhh!
Ela gemeu. Meus movimentos eram suaves, pausados. Ficamos um bom tempo fodendo pelo cu dela até que ela gozou antes de mim e, no instante seguinte, eu gozei no cu dela. Nos beijamos como namorados e dormimos, já que agora não tínhamos mais a liberdade sexual de antes. Ela vestiu o roupão e foi até o quarto das meninas, checou se o bebê estava bem e voltou para a cama comigo. Antes de dormir, me olhou sorrindo:
– Temos mais do que pedimos da nossa relação. – Ela disse feliz.
– Obrigado por não desistir e lutar por mim naquela noite quando eu não... merecia!

Ela disse, se referindo à noite do vovô. Eu a envolvi em meus braços, beijei sua testa – e faria de novo mil vezes se fosse preciso.

Respondi, e ela pulou em cima de mim e me fez como uma animal até que gozei dentro dela. Por sorte, não engravidou de novo. Duas semanas depois de dizer isso, quase me matou: ficou grávida outra vez.

E assim vivemos felizes até hoje. Temos nossos altos e baixos, uns ataques de ciúmes e tal, mas no geral a gente se dá bem, muito bem mesmo, e somos felizes e estamos satisfeitos com o que construímos juntos: uma família enorme. Eu era filho único e com ela tivemos seis filhos, que amamos igualmente. Sim, seis! Depois da quarentena, fudemos pela buceta como desesperados e, sem perceber, chegou o sexto filho, um menino.

Fim?…

Espero seus comentários e talvez no futuro faça outra versão com algumas abordagens diferentes e com coisas que ficaram no tinteiro.

2 comentários - Perdido Com a Mamãe 2026

Buen cierre 🔥🔥🔥🔥🔥

Aunque podrías contar lo de la fiesta de Luis 🔥🔥🔥