Sou a putinha peituda do papai, tio e vovô

Tudo começou depois da pandemia. O vírus tinha acabado com mais da metade da população humana e basicamente atacou a população feminina. As mulheres foram reduzidas a menos da metade, então os governos tomaram decisões questionáveis e desesperadas. Tinham que reproduzir a raça humana pra não extinguir. Desde a clonagem genética até embriões artificiais, mas muitos métodos falharam.Sou a putinha peituda do papai, tio e vovô
peitoes
rabaoAté que um grupo de países desenvolveu uma técnica para que de alguma forma houvesse mais mulheres na sociedade e assim a sobrevivência da humanidade estaria garantida. Mas o que não sabiam era que para isso tinham que mudar o sexo de pessoas selecionadas geneticamente. Portanto, os governos dos países mais poderosos começaram a fornecer a tecnologia para todos os países, para que essa estratégia fosse executada. Foi assim que no meu país foi anunciado que os jovens que chegavam aos 18 anos tinham que passar por esse processo de seleção. Alguns passavam e outros não, pois a genética tinha muito a ver com isso. Foi assim que eu fui selecionado. Vários caras da minha geração foram rejeitados, no entanto eu e alguns conhecidos fomos aceitos. O processo de transmutação corporal foi longo, quase um ano de estudos em laboratório. Me injetaram múltiplas vacinas e fiquei em cápsulas com um líquido estranho por um longo período. Nem mesmo lembro como foi que meu pênis desapareceu, simplesmente atrofiou e quando percebi, tinha uma buceta. Meus seios começaram a crescer, no início me incomodava como eles balançavam, mas o traje que nos deram era um traje especial de tecnomita com liga de carbono, que era absolutamente confortável. De certa forma, servia para fornecer ao corpo hormônios femininos, mas também funcionava como um molde para que seu corpo ficasse esteticamente correto. Meus peitos se mantinham firmes e o traje mantinha os seios e meus quadris no lugar enquanto se desenvolviam.cogida
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peitoesMeses depois, recebemos alta e ganhamos uma nova identidade. Era basicamente uma identidade nova, com nome e sobrenome diferentes, então eu não tinha mais parentesco oficial com meus pais ou familiares. Mesmo assim, foram eles que vieram me buscar. Uma coisa que os cientistas nos disseram antes de nos liberarem é que éramos férteis e poderíamos ter filhos por toda a vida — basicamente essa era nossa missão. Além disso, nossos peitos já estavam lactando naquela altura, porque a cum materna é extremamente nutritiva e muito valiosa atualmente, e por isso nossos peitos nunca parariam de produzir leite. Quando cheguei em casa, minha mãe e eu trancamos no quarto dela e ela me mostrou as roupas dela. Havia muita coisa para escolher. Enquanto escolhia, ouvi muito barulho lá embaixo, e minha mãe disse que toda a família tinha vindo para celebrar minha transformação. Então escolhi um vestido nada decotado, mas esses peitões enormes que eu tinha agora não dava para esconder, e rapidamente dava para ver que eu era peituda. Quando desci para a família, rapidamente virei o centro das atenções. Minhas tias me cumprimentaram, minhas primas ficaram felizes em me ver depois de um ano, mas algo que percebi foi que meus primos e meus tios me olhavam com tesão, principalmente meus tios, que ficavam encarando meus peitos e nem olhavam nos meus olhos quando me cumprimentavam.Gravida
peitoesDurante a festa, tudo estava indo maravilhosamente bem e na hora da comida minhas tias me pediram para ajudá-las a servir os pratos. Então, dá pra imaginar o olhar dos homens no meu corpo quando eu me inclinava para deixar os pratos na mesa. Quando terminei, fui me servir na cozinha. No entanto, nesse intervalo, como todos já estavam sentados e comendo, não percebi que um dos meus tios se aproximou por trás e me deu um tapa na bunda. Eu me assustei, mas aí ele disse que eu tinha uma bunda enorme e que eu estava uma gostosa. Em seguida, ele começou a tocar meus peitos e disse que havia rumores de que nós, mulheres, estávamos lactantes e ele queria comprovar. Então, ele puxou as alças do meu vestido, deixando meus peitos expostos, e começou a chupá-los e sugar. O leite que estava dentro dava uma sensação tão gostosa, como um formigamento interno, além de eu sentir o leite percorrendo as glândulas mamárias antes de sair pelo mamilo. Enquanto ele chupava, ele apalpava meus quadris e minha bunda. Eu não disse nada porque estava gostando, mas falei que ele estava demorando e alguém podia entrar na cozinha. Então, depois disso, ele me soltou e voltou a comer.troca de corpo
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rabaoLimpei meus seios com um guardanapo, subi meu vestido e fui comer sem dizer nada. Enquanto comia, percebia os olhares dos meus familiares, como tios e primos, nos meus peitos, já que tinha um decote proeminente que balançava demais com o mínimo movimento. Levei muito tempo para me acostumar com meu novo corpo, principalmente pela forma como os homens me olhavam e, como estava lactando muito, minha mãe me comprou adesivos para colocar nos mamilos e evitar vazamentos indesejados. Desde então, comecei a usá-los debaixo dos meus sutiãs.

Dias depois, fui ao shopping com minhas primas e uma tia. Compramos roupas, já que eu precisava. Me senti estranha ao procurar o tamanho exato para meu sutiã e modelar na frente de todas, enquanto elas decidiam se ficava bom ou não. Meus seios balançavam o tempo todo, e todos os sutiãs sempre deixavam metade dos meus peitos para fora. Pensei que não serviam direito, mas minha tia disse que era assim mesmo. Minhas primas, como todas as garotas, ficavam pulando de loja em loja, então minha tia acabou me acompanhando para terminar minhas compras. Tive que comprar meu uniforme para voltar à escola, e seria um uniforme feminino, só que, como tenho seios grandes, as camisas me apertavam. Por isso, tive que adicionar um suéter por cima do outfit. Mesmo assim, dava para ver que minhas tetas estavam grandes e empinadas. Não tinha o que fazer.

Mais tarde, fomos ao supermercado para comprar mantimentos. Quando minha tia foi para a seção de carnes, me pediu o favor de pegar pãezinhos e levar o carrinho comigo. Havia uma fila enorme. Vale ressaltar que a roupa que eu usava era apenas uma blusa branca comum, sem decote, mas que levantava meus seios para cima, e um jeans azul que me deixava com um quadril bem marcado.cogida
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peitoesNo supermercado, a fila para comprar pão francês era eterna. Eu sentia os olhares grudados em mim de todos os lados: homens de meia-idade, adolescentes, até alguns vovôs que fingiam olhar para o pão enquanto seus olhos percorriam o contorno dos meus seios levantados por aquela blusa branca que parecia prestes a estourar os botões. Minha tia ainda estava no açougue, então empurrei o carrinho sozinha, tentando não me mexer muito para que o balanço constante não ficasse tão óbvio. De repente, um homem de uns 40 anos, alto, com barba por fazer e camiseta justa, se posicionou bem atrás de mim na fila. Muito perto. Senti o bafo dele na minha nuca quando ele murmurou: —Desculpa, mas… é verdade o que dizem das gurias como você? Que ficam produzindo porra o tempo todo? Não deu tempo de responder. A mão dele já estava na minha cintura, disfarçadamente, como se estivesse me ajudando a segurar o carrinho. Depois desceu, apertou meu quadril e deslizou os dedos até a borda da minha bunda. Fiquei gelada, mas meu corpo — esse corpo novo, traiçoeiro — respondeu com um calor imediato entre as pernas. Minutos depois, quando finalmente paguei e saí no estacionamento com as sacolas, ele ainda me seguia. Não disse mais nada. Só me agarrou pelo braço com firmeza e me levou até uma caminhonete velha no fundo do pátio, onde não tinha câmeras. Me empurrou contra a porta traseira, levantou minha blusa sem pedir permissão e arrancou meu sutiã de uma vez. Meus peitos saltaram livres, pesados, com os mamilos já duros e perolados de porra. —Caralho… é verdade mesmo — ele resmungou.Gravida
peitoes
troca de corpoEle me virou de repente, abaixou minhas calças até os joelhos e me colocou de quatro sobre o capô ainda quente do carro. Não houve preliminares. Entrou de uma vez, com uma investida profunda, rosnando como um animal. Eu abafei um grito mordendo o lábio. Ele era grosso, duro, e empurrava com raiva, como se quisesse marcar território. Meus peitos balançavam violentamente a cada golpe, pingando porra que caía no metal do capô. Ele os agarrou por trás, apertou com força e continuou me fodendo até gozar dentro, sem camisinha, sem perguntar. Subiu a calça, deu um tapa na minha bunda e foi embora sem dizer adeus. Voltei tremendo para o carro da minha tia com a virilha úmida e quente, a porra escorrendo pelo meu abdômen e as calças manchadas. Não contei nada para ninguém. Naquela mesma noite, meu pai entrou no meu quarto quando todos dormiam. Trancou a porta com chave. Não disse uma palavra. Só tirou meu pijama, me colocou de bruços e abriu minhas pernas. Desde a primeira investida eu soube que não seria gentil. Ele me fodia com fúria contida, como se tivesse esperado por aquele momento o ano inteiro que passei no laboratório. Tapava minha boca para eu não gritar muito alto, mas mesmo assim escapavam gemidos roucos toda vez que ele chegava até o fundo. Ele me fazia gozar de novo e de novo até minhas pernas tremerem. Todas as noites foi assim. Ele me comia até me deixar exausta, com a buceta inchada e a porra jorrando dos meus mamilos toda vez que ele apertava meus seios com muita força. Uma tarde, entediada e com tesão, criei uma conta no OnlyFans. Subi fotos primeiro: closes dos meus peitos lactantes, gotas caindo sobre meus dedos, fotos da minha bunda de calcinha fio-dental, vídeos curtos me espremendo os mamilos até saírem jatos brancos. Em semanas, explodiu. Milhares de inscritos. Homens pagando fortunas só para me ver ordenhar ao vivo, para me ouvir gemer enquanto enfiava dedos e falava putaria sobre como tinham me comido na cozinha, no estacionamento, no meu próprio cama.Troca de genero
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peitoesO avô foi o próximo a cair. Uma tarde em que meus pais saíram, ele entrou no meu quarto com a desculpa de "me ajudar a escolher roupa". Olhou fixo pros meus peitos, babou. Me pediu — quase suplicou — que deixasse ele experimentar. Tirei a camisa dele, sentei de cavalinho sobre ele na cadeira e enfiei um mamilo na boca dele. Chupou desesperado, gemendo contra minha pele, engolindo o leite como se fosse a única coisa que importasse no mundo. Ficou obcecado. Desde aquele dia, sempre que podia, me procurava pra "tomar seu remédio". Às vezes me colocava de joelhos e me ordenhava direto na boca enquanto se masturbava. Até que um dia eu estava na cozinha da casa de campo, lavando a louça depois do almoço em família. Usava uma blusa leve de algodão branco que já estava molhada em dois círculos perfeitos sob meus mamilos inchados. O leite vazava sem minha permissão. Meus quadris pareciam mais largos que nunca, pesados, cheios, como se meu corpo gritasse que eu estava na fase mais fértil e obscena da minha vida. Meu tio Raúl entrou sem fazer barulho. Sempre foi o mais alto da família, o mais quieto, o que encarava quando ninguém mais ousava. Fechou a porta devagar. O clique da tranca me arrepiou. — Ainda tá pingando, mô? — perguntou com aquela voz grossa que parecia sair do peito. Não respondi. Só continuei lavando o prato, mas minhas mãos tremiam. Senti ele se aproximando por trás. Seu bafo quente roçou minha nuca. — Deixa eu ver o quanto você cresceu desde a última vez que te vi… Não me deu tempo de reagir. Sua mão grande aterrissou aberta e forte na minha bunda direita. O som foi seco, carnudo. Gemi sem querer. Ele bateu de novo, mais forte, na outra nádega. O tecido do short curto entrou entre minhas pernas e senti tudo ficar molhado na hora. — É assim que se comporta uma menina safada que fica mostrando esses peitos molhados pela casa toda — sussurrou colado no meu ouvido enquanto dava outra palmada que me fez arquear as costas. Me virou com rudeza. Me Ela levantou a blusa sem pedir permissão. Meus peitos grandes, pesados, cheios de veias, saltaram livres. Os mamilos estavam escuros, eretos, com gotas brancas penduradas nas pontas. Ele olhou como se fossem um tesouro. —Meu Deus do céu… olha só essas tetas —disse quase com devoção.Gravida
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Sou a putinha peituda do papai, tio e vovôEle baixou a boca e pegou o mamilo inteiro. Chupou com força. O leite jorrou e ele engoliu sem nojo, gemendo contra minha pele. Eu me segurei na borda da pia para não cair. Sentia a sucção até o útero. Ele me beijou depois, com língua, com gosto de mim mesma. Comeu minha boca como se quisesse me devorar inteira. As mãos grandes dele apertavam minhas nádegas, abriam, juntavam, batiam de novo. Cada tapa me fazia arfar contra a boca dele. —Tira tudo —ordenou. Obedeci tremendo. O short e a calcinha caíram no chão. Fiquei nua da cintura para baixo, com a blusa levantada e os peitos à mostra. Ele me levantou como se eu não pesasse nada e me sentou na bancada de granito frio. O contraste com minha pele ardente me fez gemer. Abriu a calça. Quando vi o pau dele, perdi o fôlego. Era enorme. Grosso. Cheio de veias. A cabeça brilhante e roxa. Maior do que qualquer um que eu já tinha visto na vida. Ele pegou com a mão e balançou duas vezes na minha frente. —Quer se sentir mulher de verdade, sobrinha? Só consegui concordar com a cabeça. Ele abriu minhas pernas de uma vez. Olhou minha buceta depilada, inchada, encharcada. Passou dois dedos pelos lábios maiores e levou à minha boca. —Experimenta o quanto você está molhada pelo seu tio. Chupei meus próprios fluidos enquanto ele empurrava a cabeça grossa contra minha entrada. Entrou com uma única e brutal enfiada. Gritei. Dor e prazer ao mesmo tempo. Me senti partir ao meio. Era grande demais, me enchia até o fundo, chegava no colo do útero a cada socada. Ele me agarrou pelos quadris e começou a me foder contra a bancada. Os pratos tremiam. A porra escorria pela minha barriga a cada golpe. —Pai, você está me arrebentando! —gritei sem perceber. —Grita mais alto, putinha. Que todos saibam como seu tio te fode.peitoes
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GravidaEle me levantou no ar sem tirar. Caminhou comigo enfiada até o banheiro. Me colocou contra a pia, de costas para o espelho. Me obrigou a me ver: rosto desfigurado, boca aberta, peitos balançando, porra escorrendo, o pau enorme dele entrando e saindo de mim, brilhando dos meus fluidos. —Olha pra você —ele disse no meu ouvido enquanto dava tapas na minha bunda—. Olha como você vira minha putinha. Eu gozei assim, me olhando no espelho, gritando o nome dele. Ele não parou. Me levou pra sala ainda dentro de mim. Me jogou de bruços no sofá grande. Abriu minhas nádegas com as duas mãos. —Agora vou te encher até escorrer. Entrou de novo, dessa vez mais fundo. Me fodia com fúria, com socadas secas que faziam meu corpo todo tremer. Meus peitos se esmagavam contra a almofada, a porra respingava no estofado. Eu só conseguia gemer e falar coisas sem sentido. —Me fode mais forte, gato! Arrebenta minha buceta! Quero tua porra dentro! Faz de mim tua putinha, por favor! Ele rugiu como um animal. Me agarrou pelo cabelo, arqueou minhas costas e gozou com um rosnado. Senti jato atrás de jato quente batendo no meu fundo. Era tanta que vazou e escorreu pelas minhas coxas. Quando terminou, ficou dentro de mim, respirando pesado contra minha nuca. —Boa menina —sussurrou enquanto dava um último tapinha suave na minha bunda—. Agora você se sente mulher de verdade, né? Só consegui acenar, tremendo, com o sêmen dele ainda escorrendo e a porra manchando meu peito. E eu sabia que essa não ia ser a última vez.peitoes
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cogida
vadiaMeses depois, descobri que estava grávida. Não tinha ideia de quem era o pai. Podia ser o desconhecido do estacionamento, meu pai, algum assinante que pagou a mais por um encontro privado, meu tio que me comeu várias vezes no banheiro de casa durante as reuniões de família… Não importava. Dei à luz um menino saudável. A buceta ficou ainda mais cobiçada. Meu corpo ficou mais curvilíneo, mais desejado. Quando o dinheiro começou a rarear e o OnlyFans já não rendia como antes, comecei a ficar na esquina perto do mercado central. Roupa curta, decote impossível, batom vermelho. Os homens sabiam exatamente o que eu oferecia: uma garota fértil, lactante, disposta a tudo pelo preço certo. Me comiam em motéis baratos, em becos, nos seus carros. Sempre pagavam bem pela buceta. Um dia, meu pai me procurou de novo. Disse que sentia minha falta, que queria me ter só para ele. Me levou para morar na casa nova dele nos arredores. Em três dias entendi o porquê: o vovô e o tio também moravam lá. Os três me compartilhavam sem disfarce. De manhã, o vovô me ordenhava na cozinha enquanto preparava café. À tarde, meu tio me comia no sofá vendo televisão. À noite, meu pai me fodia até me fazer gritar o nome dele, me enchia e depois ficava dentro até eu adormecer. Fiquei grávida de novo. E de novo. Três filhos no total. Quase não saio mais. Minha vida se resume a amamentar, ser comida e esperar a próxima gravidez. Os cientistas estavam certos: essa é minha função agora. Meu corpo existe para isso. Para produzir buceta, para abrir as pernas, para receber sêmen e gestar. E cada vez que um deles me penetra até o fundo, cada vez que sinto a porra jorrando enquanto apertam meus peitos, cada vez que minha barriga cresce de novo… eu sorrio. Porque no fundo, bem no fundo, eu adoro.

2 comentários - Sou a putinha peituda do papai, tio e vovô

yo te preñaria mientras le mamo los senos p q me amamantes y a los demas los mandamos a chingar a su puta madre que tr parece
Haces muy buenos relatos ✨✨✨✨✨👍🏻👌🏻