Os dias seguintes foram uma loucura. Não sei se já transamos tanto em tão pouco tempo. Cada vez que a gente se olhava, parecia que a gente lembrava ao mesmo tempo do que aconteceu com o Ale naquela festa, e tudo pegava fogo de novo. Eu tava com um tesão da porra, óbvio, mas tentava não exagerar no assunto porque não queria que a Caro se sentisse pressionada ou pensasse que eu tava empurrando ela pra algo que ela não queria. Ela, por outro lado, começou a entrar na brincadeira quase sem eu pedir. E isso me deixava maluco.
A primeira vez que a gente transou de novo depois daquela noite foi no domingo à tarde. A gente tava no sofá, meio dormindo, e do nada ela subiu em cima de mim, começou a brincar com a língua, devagar, do jeito que ela sabe que eu gosto.
C: Tá pensando ainda no que eu te contei?
M: O tempo todo, putinha. Não consigo tirar da cabeça.
C: Te deixa com tesão imaginar eu de joelhos chupando ele?
Agarrei a bunda dela com as duas mãos, forte, e enfiei a língua até o fundo.
M: Toda vez que eu imagino, tenho que me masturbar de tanto tesão que dá.
Ela deu uma risadinha baixa, quase com um pouco de vergonha, mas não me cortou. Pelo contrário, começou a se mexer em cima de mim mais devagar, se esfregando.
C: Você é um tarado sem vergonha no final das contas, meu amor…
M: E você? Não sabia que você podia ser tão putinha.
Coloquei ela de quatro e enquanto metia, fui falando coisas no ouvido dela. Que eu imaginava o Ale puxando o cabelo dela, que eu imaginava ele enchendo a boca dela de novo. Ela gemeu mais forte cada vez que eu falava o nome dele. Mas quando perguntei se ela gostaria que acontecesse de novo, ela mordeu o lábio e disse:
C: Não sei… foi só uma vez… foi bom mas… não sei.
Eu não insisti mais naquela hora, mas gozei toda a bunda e as costas dela pensando nisso.
Os dias passaram e o assunto voltava toda vez que a gente transava. Eu dizia que morria de vontade de ver ela daquele jeito putinha de novo, que imaginava ela se deixando levar completamente. Ela às vezes entrava na minha e ficava toda… slut:
C: Até onde você aguentaria que eu fizesse?
M: Qualquer coisa, girl, que ele te coma todinha se quiser. Quero te ver toda slut com ele.
Mas outras vezes ela segurava um pouco, com uma risadinha nervosa:
C: Para, não exagera… foi coisa de uma noite, não significa que vá acontecer sempre.
E justamente essa mistura me deixava pior. Ver que ela ficava excitada com o jogo, mas ainda tinha um pé no freio.
Uma noite, enquanto chupava o cu dela na cama (ela adora quando enfio a língua bem fundo), ela estava super excitada e me olhou com cara de slut por cima do ombro e disse:
C: Adivinha quem me mandou mensagem no Instagram hoje?
Parei um segundo e perguntei com a voz rouca:
M: Que filha da puta que você é. O que ele escreveu?
C: Que foi incrível, que não para de pensar na minha boca… que quer me ver de novo.
M: E você, o que respondeu?
C: Nada ainda… estava esperando para ver o que você dizia.
Deitei de costas e disse para ela subir em cima de mim, e ela começou a se mover devagar.
M: Responde. Continua o jogo. Provoca ele um pouco. Diz que também pensa naquela noite. Manda agora.
Ela hesitou um segundo, mas depois pegou o celular da mesa de cabeceira e começou a escrever enquanto eu enfiava devagarzinho. Ela me mostrou a mensagem antes de enviar:
“Kkkk eu também penso naquela noite… você me deixou com vontade de mais”
Fiquei louco. Comi ela com força enquanto ela mandava isso e depois me mostrava as respostas dele. Ale escreveu que estava morrendo de vontade de repetir, que queria vê-la de joelhos de novo. Caro ria, mas dava para ver que ela estava encharcada.
Assim passaram umas duas semanas. Mensagens de ida e volta, ela cada vez mais solta, eu pedindo para ela provocar mais, mandar alguma fotinha. Ela fazia às vezes, outras dizia “para, fico com vergonha”. Ela mandou umas fotos bem de boa, mas consegui que mandasse uma de calcinha fio-dental. O cara queria comer ela de qualquer jeito. Sempre acabávamos fodendo como animais falando dele.
Uma quinta-feira enquanto tomávamos uns mates à tarde, ele disse:
C: Amanhã depois do trampo vou num after com as minas… num bar em Palermo. Isso me deixou tão excitada que se eu me tocasse dois segundos gozava.
M: E… o Ale vai?
C: Não sei… talvez… não perguntei.
Mentira. Ela fingiu que tava distraída, mas eu sabia que ela sabia.
Aquela noite, enquanto estávamos transando, eu arrisquei, não aguentava mais.
M: Se ele for… quero que você se solte, girl. Que faça o que quiser. Que seja tão puta quanto foi aquela vez.
Ela ficou parada um segundo, me olhando.
C: Sério mesmo?
M: Sim. Morro de tesão por isso. Mas com uma condição: você me conta tudo. Na hora.
C: Não vai acontecer nada mesmo
M: Ok, mas se acontecer você me conta tudo.
C: Sisi, mas não vai acontecer nada.
Comi ela com força depois disso, eu pensando na noite seguinte, e ela com certeza também. No dia seguinte ela me mandou uma mensagem às 19:30.
C: Já tô no after. As minas tão todas. Ambiente muito bom. Muita cerveja.
M: E ele?
C: Para de ser chato, acho que nem tá e além disso não me importo.
Às 21:10 chegou outra.
C: Bom… ele apareceu no final. Me viu e veio cumprimentar. Me deu um beijo na bochecha mas ficou bem perto. Me disse no ouvido que eu tava divina.
M: E você?
C: Nada, disse obrigada.
M: Provoca ele um pouco, vai.
C: Não, não começa, não tô a fim disso.
M: Só pra gente, assim depois eu te fodo que nem uma puta. Sabe que me dá tesão quando você brinca assim.
C: Para…
M: Okok, me avisa qualquer coisa.
Passaram quase duas horas e ela me mandou outra mensagem.
C: A gente tava dançando todo mundo junto e o Ale me tirou pra dançar, não para de me dizer como ficou pensando naquela noite.
Respondi na hora
M: E? Te deu um tesão?
C: Um pouco, mas cortei ele…
M: Por quê?
C: Não sei, não me sinto à vontade pra fazer isso
M: Se solta, meu amor, brinca só um pouquinho. Não precisa fazer nada se não quiser
Depois das 12 ela falou comigo de novo:
C: A gente dançou de novo. Eu tava dando um pouco de corda pra ele mas ele começou a falar um monte de coisas e me tocou a bunda toda por baixo da saia.
M: Ah, então você gostou, né?
C: É... um pouquinho sim.
M: Só isso?
C: Ele encostou o pau todinho, dava pra sentir ele bem duro.
M: Bom, se você tá com tesão pode continuar, tem via livre.
C: Não, até aqui tá bom.
M: Como quiser...
Não falamos mais até umas 4 da manhã, eu não aguentava mais de tesão. Fiz duas punhetas pensando no que a Caro estaria fazendo.
Finalmente ela me escreveu:
C: O Ale tá falando pra gente ir pra casa dele. O que eu faço?
M: Só você? Quer ir?
C: Não, não, todo mundo.
M: Então vai, ué. Ou não?
C: É, sei lá, pode ser...
Quase uma hora depois:
C: Bom, não se chateia, mas eu fui pro caralho. Tamos na casa dele, ele me pegou na cozinha num momento que a gente tava sozinho e me comeu pela boca.
M: Ai, meu Deus, você me deixa louco... Ele te tocou toda?
C: Sim, ele agarrou minha bunda toda.
M: E você?
C: Ele fez eu pegar no pau dele um pouco. Queria que eu chupasse ele ali mesmo.
M: E?
C: Na hora chegou alguém e a gente fingiu que não era nada.
M: Mas você queria?
C: Não te incomoda?
M: Não, me responde.
C: Um pouco sim...
M: Que putinha, faz o que quiser. Mas me conta tudo.
C: Sério que não te incomoda?
M: Me dá um tesão da porra.
Passou das 6 da manhã, e foi isso.
Não tenho palavras pra explicar o que aquilo me causou na hora. Comecei a me masturbar freneticamente.
M: Quêêê? Você deixou ele te comer, putinha?
Dois minutos depois:
C: Pra você, taradinho, espero que goste. Ele está me comendo agora mesmo.
M: Você é incrível, meu amor, manda mais.
C: Nono, daqui a pouco volto pra casa e te conto.
M: Você não tem limites de puta, eu adoro.
C: Sou muito putinha, né?
Fiquei me masturbando olhando fixo pra aquela foto. E fiquei acordado esperando ela chegar. Não conseguia acreditar em tudo que estava acontecendo. Mas isso me deixava com um tesão que nunca imaginei.
A primeira vez que a gente transou de novo depois daquela noite foi no domingo à tarde. A gente tava no sofá, meio dormindo, e do nada ela subiu em cima de mim, começou a brincar com a língua, devagar, do jeito que ela sabe que eu gosto.
C: Tá pensando ainda no que eu te contei?
M: O tempo todo, putinha. Não consigo tirar da cabeça.
C: Te deixa com tesão imaginar eu de joelhos chupando ele?
Agarrei a bunda dela com as duas mãos, forte, e enfiei a língua até o fundo.
M: Toda vez que eu imagino, tenho que me masturbar de tanto tesão que dá.
Ela deu uma risadinha baixa, quase com um pouco de vergonha, mas não me cortou. Pelo contrário, começou a se mexer em cima de mim mais devagar, se esfregando.
C: Você é um tarado sem vergonha no final das contas, meu amor…
M: E você? Não sabia que você podia ser tão putinha.
Coloquei ela de quatro e enquanto metia, fui falando coisas no ouvido dela. Que eu imaginava o Ale puxando o cabelo dela, que eu imaginava ele enchendo a boca dela de novo. Ela gemeu mais forte cada vez que eu falava o nome dele. Mas quando perguntei se ela gostaria que acontecesse de novo, ela mordeu o lábio e disse:
C: Não sei… foi só uma vez… foi bom mas… não sei.
Eu não insisti mais naquela hora, mas gozei toda a bunda e as costas dela pensando nisso.
Os dias passaram e o assunto voltava toda vez que a gente transava. Eu dizia que morria de vontade de ver ela daquele jeito putinha de novo, que imaginava ela se deixando levar completamente. Ela às vezes entrava na minha e ficava toda… slut:
C: Até onde você aguentaria que eu fizesse?
M: Qualquer coisa, girl, que ele te coma todinha se quiser. Quero te ver toda slut com ele.
Mas outras vezes ela segurava um pouco, com uma risadinha nervosa:
C: Para, não exagera… foi coisa de uma noite, não significa que vá acontecer sempre.
E justamente essa mistura me deixava pior. Ver que ela ficava excitada com o jogo, mas ainda tinha um pé no freio.
Uma noite, enquanto chupava o cu dela na cama (ela adora quando enfio a língua bem fundo), ela estava super excitada e me olhou com cara de slut por cima do ombro e disse:
C: Adivinha quem me mandou mensagem no Instagram hoje?
Parei um segundo e perguntei com a voz rouca:
M: Que filha da puta que você é. O que ele escreveu?
C: Que foi incrível, que não para de pensar na minha boca… que quer me ver de novo.
M: E você, o que respondeu?
C: Nada ainda… estava esperando para ver o que você dizia.
Deitei de costas e disse para ela subir em cima de mim, e ela começou a se mover devagar.
M: Responde. Continua o jogo. Provoca ele um pouco. Diz que também pensa naquela noite. Manda agora.
Ela hesitou um segundo, mas depois pegou o celular da mesa de cabeceira e começou a escrever enquanto eu enfiava devagarzinho. Ela me mostrou a mensagem antes de enviar:
“Kkkk eu também penso naquela noite… você me deixou com vontade de mais”
Fiquei louco. Comi ela com força enquanto ela mandava isso e depois me mostrava as respostas dele. Ale escreveu que estava morrendo de vontade de repetir, que queria vê-la de joelhos de novo. Caro ria, mas dava para ver que ela estava encharcada.
Assim passaram umas duas semanas. Mensagens de ida e volta, ela cada vez mais solta, eu pedindo para ela provocar mais, mandar alguma fotinha. Ela fazia às vezes, outras dizia “para, fico com vergonha”. Ela mandou umas fotos bem de boa, mas consegui que mandasse uma de calcinha fio-dental. O cara queria comer ela de qualquer jeito. Sempre acabávamos fodendo como animais falando dele.
Uma quinta-feira enquanto tomávamos uns mates à tarde, ele disse:
C: Amanhã depois do trampo vou num after com as minas… num bar em Palermo. Isso me deixou tão excitada que se eu me tocasse dois segundos gozava.
M: E… o Ale vai?
C: Não sei… talvez… não perguntei.
Mentira. Ela fingiu que tava distraída, mas eu sabia que ela sabia.
Aquela noite, enquanto estávamos transando, eu arrisquei, não aguentava mais.
M: Se ele for… quero que você se solte, girl. Que faça o que quiser. Que seja tão puta quanto foi aquela vez.
Ela ficou parada um segundo, me olhando.
C: Sério mesmo?
M: Sim. Morro de tesão por isso. Mas com uma condição: você me conta tudo. Na hora.
C: Não vai acontecer nada mesmo
M: Ok, mas se acontecer você me conta tudo.
C: Sisi, mas não vai acontecer nada.
Comi ela com força depois disso, eu pensando na noite seguinte, e ela com certeza também. No dia seguinte ela me mandou uma mensagem às 19:30.
C: Já tô no after. As minas tão todas. Ambiente muito bom. Muita cerveja.
M: E ele?
C: Para de ser chato, acho que nem tá e além disso não me importo.
Às 21:10 chegou outra.
C: Bom… ele apareceu no final. Me viu e veio cumprimentar. Me deu um beijo na bochecha mas ficou bem perto. Me disse no ouvido que eu tava divina.
M: E você?
C: Nada, disse obrigada.
M: Provoca ele um pouco, vai.
C: Não, não começa, não tô a fim disso.
M: Só pra gente, assim depois eu te fodo que nem uma puta. Sabe que me dá tesão quando você brinca assim.
C: Para…
M: Okok, me avisa qualquer coisa.
Passaram quase duas horas e ela me mandou outra mensagem.
C: A gente tava dançando todo mundo junto e o Ale me tirou pra dançar, não para de me dizer como ficou pensando naquela noite.
Respondi na hora
M: E? Te deu um tesão?
C: Um pouco, mas cortei ele…
M: Por quê?
C: Não sei, não me sinto à vontade pra fazer isso
M: Se solta, meu amor, brinca só um pouquinho. Não precisa fazer nada se não quiser
Depois das 12 ela falou comigo de novo:
C: A gente dançou de novo. Eu tava dando um pouco de corda pra ele mas ele começou a falar um monte de coisas e me tocou a bunda toda por baixo da saia.
M: Ah, então você gostou, né?
C: É... um pouquinho sim.
M: Só isso?
C: Ele encostou o pau todinho, dava pra sentir ele bem duro.
M: Bom, se você tá com tesão pode continuar, tem via livre.
C: Não, até aqui tá bom.
M: Como quiser...
Não falamos mais até umas 4 da manhã, eu não aguentava mais de tesão. Fiz duas punhetas pensando no que a Caro estaria fazendo.
Finalmente ela me escreveu:
C: O Ale tá falando pra gente ir pra casa dele. O que eu faço?
M: Só você? Quer ir?
C: Não, não, todo mundo.
M: Então vai, ué. Ou não?
C: É, sei lá, pode ser...
Quase uma hora depois:
C: Bom, não se chateia, mas eu fui pro caralho. Tamos na casa dele, ele me pegou na cozinha num momento que a gente tava sozinho e me comeu pela boca.
M: Ai, meu Deus, você me deixa louco... Ele te tocou toda?
C: Sim, ele agarrou minha bunda toda.
M: E você?
C: Ele fez eu pegar no pau dele um pouco. Queria que eu chupasse ele ali mesmo.
M: E?
C: Na hora chegou alguém e a gente fingiu que não era nada.
M: Mas você queria?
C: Não te incomoda?
M: Não, me responde.
C: Um pouco sim...
M: Que putinha, faz o que quiser. Mas me conta tudo.
C: Sério que não te incomoda?
M: Me dá um tesão da porra.
Passou das 6 da manhã, e foi isso.
Não tenho palavras pra explicar o que aquilo me causou na hora. Comecei a me masturbar freneticamente.M: Quêêê? Você deixou ele te comer, putinha?
Dois minutos depois:
C: Pra você, taradinho, espero que goste. Ele está me comendo agora mesmo.
M: Você é incrível, meu amor, manda mais.
C: Nono, daqui a pouco volto pra casa e te conto.
M: Você não tem limites de puta, eu adoro.
C: Sou muito putinha, né?
Fiquei me masturbando olhando fixo pra aquela foto. E fiquei acordado esperando ela chegar. Não conseguia acreditar em tudo que estava acontecendo. Mas isso me deixava com um tesão que nunca imaginei.
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