Tenho 19 anos e isso aconteceu comigo há apenas uns 5 dias. Ainda fico todo excitado só de lembrar. Conheci a Karla no Facebook Parejas, levei ela pra um motel e foi uma experiência incrível. Uma mulher muito entregue, gritava pra caralho, se mexia com vontade, tem uns peitões grandes e durões que balançavam a cada metida, e a raba dela também é uma delícia. Quando a gente transou, ela me contou que tava há uns 5 anos ou mais sem sexo, e dá pra perceber pela puta gritaria de prazer que ela soltou. Depois dessa vez, fiz uma proposta: 3 milhões de pesos se ela deixasse eu comer ela ao vivo num canal privado do Telegram. Expliquei que seria pra um público bem pequeno, gente que pagou pra estar ali, tudo super discreto, com máscara se ela quisesse pra proteger a identidade. No começo ela hesitou muito, falou que tinha medo de ser reconhecida. Eu insisti e lembrei como eu tinha deixado ela toda trêmula naquela vez. Garanti que ninguém saberia quem ela era de verdade, que eu controlava quem entrava e que a gente podia parar se ela quisesse. No fim, ela aceitou: 3 mil reais, mas de máscara. Fomos pro mesmo motel, um quarto bonito, cama grande e branca, espelho na cabeceira e no teto. Ela tava nervosa, foi de máscara, umas calças justas que marcavam uma raba gostosa, um casaco porque tava meio frio, mas ele tava desabotoado, e por baixo uma blusa preta que deixava ver o sutiã e um decote de matar. Eu preparei tudo: câmera, tripé, a luz e meu celular pra ler o que escreviam. Quando comecei a transmissão, ela sentou no sofá, com as pernas juntas, ainda de máscara, e olhava pra baixo como se quisesse sumir, tava meio desconfortável. Apresentei ela: "Ela é a Karla, tem 36 anos". Menti falando que tava há 5 anos sem transar, porque já tinha comido ela uns dias antes, uma verdade pela metade. Continuei falando um monte de coisa: que ela gosta de ser observada enquanto tocam nela, que adora beijos nos peitos e mordidas nos bicos, que gosta de ficar de quatro e levar palmadas até ficar tudo vermelho. a bunda. Ela sorriu um pouco, percebi, mas parecia tensa. Começou a responder perguntas do chat: se gostava de palmadas, disse que sim, se gostava forte ou com amor, disse que ambos, se já tinha experimentado anal, disse que não. O chat encheu de pedidos, eram poucos mas escreviam muito: que eu cuspisse nela, que mijasse nela, que arrombasse a buceta dela, lia algumas em voz baixa e meio rindo porque algumas eram muito engraçadas, ela disse "vamos devagar, galera". Me aproximei, coloquei ela de frente pra mim e de costas pra câmera pra tirar a máscara dela e beijá-la, aí ela se descontrolou, língua, saliva, respiração acelerada. Levantei a blusa dela, agarrei os peitos dela e apertei os bicos até ela soltar gemidos profundos. Nesse ponto, parecia que não ligava mais pra máscara porque ficou de lado pra câmera, abaixei a calça dela devagar, ficou de calcinha de renda preta muito linda, toquei ela por cima do tecido e senti ela molhada, enfiei os dedos por baixo e comecei a mexer enquanto beijava os peitos dela, coloquei ela sentada na cama de frente pra câmera, tirei a calcinha dela e continuei enfiando os dedos, ela tava encharcada, o som era evidente, eu queria que ela gozasse, já tava muito excitada e gemia demais, mas ela me parou e disse "Espera... quero sentir você dentro agora". Fiquei de pé do lado da câmera, abaixei minha calça, ela se ajoelhou na minha frente, com as duas mãos começou a me masturbar e colocou na boca, chupava com muita experiência, passava a língua na ponta, lambia minhas bolas enquanto me batia uma, olhei nos olhos dela e parecia que tinha esquecido da câmera, agarrei o cabelo dela enquanto ela continuava o trabalho. Levei ela até a câmera, tirei toda a roupa dela, os peitos dela de fora, grandes, com bicos grandes, me deitei sobre ela, beijei o pescoço dela enquanto roçava minha pica nela, abri ela e meti de uma vez. Entrou sem nenhum problema, quente e apertada, comecei a meter com força. Ela gritava sem se segurar. Sim, assim mais forte" Ela arranhava minhas costas, gemia no meu ouvido com palavras entrecortadas. Coloquei ela de quatro, dava tapas fortes na bunda dela, um atrás do outro até deixar o rabo dela vermelho. Cada tapa que eu dava, ela se arrepiada e empurrava pra trás, parecia que ela adorava. Os peitos dela balançavam gostoso, dava pra ver no espelho. A gente mudou de posição, de ladinho, eu por trás, com uma perna dela levantada, ficamos um tempão, ela gemendo sem parar. Voltamos pro papai e mamãe porque eu queria terminar vendo a cara dela, comecei a meter mais forte e mais rápido, ela começou a ficar tensa, as pernas tremiam e ela começou a gozar. Teve um squirt, senti tudo quente, molhou tudo, mas eu não parei, continuei metendo enquanto ela gritava: "Tira, tira, to gozando!" mas eu não tirei. A buceta dela tava tão gostosa que eu não queria sair de dentro, nunca tinha sentido nada igual, a buceta dela se contraía a cada jato. Quando ela terminou, me beijou com desespero e aí eu gozei também, dentro dela, enquanto ela me apertava com as pernas. A melhor gozada da minha vida. Depois a gente ficou em silêncio, só se ouvia nossa respiração ofegante. Deitei do lado dela pra descansar, ela se aninhou em mim e disse que adorou. Perguntei se na próxima vez ela deixava eu comer o cu dela, e ela começou a rir, disse: "Depois a gente fala sobre isso". Já fazem 5 dias disso, a gente continua conversando. Ela diz que não para de lembrar daquela noite, que adorou ser observada, a deixou mais excitada. Ainda tô negociando com ela pra deixar eu estrear o cu dela. Quem tava naquele ao vivo sabe que foi incrível. Vou manter vocês atualizados se rolar mais alguma coisa.
3 comentários - Convenci a una Madura De Cojer En Vivo Por 3mil pesos